Arquivo para setembro \15\UTC 2009

PR – Convênio busca adesão ao mercado de carbono

setembro 15th, 2009

Com orçamento inicial de R$ 300 mil, um convênio firmado entre a usina Itaipu e o setor agrícola abre caminho para a certificação de áreas que adotam o plantio direto na palha (PDP) e, assim, geram crédito de carbono. En­­quanto uma equipe técnica coordenada pela Federação Brasileira de PDP se encarrega de orientar agricultores e profissionais da região do Lago de Itaipu a aperfeiçoarem o PDP, líderes do setor participam de discussões políticas para que a retenção de gases do efeito estufa sob a palhada seja reconhecida internacionalmente como ação favorável ao equilíbrio climático.

Assim como tem certificação orgânica, vai ter a certificação do plantio direto, explica o diretor de Coordenação e Meio Ambiente de Itaipu, Nelton Friedrich. Para um estado agroindustrial como o Paraná, a prática representa redução de custos e ganho de produtividade, defende. A ideia é conseguir, no longo prazo, remuneração pela geração de crédito de carbono.

O programa vai funcionar, num primeiro momento, como um estímulo à adoção do plantio direto com qualidade, frisa o assessor técnico da Federação Brasileira de PDP, Bady Cury. A certificação será o segundo passo. Ele antecipa que os produtores e técnicos dos municípios do Oeste serão aconselhados a adotar práticas como a rotação de culturas e o uso de adubação verde. A própria Federação poderá atuar como certificadora, observa Cury.

O convênio foi confirmado no simpósio internacional sobre plan­­­­tio direto realizado semana passada em Foz do Iguaçu. A Fede­­ração de PDP vai instalar um escritório dentro do Parque Tecnológico de Itaipu, que tem 50 mil metros de área construída, re­­lata o agrônomo Ivo Mello. Ex-pre­si­­­dente da Federação, ele vai coordenar o programa. Outro agrônomo deve se dedicar à expansão do PDP na região Oeste com uma equi­­pe de técnicos e estudantes.

O simpósio realizado em Foz emitiu documento de apelo aos governos de Brasil e Para­guai para que defendam o PDP como forma de retenção de crédito de carbono. A Federação de PDP monitora estudos sobre a contribuição do sistema por hectare. As inúmeros pesquisas em andamento indicam que a contribuição para o ambiente alcançada no Brasil é equivalente à observada em países como Canadá e Estados Unidos, sustenta Mello.

PR – Brasil faz frente no sistema Plantio Direto

setembro 15th, 2009

O Brasil deve chegar à conversão de 30 milhões de hectares de lavouras ao plantio direto ainda nesta década, conforme dados da Federação Brasileira de PDP. Isso faz com que o país ultrapasse os Estados Unidos. Em área absoluta, cerca de 26 milhões de hectares das lavouras norte-americanas adotam o sistema. Proporcionalmente, o PDP tem 38% da área agrícola no Brasil (considerando grãos e outras culturas) e 10% nos EUA.

A conversão das lavouras brasileiras começou na década de 70, pelas regiões Norte e Centro-Sul do Paraná. Até o final dos anos 80, havia apenas 1 milhão de hectares convertidos. Nos anos 90, no entanto, chegou-se a 14,4 milhões e, na primeira metade da década atual, houve salto para 25,5 milhões de hectares.

Nova avaliação será feita para aferir a expansão observada nas safras mais recentes. Juntos, Brasil, Argentina e Paraguai teriam perto de 50 milhões de hectares de PDP, 20 milhões a mais que os EUA. (JR)

PR – O plantio direto a serviço de Itaipu

setembro 15th, 2009

Adotado em pelo menos 75% das lavouras de grãos paranaenses, o sistema de plantio direto na palha (PDP) tornou-se aliado do meio ambiente e da geração de energia elétrica. Garantiu, na Costa Oeste, que o reservatório da maior usina hidrelétrica do mundo, a Itaipu Binacional, ficasse longe do assoreamento e recebesse água de qualidade.

O volume de solo que poderia chegar ao Lago de Itaipu anualmente, mas fica retido na palhada que cobre a terra, daria para encher 2 milhões de caminhões de 25 toneladas. A conta vem da estimativa técnica de que a água das chuvas carrega 144 toneladas de material por hectare em áreas desprotegidas do Paraná todo ano. A Costa Oeste cultiva cerca de 500 mil hectares de soja e milho, que poderiam perder 72 milhões de toneladas/ano. Em dois terços dessa área, no entanto, há plantio direto, o que faz com que esse risco seja 54 milhões de toneladas/ano menor.

A contribuição do PDP se acentuou nos últimos dez anos. Em 1997, uma equipe do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) fez um diagnóstico na região do Lago de Itaipu para verificar o estágio do plantio direto. A pesquisa revelou, entre outras questões, que a rotação de cultura, critério básico do PDP, não era feita corretamente, e que 85% dos agricultores ainda remexiam o solo, enterrando a palha, a cada três ou quatro anos. Desde então, uma série de campanhas tenta corrigir esses problemas.

O técnico do Iapar Ademir Calegari, especialista em solos, calcula que o sistema reduz em 95% o assoreamento no Lago. O plantio direto é a alternativa de manejo que mais contribuiu para a preservação do ambiente, afirma. O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, reconhece que o plantio direto assegurou água de qualidade para o Lago de Itaipu.

Samek observa que a cada 33 dias toda a água de Itaipu é renovada, ou seja, 29 bilhões de metros cúbicos de água chegam ao reservatório. A água é de excelente qualidade e não temos problemas de assoreamento.

Mesmo com a contribuição do PDP, a vida útil da usina é uma incógnita. Estudos geológicos indicam que Itaipu, em funcionamento desde 1982, tem 200 anos pela frente. Antes da expansão do plantio direto, havia previsões que apontavam para menos 50 anos de vida útil. A redução da erosão e do assoreamento teria adiado por pelo menos 30 anos a necessidade de intervenções como dragagem. Problemas da próxima década só devem aparecer após 2040.

A evolução das máquinas amplia os benefícios do PDP, afirma o agrônomo especialista neste assunto Ruy Casão, do Iapar. Hoje em dia, 99% das máquinas de plantio fabricadas no Brasil são para o plantio direto. Arados e grades são usados praticamente só em terraplanagem. Em sua avaliação, tanto no campo como na indústria, ainda há muito a avançar. Os produtores vão usando novas espécies de plantas, a concentração de palha aumenta e há mais conhecimento sobre os diferentes tipos de solo. Isso requer máquinas e equipamentos mais eficientes.

Preocupação
O problema do assoreamento e da poluição do Lago de Itaipu, porém, não está resolvido. O diretor de Coordenação da Itaipu Binacional, Nelton Friedrich, considera que o plantio direto precisa ser aperfeiçoado e que outras medidas de impacto devem ser tomadas, como o plantio de mata ciliar, a readequação de estradas e a implantação de abastecedouros comunitários. A região que influi diretamente no lago tem 1 milhão de habitantes e concentra criadouros de aves e suínos, lembra. Friedrich considera que o impacto do lixo urbano e dos resíduos da produção agrícola precisa ser permanentemente contido.

Stephanes confia em mudança no Código Florestal até dezembro

setembro 14th, 2009

Em rápida conversa com a Agência Safras, no aeroporto de Brasília (DF), nesta segunda, dia 14, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, disse que está confiante quanto a mudanças no Código Florestal Brasileiro até 11 de dezembro, data em que entra em vigor o decreto que regulamenta a Lei de Crimes Ambientais e que poderá inviabilizar a atividade de cerca de um milhão de agricultores em todo o país.

Conforme Stephanes, a decisão de tentar estabelecer alterações no código está na mão dos deputados e senadores, que estão atuando em conjunto com técnicos do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente com o intuito de tentar acabar com a insegurança dos mais de três milhões de agricultores que estão em situação irregular por conta da legislação atual, data de 15 de setembro de 1965 (Lei 4771), e que não considerou a evolução da agricultura ao longo dos anos. Ele disse que a intenção em fazer alterações no código não visa deixá-lo flexível, mas sim corrigir eventuais erros que possam ter sido cometidos.

Na semana passada, Stephanes enfatizou que seriam necessárias cinco alterações básicas no atual Código Florestal, como a soma das margens de rios e de nascentes no cálculo da reserva legal obrigatória (que varia de 20% a 80% do tamanho da propriedade, dependendo do bioma em que se encontra); a permissão do uso de várzeas, topos de morros e encostas em áreas já consolidadas por uma agricultura sustentável (caso de grande parte das plantações de café de Minas Gerais, que, de acordo com a lei, registra uma produção ilegal); a possibilidade dos pequenos produtores que não estão à margem de rios e nascentes de fazer sua reserva legal de forma mista, levando em conta a biodiversidade e o cultivo de árvores que pudessem ser exploradas economicamente, como o babaçu e o dendezeiro; a permissão para que as maiores propriedades rurais possam fazer em outras áreas o reflorestamento da reserva legal obrigatória, sem que se perdessem áreas com terras muito boas e que já estão produzindo há muito tempo(como é o caso de várias fazendas, principalmente no Paraná, em São Paulo e Santa Catarina e no Rio Grande do Sul) e a anistia a produtores que procuram o governo para regularizar alguma situação relacionada ao Código Florestal, ocorrida no passado, sem terem o devido conhecimento de que estavam exercendo algo contrário à legislação.

O ministro acredita que algum resultado efetivo por parte dos ministérios e do congresso possa ser trazido à sociedade dentro de alguns dias.

Teremos uma reunião na próxima semana na qual deveremos ter resultados desse esforço conjunto para propormos as devidas alterações no Código Florestal conclui.

Análise de mercado futuro do boi gordo

setembro 14th, 2009

Uma segunda mais animadora, porém a terça será de testes. Boi gordo inicia a semana positivando no mercado futuro porém graficamente continua operando em tendência de baixa e para que possamos acreditar em uma reação para a tendência de alta, será necessário romper os 79,70 e fechar acima deste valor no contrato outubro.

No mercado físico as escalas de abate encurtaram para 5 dias e muitos frigorífiocos ficaram de fora das compras. A pressão no preços diminuiu e a queda no volume de chuva favorece os pecuaristas, que estavam tendo de vender seus boi em confinamento antes do previsto e acabram contribuindo para a pressão nos preços. Os preços no atacado ficaram estáveis e nesta terça-feira poderemos avaliar os números sobre as vendas no final de semana assim como as exportações nas duas primeiras semanas do mês.

Outubro se aproxima e o mercado futuro mantém ospreços deste vencimento mais de 4% acima dos atuais preços no físico, apesar de parecer ter caído bastante requer cautela, pois a próxima barreira a ser vencida será os R$ 79,70.

Leandro Martini Paz – Mesa Boi Gordo

Fonte: XP Investimentos

Análise do mercado futuro milho e soja

setembro 14th, 2009

Começamos a semana em queda para a soja e para o milho. Tanto milho quanto soja depois dos números do USDA e do clima favorável para as lavouras encerraram a segundafeira com seus preços em baixa. O USDA anunciou que as inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 278,905 mil toneladas na semana encerrada no dia 10 de setembro, sendo que na semana anterior, as inspeções haviam atingido 326,973 mil toneladas. Hoje no final da tarde o USDA vai divulgar as condições das lavouras norte americanas de soja e milho. O contrato de soja com vencimento em maio 2010 na BM&F fechou o dia em baixa de 0,44%, com a saca sendo cotada em US$ 20,21.

Os EUA taxaram em 35% as importações de pneus da China e os chineses já acionaram a OMC contra a taxa, esse acontecimento poderá influenciar negativamente nas negociações agrícolas entre os dois países. Entretanto, em Chicago, o mercado demonstrou que esse impacto poderá não surtir efeito imediato para as commodities agrícolas já que os contratos de soja em grão com vencimento em novembro ficaram a US$ 9,09 o bushel, alta de 6 centavos, para janeiro 2010 ganho de 3,75 centavos, cotado a US$ 9,13 ¾ o bushel. Para o milho o USDA indicou hoje que as inspeções de exportação norte-americana chegaram a 1.029,395 mil toneladas na semana encerrada no dia 10 de setembro contra 1.212,576 mil toneladas da semana anterior.

As chuvas que ocorreram nos últimos dias no Paraná atrasaram os trabalhos de término da colheita de milho safrinha que atinge até o momento 90%. Sem grandes novidades, os altos estoques impedem que o milho recupere os preços no curto prazo. Na BM&F o contrato com vencimento em novembro 09 ficou em R$ 19,45 a saca, baixa de 0,77% Em Chicago, clima favorável para as lavouras e alta produção fizeram os preços recuarem, a posição dezembro de 2009 finalizou cotada a US$ 3,17 3/4 por bushel, queda de 2,00 centavos de dólar em relação ao último fechamento. A posição março fechou cotada a US$ 3,31 1/4 por bushel, queda de 1,75 centavos de dólar.

Paulo Chiarelli – Mesa Agrícola

Fonte: XP Investimentos

SP -Unesp de Botucatu realiza Semana de Estudos Agropecuários e Florestais

setembro 14th, 2009

A vigésima terceira edição Semana de Estudos Agropecuários e Florestais da Botucatu (SEAB) que acontece de 28 de setembro a 02 de outubro na Fazenda Experimental Lageado, campus da Unesp está com inscrições abertas.

Promovida pela Associação SEAB, integrada por alunos da Faculdade de Ciências Agronômicas e da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, a Semana terá 16 cursos simultâneos nas áreas de Agronomia, Engenharia Florestal, Medicina Veterinária e Zootecnia, ministrados por pesquisadores e profissionais respeitados em suas áreas de atuação.

A inscrição custa R$70,00 para alunos de graduação e pós-graduação e R$80,00 para profissionais e produtores, até o dia 20 de setembro; a partir de 21 de setembro o preço passa a ser de R$85,00 para graduandos e pós-graduandos e R$100,00 para profissionais.

Inscrições e informações detalhadas sobre os cursos no site www.fepaf.org.br , pelo e-mail cursosfepaf@fca.unesp.br ou pelo telefone (14)3882-6300, ramal 3.

As vagas são limitadas.

Confira abaixo uma relação dos cursos oferecidos.

1 – MÉTODOS ALTERNATIVOS DE AGRICULTURA E SILVICULTURA Vai abordar temas direcionados a uma maior responsabilidade sócio-ambiental, visto que é crescente tanto para a sociedade como para o meio ambiente a necessidade de serem reavaliadas as praticas agrícolas e silviculturais;

2 – SISTEMAS AGROFLORESTAIS: PARA ALÉM DO MANEJO, PROPOR NOVOS PARADIGMAS PARA A AGRICULTURA – Os Sistemas Agroflorestais (SAFs) são formas economicamente viáveis de produção de alimentos e recomposição natural das florestas. O curso tem por objetivo abordar temas ligados ao manejo, recuperação de áreas degradadas, legislação e pesquisa envolvendo os SAFs e propor uma reflexão sobre a questão agrária;

3 – CARACTERIZAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO E ECOLOGIA DO CERRADO – O Cerrado é um dos biomas mais ameaçados no Brasil, o que demonstra a importância de saber, entender e discutir as formas de preservá-lo e restaurá-lo. O curso oferece informações básicas e complementares sobre a ecologia, identificação e caracterização do bioma Cerrado.

4 – SILVICULTURA DE PRECISÃO – O curso abordará as atualidades voltadas para a tecnologia de precisão florestal, fundamentando os conceitos práticos, abordando temas como geoprocessamento e genética inerentes à área.

5 – INSPEÇÃO SANITÁRIA NO CONTEXTO DA SEGURANÇA ALIMENTAR – O curso foi preparado para atualizar os ouvintes com palestras didáticas e bem estruturadas, através de um conjunto excelente de palestrantes, com enfoque na segurança alimentar.

6 – MEDICINA ESPORTIVA EQUINA – Disponibiliza informações atuais sobre temas vinculados ao atendimento e pesquisas para os cavalos atletas, com a predominância de assuntos no contexto extracurricular, visando a aplicação deste conhecimento na indústria eqüestre.

7 – TERAPIAS NÃO MEDICAMENTOSAS APLICADAS À MEDICINA VETERINÁRIA – O curso abordará temas atuais sobre as terapias utilizadas em medicina veterinária as quais não utilizam medicamentos como forma de tratamento através de palestras teóricas e práticas que serão ministradas por profissionais de referência na área.

8 – GERIATRIA EM PEQUENOS ANIMAIS – O curso tem como objetivo discutir as principais patologias em animais idosos de companhia, uma vez que a os avanços na veterinária têm propiciado maior expectativa de vida para cães e gatos.

9 – PRODUÇÃO MAIS LIMPA: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE – Apresenta aos participantes a necessidade de mudança na destinação de resíduos Agroindustriais: Produção mais limpa na Agropecuária através de Mecanismos Sustentáveis.

10 – ATUALIZAÇÕES EM TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS – Curso sobre tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas nas principais culturas, com novidades sobre o tema, novos manejos e visitas práticas.

11 – FRUTAS DE EXPORTAÇÃO E SUA IMPORTÂNCIA ECONÔMICA NO MERCADO BRASILEIRO – Apresenta atualidades no campo de exportação de frutas e quais os impactos dessa atividade no mercado brasileiro. O curso trará aos participantes visões sobre esse nicho de mercado e sobre como as exportações podem beneficiar o mercado brasileiro.

12 – INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS EM FITOSSANIDADE – O maior desafio da ciência e do homem é conciliar o desenvolvimento socioeconômico e a preservação do meio ambiente. Pensando nisso, o curso traz a oportunidade de conhecer e discutir os conhecimentos e tecnologias gerados nas principais empresas e instituições de ensino e pesquisa do país na área de proteção de plantas.

13 – AQUICULTURA: RUMO AO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO E DO MERCADO – O curso tem como objetivo disponibilizar conhecimentos sobre a área de aqüicultura, no intuito de proporcionar as boas práticas na produção e as novas tendências mercadológicas, oferecendo a base para atuação na área de aquicultura e no mercado.

14 – CASQUEAMENTO E FERRAGEAMENTO EQUINO – Oferece aos interessados maior vivência com a espécie equina, aprofundamento no estudo sobre cavalos e auxílio sobre a atuação do profissional no mercado de trabalho, complementando a formação acadêmica.

15 – QUALIDADE NA CADEIA PRODUTIVA DE CARNE E LEITE – O curso tem como objetivos integrar aos alunos e profissionais conhecimentos sobre a área de produção, gestão e qualidade dos produtos de origem animal, no intuito de proporcionar as boas práticas na produção e as novas tendências mercadológicas.

16 – CINOTECNIA: MANEJO, CARACTERÍSTICAS ZOOTÉCNICAS E DIFERENCIAÇÃO CLÍNICA DAS PRINCIPAIS RAÇAS DE CÃES – Curso destinado aos profissionais e interessados na área de criação de cães, cinotecnia e cinofilia, sendo importante na diferenciação do clínico médico de pequenos animais e no aprimoramento de profissionais ligados ao mercado pet, tornando-os mais competitivos.

Fonte e informações adicionais: FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNESP – CÂMPUS DE BOTUCATU
Contato: (14) 3811-6157

Credenciamento no Comitê de Pesquisa da Amazônia possibilita financiamento de projetos

setembro 14th, 2009

Pesquisadores e técnicos da Embrapa Acre participaram de reunião, na quinta-feira (10), com os representantes da Coordenação de Articulação Tecnológica da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), William Kashimura e Luiz Nistal. Esta é a segunda vez que a Unidade passa pelo processo de avaliação dos critérios que garantem a manutenção do seu credenciamento no Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (CAPDA).
O CAPDA é responsável pela gestão dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), organismo que financia programas e projetos voltados para a pesquisa, desenvolvimento e inovação no País, por meio de editais lançados pelos diversos Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia. Composto por representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Suframa, o Comitê conta com 106 empresas credenciadas.
Para se credenciar os centros ou institutos de pesquisa precisam comprovar a execução de pesquisa e desenvolvimento como principal atividade e a existência de infraestrutura de laboratórios e instalações compatíveis com tais atividades entre outros critérios. Segundo Kashimura, a revisão para renovação do credenciamento acontece a cada dois anos, por meio de visita técnica às instituições. No caso da Embrapa Acre, as exigências estão sendo estritamente atendidas.
CT-Amazônia
A Embrapa Acre está entre as 36 instituições de pesquisa que acessaram, nos últimos dois anos, os editais do CT-Amazônia, um dos 16 Fundos Setoriais que atualmente integram o FNDCT. Com o objetivo de fomentar a pesquisa e o desenvolvimento na região amazônica, os recursos deste Fundo provêm de empresas cuja finalidade é a produção de bens e serviços de informática industrializados na Zona Franca de Manaus.
Lúcia Wadt, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Unidade, explica que a participação no Comitê possibilita a captação de recursos para realização de pesquisas relevantes para a região, além de investimentos em capacitação profissional. Atualmente temos oito projetos de pesquisa nas áreas de melhoramento genético e conservação e uso sustentável de recursos naturais, financiados com recursos deste Fundo, totalizando mais de meio milhão de reais. O principal diferencial destes financiamentos é a flexibilidade na operacionalização financeira, diz.
Os Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia foram criados a partir de 1999, como fontes complementares de recursos para o desenvolvimento de setores estratégicos do País. 14 deles estão relacionados a setores específicos e dois voltados para a execução de ações transversais do governo federal, por meio de programas estratégicos do Ministério da Ciência e Tecnologia, com ênfase na Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior.
Conforme explica Kashimura, a maioria dos recursos destes mecanismos é alocada no FNDCT e administrada pela Secretaria Executiva da FINEP (Financiadora de Projetos). Os recursos destinados ao fomento tecnológico são administrados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Mais informações:
Embrapa Acre

Syngenta divulga portfolio para cultura do arroz no RS

setembro 14th, 2009

A Syngenta, juntamente com A Plantécnica Soluções Agrícolas Ltda, está reunindo arrozeiros em Jaguarão e Santa Vitória do Palmar, no RS, para apresentação dos Produtos Syngenta para a Cultura do Arroz.

Nesta terça-feira (15/09), o evento será realizado às 19 horas, no Rancho da Amizade, em frente ao CTG Rodeio dos Palmares, em Santa Vitória do Palmar.

No dia 17 de setembro, o evento ocorre na Av. Bento Gonçalves n° 2177 (No salão do Parque do Sindicato Rural de Jaguarão), em Jaguarão.

O objetivo é apresentar o portfólio para a rizicultura da empresa. A Syngenta informa que está atuando firme também na cultura do arroz, oferecendo ao mercado produtos que somam inovação, tecnologia e a confiabilidade garantidos pelos resultados comprovados no campo.

Durante o encontro técnicos da empresa estarão disponíveis para esclarecimentos de dúvidas dos produtores.

Em Jaguarão, confirmar presença com Ricardo Rocha – 53 9948 5836 / ricardorocha248@hotmail.com

Em Santa Vitória do Palmar, confirmar presença com Frederico – 53 9948 5840 / fredericodlemos@yahoo.com.br

Fonte: Syngenta

PR – Curso sobre projetos para MDL e crédito de carbono

setembro 14th, 2009

Estão abertas as inscrições para o Curso de Formação Rápida em Elaboração de Projetos para MDL e Crédito de Carbono, na UFPR, de Curitiba/PR.

O curso tem como objetivo Capacitar profissionais à área ambiental.

Maiores informações no site www.pecca.com.br/projetocarbono ou pelo e-mail pcc@ufpr.br ou pelos nossos telefones: 41-3350-5787 /3350-5696 / 3253-5569

Diversificar para competir

setembro 14th, 2009

Para chegar a um processo de produção do etanol de segunda geração que seja economicamente viável, torna-se necessário também diversificar as matérias-primas a serem utilizadas. Esse foi um dos diagnósticos levantados pelos participantes do BIOEN Workshop on Process for Ethanol Production, realizado na sede da FAPESP no dia 10.

O evento que fez parte das atividades do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia reuniu cientistas do Brasil e dos Estados Unidos para discutir o panorama das pesquisas no setor, além da produção global e sustentável de bioenergia, nova geração de biocombustíveis, demandas tecnológicas e processos utilizados na produção do etanol.

Diversos aspectos foram levantados que vão da produção e comercialização do etanol à preocupação crescente com o meio ambiente e com a segurança.

Há um grande potencial de uso do bagaço, de folhas e de palhas. Já temos inclusive a produção de bioeletricidade disponível. Não importa o tipo de matéria-prima que se use, a diversidade aumenta a competitividade, o que é algo muito bom, disse Wilson Araújo, pesquisador da DuPont Biofuels LA, que apresentou a atuação da empresa e o panorama das pesquisas feitas por ela sobre a biomassa a partir da cana-de-açúcar.

Parte dos estudos apresentados focou a ampliação das possibilidades de uso de matérias-primas para a produção do etanol como o bagaço e a palha da cana, no caso brasileiro, ou o milho, em relação à produção de etanol nos Estados Unidos.

Mas o maior volume das discussões se concentrou nos processos de tratamento da matéria-prima utilizada, a fim de tornar a produção do biocombustível economicamente viável. As palestras abordaram tanto o pré-tratamento do bagaço de cana, passando pelo processo de fermentação, como o tratamento do caldo, e a necessidade de demandas tecnológicas e de monitoramento na produção em larga escala.

Justin van Rooyen, diretor de desenvolvimento de negócios da empresa Mascoma, apresentou as inovações incorporadas nos Estados Unidos na produção de etanol produzidos a partir do milho.

Segundo ele, há grande disponibilidade de matéria-prima barata, como aparas de madeira, bagaço de cana ou sabugo de milho, mas o problema é que, por serem formados por celulose, só podem se transformar em biocombustíveis quando submetidos a reações de hidrólise (processo químico de quebra de moléculas).

Quando consideramos os custos de uma instalação química, os números de etapas do processo aumentam o valor final e encaremcem o produto, disse Van Rooyen. No caso da produção de biocombustíveis, as etapas envolvem a produção de enzimas, sacarificação, fermentação de pentoses (açúcares de cinco carbonos) e fermentações de hexoses (açúcares com seis carbonos).

Segundo Van Rooyen, o custo para o fornecimento de enzimas é o segundo principal fator que eleva o preço. Nos níveis atuais de fornecimento de enzimas, há muito pouca chance de chegar a uma solução que possa competir com a gasolina derivada de petróleo, apontou.

O que tentamos solucionar é como pegar essa biomassa e quebrá-la em açúcares que possam ser usados para produzir combustíveis químicos, disse ao falar do processo denominado de bioprocessamento consolidado. Na técnica, desenvolvida por seu grupo, as quatro transformações biológicas envolvidas na produção do bioetanol produção de enzimas, sacarificação, fermentação de hexoses e fermentação de pentoses ocorrem em uma única fase.

Subprodutos e uso da água

Microrganismos geneticamente modificados produzem enzimas com melhor atividade que as utilizadas pelos outros processos, segundo Van Rooyen. A Mascoma, que tem como cofundador Lee Rybeck Lynd, da Thayer School of Engineering, que também esteve no woorkshop na FAPESP, obteve a patente de micróbios capazes de produzir enzimas utilizadas na hidrólise.

O uso do processo biológico com enzimas externas é muito caro e economicamente inviável. Estamos simplificando o processo, por duas razões: reduzir o custo e eliminar as enzimas, destacou.

Segundo ele, a técnica de bioprocessamento consolidado permite a conversão de biomassa de uma vez. Com isso, conseguimos remover a necessidade de enzima externa e uma parte do capital necessária no processo, disse.

As bactérias desenvolvidas conseguem romper e quebrar a biomassa do milho. Mas precisamos programá-las para que parem de produzir os outros subprodutos e produzam só o etanol, apontou.

Nos testes iniciais feitos com leveduras houve uma melhora de cerca de 3 mil vezes nos níveis de expressão da celulose. O problema é que elas produzem uma série de outros subprodutos. O grupo conseguiu resolver o problema do uso da biomassa, mas, segundo o pesquisador norte-americano, é preciso olhar para outras dimensões em relação ao uso da matéria-prima.

No Brasil, existe a oportunidade para o bagaço da cana, uma matéria-prima interessante. Outra provavelmente mais fácil de processar é o lodo de papel, derivado das usinas de celulose. Tem muita celulose que é perdida no processo de fabricação, explicou.

Questionado por alguns participantes do workshop sobre o impacto do consumo de água para o processo industrial dessa alternativa de produção de biocombustíveis, Van Rooyen concordou ser esta uma preocupação, em especial nos Estados Unidos, porque o milho consome muita água para crescer.

Mas o vantajoso nesse processo é que grande parte da água que é necessária já vem da biomassa. O teor de umidade na madeira analisada ficou em cerca de 50%. Não sei qual o teor da umidade do bagaço, mas em uma instalação química usamos água não consumida, disse.

Mais informações: www.fapesp.br/bioen.

BA – Café do Oeste da Bahia sob novos desafios

setembro 14th, 2009

A cafeicultura do Oeste da Bahia é reconhecida pelo perfil empresarial e produção em grande escala, sendo uma das regiões cafeeiras de menores riscos climáticos. Estes elementos serviram de estímulo a um grupo de empresários que investem na produção do café arábica irrigado.

No intuito de trabalhar coletivamente alguns desafios do setor,em 2006 foi criada a Bahia Coffee Produtores Associados. Entretanto, em assembléia realizada no último dia 10 de setembro, a entidade aprovou a mudança de nome, cuja nova denominação passou a ser ABACAFÉ Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia.

Representando cafeicultores da região do cerrado da Bahia, a ABACAFÉ informa que está centrada na representação setorial, buscando a promoção comercial,juntamente com ações no âmbito da inovação tecnológica e capacitaçãoprofissional de seu quadro de sócios.

Sob a presidência do cafeicultor Lucas Favaro Garcia, a entidade desenhou nova dinâmica de atuação, mantendo ações conjuntas com diversasoutras entidades de apoio. Com estes propósitos, a entidade trabalha nofortalecimento e organização da moderna cafeicultura do Oeste da Bahia.

Mais informações, a partir de 20 de setembro no novo site da entidade: www.abacafe.org.br.

Ivanir Maia
ABACAFÉ – Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia
(77) 3628-2356

SP – IZ realiza encontro sobre controle de parasitos de animais

setembro 14th, 2009

O Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), realiza, quinta-feira (17), Encontro sobre controle de parasitos de animais de interesse zootécnico, em Nova Odessa (SP).

O evento que transmitirá novas informações de pesquisas sobre o assunto, destina-se a técnicos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, produtores, técnicos, estudantes e demais interessados.

Coordenado pela pesquisadora do IZ, Cecília José Veríssimo, o evento inicia com o Painel controle de carrapatos com os pequisadores Ricardo D. Signoretti/APTA Alta Mogiana e Leila A. G. Barci, IB/APTA, com as palestras Situação da resistência do carrapato-do-boi a carrapaticidas no Estado de São Paulo por Márcia C. Mendes Instituto Biológico; e Controle do carrapato de eqüinos e febre maculosa em São Paulo por Marcelo B. Labruna USP.

A moderadora Tatiana E. H. Ueno/São José do Rio Preto/APTA estará no painel Outros Parasitos de interesse, com os temas Toxoplasma em ovinos por Eliana M. C. Villalobos IB/APTA; Criptosporidium em bovinos por Ana Lucia Luz Alberti/APTA Presidente Prudente); e Neosporose bovina por Claudia Del Fava IB.

No painel Controle de parasitos de aves será abordado a Resistência e controle alternativo de parasitos de interesse na avicultura por Edna Clara Tucci- IB-SP/APTA; Situação do controle de helmintos em avicultura com Giane Serafim da Silva Apta, Votuporanga/APTA;

A partir das 14 horas, haverá Mesa Redonda com o tema Situação da resistência de nematóides de pequenos ruminantes a anti-helmínticos no Estado de São Paulo.

Estarão presentes os moderadores: José Victor de Oliveira, Apta Colina e Roberto H. Reichert (APTA Registro); e os debatedores Ricardo L. D. Costa (Apta Andradina) e Gabriela Aferri (Apta Gália). Além dos pesquisadores Simone Cristina Méo Niciura (Embrapa, Pecuária Sudeste), Carlos Frederico C. Rodrigues, (Itapetininga/APTA) e Daniela Pontes Chiebao (Apta, Sorocaba), Cecília José Veríssimo (IZ, Nova Odessa/APTA), Daniel de Jesus Oliveira e Vera Claudia L. M. Curci (Apta, Araçatuba), Giane Serafim da Silva (Apta Votuporanga) e Cristina M. P. Barbosa (Apta Itapetininga), Ricardo Lopes Dias da Costa (Andradina/APTA), José Roberto Pereira (Vale do Paraíba/APTA), Luiz Florêncio Franco Margatho (Bauru/APTA), Tatiana E. H. Ueno (APTA, São José do Rio Preto).

As palestras Genética da resistência dos nematóides aos antiparasitários por Marcelo B. Molento, UFPR); e Alternativas: fitoterápicos por Luciana M. Katiki, IZ/APTA) fecharão o encontro às 17h30.

Mais informações sobre inscrições pelo telefone (19) 3466 9455 ou pelo email eventos@iz.sp.gov.br. O IZ fica na Rua Heitor Penteado, 56, Centro.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional – IZ – (19) 3466.9434 Fax: 3466.9413 /
www.iz.sp.gov.br

SP – Programa IZ de Olho no Campo debate potencial da cana

setembro 14th, 2009

Com palestras e visitas em áreas de produção agropecuária, o Instituto de Zootecnia (IZ-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de são Paulo (SAA), realiza no dia 18 de setembro em Nova Odessa (SP), o evento Potencial de Cana-de-açúcar.

O evento é tema do Programa IZ de Olho no Campo, que tem o apoio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (Comder) e terá início às 8h30.

Durante o encontro, estão previstas as palestras Manejo sanitário e impactos ambientais da monocultura da cana-de-açúcar (legislação, queima, mudanças climáticas, degradação dos solos, rios e uso de co-produtos), por Joelmir de Jesus Silva e Gustavo Bortoletto, da Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar Piracicaba/SP (AFOCAPI); e Uso da cana-de-açúcar na alimentação animal, pelo pesquisador Edison Valvasori, do IZ.

O Programa IZ de Olho no Campo, coordenado pelo pesquisador Valdinei Tadeu Paulino, vai até novembro e tem o objetivo de abordar assuntos de interesse dos produtores, como criação e manejo de bovinos de leite, suínos e ovinos, controle parasitário de ruminantes e conservação de forragens. Além disso, busca favorecer a troca de experiências e a difusão de tecnologias, integrando produtores e pesquisadores.

O encontro será realizado na sede do IZ Rua Heitor Penteado, 56 Centro Nova Odessa SP. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3466-9413/9455; e-mail: eventos@iz.sp.gov.br ou ainda pelo site www.iz.sp.gov.br

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional – IZ – (19) 3466.9434 Fax: 3466.9413 /
www.iz.sp.gov.br

Abapa no VII Congresso Brasileiro do Algodão de 15 a 18 de setembro em Foz do Iguaçu – Paraná

setembro 14th, 2009

Diretoria e parceiros da Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa) participarão do VII Congresso Brasileiro do Algodão. O evento acontece de 15 a 18 de setembro, no Hotel Mabu Thermas & Resort, em Foz do Iguaçu – Paraná. Nesta edição, o evento traz como tema central Sustentabilidade da Cotonicultura Brasileira e Expansão dos Mercados.

No dia 17 (quinta-feira), o presidente da Abapa, João Carlos Jacobsen, compõe a mesa dos palestrantes do painel Desafios dos sistemas de produção das principais regiões produtoras, com foco para os Desafios da Cotonicultura da Bahia.

A palestra está prevista para começar às 16 horas, na sala Atlântico e de acordo com Jacobsen, as principais questões abordadas serão as relativas aos custos de produção e investimentos, infra-estrutura, questões trabalhistas, fechamento de safra e exportação.

VII Congresso Brasileiro do Algodão deverá reunir especialistas, técnicos, consultores, produtores, fornecedores, empresários, corretores, industriais e exportadores, que debaterão os grandes problemas da cotonicultura no Brasil e no Mercosul, além das soluções tecnológicas e gerenciais que serão implementadas para tornar a cotonicultura mais competitiva e sustentável.

O evento será realizado pela Associação dos Cotonicultores do Paraná (Acopar), com promoção da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para informações sobre o Congresso, acesse o site www.cbaparana.com.br

Fonte:
Catarina Guedes Assessora de Comunicação
(71) 3379-1777/(71)8881-8064/(77) 8802-0684
Milena Brasil Jornalista Assistente
www.agripress.com.br

BA – Piscicultores estão otimistas com produção de peixes em Chorrochó

setembro 14th, 2009

Os pescadores Gildemar Novaes da Silva e José Ednaldo da Silva, ambos com 35 anos, devem ser os primeiros a colher os resultados do trabalho de povoamento em tanques-redes, feitos no leito do Rio São Francisco, município de Chorrochó, a 498 quilômetros de Salvador. Eles fazem parte da Associação de Piscicultores de Barra do Tarrachil, comunidade que recebeu, no último fim de semana, 34 dos 40 tanques redes para implantação do Projeto de Unidade Demonstrativa de Piscicultura na região.

A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), através da Bahia Pesca, já implantou projetos semelhantes em 28 municípios baianos. Em Chorrochó, a Bahia Pesca fez a doação, há três meses, dos primeiros alevinos, que já foram colocados em seis dos 40 tanques-redes do projeto na região. Os demais 36 tanques foram entregues aos produtores rurais pelo governador Jaques Wagner, pelo secretário da Agricultura, Roberto Muniz, e pelo diretor-presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli, que visitaram a região, no último fim de semana.

Para Muniz, a iniciativa proporciona uma nova perspectiva econômica e coroa de êxito o trabalho de inclusão social. Com a comercialização dos pescados em curto espaço de tempo, os pequenos produtores rurais terão uma garantia de renda, avaliou. A expectativa é de que os peixes, já na fase adulta, possam ser coletados (despescas) nos próximos quatro meses, quando poderão ser consumidos e comercializados na região. É importante porque sabemos quando vamos ter peixe e a sua quantidade, sem o risco de faltar, como já aconteceu com outras espécies, que praticamente desapareceram do rio, concordou o pescador Gildemar Novaes.

Benefícios – Além de Chorrochó, onde o projeto de produção em tanques-redes vai beneficiar diretamente 27 famílias de pequenos produtores rurais da localidade de Barra do Tarrachil, nas margens do Rio São Francisco, um outro projeto está implantado no município vizinho de Rodelas, a 540 quilômetros de Salvador, atendendo a 40 famílias.

Nos dois municípios da região a expectativa dos técnicos da Bahia Pesca é de que sejam produzidas pelo menos 100 toneladas de pescados por ano. Em todo o estado já foram instalados 1,04 mil unidades de produção de pescados através do uso de tanques-redes em 28 municípios, beneficiando aproximadamente 700 famílias de produtores rurais, com uma produção estimada de 1,3 mil toneladas de pescados por ano.

Os projetos estão instalados nos municípios de Xique Xique, Barra, Rodelas, Chorrochó, Adustina, Canudos, Araci, Senhor do Bonfim, Pindobaçu, Itiúba, Ourolândia, Jacobina, Mundo Novo, Macajuba, Ruy Barbosa, Boa Vista do Tupim e Marcionílio Souza. Além desses, projetos desenvolvidos em parceria com as universidades estaduais do Estado da Bahia (Uneb) e do Sudoeste (Uesb) estão instalados nos municípios de Taperoá, Floresta Azul, Jequié, Maracás, Tremedal, Vitória da Conquista, Anagé, Caculé, Ibiassucê, Caraíbas e Paramirim.

Fonte: Seagri/BA

Exportadores de frango dos EUA temem retaliação da China

setembro 14th, 2009

A indústria exportadora de frango dos Estados Unidos está preocupada com uma eventual retaliação da China após o governo Barack Obama ter imposto pesadas tarifas sobre as importações de pneus daquele país. “Com certeza esse temor existe”, disse Dick Lobb, porta-voz do Conselho Nacional do Frango, uma das entidades que reúnem o setor nos EUA.

A China abriu ontem investigação sobre as importações de carne de frango e produtos automotivos dos Estados Unidos, apenas dois dias após a decisão sobre a taxação de pneus.

Sinalizando que o país poderá partir para a retaliação, o Ministério de Comércio da China disse por meio de um comunicado que está investigando reclamações feitas por empresas domésticas de que alguns produtos norte-americanos estariam sendo vendidos a preços abaixo do custo, o chamado dumping. A rádio estatal comunicou ontem que a investigação “obviamente não é uma medida de retaliação, mas uma resposta às preocupações da indústria doméstica.”

Se a China agir contra a indústria norte-americana, o prejuízo pode ser grande, afirmou Toby Moore, vice-presidente do Conselho de Exportação de Aves e Ovos dos EUA (USAPEEC). O país vende praticamente toda a sua produção de pés de frango para a China, um produto que não é consumido nos EUA. Se esse comércio for bloqueado, em vez de exportar os pés por US$ 0,70 por libra-peso, os produtores teriam que vendê-los internamente por US$ 0,02 por libra aos processadores de carne.

Os EUA exportaram 436.544 toneladas de frango para a China nos sete primeiros meses de 2009, com receita de US$ 376 milhões. Os embarques de pés de frango representaram metade do volume, de acordo com o Conselho Nacional do Frango. A USAPEEC acredita que o país escolheu retaliar o comércio de frango porque os EUA baniram as importações do mesmo produto fabricado em território chinês em 2008 alegando questões sanitárias. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Último Segundo

PR – Produtos desenvolvidos pelo IAPAR são destaque de almoço em Brasília

setembro 14th, 2009

Uma feijoada elaborada com produtos desenvolvidos pelo IAPAR como o feijão IPR Tiziu foi oferecida pela Secretaria de Representação do Paraná em Brasília para autoridades do governo federal, de governos estaduais e do Mercosul, na última quinta-feira (10). O evento contou com a presença do governador Roberto Requião, que apresentou os resultados do trabalho de pesquisa desenvolvido pelo instituto.

As sementes de feijão do IAPAR alcançam uma produtividade até oito vezes maior que a média no estado. Quando comparado ao Norte do Brasil, esse número é muito maior. O Norte tem uma produção média de 300 a 350 quilos de feijão por hectare, a média do Paraná chega a 700 kg/ha, nossa semente desenvolvida por esse extraordinário instituto de pesquisa chega a 5.400 kg/ha. É uma revolução fantástica na produção de alimentos, disse o governador.

Requião ressaltou que não está vendendo uma novidade do seu governo, pois o feijão desenvolvido pelo IAPAR existe há 30 anos. A patente é nossa, estamos oferecendo nosso produto ao país e não estamos cobrando nada por isso, pois queremos colaborar para que o povo tenha alimento. O Brasil não conhece toda a potencialidade do Paraná. Estamos colocando nosso produto à disposição de todos os estados brasileiros e de nossos países vizinhos.

Além do governador, o almoço foi prestigiado pelo ministro da agricultura, pecuária e abastecimento, Reinold Stephanes; pelo embaixador da Venezuela, Júlio Garcia Montoya; ministros e representantes de outros seis países do Mercosul; pelos senadores Álvaro Dias, Valdir Raupp e Gerson Camata; pelo presidente do Fórum Nacional dos Representantes dos Estados (Fonare); pelo secretário de representação do Paraná em Brasília, Eduardo Requião; pelo ex-senador Carlos Patrocínio, vários secretários de representações estaduais, deputados, prefeitos e outras autoridades federais e estaduais.

Em sua fala, o ministro Reinold Stephanes elogiou o instituto pela eficiência na pesquisa. Dos 17 institutos de pesquisa estaduais brasileiros, sem dúvida o IAPAR está entre os melhores, afirmou, ressaltando que a instituição e outros órgãos estaduais trabalham em integração com a Embrapa.

Produtos do IAPAR O diretor-presidente do IAPAR, José Augusto Teixeira de Freitas Picheth, destacou o cardápio degustado por todos, representantivo da produção agrícola paranaense e que tem recebido a contribuição tecnológica do instituto, por meio do desenvolvimento de cultivares de alta produtividade, maior qualidade nutricional, tolerância a pragas e doenças. Somos uma instituição de pesquisa com 37 anos de trabalho em prol da agropecuária e nos sentimos muito honrados em poder colocar nossos produtos como uma vitrine hoje.

Arroz, feijoada, farinha de mandioca, banana, laranja e café foram servidos no almoço, que aconteceu no Iate Clube de Brasília. A decoração do salão, feita pela responsável por eventos do IAPAR, Isaura Pereira Granzotti, contemplou arranjos de mesa com produtos agrícolas, como algodão, café, feijão, milho e trigo do instituto. Do IAPAR ainda estavam presentes o diretor técnico-científico, Arnaldo Colozzi; o diretor de administração e finanças, Altair Sebastião Dorigo; e o servidor lotado na Secretaria de Representação do Paraná em Brasília, Horácio Juliatto.

RS – Armazenagem correta do arroz é tema de Dia de Campo

setembro 14th, 2009

Nesta quarta-feira (16), a Emater/RS-Ascar promoverá um dia de campo sobre o manejo integrado de pragas de grãos armazenados na Arrozagro Cerealista, município de Santo Antônio da Patrulha. Aproximadamente 80 produtores de arroz do Litoral Norte são esperados para o evento, realizado em parceria com a Embrapa e o Instituto Riograndense de Arroz.

A proliferação de insetos e de pragas em unidades de armazenagem de grãos são fatores que ocasionam prejuízos à propriedade e a perda na qualidade do produto final. O proprietário da Arrozagro Cerealista, Paulo Rossano Santos manifestou, há um ano, interesse em um programa de controle de pragas em silos que garantisse maior qualidade à produção armazenada. A Emater/RS-Ascar, em parceria com a Embrapa, desenvolveu o Programa Manejo Integrado de Pragas em Grãos Armazenados (MIPGRÃOS) e o implantou nas unidades de armazenagem do proprietário.

O Dia de Campo mostrará a outros produtores de arroz como preservar o grão e afastar os fatores de risco, utilizando como exemplo a primeira propriedade com o programa implantado. O principal objetivo do evento é informar aos produtores de arroz, que já possuem silos, formas corretas de limpeza das instalações para evitar a proliferação de insetos e pragas, diz Paulo Rojahn, engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar em Santo Antônio da Patrulha.

A partir das 14 horas, os agricultores assistirão a palestras com o pesquisador da Embrapa, Irineu Lorini, que explicará como desenvolver o Programa MIPGRÃOS. Também serão abordados os aspectos que definem a qualidade industrial do arroz pelo classificador da Emater/RS-Ascar, Paulo Renato de Andrade, e pelo representante do IRGA, Carlos Alberto Fagundes. As normas para certificação de unidades armazenadoras serão repassadas aos agricultores pelo Engenheiro Agrônomo da Emater/RS-Ascar, Ricardo Ramos Martins.

As técnicas do Programa MIPGRÃOS evitam a utilização de produtos químicos e priorizam a limpeza correta dos silos para a prevenção de pragas. Retirando os resíduos dos grãos já evitamos o desenvolvimento de insetos que podem estar presos à casca, por exemplo, afirma Rojahn.

O arroz é uma significativa fonte de renda para a microrregião Litoral Norte. Somente o município de Santo Antônio da Patrulha possui 15 mil hectares cobertos por arrozais. A correta armazenagem do grão influencia em sua qualidade final representando um melhor retorno financeiro ao produtor. Programas como o MIPGRÃOS auxiliam nesta atividade, diz Rojahn. O Dia de Campo se enquadra na Frente Programática Assistência Técnica e Extensão Rural, desenvolvida pela Emater/RS-Ascar em consonância com os Programas Estruturantes do Governo do Estado.

RS – Tarde de Campo aborda armazenagem de grãos em Paim Filho

setembro 14th, 2009

A Emater/RS-Ascar e a Secretaria Municipal da Agricultura de Paim Filho promovem Tarde de Campo sobre Armazenagem de Grãos: Renda e alimento de qualidade, nesta terça-feira (15/9). As orientações serão repassadas nas propriedades dos produtores Achyles Piovesan, localizada na Linha São Marcos, e Irmãos Basso, na Linha Santa Bárbara, a partir das 13h30min.

Nas propriedades serão montadas estações onde técnicos da Emater/RS-Ascar farão as recomendações. Entre os temas estão as vantagens da armazenagem de grãos na propriedade, adaptação do paiol Chapecó para armazenagens de grãos, manejo da unidade armazenadora. Também haverá uma estação, onde extensionistas vão orientar sobre práticas alimentares saudáveis. O evento encerra-se com degustação de produtos à base de milho preparados pelas integrantes de clube de mães e extensionistas da Emater/RS-Ascar.

Atividades educativas como dias de campo se enquadra na Frente Programática Assistência Técnica e Extensão Rural, desenvolvida pela Emater/RS-Ascar em consonância com os Programas Estruturantes do Governo do Estado.

PR- 5a Feira do Café de Apucarana no Pirapó acontece de 18 a 20 de setembro

setembro 14th, 2009

A tradicional Feira do Café no distrito apucaranense do Pirapó vai acontecer de 18 a 20 de setembro na cancha comunitária, informa a comissão organizadora do evento, comunicando a realização da abertura oficial a noite com autoridades e lideranças, palestras técnicas da cafeicultura, divulgação do Concurso Café Qualidade Paraná etapa regional, concurso dos melhores bolos a base de café, carreta, show artístico, missa campal e funcionamento de barracas de bebidas e comidas.

Para o extensionista municipal José Adauto de Almeida do instituto Emater, integrante do grupo regional do café de Apucarana, a Feira é um grande acontecimento porque a atividade cafeeira é bastante significativa no distrito do Pirapó e da própria região, responsável por aproximadamente 40% da área paranaense.

A programação técnica, que acontecerá na tarde de sexta-feira, 18, para 200 produtores rurais, vai tratar dos temas que hoje fazem parte das propostas de melhoria da qualidade da produção e viabilidade econômica do cafeicultor. São assuntos como manejo de nematóide em área cafeeira, comercialização via leilão e a novidade que é o Projeto Café Safra 100, destaca Adauto.

Participam da organização da 5ª Feira do Café do distrito Pirapó, de Apucarana a Prefeitura Municipal, Associação dos Moradores, do Comércio e Paróquia São Sebastião do Pirapó, Emater, Seab, Associação dos Cafeicultores de Apucarana, Banco do Brasil, Sicredi, com apoio da Cocamar, Tratorjan, Eletro Max, Grupo Massa, Unifrango e Café Jandaia.

Mais informações Adauto (43)3441-1245 e Marco (43)3423-3345

Exportações brasileiras de carne têm desempenho negativo no mês de agosto

setembro 14th, 2009

As exportações de carne de frango totalizaram 301 mil toneladas em agosto, com uma redução de 6,6% em relação a agosto de 2008 e uma redução de 5% em relação a julho de 2009.

A receita cambial em agosto foi de US$ 522 milhões, com uma retração de 24% em relação ao mesmo mês no ano anterior e redução de 0,6% em relação a julho de 2009.

Já no acumulado janeiro-agosto os volumes embarcados foram de 2,4 milhões de toneladas, em redução de 3,1% na comparação com o mesmo período de 2008.

E a receita cambial somou US$ 3,7 bilhões, ou 21% abaixo em igual comparação.

Os números indicam um movimento de pequena retração do mercado internacional.

Essa leve desaceleração já teria sido, inclusive, identificada pelos produtores, já que o alojamento de matrizes em agosto teve uma redução de 2,5% em relação ao mês anterior.

O desempenho por segmentos (agosto e janeiro-agosto)

Cortes de frango
Os embarques totalizaram 144 mil toneladas em agosto, com uma queda de 14% em relação a igual período de 2008 e retração de 8,6% em relação a julho de 2009.
A receita cambial somou US$ 228 milhões, com uma retração de 37% sobre o mesmo mês do ano anterior.
O acumulado janeiro-agosto atingiu 1,2 milhão de toneladas, menos 7,4% em relação a 2008. A receita cambial do período foi de US$ 1,9 bilhão, uma diminuição 25% no comparativo o mesmo período do ano anterior.

Frango inteiro
No mês de agosto as exportações deste segmento foram de 118 mil toneladas, com uma queda de 8,6% sobre agosto de 2008. A receita cambial, de US$ 182 milhões, registrou retração de 25% em relação ao ano passado.
No acumulado dos primeiros oito meses de 2009 os volumes exportados totalizaram 936 mil toneladas, o que representou um aumento de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Na receita cambial, que somou US$ 1,2 bilhão, houve uma redução de 17,5% na mesma comparação.

Outros segmentos
Nos industrializados os embarques foram de 16 mil toneladas em agosto, com receita cambial de US$ 47 milhões. No acumulado janeiro-agosto as exportações totalizaram 116 mil toneladas, com receita de US$ 324 milhões.
Nas carnes salgadas os embarques somaram 24 mil toneladas e receita de US$ 66 milhões em agosto. E nesses oito meses de 2009 os volumes exportados nesse segmento alcançaram 130 mil toneladas, para uma receita cambial de US$ 312 milhões.

O desempenho por regiões de destino (janeiro-agosto)

Oriente Médio
Em agosto os embarques foram de 115 mil toneladas, aumento de 17,5% em relação a julho de 2009. A receita foi de US$ 185 milhões, 15% maior que no mês anterior.
Entre janeiro e agosto os embarques totalizaram 914 mil toneladas, em crescimento de 20,6% na comparação com o mesmo período de 2008. A receita somou US$ 1,3 bilhão, o que representa uma retração de 7,5% sobre o mesmo período do ano anterior.

Ásia
Em agosto os embarques totalizaram 68 mil toneladas, retração de 7% em relação a julho de 2009. A receita somou US$ 109 milhões, redução de 7% em relação a julho.
Entre janeiro e agosto os embarques totalizaram 622 mil toneladas até agosto, com redução de 11% no comparativo com os mesmos oito meses em 2008. A receita cambial, de US$ 968 milhões, teve retração de 28,4%.

União Europeia
Os embarques no mês de agosto foram de 49 mil toneladas, incremento de 24,5% em relação ao mês anterior. A receita somou US$ 129 milhões, um aumento de 34,5% em relação ao mês anterior.
Entre janeiro e agosto os embarques somaram 343 mil toneladas, 5,7% a menos que no mesmo período de 2008. E a receita cambial foi de US$ 790 milhões, com queda de 20,3%.

Europa extra-UE (inclui Rússia)
As exportações em agosto foram de 12 mil toneladas, retração de 11% em relação a julho. Em receita as exportações somaram US$ 23 milhões, retração de 15% em relação ao mês anterior.
Para esses países, os volumes exportados entre janeiro e agosto foram de 91 mil toneladas, com retração de 47%. E a receita, de US$ 143 milhões, teve queda de 57,7%.

África
Em agosto foram embarcadas 29 mil toneladas, redução de 5,7% em relação a julho. E em receita isso representou US$ 30 milhões, redução de 10,6% em relação ao mês anterior.
Entre janeiro e agosto as exportações chegaram a 270 mil toneladas, o que representa um crescimento de 18,4%. A receita cambial somou US$ 269 milhões, com incremento de 7,5%.

América
As exportações de agosto foram de 27 mil toneladas, incremento de 37% em relação a julho. A receita aumentou 38% comparada com o mês anterior, chegando a US$ 45 milhões.
Foram exportadas 184 mil toneladas entre janeiro e agosto de 2009, com queda de 34,4%. Na receita cambial, que somou US$ 307 milhões, houve retração de 32%.

Fonte: Abef

Algodão e soja devem ficar livres da disputa entre China e EUA

setembro 14th, 2009

A indústria de algodão dos Estados Unidos não deve enfrentar prejuízo no longo prazo com a disputa de mercado entre China e Estados Unidos por conta da mútua dependência dos países da commodity, disseram analistas. Sob pressão de grupos comerciais americanos, a administração Barack Obama impôs uma tarifa de importação de até 35% sobre a importação de pneus chineses. As informações são da agência de notícias Último Segundo.

Em resposta, a China contactou a Organização Mundial do Comércio (OMC) e pediu para investigar se os EUA estão praticando dumping com produtos de frango e peças automotivas no mercado local.

Especuladores nervosos realizaram lucros em ações e commodities em meio a incertezas relacionadas à disputa, disse Sterling Smith, analista de mercado da Country Hedging. “A China é um grande consumidor de tudo e problemas com ela é algo que nós não queremos”, disse. China é o maior produtor têxtil e o primeiro destino dos EUA para exportação de algodão. Na última década, a maior parte da produção têxtil norte-americana atravessa os mares, principalmente para a Ásia. Vendas especulativas devem pressionar as cotações do algodão a níveis vantajosos para a indústria, disse Ron Lawson, diretor da Logic Investiment.

A longo prazo, entretanto, os EUA e a China têm uma relação de dependência mútua quanto ao algodão e o mercado têxtil não será prejudicado por disputas não relacionadas a ele, disseram analistas. Os negócios do algodão não seriam interrompidos por causa de uma disputa em torno da “borracha”, exemplificou.

Soja

Ainda segundo a reportagem do Último Segundo, a China tem elevado suas importações de soja dos EUA depois que uma estiagem reduziu a produção na Argentina. Suas compras, e os escassos estoques dos EUA, ajudaram a puxar as cotações da soja na Chicago Board Of Trade para níveis muito altos. Dada essa dependência, será difícil o país escolher a oleaginosa como objeto de retaliação, ainda que seja o maior comprador mundial do produto, disse um trader da CBOT. Na safra 2008/09, a China importou 19 milhões de toneladas de soja norte-americana, ante 13,7 milhões de t na safra anterior, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Alguns analistas, contudo, consideram a disputa negativa para os mercados agrícolas. Na CBOT, as cotações da soja, milho e trigo abriram em baixa hoje pressionadas pela disputa entre os dois países e pela expectativa de uma grande safra de grãos nos EUA. “O mercado de grãos não gosta de qualquer tipo de problema com a China”, comentou Sterling Smith, analista da Country Hedging. Ele admite, contudo, que uma eventual guerra comercial não afetará mercado de forma imediata. Com informações da Dow Jones.

Fonte: Último Segundo

MT – Redução do ICMS ajuda pecuaristas do Mato Grosso

setembro 14th, 2009

Desde abril, o governo do Mato Grosso reduziu de 7% para 3,5% a alíquota do ICMS referente às operações de saída interestadual de gado em pé para abate, provenientes da região Noroeste do Estado.

Essa medida, segundo levantamento do Instituto Matogrossense de Economia Agrícola (IMEA), solicitado pela Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), fez aumentar significativamente o número de bovinos abatidos em outros Estados provenientes dessa região.

De acordo com a pesquisa, em janeiro foram abatidos cerca de 1.288 animais fora do Estado. Em julho esse número passou para 6.186 cabeças, alta de 308%

Os frigoríficos instalados em São Paulo, Estado que tem o valor da arroba entre os mais altos do país, constantemente compram animais no Mato Grosso (assim como em outros Estados), a fim de conseguir formar as escalas.

Sendo assim, o estudo revelou que as indústrias paulistas compraram, em julho, cerca de 2.927 cabeças no Mato Grosso, contra 1.585 dos frigoríficos de Minas Gerais e 1.403 das empresas instaladas em Goiás.

No entanto, Minas Gerias, teve a maior evolução, saindo de 101 animais provenientes do noroeste do Mato Grosso em janeiro, para os 1.585 em julho.

Alex Santos Lopes da Silva
Scot Consultoria

Sadia e Diplomata multadas por excesso de água em carcaça de frango

setembro 14th, 2009

A Vara Federal de Francisco Beltrão condenou as empresas Sadia e Diplomata, com unidades localizadas em Francisco Beltrão, Dois Vizinhos e Capanema, por excesso de quantidade de água em carcaças de frangos congelados. O MP denunciou as empresas pela prática reiterada da produção de frango congelado com teor de água maior que o permitido pelas normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, infringindo o Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com os autos, a Portaria 210/1998, da Secretaria de Defesa Agropecuária, aprovou o Regulamento Técnico da Inspeção Tecnológica e Higiênico-Sanitária de Carnes e Aves. Esse regulamento disciplina os procedimentos para apuração da quantidade de água em carcaças avícolas e estabelece que o produto estará fora de padrão se houver a absorção de água durante a fase de préresfriamento por imersão, superior a 8% do peso total. Amostras demonstraram quantidade de água superior ao permitido em alguns lotes.

Também foram incluídos documentos que comprovam que a Sadia foi autuada 17 vezes entre os anos de 2003 a 2006 e a Diplomata oito vezes de 2000 a 2005. A Justiça entendeu que é possível a existência de dano moral coletivo na seara do direito do consumo e tomando por base a quantidade de autuações que as empresas sofreram e o porte delas, estabeleceu em R$ 700 mil a indenização a ser paga pela Sadia e R$ 200 mil pela Diplomata.

As empresas também deverão pagar indenização por danos materiais ocasionados aos consumidores, cujo o montante será aferido em fase de liquidação da sentença. Os réus também deverão promover a divulgação do teor da sentença em rádio, televisão e jornal impresso no âmbito da Subseção Judiciária de Francisco Beltrão.

Outro lado

A Sadia emitiu nota dizendo que em relação à decisão, a Sadia informa que não comenta processos em andamento. O assessor de imprensa da Diplomata, Caio Gotlieb, de Cascavel, disse que a empresa ainda não foi notificada pela Justiça. Por enquanto, a orientação da agroindústria é não se manifestar sobre o caso.

Fonte: Midiamais

Nutrição e qualidade da carne suína

setembro 14th, 2009

Para oferecer uma carne de boa qualidade ao consumidor é preciso que o produtor tome alguns cuidados antes de iniciar a criação de suínos. A nutrição, a escolha da raça dos animais, o sexo e o peso são aspectos importantes para a qualidade da carne. A demanda do mercado, hoje, é de carcaças magras, com menos gordura.

O Prosa Rural desta semana fala sobre nutrição e qualidade da carne suína. O entrevistado é o pesquisador Fábio Enrique Lemos Budiño, do Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, órgão da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo.

Segundo ele, a restrição alimentar pode ser qualitativa e quantitativa. Qualitativa é quando se altera a qualidade da ração, incluindo alimentos fibrosos à dieta. Já a restrição quantitativa é quando ocorre a redução da quantidade de ração fornecida diariamente ao suíno. Em vez do comedouro sempre cheio, o produtor pode alimentar os animais em alguns períodos do dia e, desta forma, reduzir o consumo alimentar. Assim, o suíno produz uma carne mais magra, destaca o pesquisador.

O sexo é outro fator que influencia na qualidade da carne de porco. Na criação de porcos para abate, o produtor tem de castrar os animais machos, uma vez que o animal inteiro passa para a carne sabores diferentes daqueles que o consumidor está acostumado. Já as fêmeas produzem uma carne mais magra, ou seja, com menos gordura.

O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.(Programa Prosa Rural de 07/09/2009)

Trigo: temperaturas baixas atenuam expansão de doenças no RS

setembro 14th, 2009

De acordo com a agência de notícias Último Segundo, apesar do clima ruim para a lavoura de trigo no Rio Grande do Sul, com excesso de chuvas durante todo o mês, a expansão de doenças na lavoura tem sido atenuada pelo fato de as temperaturas permanecerem baixas, avaliou hoje o chefe geral da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha. Em Passo Fundo, ao norte do Estado, onde fica uma das principais regiões de trigo, as chuvas registradas até hoje já ultrapassaram a média para todo o mês de setembro.

Ainda segundo a reportagem do Último Segundo, foram 268 milímetros para um volume habitual de 207 milímetros. Em agosto e julho, os volumes também superaram a média de cada mês: 269 milímetros para 166 e 222 para 153 milímetros, respectivamente.

De acordo com os dados da Emater, a região administrativa de Passo Fundo cultivou 159 mil hectares dos 860 mil ha semeados no Estado. A ausência de luminosidade por vários dias consecutivos prejudica o potencial produtivo das plantas, explicou Cunha. A primavera promete continuar chuvosa no Estado, que terá a influência do fenômeno El Niño. Mesmo com a previsão, Cunha lembrou que no passado o fenômeno causava perdas mais acentuadas. “Nas ocorrências de 1972, 1973, 1982 e 1983, o rendimento da lavoura caiu abaixo de 500 quilos por hectare”, recordou ele. “A tecnologia de cultivares atualmente é mais tolerante a doenças”, comentou Cunha.

A previsão meteorológica não é favorável ao trigo no decorrer da semana. Após uma pausa entre hoje e amanhã, o Estado deve ter mais chuvas nos próximos dias.

Fonte: Último Segundo

Sui­no­cul­to­res que­rem mu­dan­ças com a fu­são Sa­dia-Per­di­gão

setembro 14th, 2009

Pro­du­to­res de suí­nos do Bra­sil que­rem par­ti­ci­par e ser ou­vi­dos no pro­ces­so de fu­são das em­pre­sas Sa­dia e Per­di­gão, que da­rá ori­gem à BRF Bra­sil. Par­te sig­ni­fi­ca­ti­va dos cria­do­res tra­ba­lha no sis­te­ma de in­te­gra­ção com as em­pre­sas e de­ve­rá so­frer di­re­ta­men­te os efei­tos da atua­ção do no­vo gru­po eco­nô­mi­co. Mes­mo os in­de­pen­den­tes têm in­te­res­se em dis­cu­tir as no­vas for­mas de re­la­ções co­mer­ciais re­sul­tan­tes da fu­são, prin­ci­pal­men­te no va­lor pa­go pe­la pro­du­ção.
Vi­ve­mos um mo­men­to ­ímpar diz Iri­neu Wess­ler, pre­si­den­te da As­so­cia­ção Bra­si­lei­ra de Cria­do­res de Suí­nos (­ABCS), ao des­cre­ver a ex­pec­ta­ti­va do se­tor quan­to às mu­dan­ças nos me­ca­nis­mos de for­ma­ção de pre­ço de re­fe­rên­cia do pro­du­to. Ho­je em dia, uma ­meia dú­zia de em­pre­sas as­so­cia­das ao Sin­di­car­ne (sin­di­ca­to das in­dús­trias) de­fi­ne o pre­ço, que es­tá mui­to abai­xo do cus­to de ­produção, diz. No Pa­ra­ná, os pro­du­to­res re­ce­bem R$ 1,90 por qui­lo do ani­mal vi­vo, que tem um cus­to en­tre R$ 2,15 e R$ 2,20.
Pa­ra a as­so­cia­ção dos pro­du­to­res o pro­ces­so de fu­são das em­pre­sas po­de de­ter­mi­nar um no­vo ba­li­za­dor pa­ra as re­la­ções en­tre pro­du­to­res e in­dús­tria. Não so­mos con­tra a fu­são, mas te­mos que equa­cio­nar al­gu­mas ­questões, diz. Ele lem­bra que há no Bra­sil di­fe­ren­tes ti­pos de pro­du­to­res e as as­so­cia­ções de­fen­dem os in­te­res­ses de to­dos.
Se­gun­do Wess­ler é pre­ci­so dis­cu­tir os ti­pos de con­tra­to pa­ra aten­der as di­fe­ren­tes ne­ces­si­da­des e ca­rac­te­rís­ti­cas dos pro­du­to­res. Ele afir­ma que nos es­ta­dos do Sul a sui­no­cul­tu­ra é ati­vi­da­de de pe­que­nos pro­du­to­res e da agri­cul­tu­ra fa­mi­liar. No Cen­tro-Oes­te, os sui­no­cul­to­res têm uma pro­du­ção ­maior.
O pre­si­den­te da As­so­cia­ção Pa­ra­naen­se dos Sui­no­cul­to­res (APS), Jo­sé ­Luiz Vi­cen­te da Sil­va, que tam­bém é di­re­tor da So­cie­da­de Ru­ral do Pa­ra­ná, afir­ma que a fu­são de­ve ser pre­ce­di­da de mui­ta dis­cus­são. Num pro­ces­so co­mo es­se a ten­dên­cia é de ­monopólio, afir­ma. Ele ci­ta co­mo ques­tão ­mais ur­gen­te a re­mu­ne­ra­ção e as con­di­ções dos con­tra­tos de in­te­gra­ção.
Os sui­no­cul­to­res ma­ni­fes­ta­ram a sua preo­cu­pa­ção nu­ma au­diên­cia pú­bli­ca rea­li­za­da em Bra­sí­lia. Em ou­tra au­diên­cia, a ­ABCS en­tre­gou ao mi­nis­tro da Agri­cul­tu­ra Rei­nhold Ste­pha­nes um do­cu­men­to com rei­vin­di­ca­ções pa­ra a so­lu­ção de pro­ble­mas que afe­tam o se­tor. Pe­di­mos, en­tre ou­tras coi­sas, o pro­lon­ga­men­to das dí­vi­das ven­ci­das e a ven­cer, com um ano de ­carência, afir­ma Wess­ler. Se­gun­do ele, os pro­du­to­res tam­bém su­ge­rem que o go­ver­no dei­xe de des­ti­nar re­cur­sos do Ban­co Na­cio­nal de De­sen­vol­vi­men­to Eco­nô­mi­co e So­cial (­BNDES) pa­ra me­ga­pro­je­tos.

Fonte: Suino.com

PR – Convênio garante funcionamento da Escola da Uva e do Vinho em Colombo

setembro 14th, 2009

A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e a Embrapa firmaram um convênio que vai permitir o funcionamento da Escola da Uva e do Vinho nas dependências da Embrapa Florestas, em Colombo. O convênio oficializa a parceria entre o governo do Paraná e a Embrapa e já abre a oportunidade para a realização de cursos destinados à capacitação de técnicos da Emater e produtores para produção de uva e vinho de qualidade no Paraná.

O convênio foi assinado nesta segunda-feira (14) pelo secretário Valter Bianchini, pela diretora executiva da Embrapa, Tatiana de Abreu Sá, pelo chefe-geral da Embrapa Florestas Helton Damian da Silva, pelo presidente da Embrapa, Arnaldo Bandeira e pelo assessor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Hur Bem Correia da Silva.

Paralelamente a esse convênio com o governo federal, a Seab firmou convênio com a Secretaria de Tecnologia e Ensino Superior (Seti), que repassou R$ 100 mil, recursos que vão permitir a realização de 12 cursos de capacitação previstos para começar no curto prazo, disse o secretário.

O convênio para o funcionamento da Escola da Uva e do Vinho foi assinado no ano passado com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que repassou os recursos necessários para o projeto de infra-estrutura e equipamentos. Agora, os recursos da Seti asseguram seu funcionamento.

Outra vantagem deste convênio, apontou Bianchini, é que essa parceria vai permitir a atuação da Embrapa Uva e Vinho de Bento Gonçalves (RS) nas regiões vinícolas do Paraná, com transferência de tecnologia para produção de vinho, que é uma alternativa de diversificação na propriedade e de desenvolvimento regional.

Para o chefe da Embrapa Florestas, Helton Silva, este convênio é importante porque aproxima o órgão federal de instituições importantes no Paraná como a Seab e a Emater. Vamos atender regularmente a capacitação de técnicos e produtores para a produção de uva e o vinho de qualidade, mas também vamos utilizar essa estrutura para o treinamento em florestas de pequenos e médios produtores, disse.

MS – Bonito recebe apicultores de todo o Estado

setembro 14th, 2009

Dois eventos ligados à apicultura devem levar ao menos 200 participantes ao Centro de Convenções de Bonito (MS) no dia 24 de setembro, quinta-feira. O 6º Encontro Sul-Mato-Grossense de Apicultores e o 1º Encontro da Apicultura Pantaneira vão discutir vários aspectos da produção, como a evolução da apicultura e da meliponicultura no Mato Grosso do Sul, a comercialização e a participação de diversas instituições no estímulo a essa atividade.

A Embrapa Pantanal (Corumbá-MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, é uma das organizadoras dos eventos. Na ocasião, o chefe geral da empresa de pesquisa, José Aníbal Comastri Filho, e o pesquisador Vanderlei Doniseti Acassio dos Reis, que desenvolve pesquisas e transferência de tecnologia nesta área, serão homenageados. Eles vão receber o certificado de “Amigo da Apicultura e Meliponicultura Sul-Mato-Grossense” pelos serviços prestados às atividades nos últimos anos.

Vanderlei disse que os encontros serão uma oportunidade de mostrar resultados de pesquisa para o público. Temos inscritos confirmados das regiões de Três Lagoas, de Corumbá, de Dourados, de Coronel Sapucaia, entre outras. A expectativa é que entre 80% a 90% dos participantes sejam produtores, afirmou o pesquisador.

A Embrapa Pantanal pretende levar a Bonito outros cientistas que trabalham com agricultura familiar, além do pessoal de apoio e bolsistas da Unidade. No ano que vem, o 18º Congresso Brasileiro de Apicultura será realizado em Cuiabá e os encontros do Mato Grosso do Sul podem servir de prévia para 2010.

Confira, abaixo, a programação do evento em Bonito, que começa às 8h e termina às 17h:

PROGRAMAÇÃO

Auditório Kadiwéw ou Terena (300 lugares)

3.1. Abertura

Data – 24/09/2009

Horário 8h às 9h

Palestra: A Apicultura e a Meliponicultura no estado do Mato Grosso do Sul

Palestrante: Médico Veterinário Gustavo Nadeu Bijos e Zootecnista Vera Golze – AGRAER

3.2. Palestras

Data – 24/09/2009

9h 10h30 O papel do SEBRAE-MS na evolução da Apicultura no Mato Grosso do Sul

Palestrantes: Aroldo Almeida, Isabel Paiva, Joacir Pitaluga e Vamilton Furtado Júnior

10h30 12h O Georreferenciamento da Apicultura sul-mato-grossense e seus benefícios

Palestrante: Eng. Agrônomo Ricardo Dias Peruca AGRAER

Almoço 12h às 13h30

13h30 às 15h – A EMBRAPA Pantanal e suas contribuições para a Apicultura Pantaneira

Palestrante: Vanderlei Reis EMBRAPA Pantanal

15h10 às 17h – Casos de sucesso na Apicultura Sul-mato-grossense

A. Comercialização de produtos apícolas:

Palestrantes: Nicanor Lunardelli (Associação de Apicultores de Terenos) e Marco Aurelio Pereira Barbosa (AAPISBEL)

B. Comercialização de mel para a CONAB / MS:

Palestrantes: Milton Bazzo (COOPERBAI) e Sebastião Carlos da Silva (AAPIRB)

C. Alimentação artificial na entre safra e a importância do calendário floral nos manejos dos apiários

Palestrante: Edmar Pereira da Silva (ALESPANA)

D. Parceria entre VCP e Associação de Apicultores de Três Lagoas

- Palestrante: Zootecnista Eugênio Kruger (APITL)

3.3. Aconselhamento/Atendimento Individual

Horário: 9h às 17h

3.3.1. Banco do Brasil / Banco da Gente: linhas de crédito

3.3.2. CONAB/MS: Programa de doação espontânea

3.3.3. IAGRO e SFA/MS: Legislação Estadual e Federal para Unidades de Extração, Entrepostos e Apiários

3.3.4. Empresários e Apicultores: compra e venda de produtos e equipamentos apícolas

Embrapa Pantanal

Pesquisador da Embrapa Amapá recebe comenda do Mérito Agronômico

setembro 14th, 2009

Um evento de reconhecimento ao pioneirismo e dedicação de técnicos da pesquisa que têm grande contribuição para o avanço dos estudos com feijão-caupi no Brasil. Assim foi o II Congresso Nacional de Feijão-Caupi (Conac), realizado em Belém, onde o pesquisador da Embrapa Amapá, Emanuel
da Silva Cavalcante, foi homenageado com a comenda do Mérito Agronômico pela importância do seu trabalho com feijão-caupi no Amapá, resultando no lançamento de quatro cultivares para o estado nos últimos nove anos. As
cultivares recebem os nomes de Amapá, BRS-Mazagão, BRS-Novaera e BRS-Tumucumaque. Esta última foi lançada em agosto deste ano, durante Dia de Campo realizado pela Área de Comunicação e Negócios para Transferência de Tecnologias da Embrapa Amapá (ACN), envolvendo a participação de
técnicos extensionistas e produtores de vários municípios do Amapá.

No Conac ocorreu ainda o lançamento do livro O Feijão-Caupi na Amazônia brasileira, do qual Emanuel Cavalcante é um dos autores da obra. Participaram do congresso, dirigentes de instituições do setor primário e
técnicos ligados ao experimento com feijão-caupi. O sucesso das pesquisas não seria alcançado sem a forte contribuição do pessoal de apoio dos campos experimentais, especialmente os que estão lotados nos Campos de
Mazagão e no Cerrado, observou Emanuel Cavalcante, ao enfatizar o trabalho dos assistentes de campo.

Também foram agraciados com a comenda do Mérito Agronômico a professora aposentada da Universidade Rural Federal da Amazônia (Ufra), Natalina Tuma, pioneira na pesquisa com a leguminosa na região Norte e o pesquisador da Embrapa Meio Norte (Teresina/PI), Francisco Rodrigues Freire, geneticista coordenador do Programa Nacional de Melhoramento
Genético do Feijão-Caupi. As cultivares recomendadas para o Amapá, por exemplo, foram desenvolvidas pela Embrapa Meio Norte.

Sob a liderança de Francisco Freire trabalha uma equipe de técnicos com o objetivo de desenvolver cultivares com alto potencial produtivo, apresentando características como porte ereto, com maturidade uniforme e um alto índice de queda das folhas quando a planta atinge a maturidade,
perfil ideal para o cultivo mecanizado. Os estudos buscam também cultivares precoces com ciclo de até 60 dias (entre o plantio e a colheita) e grãos de alta qualidade, para que o país obtenha mais competitividade no mercado internacional do produto.

A equipe busca ainda diversificar, popularizar e expandir o consumo do produto para todas as regiões do Brasil. Outros grandes desafios é a difusão do uso da inoculação de sementes com bactérias fixadoras de nitrogênio e desenvolver as cultivares biofortificadas, com altos teores
de proteína, fibra alimentar e ricas em ferro e zinco. O programa de feijão-caupi alcança hoje 17 estados nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

Embrapa Amapá

MG – 11° Encontro de café com qualidade ocorre de 7 a 9 de outubro na UFV

setembro 14th, 2009

O gerente geral da Embrapa Café, Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, será um dos palestrantes do 11º Encontro de Café com Qualidade que ocorre de 7 a 9 de outubro, na Universidade Federal de Viçosa/MG (UFV).

A palestra será ministrada, às 20 horas do dia 07, quarta-feira, e versará sobre as Tecnologias de impacto geradas pelo Consórcio Pesquisa Café.

Além do gerente geral, o encontro proporcionará também, aos participantes, palestra do pesquisador da Embrapa Café e da Fundação Procafé Carlos Henrique Siqueira de Carvalho, sobre Multiplicação clonal do café. O evento terá como tema a Sustentabilidade da cultura do café: otimização da fertilização, maquinaria para colheita, adensamento e métodos de aplicação de fungicidas.

A UFV realiza o encontro desde 1999 e é voltado para professores, estudantes, extensionistas, engenheiros agrônomos, profissionais autônomos e produtores de café. No encontro deste ano serão discutidas, também, as variações climáticas globais e suas influências na cafeicultura.

O encontro contará, ainda, com exposição da artista plástica Valéria Vidigal que tem o café como tema de suas telas. As inscrições para o 11º Encontro de Café com Qualidade, evento que tem o apoio da Embrapa Café, já estão abertas por meio da página: http://www.cafe.ufv.br/.

O evento acontece no auditório do Departamento de Engenharia Florestal da UFV.

MA – Coari terá preço mais justo para a Castanha-do-Brasil

setembro 14th, 2009

Discutir uma política pública para a cadeia produtiva da castanha, aumentar a produtividade e garantir um preço justo aos produtores e coletores de castanha do Médio Solimões (AM). Estes foram os temas abordados no 1º Encontro de Castanheiros de Coari (AM), realizado no último fim de semana. O evento contou com a presença do presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB/AM), Petrucio Magalhães Júnior.

De acordo com superintendente da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), Thomaz Meireles, que também participou do evento, a intenção foi mostrar aos extrativistas que eles não estão mais desamparados. Apresentamos propostas concretas para o aumento da produtividade por meio do fomento e também oferecemos alternativas para garantir melhor preço ao produtor”, afirmou o superintendente, referindo-se ao fato de o município ter sido incluído em políticas do governo para incentivo a produção e comercialização do produto.

Antes, os extrativistas vendiam o hectolitro ao preço que variava de R$ 25,00 a R$ 30,00, agora, o preço atingido será de R$ 52, garantindo um ganho de 58% a 28% a mais do que era vendido. São conquistas que fazem a diferença na obtenção de melhorias e na qualidade de vida do castanheiros. Nossa preocupação é proporcionar capacitação destas pessoas, para que tenham condições de competir, ressaltou Magalhães Júnior.

Um outro ponto abordado durante o encontro foram alternativas apresentadas pelo Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (Idam) para o beneficiamento da castanha, o que agregará valor aos produtos, criando oportunidades de empregos a outras pessoas dentro do município, fazendo com que diminua o êxodo rural. É importante manter os municípios do interior fortes para que possam gerar emprego e renda e promover a inclusão social, fazendo com que outros setores da economia do município possam se fortalecer, a exemplo do comércio e a área de serviços, afirmou o dirigente da OCB/AM.

Também estiveram presentes os representantes do Conselho Nacional dos Seringueiros, Manoel Cunha, do Banco do Brasil, Lucyene Júnior Idam, Marildo Ximendes e Nadiele Pacheco.

Fonte: Brasil Corporativo

SP – Coopinhal realiza feira de negócios

setembro 14th, 2009

Além de exposição de diversos produtos e serviços, a Expo Pinhal também terá uma programação técnica e uma solenidade para comemorar o cinqüentenário da Coopinhal, fundada em 9 de agosto de 1959

Nos dias 18 e 19/9 será realizada a 2ª Expo Pinhal, feira de negócios promovida pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Pinhal (Coopinhal), em Espírito Santo do Pinhal (SP). O Sistema Ocesp-Sescoop/SP marcará presença no evento com um estande para orientar cooperados e funcionários e possíveis interessados em formar novos empreendimentos cooperativos.

Além de exposição de diversos produtos e serviços, a Expo Pinhal também terá uma programação técnica e uma solenidade para comemorar o cinqüentenário da Coopinhal, fundada em 9 de agosto de 1959.

Outra atração da feira é o 8º Concurso de Qualidade do Café, que classificará os cinco melhores cafés de cada categoria (Natural e Cereja Descascado) para participar do 8º Concurso Estadual do Café. Mais informações: (19) 3651-1428 ou (19) 3651-2121.

Fonte: Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo-OCESP

DF – ABCZ participa da Exposição Agropecuária de Brasília

setembro 14th, 2009

Com participação de diversas raças zebuínas, a 14ª Exposição Agropecuária de Brasília terminou ontem (13) com a final do julgamento de animais gir e gir mocha. O superintendente técnico-adjunto de Melhoramento Genético da ABCZ, Carlos Henrique Cavallari, visitou a feira.

Segundo ele, durante o evento, foi possível esclarecer dúvidas de criadores sobre as raças zebuínas e apresentar as ferramentas do programa de melhoramento genético da entidade, o PMGZ. Além do gir, entraram em pista nelore, nelore mocho e guzerá. Os julgamentos dessas três raças ocorreram de 25 de agosto a 5 de setembro. Já gir e gir mocho foram julgados de 5 a 13 de setembro.

Fonte:
Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – ABCZ
34 3319-3826
www.abcz.org.br

PE – Sustentabilidade do campo em debate – III Jornada Nacional do Jovem Rural

setembro 14th, 2009

Rede de organizações do campo realiza, em Glória do Goita (PE), de 22 a 25 de setembro, a III Jornada Nacional do Jovem Rural. São esperados mais de 800 participantes, de todas as regiões do Brasil, para tratar do tema Trabalho e sustentabilidade do campo.

A III Jornada Nacional do Jovem Rural vai reunir 800 participantes de todos os estados brasileiros, e diferentes culturas e origens, para discutir o tema Trabalho e Sustentabilidade do Campo. O encontro é uma realização da Rede de Fortalecimento Institucional do Jovem Rural (RFIJR), capitaneada pelo Instituto Souza Cruz, que tem como objetivo favorecer a integração dos projetos alternativos de Educação do Campo que visam o desenvolvimento sustentável dos nossos territórios rurais.

Pela primeira vez, o evento vai acontecer numa região de predominância estritamente rural. Os dois outros encontros, realizados em 2005 e 2007, aconteceram, respectivamente, em Gramado (RS) e Brasília (DF). Agora o palco será o Campo da Sementeira, em Glória do Goitá (PE), uma das sedes do Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta), que há duas décadas atua na difusão dos princípios da agroecologia na Zona da Mata Pernambucana.

- Tão importante quanto isso é o fato de, neste ano, aumentarmos o número de organizações participantes. São representantes do poder público, do meio empresarial e de movimentos da sociedade civil que implementam ou apóiam programas de formação que estimulam o protagonismo dos jovens rurais. Atores de um campo mais rico em oportunidades de emprego e geração de renda, a partir de empreendimentos social, ambiental e economicamente responsáveis, explica Luiz André Soares, gerente do Instituto Souza Cruz, entidade coordenadora da RFIJR.

Nos quatro dias da III Jornada, além das discussões acerca do tema central, os jovens vão participar de minicursos e oficinas sobre os mais variados assuntos: agricultura orgânica; agroturismo; arranjos produtivos; beneficiamento de frutas; crédito fundiário; fontes renováveis de energia; meliponicultura; mercados institucionais; mobilizações sociais; novas profissões do campo; permacultura e multifuncionalidade; proteção e isolamento de nascentes; e, entre outros, soberania alimentar.

- Haverá, ainda, a realização de mais uma Jornada Cultural, evento paralelo que traz o melhor das culturas locais desse imenso Brasil. E, a grande novidade, é a organização de uma feira com produtos típicos, na qual os jovens produtores de todo o país poderão trocar experiências e, quem sabe, fazer novos negócios. Já o terceiro dia será dedicado a visitas de empreendimentos juvenis na agricultura familiar em toda a Bacia do Goitá, salienta Luiz André, lembrando ainda que os participantes da III Jornada farão, ao fim do encontro, um belíssimo passeio cultural em Olinda, Patrimônio Histórico da Humanidade.

Serviço:

III Jornada do Jovem Rural:

Tema: Trabalho e Sustentabilidade do Campo

Data: 22 a 26 de setembro

Local: Serviço de Tecnologia Alternativa (Serta) Campo da Sementeira, KM 14, PE 50- S/N, Zona Rural Glória de Goitá – Pernambuco

Informações: www.jovemrural.com.br / www.institutosouzacruz.org.br
(21) 3849-9781 (21) 3723-8109

RS – Coordenadores regionais do Irga se reúnem hoje na EEA

setembro 14th, 2009

Os coordenadores das regionais do Irga da Fronteira Oeste, Campanha, Depressão Central, Planície Costeira Interna e Externa, e Zona Sul participam da 8ª Reunião com o Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) nesta segunda-feira (14), das 8 horas às 17h30, na Estação Experimental do Arroz (EEA), em Cachoeirinha.

O encontro aborda os dados de cada regional, no que se refere ao calendário de reuniões, dados atualizados da situação dos mananciais até o dia 10 de setembro, a estimativa de área a ser semeada na safra 2009/10, a campanha Todos Contra o Arroz Vermelho, número de eventos, temas divulgados nas Unidades demonstrativas (protocolos) com base nos limitantes de produtividade dos Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural e Regionais, plano de trabalho para a próxima safra, e o planejamento de cada núcleo.

Será apresentado pelo Dater o banco de dados do Sistema de Informações Geográficas SIG, lançado durante a Expointer 2009, projetos prioritários, consolidação de dados estaduais como a situação dos mananciais, o preparo do solo, a área semeada, atividades de difusão de tecnologias realizadas nos meses de julho e agosto de 2009, atividades dos assistentes técnicos regionais, parâmetros para as unidades demonstrativas.

Participam o gerente da divisão de pesquisa da EEA, Athos Gadea, o diretor técnico do Irga, Valmir Menezes, o supervisor do Dater, Luis Antônio Valente, pesquisadores, e agrônomos de todos os escritórios do Irga.

RS – Santana da Boa Vista comemora 44 anos com Festival de Produtos Caseiros

setembro 14th, 2009

Santana da Boa Vista comemora, nesta quinta-feira (17), 44 anos de emancipação política. O município, com aproximadamente oito mil habitantes, está localizado na Serra do Sudeste e tem a base econômica na pecuária e agricultura. Com intuito de valorizar a produção familiar, a equipe do Escritório da Emater/RS-Ascar de Santana da Boa Vista realiza, em parceria com a Prefeitura, a partir terça-feira (15), a 8º edição do Festival de Produtos Caseiros. A Feira integra as comemorações do 44ª aniversário.

A produtora de doces, licores e rapaduras, Loecila Freitas, é uma das 35 assistidas pela Emater/RS-Ascar de Santana da Boa Vista que, através do Festival, poderá ampliar a renda e garantir uma maior visibilidade para o trabalho produzido. “A maioria dos produtos levados para a Festival será comercializado. Tenho um aumento expressivo nas vendas”, comenta a produtora.

“Nossa principal meta é elevar a qualidade de vida dos nossos assistidos. Vemos na 8ª edição do Festival de Produtos Caseiros a consolidação do nosso trabalho, garantindo uma maior lucratividade para os produtores, além de torná-los conhecidos pela comunidade local”, ressalta a chefe do Escritório Municipal, Luciner Lopes de Freitas.

Dentre as atividades realizadas para comemorar a passagem dos 44 aos do município estão a apresentação da Banda Municipal, Brechó do Clube das Mães, participação dos CTGs com suas Invernadas Artísticas, Corais, Brinquedos Infláveis, Feira do Livro, Feira do Comércio, início das obras de pavimentação da rua Alferes Pedro Garcia e shows de Talentos da Terra. O encerramento das comemorações será na quinta-feira (17), no CTG Marca dos Tempos.

A participação da Emater/RS-Ascar integra a Frente Programática Assistência Técnica e Extensão Rural, desenvolvida em consonância com os Programas Estruturantes do Governo do Estado.

Nota de esclarecimento do Incra/PR sobre contratação do Pronaf A

setembro 14th, 2009

Curitiba, 14 de setembro de 2009 – O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Paraná esclarece algumas dúvidas dos assentados da reforma agrária, equipes de assistência técnica rural e de agentes financeiros sobre a contratação do Pronaf A.
Conforme o Manual de Crédito Rural (MCR), o Pronaf A deve ser contratado em, no mínimo, três operações. De acordo com o MCR, é atribuído ao Grupo Executivo Estadual de Políticas de Reforma Agrária (GERA) o direito e obrigação de decidir e firmar algumas situações que venham a ocorrer no âmbito das unidades de federação. No caso do GERA do Paraná, ficou acordado que o interstício entre uma contratação e outra do Pronaf A é de, no mínimo, 90 dias.
Sobre o uso da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) nas contratações de crédito rural, o Incra/PR informa ainda que a portaria nº 47, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), de 26 de novembro de 2008, prevê, em seu artigo 3° do capítulo II, § 3°, que independentemente do período de validade da DAP, os agricultores familiares dos grupos A e A/C devem providenciar uma nova Declaração de Aptidão ao Pronaf, para cada contratação de operação de crédito junto aos órgãos e entidades autorizados a emitirem o referido documento.
Desta forma, o Incra/PR salienta que cada DAP do Grupo A tem validade por operação, ou seja, não podem ser contratadas todas as operações com somente uma DAP .

Assessoria de Comunicação Social – MDA/INCRA (Paraná)

Mercado do boi gordo continua patinando

setembro 14th, 2009

Boa parte dos frigoríficos pressiona o mercado para baixo. A análise é da equipe da Scot Consultoria.

Em São Paulo, na última sexta-feira (11/09), após terem alongado em alguns dias as escalas, alguns frigoríficos passaram a oferecer até R$2,00/@ a menos em relação aos preços do dia anterior.

Entretanto, praticamente nenhuma compra foi efetuada nesses patamares, deixando o mercado travado. As escalas atendem 7 dias, em média, entre frigoríficos de grande e pequeno porte.

As grandes indústrias apresentam escalas médias de 9 dias. As pequenas, porém, 5 dias. As grandes contam com gado próprio, boi a termo, programas especiais de compra e a preferência dos pecuaristas, facilitando a formação das escalas.

O mercado está patinando. No último mês, a variação do preço-referência do boi gordo foi de -1,27%.

Lygia Pimentel
Médica Veterinária – Scot Consultoria

Soja: Desafio incentiva a produtividade

setembro 14th, 2009

O Comitê Estratégico Soja Brasil – CESB – entidade sem fins lucrativos, criada em 2007 por profissionais ligados à cultura da soja no Brasil, abre em agosto as inscrições para o Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja da safra 2009/2010.

Voltado aos sojicultores e técnicos recomendantes de todo país, o Desafio tem como objetivo criar um ambiente nacional e regional que estimule estes produtores e técnicos a desafiar seus conhecimentos e incentivar o desenvolvimento de práticas inovadoras de cultivo, que possibilitem uma maior produtividade na mesma área plantada com sustentabilidade.

São duas as categorias do Desafio: Área Irrigada (I) e Área não Irrigada (II). Os participantes poderão competir nas duas categorias, desde que as inscrições sejam independentes.

Cada participante pode inscrever de uma a três de suas áreas ou propriedades onde atuam, ou então talhões distintos na mesma propriedade, desde que também cada área tenha uma ficha e uma taxa de inscrição.

Para que os sojicultores estejam aptos a participar do Desafio, devem atender alguns pré-requisitos exigidos no regulamento do programa como, por exemplo, obedecer a legislação trabalhista e/ou os contratos coletivos de trabalho firmados pelos sindicatos da região em que atuam.

Além disso, os participantes poderão cultivar soja em áreas próprias ou arrendadas, desde que as mesmas estejam em dia com as obrigações fiscais e não estejam em Áreas de Preservação Permanente (APPs).

O Desafio é uma iniciativa pioneira do CESB, criado para promover estratégias que contribuam para elevar a produtividade e valorizar a sojicultura brasileira, além de incentivar a sustentabilidade de uma das culturas mais importantes do país.

Para participar do programa, os sojicultores e técnicos devem se inscrever até 15 de dezembro de 2009 através do site do CESB. Após pagamento da taxa de inscrição (R$ 100,00), o produtor receberá a confirmação através de seu e-mail.

Ao término do Desafio será proclamado o produtor com a maior produtividade nacional de soja. Os vencedores serão reconhecidos em uma cerimônia ainda a ser definida e também ganharão uma viagem técnica aos Estados Unidos em 2010, com duração de sete dias, período em que terá oportunidade de trocar experiências com os maiores sojicultores e técnicos do país e apresentar as técnicas empregadas no Brasil.

As regras e demais informações para inscrição são encontradas no site oficial do CESB: http://www.desafiosoja.com.br/.

Fonte: CESB/Aprosoja.com.br

MT – Ruralistas de Mato Grosso criticam as alterações em lei ambiental

setembro 14th, 2009

Mudanças constantes na legislação ambiental brasileira estão tornando a produção agropecuária em Mato Grosso preocupante e insegura. A análise é do setor rural estadual ao afirmar que as Medidas Provisórias, decretos e outras alterações incorporadas à lei nacional em vigor são impossíveis de serem cumpridas. Atualmente são mais de 16 mil itens em vigor e outros 170 projetos sendo analisados por uma Comissão Especial da Câmara Federal para serem incorporados à nova lei nacional, em tramitação na Casa.

Os principais motivos para a irregularidade das propriedades mato-grossenses são as várias vezes que a lei ambiental foi modificada, e que paralelo a isso, os órgãos responsáveis não foram preparados para atender a demanda. Uma das consequências da irregularidade é a restrição ao crédito oficial, além de outras sanções impostas pela norma, que vão desde multa, apreensão de produtos a embargo das fazendas. O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Vicente Falcão, afirma que a situação do produtor rural ficou mais complicada com a edição da Medida Provisória 2166/2000, que alterou o Código Florestal Brasileiro, e que dispõe sobre o percentual de reserva legal na propriedade.

“Os produtores foram surpreendidos do dia para a noite com a esta obrigação acessória. No Cerrado onde a reserva ocupava 20% da área, com a MP passou para 35%. E na Floresta, onde era 50% passou para 80% de preservação”, diz ao informar que dessa forma muitos produtores passaram à irregularidade e desde então vêm tentando se regularizar, mas o processo é bastante moroso. Para se ter uma noção disso, Falcão informa que no Estado existem cerca de 100 mil propriedades rurais e que apenas 1,862 mil são georreferenciadas (dado computado até o dia 10 deste mês).

Ele conta que existem milhares de pedidos de georreferenciamento no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e outros tantos mandados de segurança que os produtores ingressaram na tentativa de conseguir prioridade no atendimento. “Para regularizar a terra o produtor tem de entrar com pedidos que tramitam em órgãos diferentes e que são morosos. Com isso ele fica anos esperando e as penalidades acabam acontecendo”.

Segundo a superintendência do Incra em Mato Grosso, tramitam no órgão 7 mil processos que solicitam certificação de georreferenciamento, e há um passivo de cerca de 5,170 mil ações, que estão classificados em processos sob condições especiais para atendimento (mandado de segurança, estatuto do idoso, doença grave e de interesse público). A superintendência conta com um quadro funcional formado por 20 servidores, credenciados para emitir a certificação. Entretanto há os que estão afastados por licença médica ou por ordem judicial.

Dificuldades – A dificuldade de se conseguir a documentação da terra afeta tanto pequenos como médios e grandes produtores. Reflete em quem comprou a terra a preço alto e também quem está em assentamentos. O produtor rural Getúlio José Bianchi, com propriedade em Sinop destinada à produção de diferentes variedades de banana nanica, afirma que está há 24 anos em Mato Grosso, tendo herdado a vocação rural dos pais. “Há oito anos estou em um assentamento, mas não consigo a documentação. E isso não acontece só comigo. Há outros assentamentos na região que enfrentam a mesma dificuldade”.

Bianchi afirma que a produção em 100 hectares totaliza 3 mil caixas de 20 kg (o equivalente a 60 toneladas) por semana e que gera 27 empregos diretos. “Trabalhamos na terra há tanto tempo e não temos sequer um recibo, um documento que comprove que somos donos dela”, desabafa o agricultor ao informar que muita gente está partindo do campo. Outro produtor com problema semelhante é Nilson José Vígolo. Ele produz soja e milho no município de Vera em uma área de 1,5 mil hectares.

A produção de soja na propriedade está estimada em 3,6 mil quilos por hectare e a de milho em aproximadamente 5,4 mil kg/ha. “A situação de Vera é complicada, cerca de 90% dos produtores têm passivo ambiental, mas enfrentam dificuldades na hora de se regularizar”, diz ao complementar entrou com o pedido para regularizar a propriedade há dois anos. Cada procedimento tem um custo, o que onera os gastos do produtor, que já enfrenta aumento no valor desembolsado para produzir, problema logístico, endividamento, entre outros.

Para tentar solucionar a questão ambiental, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), Rui Prado, afirma que várias ações vem sendo tomadas. A principal delas é a pressão junto ao governo federal. “Queremos especialmente a consolidação das áreas produtivas. E não concordamos com o desmatamento zero”, diz ao informar que este último item não quer dizer que os produtores vão desmatar, mas pedem que a condição não seja engessada em lei. Ele afirma que existem condições que permitem aumentar a produtividade sem abrir novas áreas.

Já o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Glauber Silveira da Silva, lembra que os agricultores já estão bastante conscientes da importância de se preservar o ambiente. Mas ele frisa que a preocupação com as Áreas de Proteção Permanente (APPs) e com o meio de forma geral não devem ser restritas aos produtores rurais, mas sim a toda a sociedade, seja ela fixada no campo ou na cidade. “Apenas 6% do território do Estado é ocupado por grãos, e ainda, outros 64% estão preservados”.

Fonte: A Gazeta

Mudança no índice de produtividade desestabiliza o campo

setembro 14th, 2009

A intenção do Ministério do Desenvolvimento Agrário em mudar os índices de produtividade agropecuária, resultante do compromisso assumido pelo Presidente da Republica junto às lideranças do MST, tornou-se um fator de intranqüilidade no campo.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa
Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, assevera que essa atualização de índices é extremamente preocupante porque trará reflexos imediatos nas propriedades rurais em termos de classificação como produtivas ou não, deixando-as injustamente expostas ao processo desapropriatório.

O dirigente reclama que novos índices serão fator de desestabilização para o setor agropecuário.

Por que penalizar um setor que, com extrema competência, vem cumprindo função econômica de gerar superávits na balança comercial, bem como a função político-social de garantir a segurança alimentar à sociedade brasileira em quantidade, qualidade e acessibilidade dos produtos agropecuários disse Pedrozo.

A Faesc reclama que o governo finge tratar o assunto com base científica, mas a orientação é ideológica para redefinição dos índices de produtividade dos estabelecimentos rurais. Observa que, para avaliar a eficiência das propriedades agrícolas, o dispositivo legal de “aproveitamento racional e adequado” não pode significar apenas uso do solo e produtividade em um período circunscrito à 12 meses.

O presidente da Faesc entende que, em razão da elevada significação da agropecuária e agronegócio no contexto da economia brasileira, a discussão sobre o aproveitamento racional do solo agrícola vai muito além da medição de índices de produtividade.

José Zeferino Pedrozo advoga a adoção do projeto-de-lei 202, do Senado, que propõe a alteração e o ajuste dos parâmetros, índices e indicadores de produtividade. Esse projeto tem como relatora a senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação Nacional da Agricultura. A norma em vigor é a Lei n 8.629, que determina que o produtor atenda, simultaneamente, aos índices do Grau de utilização da Terra (GUT) e o grau de eficiência na exploração da terra (GEE). A intenção é manter o critério de propriedade produtiva previsto na Constituição (GEE), mas modificar os parâmetros de produtividade de maneira a evitar a desapropriação de propriedades rurais produtivas.

Aceitação
Ao manifestar apoio à proposta de Kátia Abreu, Pedrozo asseverou que os produtores e as entidades do agronegócio manifestam-se contrários a qualquer outra mudança. Reclama que as propostas do Governo para alteração dos índices de produtividade não prevêem casos de frustração de safra por adversidades climáticas. Também não estão previstos mecanismos de salvaguardas aos produtores rurais para os períodos de falta de crédito e de preços baixos tanto para os proprietários quanto para os assentados.

SP – Prorrogada seleção de empreendimentos para BioFach Latina

setembro 14th, 2009

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) prorrogou, até o próximo dia 30, o prazo para empreendimentos ou redes de empreendimentos se inscreverem para participar da BioFach América Latina 2009. A feira acontece de 28 a 30 de outubro, no Transamérica Expocenter, em São Paulo (SP). Serão escolhidos 15 empreendimentos das cinco regiões do País.

A BioFach América Latina é uma feira de negócios voltados para o setor de orgânicos que oferece a oportunidade de expor e lançar novos produtos, promover degustações, agendar visitas, conhecer fornecedores e compradores de produtos orgânicos, prospectar e realizar negócios.

A seleção dos empreendimentos ou de rede de empreendimentos para a Biofach Latina será feita a partir de critérios como possuir produtos orgânicos certificados; ser um empreendimento comunitário da agricultura familiar formalizado; atuar ou ter condições de atuar em mercados nacional e internacional, entre outros.

Os interessados devem preencher o formulário com a proposta de participação localizado no endereço http://comunidades.mda.gov.br/portal/saf/programas/agroindustrias/2597843. Depois, é necessário enviar os documentos para feiraseeventos@mda.gov.br

Assessoria de Comunicação Social MDA/Incra

ES – Toma posse nova diretoria da Federação de Agricultura do Espírito Santo

setembro 14th, 2009

A redução da carga tributária para o setor primário, o fortalecimento de parcerias interinstitucionais e a implantação de políticas e projetos sociais voltados ao homem do campo nortearam a cerimônia de posse da nova diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do ES (Faes) e conselhos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural-ES (Senar/ES), que aconteceu esta manhã (14), em Vitória/ES.

Na ocasião, o engenheiro agrônomo Júlio da Silva Rocha Júnior foi reempossado presidente das duas instituições, que ganharam novas diretorias e conselhos fiscais e administrativos. Entre as autoridades presentes, estiveram na solenidade o governador em exercício, Ricardo Ferraço; o secretário estadual da Agricultura, Ricardo Santos; o deputado federal, Lelo Coimbra; o presidente da Assembléia Legislativa, Élcio Alvares; o deputado estadual, Atayde Armani; o diretor-superintendente do Sebrae/ES, João Felício Scárdua; o presidente do Bandes, Guerino Blestrassi; e o secretário executivo do Senar Nacional, Omar Hennemann.

Reitero nossa meta de trabalho incessante pelo fortalecimento do homem do campo, que com seu ilimitado idealismo e amor pelo que faz é imprescindível ao desenvolvimento do país. Mesmo com todas as adversidades que o produtor rural enfrenta para continuar a produzir, ele não se vê como vencido e continua a acreditar no setor, disse Rocha.

Metas

Júlio Rocha, que atualmente é também vice-presidente diretor da região Sudeste da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil) e responde pela presidência da Comissão Nacional da Pequena Propriedade da mesma entidade, pontuou alguns entraves do setor, como a alta tributação no segmento primário e a falta de políticas públicas que assegurem a permanência do homem no campo.

Projetos como o de inclusão digital rural, o Multirão da Cidadania e a formação de Agentes Ambientais foram citados como próximas metas da Faes e do Senar/ES, que nesta gestão focará esforços na melhoria da qualidade de vida do produtor rural.

O secretário executivo do Senar Nacional, Omar Hennemann, tomou posse como membro efetivo do Conselho Administrativo do Senar capixaba e aproveitou a oportunidade para dar uma palavra de incentivo aos presentes.

Existem milhares de pessoas que se espelham no que somos e fazemos. Por isso nosso compromisso é levar felicidade aos homens e mulheres do campo, afirmou.

Retrospectiva

Já o governador em exercício, Ricardo Ferraço, salientou os trabalhos do executivo estadual para reverter o fluxo de migração do campo para a cidade.

Nós sabemos da importância da agricultura, que mesmo perdendo pontos no produto interno bruto do Estado, nunca deixou de ter sua grande contribuição para o equilíbrio social, pontuou.

Em seu pronunciamento, o secretário estadual da Agricultura, Ricardo Santos, fez uma pequena retrospectiva da vida profissional de Júlio Rocha, relembrando seu início na antiga Emater, hoje Incaper.

A história de Júlio nos últimos 25 anos se confunde com a da Federação da Agricultura. Ele foi galgando espaços e hoje, como presidente da Faes, é um importante aliado do governo Paulo Hartung, e a instituição é parceira no desenvolvimento de planejamentos como o Pedeag, explicou o secretário.

Priscila Norbim
Iá! Comunicação
(27) 3314-5909 / 9923-8054

RJ – Programa Prosperar legaliza agroindústria em São Gonçalo

setembro 14th, 2009

O número de agroindústrias legalizadas pelo Programa Prosperar, da Secretaria Estadual de Agricultura, aumentou. Desde a última sexta-feira, entrou em funcionamento a Rancho dos Sonhos, em São Gonçalo. Integrada ao turismo rural, a agroindústria de produtos a base de leite de cabra, recebeu orientação de técnicos do programa desde a escolha do local para sua implantação, até a legalização sanitária do empreendimento.

O estabelecimento recebeu o selo do Serviço de Inspeção Estadual (SIE-RJ), o que garante a procedência dos produtos e permite sua comercialização dentro do estado. De acordo com o coordenador do Prosperar, Jairo Silva, mais de 100 agroindústrias já saíram da informalidade através do programa, legalizando suas unidades de produção nas diversas instâncias de inspeção de produtos de origem animal/ vegetal e bebidas.

A formalização das agroindústrias levou a melhoria da qualidade dos produtos oferecidos, tanto no processo de fabricação, como no de apresentação, com embalagens diferenciadas seguindo a legislação sanitária explicou.

Segundo Jairo, essa nova unidade gerou mais quatro empregos diretos na indústria e está estimulando a ampliação da caprinocultura no município, já que o leite processado para a fabricação dos produtos (queijos aperitivos, tipo frescal tradicional e condimentado, bebida láctea e iogurtes) vem de produção própria e de produtores da região.

Por Ascom da Secretaria de Agricultura do RJ

SE – Balde Cheio estimula desenvolvimento da produção leiteira em Tobias Barreto

setembro 14th, 2009

Transferir novas tecnologias na produção de leite para os pequenos proprietários rurais, orientando-os através de ações práticas. Este é o principal objetivo da Embrapa Sudeste que, através da Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri) e da Companhia de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro), em parceria com o Sebrae, trouxe para Sergipe o projeto Balde Cheio.

O lançamento, que aconteceu na última sexta-feira, 11, na Associação dos Produtores do Povoado Agrovila, localizada na cidade de Tobias Barreto, distante a 127 quilômetros de Aracaju, deu-se com uma palestra ministrada pelo pesquisador e engenheiro agrônomo da Embrapa Sudeste, Arthur Chinelato.

Autor da metodologia utilizada no programa, Chinelato apresentou através de histórias e vídeos como serão desenvolvidas todas as etapas do Balde Cheio nos lotes dos produtores do Perímetro Irrigado Jabiberi, uma vez que eles serão os primeiros a serem atendidos. O primeiro passo para que os investimentos aconteçam será descobrir quanto o produtor poderá investir. Se ele tiver R$ 100, investiremos, e se tiver R$ 10, trabalharemos em cima desse valor, esclareceu o pesquisador.

O especialista disse que o projeto deu certo em outros estados e que tem tudo para obter os mesmos resultados em Tobias Barreto. O Balde Cheio é um negócio chocante, tem tudo para dar certo em Tobias Barreto. Ele é importante para resgatar a autoestima do produtor, a confiança. O que nós queremos é que a propriedade de vocês dê dinheiro, portanto acreditem em si e nós ajudaremos, reforçou o pesquisador.

Financiamento
Outro ponto que foi levantado durante a palestra foi a utilização do crédito pessoal para iniciação do trabalho. Chinelato destacou para os produtores que, apesar do crédito ser importante, ele pode se transformar em uma arma para aqueles que não sabem controlar. Vocês devem ficar atentos com o dinheiro que será investido nas áreas. É preciso trabalhar primeiro com o que já se tem, depois, quando já tiver dando lucro, procurar meios para aumentar o rebanho, incluindo o crédito pessoa, ressaltou Chinelato.

Segundo o chefe do perímetro José Reis Coelho, já foi acordado com a agência local do Banco do Nordeste os futuros financiamentos para o Balde Cheio. Os recursos serão liberados através do projeto Pronaf Mais Alimentos, que possui juros reduzidos de 2% ao ano para o produtor que o adquirir. No entanto, o financiamento só será liberado quando as pastagens já estiverem em ordem, bem como o sistema de irrigação.

Já fechamos um acordo verbal com o Banco do Nordeste para que os nossos produtores possam trabalhar melhor. Os primeiros beneficiados serão aqueles que não têm rebanho algum para iniciar a produção. Com o tempo, os que já possuem poderão pegar o crédito pessoal aumentando o seu e, conseqüentemente, a lucratividade, frisou José Reis.

Para o diretor de Desenvolvimento Agropecuário e de Irrigação da Cohidro, João Quintiliano da Fonseca, o projeto não só irá desenvolver a produção de leite, mas promover a capacitação dos produtores que aprenderão a trabalhar dentro do seu próprio espaço. A partir de agora, vamos trazer essa novidade para Sergipe, podendo inclusive, transformar o estado numa referência em produção de leite. O objetivo é que em aproximadamente três anos sejam produzidos 5 mil litros de leite por dia no Jabiberi, estimou.

Todo o trabalho a ser desenvolvido será acompanhado pelo médico e veterinário Marcelo Figueiredo responsável pelo projeto no Maranhão -, pelos técnicos do Sebrae e do Governo do Estado, para que o cronograma seja cumprido e executado no prazo que for previsto.

O projeto
No ano de 1998, Arthur Chinelato, engenheiro e pesquisador da Embrapa Sudeste, localizada em São Carlos, interior de São Paulo, passou a coordenar junto com sua equipe um projeto inovador intitulado de Balde Cheio, com o intuito de desenvolver a pecuária leiteira em diversas áreas, as quais existissem pequenos produtores rurais que trabalhassem com 1,5 hectare.

As aulas acontecem na própria propriedade rural. Lá, Arthur e sua equipe transferem novas tecnologias para o produtor, ensinando-o a utilizar melhor ferramentas por ele já conhecidas como a sua terra e o seu rebanho. Durante quatro anos, a cada quatro meses os técnicos visitam as áreas, monitorando a unidade demonstrativa de cada beneficiado.

Incluindo Sergipe, já são 12 os estados que já participam deste projeto: Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Fonte: Governo de Sergipe

SP – Curso aborda doenças dos citros em Cordeirópolis

setembro 14th, 2009

O V Curso de Doenças dos Citros e seu Manejo será realizado de 22 a 24 setembro, no Centro APTA Citros Sylvio Moreira, em Cordeirópolis/SP.

Os organizadores informam que as inscrições ainda podem ser feitas.

O Curso de Doenças dos Citros e seu Manejo teve início no ano de 2005, e está indo para a sua quinta edição, de 22 a 24 de setembro. Neste ano contará com aulas teóricas e práticas sobre as principais doenças dos citros, que serão proferidas por especialistas no assunto, visando uma correta identificação e manejo. Dentre elas destacam-se as doenças fúngicas, bacterianas, virais e doenças de causas desconhecidas. Além disso, o curso também abordará temas relacionados à produção certificada de muda cítrica, grade de defensivos permitidos para a cultura e tecnologia de pulverização, além de aula prática sobre identificação de Greening. Nos últimos anos temos contado com a participação de inúmeros profissionais do setor citrícola do Brasil e também de países vizinhos, principalmente da Argentina e Uruguai.

Informações: Fernando Alves de Azevedo, fernando@centrodecitricultura.br.
Centro APTA Citros Sylvio Moreia/IAC
Rod. Anhanguera, Km 158 – Cordeirópolis, SP
CEP: 13490-970 – CP 04
Tel./Fax: (19) 3546-1399

MG – Defesa agropecuária: projeto busca aperfeiçoamento da área

setembro 14th, 2009

Um dos pontos fortes da defesa agropecuária brasileira é sua visão sistêmica, ou seja, o entendimento de que as ações devem ir desde a escolha dos insumos até a garantia da qualidade dos produtos de origem animal e vegetal, sejam eles destinados para o mercado interno ou externo.

Imbuído dessa visão de processo, o Projeto Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária tem por objetivo propor melhorias através do incentivo à inovação tecnológica, da promoção da capacitação e da indução de redes sociais. As ações estão ligadas ao desenvolvimento de projetos de Mestrado Profissional focados em sistemas produtivos e realidades regionais; ao mapeamento de tecnologias e competências que possam ser utilizadas no aprimoramento da defesa agropecuária e ao levantamento de visão e demandas do setor privado e de órgãos do Governo.

Segundo o coordenador do Projeto, professor Evaldo Vilela, a iniciativa surgiu da necessidade de levar o assunto defesa agropecuária para dentro das universidades. O agronegócio do Brasil é potente, mas para se manter assim, precisa de uma defesa agropecuária forte. Fortalecer a área para uma atuação mais eficiente exige a formação de profissionais mais capacitados. Vilela assegura que esta foi a motivação básica do Projeto, mas outras vieram em conseqüência: conhecer quais as tecnologias disponíveis no Brasil com aplicação na defesa; entender o que pensa o usuário da defesa e as demandas dos empresários do setor; e as melhorias necessárias fizeram com que Projeto crescesse e ficasse ainda mais interessante e completo.

Os resultados serão apresentados durante a II Conferência Nacional para Defesa Agropecuária, que será realizada de 26 a 29 de maio de 2010, em Belo Horizonte.

RIT DA

A Rede de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária (RIT DA) é a rede social criada pelo Projeto e está no ar desde abril de 2009, funcionando como uma ferramenta de integração. Com aproximadamente 1.200 membros, a RIT DA vem reunindo pesquisadores, docentes, empresários, produtores, fiscais agropecuários e demais interessados na área, que compartilham conhecimento e interagem.

Na RIT DA, o usuário pode fazer comentários, disponibilizar vídeos, imagens, eventos e outros arquivos, sendo que todo esse conteúdo é passível de ser comentando por outros membros. Também fica atualizado sobre as questões que estão em pauta na defesa agropecuária, através das postagens dos outros membros. E, ainda, pode criar e participar de grupos de interesse. Acesse HTTP://inovadefesa.ning.com

Natália Nogueira
Assessoria de Comunicação
Projeto Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária
(31) 3235 3497

Genoa Biotecnologia lança ferramenta de suporte para melhoramento genético

setembro 14th, 2009

Em agosto, a Genoa Biotecnologia lançou o programa BestCross. A genotipagem constitui a base da plataforma do programa BestCross. É utilizado um sistema de simulação computacional, que permite determinar e estimar os índices de endogamia no rebanho, informa a empresa.

A endogamia ou consangüinidade é o grau de parentesco entre animais de ascendência comum em linha direta ou colateral. Traz como efeito perdas que após poucas gerações, produzirão no rebanho resultados financeiros negativos. Como exemplo, temos a redução de peso a desmama, aumento do intervalo entre partos, deformidades congênitas e abortos, dentre outras, e perdas significativas de acordo com a literatura (6-23%).

“O BestCross, constitui uma ferramenta de suporte para o programa de melhoramento genético por meio de seleção e acasalamentos mais assertivos”, destaca a equipe da empresa.

A PROGÊNIE GENÉTICA E CONSULTORIA REPRESENTA A GENOA BIOTECNOLOGIA.

Demy Marcos
Progênie Genética e Consultoria
www.progeniegenetica.com.br
(011) 5084.1151