Arquivo para 2010

Suíno: Canadá indica enorme descarte

janeiro 15th, 2010

A produção canadense de suínos despencou em 2009. Os dados comprovam a situação terrível de mercado enfrentado pelos produtores canadenses.

Canadá (milhares de cabeças)

Suinos para abate

2008 = 20.156 2009 = 20.516

Leitões desmamados exportados aos EUA

2008 = 8.716 2009 = 5.976

Exportação aos EUA para abate/leitoas/descartes

2008 = 2.206 2009 = 1.135

TOTAL 2008 = 31.078 2009 = 27.627

Os números indicam uma redução de 11% em suínos com origem canadense em 2009 comparado com 2008, e isso significa 3,451 milhões de suínos a menos. No Canadá, o descarte continua com dezenas de milhares de matrizes programadas para compensação pelo Programa de Compra do governo. Não estamos vendo nenhum motivo para não acreditar que a produção de suínos em 2010 vai ser pelo menos 1 milhão de cabeças menos que em 2009. Menos suínos é um fator positivo para aumentos de preço.

China

Recebemos alguns visitantes da China na semana passada. O preço do suíno está em torno de 80 centavos de dólar americano por libra de peso vivo. Preço sempre reflete oferta e procura. Um preço alto assim vai gerar importações na China. A China tem 1,3 bilhões de pessoas – eles tem um consumo alto de carne suína per capita. Carne suína sera importada dos EUA nos próximos meses, diretamente e via Hong Kong. Vai acontecer pois existem muitas oportunidades de lucro para os importadores.

H1N1

Parece-nos que o vírus H1N1 (“gripe suína”) prejudicou seriamente nossos preços. No dia 14 de agosto, uma época de preços normalmente altos, o preço de “pork cut outs” era 52,31 e o preço Iowa-Minnesota foi 46,43 por libra. Na metade de agosto, quando a imprensa estava exagerando as consequências em potencial do H1N1 (infelizmente chamado de “gripe suína”). Agora que o H1N1 praticamente sumiu da imprensa, temos Iowa-Minnesota a 65,45: quase $40 por cabeça mais alto que em agosto. Contra o normal desta época. O aumento de preço pode ser atribuído a maior demanda pois a venda diária de suínos para abate é parecido com a de agosto. Não há dúvida que a demanda doméstica e global para carne suína está se recuperando e provocando preços maiores. A diferença de $40 por cabeça significa um aumento de $100 milhões por semana no fluxo de caixa da indústria EUA/Canadá. Nossa indústria precisa desesperadamente deste aumento.

México

Em algumas regiões do México, o preço estava chegando a 23 pesos por kg na semana passada, ou em torno de 77 centavos de dólar de libra de peso vivo. A diminuição enorme na produção mexicana tem elevado preços a níveis inéditos quando se considera a diferença do preço americano e uma fronteira livre. O preço alto no México está estimulando o preço americano. As importações mexicanas vão bater recordes em 2010.

Resumo

Há descarte maciço no Canadá, no México também, enquanto a produção americana tem diminuido. Acreditamos que poderia haver 8 milhões de cabeças a menos para abate nos países da NAFTA em 2010 comparado com 2008. Junto com isso, está acabando o efeito do H1N1 (histéria da gripe suína), um melhoramento nas economias doméstica e global e um dólar americano desvalorizado. Mistura tudo isso junto e acreditamos que o preço spot será melhor que o mercado futuro indica. Continuamos enxergando cenários que levarão a um preço em torno de 90 centavos por libra em 2010.

Por Jim Long, Presidente & CEO da Genesus Inc.

Fonte: Suinocultura Industrial

Standard Logística anuncia investimentos de R$ 35 mi em três unidades

janeiro 15th, 2010

A Standard Logística aproveita o aniversário de 10 anos de atuação no mercado para anunciar uma série de investimenos em suas unidades de Cambé/PR, Cubatão/SP e Esteio, no Rio Grande do Sul, que devem atingir os R$ 35 milhões. Para a unidade gaúcha do grupo, serão investidos R$ 7 milhões na ampliação da estrutura. Com este aumento de área, a unidade adiciona 6,5 mil posições paletes em armazenagem frigorificada, totalizando 25 mil posições paletes para o atendimento aos mercados interno e externo.

“Este aumento de capacidade de armazenagem associado ao Terminal Intermodal Rodoferroviário do complexo em Esteio, irá melhorar ainda mais a logística de escoamento de produtos frigorificados para o porto de Rio Grande, além da vantagem competitiva que reduz em até 20% a conta frete”, explica Alan Fuchs, diretor de Gestão da Standard.

Iniciando o ano contra as previsões do mercado, a Standard registra um crescimento na armazenagem e movimentação de cargas em 2009, se posicionando como a maior operadora especializada em logística intermodal frigorificada. Cerca de mil colaboradores operam as Unidades e Terminais Intermodais Rodoferroviários da Companhia no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso. Ao total, somam mais de 90 mil posições paletes, crescendo em média 55% ao ano.

Na área do Terminal Intermodal Rodoferroviário de Cambé, no Paraná, a Standard fará a instalação de um armazém frigorificado com 5 mil posições paletes e a ampliação do pátio para estufagem de contêineres dry. O depot para contêineres vazios fará a sinergia com os armadores. A Unidade irá operar como Redex Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação para facilitar as operações, permitindo que a carga do cliente já saia desembaraçada para os portos do Paraná e São Francisco do Sul, em Santa Catarina. As obras devem começar em janeiro, com previsão de início de operações em abril.

O investimento anunciado para o Terminal Intermodal Rodoferroviário em Cubatão, em São Paulo, é de R$ 13 milhões. A previsão do início das operações é ainda no primeiro semestre e faz parte do Corredor Intermodal Mato Grosso Santos, que liga os exportadores do Centro-Oeste através do Terminal Intermodal da Standard em Alto Taquari, até o Porto de Santos.

“Mais uma vez pensando em nossos clientes, ofereceremos uma grande vantagem competitiva, pois a intermodalidade pela ferrovia aliada aos serviços de armazenagem, transporte, terminal de contêineres e Redex em nossa Unidade de Cubatão, permite aos exportadores escoarem seus produtos pelo Porto de Santos com redução de custos e opções de negócios no mercado internacional, declara Linda Machado, diretora Comercial da Standard.

Agrishow voltará a contar com os grandes expositores

janeiro 15th, 2010

A Agrishow volta a ter os grandes expositores que ficaram de fora da feira de 2009. Quatro das principais montadoras de colhedoras e de máquinas agrícolas (Massey Ferguson, Valtra, Case e New Holland) confirmaram, por meio das assessorias de imprensa, que está tudo certo para a participação do evento, que chega a sua 17ª edição e será realizado entre 26 a 30 de abril, no Polo Regional de Desenvolvimento Tecnológicos do Centro Leste, em Ribeirão Preto.

As assessorias não revelam detalhes. É o caso das novidades sobre produtos a serem expostos, que deverão ser divulgadas somente nas proximidades da feira.

A Cidade apurou, por exemplo, que a John Deere também participará da nova área destinada a irrigação na Agrishow, através da coligada John Deere Water.

As empresas ficaram de fora em 2009 após decisão em conjunto com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Dulcelene Jatobá

Fonte: A Cidade

Cooperativas de laticínios Itambé e Cemil negociam fusão

janeiro 15th, 2010

Uma megafusão envolvendo cooperativas do setor lácteo, que vem sendo negociada desde 2002, deve ser concluída ainda este ano, incluindo as mineiras Itambé, Cemil e Minas Leite. O processo vem sendo conduzido pela Organização das Cooperativas de Minas Gerais (Ocemg) e envolve também uma cooperativa de Goiás e outra do Paraná. A expectativa é de que a supercooperativa atinja um faturamento anual de R$ 4 bilhões e concentre 10% de toda a captação de leite do Brasil.

Segundo o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, que está à frente do processo, a fusão das cooperativas Itambé, Cemil, Minas Leite, Centroleite (Goiás) e Confepar (Paraná) está em processo avançado e vários encontros já foram realizados para discutir o assunto. Saímos desses encontros com uma convicção: a aglutinação é uma tendência irreversível e acontecerá, cedo ou tarde, se quisermos desempenhar nosso papel com mais eficiência e auferir melhores ganhos, afirma.

Fonte: O Estado de Minas

ONU declara 2012 como Ano Internacional das Cooperativas

janeiro 15th, 2010

No final do ano passado, durante a 64ª. Assembléia Geral das Nações Unidas foi aprovada a resolução sobre “As Cooperativas e o Desenvolvimento Social”, que declara 2012 como Ano Internacional das Cooperativas (IYC sigla em Inglês).

Esta é a primeira vez na história que um ano será dedicado ao setor cooperativista. A notícia foi recebida por dirigentes do mundo inteiro com grande aceitação. A nova presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Pauline Green, disse que o ano internacional das cooperativas é um evento muito oportuno para uma mais profunda compreensão do movimento cooperativo como um todo.”

Para Ian Macdonald, diretor-geral da Aliança Cooperativa Internacional, “é o momento de lembrar ao mundo que existe mais do que uma forma de fazer negócios e que, em uma economia globalizada, todos nós devemos trabalhar juntos.”

A ACI-Américas, agradeceu aos 55 Estados-membros das Nações Unidas e, especialmente, nas Américas, bem como as instituições internacionais, as cooperativas e outras partes interessadas no desenvolvimento e crescimento das cooperativas em todo o mundo, ao apoio dado a Resolução das Nações Unidas.

Para ter acesso a um texto preliminar da resolução basta visitar o site da NCBA (National Cooperative Business Association).

Fonte: Fecoagro – Santa Catarina

Curso superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas abre inscrições

janeiro 15th, 2010

O Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e a Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) são parceiras da Unisul/Virtual, na oferta do curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas. O curso, direcionado para a qualificação de gestores, é voltado para formar profissionais capazes de gerenciar as atividades de cooperativas dos mais diversos ramos.
O superintendente da Ocesc/Sescoop, Geci Pungan, destaca que colaboradores de cooperativas, formalmente registradas na OCESC, poderão receber apoio financeiro do SESCOOP/SC, equivalente a 33 % do valor das mensalidades, durante todo o curso.

A estrutura do curso foi planejada para atender o campo interdisciplinar da Gestão de Cooperativas, que é voltado para as necessidades do mercado e recebe como fundamento principal três áreas de conhecimento: Gestão de Cooperativas; Finanças e Administração. O concluinte receberá diploma de Tecnólogo em Gestão de Cooperativas. O profissional diplomado terá, entre outros, subsídios para entender a importância da visão e do raciocínio estratégico serem aplicados na gestão de cooperativas; realizar atividades de planejamento, operação, controle e avaliação dos processos organizacionais; criar, inovar e promover a produtividade e qualidade das cooperativas e da sociedade na qual está inserido.

Entre os objetivos do curso estão o de formar profissionais de Gestão de Cooperativas que sejam competentes para gerenciar atividades relacionadas aos diferentes setores da atividade cooperativa; capazes de realizar a integração de competências de trabalho; desenvolver condições atitudinais e técnicas para a compreensão da importância da visão e do raciocínio estratégico; possibilitar o conhecimento, a compreensão e as formas de utilização, no dia-a-dia, dos instrumentos e das técnicas aplicadas na gestão das cooperativas; entender o papel social das cooperativas, tendo como meta a melhoria da atuação dos profissionais dessa área no meio em que interagem, etc.

O processo seletivo ocorre duas vezes por ano. A seleção é feita pelo histórico escolar do ensino médio. Podem participar do curso colaboradores de cooperativas, associados, consultores, prestadores de serviços e pessoas que desejam a formação superior em Administração do sistema cooperativo, que tenham diploma de conclusão do ensino médio e possuam computador com acesso à internet. As inscrições estão abertas até o dia 18 de janeiro de 2010 e informações podem ser obtidas no site www.unisul.br.

Fonte: Fecoagro – Santa Catarina

Novo abacaxizeiro é resistente a pragas

janeiro 15th, 2010

Foi divulgado na quinta-feira (14/01), uma nova cultivar de abacaxi, que produz frutos vigorosos e resistentes à principal praga que afeta a espécie, a fusariose (ou gomose). A planta foi desenvolvida pelo Instituto Agronômico, ligado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado.

“A nova cultivar poderá substituir com vantagem as cultivares comerciais em uso atualmente”, afirmam os pesquisadores Ademar Spironello e Walter José Siqueira, coordenadores do projeto de pesquisa. Os novos abacaxis não apresentam espinhos nas folhas, produzem frutos de tamanho mediano e grande, de coloração viva e gosto pouco ácido.

Para chegar a estes resultados, os pesquisadores iniciaram o programa de melhoramento genético em 1991. Na primeira etapa, foram feitos cruzamentos da variedade brasileira Tapiracanga (TP), escolhida como mãe, com a cultivar comercial Smooth Cayenne (SC), escolhida como pai. Depois, retiraram sementes desses híbridos e desenvolveram plantas, selecionadas de acordo com a ausência de espinhos nas folhas e a resistência à fusariose. Uma das plantas foi finalmente escolhida em dezembro de 1999, pelas suas características excepcionais de plantio e fruto. O nome que o abacaxizeiro recebeu é bastante esclarecedor: Fantástico.

As mudas produzidas por ele foram desenvolvidas no campo para multiplicação, e estarão disponíveis no mercado até 2013. Os pesquisadores também utilizaram as gemas da coroa do fruto selecionado e a haste da planta para fazer em laboratório a cultura de tecidos. Estas mudas, produzidas em condições controladas, estarão disponíveis para a venda em 2012. Mais informações podem ser obtidas no lançamento oficial da cultivar.

SERVIÇO:

Lançamento da cultivar Abacaxizeiro IAC Fantástico
Data: 14 de janeiro
Horário: a partir das 9h30
Local: Centro de Frutas IAC
Av. Luiz Pereira dos Santos, 1.500, Bairro Corrupira – Jundiaí/SP

Fonte: Revista Globo Rural

Centro de compostagem nos EUA quer lucrar com desperdício

janeiro 15th, 2010

Taxas de lixo cobradas no país e demanda por estilo de vida mais ecológico fizeram do processo viável

Em uma zona industrial perto do porto de Wilmington, no estado de Delaware, nos Estados Unidos, um carregador vira uma massa fétida de comida apodrecida e sacos de plástico de um grande galpão azul. É o início de um processo que irá transformar milhares de toneladas de comida podre, resíduos de quintal e produtos de papel em adubo rico que será usado para ajudar os agricultores a plantarem e proprietários a alimentarem seus arbustos.

O composto também reduz o volume de resíduos nos aterros, economiza taxas de eliminação de resíduos, os cortes de emissões de metano, gera créditos de carbono para as empresas e conduz os nutrientes do solo de volta à sua fonte de origem.

A compostagem, muito valorizada pelos jardineiros, está apenas começando a ser adotada em escala industrial, com o exemplo do Centro de Reciclagem Orgânica de Wilmington Centro de Reciclagem, que afirma ser o maior do seu gênero na costa leste dos Estados Unidos.

O centro de US$ 20 milhões abriu em novembro e tem como objetivo produzir cem mil toneladas de adubo por ano quando estiver em pleno funcionamento, em abril. O composto será derivado de 160 mil toneladas de resíduos que serão desviadas dos aterros. Instituições como escolas, lojas, supermercados e hospitais vão pagar menos pela compostagem dos seus resíduos do que pagaria para jogá-los em um aterro sanitário.

No centro, construído em um território de cerca de 110 mil metros quadrados, os clientes pagam US$ 50 por tonelada para despejar seus resíduos na usina de compostagem, menos do que a taxa US$ 61 por tonelada para despejar resíduos em um dos três aterros sanitários do estado, disse Scott Woods, presidente-executivo da empresa Peninsula Compost Group, que controla o acesso. “Estamos oferecendo condições ótimas para a compostagem de quintal.”

Os resíduos são classificados para eliminar material pesado e não degradável e, em seguida, transferi-lo para uma dezena de longas pilhas onde o processo de apodrecimento natural, auxiliado por aeração especial e girado periodicamente, converte-os em adubo em oito semanas.

Dentro das pilhas enormes, a temperatura sobe para 71ºC em poucos dias, matando os coliformes fecais, salmonelas e sementes de plantas daninhas. Lonas verdes permitem que cada pilha possa respirar, ajudando a gerar calor e protegendo os detritos da chuva.

Computadores monitoram a temperatura e o teor de oxigênio dentro de cada pilha com os dados recolhidos pelas sondas de aço inoxidável inseridas no material em decomposição. O aumento das taxas de deposição cobradas nos Estados Unidos e uma demanda crescente da opinião pública por um estilo de vida mais ecológico fizeram da compostagem comercialmente viável, de acordo com Nelson Widell, sócio da Peninsula. “É preciso estar em uma área onde as taxas de depósito são altas o suficiente”, disse ele.

Wawa, uma cadeia de lojas de conveniência que fornece cerca de seis toneladas de lixo (principalmente café) por mês a partir de suas duas lojas-piloto, está economizando US$ 300 por mês, reduzindo suas taxas de deposição, disse Judy Ward, executiva-chefe da Advanced Enviro Systems, que ajuda a Wawa e outros empresas a buscar sustentabilidade. A compostagem de resíduos de alimentos impulsionou a Wawa à reciclagem de 48% do fluxo de resíduos, segundo Ward.

Ela acrescentou que os benefícios financeiros de compostagem podem ser reduzidos pelo aumento nos custos de transporte para o novo centro, ou pelo investimento em novos contêineres para a comida estragada. Mas, segundo Woods, da Peninsula, enquanto houver uma demanda crescente de negócios em sustentabilidade, os benefícios financeiros da compostagem vão sustentar o novo centro. “O modelo econômico funciona porque é simples e eficaz”, disse.

Fonte: Estadão (Publicado em 14 de janeiro de 2010)

Umidade e destino errado do bagaço da cana proliferam a mosca-dos-estábulos

janeiro 15th, 2010

Em todo o Brasil, ela causou perdas de US$ 100 milhões em 2009 e em Mato Grosso do Sul, especialmente nos municípios de Angélica e Caarapó, a mosca-dos-estábulos causou danos não só nos rebanhos da região, mas também nos funcionários das fazendas, que foram picados pelo inseto.

A chuva acima da média entre os meses de junho e novembro ajudou na proliferação do inseto que se desenvolve nas usinas de cana-de-açúcar próximas, desde que o bagaço da cana deixou de ser queimado para evitar a emissão de gás carbônico na atmosfera. Com a umidade, a mosca se prolifera com maior intensidade nas fezes dos animais e restos de alimentos.

O destino da mosca é o rebanho próximo, em especial o gado leiteiro. A picada causa mal-estar, irritação na pele, perda de 20% no peso e diminuição que chega 60% na produção de leite.

Soluções

Reuniões entre pesquisadores e representantes da cadeia produtiva se reúnem desde dezembro para te tentar buscar soluções que previnam a praga. Pesquisadores da Embrapa e da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) serão responsáveis por recomendações técnicas.

Enquanto isso, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do sul (Famasul) será responsável pela educação do produtor rural.

Dicas da Embrapa Gado de Corte

Manter as instalações limpas, não deixando acumular detritos, além de drenar a água da chuva, ajuda a evitar o aparecimento das moscas. Nas usinas, a dica é incorporar a palha da cana-de-açúcar ao solo, não deixando em lugares com umidade.

Fonte: Capital News

Cartilha orienta construção de aviário para pequenos produtores

janeiro 15th, 2010

Depois de ser revisada recentemente, a cartilha Construção de Aviário para produção de frango de corte em sistemas alternativos em pequena escala já está disponível na página eletrônica da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia/SC), no endereço www.cnpsa.embrapa.br, no link Publicações Cartilha.

Elaborado pelos técnicos da Unidade, o material orienta a construção de instalação para a produção de frango de corte em sistemas alternativos em pequena escala. Segundo informações de um dos autores da cartilha, o técnico agrícola Jacir Albino, o objetivo do projeto é propor aos pequenos produtores um modelo que possa ser adaptado às condições reais de cada um, considerando questões econômicas e climáticas.

O conteúdo do material é voltado basicamente para os detalhes construtivos do aviário, como piso, tela, cortina Para a construção de um aviário é preciso também levar em conta o clima da região, que irá determinar, por exemplo, a largura do aviário e a altura do pé-direito, condições de ambiência necessárias à produção, acrescenta Albino.

Por ser apenas um modelo, o técnico agrícola ressalta que é importante que, mesmo com a nossa sugestão, o produtor procure a assistência técnica dos Serviços de Extensão Rural locais ou de Secretarias Municipais de Agricultura e busque auxílio no desenvolvimento de suas atividades”.

Mais informações podem ser adquiridas com o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) pelo telefone (49) 3441.0400 ou no e-mail sac@cnpsa.embrapa.br.

Embrapa Suínos e Aves

Banese/SE obtém limite de recursos de R$ 73 milhões do FNE

janeiro 15th, 2010

Aracaju/SE – O Banco do Estado de Sergipe (Banese) obteve a ampliação do limite operacional de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Segundo comunicado encaminhado ao presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, pelo presidente do Banco do Nordeste (BNB), Roberto Smith, o limite operacional de repasses do BNB para o Banco do Estado, dentro dos programas do FNE, passou de R$ 50 milhões para R$ 73 milhões.

Esta é uma deferência especial do presidente do BNB e de toda a diretoria do banco com o Estado de Sergipe, no sentido de o Banese também ter a oportunidade de operacionalizar os programas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste. Destaque-se que a atuação do Banese tem o foco em micro e pequenas empresas e não faz concorrência com o Banco do Nordeste, pois a atuação de dois agentes financeiros facilita a ampliação da participação relativa de Sergipe nas aplicações do FNE na área de atuação do BNB e Sudene, disse Saumíneo Nascimento.

De acordo com o presidente do Banese, podem ser beneficiários do FNE produtores, empresas, associações e cooperativas de produção. Temos no Banese diversos pleitos em carteira de muitos projetos do setor rural e comercial, de diversos municípios, e em bom montante, a serem atendidos por esta fonte de recursos, a exemplo das panificações que recentemente firmaram convênio com o banco, informou Saumíneo.

O FNE

Criado pela Constituição de 1988, através do artigo 159, e regulamentado pela Lei 7.827, de 1989, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste é um instrumento de política pública federal operado pelo Banco do Nordeste que objetiva contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Nordeste, através da execução de programas de financiamento aos setores produtivos, em consonância com o plano regional de desenvolvimento, possibilitando, assim, a redução da pobreza e das desigualdades.

Atualmente, o FNE atende a 1.989 municípios situados nos nove Estados que compõem a Região Nordeste e no norte dos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, incluindo os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Provido de recursos federais, o FNE financia investimentos de longo prazo e, complementarmente, capital de giro ou custeio. Além dos setores agropecuário, mineral, industrial e agroindustrial, também são contemplados com financiamentos o turismo, comércio, serviços, cultura e a infra-estrutura econômica da região.

Fonte: Governo de Sergipe

Mapa estimula participação das cooperativas no mercado do agronegócio

janeiro 15th, 2010

Brasília – O sistema cooperativista brasileiro vem se desenvolvendo de uma forma consistente com mais de 30 milhões de pessoas envolvidas, relata o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Márcio Portocarrero.

Para estimular o setor, o ministério investe na profissionalização da gestão, na internacionalização e no acesso a mercados, com a promoção de cursos e a participação de cooperados em rodadas de negócio, missões ao exterior e eventos nacionais e internacionais. Essa é uma forma de expor a produção cooperativa nacional no mercado mundial, aproveitando esse momento em que o Brasil se destaca como produtor de alimentos, completa Portocarrero. Para essas ações, o governo aplicou, em 2009, R$ 7,6 milhões.

Início – O cooperativismo foi a solução encontrada por um grupo de imigrantes holandeses que chegaram ao Brasil na década de 1950 e ocuparam os arredores do município de Castro/PR, com o compromisso de desenvolver a agropecuária na região.

A colônia Castrolanda, a 10 quilômetros do centro da cidade, foi fundada pelos imigrantes, em 1951, e preserva a arquitetura típica da Holanda. Um imenso moinho de 37 metros de altura abriga o Memorial da Imigração Holandesa. Nesse cenário foi criada a Cooperativa Castrolanda, uma das mais prósperas do País, com destaque na pecuária leiteira, suinocultura, produção de soja, milho, feijão, batata e trigo.

Investir em pesquisa e desenvolvimento agropecuário sempre foi a nossa prioridade para agregar valor aos produtos e garantir a sustentabilidade dos associados, afirma o vice-presidente da Castrolanda, Willen Berend Bouwman. Parcerias operacionais e estratégicas no processo de industrialização contribuíram para alavancar os negócios.

Na cooperativa, são industrializados o leite (em pó, integral, desnatado e creme de leite), batata (chips e palha) e ração. A usina de beneficiamento de leite processa, em média, 150 milhões de litros por ano. Toda a produção é registrada no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e, posteriormente, fornecida às indústrias.

Nos últimos dez anos, o ciclo de crescimento foi de 40% ao ano. Em 2008, o faturamento chegou a R$ 922 milhões. Com as conquistas do sistema cooperativista, a Castrolanda implantou reformas profundas em infraestrutura e introduziu um programa de gestão participativa, que compreende a profissionalização dos produtores, planos de capitalização e de monitoramento. A cooperativa conta com 700 associados e 488 colaboradores das regiões centro-sul do Paraná e sul de São Paulo. (Jean Peverari)

RS – Entidades e empresas não fecham no preço do tabaco para a atual safra

janeiro 15th, 2010

Porto Alegre – O encontro ocorrido ontem (13) e hoje (14), na sede da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), em Porto Alegre, envolvendo dirigentes das entidades dos produtores de tabaco e das empresas fumageiras, não conseguiu firmar um acordo sobre o preço do tabaco. A representação dos fumicultores quere um reajuste de 19,5% sobre a tabela do período anterior.

De empresas recebidas, a Alliance One apresentou proposta de 10,2% de reajuste sobre a tabela da safra passada, a Universal Leaf solicitou mais algumas semanas de prazo para ver a definição do mercado internacional, a Kannenberg apresentou um reajuste de 10% e a Souza Cruz apresentou o reajuste de 6,10%.

A representação dos produtores não aceitou nenhuma das ofertas por terem ficado muito abaixo do solicitado e a negociação continuará em reunião a ser marcada após cada uma das entidades realizarem seus questionamentos internos de diretoria e com seus associados.

Frente ao impasse, a representação dos produtores recomenda que os fumicultores não comercializem seu tabaco abaixo da média de R$ 6,79 por quilo, ou R$ 101,85 a arroba, preço médio do tabaco.

A Comissão dos representantes dos produtores de tabaco é composta pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Federações dos Trabalhadores na Agricultura nos estados do Rio Grande do Sul (Fetag/RS), de Santa Catarina (Fetaesc) e do Paraná (Fetaep) e Federações da Agricultura nos Estados do Rio Grande do Sul (Farsul), de Santa Catarina (Faesc) e do Paraná (Faep).

Fonte: Afubra

Abef recebe Agência de Promoção e representantes da maior processadora de alimentos da Finlândia

janeiro 15th, 2010

Uma delegação organizada pela Agência de Promoção da Finlândia, com 18 representantes, foi recebida hoje (14) na sede da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (ABEF), em São Paulo. A entidade assessora empresas finlandesas no desenvolvimento de novos negócios, e trouxe ao Brasil membros do conselho da Atria Oyl, a principal empresa daquele país no processamento de alimentos (principalmente de carnes bovina, de frango e suína). Também integram a delegação membros do conselho da Itikka, a principal acionista da Atria.

A delegação foi recebida pelo Diretor Executivo da ABEF, Ricardo Santin, e pelas cooordenadoras de Relações com o Mercado, Marília Rangel, e Técnica, Sulivan Alves; e por João Aidar, diretor da União Brasileira de Avicultura (UBA). A delegação finlandesa assistiu a uma apresentação sobre a avicultura nacional e os diferenciais da carne de frango brasileira. Assistiram ainda a um filme institucional sobre a produção e a exportação do setor.

“O encontro foi extremamente importante. A Atria possui unidades também na Rússia, na Suécia e na Estônia, e a comitiva ficou impressionada com a sanidade e os padrões de qualidade do frango produzido no Brasil, abrindo a possibilidade de realização de negócios futuros”, destacou Santin.

Pela Atria estiveram presentes Martti Selin, Presidente do Conselho; Timo Komulainen, Vice-Presidente do Conselho; Tuomo Heikkilä, Runar Lillandt e Harri Sivula, membros do Conselho; Ari Pirkola, Presidente, e Seppo Paavola, Vice-Presidente, ambos do Supervisory Board; Juha Gröhn, Vice-Presidente Sênior para Produção Primária; e Ilkka Yli-Luoma, Conselheiro Agrícola. Também integravam a delegação, pela Atria Finland, Matti Perälä, Diretor de Meat and Primary Production; Krister Björklund, Gerente de Exportação; e Daniel Stenberg, Diretor de Compras.

Fonte: Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos – ABEF

MG – Projeto Campo Digital vai capacitar 400 jovens em 2010

janeiro 15th, 2010

O computador e a Internet se tornaram ferramentas básicas e quase indispensáveis para a obtenção de informação e conhecimento. Porém, muitos, especialmente no meio rural, não possuem acesso a essas ferramentas. Para ajudar a mudar essa história e diminuir a exclusão digital entre os jovens rurais, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), em parceria com prefeituras e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior implantou, em quatro municípios mineiros, o Projeto Campo Digital.

A ação envolve os municípios de Montalvânia e Taiobeiras, no Norte do Estado, Jequitinhonha e Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. Este ano, a meta do projeto é capacitar 400 jovens até outubro, sendo 100 em cada cidade. Até agora, 136 jovens já concluíram o curso.

O projeto Campo Digital tem como objetivos principais diminuir o quadro de exclusão digital; reduzir o êxodo rural e promover a inserção social e profissional dos jovens rurais. Esse programa busca dar aos jovens a oportunidade de permanecerem no campo e se transformarem em novos empreendedores, diz o presidente da Emater-MG, José Silva.

O conteúdo do curso é todo disponibilizado em ambiente de aprendizado interativo on-line. As aulas acontecem de segunda à sexta-feira, nos Centros Vocacionais Tecnológicos (CVT) da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Os alunos recebem o material didático e o acompanhamento de monitores e os locais para o funcionamento dos CVTs são cedidos pelas prefeituras.

O curso, com duração de 60 horas/aula, é dividido em oito módulos. São oferecidas disciplinas sobre digitação, introdução à informática, navegação na Internet e até cidadania e ética. É um ambiente totalmente ilustrativo, onde há demonstrações e o programa pede aos alunos para fazerem algumas atividades diversas, diz o coordenador do projeto Campo Digital, Sérgio Antônio Fernandes da Silva. Para ser aprovado, o aluno deve obter no mínimo 60 pontos. A evolução dos estudantes durante o curso é monitorada por meio de um software específico. Assim é possível saber quais deles estão enfrentando dificuldades. A partir daí, nós avaliamos o que se pode fazer para melhorar o rendimento desse aluno, explica Sérgio Fernandes.

Maíra e Jean dos Santos são irmãos e moram no assentamento Transval, no município de Jequitinhonha. Quando não estão auxiliando os pais, eles se dedicam aos estudos. Para Jean e Maíra a vida de estudante seria mais fácil se eles tivessem um computador e acesso à Internet. Geralmente, a escola dá trabalhos relacionados com a Internet, explica Maíra Soares dos Santos.

A família dos irmãos não tem condições de comprar um computador, mas isso não impediu que eles tivessem acesso ao universo digital. Maíra e Jean participaram da primeira turma do projeto Campo Digital, no município de Jequitinhonha. O curso está nos incluindo num mundo mais globalizado e vai nos ajudar no futuro, principalmente na busca de um emprego, diz Maíra.

Cínthia Ramos também é uma das alunas da primeira turma do curso no município de Jequitinhonha. Antes, o contato da estudante com o computador e Internet era mínimo. Depois de participar do projeto, Cínthia diz que se sente melhor preparada não só como estudante, mas também para o mercado de trabalho. Hoje eu já sei digitar um texto, entrar na Internet e mandar e-mail, dentre várias outras coisas, conta a aluna.

Em dezembro de 2009, os trabalhos da primeira turma do curso no município de Jequitinhonha foram concluídos. Os alunos receberam os certificados das mãos do presidente da Emater-MG José Silva. É mais uma etapa concluída da minha vida, que vai me ajudar no futuro, comemora Maíra.

Manhã de Campo em Roque Gonzales/RS aborda milho, sorgo pastejo, soja e milheto

janeiro 15th, 2010

A Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Roque Gonzales, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Cotrisa, promove uma Manhã de Campo sobre milho, sorgo pastejo, soja e milheto, nesta sexta-feira (15), a partir das 9h, tendo como local a área experimental da Prefeitura.

O encontro ocorre na Unidade Experimental do município, onde estão plantadas 25 variedades de milho, duas de sorgo, uma de milheto e duas de soja, sendo a variedade de soja BRS Tertúlia, utilizada para consumo humano, cedida pela Embrapa Trigo de Passo Fundo, e que faz parte do Programa de Transferência de Tecnologia sobre Integração lavoura-pecuária. Destaque também para o sorgo Pastejo BRS 801, que possui alta capacidade de produção de massa verde e resistência a condições adversas, conforme destaca o médico veterinário da Emater/RS-Ascar de Roque Gonzales, Guilherme Dahmer.

A Manhã de Campo será composta por duas estações, sendo uma para o milho e outra para as demais cultivares. Os organizadores do encontro esperam receber aproximadamente 100 agricultores da região Missões e Noroeste do Estado. Após o encontro será servido almoço, conforme anuncia o secretário da Agricultura de Roque Gonzales, Marcio Roberto Langer.

Além dessa unidade de Roque Gonzales, a Emater/RS-Ascar instalou mais 33 unidades, em parceria com a Embrapa Trigo, nas 10 regiões administrativas da Instituição, através do Projeto de Transferência de Tecnologia da Embrapa, coordenado pelo pesquisador Renato Fontaneli, conforme esclarece Marcelo Brandoli, responsável pela área de Pastagens e Forrageiras da Emater/RS-Ascar.

Essa ação faz parte da Frente Programática Oportunidades do Agronegócio, que visa potencializar a atividade agrícola para manter o Estado do Rio Grande do Sul em destaque no comércio mundial de produtos agropecuários. Mais informações pelo telefone (55) 3365-1365 (Emater/RS-Ascar) e (55) 3365-1233, ramal 207, na Secretaria Municipal da Agricultura.

Analistas do USDA visitam o Irga

janeiro 15th, 2010

Porto Alegre – O presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e o diretor comercial, Rubens Silveira receberam na quarta-feira (13) a visita de três representantes do Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na sede da Autarquia, em Porto Alegre. O encontro teve como objetivo avaliar as condições da safra brasileira de arroz.

Participaram os analistas do Derrick Williams, diretor de análise de produção mundial de grãos FAS/USDA, Curt Reynolds, analista de produção de grãos do Brasil e Jeff Zimmerman, adido agrícola do USDA no Brasil. Para Zimmerman, o encontro foi importante para ampliar conhecimentos sobre arroz, bem como as tendências do setor.

O USDA projeta para o Brasil uma safra de 11,5 milhões de toneladas. Os dirigentes consideram o Irga como principal fonte para as projeções da safra de arroz no Brasil. Também participou do encontro o assessor do Irga, Tiago Barata.

Por Viviane Mariot

Semeadura de arroz é finalizada no Rio Grande do Sul

janeiro 15th, 2010

Porto Alegre Na quinta-feira, 14/01, o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), divulgou números finais da semeadura no Estado, totalizando 100% durante esta semana. Conforme levantamento realizado pela autarquia, foram semeados 1.073.836 de hectares, reduzindo a área semeada em relação ao ano passado quando o RS atingiu 1.105.728 hectares.

Em virtude do fenômeno El Niño, muitas lavouras foram alagadas, provocando prejuízos pontuais a muitos produtores. A semeadura na época recomendada pelo Irga foi 66% de área em todo o estado. O restante foi semeado até o início de janeiro, o que significa dizer, que estas áreas poderão ter uma menor produtividade.

De acordo com o presidente do Irga, Maurício Fischer, os números ainda podem ser alterados, pois estão em processo de revisão final. O Irga orienta os produtores principalmente quanto à necessidade de dar atenção máximas às lavouras estabelecidas e na recuperação destas para obter o máximo de seu potencial seguindo as orientações técnicas, recomendou Fischer.

Confira abaixo os números e considerações em cada região:

Fronteira Oeste

* Total da área semeada: 303.910 hectares

* Redução de área em 12.379 hectares em relação ao ano anterior

* Semeadura em época recomendada: 77%

* Lavouras com baixo perfilhamento e desenvolvimento desuniforme

* Dificuldade no manejo (adubação de cobertura, controle de invasoras e irrigação)

* Na região foram replantados 24 mil hectares

* Perda de uma área de 13 mil hectares

Campanha

* Total da área semeada: 165.000 hectares

* Redução de área em 10.545 hectares em relação ao ano anterior

* Semeadura em época recomendada: 70%

* Lavouras semeadas em outubro são as melhores

* Clima provocou redução de área em Dom Pedrito e Rosário do Sul

* Dificuldade no manejo (adubação de cobertura, controle de invasoras e irrigação)

* A região teve em torno de 6 mil hectares replantados

Depressão Central

* Total da área semeada: 157.371 hectares

* Redução de área em 8.985 hectares em relação ao ano anterior

* Semeadura em época recomendada: 48,2%

* Dificuldade no manejo (adubação de cobertura, controle de invasoras e irrigação)

* Sequência de enchentes entre novembro de 2009 e janeiro de 2010 causaram grandes prejuízos às lavouras plantadas e replantadas, principalmente nas áreas mais baixas às margens do Rio Jacuí, Rio Pardo, Rio Vacacaí, Rio Pardinho e outros da região

* Foram contabilizados 8.450 mil hectares perdidos dos quais 8.053 mil foram replantados, mas com a forte chuva do início de janeiro havia 39.349 mil ha submersos e destes de 8 a 10 mil estão em avaliação, com perdas significativas

* Esta região até o momento foi a mais prejudicada pelo fenômeno El Niño

Planície Costeira Interna

* Total da área semeada: 141.206 hectares

* Redução de área em 2.149 hectares em relação ao ano anterior

* Semeadura em época recomendada: 65%

* Em virtude das chuvas ocorreu replantio em aproximadamente 1.500 mil hectares na região

* Aconteceu um atraso no manejo em cerca de 50% lavouras

* Ressemeadura em aproximadamente 1.500 hectares

Planície Costeira Externa

* Total da área semeada: 129.155 hectares

* Aumento de área em 372 hectares em relação ao ano anterior

* Semeadura em época recomendada: 40,6%

* Emergência uniforme das lavouras semeadas no tarde

* Dificuldade no manejo (adubação de cobertura, controle de invasoras e irrigação)

Zona Sul

* Total de área semeada: 177.194 hectares

* Aumento de área em 656 hectares em relação ao ano anterior

* Semeadura em época recomendada: 78%

* Lavoura de outubro Dificuldade na aplicação de herbicidas e uréia

* Enchentes e enxurradas provocaram replantio em 1.900 hectares, além de estragos em taipas e prejudicando as práticas de manejo

* Esta região até o momento foi a menos atingida pelo fenômeno El Niño.

Por Eduardo Pires

Governador de Goiás homologa concurso da Agrodefesa

janeiro 15th, 2010

Em solenidade realizada na Secretaria da Agricultura – Seagro, o governador Alcides Rodrigues homologou ontem (14) o concurso da Agrodefesa, realizado ano passado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia. Dos 1088 classificados para o cargo de fiscal e 88 para técnico, 372 vão assumir nos próximos meses. Destes, 200 são veterinários, 120 engenheiros agrônomos, dois engenheiros de alimentação, 20 zootecnistas e 30 técnicos agrícolas. Para o nível superior, o salário inicial, que era de R$ 1,7 mil, subiu para R$ 2.875, com 15% de abono de produtividade. Para o nível técnico, o salário inicial é de R$ 1,5 mil.

O governador garantiu que os 372 vão ser chamados o mais rápido possível. Quase quatro centenas de pessoas vão prestar serviço no setor agropecuário de Goiás, possibilitando segurança para o Estado e para os produtores, disse Alcides Rodrigues, que comentou também sobre a criação de 16 mil novas vagas com a realização de outros 12 concursos este ano. Estamos dotando o Estado de pessoas qualificadas que vão contribuir com as instituições e com a sociedade, afirma.

No ano passado, o Governo de Goiás realizou 7 concursos. Seis foram homologados. Falta apenas o concurso da Susepe. Este ano, outros doze estão em andamento: Corpo de Bombeiros, Ipasgo, Superintendência da Polícia Técnico-Científica, Polícia Militar, dois da Educação (Técnicos administrativos e professores), Agehab, Saúde, UEG, Cidadania e Trabalho, Defensoria Pública e PGE.

Inmet prevê calor nas regiões Norte e Nordeste

janeiro 15th, 2010

Brasília – Para esta sexta-feira (15), a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de calor em grande parte das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A temperatura máxima pode chegar a 38ºC.

Dia encoberto a nublado, com chuva no Acre, Amapá e Amazonas, pancadas de chuva e trovoadas em áreas isoladas de Tocantins, Pará, Rondônia e Roraima. Pode chover, ainda, na Paraíba, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Piauí, Ceará, Bahia e Maranhão. O Rio Grande do Norte terá sol entre nuvens.

Para a região Centro-Oeste, está previsto tempo nublado a parcialmente nublado, com pancadas de chuva e trovoadas em Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, onde pode chover forte em pontos isolados. Dia nublado, com períodos de encoberto e pancadas de chuva em Mato Grosso, com temperatura máxima de 34ºC e a mínima de 18ºC.

O dia no Sudeste será parcialmente nublado a nublado, com pancadas de chuva e trovoadas em Minas Gerais; nublado a encoberto, com pancadas de chuva e trovoadas no Rio de Janeiro e São Paulo, onde pode chover forte em áreas isoladas. Também dia claro a parcialmente nublado, passando a nublado, com possibilidade de chuva em áreas isoladas do Espírito Santo. Temperatura máxima de 38ºC e mínima de 14ºC.

O instituto alerta, ainda, para baixas temperaturas no Sul do País, com dia parcialmente nublado a nublado e possibilidade de chuva em áreas isoladas no Paraná e névoa úmida no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Temperatura máxima de 32º e mínimade 8ºC. (Sophia Gebrim, com informações do Inmet)

Acrimat diz que 2009 não vai deixar saudade

janeiro 15th, 2010

A Associação dos Criadores de Mato Grosso Acrimat analisa que dois pontos foram cruciais nos resultados do setor da pecuária de corte em 2009. As exportações no inicio de 2009 refletiram a crise iniciada em 2008, só retomando aos patamares positivos a partir de abril, e o fechamento de 11 plantas frigorificas no primeiro mês de 2009, desencadearam uma série de consequências, como a baixa nos preços da arroba, analisou o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.

Levantamento solicitado pela Acrimat ao Imea – Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária demonstra que Mato Grosso exportou no ano passado 185,6 mil toneladas kg/eq. carcaça, uma queda de 18,5% em relação ao mesmo período de 2008, que registrou 270,7 mil toneladas kg/eq. carcaça. Mesmo assim podemos dizer que foi um ano de recuperação, pois conseguimos retomar as exportações no decorrer do ano e chegar aos patamares de 2008, disse Vacari. Em janeiro foram embarcados apenas 7,8 mil toneladas de kg/eq. carcaça, registrando o menor volume desde fevereiro de 2005, mas esse volume exportado chegou em 18 mil toneladas de kg/eq. carcaça no mês abril.

A situação dos frigoríficos foi e continua crítica. O ano de 2009 iniciou com 11 plantas fechadas com pedido de recuperação judicial dos 39 frigoríficos (SIF) registrados no Estado, chegando ao ápice da crise com 19 unidades fechadas no mês de julho. O ano terminou com 14 frigoríficos parados, comprometendo em média 37% da capacidade de abate de Mato Grosso, devido a crise das indústrias. Essa situação se agrava quando analisamos esses números por região. A região Norte, com 5 milhões de cabeças, por exemplo, a capacidade de abate atingiu 60%, a região Nordeste, com 4,8 milhões de cabeças, foi afetada em 59%, e a região Noroeste em 55%, com 5 milhões de cabeças, avaliou o superintendente da Acrimat.

A concentração de poder de abate de alguns frigoríficos foi outro ponto observado no balanço de 2009. Os 39 frigoríficos (SIF) instalados em Mato Grosso têm capacidade de abate de 37.376 mil cabeças por dias. Dessas, o grupo JBS/Bertin é responsável por 32,4%, somando 12.266 cabeças/dia. Esse percentual aumenta quando avaliamos o ranking por região. Na região de Arinos o JBS/Bertin detém 66,27% da capacidade total de abate, na região Centro Sul 44,86% e na região Sudeste 44%. A concentração não é saudável, principalmente pela possibilidade de manipulação de preços, porém seria pior ainda se esses frigoríficos estivessem fechados. O que devemos fazer é ficar atentos às manipulações de preços para tomarmos providencias, analisou o superintendente da Acrimat, Luciano Vacari.

O preço da arroba teve queda de 9,14% com relação ao ano de 2008. A média do preço à vista praticado em 2008 foi de R$73,11 e em 2009 de R$ 66,43. Com a queda de quase 40% na capacidade de abate, muitos frigoríficos se aproveitaram da situação para pagar menos pela arroba, ressaltou Vacari. O gestor do Imea, Otávio Celidório, analisa ainda que a retração na demanda por carnes, tanto interna quanto externa, iniciada no mês de outubro de 2008, persistiu durante o ano passado. O preço, no mês de maio, atingiu sua menor cotação do ano (R$ 62,87/@), resultado principalmente por conta dessa retração da demanda. O spread entre os preços à vista e a prazo em Mato Grosso chegou a 4,5% fechando o ano em 3,2%.

A variação dos preços da arroba, carne no atacado e carne no varejo, demonstra que o consumidor continua pagando alto quando compra o bife de cada dia nos supermercados e açougues. Pelos dados do Imea, desde meados de 2008 se nota este descolamento da variação do preço do varejo, do atacado e do produtor. Este fato é justificado pela desigualdade no repasse dos ganhos entre os elos da cadeia, onde as duas pontas, os produtores e os consumidores, levam a pior. A variação média do preço do varejo, de janeiro a novembro de 2009, ficou em 84%, do atacado em 46% e do produtor em 39% com relação ao ano&8208;base (2005).

Acreditamos que 2010 será um ano positivo para o setor da pecuária de corte, pois as exportações já retomaram os números e antes da crise e estamos produzindo de forma sustentável, com regras mais claras e aplicáveis da rastreabilidade, fator primordial para continuarmos competindo em mercados internacionais mais atraentes, como a Europa. Além disso, estamos produzindo respeitando o meio ambiente, frisou Vacari. Ele pondera ainda, que será necessário encontrar uma forma que dê segurança ao produtor na hora de comercializar seu gado, pois a atual formula deixou um rastro de mais de R$ 120 milhões nos frigoríficos que transformaram o boi em carne e não pagou o pecuarista. Por enquanto a saída é vender o boi à vista.

Fonte: Acrimat

Pesquisa desenvolve queijos de leite de cabra com ervas e frutas da caatinga

janeiro 15th, 2010

Estimular a renda de produtores rurais nordestinos e, ao mesmo tempo, desenvolver novos queijo de leite de cabra com uso de frutas e ervas da caatinga. Estes são os objetivos do projeto “Novas tecnologias aplicadas ao leite de cabra para o desenvolvimento de queijos utilizando produtos oferecidos no Bioma Brasileiro”, que tem sido desenvolvido pela Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral, CE), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desde abril de 2009, sob a liderança da pesquisadora Selene Daiha Benevides, engenheira de alimentos e doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos.

De acordo com Selene, a ideia de incrementar o queijo de leite de cabra com vegetais nativos partiu do professor José Matos, da Universidade Federal do Ceará (UFC), já falecido. A pesquisadora adotou, no projeto, o óleo do pequi e a entrecasca do cumaru para a produção de queijos de coalho caprinos. “A Embrapa Caprinos e Ovinos já desenvolvia trabalhos com uso do orégano e pimenta no leite de cabra, mas esta iniciativa tem o diferencial de utilizar espécies do bioma caatinga”, reforça ela. As frutas e ervas são adicionadas no momento do processamento do leite de cabra em queijos.

A expectativa é contribuir para dar novas oportunidades de geração de renda aos produtores nordestinos, com o estímulo à exploração das ervas e frutas utilizadas para os queijos. “No Ceará, a atividade ainda carece de melhor organização, da existência de associações. Na safra do pequi, por exemplo, a colheita é feita muitas vezes a partir do chão. O que se espera é que o uso das ervas e frutas nos queijos transforme também essa realidade”, observa Selene.

A pesquisadora vê vantagens em termos de incremento nutricional, por conta da presença de antioxidantes no pequi e do potencial fitoterápico do cumaru. Em 2010, a perspectiva é de intensificar os experimentos com os queijos, para observar as características biológica, físico-químicas, proteômicas, além de promover testes sobre as qualidades sensoriais, em supermercados de Fortaleza e Sobral, para avaliar a aceitação dos produtos no mercado.

Os queijos com óleo de pequi e cumaru deverão também integrar as tecnologias disponíveis para incubação, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Novas Empresas de Base Tecnológica Agropecuária e Transferência de Tecnologia (Proeta). “Eles ficarão disponíveis em uma linha de produtos específica, de queijos com produtos do bioma caatinga, para que empresas interessadas possam lançá-los no mercado”, diz Selene.

Embrapa Caprinos e Ovinos – (88) 3112.7528

Livro ensina a fazer farinha mista de banana verde e castanha do brasil

janeiro 15th, 2010

A educação alimentar no Brasil, principalmente em famílias com crianças em idade pré-escolar e escolar, a cada ano tem merecido mais atenção e originado programas institucionais e leis federais voltados à garantia da segurança alimentar e nutricional. Ampliar o acesso da população a alimentos em quantidade, qualidade e regularidade, com a valorização dos produtos da agricultura familiar e o desenvolvimento da economia local é uma das metas que envolve esforços das mais diversas áreas, em especial a pesquisa.

Na publicação Farinha mista de banana verde e de castanha-do-brasil, recém-lançada pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF) em parceria com a Embrapa Acre (Rio Branco/AC), estão reunidas as principais orientações sobre como investir na produção desse tipo de alimento, comprovadamente rico em energia e em valor protéico. Além do baixo custo de implementação, o acesso à matéria-prima necessária ao empreendimento é uma das vantagens para que o produtor familiar se inicie na atividade.

Parte da coleção Agroindústria Familiar, o novo título foi desenvolvido com o objetivo de oferecer ao micro e ao pequeno produtor, bem como ao empresário rural, conhecimento sobre o processamento industrial das farinhas de banana verde e de castanha-do-brasil, bem como da farinha resultante da mistura de ambas, desde a recepção ao armazenamento. Todo o conteúdo que resulta nas boas práticas de fabricação (BPF), tema de um dos capítulos do livro, tem como base o previsto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Totalmente ilustrada e de fácil compreensão, a publicação oferece ao futuro empreendedor a planta baixa de uma agroindústria, mais a lista completa de equipamentos e utensílios para a sua montagem e funcionamento.

Coleção Agroindústria Familiar Farinha mista de banana verde e de castanha-do-brasil pode ser adquirido por R$ 10,00, diretamente na página eletrônica; por meio do telefone +55 (61) 3448-4236; do fax +55 (61) 3448 2494; ou, ainda, pelo e-mail <vendas@sct.embrapa.br>. O atendimento da Livraria Embrapa é realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Embrapa Informação Tecnológica em Brasília/DF.

Embrapa Informação Tecnológica Brasília DF
(61) 3448 4590 e (61) 3448 4349

Intercâmbio internacional busca soluções para resinose do coqueiro

janeiro 14th, 2010

A pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), Joana Ferreira, vai acompanhar a fitopatologista da Universidade da Flórida (UFL), EUA, Monica Elliott, especialista em doenças de palmeiras, em visita a plantações de uma tradicional indústria de alimentos e produtos à base de coco, em Moju, Pará.

A visita acontece de 15 a 24 de janeiro, e as pesquisadoras discutirão as ações de pesquisa e monitoramento da resinose do coqueiro no Brasil. O objetivo é elaborar um plano de ações envolvendo estudos relativos à diversidade da população do agente causal da doença através do sequenciamento do DNA. Os estudos investigarão ainda a interação do agente causador com os diversos fatores do ambiente, as cultivares mais suscetíveis, sua evolução em diversas regiões de ocorrência, além de estratégias de controle.

Segundo a pesquisadora, uma proposta de projeto de pesquisa será encaminhada ainda no início deste ano. A visita da pesquisadora americana será importante para traçar diretrizes do projeto. A proposta será coordenada pela Embrapa Tabuleiros Costeiros em parceria com as Unidades Descentralizadas Amazônia Oriental (Belém-PA) e Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE), além da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), duas indústrias de produtos de coco brasileiras, produtores rurais do setor e a Universidade da Flórida, disse.

Para Joana Ferreira, essa iniciativa de estabelecer parcerias será fundamental para que as futuras ações de pesquisas com a doença tenham o mesmo foco e não haja duplicidade de esforços, bem como o intercâmbio com a UFL, que poderá favorecer a troca de conhecimento com estudantes e pesquisadores dos dois países.

Doença

A Resinose é uma doença cujo agente causal é o fungo Thielaviopsis paradoxa. Ela ocorre na cultura do coqueiro em varias regiões do mundo.

Dissemina-se através de insetos vetores (como a broca-do-olho – Rhynchophorus palmarum), do solo contaminado, do respingo de água no estipe e das ferramentas usadas na colheita ou na erradicação das plantas doentes e mortas.

Essa doença tem como hospedeiros primários a bananeira, a cana-de-açúcar e o abacaxi. As palmeiras, de um modo geral, são suscetíveis a resinose e estão sujeitas a grande devastação.

Na área interna do estipe observa-se o tecido com coloração marrom-claro a escura e de textura macia e úmida. No estágio avançado da doença as folhas ficam amarelo-pardacentas e se quebram, as inflorescências e os frutos ficam amarronzados.

Segundo pesquisadores da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, pecuária e Abastecimento, não há relatos de produtos químicos capazes de curar a resinose em plantas exibindo sinais avançados da doença, ou seja, com lesões severas que ultrapassam a uma altura de 1,5 m do solo e com declínio na sua produção.

Elas devem ser erradicadas e a seguir retiradas da plantação e destruídas, como forma de evitar a multiplicação de insetos vetores no material encoivarado e a disseminação da doença. A erradicação pode ser manual ou química.

Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE) – (79) 4009-1381

Cepea divulga análises agromensal de oito produtos

janeiro 14th, 2010

Estão disponíveis no site do Cepea análises (Agromensal) referentes ao mês de dezembro/09 sobre: açúcar e álcool, algodão, arroz, boi e bezerro, café, milho e soja. Para cada produto, há análises conjunturais de dezembro/09 e uma retrospectiva de 2009, além de séries estatísticas e gráficos elaborados por pesquisadores do Cepea/Esalq-USP.

O mercado de açúcar brasileiro entrou 2009 com preços firmes. Segundo pesquisas do Cepea, o suporte principal veio da menor oferta em importantes países produtores, como Índia e Rússia, associada a um consumo mundial superior à oferta. No dia 28 de dezembro, o Indicador CEPEA/ESALQ atingiu os R$ 64,51/sc, alta de 37,78% sobre o 1º de abril (R$ 46,82). Comparativamente a safras passadas, esta alcança uma das maiores médias em termos reais.

Em dezembro, os Indicadores mensais CEPEA/ESALQ do etanol registraram alta em relação aos de novembro no estado de São Paulo. Apesar disso, a média do Indicador do anidro de abril a novembro de 2009, de R$ 0,84708/litro, é a menor das últimas quatro safras. Para o hidratado, o preço médio da safra 2009/10, de R$ 0,73948/litro, foi 2,92% maior que o do mesmo período de 2008, mas inferior ao de 2005, 2006 e 2007

O mercado de algodão, como o esperado, iniciou o ano de 2009 em clima de incerteza para a maioria dos produtores brasileiros. Conforme pesquisas do Cepea, os custos de produção aumentaram, os preços estavam em queda e outras culturas, como soja, mostravam-se mais rentáveis quando analisado o orçamento de custo de produção. A demanda mundial pela pluma reduziu, assim como a produção e as transações internacionais. Porém, no último trimestre do ano, a situação se inverteu, com a menor produção e a maior demanda favorecendo altas expressivas de preços.

Os preços do arroz em casca negociados no Rio Grande do Sul no correr de 2009 (com exceção de janeiro, fevereiro e março) estiveram abaixo dos observados em 2008, de acordo com pesquisas do Cepea. O valor médio do Indicador ESALQ/Bolsa Brasileira de Mercadorias-BVMF foi de R$ 28,05/saca de 50 kg em 2009, quase 10% inferior à de 2008 (de R$ 31,04). Em termos reais (valores deflacionados pelo IPCA de novembro/09), a média de 2009 esteve 13,03% abaixo da de 2008.

Em 2009, a cafeicultura brasileira foi marcada por uma significativa redução na oferta de cafés de qualidade. Além do efeito da bienalidade negativa da cultura de arábica, as intensas chuvas na época da colheita do grão fizeram com que grande parte do café brasileiro tivesse a bebida prejudicada, conforme pesquisas do Cepea. Dessa forma, segundo colaboradores do Cepea, cafés inferiores foram negociados com deságio por volta de R$ 20,00/sc de 60 kg em relação a grãos de qualidade. Para o robusta, apesar da menor produção, os preços da variedade registraram forte queda.

O mercado de milho em 2009 foi caracterizado por quedas expressivas devido à oferta abundante e à estratégia de parcelamento das aquisições, voltada para o atendimento do consumo de curto prazo, segundo pesquisas do Cepea. Mesmo com a menor produção na safra 2008/09, a disponibilidade interna foi a maior já registrada. De 30 de dezembro de 2008 a 30 de dezembro de 2009, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (região de Campinas SP) teve queda de 5,41%, fechando a R$ 20,14/sc de 60 kg no dia 30.

Conforme o Cepea, os recordes de preços de boi gordo registrados em 2008 ficaram bem distantes das médias do segundo semestre de 2009. Os preços tanto do bezerro, quanto do boi e da carne caíram ao longo dos meses, ensaiando alguma recuperação no final do ano.

O mercado de soja iniciou 2009 em clima de incerteza quanto às cotações e rentabilidade da safra 2008/09, em desenvolvimento naquele período, conforme informações do Cepea. As compras de insumos haviam sido feitas em períodos de preços altos, o crédito foi mais escasso e produtores reduziram o uso de tecnologia nas lavouras, em especial de fertilizantes.

Comunicação Cepea
(19) 3429-8836 / 8837

Ranking do Criador MS tem novo regulamento

janeiro 14th, 2010

O Regulamento do Ranking do Criador MS 2010 foi elaborado e já está disponível no site da Associação Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore, a Nelore MS.

Nove remates estão confirmados até agora; eles irão integrar o Circuito de Leilões Nelore de Qualidade, e, consequentemente, servir de base para a classificação no ranking.

O Ranking do Criador, iniciativa inédita no Brasil, foi idealizado em 2007 pela Nelore MS, com o objetivo de premiar os melhores da pecuária de corte do Estado no Circuito de Leilões.

Em pouco tempo, o ranking apresentou um grande crescimento. No primeiro ano de realização 138 criadores comercializaram um total de 13.512 animais. A quantidade de cabeças comercializadas é semelhante à obtida em 2008, porém, a segunda edição do ranking já apresentou um dado notável: incremento de mais de 50% no faturamento, com todos os animais que foram julgados e, logo após, vendidos.

Em 2009, foram realizados 24 eventos no Circuito de Leilões, sete a mais que no ano anterior; nos 16 primeiros remates realizados os negócios já haviam superado a edição de 2008. A comercialização de animais ficou além da expectativa inicial da Nelore MS, ultrapassando o número de 20.000 cabeças.

Confira a Agenda confirmada até agora:

12/3 5° Leilão Produção LS (Leiloboi)
15/3 Leilão do Fazendeiro de Campo (Leiloboi)
16/3 Leilão Ranking Nelore MS (Leilogrande)
18/3 9° Leilão Bezerros do MS (Leilosat)
19/3 9° Leilão Matrizes do Futuro (Leilosat)
20/3 4° Leilão Produção Nelorão de Corte
27/5 3° Leilão Criadores de Bonito e Região (CB Leilões Rurais)
10/6 Leilão Produção Grandes Touros (Leilogrande)
25/6 5° Leilão Produção IPB (Correa da Costa)

Para conferir o Regulamento 2010 na íntegra do Ranking do Criador, basta acessar o site da Nelore MS (www.nelorems.org).

Bruno Navarros
Assessoria de Imprensa Nelore MS

Fonte: Bruno Navarros – Assessoria de Imprensa Nelore MS

Pesquisadores mobilizados para combater ferrugem laranja na cana

janeiro 14th, 2010

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) notificou a primeira ocorrência de ferrugem alaranjada da cana-de-açúcar no Brasil, em Araraquara, interior de São Paulo.

O Departamento de Sanidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa (SDA/DSV) foi informado por pesquisadores da região sobre a presença da doença em uma propriedade do município em dezembro.

Mesmo antes da chegada da ferrugem laranja no Brasil, a Embrapa já se preocupava com a doença, e realizou ações articuladas pelo Laboratório Virtual da Embrapa no Exterior (LABEX) nos Estados Unidos, em parceria com a agência americana de pesquisas agrícolas (ARS).

Em junho de 2009, pesquisadores da Embrapa e outras organizações estiveram na Flórida e Guatemala, onde a praga já havia chegado, para participar de workshops e conhecer melhor a doença. Em dezembro, os pesquisadores do ARS/USDA estiveram no Brasil e, acompanhados pelo pesquisador a Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), Marcelo Aguiar, fizeram várias visitas a Unidades da Embrapa e outras instituições como, o CTC e a Ridesa, para saber o que está se pesquisando em cana-de-açúcar.

A Embrapa já está articulando seus pesquisadores especializados em cana-de-açúcar para formar um grupo de trabalho para atuar junto com especialistas de outras instituições na elaboração de um projeto de mitigação dos efeitos imediatos e combate à doença.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

ES – Produtores utilizam a prática de consócio da ovinocultura com café

janeiro 14th, 2010

Cachoeiro de Itapemirim/ES – Produtores da Região Sul Caparaó estão experimentando uma técnica pouco utilizada por agricultores que investem na cultura do café: a convivência do carneiro com café. Sendo assim, o Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), órgão vinculado à Secretaria de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), avalia essas práticas e faz observações visando o melhor conhecimento para sua adaptação no Estado.

Essa prática utiliza o carneiro no meio da lavoura para o controle do mato e aproveitamento dos resíduos orgânicos no local. O produtor, além de diminuir despesas, pode ter uma outra opção de renda, que é a ovinocultura.

Segundo o engenheiro agrônomo do Incaper de Cachoeiro de Itapemirim, Paulo Shalders, quem ganha com isso é o produtor e o meio ambiente. Primeiro porque diminui as despesas com herbicida (agroquímica que controla as ervas daninhas) e com mão de obra; e o segundo, pelo fato do animal não causar impacto no solo e não interferir no plantio”, afirma.

O engenheiro agrônomo do Incaper de Alegre, Fabrízio Raggi Abdallah, ressalta que os solos da região estão bastante degradados pelo excesso de capina, tanto manual quanto químico. Desse modo, o consócio busca fazer o controle físico do mato, alimenta o animal, agrega peso, além de complementar com a adubação na lavoura.

Em Cachoeiro de Itapemirim, Vargem Alta e Alegre, há casos de produtores que estão experimentando a prática, e o Incaper tem acompanhado e orientado sobre métodos literários para a adoção desse procedimento

Paulo comentou que, de acordo com a experiência inicial dos produtores da região, a prática está sendo bem aceita, pois os números já apontam que a prática pode gerar um receita adicional, equivalente a oito sacas de café por hectare. Mas o Instituto ressalta, que, antes de qualquer iniciativa do produtor em adotar essa prática, ele deve entrar em contato com os extencionistas do Incaper para conhecer as experiências em andamento antes de empregá-las. Vale ressaltar que ainda não existem experimentos que confirmam totalmente que a ação é apropriada para a plantação.

Fonte: Incaper/ES

APCN elege diretoria para biênio 2010/2011

janeiro 14th, 2010

A assembléia da Associação Paulista dos Criadores de Nelore que definiu a gestão da entidade para o biênio 2010/2011 foi realizada terça-feira (12/01), na sede da entidade em Bauru/SP, localizada dentro do recinto de Exposições Mello Moraes.

A chapa eleita através de aclamação dos 25 criadores presentes e 35 procurações foi a União pela Raça, encabeçada pelo nelorista Evaldo Rino Ribeiro que, na gestão anterior, ocupou o cargo de diretor financeiro da entidade. Assume a vice-presidência da entidade o Nelorista Jayme dos Santos Miranda. Na ocasião da Assembléia, a chapa União pela Raça foi a única inscrita.

De acordo com o presidente eleito, entre as prioridades para sua gestão encontra-se apoiar e fortalecer as exposições pequenas, que recebem um volume menor de inscrições de animais para disputar as pistas. Nosso objetivo é incentivar os neloristas do Estado de SP que participam com menor número de animais, pois as pequenas exposições são muito importantes para o desenvolvimento pecuário regional e movimentam financeiramente as cidades que a recebem, ressaltou. Outra prioridade desta gestão será fortalecer a Exposição Regional do Estado de São Paulo, a Expoinel Paulista, que este ano acontecerá durante a Grand Expo Bauru no mês de agosto.

Evaldo completou, ainda, que pretende administrar sua atuação à frente da entidade de forma transitória, preparando os Neloristas mais jovens para assumir a gestão da APCN a partir de 2012. Esta é uma entidade muito importante para todo Estado de SP, e sua diretoria precisa ser composta por criadores éticos e responsáveis com o propósito de fortalecer a raça e seus precursores, ao invés de visar levar vantagens pessoais. Por isto, é importante preparar os jovens criadores para assumir este trabalho de responsabilidade, porém, muito gratificante, complementou.

Também estava presente durante a eleição o presidente da ACNB, Vilemondes Garcia, que ocupará o cargo de presidente do conselho deliberativo desta nova gestão. Uma associação deve primar pela boa conduta em todos os sentidos e a APCN é um exemplo para as demais Associações, pois realiza um trabalho ético e de confiabilidade, frisou.

Dorival Bianchi, que presidiu a APCN na gestão anterior, oficializou o cargo de Evaldo e destacou a importância de seu envolvimento com a entidade. Fico muito contente em passar a presidência ao Evaldo, pois ele está dentro da APCN há décadas, e poderá acompanhar de perto cada passo da associação, contribuindo muito para seu fortalecimento, finalizou.

A Nova diretoria executiva

Além de Evaldo e Jayme, mais seis nomes compõe a nova diretoria executiva, são eles: Pedro Gustavo de Britto Novis (Diretor Administrativo), Guilherme Miranda (Diretor Financeiro), Paulo Garcia (Diretor Comercial), Rodrigo Novais (Diretor Patrimonial), Paulo Roberto Oliveira Junior (Diretor Social e de Marketing), José Luiz Sanches Boteon (Diretor Técnico).

A gestão 2010/2011 também é composta por mais 22 Neloristas, divididos entre Conselho Deliberativo, Conselho Consultivo, Conselho Fiscal e Suplentes do Conselho Fiscal. Todos os nomes estão disponíveis no site da Associação, www.nelorepaulista.com.br

Para mais informações, o telefone da APCN é (14) 3236-4239 ou e-mail nelorepaulista@nelorepaulista.com.br

Fonte: Matriz da Comunicação – (15) 3411-9669

Curso de executores em aviação agrícola de Registro/SP

janeiro 14th, 2010

O I Curso de executores em aviação agrícola de Registro/SP será realizado de 8 a 12 de fevereiro, na Unesp.

O curso é destinado a técnicos agrícolas.

A Unesp, local do curso, fica na Rua Nelson Brihi Badur, 430, Vila Tupy.

Informações: www.bioaeronautica.com.br

Fonte: CBB Treinamento Ltda – 15 3228 6757

MI, MMA e IICA preparam o I Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação

janeiro 14th, 2010

O Ministério da Integração Nacional (MI) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) organizam, com o apoio e execução do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), o I Encontro Nacional de Enfrentamento da Desertificação (I ENED), que será realizado entre os dias 3 e 5 de março, em Juazeiro, Bahia, e Petrolina, Pernambuco.

O I ENED tem como objetivo central firmar um Pacto pelo Desenvolvimento do Semi-árido e se transformar em um marco no enfrentamento da desertificação no Brasil.

Para que isso se torne realidade, foram realizadas reuniões regionais preparatórias no período de 4 a 11 de dezembro, em Recife (PE), Natal (RN) e Salvador (BA), com a participação de todos os estados do Semi-árido brasileiro e ainda de Minas Gerais e do Espírito Santo, que discutiram os procedimentos de elaboração dos Planos de Ações Estratégicas estaduais de combate à desertificação (PAEs).

O último encontro preparatório para o I ENED será realizado entre os dias 04 e 06 de fevereiro de 2010, em Campina Grande, Paraíba, e contará com a participação de especialistas e representantes dos governos federal e estaduais, da comunidade científica e da sociedade civil.

As ações de enfrentamento da desertificação do MMA e do MI são desenvolvidas no âmbito do projeto de Cooperação Técnica firmado entre estes Ministérios e o IICA.

Fonte: IICA

Banese obtém limite de recursos de R$ 73 milhões do FNE

janeiro 14th, 2010

Aracaju/SE – O Banco do Estado de Sergipe (Banese) obteve a ampliação do limite operacional de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Segundo comunicado encaminhado ao presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, pelo presidente do Banco do Nordeste (BNB), Roberto Smith, o limite operacional de repasses do BNB para o Banco do Estado, dentro dos programas do FNE, passou de R$ 50 milhões para R$ 73 milhões.

Esta é uma deferência especial do presidente do BNB e de toda a diretoria do banco com o Estado de Sergipe, no sentido de o Banese também ter a oportunidade de operacionalizar os programas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste. Destaque-se que a atuação do Banese tem o foco em micro e pequenas empresas e não faz concorrência com o Banco do Nordeste, pois a atuação de dois agentes financeiros facilita a ampliação da participação relativa de Sergipe nas aplicações do FNE na área de atuação do BNB e Sudene, disse Saumíneo Nascimento.

De acordo com o presidente do Banese, podem ser beneficiários do FNE produtores, empresas, associações e cooperativas de produção. Temos no Banese diversos pleitos em carteira de muitos projetos do setor rural e comercial, de diversos municípios, e em bom montante, a serem atendidos por esta fonte de recursos, a exemplo das panificações que recentemente firmaram convênio com o banco, informou Saumíneo.

O FNE

Criado pela Constituição de 1988, através do artigo 159, e regulamentado pela Lei 7.827, de 1989, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste é um instrumento de política pública federal operado pelo Banco do Nordeste que objetiva contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Nordeste, através da execução de programas de financiamento aos setores produtivos, em consonância com o plano regional de desenvolvimento, possibilitando, assim, a redução da pobreza e das desigualdades.

Atualmente, o FNE atende a 1.989 municípios situados nos nove Estados que compõem a Região Nordeste e no norte dos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, incluindo os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Provido de recursos federais, o FNE financia investimentos de longo prazo e, complementarmente, capital de giro ou custeio. Além dos setores agropecuário, mineral, industrial e agroindustrial, também são contemplados com financiamentos o turismo, comércio, serviços, cultura e a infra-estrutura econômica da região.

Fonte: Governo de Sergipe

Volume exportado pelo agronegócio mineiro é recorde

janeiro 14th, 2010

As exportações do agronegócio mineiro atingiram um volume recorde em 2009. Os embarques do ano somaram 6,1 milhões de toneladas, um crescimento de 24,3% em relação ao mesmo período de 2008.

Os números foram organizados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, com base nas informações do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Mesmo com o volume recorde, a crise econômica mundial que derrubou os preços no mercado externo fez com que o valor comercializado apresentasse uma retração de 3,9% em relação a 2008. As vendas do agronegócio de Minas Gerais somaram, em 2009, US$ 5,6 bilhões. A queda no Estado foi inferior à media nacional. No ano passado, o país apresentou uma redução de 9,8% nos valores exportados, segundo o MDIC.

As vendas do complexo soja (grão, farelo e óleo) por Minas Gerais em 2009 se destacaram. As exportações somaram US$ 493 milhões, apresentando um crescimento de 81,6% em relação ao ano anterior. Em volume embarcado, o aumento foi de 128%, com 1,1 milhão de toneladas. As exportações de soja em grão e de farelo de soja foram as responsáveis pelo crescimento dos números neste grupo.

A comercialização de açúcar também apresentou números positivos, tanto em volume quanto em valores. O produto foi um dos poucos que registrou valorização de preços no mercado internacional em 2009. Minas Gerais exportou 1,7 milhão de toneladas de açúcar, 40% a mais que em 2008. As vendas movimentaram US$ 611 milhões. Alta de 74,6%.

O grupo das carnes (bovina, suína e de aves) também apresentou resultado positivo, com vendas atingindo 308 mil toneladas. Cerca de 17,6% a mais que em 2008. Em valores, foram US$ 652,8 milhões. Um pequeno aumento de 0,5%. Neste grupo, a carne suína foi o principal destaque com aumento de 89% no volume embarcado. Foram 50,2 mil toneladas embarcadas no ano passado, que movimentaram US$ 108,6 milhões. Um crescimento de 67,3% no valor comercializado.

Já as vendas de café, principal produto da pauta de exportações do agronegócio mineiro, representaram US$ 2,9 bilhões. Uma redução de 3,9% na comparação com 2008. No entanto, o volume embarcado, de 1,2 milhão de toneladas, cresceu 10%.

Os principais destinos dos produtos exportados pelo agronegócio de Minas Gerais em 2009 foram: Alemanha, Estados Unidos, China, Japão, Holanda, Itália, Rússia, Bélgica, Índia e França.

Dezembro

Seguindo uma tendência já registrada em novembro, as exportações do agronegócio de Minas em dezembro de 2009 apresentaram números positivos em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas, de US$ 531 milhões, representaram um aumento de 4,5% em relação a dezembro de 2008. O volume embarcado também cresceu. Foram 461 mil toneladas. Alta de 5,2%.

Fonte: Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais – Seapa/MG – (31) 3215-6565 / www.agricultura.mg.gov.br

Soja: inscrições de campo para certificação de sementes até dia 30

janeiro 14th, 2010

O programa de Certificação de Sementes da Fundação Pró-Semente inscreve até o dia 30 de janeiro os produtores interessados em certificar sementes de soja da safra 2009/10.

O prazo normal para inscrições determinado pelo MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) é de 10 de janeiro. Entretanto, devido às condições climáticas adversas, o prazo foi prorrogado para o final do mês.

As inscrições de campo são realizadas no www.fundacaoprosementes.com.br. Lá, basta clicar em sistema de certificação para acessar a página do programa. Caso seja o primeiro acesso do produtor, é necessário solicitar o cadastro. Se ele já é inscrito basta apenas preencher login e senha para ter acesso.

Conforme a responsável administrativa da Certificação, Franciele Ana Carniel, todas as informações são repassadas ao MAPA que homologa ou não o pedido. Por isso, é importante fornecer todas as informações solicitadas no documento Inscrição de Campo, destaca. Até o momento, mais de 130 inscrições chegaram até o setor de Certificação da entidade.

O controle de qualidade do processo de certificação da Fundação Pró-Sementes compreende a avaliação do material de todos os lotes, auditorias corretivas, de campo, de unidades de beneficiamento e de documentos.

Programa de Certificação

A Fundação Pró-Sementes informa que tornou-se pioneira no Brasil como a primeira organização privada a ser credenciada no processo de certificação de sementes, garantindo ao produtor mais qualidade no produto e credibilidade no mercado.

Programa de Certificação de Sementes da Fundação é realizado nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, e Bahia. Processo certifica sementes de algodão, alho, arroz, aveia branca e preta, azevém, batata, braquiaria, cebola, cenoura, cevada, feijão, milho, nabo, soja, trigo e triticale.

Fonte: Assessoria de Comunicação Fundação Pró-Sementes /(54) 3314.8983

Maia pede mobilização da bancada federal para trazer Lula à Expogrande

janeiro 14th, 2010

Na manhã de hoje, o deputado federal Vander Loubet (PT) esteve na sede da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) e adiantou que vai mobilizar a bancada federal para a realização da 72ª edição da Expogrande e também trazer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a abertura. A feira acontece de 18 a 28 de março.

O deputado é uma pessoa que sempre nos ajuda em Brasília. Estamos para realizar o evento mais importante do nosso calendário, e a participação do governo é muito importante para essa festa, disse o presidente da Acrissul, Francisco Maia. Além disso, como a feira será internacional, queremos contar com o deputado para mobilizar a bancada para trazer o presidente Lula. Porque a presença dele, com certeza, chancela nosso evento significativamente, completou.

A intenção dos organizadores da Expogrande é de que os presidentes da Bolívia, Evo Morales, e do Paraguai, Fernando Lugo, também estejam aqui para a cerimônia oficial de abertura. Lula já participou de uma delas, em 2003, no primeiro ano de seu primeiro mandato.

Vamos ver como a bancada pode contribuir. E, com certeza, queremos que o presidente Lula venha. A ideia é estender o convite para os presidentes dos países vivinhos, Bolívia e Paraguai. Seria um encontro inédito, disse Loubet.

O mercado – O deputado elogiou a iniciativa de internacionalizar a feira e defendeu a proposta pois, segundo ele, esta é uma forma inteligente de fortalecer ainda mais o Mercosul (Mercado Comum Sul).

Hoje, o mundo é globalizado. Há produtores brasileiros com áreas tanto na Bolívia quanto no Paraguai. E o Brasil, assim como Mato Grosso do Sul, ocupa uma posição estratégica dentro desse bloco econômico. Nós temos uma intensa relação comercial com esses países e a feira é mais um evento para potencializar esse intercâmbio, avalia o parlamentar.

Na ocasião, Maia lembrou que o governo federal sempre ajudou na realização da Expogrande e destacou que o Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), a Petrobras e o Banco do Brasil sempre estão presentes no evento.

A proposta da Expogrande 2010 é que, não apenas criadores venham visitar a feira, mas que eles tragam seus animais e exponham aquilo que há de melhor em seus países. Para isso, algumas questões sanitárias têm de ser resolvidas, o que já está sendo feito.

Mais informações:

Acrissul – Assessoria de Imprensa – 3042-7587

Mapa apoia venda de 346 mil toneladas de trigo em leilões

janeiro 14th, 2010

Brasília – Por meio de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apoiou nesta quinta-feira (14) a comercialização de 247 mil toneladas de trigo do total de 474 mil toneladas ofertadas. Com os leilões realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), foram beneficiados produtores rurais da Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e do Distrito Federal.

Na próxima quinta-feira (21), mais dois leilões de PEP de trigo vão garantir, tanto a venda do grão pelo preço mínimo fixado pelo governo, quanto o seu deslocamento para regiões deficitárias.

PEP- O Prêmio para Escoamento de Produto assegura o preço mínimo ao produtor. O governo paga o prêmio ao comprador que garanta ao agricultor o preço mínimo e o envio do produto para região pré-determinada, de acordo com as necessidades de abastecimento. Com esse mecanismo, o governo conduz uma política complementar para as regiões deficitárias e melhora a distribuição dos produtos agrícolas, sem necessidade de comprá-los. (Débora Pinheiro)

Conab executou R$ 2,88 bilhões da PGPM em 2009

janeiro 14th, 2010

Brasília – O governo federal executou em 2009, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), R$ 2,88 bilhões em operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), 87,3% de R$ 3,3 bilhões disponíveis. Os recursos foram aplicados na compra de produtos por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF) e contratos de opção, na manutenção de estoques, tributos e despesas com armazenagem.

Com a PGPM, o governo assegura renda ao agricultor, garantindo a compra de seus produtos pelo preço mínimo, forma estoques e regula o abastecimento interno. As aquisições somaram mais de 5,3 milhões de toneladas de produtos: milho (4,1 milhões de toneladas), trigo (506 mil toneladas), arroz em casca (470 mil toneladas), feijão (172 mil toneladas), sisal (10 mil toneladas), café (9 mil toneladas), sorgo (6 mil toneladas) e fécula de mandioca (mil toneladas).

O volume de compras do ano passado foi 339% superior a 2008. Isso ocorreu porque os preços dos produtos, principalmente do milho, trigo, arroz e feijão, estavam abaixo dos valores amparados pela PGPM.

Genoma revela soja resistente à praga mais comum no Brasil

janeiro 14th, 2010

Uma equipe internacional de cientistas acaba de publicar a sequência completa do genoma da soja, com a promessa de uma safra farta de avanços na produção e na qualidade da planta. Os cientistas já identificaram, por exemplo, trechos de DNA que conferem resistência à ferrugem asiática, principal doença que afeta a soja no Brasil.

O país é o segundo maior produtor mundial da leguminosa, atrás apenas dos Estados Unidos. Ambos podem ter sua produção beneficiada pelo novo genoma, que também revelou mutações que tornam certas variedades da planta mais fáceis de digerir -ou diminuem os poluentes oriundos de porcos e aves cuja dieta tem a soja como base. De quebra, os dados também servirão para entender o DNA de “primos” importantes da planta, como o feijão.

Gorducha
O conjunto do DNA da soja é analisado em artigo na revista científica “Nature” desta semana. Sob o comando de Scott Jackson, da Universidade Purdue (EUA), os pesquisadores descobriram que a soja possui até três vezes mais genes ligados à produção de gordura do que a Arabidopsis, plantinha aparentada à mostarda que é usada em experimentos de botânica e também teve seu genoma totalmente “soletrado”.

Aliás, a julgar pelo DNA, o metabolismo da soja parece curiosamente “bombado”: bem mais ativo do que se vê no genoma de outras plantas.

“Ainda não temos uma explicação clara disso”, contou Jackson à Folha. “A soja moderna foi domesticada, selecionada para ter sementes grandes, com grande quantidade de proteína e óleo, coisa que não aconteceu com a Arabidopsis. A soja selvagem tem sementes pequenas e pretas que não lembram em nada as que conhecemos.” Outra possibilidade é que a interação da soja com microrganismos do solo, que a ajudam a capturar o nitrogênio do ar, expliquem parte de seu metabolismo “poderoso”.

Outra esquisitice da planta é seu DNA “multiplicado”. É como se a planta não tivesse só duas cópias de cada gene, uma vinda do lado materno e outra do lado paterno, como acontece com os seres humanos e a maioria dos animais e plantas, mas várias cópias por gene.

“Isso provavelmente explica a estimativa de 46 mil genes, que é bastante alta”, diz o engenheiro agrônomo Eliseu Binneck, da Embrapa Soja, que também estuda o genoma da planta. “É possível que muitos desses genes na verdade não tenham função, o que vamos verificar daqui para frente.”

Binneck é coordenador de bioinformática do GenoSoja, projeto brasileiro que deve se beneficiar dos dados internacionais para avançar no estudo de genes importantes da planta. “Parte do nosso trabalho agora é determinar equivalentes dos genes identificados em outras espécies”, conta ele.

Reinaldo José Lopes

Fonte: Folha de São Paulo

UBF Seguros participa International Symposium of Agricultural Insurances

janeiro 14th, 2010

A UBF Seguros estará presente no International Symposium of Agricultural Insurances, que acontece em 21 de janeiro, no Raiffeisen Fórum, em Viena.

Este evento contará com a participação de sete palestrantes, dos EUA, do Brasil, e de outros cinco países da Europa.

Representando a UBF, Luiz Roberto Foz, presidente da UBF Seguros S.A., apresentará uma palestra sobre seguro agrícola, seus riscos e clima, dando foco ao Brasil.

Para o executivo, a participação da UBF Seguros é importante por se tratar de um evento de disseminação de experiências entre os maiores players do mercado mundial de seguro rural, além da oportunidade de ter contato com novas tecnologias e produtos., conclui Foz.

Fonte: ACP Comunicacão – (11) 5093-0900

Embrapa Soja esclarece dúvidas sobre mela em Chapadão do Sul

janeiro 14th, 2010

O pesquisador da Embrapa Soja Maurício Meyer, em visita a Chapadão do Sul/MS para avaliar seus ensaios de mofo branco, presta um serviço de esclarecimento a comunidade chapadense sobre os sintomas da mela (Rhizoctonia solani AG1-IA).

Desde dezembro de 2009 nas regiões de solo mais leve (arenosos) com alta intensidade de chuva e sol forte, algumas lavouras de soja apresentavam sintoma de requeima das folhas, sintoma em parte semelhante à mela. A Fundação Chapadão mobilizou 52 consultores e técnicos ligados a revendas e empresas produtoras de defensivos em poucos minutos Meyer esclareceu que, apesar dos sintomas terem semelhança com a mela (Rhizoctonia solani AG1-IA), os sintomas ocorrentes nas lavouras de soja não tem característica de mela, devendo no entanto ser sintomas decorrentes da condições climáticas que vem ocorrendo insolação forte e umidade intensa, relata o diretor executivo da Fundação Chapadão, Edson Borges.

Borges manifestou seus agradecimentos à Embrapa Soja e ao pesquisador diante da boa vontade de prestar tais esclarecimentos, tão logo foi contatado. Borges afirma que tais esclarecimentos no momento oportuno são de grande valia, “pois não aplicamos defensivos nas lavouras e não levamos o produtor a promover gastos desnecessários, além de enriquecer os conhecimento técnicos na região”.

O presidente da Fundação Chapadão, Adriano Loeff, disse que, caso ainda exista alguma dúvida quanto ao procedimento no monitoramento e diagnose para identificação desta ou de outras doenças, os pesquisadores da Fundação Chapadão estão à disposição do produtor e dos técnicos da região dos chapadões.

Fonte: Edson Borges, Engo Agro MSc. Pesquisador e Diretor Executivo da Fundação Chapadão – www.fundacaochapadao.com.br

Manual destaca hortaliças e plantas medicinais

janeiro 14th, 2010

Foi lançada este mês a nova edição da publicação “Hortaliças e Plantas Medicinais: Manual Prático”, pelo IAC.

A obra é escrita por Paulo Espíndola Trani, , Francisco Antonio Passos, Arlete Marchi Tavares de Melo, Sebastião Wilson Tivelli, Odair Alves Bovi e Eloísa Cavassani Pimentel.

Informações adicionais: www.iac.sp.gov.br

Fonte: Paulo E. Trani

Água Milagrosa vende sementes de seringueira

janeiro 14th, 2010

A Fazenda Água Milagrosa foi a pioneira no plantio de seringueira no Estado de São Paulo e suas mudas formam boa parte dos seringais paulistas.

Reconhecida pela qualidade técnica e dedicação às atividades às quais se dedica, coloca a disposição dos seus clientes Sementes de Seringueira de alto poder germinativo, sementes policlonal colhida de seringueiras de 50 anos, ideais para a formação de porta-enxertos (cavalos) vigorosos com excelentes resultados.

A Fazenda Água Milagrosa informa que é fonte de pesquisa de diversos Institutos, Universidades e Órgãos Governamentais, sem se descuidar da manutenção da fauna e flora. Um reflexo dos ideais da fazenda que sempre buscou a harmonia da produção com a qualidade junto à preservação do meio ambiente

Reservas e mais informações: escritório da Água Milagrosa – (17) 3562-1711.

Fonte: www.aguamilagrosa.com.br

Soja é sequenciada

janeiro 14th, 2010

A primeira leguminosa a ter seu genoma sequenciado é a soja, em pesquisa destacada na edição desta quinta-feira (14/01) da Nature.

O sequenciamento da soja, destaca a revista, abre o caminho para melhorias no cultivo que poderão ter grande impacto na produção de alimentos e até mesmo na geração de energia.

A soja é hoje uma das mais importantes plantas cultivadas em todo o mundo para a produção de alimentos e de óleo e tem grande capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico por meio de simbiose com microrganismos presentes no solo.

Após mais de 15 anos de pesquisa, um grupo internacional de pesquisadores conseguiu sequenciar 85% dos 1,1 bilhão de pares de base da soja, por meio da técnica conhecida como shotgun do genoma completo, por meio da qual o genoma é explodido em fragmentos pequenos e sequenciado em larga escala.

No artigo, Scott Jackson, do Departamento de Agronomia da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, e colegas destacam que o trabalho será importante referência para decifrar a genética de mais de 20 mil outras espécies de leguminosas.

A Nature ressalta que o trabalho de sequenciamento ajudará a compreender a capacidade da soja em transformar dióxido de carbono, água, luz solar, nitrogênio e outros minerais em energia, proteína e nutrientes para uso tanto humano como animal.

A soja e outras leguminosas têm papel fundamental na segurança alimentar global e na saúde humana, sendo usadas em uma ampla gama de produtos, como farinha, leite, substitutos da carne, tofu, óleo e biodiesel. Essas novas informações sobre a genética da soja poderão levar ao desenvolvimento de variedades que produzam mais proteína e mais óleo, que se adaptem melhor a condições climáticas adversas ou que sejam mais resistentes a pragas e a doenças, destacou Molly Jahn, da divisão de pesquisa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

O artigo Genome sequence of the palaeopolyploid soybean (doi:10.1038/nature08670), de Scott Jackson e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.

Centro de Tecnologia em Piscicultura da Granja do Ipê divulga lista de cursos oferecidos em 2010

janeiro 14th, 2010

O Centro de Tecnologia em Piscicultura (CTP), localizado na Granja Modelo do Ipê, divulga a lista dos cursos que serão realizados neste ano. Sob a orientação da Subsecretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar da Secretaria de Agricultura, serão ministrados gratuitamente dois minicursos mensais para os produtores rurais do Distrito Federal e Entorno.

O público do Entorno receberá oito horas de curso num único dia. Já os moradores da área urbana do DF, receberão aulas em dois dias, com carga horária de dezesseis horas. Cada curso poderá ter até 20 inscritos, e, se houver demanda para outros temas, novos cursos poderão ser oferecidos.

As inscrições podem ser feitas pelos números (61) 3380-2847 ou (61) 3380-3112 até completar o número de vagas por turma.

Calendário dos cursos oferecidos pelo CTP:

Fevereiro:
10 Minicurso Piscicultura Básica
24 e 25 Minicurso Piscicultura Básica

Março:
10 – Minicurso Piscicultura Básica
24 e 25 Minicurso Reprodução de Peixes

Abril:
22 – Minicurso Piscicultura Básica
23 – Minicurso Produção de Iscas Vivas – Lambaris

Maio:
10 – Minicurso Piscicultura Básica
24 e 25 Minicurso Criação de Peixes com Recirculação de Água

Junho:
09 – Minicurso Piscicultura Básica
23 -24 Minicurso Piscicultura Básica

Agosto:
10 – Minicurso Piscicultura Básica
24 e 25 Minicurso Criação de Peixes com Recirculação de Água

Setembro:
09 – Minicurso Produção de Iscas Vivas Lambaris
10 Encontro de Piscicultores do DF e Entorno

Outubro:
13 – Minicurso Piscicultura Básica
27 e 28 – Minicurso Reprodução de Peixes

Novembro:
10 – Minicurso Piscicultura Básica
24 e 25 – Minicurso Produção de Iscas Vivas Lambaris

Observação: Minicursos até 20 participantes
Encontro de piscicultores 200 participantes

Fonte: Seapa-Emater/DF

Parmalat e Goiás divergem sobre quitação de dívida

janeiro 14th, 2010

A Parmalat tem uma dívida de R$ 6 milhões com 330 pecuaristas da região de Goiás que será quitada em três parcelas de aproximadamente R$ 2 milhões cada uma. Edson Alves Novaes, gerente técnico e econômico da Federação Agrícola e Pecuária de Goiás (Faeg), informou ontem que a Parmalat ainda precisa quitar a primeira parcela de sua dívida, já vencida, com 30 produtores de Goiás. De acordo com Novaes, o montante devido nesta primeira etapa somaria entre R$ 300 mil e R$ 400 mil. Esses pecuaristas são dos municípios de Itumbiara e Pontalina.

A maior parte da primeira parcela, equivalente a 35% do valor total de R$ 6 milhões, foi paga na segunda-feira (11/1), ainda segundo o gerente técnico e econômico da Faeg. A segunda parcela, que vence no próximo dia 23, equivale a 32,5% do valor da dívida.

No entanto, a Parmalat informa que a primeira parcela da dívida foi integralmente paga na semana passada e que as outras duas vencem em fevereiro e março deste ano.

De acordo com a empresa, a contrapartida deste acordo é a liberação da entrada da fábrica para que os funcionários possam retornar à rotina de trabalho, bem como a liberação para entrada dos caminhões de suprimentos.

Como se trata de alimentos perecíveis, a Parmalat reforça que a liberação da entrada e saída destes transportes é fundamental para a continuidade da produção na planta e, consequentemente, para a quitação total dos débitos com os produtores locais. A entrada da fábrica estava sendo bloqueada pelos pecuaristas.

Alécia Pontes

Programa continua com ilegalidades, dizem críticos

janeiro 14th, 2010

O recuo do Planalto para reverter o descontentamento dos militares com o Programa Nacional de Direitos Humanos não acaba com a crise, pois se restringiu a um dos 518 itens do documento, que tratou de temas tão diversos como controle da mídia, aborto e conflito agrário.

O consultor jurídico da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Rodolfo Machado Moura, lamentou ontem que a Presidência tenha mantido ilegalidades do texto original. A interferência nos meios de comunicação, o monitoramento, está tudo lá ainda, disse. O plano prevê instituir critérios editoriais para criar um ranking de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de direitos humanos, assim como dos que cometem violações, além de propor mudanças na concessão de rádios e TVs.

Na mesma linha, a senadora e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Kátia Abreu (DEM-TO), veiculou nota dizendo que foram mantidas as ameaças à democracia da primeira versão. A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) deve divulgar nota amanhã com sua avaliação do programa. A Igreja é contra a aprovação do aborto considerando a autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos, como diz o plano , a união civil de homossexuais e o que considera intolerância contra símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.

Na Esplanada, um dos principais críticos do decreto, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, vai levar a Lula um levantamento técnico com os principais pontos de preocupação do setor agrícola em relação ao documento.

TRANSGÊNICOS

Embora o texto tenha sido endossado pelo secretário executivo José Gerardo Fontelles, o Ministério da Agricultura quer a revisão não só da parte que trata de invasão de terras e reintegração de posse, mas da diretriz que determina a garantia da aplicação do princípio da precaução no uso de transgênicos.

O uso desse princípio pressupõe que determinada ação não ocorra se houver dúvida de que possa ocorrer dano à saúde e ao meio ambiente. Na análise técnica preparada pela Agricultura, essa restrição funciona na prática como uma barreira ao uso de transgênicos, matéria já vencida. A avaliação é de que essa nova diretriz constitui um retrocesso e se sobrepõe ao trabalho da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

O estudo técnico também aponta como extremamente preocupante para a economia a parte do programa que condena as monoculturas, especialmente a de soja. Assessores do ministério ressaltam que 70% do plantio de soja é feito por produtores médios e pequenos.

O ministério avalia, ainda, como inconstitucional e um perigo jurídico a proposta de institucionalizar, por meio de projeto de lei, a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos. A mediação, como o previsto no decreto, seria uma medida preliminar à avaliação da concessão de liminares para reintegração de posse.

Autores: Adriana Fernandes, Luiz Alberto Weber

Fonte: O Estado de S. Paulo

Minerthal ajusta o foco e abre novas filiais no país

janeiro 14th, 2010

Uma das mais tradicionais empresas de nutrição animal de capital nacional do país, a Minerthal, sediada em São Paulo, está expandindo suas fronteiras no Brasil. Depois de vender sua unidade de produtos veterinários no ano passado para se dedicar com exclusividade ao segmento de alimentação animal, a empresa colocará em funcionamento duas novas filiais, em Tocantins e Mato Grosso.

A estratégia da Minerthal não envolve plantas próprias nesses Estados. A companhia preferiu firmar parcerias e terceirizar a produção, com autonomia para manter seus padrões. “O fosfato e os micronutrientes utilizados em nossos produtos serão enviados a partir de nossa unidade em Goiânia, para que a mistura seja feita localmente”, diz Sergio Carlo Franco Morgulis, sócio e diretor-técnico da empresa.

A primeira nova filial a entrar em operação será a de Tocantins. A produção começará ainda neste primeiro semestre. Com negociações mais adiantadas, a unidade atenderá à demanda da pecuária do próprio Estado, da Bahia e de parte do Pará. O abastecimento de sal mineral e produtos importados poderá ser complementado via portos da região Nordeste.

A filial mato-grossense deverá iniciar suas atividades na segunda metade do ano. A ideia é abastecer o Estado, que abriga o maior rebanho do país e tem potencial de elevar o nível de tecnologia empregada na produção de carne. Nas duas novas unidades, o investimento previsto é de R$ 500 mil.

Com as duas novas operações, a empresa pretende elevar em 25% sua produção de suplementos minerais para a pecuária e chegar a 22,5 mil toneladas ainda este ano. Em 2009, a Minerthal produziu pouco mais de 18 mil toneladas em suas unidades de Goiânia e Araçatuba, no interior paulista. O volume é suficiente para atender à suplementação alimentar de um rebanho próximo a 2 milhões de cabeças.

Mais do que expandir a produção, a empresa pretende, com as novas filiais, reduzir seu custo logístico com a distribuição dos suplementos. Em Mato Grosso, por exemplo, a ideia é utilizar a grande produção de soja e milho para produzir suplementos minerais enriquecidos com proteínas. “Dessa forma, deixamos de trazer soja de Mato Grosso para São Paulo para enviar o suplemento pronto novamente para Mato Grosso”, explica Morgulis.

O executivo explica que no mercado de nutrição é comum o pecuarista desistir de um negócio por centavos. Por esse motivo, a logística passa a ter um peso importante na comercialização, bem como a escala. “Creio que é possível se obter ganhos de eficiência na pecuária e por isso estamos investindo, mas a viabilidade econômica do uso da tecnologia está relacionada com a política extrativista que ainda é adotada pela atividade. Enquanto ela prevalecer o uso da tecnologia será limitado”, afirma.

Em 2009 a empresa vendeu sua unidade de saúde animal para a Tortuga e passou a se concentrar na produção e comercialização de produtos para nutrição animal. Fundada em 1973 pelo veterinário Luciano Frankenthal, a Minerthal reestruturou sua administração após a morte de Renato Frankenthal , filho do fundador e sócio majoritário. Hoje, a companhia tem um conselho administrativo e Morgulis é seu principal executivo e porta-voz.

Alexandre Inacio

Usina Vertente ainda resiste à oferta da Bunge

janeiro 14th, 2010

A Bunge anunciou ontem na bolsa de Nova York que finalizou o acordo para a compra de 100% de participação de mais quatro das cinco usinas do Grupo Moema que a multinacional ainda não tinha adquirido. O negócio contemplou, inclusive, a usina Itapagipe, que tinha a americana Cargill como acionista, com fatia de 43,75%.

Mas não foi a tradicional rival que impôs dificuldades ao plano da Bunge de ser uma das líderes consolidadoras do segmento sucroalcooleiro. A grande surpresa foi a usina Vertente, de Guaraci (SP). O grupo Humus Agroterra, que detinha 50% de participação na usina até antes de o grupo Moema vender sua metade para a Bunge, finalizou a rodada de negociações ampliando sua fatia na usina e obtendo, portanto, o controle.

O que ocorreu, explica uma fonte de mercado, é que o grupo Humus decidiu exercer seu direito de preferência e trocou os 30% que detinha na usina Guariroba (SP) – também em sociedade com o grupo Moema – por uma maior participação na Vertente. O Valor apurou que a decisão do grupo Humus, controlado pela CLEEL Empreendimentos, de exercer o direito de preferência deveu-se ao fato de ainda haver indecisão por parte da família controladora de se desfazer do negócio. “Além disso, a usina Vertente é muito boa e isso reforça dúvidas se vale ou não a pena vender”, diz a mesma fonte. A Vertente começou a operar em 2004 e tem capacidade para moer ais de 1,5 milhão de toneladas.

Apesar do interesse da Bunge em adquirir a totalidade das ações da Vertente, o Valor também apurou que o grupo Humus cogita até fazer uma oferta pela fatia da nova sócia. O negócio – compra ou venda -, segundo a fonte, deve ser fechado nos próximos dez dias. Se resolver vender sua parte para a multinacional, o grupo Humus deverá buscar uma condição mais favorável que a oferecida pelas participações nas outras quatro usinas que a Bunge ficou com 100%. Fontes do mercado admitem que a resistência atual é parte dessa tática.

No dia 24 deste mês a Bunge anunciou a compra do Grupo Moema, que tinha como principal acionista o empresário Maurílio Biagi Filho. Com os acordos anunciados ontem, a multinacional passa a deter 89% dos 15,4 milhões de toneladas de capacidade de moagem da Moema. Se dobrar a Vertente, a operação totalizará US$ 1,48 bilhão, a maior parte por meio de troca de ações da matriz Bunge Limited. No total, a múlti deve emitir 10,8 milhões de ações e assumir dívidas de US$ 675 milhões.

Fabiana Batista

Pioneer® é uma das empresas participantes do Show Safra 2010

janeiro 14th, 2010

A Pioneer Sementes é uma das 25 empresas que estarão presentes no Show Safra 2010, que se inicia nesta sexta-feira, dia 15 de janeiro e segue até o dia 16. A empresa apresentará aos visitantes do evento seus lançamentos para a região em híbridos e cultivares para a safra 2010, além de toda a tecnologia disponível no mercado, já que é a única empresa que oferece todas as tecnologias, YieldGard®, Roundup Ready® e Herculex® I.

Em lançamentos de híbridos de milho, a Pioneer disponibiliza no mercado o P3646 e o P3862. Os híbridos apresentam elevado potencial produtivo com alta resposta ao manejo. Como recomendação o P3646 deve ser evitado em áreas com alta incidência de Polysora e o P3862 em áreas com histórico de alta incidência de grão ardido.

No lançamento de cultivares de soja a Pioneer traz a 98Y30. De ciclo precoce a cultivar 98Y30 é caracterizada pela alta produtividade, estabilidade e ótima tolerância ao acamamento e resistência ao Nematóide do Cisto. A cultivar 98Y30 possui o Gene Roundup Ready®, que apresenta resistência ao glifosato.

O Show safra é promovido pela Fundação Rio Verde e se realizará na cidade de Lucas de Rio Verde, na sede da Fundação. Nos dois dias do evento serão feitas apresentações, dias de campo da Soja e do Milho, além de palestras como Safrinha 2010 com o tema Hora de Corrigir os Limitantes e Comportamento de Pragas e Doenças. Para mais informações acesse a agenda de eventos no Portal Pioneer (www.pioneersementes.com.br).

® YieldGard é marca registrada utilizada sob licença da Monsanto Company

® Herculex é marca registrada e utilizada sob licença da Dow AgroSciences.
® Roundup Ready é marca registrada utilizada sob licença da Monsanto Company.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

Abertas inscrições para feira Gulfood, em Dubai

janeiro 14th, 2010

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), abriu inscrições para empresários da área de alimentos e bebidas interessados em participar de missão comercial aos Emirados Árabes Unidos, em fevereiro. Pelo terceiro ano seguido, o ministério e a Câmara de Comércio Árabe Brasileira organizam participação na maior feira do setor no Oriente Médio, a Gulfood. O evento será realizado entre 21 e 24 de fevereiro, em Dubai.

Os inscritos terão direito a espaço individualizado e acesso à área comum do estande brasileiro, além de espaço no catálogo das empresas presentes no evento.

Para fazer parte da delegação organizada pelo Mapa, é preciso preencher formulário de inscrição, que pode ser acessado no site www.agricultura.gov.br ou solicitado pelo e-mail dpi@agricultura.gov.br e enviado até o dia 20 de janeiro de 2010.

Em virtude do limitado número de vagas, o ministério divulgará, após o encerramento das inscrições, a lista das empresas selecionadas, que deverão efetuar pagamento da taxa de inscrição. Mais informações pelo telefone (61) 3218-2817.

Vendas para os Emirados Árabes
As participações em missões, como a Gulfood, divulgam o agronegócio nacional e incrementam as exportações do setor. Exemplo disso é o crescimento de 49% dos embarques para os Emirados Árabes, na comparação entre 2008 e 2009. No último ano, a receita foi de mais de US$ 1,14 bilhão.

As vendas que apresentaram maior crescimento foram as do complexo sucroalcooleiro (244%), farinhas e preparações (335%), produtos oleaginosos, com exceção da soja (quase 6.000%) e produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos (423%).