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Milho: mercado inicia o dia na BM&F cotado a R$ 18,52 a saca

março 24th, 2010

O mercado do Milho abriu o dia de hoje, quarta-feira, na BM&F cotado a R$ 18,52 a saca para os pagamentos agendados para o mês de Maio. Este é o preço máximo negociado até o momento para o vencimento.

Fonte: Jornalismo Integrado – Assessoria de Comunicação

Trigo: preços futuros fecharam em queda

março 24th, 2010

A oferta global confortável, a valorização do dólar no mercado internacional e a ausência de novidades que pudessem ser consideradas “altistas” abriram as portas para a queda das cotações do trigo ontem nas bolsas americanas.

Em Chicago, os contratos para entrega em maio fecharam a US$ 4,7675 por bushel, baixa de 9,75 centavos de dólar; em Kansas, o mesmo vencimento recuou 9 centavos de dólar e encerrou o dia a US$ 4,85 por bushel.

Também neste mercado os traders aguardam o relatório do USDA sobre as intenções de plantio de grãos nos EUA na safra 2010/11.

No Paraná, a saca de 60 quilos do cereal saiu, em média, por R$ 23,78, conforme levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura.

Milho: preços futuros fecharam em queda

março 24th, 2010

A “paradeira” no que tange a novidades relacionadas aos fundamentos de oferta e demanda antes do primeiro relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre as intenções de plantio de grãos no país na safra 2010/11 foi novamente a senha para mais um dia de perdas para o milho na bolsa de Chicago.

Os contratos com vencimento em maio encerraram o pregão a US$ 3,6275 por bushel, baixa de 8 centavos – mesma variação negativa dos futuros para entrega em julho, que fecharam a US$ 3,7375.

Traders notaram que a valorização do dólar, como de costume, pressionou as cotações do grão.

No Paraná, a saca de 60 quilos saiu, em média, por R$ 13,92, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura.

Café: preços futuros fecharam em alta

março 24th, 2010

Um movimento de compras liderado por fundos especulativos garantiu mais um dia de alta para as cotações do café ontem na bolsa de Nova York.

Segundo a agência Dow Jones Newswires, traders realçaram que fundamentos de oferta e demanda “positivos” para os preços alimentaram o movimento.

Os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 1,3475 por libra-peso, alta de 175 pontos em relação à véspera, ao passo que os futuros para entrega em julho subiram 165 pontos e alcançaram US$ 1,3635 por libra-peso. A sequência de altas pode continuar.

No mercado doméstico, a saca de 60,5 quilos de café de boa qualidade saiu entre R$ 280 e R$ 290, de acordo com informações do Escritório Carvalhaes, de Santos. O mercado permaneceu firme também para os cafés finos.

Açúcar: preços futuros do fecharam em queda

março 24th, 2010

A exemplo do que aconteceu na segunda-feira, os sinais de aumento da oferta e as incertezas em relação ao comportamento da demanda provocaram forte queda das cotações do açúcar ontem em Nova York.

Os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão a 16,57 centavos de dólar por libra-peso, queda de 127 pontos, enquanto os papéis para entrega em julho recuaram 117 pontos, para 16,45 centavos de dólar.

Traders consultados pela agência Dow Jones Newswires afirmaram que a pressão deverá continuar no curto prazo.

No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal negociado em São Paulo caiu 0,83%, para R$ 68,06 (com impostos, sem frete). No mês, a queda já chega a 6,41%.

BM&F e CME tentam criar mercado de etanol

março 24th, 2010

Presidente da Bolsa de Chicago vem ao Brasil em abril para negociar com a Bovespa a formação do novo mercado mundial

As Bolsas de Valores de Chicago (CME) e de São Paulo (BM&F Bovespa) vão tentar unir forças para criar o primeiro mercado unificado de biocombustíveis, em mais um passo para a internacionalização do etanol. A informação é do diretor-gerente da CME, Robert Ray, que viajará ao Brasil no início de abril para negociar o acordo.

As duas instituições fecharam uma parceria em fevereiro e já fecharam mais de 21 milhões de contratos. A CME é a maior e mais diversificada bolsa do mundo. O grupo foi formado em 2007, com a fusão da Chicago Mercantile Exchange (CME) e a Chicago Board of Trade (CBoT).

A CME já mantém uma cotação para o etanol de milho, usado nos Estados Unidos. Já a BM&F mantém sua cotação para o etanol de cana. “O que queremos debater agora é um passo a mais e estabelecer uma cotação única para biocombustíveis”, explicou Ray, ao Estado.

Em fevereiro, as duas bolsas assinaram um acordo de parceria estratégica para permitir investimentos em bolsas internacionais e o desenvolvimento de uma plataforma eletrônica de negociação de derivativos e ações.

A BM&F ainda indicará um representante para participar do conselho de administração da CME. A participação societária da bolsa paulista na CME ainda foi elevada para 5%, equivalente a cerca de US$ 1 bilhão.

Nessa parceria, uma das primeiras oportunidades de operação será no setor de etanol. “Vou ao Brasil nas próximas semanas para negociar exatamente isso”, disse Ray. Mas ele esclarece que a parceira com São Paulo vai além do etanol.

Um dos principais objetivos do governo brasileiro é instituir o mercado mundial de etanol, até como forma de consolidar o biocombustível como uma alternativa real.

Além do mercado financeiro, a principal batalha do Brasil é conseguir que americanos e europeus reduzam suas tarifas de importação e permitam que o etanol nacional possa entrar nesses mercados com preços competitivos.

Em pouco mais de um mês, os contratos entre Chicago e a BM&F atingiram a marca de 21 milhões. “Estamos dando um exemplo de como fazer parceria”, disse Ray.

Ray aposta no Brasil e nos Estados Unidos como os grandes fornecedores de soja, milho e outros grãos para o mundo na próxima década. “Os dois países vão alimentar o mundo nesse segmento”, disse. “O mundo emergente vai demandar cada vez mais e isso é uma grande oportunidade para o Brasil.”

Além do etanol, as duas bolsas vão desenvolver um mercado de derivativos até 2011. Um dos pontos do acordo é que a bolsa paulista possa comercializar a plataforma eletrônica desenvolvida com Chicago para outros países. Para isso, a BM&F investirá US$ 175 milhões em dez anos.

Parceria ampliada

Robert Ray
PRESIDENTE DA
BOLSA DE CHICAGO
“O que queremos debater
agora é um passo a mais e estabelecer uma cotação
única para biocombustíveis.
Vou ao Brasil nas próximas semanas para negociar exatamente isso. Estamos
dando um exemplo de
como fazer parceria.”

PARA ENTENDER
Etanol mais perto de virar commodity

Por trás da negociação entre as Bolsas de Valores de Chicago (CME) e de São Paulo (BM&F Bovespa) está a possibilidade de transformar o etanol brasileiro numa commodity. Ou seja: fazer do biocombustível um produto facilmente comercializado no mundo inteiro. Para ser uma commodity, o etanol precisa seguir parâmetros de especificação que sejam universais, aceitos mundialmente. O etanol produzido no Brasil deve ser semelhante ao etanol produzido nos Estados Unidos, por exemplo.
Um dos primeiros passos para que isso se torne realidade foi obtido em fevereiro desse ano pela indústria canavieira. A Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA) classificou o etanol feito de cana como um biocombustível avançado. Agora, esse processo deve avançar no mercado financeiro já que a negociação do etanol em bolsas de mercadoria é fundamental para que se alcance referência de preços.

Jamil Chade

Fonte: O Estado de São Paulo

Concurso do Iapar oferece 30 vagas; inscrições terminam no dia 31

março 24th, 2010

Há vagas para pessoas com ensino fundamental, médio, técnico e superior. Os salários variam de R$ 746 a R$ 5.894

Termina no dia 31 o prazo para os interessados se inscreverem no concurso público que será realizado pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). São 30 vagas, divididas em cargos e funções das carreiras de Logística e Gestão em Ciência e Tecnologia e carreira Técnico Científica.

Há, dentro dessas carreiras, vagas em funções que exigem ensino fundamental, ensino médio, ensino profissionalizante (ou pós-médio técnico), ensino superior e pós-graduação (doutorado). O vencimento base varia de R$ 746,89 a R$ 5.894,68, para jornada de 40 horas semanais. São 28 vagas para o município de Santa Tereza do Oeste e duas para Londrina, no Norte do estado.

As inscrições devem ser feitas pela página da Coordenadoria de Processos Seletivos (Cops) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) até às 23 horas do dia 31. A taxa de inscrição vai de R$ 40 (para ensino fundamental) a R$ 110 (para pós-graduação). As provas objetivas estão marcadas para o dia 25 de abril.

O edital de lançamento do concurso está publicado no mesmo site e traz a descrição de cada uma das funções e o conteúdo programático a ser cobrado nas provas objetivas.

Conseagri debate glifosato

março 24th, 2010

Reunido ontem em Belo Horizonte, o Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri) definiu que manterá mobilização pela taxa antidumping de 2,1% no glifosato. O pedido será levado aos ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento, da Fazenda e do Planejamento.

Cooperativas buscam recurso

março 24th, 2010

Ao contrário do que esperava, o presidente da Fecoagro, Rui Polidoro Pinto, saiu da reunião do Procap Agro, ontem, em Brasília, sem avanços na liberação dos R$ 2 milhões ao programa. Ele prevê progresso no próximo encontro, no dia 31. “Há problemas de garantia, projetos e viabilidade econômica.”

Leilão vende 32 equinos

março 24th, 2010

Em sua primeira edição, o Leilão Marcas do Sul, realizado em Pelotas, vendeu 32 equinos Crioulos e movimentou R$ 100,5 mil. De acordo com o escritório Crioulo Remates, a comercialização pela Internet correspondeu a 25,6% do volume negociado.

Adidos negociam vendas de carnes

março 24th, 2010

Adidos agrícolas selecionados pelo governo para atuar no exterior se reuniram ontem, em São Paulo, com exportadores de carne bovina, suína e de frango para conhecer as prioridades de cada setor. Existe hoje um mercado de aproximadamente 20 bilhões de dólares fechado para o país devido a barreiras sanitárias difíceis de serem questionadas na OMC. “A abertura de mercados que estão fechados por questões sanitárias exige muita diplomacia e insistência. Essa é a grande vantagem de ter um adido agrícola”, afirmou o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto.

RS – Flar participa de projeto na área de pesquisa

março 24th, 2010

Porto Alegre O Fundo Latino Americano de Arroz Irrigado (Flar) está participando de um projeto internacional de pesquisa de arroz irrigado. A informação é do presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Maurício Fischer, que no início deste mês foi eleito presidente do Comitê Administrativo da entidade, em reunião realizada em Corrientes, na Argentina.

O projeto está sendo realizado em parceria com três entidades: Instituto Internacional de Pesquisa de Arroz (IRRI), África Rice e Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat). O projeto de pesquisa é baseada em pontos estratégicos como: aproveitamento da diversidade genética; desenvolvimento da planta; resistência a doenças; acelerar o intercâmbio a entrega e adoção de novas cultivares; extração de maiores valores na colheita, no sistema de processamento e novos produtos com base no arroz; fomentar as políticas e estratégias tecnológicas focadas na melhoria da produção e comercialização do arroz.

Segundo Maurício Fischer, o acordo para este projeto internacional está previsto, conforme as diretrizes do Flar. É uma pesquisa básica, onde serão utilizadas ferramentas da biotecnologia. Esta pesquisa também prevê a recuperação no atraso tecnológico da pesquisa pública em relação a área de biotecnologia.

O Flar compreende um grupo heterogêneo que reúne os setores público e privado da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, República Dominicana, Uruguai, Venezuela, além do Ciat. Assim, as associações de produtores de arroz e empresas de sementes e programas nacionais de investigação que congregam o Flar para dar respostas tecnológicas inovadoras para as necessidades dos agricultores e da indústria para melhorar a produção de arroz irrigado no América Latina.

Por Eduardo Pires

AgroGestão será promovido anualmente

março 24th, 2010

O AgroGestão – Congresso Nacional da Gestão do Agronegócio – será promovido anualmente, renovando-se a parceria entre a Federação de Convention & Visitors Bureau do Estado de Santa Catarina (FC&VB), a Ópera Eventos Corporativos com apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de Chapecó, da Associação Comercial e Industrial de Chapecó, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e Federação das Associações Empresariais de SC (Facisc).

A primeira edição do congresso, realizada na última semana, permitiu Identificar algumas tendências e interpretar mudanças e transformações em curso no vastíssimo e complexo mundo do agronegócio, reunindo um ministro, quatro ex-ministros e cinco especialistas com projeção internacional. Entre as estrelas, o ministro Reinhold Stephanes, da Agricultura, e os ex-ministros Luiz Fernando Furlan, Roberto Rodrigues, Marcus Vinicius Pratini de Moraes e Mike Moore.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional – (49) 3323-4244

Artigo – Solução que vem do céu

março 24th, 2010

Agência FAPESP A crise energética e a busca por energias renováveis têm reacendido o debate sobre fontes alternativas como a fotovoltaica, na qual células solares convertem luz diretamente em eletricidade. Mas no Brasil, país que pela área, geografia e localização, entre outros fatores, é potencialmente favorável para o desenvolvimento de sistemas fotovoltaicos, existe um atraso em relação a outros países.

Esse foi um dos diagnósticos apresentados durante o Workshop em Energia Fotovoltaica, realizado na semana passada na sede da FAPESP. O objetivo do evento foi reunir especialistas para discutir desafios científicos e tecnológicos de curto, médio e longo prazos no setor, além de expor o panorama mundial de desenvolvimento da pesquisa e inovação, recursos e lacunas existentes nas universidades e centros de pesquisa no Estado de São Paulo.

De acordo com Cylon Gonçalves da Silva, professor emérito do Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador adjunto da FAPESP para Programas Especiais, o objetivo maior do workshop foi fazer uma prospecção do que já existe no Estado de São Paulo em pesquisa e desenvolvimento na área de eletricidade fotovoltaica.
A partir disso, pretendemos avaliar se caberia ou não à FAPESP a criação de um programa específico nessa área. Como todo programa específico da Fundação, será necessário demonstrar não apenas sua relevância técnico-científica, mas também o diferencial de contribuição para o desenvolvimento de São Paulo que ele pode propiciar, disse à Agência FAPESP.

Os participantes, ligados a grupos de pesquisa no Estado de São Paulo, apresentaram diversos aspectos relacionados ao tema. As palestras abordaram, em linhas gerais, o desenvolvimento de células solares e de módulos fotovoltaicos, a necessidade de se produzir silício de alta pureza (o chamado silício de grau solar), a reativação dos laboratórios e a necessidade de uma política nacional na área para viabilizar a produção em larga escala, entre outros aspectos.

A energia solar fotovoltaica é a forma de produção de eletricidade que mais cresce no mundo atualmente. Segundo estudos do Instituto de Energia da Universidade da Califórnia e da Associação das Indústrias Fotovoltaicas Europeias, desde 2003 o índice de expansão dessa indústria ultrapassa 50% ao ano.

Para o professor Francisco Marques, do Instituto de Física da Unicamp, que apresentou o panorama da pesquisa fotovoltaica no mundo, esse índice extraordinário só foi possível devido à integração dos sistemas fotovoltaicos integrados à rede pública convencional de energia.

Como é uma energia intermitente, acoplada à rede, não há necessidade de baterias para armazenamento. O Brasil tem tido um crescimento muito lento em aplicações isoladas. Para ter uma expansão acelerada como a que vem ocorrendo em vários países da Europa , terá de desenvolver sistemas integrados à rede elétrica, afirmou.

Roberto Zilles, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP), abordou os sistemas periféricos de armazenamento das energias fotovoltaicas e destacou a reduzida produção nacional por esse sistema.

Temos apenas cerca de 20 MW de capacidade instalada para geração de energia fotovoltaica em sistemas isolados, que são empregados em bombeamentos de água e eletrificação rural, em áreas na Amazônia, no Norte e no Nordeste, disse. Esse valor daria, por exemplo, para o consumo de uma pequena cidade com cerca de 2 mil a 3 mil habitantes.

Segundo Zilles, a iniciativa com sistemas isolados está contemplada na resolução 83 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 2004, que estabelece os procedimentos e as condições de fornecimento de sistemas individuais de geração de energia elétrica com fontes intermitentes, que contempla as fontes solar, eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas.

Custo energético

A raiz do problema que emperra a expansão brasileira na área esbarra na produção do silício. As células mais importantes e consolidadas no mercado são as fabricadas à base de silício, disse Henrique Toma, professor do Laboratório de Nanotecnologia Molecular da USP, que apresentou estudos desenvolvidos sobre síntese de novas moléculas e de fotossíntese artificial, uma área ainda em desenvolvimento no país.

Depois do oxigênio, o silício é o elemento químico mais abundante na crosta terrestre. Para o professor Paulo Roberto Mei, do Departamento de Engenharia de Materiais, da Unicamp, não faz sentido investir em um produto em que se tem perdido mercado, no caso o silício metalúrgico. O Brasil exporta essa forma impura do mineral a US$ 2 o quilo, enquanto importa o silício de alta pureza, para uso na indústria eletrônica, a US$ 60 o quilo.

Vendemos a forma impura, que é muito fácil de fazer e não usa praticamente nenhuma tecnologia. Mas o problema é que, para isso, gasta-se muita energia, além de produzir muito material particulado, que polui o meio ambiente. No Brasil, temos uma legislação rigorosa que obriga a usar filtros muito eficientes, o que é muito bom. Mas, resumindo, o processo é caro e a venda não é lucrativa, explicou.

Segundo ele, o país vem perdendo espaço para a China e para a Índia nessa produção. Eles conseguem produzir o mesmo silício metalúrgico com um custo menor. A China detinha 25% do mercado mundial há alguns anos e hoje tem quase 70%. Indústrias brasileiras têm sido compradas por empresas norte-americanas para transformar o silício metalúrgico em silício de alta pureza. Do ponto de vista estratégico para o país, isso é um desastre, disse Mei.

O professor da Unicamp destaca que o silício poderia ser usado não apenas para a produção de energia fotovoltaica, mas na indústria de microeletrônica, isto é, de semicondutores.

Outra discussão importante no workshop foi o custo energético. Entre todas as formas de energia limpa, a fotovoltaica ainda é a mais cara. Em uma análise apenas econômica, talvez se conclua que importar é mais fácil, por ser mais barato. Mas existem outros aspectos. Quando os norte-americanos levaram o homem à Lua, pode não ter significado muito do ponto de vista econômico em um primeiro momento, mas gerou um parque industrial incrível, disse Mei.

Mas a discussão política na área de fotovoltaicos parece caminhar na direção da importação. Já está em curso no Senado o projeto de número 336/2009 que isenta do imposto de importação, que é de 12%, as empresas estrangeiras que fornecerem células fotovoltaicas, módulos em painéis e seus periféricos.

Pelo projeto proposto, todos os estádios da Copa de 2014, que será no Brasil, utilizariam energia fotovoltaica. De acordo com Roberto Zilles, o projeto, que tem apenas um parágrafo, tem grandes chances de aprovação.

Mas, se o objetivo é incentivar o desenvolvimento de tecnologia fotovoltaica seja a produção de células ou de elementos periféricos , isentar de impostos os produtos prontos tira a perspectiva em relação à pesquisa, desenvolvimento e inovação nessa área no país, disse.

Geração potencial

No campo do desenvolvimento de células fotovoltaicas, o Brasil tem acompanhado as pesquisas de ponta internacionais, mas ainda em nível experimental. De acordo com Ana Flávia Nogueira, do Instituto de Química da Unicamp, atualmente o Laboratório de Nanotecnologia e Energia Solar (LNES) da Unicamp já desenvolve células com materiais nanoestruturados, as chamadas células de terceira geração.

A grande vantagem é que o custo desses materiais é baixo. Já conseguimos utilizar em aplicações menores, como em mochilas solares, utilizadas para carregar baterias de notebooks, por exemplo, disse no workshop na FAPESP.

O problema, segundo ela, é que a eficiência energética da conversão da energia da radiação solar em energia elétrica ainda não é satisfatória, girando em torno de 6,5%. Atualmente, a média mundial de eficiência é de 14% e as melhores células no mercado não ultrapassam os 20%.

As células da primeira geração utilizavam o silício monocristalino. As de segunda, os filmes finos e, atualmente, as da terceira geração empregam células fotovoltaicas orgânicas ou células fotovoltaicas híbridas orgânicas/inorgânicas.

Os dispositivos fotovoltaicos baseados em silício monocristalino representam uma tecnologia completamente dominada e que apresenta elevado índice de conversão de energia solar em elétrica. Mas o custo de produção e de manutenção torna inviável seu uso em larga escala, disse Roberto Mendonça Faria, do Instituto de Física de São Carlos da USP.

Segundo ele, a tecnologia produzida a partir dos semicondutores amorfos e de óxidos, na forma de filmes finos (segunda geração), vem se mostrando viável do ponto de vista econômico. Mas o destaque está mesmo na terceira geração.

A nova geração de tecnologia dos dispositivos orgânicos é de fácil processamento, baixo custo de fabricação e muito versátil. Eles ainda não apresentaram eficiências energéticas aceitáveis, mas as pesquisas vêm se desenvolvendo rapidamente. É preciso um mecanismo para coordenar os vários grupos de pesquisa no Brasil a fim de viabilizar a fabricação desses dispositivos para torná-los mais eficientes na aplicação, defendeu.

Nos encaminhamentos do workshop, os participantes se dividiram em três grupos de trabalho. Cada um elaborará um documento com a análise dos principais aspectos discutidos no workshop, focados principalmente nas três gerações de células solares. O objetivo é que, a partir dos documentos, seja realizado um novo encontro.

Por Alex Sander Alcâncara, da Agência Fapesp

OCB realiza Simpósio de Mercado de Carbono / evento começa hoje (24/3), em Curitiba (PR)

março 24th, 2010

Disseminar as experiências dos programas de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) para o sistema cooperativista. Este é um dos objetivos do Simpósio de Mercado de Carbono, uma iniciativa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) com o apoio da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e Embaixada Britânica, que tem início hoje (24/3) e vai até esta quinta (25/3), na sede da Ocepar, em Curitiba (PR). Na oportunidade, também serão abordados os posicionamentos e atualizações sobre a COP 15 e o Código Florestal, e estabelecido um protocolo de intenções com o governo e o Banco do Brasil.

Os casos de sucesso desenvolvidos pelas cooperativas agropecuárias que já atuam nesse segmento serão apresentados pelo gerente de Mercados da OCB, Evandro Ninaut. Ele vai falar do histórico dos programas de mercado de carbono da OCB, metodologia de implementação de projetos de MDL florestal em cooperativas desse ramo, desenvolvimento de projetos de carbono social para o setor, entre outras questões.

O evento é destinado a representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, cooperativas, empresas, federações e confederações do agronegócio, instituições financeiras e de pesquisas públicas e privadas, investidores, governo, universidades e especialistas atuantes no mercado de carbono.

A OCB – Desenvolve projetos em conjunto com cooperativas baseados em três objetivos: Ambiental – propiciar às cooperativas a redução das emissões de Gases Efeito Estufa (GEE) e de resíduos da produção agropecuária e agroindustrial. Isso contribui para a mitigação de seus passivos ambientais, das mudanças climáticas do planeta, e garante a sustentabilidade dos recursos renováveis; Econômico – prospectar novas oportunidades de mercado para as cooperativas; Social – promover o desenvolvimento das cooperativas e das comunidades onde estão inseridas, permitindo o acesso do pequeno produtor a todos os benefícios gerados pelas novas práticas de atuação.

Contato:

* OCB: Gabriela Prado, Gerência de Comunicação Sistema OCB / (61) 3217-2138

* Ocepar: Samuel Zanello, Gerência de Comunicação Sistema Ocepar – (41) 3200-1150

Fonte: OCB

Enipec 2010: Rebanho de caprinos e ovinos evolui

março 24th, 2010

O desenvolvimento da cadeia mato-grossense da caprino-ovinocultura se confunde com o sucesso do Encontro Internacional dos Negócios da Pecuária (Enipec). Há quase dez anos, quando o evento estreava, a atividade consistia apenas em um hobby de produtores rurais que mantinham caprinos e ovinos em suas propriedades para consumo próprio. Entre os dias 3 e 5 de maio, a sexta edição do Enipec, que será realizada no Centro de Eventos Pantanal, em Cuiabá, vai trazer à luz uma cadeia organizada e com um rebanho que se situa entre os dez maiores do país. Entre um dos maiores saltos atribuídos à cadeia, está a formação genética dos plantéis, que dispensa, atualmente, a necessidade de importar reprodutores de outros estados.

Como lembra o presidente da Associação Mato-grossense dos Criadores de Ovinos e de Caprinos do Estado (Ovinomat), Antonio Carlos Carvalho de Sousa, em 2002 cerca de 100 mil animais integravam o rebanho estadual. Em 2010, já são cerca de 1 milhão de ovinos e 70 mil de caprinos, conforme o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea/MT). O Enipec trouxe conhecimento, informação e estimulou muitos criadores ao segmento. Hoje não se faz apenas criação, como também genética. Não precisamos importar genética. São dez anos de atividade comercial.

Os grandes produtores nacionais de ovinos e caprinos são Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo. Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e Pará se destacam em evolução anual e, como completa Sousa, o Distrito Federal é um grande consumidor. Aproximadamente 3 mil propriedades rurais, das mais de 100 mil fazendas no Estado, têm como atividade principal a criação de ovinos e caprinos. A atividade evoluiu tanto que hoje a Exposição de Pequenos Animais do Estado de Mato Grosso (Expopeq) tem como foco a valorização desta atividade pastoril e faz parte do calendário oficial das festividades do aniversário de Cuiabá, comenta Sousa. Em Mato Grosso, a maior parte da produção se concentra nos municípios de Nova Mutum, Campo Verde, Barra do Garças, Baixada Cuiabana, Vale do Guaporé, Sorriso e Terra Nova do Norte.

ENIPEC 2010 Para fomentar a necessidade de conhecimentos dos ovino-caprinocultores, a coordenação do Enipec 2010 programou quatro palestras técnicas cujos temas foram sugeridos pelo próprio segmento. No dia 4 de maio, das 10h30 às 12h, o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Paulo Afonso Schwab, trata da Organização da cadeia: as lições do modelo uruguaio. À tarde, das 16h30 às 18h, com palestrante ainda a ser confirmado, o tema dos trabalhos é a Viabilidade econômica e os dez passos para ser bem-sucedido na atividade.

No dia 5 de maio, a partir das 10h30, o tema será Comercialização de ovinos e caprinos, apresentado por Arnaldo dos Santos Vieira Filho, administrador de empresas e presidente da Associação Paulista de Criadores de Ovinos (Aspaco). Finalizando a programação técnica voltada à atividade, à tarde, das 14h às 15h30, será a vez dos Desafios tecnológicos para a produção de ovinos e caprinos no Centro-Oeste, por Marco Aurélio Delmondes Bomfim, pós-doutor pelo International Center for Agricultural Research in the Dry Areas e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Caprinos e Ovinos.

Fonte: Enipec

Milho: pragas iniciais exigem atenção e controle

março 24th, 2010

Assim como a soja, o milho sofre ataque de pragas iniciais que podem causar a redução de stand, ou seja, número de plantas por unidade de área.

Produtores de milho safrinha devem ficar atentos às pragas iniciais que atacam a cultura. Assim como a soja, o milho também sofre o ataque de pragas iniciais que podem causar a redução de stand (número de plantas por unidade de área). O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Crébio José Ávila, alerta sobre a seriedade do problema porque o milho, diferentemente da soja, não tem a capacidade de compensação da produtividade por área, em função da perda parcial de stand.

As pragas iniciais do milho mais preocupantes em Mato Grosso do Sul são: coró, percevejo barriga-verde, tripes e lagarta-do-cartucho. O coró é uma praga de solo que consome o sistema radicular do milho, o que prejudica a absorção de água e nutrientes. De acordo com o pesquisador, os danos são mais acentuados e visíveis quando o ataque ocorre na fase inicial de desenvolvimento da cultura e em períodos de estiagem. O controle da praga pode ser feito com a aplicação de inseticidas nas sementes ou em pulverização no sulco de semeadura.

Já o ataque do percevejo barriga-verde se dá com a sucção da planta de milho. Isso torna as plantas deformadas e prejudica o seu desenvolvimento. O controle é realizado através da aplicação de inseticida na semente e pulverização sobre as plantas.

O tripes tem sido constatado, principalmente, em períodos de estiagem em que prevalecem baixa umidade relativa do ar e temperaturas elevadas. ‘O inseto raspa as folhas de milho tornando-as esbranquiçadas. O controle pode ser feito com o tratamento de sementes e pulverização de inseticidas sobre as plantas’, explica o pesquisador.

A lagarta-do-cartucho corta as folhas novas da planta para se alimentar. O controle é feito através do uso de plantas transgênicas e de inseticidas aplicados nas sementes e na parte aérea da lavoura.

Embrapa Agropecuária Oeste

Resíduos e contaminantes em ovos e aves: resultados de 2009

março 24th, 2010

Conforme relatório que acaba de ser publicado pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, no decorrer de 2009 o Programa Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC) em produtos de origem animal realizou na avicultura (carne e ovos) um total de oito mil análises envolvendo cerca de três dezenas de possíveis resíduos ou contaminantes.

No total de análises realizadas, em apenas quatro envolvendo carne de aves foram detectados resultados acima dos limites máximos de tolerância permitidos pela legislação em vigor. Considerados violações, esses quatro casos envolveram a nitrofurazona (1 caso), a furazolidona (1 caso) e a sulfaquinoxalina (2 casos).

Não foram registradas violações nas análises efetuadas em ovos. Globalmente, o PNCRC efetuou em 2009 um total de 17.974 análises, detectando entre elas apenas 33 violações 0,18% do total. O monitoramento abrangeu as carnes bovina, suína, equina e de aves, leite, ovos, mel, pescado (de cultivo e de captura) e camarão (de cultivo). Os resultados foram publicados no Diário Oficial da União de terça-feira, 23.

Sinop: grupo deve investir R$ 30 milhões para implantar granja de postura de ovos

março 24th, 2010

Um grupo empresarial com sede em Bastos, São Paulo, com tradição na postura de aves, começa a investir na região Norte. A área para construção dos barracões – 300 hectares – já está definida e fica a 20 Km de Sinop, na MT-140, na divisa com município de Santa Carmem. A confirmação foi feita, ao Só Notícias, pelo secretário de Agricultura Clóvis Sanches. A empresa irá investir R$ 30 milhões. A prefeitura será parceira com isenção de impostos, terraplanagem da área, instalação da rede elétrica, transporte do maquinário de São Paulo até Sinop. É uma conquista de mais 200 empregos diretos gerados aqui, afirmou Sanches.

A capacidade de postura será de 1 milhão de ovos dia. O projeto é começar a construir a infra-estrutura tão logo o contrato de compra da área seja efetivado. Na primeira etapa, será construída a fase da cadeia produtiva, barracões, fábrica de ração e máquinas para embalagem dos ovos. Não foi confirmado quando a construção deve iniciar, mas a previsão inicial é chegar no final do ano com a estrutura pronta.

A estratégia de comercialização já foi traçada, atendendo o mercado em Mato Grosso, Amazonas e Pará. A indústria em São Paulo é uma das primeiras no Brasil a exportar ovo em pó, uma novidade no mercado.

Greve paralisa abate no antigo Frango Sertanejo

março 24th, 2010

Empresa é acusada pelo sindicato de atrasar o pagamento de salários e do vale-alimentação

A fábrica de ração Premix e o abatedouro de frangos do Grupo Arantes (antigo Frango Sertanejo) em Guapiaçu entraram em greve segunda-feira de manhã. Cerca de 800 empregados estão parados, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação, Eurides Silva.

A empresa é acusada pelo sindicato de atrasar o pagamento de salários e do vale-alimentação e de não cumprir a convenção coletiva de trabalho.
Nós conseguimos 7% de reajuste salarial na data base em maio. Deveria vigorar desde maio mas eles aplicaram a partir de agosto e apenas 4%. Ficaram devendo as diferenças de maio a agosto, de 7% em cada mês, e agosto em diante, 3% por mês até hoje.

Além do atraso do pagamento e do vale, eles dão férias sem pagar os direitos. Dispensam o pessoal e não pagam nem a multa de 40% do FGTS ou as verbas rescisórias, afirma o presidente. Outras quatro unidades do grupo em Guapiaçu e Onda Verde continuam em funcionamento.

O sindicato se reuniu segunda de manhã com dois representantes da empresa, um diretor e um gerente de RH. De acordo com Silva, a única proposta da empresa foi a de depositar nesta terça o valor do vale-alimentação. Não sabem quando vai sair a antecipação salarial e não têm perspectivas de acertar a dívida do FGTS, sem depósito desde setembro.

A direção da empresa disse segunda-feira que vai depositar nesta terça o valor do vale-alimentação, mas que os demais itens não tiveram acordo na reunião com o sindicato. O grupo está em recuperação judicial e deve R$ 1,1 bilhão a 24 bancos o débito total é de R$ 1,3 bilhão.

Fonte: Agência Bom Dia

Papaya para conquistar o paladar francês

março 24th, 2010

Projeto Brazilian Fruit fecha parceria com rede francesa de hortifrutis para degustação da variedade do mamão, fruta com boa demanda para o mercado europeu

No ano de 2009 a França foi destino de mais de mil toneladas de papaya produzidos no Brasil, a exportação da fruta movimentou cerca de dois milhões de dólares. De olho no crescimento desse mercado e com o objetivo de conquistar o paladar de mais consumidores da região, o Projeto Brazilian Fruit iniciativa do Instituto Brasileiro de Frutas (IBRAF) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil) e a Brapex Associação dos Exportadores de Papaya realizam entre os dias 24 e 27 de março ações de degustação para frequentadores da rede Grand Frais de hortifruti.

São mais de três toneladas da fruta que estarão à disposição dos clientes de vinte lojas da rede, em cidades como Paris, Lyon e Mertz. O mercado francês vem apresentando uma evolução gradual na importação das frutas brasileiras, em especial da papaya. Para reforçar essa aproximação e conquistar de vez o consumidor, realizamos ações diretas nos pontos de venda, dando a oportunidade de conhecerem o verdadeiro sabor e as propriedades da fruta, afirma Valeska de Oliveira, gerente executiva do Ibraf e responsável pela ação.

De acordo com Marcelo de Nadai, presidente da Brapex, a presença no ponto de venda e o incentivo ao consumo são de extrema importância para a valorização do produto. Pesquisas apontam que com ações de degustação intensas, chega-se ao percentual de até 13% de incentivo da compra pelo consumidor final.

Com a exposição direta da fruta aos possíveis consumidores franceses, os produtores esperam alcançar um número significativo de negócios efetivos com a região. A França é um mercado com grande potencial de crescimento, nosso objetivo com a ação de degustação é, além de aumentar nosso market share, avaliar o gosto e as preferências do consumidor francês, afirma Nadai.

Durante os quatro dias de evento, estruturas montadas com quiosques e promotoras treinadas apresentarão aos frequentadores dos estabelecimentos informações nutricionais da papaya, além de oferecer folders com receitas que têm a fruta como seu ingrediente principal.

Frutas brasileiras no exterior

Ao longo de sua existência, o Brazilian Fruit vem desenvolvendo ações diferenciadas com o objetivo de promover as frutas nacionais no exterior. Em 2009, por exemplo, países como Portugal e a França, foram palco de degustações em grandes redes varejistas, na ocasião, produtos como manga e melão foram os destaques. Ainda nessa linha, o projeto levou produtores de todas as regiões do país para eventos internacionais na Alemanha e Emirados Árabes.

Perfil Brazilian Fruit

O programa Brazilian Fruit é realizado desde 1998 pelo Ibraf, em parceria com a Apex-Brasil, com o objetivo de promover as frutas brasileiras e seus derivados no exterior, consolidando a imagem do Brasil como grande produtor e exportador de frutas frescas e processadas com qualidade, diversidade e salutabilidade.

Em 1998 o projeto teve início com a promoção de 4 frutas frescas, atualmente agrega mais de 20 produtos frescos e processados. Os frutos desta iniciativa, podem ser percebidos nos resultados das exportações: em 1998 foram exportadas 296 mil toneladas de frutas frescas, já em 2008, o volume saltou para 888 mil toneladas. Quanto às frutas processadas em 2007 foram exportados US$ 2,7 bilhões.

Além do aumento das exportações, cabe destacar nos últimos anos o crescimento no número de empresas exportadoras, dos tipos de frutas exportadas e de seus respectivos países de destino.

Para mais informações acesse: http://www.s2.com.br ou http://www.brazilianfruit.org.

Fonte: S2 Comunicação Integrada – (11) 3027-0200

Boas Práticas vão qualificar a pecuária de corte brasileira

março 24th, 2010

Aumentar a rentabilidade e a competitividade dos sistemas produtivos agropecuários por meio da indicação e a incorporação, em tempo hábil, das tecnologias adequadas e da adequação a legislações ambientais e trabalhistas, de modo a garantir o acesso a mercados que valorizam alimentos seguros. Esse é o objetivo da geral do Programa Boas Práticas Agropecuárias (BPA) Bovinos de Corte, lançado em 2005 pela Embrapa. A coordenação em nível nacional do Programa é da Embrapa Gado de Corte, sendo a Embrapa Pecuária Sul coordenadora na região Sul do País.

As chamadas Boas Práticas Agropecuárias são um conjunto de normas e procedimentos que devem ser observados pelos produtores rurais para tornar os sistemas de produção mais rentáveis e eficientes, assegurando a oferta de alimentos seguros e produzidos de modo sustentável. As BPA seguem os princípios da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (Sistema APPCC), internacionalmente conhecido como HACCP.

Para a implantação das BPA, três princípios são fundamentais: a capacitação de profissionais da área de ciências agrárias que prestam assistência técnica às propriedades, para que se tornem multiplicadores; a conscientização dos produtores e de seus funcionários, promovida pelos técnicos multiplicadores, sobre a importância da adoção de processos de controle de qualidade na fazenda; e a implantação das normas e procedimentos nas propriedades que aderirem ao Programa.

Essas normas e procedimentos se referem aos 11 principais pontos de controle do sistema de produção da carne bovina que constituem a lista de verificação do Protocolo BPA. São eles: gestão da propriedade rural; função social do imóvel rural; responsabilidade social; gestão ambiental; instalações rurais; manejo pré-abate e bons tratos na produção animal; formação e manejo de pastagens; suplementação alimentar; identificação animal; controle sanitário e manejo produtivo.

Benefícios ao produtor

O produtor que participar do Programa poderá ter muitos benefícios, a começar pela identificação e correção dos pontos críticos existentes nos seus sistemas de produção e a redução das perdas e da má utilização de produtos. Também poderá minimizar os riscos em ações trabalhistas e ambientais, melhorar a qualidade do produto (carcaça e couro) e agregar valor e melhorar a competitividade. Outros benefícios são a inserção em uma estratégia de marketing para facilitar o acesso aos mercados mais exigentes, a participação em um sistema de proteção contra barreiras comerciais e a comunicação ao mercado, de forma clara e eficaz, que o crescimento se dá de maneira sustentável, respeitando o meio ambiente e o bem-estar animal.

A propriedade que atender a todos os requisitos solicitados receberá um laudo de implantação, que é emitido pela Embrapa ou entidades credenciadas e serve como instrumento de gestão e controle de qualidade. Se for do interesse do produtor, o laudo poderá auxiliar na obtenção de certificados de qualidade, emitidos por organismos independentes e credenciados pelo Inmetro (ISO 65).

Além disso, a propriedade torna-se candidata a participar do Sistema Agropecuário de Produção Integrada (SAPI Carne Bovina), que visa minimizar impactos indesejáveis e os custos externos sobre a sociedade, reforçar a diversidade biológica local, minimizar perdas, propor o manejo adequado dos recursos naturais e de técnicas utilizadas na agropecuária, proporcionar conhecimento e motivação, fomentar a busca pela qualidade da produção levando em consideração os parâmetros ecológicos do sistema de produção e os de certificação de qualidade.

BPA no Sul

No Sul do Brasil, o Programa começou a ser implantado como projeto-piloto em 2008, envolvendo 14 propriedades rurais localizadas em sete municípios da região dos Campos de Cima da Serra, no norte do Rio Grande do Sul. O trabalho é realizado em parceria com a Emater/RS, a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/RS), o Sebrae/RS e universidades, como a UFRGS.

Na primeira etapa do trabalho, técnicos da Emater visitaram, em julho de 2009, os estabelecimentos rurais para realizar um diagnóstico a partir da avaliação dos 11 aspectos que constituem o Protocolo BPA. O levantamento apontou que os principais problemas se referem à gestão econômica e financeira da propriedade (falta de planejamento e registro de dados de indicadores econômicos e desempenho zootécnico), à responsabilidade social (registro em carteira do empregado e existência do controle formal de trabalho, orientações aos empregados e suas famílias quanto às noções básicas de higiene e saúde), à gestão ambiental (normas e procedimentos exigidos pela legislação) e às instalações rurais. O ponto de controle manejo e formação de pastagens foi o que apresentou maior percentual de conformidade com as BPA.

Em março de 2010, pesquisadores e analistas da Embrapa Pecuária Sul estiveram reunidos em Vacaria (RS) com o pesquisador da Embrapa Gado de Corte e coordenador nacional do Programa, Ezequiel do Valle, e com produtores da região e representantes dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Meio Ambiente (MMA). Eles discutiram as ações do BPA-Bovinos de Corte no Sul do Brasil e o andamento da elaboração de uma Portaria Interministerial envolvendo MAPA, MMA e o Ministério do Trabalho, que criará o Programa Pró-BPA. O grupo ainda visitou duas propriedades participantes do projeto-piloto do BPA-Bovinos de corte.

Para alcançar o nível de certificação proposto pelo Programa, os produtores deverão, nos próximos meses, realizar uma série de ajustes nas rotinas dos estabelecimentos. O Sebrae e o Senar deverão promover treinamentos e consultorias em gestão, planejamento, bem-estar animal e outros temas, para que os proprietários e os empregados das fazendas possam aperfeiçoar habilidades e competências e adequarem os procedimentos. O ajuste será acompanhado pelo Comitê Gestor do Programa, coordenado no Sul do País pela Embrapa Pecuária Sul. Além da capacitação, essas instituições vão promover a sensibilização e a divulgação do BPA para ampliar a adesão de produtores.

O pesquisador Sérgio Gonzaga, coordenador regional do Programa pela Embrapa Pecuária Sul, considera que a adoção das BPA é uma segurança aos produtores, que devem se organizar em núcleos. Sabemos das dificuldades no comércio internacional, e o Brasil não está longe de enfrentar barreiras impeditivas à venda de seus produtos, como a carne bovina, observa. Ele acrescenta que, ao final do trabalho, além da emissão de certificação a propriedades, vislumbra-se a possibilidade de trabalhos de rastreabilidade e de identificação geográfica de produtos produzidos nessas propriedades.

Boas Práticas Agropecuárias – Bovinos de Corte

É a adoção de práticas corretas que colaboram para melhorar o desempenho do sistema produtivo de uma propriedade rural.

Como funciona o Programa BPA

Em cada região do Brasil, uma unidade da Embrapa coordena o Programa para:
- Atender o produtor interessado em aderir ao BPA;
- Habilitar multiplicadores para implantação do Programa;
- Acompanhar/monitorar a propriedade participante.
O Programa mantém um cadastro de propriedades rurais cujos proprietários têm interesse em aderir ao BPA e outro de interessados nos cursos para multiplicadores.
A propriedade cadastrada será visitada por um multiplicador, que vai aplicar o Protocolo BPA (Lista de Verificação).

O que é verificado na propriedade

São 11 pontos de controle observados:
1. Gestão da propriedade rural
2. Função social do imóvel rural
3. Responsabilidade social
4. Gestão ambiental
5. Instalações rurais
6. Manejo pré-abate e bons tratos na produção animal
7. Formação e manejo de pastagens
8. Suplementação alimentar
9. Identificação animal
10. Controle sanitário
11. Manejo reprodutivo

Como o produtor pode participar

A adesão é voluntária, bastando:
- Cadastrar a propriedade na unidade da Embrapa que coordena o BPA na região brasileira onde ela está localizada;
- Indicar o profissional que já atua na propriedade para ser o multiplicador (caso não haja profissional, a Embrapa poderá indicar um);
- Permitir a aplicação da Lista de Verificação na propriedade cadastrada.

Como se tornar um multiplicador
O profissional de ciências agrárias deve:
- Cadastrar-se na unidade da Embrapa que coordena o BPA na região onde está seu município;
- Atender ao perfil exigido pelo programa
-Após o curso de capacitação, realizar o diagnóstico e acompanhar a propriedade rural onde presta assistência ou em outra de seu interesse.

Passo a passo do Programa

1. Conscientização dos produtores rurais quanto à importância e necessidade da implantação das BPA nas propriedades;
2. Atualização técnica em BPA do profissional que realiza assistência técnica rural, para participar do processo de conscientização dos produtores e da implantação do Protocolo BPA;
3. Realização do diagnóstico da propriedade pelo profissional multiplicador, para identificar o atendimento ao Protocolo BPA;
4. Análise do diagnóstico da propriedade rural;
5. Correção das não-conformidades detectadas, com o auxílio do profissional multiplicador;
6. Emissão do Laudo de Implantação das Boas Práticas Agropecuárias.

Para saber mais sobre o Programa BPA-Bovinos de Corte, acesse o site: http://bpa.cnpgc.embrapa.br . As informações são de assessoria de imprensa.

Embrapa Pecuária Sul

ABEF recebe futuros adidos agrícolas

março 24th, 2010

Os oito futuros adidos agrícolas selecionados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para trabalhar em embaixadas brasileiras, foram recebidos ontem (23) pelos Presidentes da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (ABEF), Francisco Turra, e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, ao lado de suas respectivas equipes.

O encontro, realizado na sede da ABEF, em São Paulo, reuniu os futuros adidos em Moscou, Rinaldo Junqueira de Barros; em Washington, Horrys Friaça Silva; em Bruxelas, Odilson Luiz Ribeiro e Silva; em Tóquio, Gutemberg Barone de Araújo; em Genebra, Guilherme Antonio da Costa Júnior; em Pretória, Gilmar Paulo Henz; Pequim, Esequiel Liuson; e Buenos Aires, Bivanilda Almeida Tapias. Eles estavam acompanhados pelo Secretário de Relações Internacionais do MAPA, Célio Porto.

Em sua apresentação, Turra destacou que a escolha dos adidos agrícolas representava a concretização de um sonho alimentado desde quando ocupou o Ministério da Agricultura, em 1988/1999. Quando ministro, em compromissos no exterior, me deparava com adidos agrícolas de países como Argentina e Chile. E como deputado federal fiz inúmeros discursos na Câmara defendendo que o Brasil fizesse o mesmo, frisou.

O secretário Célio Porto também considerou a escolha dos adidos agrícolas uma bandeira de longa data. Ele destacou a transparência e o rigor do processo de seleção, e ressaltou que os oito adidos eram representantes de uma elite do Ministério da Agricultura.

Já o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, disse que era uma grande satisfação que desafios tenham sido superados para que o Brasil tivesse seus adidos agrícolas nessas oito capitais. E defendeu uma comunicação ágil com o setor privado.

Na próxima sexta-feira, sete dos oito adidos se reunirão novamente com equipes da ABEF e Abipecs para receberem um briefing detalhado de questões ligadas às carnes de frango e suína no acesso aos mercados dos países para onde serão destacados.

Fonte: ABEF

G.Sachs inicia cobertura de ações de 4 brasileiras de alimentos

março 24th, 2010

Goldman Sachs iniciou cobertura das ações do frigorífico Minerva com uma recomendação de compra, enquanto os papéis da Marfrig receberam classificação de venda

O Goldman Sachs Group iniciou a cobertura das ações de quatro companhias brasileiras do setor alimentício com uma importância global cada vez maior, informou o banco nesta terça-feira em relatório destinado aos clientes.

“Embora a China defina o ritmo da demanda global por alimentos, o controle de grande parte da oferta agora está no Brasil. Como em muitos outros produtos agrícolas, o Brasil está passando de um seguidor de preços para um estabelecedor de preços. Apesar de sua crescente relevância, as ações setoriais do Brasil têm sido negligenciadas, e nem todas as análises têm acompanhado sua nova importância”, disse o Goldman Sachs.

O banco iniciou a cobertura das ações da JBS, maior produtora de carne bovina do mundo, e da BRF-Brasil Foods, ambas com recomendação neutra. “Nós estaremos neutros com relação à Brasil Foods até que as sinergias comecem a fluir. Para a JBS, esperaremos por mais visibilidade das ofertas públicas pretendidas. Ambas as ações podem parecer boas em 2011, mas vemos risco de más notícias antes disso”, afirmou o Goldman Sachs.

A Brasil Foods foi criada no ano passado por meio da fusão da Sadia com a Perdigão. No começo deste mês, a JBS anunciou planos de fazer uma oferta primária e secundária de ações na BM&FBovespa.

“Apesar de um cenário atraente no longo prazo, estamos nervosos no curto prazo, já que a oferta de gado vivo está apertada e a competitividade entre frigoríficos deve pressionar as margens da carne bovina; a inflação dos preços dos grãos provavelmente afetará a lucratividade do frango e dos suínos; as exportações de frango e de carne suína permanecem fracas; e as companhias têm muitas aquisições recentes para digerir”, explicou o banco.

O Goldman Sachs iniciou ainda a cobertura das ações do frigorífico Minerva com uma recomendação de compra, enquanto os papéis da Marfrig receberam classificação de venda. “Achamos que o direcionamento da Marfrig para 2010 deve se estender, com risco para os resultados do primeiro semestre. Os desafios mais sérios surgem da integração de sua mais recente aquisição, a Seara, na nossa visão. A Minerva, por outro lado, parece se isentar da maioria das dificuldades, vendendo apenas carne bovina e com uma capacidade bem ajustada à oferta”, explicou o banco.

Fonte: Dow Jones

Stephanes descarta estatal para exploração de fertilizantes

março 24th, 2010

Segundo ministro da Agricultura, necessidade do setor é apenas de coordenação

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, descartou nesta terça-feira (23) a possibilidade de criação de uma estatal voltada para a exploração de minérios, matérias-primas de fertilizantes, mas sinalizou que a Petrobras poderia participar desse processo. “Não descartaria que possivelmente a Petrobras participasse de um consórcio para a exploração”, disse ao chegar à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado para participar de audiência pública sobre o tema. O representante do Ministério de Minas e Energia (MME), na audiência, é o secretário de geologia, mineração e transformação mineral, Cláudio Scliar.

O ministro evitou comentar a possibilidade de criação dessa estatal. “Se vocês começarem a perguntar sobre isso, vou dizer que não tem estatal na história”, disse. Ele explicou que se preocupa com o termo porque o conceito de empresa estatal no País é ligado à produção, enquanto a necessidade do setor, de acordo com Stephanes, é apenas de coordenação. “Precisamos de um órgão que gerencie esse processo. Pode ser uma comissão, uma secretaria, um departamento, um companhia….”, enumerou.

O ministro voltou a dizer que o anteprojeto de lei preparado pelos ministérios de Minas e Energia e de Agricultura está pronto, bem como o documento em separado que definirá os parâmetros administrativos e políticos a serem adotados no segmento de fertilizantes. “Além disso, há um terceiro documento que tratará do reaproveitamento de resíduos e da produção de adubos orgânico-minerais”, explicou.

Os documentos serão entregues ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no próximo dia 29, segundo Stephanes. De acordo com ele, há possibilidade de o projeto ser aprovado pelo Congresso até o final deste ano.

Agricultura vota convocação de ministros para discutir taxação do glifosato chinês

março 24th, 2010

Os parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados devem votar nesta quarta-feira (24), o requerimento 531 de 2010, de autoria do deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS) que propõe a convocação dos ministros que compõem a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para discutir o sistema de taxação de importação do glifosato chinês.

O parlamentar gaúcho explica que o objetivo da audiência é sensibilizar o governo para extinguir a sobretaxa que atualmente está em 2,1%. É importante mostrar aos ministros que o fim dessa alíquota não só diminuirá os custos de produção das lavouras, como também ajudará no controle da inflação, pois os preços dos alimentos poderão cair com a adoção dessa medida, evidencia.

Heinze acrescenta que a Bancada do Agronegócio é contra a criação de um valor de referência para o produto. Segundo informações de técnicos da área, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) estuda a taxação de US$ 4,60 por kg/l importado o que acarretaria, segundo Heinze, aumento de preço, diminuição da oferta e concentração de mercado.
Atualmente as empresas importadoras, além da taxa antidumping, pagam 12% de imposto de importação. Com isso, o preço médio do produto importado está em R$ 2,80 o kg/l.

A Camex é composta pelos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; da Casa Civil; das Relações Exteriores; da Fazenda; da Agricultura; do Planejamento e do Desenvolvimento Agrário.

OLÉO DIESEL Também está na pauta da Comissão o requerimento 533, de 2010, também de autoria do deputado Heinze, que requer a realização de audiência pública em conjunto com as comissões de Minas e Energia e Viação e Transportes para debater o preço do óleo diesel. O parlamentar gaúcho justifica que a ideia é buscar um compromisso do governo e da Petrobras para a redução do valor do combustível, que representa 11% do custo operacional efetivo da produção agrícola.

Fonte: Assessoria de Imprensa do deputado federal Luis Carlos Heinze

Sequenciamento do genoma da soja trará benefícios ao agricultor

março 24th, 2010

Aumento na produtividade, tolerância à seca e resistência a pragas são algumas das características das cultivares que poderão ser desenvolvidas graças ao avanço da ciência

Leguminosa de maior importância econômica, a soja teve o genoma sequenciado por uma equipe de cientistas norte-americanos e japoneses. O estudo, publicado na revista Nature em janeiro deste ano, possibilitará um avanço no desenvolvimento de cultivares mais produtivas, com mais benefícios aos consumidores e resistentes a doenças, como a ferrugem asiática, que afeta a soja no Brasil.

O sequenciamento do genoma da oleaginosa irá influenciar positivamente a produção mundial, que atualmente é de mais de 200 milhões de toneladas. O Brasil é o segundo maior produtor, atrás apenas dos Estados Unidos, com uma produção que corresponde a mais de um quarto do volume mundial. Além de ser fonte de biodiesel, a soja colabora com o desenvolvimento econômico do interior do País e é o principal item na pauta de exportações agrícolas brasileiras.

Agricultores e consumidores poderão aproveitar os benefícios do sequenciamento do genoma da soja. A partir desse processo de sequenciamento, genes responsáveis por determinadas características poderão ser identificados e, com isso, melhores cultivares serão disponibilizadas para o produtor. Essas características podem ser, por exemplo, aumento na produtividade, aumento no conteúdo de óleo para produção de biodiesel, melhoria na digestibilidade da soja para animais e humanos, melhoria da qualidade nutricional, redução de fitatos, tolerância à seca, resistência a pragas e a doenças específicas nas diferentes regiões onde a soja é cultivada.

A ocorrência de pragas, doenças e seca são frequentes e podem comprometer drasticamente a produção da soja. O prejuízo dos agricultores é evidente. Cultivares adaptadas são a melhor saída. Para o consumidor, é possível que tenhamos um produto com melhor valor nutritivo, melhor digestibilidade e mais barato, explica Eliseu Binneck, engenheiro agrônomo da Embrapa Soja (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

Longo processo

O sequenciamento da soja foi divido em várias etapas. Elíbio Rech, geneticista e engenheiro agrônomo da Embrapa, afirma que a evolução das máquinas que fazem o sequenciamento contribuiu para o término do processo. Hoje, elas são bem mais rápidas do que há dez anos. Com o avanço na tecnologia, o sistema ficou mais ágil e colaborou muito para a conclusão do sequenciamento.

Binneck concorda e completa: É interessante observar que os estudos anteriores ao sequenciamento do genoma foram fundamentais para a maioria das descobertas já feitas agora com a sequencia conhecida. Muitos genes que conferem características interessantes na soja vêm sendo geneticamente mapeados ao longo de mais de 15 anos

Binneck e Rech explicam de maneira simplificada como o processo foi feito e como será utilizado. Os estudos de mapeamento de QTL (característica quantitativas) identificam regiões densas em marcadores moleculares, relacionados com características importantes como produtividade, qualidade para alimentação, conteúdo de óleo, entre outros. Agora esses dados podem ser associados com a sequencia de DNA que controla o efeito desejado. Foi localizado no genoma um gene que confere resistência à ferrugem asiática da soja e que poderá ser utilizado no desenvolvimento de cultivares resistentes. Também foi identificada uma mutação no gene rsm1 que poderá ser usada para selecionar linhagens de soja com reduzido conteúdo de estaquiose. Esse conhecimento ajudará no desenvolvimento de cultivares de melhor digestibilidade, interessantes para a alimentação humana e animal, exemplifica Binneck.

Rech reitera que com o sequenciamento da soja será possível escolher o acúmulo de proteínas adequado a cada setor, como o industrial, o agrícola ou o farmacêutico. Com esse processo, há o conhecimento dos genes e das sequências regulatórias e estes são os fundamentos para explorar os diversos potencias da soja, completa.

Futuro promissor

É importante ressaltar, todavida, que a versão do genoma publicada na revista Nature é ainda preliminar, pois foi sequenciado apenas 0,95 do 1,12 bilhão de pares de bases, o que corresponde a 85% do genoma. Não há perspectivas, pelo menos a curto prazo, de acabar completamente o sequenciamento das regiões não fechadas. O processo propriamente dito começou em meados de 2006 e foi completado em 2008, em uma iniciativa do Department of Energy Joint Genome Institute (DOE JGI) com outras 16 instituições americanas e uma japonesa, conta Binneck.

Os engenheiros agrônomos afirmam que o sequenciamento do genoma da soja foi só o começo. De acordo com Rech, com os dados disponíveis é possível selecionar o que é necessário para diferentes aplicações: Em um futuro próximo haverá mais de 9 bilhões de pessoas no mundo e a necessidade de duplicar ou triplicar a produção de alimentos. O investimento no setor de pesquisa genética influencia vários setores fundamentais, como segurança alimentar e desenvolvimento sustentável, diz o geneticista.

Monsanto investe em Ômega-3

A Monsanto Company anunciou, recentemente, avanços importantes no desenvolvimento de novas pesquisas em biotecnologia, voltadas às culturas de milho, algodão, soja e canola. Dentre os 11 projetos em andamento em 2009, estão os primeiros produtos que beneficiarão diretamente a dieta dos consumidores, um deles é a soja Ômega-3.

A soja Ômega-3 contém maiores níveis de ácidos graxos benéficos ao coração e irá funcionar como uma fornecedora natural do ômega 3, oferecendo uma nova alternativa de fonte para esse óleo e, ao mesmo tempo, facilitará o acesso da população aos seus benefícios. O ômega 3 é um ácido graxo presente principalmente nos peixes de água fria, como o salmão ou a sardinha. É conhecido como o óleo do bem, pois traz muitos benefícios ao coração. Além disso, diminui o nível de triglicérides e colesterol LDL no sangue, ajuda a prevenir danos vasculares, como a formação de coágulos, e melhora o ritmo cardíaco. A soja Ômega-3 avançou para a Fase 4, a penúltima no desenvolvimento de um produto, a qual antecede a autorização comercial, concedida pelos órgãos regulatórios.

Fonte: Assessoria de Imprensa, Publicado por Agronline.com.br

Branco faz balanço positivo da Cotrijal 2010

março 24th, 2010

A Branco Produtos de Força e Energia, marca da empresa Cia Caetano Branco, está colhendo os bons resultados da participação na feira internacional Expodireto Cotrijal 2010, que aconteceu de 15 a 19 de março, em Não-Me-Toque (RS).

Segundo Márcio Carbonera, um dos representantes dos produtos Branco no Rio Grande do Sul, essa semana começou com muito trabalho para responder a todas as solicitações feitas na feira. Todos os produtos estão sendo muito procurados, especialmente as linhas Jardim, Motores e Geradores, comenta.

Com base nas participações em anos anteriores, a expectativa é que nas próximas semanas ainda sejam fechados negócios resultantes da feira. A Cotrijal abre espaço para bons negócios em toda a região sul, que são realizados, principalmente, no período posterior ao evento, explica Marcelo Utrabo, CEO da Cia Caetano Branco.

Fonte: Nume Comunicação – (41) 3023 6600

Pescado: exportações de US$ 1 mi

março 24th, 2010

A Nativ Indústria Brasileira de Pescados Amazônicos – inaugura no próximo dia 30, a sua unidade fabril no município de Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá) com meta de exportar já neste ano US$ 1 milhão em produtos industrializados. Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Portugal e Espanha já confirmaram interesse na importação de pescados amazônicos como surubim, tambaqui, tilápia e o híbrido pintado da Amazônia.

Um milhão de dólares em exportações em 2010 é apenas o começo. Esperamos ampliar este volume nos próximos anos e, até 2012, nossas exportações devem representar 20% de todo nosso faturamento, que deverá atingir a cifra de R$ 36 milhões este ano, anuncia o presidente do Conselho de Administração da Nativ Pescados, José Augusto Lima de Sá.

Ele informou que para 2010 está prevista a produção de oito mil toneladas de peixe, sendo que deste total, três mil toneladas serão industrializadas e canalizadas para consumo interno e exportações. Parte da produção vai para o mercado de São Paulo, para atender o segmento de refeições industriais, cadeias de restaurantes, hotéis e consumidor direto, através dos supermercados.

A Nativ investiu cerca de R$ 150 milhões em todas as fases do projeto desde a criação, engorda, abate e industrialização. Nesta última etapa expansão da unidade fabril a empresa desembolsou cerca de R$ 8 milhões.

De acordo com José Augusto Lima, a projeção de faturamento da Nativ Pescados é de R$ 36 milhões para 2010, R$ 63 milhões para 2011 e R$ 84 milhões para 2012. Os investimentos devem alcançar mais R$ 8 milhões em 2011 e R$ 11 milhões em 2012. Este empreendimento da Nativ (instalações fabris), representa uma nova fase da aqüicultura brasileira.

A empresa, fundada em outubro de 2006, iniciou suas operações em 2008, com a linha de produção de carnes in natura e depois com a linha de produtos industrializados.

A Nativ parte para a estruturação da cadeia produtiva, desde a produção de alevinos até o processamento final. O investimento pode ser visto também como uma resposta do setor privado e, em particular da Nativ, aos incentivos do governo para o desenvolvimento do potencial aquícola brasileiro, afirma o ministro da Pesca e Aqüicultura, Altemir Gregolin, que deverá estar em Sorriso para participar da inauguração.

POTENCIAL – A empresa emprega 257 colaboradores em suas unidades rurais e indústria, com previsão de gerar 440 empregos diretos até 2012. A capacidade de abate de peixe é de 8 mil toneladas ao ano e a produção de 3 mil toneladas de produtos industrializados anualmente.

A Nativ Pescados cultiva as espécies amazônicas surubim, tambaqui e o híbrido Pintado da Amazônia – resultado do cruzamento do Jundiá da Amazônia com o Surubim – e tilápia. Os produtos são vendidos resfriados e congelados para o varejo e para o mercado institucional de hotéis, restaurantes e catering no mercado nacional. As primeiras exportações foram realizadas em outubro de 2009 para a Suíça.

A aposta nesse mercado não foi por acaso, segundo Pedro Furlan Uchoa Cavalcanti, presidente executivo da Nativ. Dois pontos dão alicerce para esse empreendimento. Primeiramente, o tamanho e as perspectivas de crescimento da aqüicultura em termos de produção e comércio, de acordo com estudo da FAO. De 2002 a 2006, a aqüicultura de água doce cresceu 32%, enquanto a pesca oceânica de captura decresceu 1,3% no mesmo período. As estatísticas do comércio mostram que esse é um mercado em constante evolução, movimentando cerca de US$ 92 bilhões em 2007, afirma Cavalcanti.

Fertilizantes: Ministro nega criação de estatal

março 24th, 2010

Da Agência Estado Brasília

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, descartou ontem, a possibilidade de criação de uma estatal voltada à exploração de minérios, matérias-primas de fertilizantes, mas sinalizou que a Petrobras poderia participar desse processo. “Não descartaria que possivelmente a Petrobras participasse de um consórcio para a exploração”, disse ao chegar à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado para participar de audiência pública sobre o tema.

O representante do Ministério de Minas e Energia (MME), na audiência, é o secretário de geologia, mineração e transformação mineral, Cláudio Scliar. O ministro evitou comentar a possibilidade de criação dessa estatal. “Se vocês começarem a perguntar sobre isso, vou dizer que não tem estatal na história”, disse.

Ele explicou que se preocupa com o termo porque o conceito de empresa estatal no país é ligado à produção, enquanto a necessidade do setor, de acordo com Stephanes, é apenas de coordenação. “Precisamos de um órgão que gerencie esse processo. Pode ser uma comissão, uma secretaria, um departamento, uma companhia….”, enumerou.

O ministro voltou a dizer que o anteprojeto de lei preparado pelos ministérios de Minas e Energia e de Agricultura está pronto, bem como o documento em separado que definirá os parâmetros administrativos e políticos a serem adotados no segmento de fertilizantes. “Além disso, há um terceiro documento que tratará do reaproveitamento de resíduos e da produção de adubos orgânico-minerais”, explicou.

Os documentos serão entregues ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no próximo dia 29, segundo Stephanes. De acordo com ele, há possibilidade de o projeto ser aprovado pelo Congresso até o final deste ano.

REGULAÇÃO – Para Stephanes, o setor de fertilizantes não tem condições de se autorregular. Por isso, segundo ele, há necessidade de órgão que coordene o segmento “para fazer as coisas acontecerem”, além da agência reguladora, que será formada a partir do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). “Não vemos nenhuma possibilidade desse mercado se regular por si”, disse aos senadores presentes. Isso porque, argumentou o ministro, há apenas duas empresas que dominam esse mercado ao mesmo tempo em que poucos países são detentores de matérias-primas. “E eles já começam a impor restrições às suas exportações”, comentou. Ele ressaltou que o tema é fundamental para a agricultura porque o Brasil é vulnerável em relação aos fertilizantes, que representam até 30% da composição dos custos de produção agrícola.

MT – Crise na pecuária: 7ª tentativa com Quatro Marcos

março 24th, 2010

Pecuaristas credores do frigorífico Quatro Marcos estão há 441 dias à espera por um acordo. Na fila estão os mato-grossenses com saldo a receber de R$ 26 milhões de um total devido ao segmento, em todo país, de mais de R$ 35 milhões. A dívida total do Quatro Marcos com todos os seus fornecedores, inclusive bancos, soma R$ 427,86 milhões. Em função das idas e vindas, os pecuaristas acreditam que o consenso pelo pedido de falência vai se tornando cada vez mais possível.

Durante este período de tentativa de acordo, que transcendeu a mais de um ano, foram realizadas seis Assembleias Gerais de Credores (AGC) e hoje, eles seguem para o sétimo encontro. Pelo menos, em Mato Grosso, os pecuaristas levam consigo a descrença.

É nítido que o Quatro Marcos está perdendo o apoio dos bancos. As instituições financeiras estão desacreditadas com as propostas e a forma com que elas são apresentadas, sempre de surpresa, sem diálogo prévio, analisou o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari. Ele ressalta que a expectativa é de que pelo menos o frigorífico não apareça com novo plano, nova alternativa, e assim possa ser votado um acordo. Mas, pelo que tudo indica, será difícil acontecer.

Não acreditamos no fim desse impasse. A esperança acabou, assim se manifestou o assessor jurídico da Acrimat, Armando Biancardini Candia, que acompanha o processo desde o início da crise, no dia 6 de janeiro de 2009. Para ele os credores não acreditam mais no Quatro Marcos, estamos no pior dos estágios e isso é caminho evidente para a falência. Biancardini ressalta que o frigorífico não conversa com os credores e isso dificulta um entendimento.

Na última AGC realizada no dia 4, 82% dos credores presentes suspenderam a assembleia depois que o frigorífico apresentou um novo Plano de Recuperação Judicial sem aviso prévio aos credores.

Missão à Ásia: Cotonicultores de MT retornam animados

março 24th, 2010

Os diretores e filiados da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) voltaram entusiasmados da viagem em missão comercial ao Sudão, no continente africano, e a países asiáticos. Na Indonésia, Taiwan, China, Japão e Tailândia, que são os principais importadores do algodão mato-grossense, a comitiva estadual deu sequência ao projeto de marketing desenvolvido pela Ampa.

Para o presidente da Ampa, Gilson Ferrúcio Pinesso, que liderou a delegação, a viagem foi um sucesso. Em Jacarta, capital da Indonésia, os cotonicultores reuniram 112 convidados, entre os principais industriais, empresários e autoridades daquele país, para falar sobre a qualidade da última safra colhida e também transmitir aos clientes que o setor está produzindo e aprimorando a qualidade da matéria-prima. Das 450 mil toneladas de algodão consumidas pela Indonésia 27% são importadas de Mato Grosso. Ficamos surpresos com o grau de interesse daqueles empreendedores com o nosso produto, disse Pinesso, destacando que a qualidade intrínseca do algodão brasileiro foi muito elogiada. No entanto, criticaram a distância e a demora que o produto leva para chegar às indústrias, completou o presidente da Ampa.

MT – Georreferenciamento: 399 processos em dois dias

março 24th, 2010

Dos cerca de 7 mil processos de georreferenciamento e certificação que aguardam análise no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Mato Grosso, 399 foram avaliados num período de dois dias, sendo 381 classificados como certificáveis e 18 arquivados por falta de documentação. Foi o que informou o diretor de cartografia do Incra nacional, Marcelo Cunha, durante reunião realizada na última segunda-feira, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) com representantes das entidades do setor produtivo, parlamentares e do governo do Estado.

O encontro teve por objetivo apresentar a metodologia utilizada e os resultados preliminares da força-tarefa composta em 23 de fevereiro para dar agilidade nos processos.

De acordo com Cunha, a portaria nº 116, assinada pelo presidente do órgão, Rolf Hackbart, em sua vinda a Cuiabá, entra em vigor a partir do dia 1º de abril e determina que a execução dos trabalhos para georreferenciamento seja feita em três etapas, sendo elas: a viabilidade do processo (ser analisado ou arquivado por falta de documentação mínima), notificação após o cumprimento do requerimento e declaração e por fim a análise para certificação. Quais são os critérios? Havendo pequenas faltas, mas que não atrapalhem o andamento do processo, a certificação será feita. Agora processos sem matrículas ou erro na medição da área, por exemplo, serão inadmissíveis e arquivados imediatamente para evitarmos a protelação que emperra todo o trabalho.

Para o gerente-técnico da Famato, Tiago Mattosinho, que compõe o grupo de trabalho do Incra, outra preocupação do setor é quanto a simplificação nos procedimentos para obtenção dos 3,4 mil Certificados de Cadastro do Imóvel Rural (CCIR) pendentes no órgão e que dificultaram a liberação de R$ 2 bilhões em crédito ao produtor. Acredito que o CCIR deve estar numa discussão mais estreita nas próximas reuniões, afinal este é o principal fator que tem impedido o produtor de plantar por restrições dos bancos para financiamentos. No entanto, já vemos um avanço com a disposição do Incra para este movimento nunca visto antes no Estado.

Nesta quarta-feira em Canoinhas e Bela Vista do Toldo Senar/SC promove seminários sobre o Empreendedor Rural

março 24th, 2010

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), entidade vinculada à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), promove, nesta quarta-feira, dia 24, às 9 horas, na Câmara Municipal de Canoinhas, encontro para seleção dos candidatos pré-inscritos no Programa Empreendedor Rural de 2010. A iniciativa conta com a parceria da Souza Cruz e do sindicato rural do município.

Às 13h30, a ação acontece no salão paroquial do município de Bela Vista do Toldo. As atividades serão coordenadas pelo gestor do programa Emerson Gava, pelo supervisor regional do Senar/SC e contam com acompanhamento de representante do sindicato. Além do processo seletivo, será ministrada palestra sobre empreededorismo. Participarão aproximadamente 40 produtores e trabalhadores rurais.
O Empreendedor Rural é um dos mais avançados programas do agronegócio brasileiro implantado em Santa Catarina.

Desenvolvido em âmbito nacional, tem como objetivo contribuir para o aumento da renda líquida dos produtores, além de elevar a qualidade de vida da população no meio rural. Podem participar candidatos com idade superior a 18 anos, ensino médio completo, desde que sejam produtores rurais ou pertençam à família do campo e estejam dispostos a desenvolver o espírito empreendedor.

Neste ano, segundo o presidente da Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, a meta é formar 50 turmas, com mais de mil produtores e trabalhadores em Santa Catarina. Consideramos importante ampliarmos o máximo possível o programa no Estado, pois o jovem tem a oportunidade de desenvolver habilidades empreendedoras e aplicar o projeto desenvolvido durante as aulas na sua propriedade, destaca o gestor do programa em Santa Catarina, Emerson Gava.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional – (49) 3323-4244

Entidades assinam convênio para melhorar a qualidade do café capixaba

março 24th, 2010

Sincafé (Sindicato da Indústria de Torrefação e Moagem de Café do Espírito Santo) e a Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) realizaram hoje, 23 de março, um café da manhã para divulgar o Programa de Qualidade do Café (PQC) no Estado.

O PQC, criado pela Abic em 2004, visa o aprimoramento da qualidade do café, buscando ampliar o consumo do grão, por meio da oferta de cafés diversificados, e assim, garantir a qualidade da bebida e as boas práticas no processo de sua fabricação, ao permitir que o consumidor identifique o tipo de grão por cada marca. Dessa forma, o programa irá demonstrar a qualidade do produto, diferenciá-lo no mercado, aumentar a satisfação dos consumidores e o consumo interno de café.

A classificação no programa é obtida através de auditorias nas instalações (infraestrutura, armazenagem, processos de compras, blendagem), análises químicas (bebida, sabor, tipo de café, aroma, corpo, moagem e torrefação) e degustação do produto. O desempenho, por sua vez, é avaliado nas categorias não recomendável para consumo, tradicional, superior e gourmet. De acordo com dados da Abic, em fevereiro deste ano, 58 empresas e 354 produtos foram certificados, e quatro empresas e 22 empresas estão em processo de certificação.

No Espírito Santo os cafés Vista Linda (Vila Velha), Expedicionário (Colatina), Campeão (Cachoeiro de Itapemirim), Número Um (Vitória), Classe A (Marilândia), Meridiano (Colatina), Bonzon (Barra de São Francisco), Duarte (São Mateus), Real (Viana) e Cafuso (Viana) já garantiram a certificação.

Para Egídio Malanquini, presidente do Sincafé, o Programa de Qualidade do Café é fundamental para as indústrias produzirem um café de qualidade. É muito importante a participação neste programa porque as fábricas que atenderem suas especificações estarão automaticamente enquadradas nas novas resoluções estabelecidas pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), afirma. Além disso, Malanquini ressaltou a importância do apoio da Abic. A Abic tem nos estimulado a melhorar a qualidade do café cada vez mais, para termos um produto de qualidade e um consumidor satisfeito, conclui.

Na ocasião, o diretor executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, explicou a importância em desenvolver iniciativas para valorização do café, tendo em vista os grandes desafios enfrentados na cafeicultura, como o preço do produto em grãos estável há quatro anos, o aumento de preço dos insumos, o desestímulo ao aumento da qualidade no campo pela baixa remuneração e o endividamento crescente.

Além disso, os desafios também enfrentados pela indústria, provenientes da falta de inovação, baixos preços, hipercompetição pelos mesmos canais e clientes e a falta de especialização das empresas para lidar com o mercado são fatores que dificultam o processo de melhoria da produção do café.

O evento contou com a participação de autoridades como o presidente da Findes, Lucas Izoton; o secretário da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, o prefeito de Venda Nova do Imigrante, Dalton Perim; o deputado estadual, Atayde Armani; o deputado, Cesar Conalgo; ex-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Theodorico Ferraço; o presidente do Centro de Comércio de Café, Marcelo Netto; o superintendente da Associação Capixaba de Supermercados (Acaps), Hélio Schineider e o secretário do Incaper, Evair Neto.

Termo de Cooperação

Durante a solenidade foi assinado um Termo de Cooperação pelas indústrias e toda a cadeia produtiva do segmento de café do Estado, pela Acaps (Associação Capixaba de Supermercados), Sindipães (Sindicato da Indústria de Panificação do Estado), Sindbares (Sindicatos dos Restaurantes, Bares e Similares do Estado) e Sindihotéis (Sindicato de Hotéis e Meios de Hospedagens do Estado).

As entidades comprometeram-se a oferecer somente cafés de qualidade aos seus clientes, primando pela responsabilidade e respeito aos consumidores de café.

A Abic ficará encarregada, dentre outras atividades, de fornecer e distribuir material informativo sobre especificações técnicas de Nível Mínimo de Qualidade para hotéis, cafeterias, restaurantes e outros estabelecimentos.

Fonte: Iá! Comunicação – (27) 3314 – 5909

Publicadas normas para controle higienicossanitário da castanha-do-brasil

março 24th, 2010

Os critérios e procedimentos para o controle higienicossanitário da castanha-do-brasil e seus subprodutos destinados às exportações, importações e ao consumo interno foram publicados, nesta terça-feira (23), no Diário Oficial da União (DOU), na Instrução Normativa N° 11. As normas, que entram em vigor em 60 dias, estão estabelecidas no Plano Nacional de Segurança e Qualidade dos Produtos de Origem Vegetal (PNSQV) e no Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal (PNCRC).

A medida estabelece que o controle higienicossanitário deve ser preventivo e realizado de forma integrada, em todas as etapas da cadeia produtiva, com autocontroles nos estabelecimentos, atividades e processos. Além disso, é necessário que o produtor registre todos os dados e informações para comprovar as aplicações das normas.

Cabe aos fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a avaliação da conformidade do controle higienicossanitário da castanha-do-brasil, por meio de inspeção, auditoria e vistoria. O estabelecimento que apresentar até 20% de não conformidade deverá realizar as correções determinadas pela fiscalização. O que tiver mais de 50% de irregularidade será reprovado na inspeção e terá o cadastro das atividades não conformes suspenso até a correção das medidas, explica o coordenador-geral de Qualidade Vegetal, da Secretaria de Defesa Agropecuária, Fernando Penariol.

Cadastro – Os integrantes da cadeia produtiva da castanha-do-brasil estão sujeitos ao cadastro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). (Kelly Beltrão)

Agronegócio: adidos agrícolas debatem com representantes do setor privado

março 24th, 2010

Na terça-feira (23), em São Paulo/SP, os adidos agrícolas, que vão atuar em oito postos internacionais, reuniram-se com setores representativos do agronegócio para debater necessidades, demandas e o posicionamento de setores como cana-de-açúcar e carnes bovina, suína e de aves. O grupo, que já esteve em Catanduva/SP para assistir a colheita mecanizada da cana-de-açúcar, permanece em São Paulo, até o fim desta semana. Essa é uma forma de ampliar o conhecimento sobre os mercados externos e, certamente, contribuir para organizar a minha agenda de trabalho no exterior, afirma Bivanilda Tapias, que assumirá o posto na embaixada do Brasil na Argentina.

Estados Unidos, Japão, Rússia, Suíça (OMC), China, União Europeia e África do Sul também terão técnicos para promover e defender o agronegócio nacional. Considero que esses profissionais são a elite do Ministério da Agricultura e poderão atuar de forma decisiva para ampliar negociações dentro das embaixadas, afirmou o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Célio Porto, que acompanha o grupo.

A interação desses profissionais com o setor privado é a última etapa do programa de preparação dos adidos, realizada desde fevereiro pelos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores (MRE). Na segunda (29) e terça-feira (30), o grupo vai para Minas Gerais acompanhar processos em abatedouros. A previsão é que os selecionados comecem o trabalho no país de destino em dois meses. (Leilane Alves)

Stephanes: exploração mineral para fertilizantes pode ser feita de maneira sustentável

março 24th, 2010

A futura exploração de matérias-primas para fertilizantes não acarretará em prejuízos ambientais, na opinião do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes. Ele participou, nesta terça-feira (23), de audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, onde debateu a autossuficiência brasileira em potássio, fósforo e nitrogenados, minerais que servem de base para a produção do insumo. A discussão de questões ambientais na exploração mineral vai surgir de maneira muito forte, mas temos tecnologia para explorar e recompor a floresta da maneira que quiserem, enfatizou.

O ministro Stephanes assegurou aos senadores que é possível realizar exploração mineral para fertilizantes sem desrespeitar a legislação ambiental brasileira, uma das mais restritivas do mundo. Hoje, apenas um artigo de lei sobre reciprocidade poderia resolver e esclarecer essa questão: vamos exigir reciprocidade dos países de onde importamos determinados produtos para ver se estão obedecendo as mesmas leis ambientais que somos obrigados seguir, frisou.

Como exemplo, Stephanes citou a imposição ambiental com obstáculos ao plantio do dendê no País mesmo em áreas degradadas. Importamos dendê da Malásia, aceitando a derrubada de florestas. Por que não exigir reciprocidade? Isso resolveria o nosso problema no Brasil imediatamente, concluiu. (Eline Santos)

Mapa participa do Salão Nacional dos Territórios Rurais

março 24th, 2010

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promove, nesta quinta-feira (25), o seminário Estratégias do Mapa e da Embrapa na Construção de Parcerias para Inovação Tecnológica dos Territórios, de 9 às 12 horas, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O evento faz parte do 2º Salão Nacional dos Territórios Rurais – Territórios da Cidadania em Foco.

Durante o seminário, serão apresentados projetos institucionais que têm como principal abordagem a inovação tecnológica promovida em territórios rurais, no âmbito da gestão pública e na utilização de metodologias e instrumentos que contribuem para maior produtividade e qualidade de vida dos segmentos sociais atendidos por essas ações.

Sete iniciativas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que abordam metodologias adaptadas aos territórios, serão discutidas. Entre elas estão a introdução de inovações tecnológicas em redes de agroindústrias familiares, articulação para a geração e transferência de tecnologias de base ecológica e o projeto cacau orgânico.

Uma promoção do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com outros órgãos do governo federal, o 2º Salão Nacional dos Territórios Rurais divulga estudos e programas que contribuem para o desenvolvimento sustentável das propriedades rurais e de agricultura familiar. (Sophia Gebrim)

Serviço

Seminário Estratégias do Mapa e da Embrapa na Construção de Parcerias para Inovação Tecnológica dos Territórios

Data: 25.3.2010 (quinta-feira)

Hora: 9 às 12 horas

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília/DF

Sustentabilidade na agricultura premia trabalho de 12 jornalistas

março 24th, 2010

O pagamento por serviços ambientais, o uso de água da chuva no plantio de arroz e a tecnologia da segunda geração do etanol são iniciativas inovadoras na agricultura brasileira retratadas em três das 12 reportagens ganhadoras do Prêmio Mapa de Jornalismo, que marca os 150 anos de criação do Ministério da Agricultura. Os vencedores receberão o prêmio nesta quarta-feira (24), às 19h30, com a presença do ministro Reinhold Stephanes, representantes do setor e de organismos internacionais. O evento conta com o patrocínio do Banco do Brasil.

Na categoria Mídia Impressa, a reportagem vencedora Preservação dá dinheiro a agricultores de três cidades, de autoria da jornalista Bettina Maria de Barros e publicada no jornal Valor Econômico, aborda uma técnica inovadora usada na proteção de mananciais. Em Radiojornalismo, a primeira colocada Joice Cristina Hasselmann, da Band News de Curitiba, mostrou como uma cooperativa do interior do Paraná gera energia a partir de dejetos e lixo.

A reportagem Uma nova dieta para a lavoura, premiada na categoria Internet, traz iniciativas de produção de fertilizantes organominerais no Brasil que, além diminuir custos, contribui com a preservação ambiental. Quem assina a matéria é Isaura Daniel, da Agência de Notícias Brasil-Árabe (São Paulo). Em Telejornalismo, o trabalho vencedor aborda como uma propriedade de pequena cidade de Mato Grosso Sul aproveita água da chuva para irrigação da lavoura de arroz. Arroz Irrigado no Pantanal é de autoria de Marcelo Moreira Ramiro, da TV Morena (Campo Grande/MS).

Os vencedores disputaram os prêmios de R$ 5 mil, R$ 10 mil e R$ 15 mil com outros 137 trabalhos enviados à Assessoria de Comunicação do Ministério da Agricultura, organizadora do prêmio. (Adélia Azeredo/Laila Muniz)

MPA Participa do II Salão Nacional dos Territórios Rurais

março 24th, 2010

O Ministério da Pesca e Aquicultura participa do II Salão Nacional dos Territórios Rurais Territórios da Cidadania em Foco, que está sendo realizado no Centro de Convenções Ulisses Guimarães em Brasília até o dia 25 de março.

Voltado para a articulação de políticas destinadas à promoção de desenvolvimento rural, com enfoque territorial, o evento está sendo promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (MDA/SDT).

Estão participando cerca de duas mil pessoas representantes de Colegiados Territoriais, gestores públicos, parlamentares, lideranças de movimentos sociais rurais, organismos internacionais, universidades, jornalistas, instituições de fomento e pesquisa, integrantes de conselhos nacionais e chefs de cozinha.

No evento estão sendo apresentadas 143 experiências inovadoras dos colegiados territoriais em diversas áreas temáticas como gestão social, protagonismo de pescadores e aquicultores, dinamização econômica, articulação de políticas públicas, sustentabilidade ambiental, comunicação, cultura e segurança alimentar.

O Ministério da Pesca e Aquicultura, por meio da Política Territorial da Pesca e Aquicultura está atuando desde 2009 em 60 territórios, participa do evento com stand onde estão sendo expostos materiais de divulgação (folderes e vídeos) das suas ações. Além desse espaço, o MPA participa de uma das Oficinas de Políticas Públicas Inovações Metodológicas para a participação de pescadores e indígenas na estratégia territorial, representado pela Coordenadora Geral dos Territórios de Aquicultura e Pesca Roseli Andrade, em parceria com a FUNAI e MDA.

Após a solenidade de abertura no dia 22 e em parceria com a Fundação Slow Food para Biodiversidade, foi oferecido o jantar Sabores dos Territórios preparado por chefs de cozinhas nacionais, cujos pratos foram elaborados com alimentos advindos dos territórios. Destacou-se na maior parte dos pratos a presença de pescado demonstrando a presença do setor nos territórios rurais.

O MPA faz parte do Programa Territórios da Cidadania criado em 2008 que reúne 22 ministérios e órgão públicos federais articulados com estados e municípios. Com a idéia do diálogo direto entre sociedade civil e governo, seu objetivo é contribuir para a redução das desigualdades sociais e regionais, especialmente no meio rural.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura – 55 61 3218 3700

Presidente Lula anuncia R$ 27 bilhões para os Territórios da Cidadania

março 24th, 2010

O balanço de dois anos do Programa Territórios da Cidadania e a Matriz de Ações para 2010 serão apresentados nesta quarta-feira, 24, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF). O ato, que faz parte do II Salão Nacional dos Territórios Rurais – Territórios da Cidadania em Foco, será realizado a partir das 9h30 e contará com as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, além de parceiros do Programa, governadores e prefeitos.

Lançado em fevereiro de 2008, o Programa, realizado em parceria com estados, municípios e a sociedade civil, abrange 120 Territórios da Cidadania em todo o Brasil. Até novembro de 2009, foram destinados R$ 31,1 bilhões para ações de apoio a atividades produtivas, infraestrutura, cidadania e desenvolvimento social. Para 2010, o presidente Lula vai anunciar a disponibilização de mais R$ 27 bilhões para obras e serviços que asseguram acesso à cidadania e promoção do desenvolvimento econômico em regiões que mais necessitam, especialmente no meio rural.

A abertura do II Salão Nacional dos Territórios Rurais Territórios da Cidadania em Foco, na noite de segunda-feira, 22, reuniu mais de duas mil pessoas, entre elas representantes dos Colegiados dos 164 territórios Rurais e da Cidadania. O encontro prossegue até esta quinta-feira, 25.

Premix divulga estratégias para aumentar rentabilidade

março 23rd, 2010

A Premix Técnica em Suplementação realiza sexta (26), em Cassilândia/MS, apresentação para cerca de 100 pecuaristas regionais sobre os novos conceitos da nutrição animal, com foco na obtenção de melhor rentabilidade na criação.

A palestra, a partir das 19h, será ministrada pelo Consultor Técnico da Premix (Zootecnista) Norvail Leal Maia, e que traz como título: Novos conceitos em nutrição animal visando maior lucratividade tem como finalidade apresentar dados de experimentos feitos com a linha de produtos da Premix em rebanhos da região, confirmando o ganho de peso dos animais tanto nas águas como na seca.
De acordo com Ricardo Fuchs, gerente comercial da Premix para o Mato Grosso do Sul, a grande finalidade da palestra é trazer até o público de atuais clientes e também de produtores rurais com esse potencial, informações reais baseadas em dados concretos sobre a utilização do pacote tecnológico para nutrição animal. A idéia é mostrar situações de rebanhos antes e depois da utilização dos nossos produtos e os resultados para determinados pacotes aderidos, explica.

O custo benefício de cada pacote tecnológico, o ganho de peso dos animais, enfim, nosso intuito é expor os resultados aos representantes locais e despertar curiosidade nos demais pecuaristas presentes para realizar futuros negócios, finaliza o gerente.

Aproveitando a alta precipitação durante todo o verão, início ainda da fase de transição para a seca e o fato das pastagens ainda preservarem bom volume de massa-seca a equipe técnica da Premix dará especial destaque para o suplemento mineral da linha Campo (Campo Extra), indicado para uso em animais de recria e terminação manejados em pasto com boa disponibilidade de forragem. O produto pode ser usado puro com consumo variando entre 300 e 700 gramas/animal/dia, ou ainda misturado a farelos energéticos (milho, sorgo etc.) na proporção de 30% do produto com 70% de farelo e fornecer de 1kg a 1,5kg por animal, uma vez por dia.

A Premix ainda oferece a opção do suplemento mineral enriquecido com a molécula orgânica Fator Premium, que favorece o aumento no ganho de peso em até 20%. Temos que transmitir para o público, além de toda nossa tecnologia e resultados, o que mais interessa no presente. Dessa forma, passaremos para eles alternativas tecnológicas viáveis para aumentar a lucratividade de seus respectivos negócios., finaliza Fuchs.

A Premix, ainda oferecerá um jantar de confraternização como forma de agradecimento a todos os participantes. O jantar acontece logo após o término da palestra.

Informações adicionais: www.premix.com.br e (16) 3145-9500

Fonte: Texto Assessoria de Comunicações -(11) 2198-1888

Uso correto de defensivos pode aumentar a produtividade das lavouras de milho

março 23rd, 2010

Bayer CropScience oferece solução inovadora que ajuda a planta a obter melhores resultados

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção esperada para a segunda safra de milho, conhecida como safrinha, é de 18, 404 milhões de toneladas, o que significa um aumento de 6,1% em relação ao ciclo anterior. Em parte, o aumento da produtividade se deve à maior conscientização do agricultor sobre os benefícios de realizar o manejo integrado, pois com isso ele passa a adotar medidas que antes não eram utilizadas. “O uso de fungicidas é um excelente exemplo, pois há três anos não era uma prática comum na região Sul, e desde que foi iniciado o uso, foi verificado um ganho de produtividade que varia de 3% a 10%, pois o uso correto da tecnologia mantém elevado o potencial produtivo da lavoura”, diz Mariel Alves, gerente da cultura Milho para a região Sul da Bayer CropScience.

Além do uso correto de defensivos agrícolas, diversos outros fatores influenciam o aumento do ganho de produtividade, entre eles o tipo de semente utilizado, o clima, a época e a região do plantio. “Tudo favorece a queda da produtividade, a tendência natural da planta é sempre a perda. Por isso o uso de produtos adequados é bastante positivo. A Bayer CropScience oferece aos produtores de milho o fungicida Nativo, que combina dois princípios ativos que se completam para ampliar a proteção da lavoura”, afirma Mariel.

Nativo apresenta excelentes resultados no manejo do complexo de doenças que compromete de forma significativa a produtividade da lavoura do milho.
A solução faz parte do Muito Mais Milho, programa estruturado pela Bayer CropScience para oferecer soluções de alta performance, com produtos para o controle das principais pragas, doenças e plantas daninhas que prejudicam a produtividade. Somados à assistência técnica especializada, o programa Muito Mais Milho contribui para o desenvolvimento das lavouras e para a produção de qualidade.

Fonte: http://www.bayercropscience.com.br/

Bayer CropScience e Mendel Biotechnology ampliam parceria

março 23rd, 2010

As empresas assinaram contrato de três anos para desenvolver produtos que tornem os cultivos mais resistentes a fatores bióticos e abióticos de estresse.

Segundo as empresas, isso vai estabilizar o rendimento e melhorar a produtividade dos cultivos.

“Novas soluções capacitariam a Bayer CropScience a fazer uma contribuição significativa para proteger a produção agrícola e aumentar a produtividade no longo prazo. Embora fatores abióticos de estresse causem perda substancial de rendimentos na agricultura, o desenvolvimento de produtos para reforçar as plantas e aumentar as colheitas é um campo quase inexplorado da pesquisa”, diz o Dr. Alexander Klausener, chefe de Pesquisa da Bayer CropScience.

A Bayer CropScience e a Mendel já trabalham juntas há alguns anos e esta parceria será estendida de forma a incluir a descoberta de substâncias que regulam componentes adicionais do potencial de rendimento do cultivo.

A Mendel, pioneira na genômica funcional de plantas, detém um grande número de patentes na área de biotecnologia. Pesquisadores da empresa já identificaram os principais genes responsáveis por controlar o crescimento e as respostas ambientais das plantas e aplicam essas descobertas na melhoria do desempenho das mesmas.

Fonte: http://www.bayercropscience.com.br/

Mudanças Internas na Bayer CropScience

março 23rd, 2010

Recentemente foram anunciadas algumas novidades na Bayer CropScience. O executivo Luis Eduardo Alves Correa, até então gerente de produto Tratamento de Sementes, assumiu como gerente de produto Inseticidas.

Também houve mudanças na Divisão de Negócios (DN) Cerrados, a começar pelo nome da região, que antes era chamada de Norte. “Geograficamente, o nome Cerrados representa melhor a abrangência desta área, que compreende os estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, norte de Mato Grosso do Sul, e uma faixa dos estados da Bahia, Piauí e Maranhão”, explica Gerhard Bohne, diretor de Operações de Negócios Brasil da Bayer CropScience. “Ao nos adaptarmos às necessidades dos nossos clientes, demonstramos nosso compromisso em atendê-los cada vez melhor, pois eles são o nosso foco”, completa.

Para adaptar a estrutura de Marketing da DN Cerrados à nova estratégia de atendimento, Cristiano Figueiredo passa a ser o Gerente de Marketing Regional para Grandes Clientes e deixa a Gerência de Grandes Clientes. Amarildo Ornellas, que respondia pela Gerência de Marketing da região Norte, assume a Gerência de Marketing Regional para Distribuição

Fonte: http://www.bayercropscience.com.br/

Iglu protege uvas contra o frio

março 23rd, 2010

Uma empresa israelense está ajudando os produtores de vinho da Califórnia (EUA) a proteger seus vinhedos dos efeitos do inverno. A tecnologia da empresa Pulsating Irrigation Products (PIP) consiste em irrigar a plantação de uvas com uma fina camada de gelo, formando uma espécie de iglu que a protege de temperaturas abaixo de zero. É uma solução bem mais eficaz e barata que as alternativas tradicionais, que exigem grandes aquecedores. Segundo Roee Ruttenberg, CEO da PIP, o segredo dessa tecnologia é a baixa vazão de água utilizada pelos dispositivos de irrigação.

Mais informações através do link:

http://www.israel21c.org/201003227796/environment/protecting-californias-grape-crops-with-ice

Fonte: Assessoria de Imprensa do Centro de Mídia Brasil-Israel CEMBRI. Ex-Libris Comunicação Integrada – (21) 2204-3230

CNA realiza seminário para o setor agropecuário em SP

março 23rd, 2010

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), preocupada com o futuro do setor rural, realizará em São Paulo nos dias 24 e 25 de março um seminário nacional para apresentar publicamente o que o setor espera das políticas públicas dos próximos governantes brasileiros.

O seminário encerrará o ciclo de encontros já realizados nos estados da Bahia, Tocantins, Goiás, Minas Gerais e Paraná, onde lideranças regionais do setor agropecuário foram mobilizadas para discutir e propor idéias para a produção de um documento único representando o produtor rural.

Para promover o evento foi criado o hot-site O que esperamos do próximo Presidente (http://www.canaldoprodutor.com.br/propostas2010/), desenvolvido pela agência de relacionamento digital Talk Interactive. De acordo com a CNA, a iniciativa permitirá a formação de um espaço online com a programação dos seminários, notícias relacionadas aos temas discutidos e principalmente a divulgação do documento final do resultado dos debates.

Após concluído, o objetivo do documento é levantar subsídios para a construção de políticas públicas em cada um dos temas apresentados no seminário. A proposta deverá ser entregue aos candidatos à Presidência da República e aos presidentes dos Partidos Políticos. As informações estarão disponíveis para consulta também no site do Canal do Produtor (www.canaldoprodutor.com.br).

Sobre o evento

Os dois dias de seminário serão realizados no WTC Convention Center, localizado na Av. das Nações Unidas, 12.551 Brooklin Novo São Paulo. O evento no dia 24 começa às 9hs e com término previsto para às 18h. Já no dia 25, o evento começará às 9h e tem horário previsto de término para às 14hs.

O evento será transmitido ao vivo pelo site do seminário. Para mais informações, acesse: http://www.canaldoprodutor.com.br/propostas2010/

Territórios da Cidadania investe mais R$ 555,3 milhões no Paraná em 2010

março 23rd, 2010

O balanço de dois anos do Territórios da Cidadania e a Matriz de Ações do Programa para 2010 serão apresentados nesta quarta-feira (24) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O ato, que será realizado a partir das 9h30, contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos ministros da Casa Civil, Dilma Rousseff e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, de parceiros do Programa, governadores e prefeitos.

Lançado em fevereiro de 2008, o Programa, realizado em parceria com estados, municípios e a sociedade civil, abrange 120 Territórios da Cidadania em todo o Brasil. Até novembro de 2009, foram destinados R$ 31,1 bilhões para ações de apoio a atividades produtivas, infraestrutura, cidadania e desenvolvimento social. Em 2010 serão disponibilizados mais R$ 27 bilhões para obras e serviços que asseguram acesso à cidadania e promoção do desenvolvimento econômico em regiões que mais necessitam, especialmente no meio rural.

Até o final de 2010, o Programa Territórios da Cidadania vai destinar mais R$ 555,34 milhões para ações de apoio a atividades produtivas, infraestrutura, cidadania e desenvolvimento social no Paraná. O investimento reforça as ações integradas que são desenvolvidas por 22 ministérios e órgãos do Governo Federal desde 2008. Até dezembro de 2009, o Programa investiu R$ 746,7 milhões no Estado.

Lançado em 2008, o Programa atende quatro Territórios da Cidadania no Paraná Vale do Ribeira, Norte Pioneiro, Paraná Centro e Cantuquiriguaçu. As ações abrangem 74 municípios, onde vivem 976.250 pessoas, das quais 354.060 no meio rural.

Em dois anos, o Territórios da Cidadania consolidou a importância da atuação integrada do Governo Federal com o Estado, municípios e a sociedade civil. O objetivo dessa estratégia é promover o desenvolvimento econômico territorial e a universalização de programas básicos de cidadania em regiões que mais precisam, especialmente no meio rural.

Representantes dos três poderes e da sociedade civil integram os Colegiados Territoriais, onde são definidas prioridades e contribuições para enriquecer o conjunto de ações programadas pelo Governo Federal para os Territórios.

SAF/MDA realiza Seminário de Biodiesel no II Salão dos Territórios

março 23rd, 2010

Projeto Polos de Biodiesel: Trabalho Nacional de Organização da Base Produtiva de Oleaginosas pela Agricultura Familiar é o tema do Seminário de Biodiesel que a Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), realiza no próximo dia 25, durante o II Salão Nacional dos Territórios Rurais, em Brasília (DF). O encontro acontece de 9 às 13 horas. O II Salão acontece de 22 a 25 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

A programação vai contar com apresentações sobre o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) e o Projeto Polos de Biodiesel: Organização da Base produtiva da Agricultura Familiar nos Territórios.

O Projeto Polos tem a finalidade de atuar em âmbito nacional, na organização da base produtiva dos agricultores familiares na cadeia do biodiesel, a partir da articulação de grupos de trabalho em microrregiões de importância para o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB).

Atualmente, cerca de 54 mil famílias de agricultores participam do PNPB na produção de oleaginosas para a cadeia do biodiesel.

Serão apresentadas, ainda, experiências práticas de inclusão social no PNPB como a da mamona e girassol produzidos por cooperativas da agricultura familiar na Bahia; e a da soja produzida por cooperativas da agricultura familiar.

Salão

O II Salão Nacional dos Territórios Rurais visa discutir as experiências desenvolvidas ao longo de oito anos da estratégia territorial implantada no Brasil. O evento é promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Territorial (MDA/SDT).

O objetivo é avançar no debate sobre a articulação de políticas públicas destinadas à promoção do desenvolvimento rural com enfoque territorial, além de valorizar e dar visibilidade às ações protagonizadas pelos atores sociais nos Territórios Rurais.