Conferência de Pós-Colheita está com inscrições abertas para trabalhos

março 3rd, 2014 by admin No comments »

A 6ª Conferência Brasileira de Pós-Colheita, que será realizada em Maringá, PR, de 14 a 16 de outubro de 2014, está com inscrições abertas para trabalhos científicos. O evento é uma promoção da Associação Brasileira de Pós-Colheita (ABRAPOS), com realização da cooperativa Cocamar. As normas para envio de trabalhos estão disponíveis no site do evento, no endereço http://www.abrapos.org.br/eventos/cbp2014/.

Emprapa Soja

Produtores do DF conhecem maracujazeiro silvestre da Embrapa

março 3rd, 2014 by admin No comments »

Não meçam esforços para implantar na propriedade de vocês, ele é uma pérola, é uma joia, e joia vale dinheiro. Essa foi a declaração da produtora rural Leda Gama (foto) no Dia de Campo realizado nesta quinta-feira (27) sobre a produção do maracujazeiro silvestre BRS Pérola do Cerrado. O evento reuniu 120 pessoas entre produtores rurais, técnicos, extensionistas, estudantes e pesquisadores na Embrapa Cerrados (Brasília, DF) e no Núcleo Rural de Sobradinho (DF) e foi realizado em conjunto com a Emater-DF.

Primeira cultivar silvestre registrada e protegida no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a BRS Pérola do Cerrado foi lançada em maio de 2013 e desde então os viveiristas licenciados já venderam em torno de 30 mil mudas para diferentes regiões do Brasil. Essa variedade é um sucesso e veio para ficar. Minha intenção é aumentar minha área de produção, já que a procura por esse maracujá está sendo muito grande. Tudo o que a gente leva para a feira, a gente vende, contou dona Leda aos participantes do Dia de Campo. Segundo a produtora, o valor investido na implantação já foi retomado.

A programação do evento contou com uma visita à propriedade em que dona Leda cultiva, de forma orgânica, o BRS Pérola do Cerrado. Essa é a primeira safra do cultivo comercial implantado em 800 metros quadrados da propriedade. Estou muito satisfeita e o retorno dos consumidores é o melhor possível, relata.Como não disponho de mão-de-obra, já que aqui trabalhamos apenas eu e meu sobrinho, tivemos que investir em algo que desse pouco trabalho e mais lucratividade. Deu certo, comemora a produtora.

O cultivo do BRS Pérola do Cerrado dá pouco trabalho, pois se trata de uma variedade rústica, cuja ocorrência de doença é consideravelmente menor. Isso faz com que ele se adapte muito bem aos sistemas de produção orgânicos, por exemplo, destacou o pesquisador da Embrapa Cerrados Fábio Faleiro.

Em uma das estações do Dia de Campo, a pesquisadora Ana Maria Costa tratou do cultivo do Pérola do Cerrado em sistema de latada e espaldeira. Os estudos com os dois sistemas são necessários, pois existem diferenças na forma de conduzir, cuidados específicos numa situação e outra e, ainda, vantagens e desvantagens, afirmou Ana Maria. Em sistema de latada, por exemplo, há a necessidade de mais investimento na estrutura, mas a produtividade é um pouco maior, chegando a mais de 25 toneladas por hectare.

Segundo a pesquisadora, há ainda a possibilidade de o produtor adotar os dois sistemas e, assim, garantir produção de frutos o ano todo já que em latada os maracujás começam a produzir um pouco antes. Dá uma diferença de mais ou menos um mês. Isso proporciona uma janela entre um e outro, o que acaba equilibrando a produção, afirmou. Nos dois sistemas, no entanto, essa variedade floresce e frutifica praticamente o ano todo, ao contrário do maracujá azedo que possui uma entressafra entre agosto e setembro nas regiões de maior latitude. Mas, o pesquisador Fábio Faleiro faz uma ressalva. O BRS Pérola do Cerrado não veio para substituir o maracujá comercial. É uma opção a mais para o produtor, ressaltou.

A pesquisadora Ana Maria Costa também falou da questão da produção de mudas do BRS Pérola do Cerrado. Não são vendidas sementes, apenas mudas, pois a germinação dessa espécie é diferenciada. Para que a germinação seja possível, as sementes precisam passar por um tratamento com hormônios de plantas. Dessa forma, conseguimos elevar a taxa de germinação e viabilizar a comercialização e produção, conta. Atualmente, dois viveiros estão licenciados para a produção e comercialização das mudas para todas as regiões do Brasil (clique aqui para saber quais são os viveiros). A Embrapa, no entanto, vai abrir um novo edital para o licenciamento de novos viveiristas a fim de facilitar ainda mais a logística de comercialização e envio das mudas.

Cadeia produtiva – depois de um ano de lançamento do BRS Pérola do Cerrado, é grande a demanda pelo produto, inclusive do exterior. A nossa perspectiva de que haja um crescimento dessa cadeia produtiva, afirmou o pesquisador Fábio Faleiro. No Dia de Campo desta quinta-feira, esse assunto foi tratado pelo extensionista Geraldo Magela, da Emater-DF. Foi criada uma associação de produtores de maracujá e no dia 4 de junho será realizado o sexto encontro regional de produtores de maracujá do DF.

Hoje o maracujá ocupa muito espaço no DF. Junto com os novos híbridos de maracujazeiro azedo da Embrapa (BRS Gigante Amarelo, BRS Sol do Cerrado e BRS Rubi do Cerrado), houve introdução de tecnologia. Isso fez com que a produtividade de alguns produtores aumentasse três vezes mais em comparação à média nacional que é de 14 ton/ha, afirmou. Ainda segundo Geraldo Magela, o maracujazeiro silvestre BRS Pérola do Cerrado é mais uma alternativa e está conquistando os produtores da região. O pesquisador Fábio Faleiro enfatizou a importância da organização dos produtores em associações e cooperativas para que a produção seja feita em escala e com alta qualidade para atender as demandas do Brasil e do exterior.
Características do BRS Pérola do Cerrado

O diferencial de mercado do BRS Pérola do Cerrado é que se trata de uma cultivar com quádrupla aptidão: consumo in natura, processamento industrial, ornamental e funcional, já que é rico em sais minerais e antioxidantes. Os frutos, quando maduros, têm coloração verde-claro com seis listras longitudinais verde-escuras. É uma planta tropical e se adapta a diferentes tipos de solo, com exceção daqueles sujeitos à geada e a encharcamento. O principal polinizador das espécies sãos o morcegos herbívoros, mas se plantada num local sem ocorrência desses animais, a polinização pode ser feita de forma manual. Mais informações sobre o BRS Pérola do Cerrado podem ser obtidas no site.
Diversidade genética D

Durante o dia de campo, o pesquisador Fábio Faleiro tratou também de toda a diversidade genética que envolve o maracujá. Tem muito ainda para a pesquisa avançar em cima dessa biodiversidade, contou. Segundo ele, 95% das plantações de maracujá no Brasil são com a Passiflora edulis, o maracujá azedo. Existem ainda plantações de maracujazeiro doce (Passiflora alata), mas ainda sem nenhum cultivar registrada. Há pelo menos mais 70 espécies com potencial para produzir frutos comestíveis, afirmou.

Para que cultivares de diferentes espécies sejam geradas e disponibilizadas aos agricultores, há um trabalho robusto de pesquisa, desenvolvimento e inovação sendo realizado. Os projetos atuais desenvolvidos pela Embrapa envolvem parcerias nacionais e internacionais e mais de 100 profissionais. Alguns produtos já foram lançados como as cultivares de maracujazeiro azedo, BRS Gigante Amarelo, BRS Sol do Cerrado, BRS Ouro Vermelho e BRS Rubi do Cerrado e o maracujazeiro silvestre BRS Pérola do Cerrado. Há a previsão de lançamento para a sociedade no segundo semestre deste ano de cultivares de maracujazeiros ornamentais (BRS Estrela do Cerrado, BRS Rubiflora, BRS Roseflora, BRS Céu do Cerrado e BRS Rosea Púrpura). Os participantes do dia de campo tiveram a oportunidade de conhecer também esses novos maracujazeiros ornamentais.

Segundo Fábio Faleiro, o objetivo final dos projetos com o maracujá é disponibilizar para a sociedade novas cultivares e produtos tecnológicos de maracujazeiro azedo, doce, ornamental e funcional-medicinal como alternativas para geração de emprego e renda e, também, como opção de ampliação da base da alimentação e da ornamentação, utilizando, para isso, as pesquisas e a biodiversidade essencialmente brasileira.

Embrapa Cerrados

Produção de café do Paraná deve cair à metade no próximo ano

março 3rd, 2014 by admin No comments »

Geada negra, falta de chuva e altíssimas temperaturas. Definitivamente, este não foi o ano do café no Paraná. A cultura, que vem perdendo área ano a ano no estado, deve ter produção 67% inferior à registrada no ano passado, conforme estimativa da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Se não houver mais nenhum contratempo, o estado deve colher 32,99 mil toneladas do produto, o equivalente a 550 mil sacas de 60 quilos.

No ano passado, a produção paranaense rendeu 99,7 mil toneladas, ou 1,6 milhão de sacas. Em janeiro deste ano, a Seab calculava que a produção estadual seria de 39 mil toneladas (650 mil sacas).

A quebra na produção brasileira Minas Gerais também registra perdas fez os preços do produto dispararem na Bolsa de Nova York e também no Brasil. Em novembro de 2013, a saca era cotada a R$ 203 no Paraná. Na última semana, o preço subiu para R$ 343 por saca. A recomendação dos analistas é de que os produtores façam vendas escalonadas, aproveitando o momento atual para fechar alguns lotes, mas também guardando parte da produção para comercializar em outras eventuais oportunidades.

A sequência altista depende do clima e do tamanho do estrago causado pela estiagem. Ninguém sabe ao certo as perdas nas lavouras, diz o analista Gil Barabach, da Safras & Mercado.

Espaço reduzido

75% é o tamanho da queda na área plantada com café no Paraná somente nos últimos quatro anos. O fruto, que na safra 2008/09 ocupava 97,6 mil hectares no estado, na safra atual conta com terreno de 34,7 mil hectares.

Produtores têm 30 dias para contrapor laudos da Funai para a região de Buriti

março 3rd, 2014 by admin No comments »

Dia seis de junho é o novo prazo apresentado pelo Governo Federal para a solução definitiva da compra de terras na região de Sidrolândia e Dois Irmãos do Buriti, visando atender a demanda dos indígenas para aumentar a área da reserva Buriti. Produtores rurais da região, insatisfeitos com a precificação das áreas invadidas, têm de seis de março até seis de abril para apresentar laudos contrapondo os estudos apresentados da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Esse foi o cronograma acordado entre produtores rurais e o assessor do Ministério da Justiça, Marcelo Veiga, mediado pelo Governador do Estado, André Puccinelli, nesta quinta-feira (27), em reunião realizada na governadoria.

Depois de finalizado o prazo para a contraposição dos produtores rurais, a Funai e o Incra terão 30 dias para argumentar os valores estipulados para pagamento da terra nua e suas benfeitorias. E, finalmente, em seis de junho deverá ser acertada entre produtores e governo federal a venda das propriedades. Na região Buriti são 15 mil hectares distribuídos em 30 propriedades privadas inclusas nos estudos da Funai, sendo que 20 estão invadidas por indígenas, de acordo com o levantamento da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul).

A pedido do Ministério da Justiça, no dia sete de janeiro deste ano, representantes da Funai, do Incra e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) apresentaram os resultados da avaliação, com critérios próprios, da área de 15 mil hectares. Se efetivada a compra de toda área pretendida, a extensão da terra indígena Buriti passará de dois mil para 17 mil hectares.

Ainda que insatisfeitos com a precificação, os produtores rurais aceitaram o acordo e apresentarão, dentro do cronograma estipulado, os contrapontos técnicos que amparam o valor das terras de região, consideradas de alta produtividade.

Assessoria de comunicação do Sistema FAMASUL
www.famasul.com.br

CNA defende alternativas para ampliar a oferta de energia e a rede de transmissão

março 3rd, 2014 by admin No comments »

Propostas para ampliar a oferta de energia e a rede de transmissão, assim como sugestões para adequação da legislação que define regras para o setor elétrico, foram temas debatidos nesta quinta-feira (27/02), no Senado, em audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) para avaliar o impacto dos chamados apagões de energia elétrica na atividade agropecuária.

Representante da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na CRA, o consultor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (Faeg), Cristiano Palavro, defendeu a necessidade de investimentos nas estruturas de geração e transmissão de energia como forma de garantir o crescimento do setor agropecuário.

Outra sugestão foi a definição de políticas de fomento às estruturas alternativas e de menor porte, como as pequenas centrais hidroelétricas (PCHs) e as usinas de biomassa. O conselheiro da Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), José Guilherme Antiloga Nascimento, afirmou que as PCHs deveriam ser mais valorizadas, pois estão inseridas em contextos locais, produzem energia renovável e usam tecnologia nacional.

Entre as adequações citadas pelo representante do Sistema CNA, estão a extensão das regras previstas no Decreto 7.891, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O decreto estabelece tarifa diferenciada para a energia elétrica utilizada na irrigação e aquicultura. O desconto na tarifa pode chegar a 90%, dependendo da região, desde que o consumo ocorra em dias úteis, entre 21h30 e 6h.

A CNA defende que o benefício seja estendido para finais de semana e feriados. A atividade agropecuária é ininterrupta e não há razões para limitar o benefício, defendeu Palavro.

Outra sugestão é regulamentar os ressarcimentos aos produtores que tiveram perdas em função das quedas de energia. A regra em vigor prevê que o reembolso fique restrito aos valores gastos na substituição ou conserto de equipamentos danificados, não atendendo as perdas na produção e nos insumos. A alternativa que resta aos produtores é recorrer à via judicial, um processo caro e moroso, afirmou.

Representantes do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não participaram da audiência, mas as propostas apresentadas durante o debate na CRA serão encaminhadas à equipe do ministro Edison Lobão.

Na audiência, Palavro defendeu a agregação de valor à atividade agropecuária como forma de estimular a economia brasileira. A valorização depende, no entanto, da oferta de energia elétrica, que precisa chegar ao interior com qualidade. Ele ressaltou também a importância da energia na produção leiteira e de aves, assim como na irrigação e armazenamento de produtos, atividades fundamentais e totalmente dependentes da energia elétrica.

Plenário Está pronto para ser votado no plenário do Senado o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 787, de 2009, que obriga as concessionárias de distribuição de energia elétrica a instalar, sem custos aos produtores rurais, relógios de dupla tarifação de energia nas propriedades. O projeto é de autoria da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu. Os irrigantes e os aquicultores arcavam com os ônus destes aparelhos, cuja instalação é condição para que os produtores tenham tarifas diferenciadas.

Você sabia que a maior criação de tartarugas do país fica no Paraná?

março 3rd, 2014 by admin No comments »

Aos pés do pico do Marumbi, em Morretes, fica a maior criação de tartarugas Tigre D´Água do país. É a conhecida tartaruga de aquário. Aquelas que podem viver dentro de casa.

Roberto Romanetto cria as tartarugas há 18 anos. Hoje ele tem 3 mil matrizes. Elas vivem com água de qualidade e são alimentadas com ração. Bem cudiadas se reproduzem mais. Cada fêmea bota em média 10 ovos por vez.

Confira a reportagem: http://redeglobo.globo.com/rpctv/caminhosdocampo/noticia/2014/03/voce-sabia-que-maior-criacao-de-tartarugas-do-pais-fica-no-parana.html

Fonte: Caminhos do Campo

Abertura oficial da colheita da soja no RS será em Tupanciretã

março 3rd, 2014 by admin No comments »

O município de Tupanciretã, no Centro do Rio Grande do Sul, será sede da 7ª Abertura Oficial da Colheita da Soja. Com data definida para o dia 29 de março, o evento é promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, e pela Associação dos Produtores de Soja do RS (Aprosoja). Durante o evento serão realizados painéis que discutirão políticas públicas necessárias para o setor, numa visão de sustentabilidade da cadeia e dos produtores, a médio e longo prazo.

A data foi definida em reunião que contou com a presença do secretário adjunto da Agricultura, Claudio Fioreze. Na ocasião, ele destacou a importância do evento, uma vez que a soja é a principal cultura do Estado e que, nesta safra, deve alcançar uma produção de 12 a 13 milhões de toneladas. Estamos investindo em importantes ações e programas para o fortalecimento desta e das demais culturas, como é o caso dos programas estaduais Mais Água, Mais Renda, Correção de Solos e RS Mais Grãos, além dos incentivos na secagem e armazenagem de grãos na propriedade. Estes programas vão contribuir com a produção e produtividade do Estado, salientou Fioreze.

O presidente da Aprosoja, Décio Teixeira, defendeu a necessidade de incluir nos temas técnicos a grande gama de subprodutos da soja e a realização de um painel com representantes da Embrapa Soja, de Londrina/PR para debater o assunto. Além disso, destacou a necessidade de um debate em torno da problemática futura dos royalties da soja.

Já o coordenador das Câmaras da Agroenergia, Soja e Infraestrutura, Valdir Zonin, destacou a necessidade do debate envolvendo os agricultores e a cadeia produtiva da soja, bem como a realização de atividades técnicas. “Precisamos debater o futuro da soja, como por exemplo, se continuaremos sendo grandes exportadores de grãos, com baixo valor agregado, ou se devemos incrementar nossa infraestrutura de armazenamento e agroindústrias, para transformar a soja em biodiesel, óleo comestível, farelos, alimentos e carnes, podendo assim triplicar o nosso PIB e o valor da produção.

A prefeitura de Tupanciretã, juntamente com as demais entidades locais, devem definir nos próximos dias a propriedade sede do evento, levando em consideração critérios técnicos de localização, acesso e previsão de colheita nestes dias, bem como, a infraestrutura necessária para a realização do evento. Também participaram do encontro o prefeito em exercício de Tupanciretã, Gustavo Lirio, o prefeito de Tapera e vice-presidente da Aprosoja, Irineu Orht, e o presidente da Fepagro, Danilo dos Santos.

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

Safra que deveria ser recorde terá 25% menos do que o previsto em Maringá

março 3rd, 2014 by admin No comments »

De cada quatro sacos de soja que os agricultores da região de Maringá esperavam colher nesta safra, um não vai virar realidade em consequência da estiagem e do forte calor que reinaram nas últimas duas semanas de janeiro e nas duas primeiras de fevereiro. A quebra da safra na região está em 25%, mas pode aumentar na medida em que avança a colheita. A estimativa do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura era que os agricultores do noroeste paranaense colheriam entre 3,2 mil e 3,5 mil quilos de soja por hectare. No entanto, a média está em 2,6 mil quilos.

De acordo com uma prévia das perdas na lavoura de soja divulgada pela Secretaria da Agricultura, o Paraná deverá colher 2,01 milhões de toneladas a menos do que o previsto e o prejuízo financeiro deverá passar de R$ 2 bilhões. Na região de Maringá, segundo cálculos da Cooperativa Agroindustrial Cocamar, serão R$ 200 milhões a menos em circulação.

Na estimativa anterior, o Deral previa uma produção recorde de soja de 16,5 milhões de toneladas. Mas agora reduziu a estimativa de produção para 14,5 milhões de toneladas, menor do que o resultado obtido no ano passado, quando foram colhidas 15,8 milhões de toneladas no Paraná. No Estado, a previsão até agora é de quebra de 20%, mas o porcentual varia de região para região. O noroeste, que ontem atingiu 82% da colheita, a quebra está em 25%, mas pode aumentar na medida em que avançar a colheita na região próxima à divisa com o Estado de São Paulo, onde os danos provocados pela estiagem e o forte calor foram maiores.

Para o técnico Edson Roberto Nascimento, da cooperativa Nova Produtiva, na região do arenito não foi tanto a falta de chuva que provocou o definhamento das plantas. “Foi o calor muito forte por vários dias seguidos que acabou murchando os pés”. Segundo ele, como a granação nas vargens ainda não estava completa, o resultado é uma produção de grãos menores, com redução no peso final da safra.

De acordo com produtores tradicionais das regiões de Ivatuba, Doutor Camargo e Floresta, o resultado final está dependendo muito da época em que foi plantada a soja. Quem plantou no final de setembro, por exemplo, enfrentou dias secos logo na sequência, sem grandes prejuízos para a planta; quem plantou no começo de outubro já estava com a planta “pronta” quando aconteceu a estiagem de janeiro e fevereiro, mas a soja plantada no final de outubro e início de novembro ainda estava na fase de preenchimento dos grãos quando foi atingida pela estiagem de praticamente um mês, acompanhada por temperaturas altíssimas. É a soja do fim de outubro a mais atingida e responsável pela quebra da “supersafra”.

A Cocamar informou que no início do ciclo a média era calculada em 110 sacas por alqueire. Atualmente, está em 88 sacas. Em alguns municípios da área da cooperativa, como Bela Vista do Paraíso, Primeiro de Maio e Alvorada do Sul, a diminuição deve ultrapassar 50%. “Quanto mais ao norte, a coisa foi piorando. Próximo à represa a coisa foi pior ainda”, disse o proprietário da Fazenda Couro de Boi, em Bela Vista do Paraíso, Vitor Almeida. Segundo ele, na região dificilmente alguém colheu mais de 80 por alqueire. Ele foi uma exceção. A propriedade dele, que plantou no início de outubro, fechou com 132 sacas.

Houve caso em propriedades próximas ao Rio Paranapanema em que foram colhidas apenas 40 sacas por alqueire. Lá os produtores esperavam acima de 120.

O presidente Executivo da Cocamar, José Fernandes Jardim Júnior, afirma que “no geral, poucos conseguiram colher o que esperavam”. Segundo ele, em alguns lugares a produção é praticamente normal. Em outros, há produtores que ficaram no prejuízo, pois o resultado da colheita sequer vai cobrir o custo de produção.

Embora a colheita já esteja em fase de conclusão em regiões de alta produção, como Itambé, Floresta e Ivatuba, Maringá ainda está colhendo na região do distrito de Floriano, nas proximidades do Aeroporto e na Gleba Guerra. A Placa Pinguim, onde estão as mais antigas fazendas de soja do município, a colheita ainda está no início e os primeiros resultados desagradam.

“A gente vem de duas boas safras e até uns dias atrás contávamos com uma melhor ainda, mas de uma hora para outra vimos que não seria o que esperávamos”, disse o plantador Orlando dos Santos, que há 40 anos planta no Pinguim. “Em algumas áreas da mesma propriedade vemos trechos produzir 100 sacas por hectare, outros produzindo 130″.

Santos diz que o que colheu ontem ficou próximo de 130 sacas por hectare e, embora esperasse 150, comemorou. Em propriedades vizinhas houve quem mal chegasse às 100 sacas.

O secretário de Agricultura, Norberto Ortigara, em sua análise sobre as perdas deixou claro que os números apresentados até o momento são prévios, pois podem ser bem mais baixos. O Deral, que acompanha a situação em todas as regiões produtoras, pode corrigir as estimativas para baixo.

Segundo os técnicos Moisés Barion Bolonhez e Ivani Marangoni, do Deral em Maringá, além da quebra que já pode ser contabilizada, há ainda o risco de a produção de sementes de soja no Paraná ser comprometida. A região de sementes, que começa em Mauá da Serra e segue até o início dos Campos Gerais, foi uma das mais atingidas pela seca e o calor.

“Na região onde são produzidas as sementes a quebra está variando entre 20% e 40%, mas o problema é a qualidade dos grãos”, disse Bolonhez. Segundo ele, para se produzir sementes de qualidade é necessário que de cada 100 grãos 80 sejam viáveis. O problema é que, após sofrer com as variações climáticas, não há como se saber qual a porcentagem de grãos estará em condições de gerar plantas saudáveis.

Fonte: Diário de Maringá

Syngenta lança iniciativa global para o fomento de práticas sustentáveis na agricultura

setembro 20th, 2013 by admin No comments »

A Syngenta divulgou na quinta-feira (19) em Brasília/DF, uma iniciativa global, batizada The Good Growth Plan, que foi desenhada para lidar com grandes desafios relacionados à segurança alimentar, tais como o cuidado com o meio-ambiente, com as comunidades rurais e com a eficiência na utilização de recursos.

O Good Growth Plan reflete a visão da Syngenta de que a produtividade agrícola necessita mais eficiência para que possamos alimentar uma população global que vem crescendo em 200 mil pessoas todos os dias. Ao mesmo tempo, terras cultiváveis estão sendo degradadas pela urbanização e erosão do solo, enquanto recursos hídricos estão sofrendo enorme pressão. As comunidades rurais, responsáveis por cultivar alimentos, estão em muitos casos sofrendo com a pobreza.

Para enfrentar cada desafio, foram estabelecidos seis compromissos com metas específicas e mensuráveis. Entre os objetivos específicos da Syngenta no Brasil estão: o tornar as culturas mais eficientes: aumentar em 20% a produtividade em soja, milho, cana e café sem usar mais terra, água ou insumos o recuperar mais terras cultiváveis: recuperar 50 mil hectares de pastagens degradadas, convertendo-as em terras cultiváveis o promover a biodiversidade: proteger as áreas com habitats para insetos polinizadores o capacitar pequenos agricultores: acessar diretamente e capacitar 100 mil pequenos agricultores para o uso responsável de tecnologias, aumentando a produtividade em 50% o Ajudar as pessoas a se manterem seguras: treinar 160 mil agricultores em boas práticas agrícolas e uso responsável das tecnologias o Cuidar de cada trabalhador: garantir condições justas de trabalho para toda nossa cadeia de fornecedores

Essa é a iniciativa mais ambiciosa e abrangente já lançada por uma empresa do segmento para enfrentar o desafio da segurança alimentar, diz o presidente para a América Latina da Syngenta, Antonio Carlos Guimarães.

O Good Growth Plan cria oportunidades de dialogar e trabalhar em conjunto com diversos públicos para alcançar os objetivos comuns conclui. O plano está sendo apresentado hoje em Brasília, na sede da Embrapa, em evento voltado a autoridades, ambientalistas, agricultores, ONGs e imprensa, no qual os participantes poderão discutir e aportar novas ideias para o desenvolvimento da iniciativa.

O mesmo evento aconteceu em Zurique (Suíça), Bruxelas (Bélgica), Jacarta (Indonésia) e Washington (Estados Unidos). Os resultados da pesquisa global sobre agricultura:

A Syngenta também divulga ontem globalmente uma pesquisa inédita, realizada em 13 países incluindo o Brasil, com 8 mil formadores de opinião de diferentes setores da sociedade, que avaliou as percepções da população urbana sobre os desafios da agricultura. Os resultados mostram que as pessoas estão divididas sobre como a produção de alimentos deve ser conduzida. Como exemplo, 78% dos entrevistados brasileiros apoiam o uso das últimas tecnologias para a produção de alimentos. No entanto, somente 24% apoiam o uso de defensivos agrícolas, fertilizantes, organismos geneticamente modificados, etc. Ainda no Brasil, apenas 11% acreditam que a agricultura é feita de maneira responsável hoje em dia, e por outro lado, 54% acreditam que conforme a produtividade aumenta, a agricultura será mais sustentável.

Para acompanhar o resultado dos eventos e da pesquisa, e conhecer o conteúdo integral dos compromissos da Syngenta estabelecidos dentro do Good Growth Plan, acesse www.goodgrowthplan.com

Fonte: Assessoria Syngenta

RS: momento decisivo para o trigo

setembro 20th, 2013 by admin No comments »

Depois das frustrações no Paraná, o trigo entra num momento decisivo no Rio Grande do Sul. As condições climáticas no final do ciclo da cultura vão definir mais da metade da safra brasileira. Geadas tardias, doenças de espiga e chuva na colheita são os fantasmas que assombram o produtor gaúcho.

De acordo com o último levantamento da Emater/RS (12/09/13), o trigo está na fase de desenvolvimento vegetativo em 50% das lavouras. A outra metade atravessa as fases de floração e enchimento de grãos. De maneira geral não houve danos com as geadas, granizo ou chuvas excessivas ocorridas recentemente, sinalizando até o momento rendimentos acima das expectativas iniciais, o que poderá gerar uma boa safra para o Estado, avalia o assistente técnico da Emater/RS, Ataídes Jacobsen.

Contudo, grande parte da frustração com a safra 2012 foi resultado das geadas em setembro, conhecidas como geadas tardias, principalmente a forte incidência em 26/09. De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, João Leonardo Pires, a geada caracteriza-se pela falta de regularidade cronológica, ou seja, não existe uma previsão exata sobre quando e onde vai ocorrer o fenômeno. A maior probabilidade é de gear em regiões de maior altitude, mas geadas tardias podem ocorrer em todas as regiões, esclarece Pires.

A sensibilidade do trigo à geada vai do florescimento à maturação, sendo que os danos diminuem a medida que evolui o estádio da planta. No emborrachamento, geadas severas podem causar o estrangulamento do colmo, interrompendo a passagem da seiva para as folhas e espigas; no florescimento a geada pode causar o abortamento de flores; no enchimento de grãos, quando os grãos estão em estado aquoso ou passando para leitoso, a geada pode estagnar o crescimento do grão; e no espigamento, a geada pode causar desde falhas na granação até a morte das espigas. Até o momento, a pesquisa ainda não conseguiu identificar uma diferenciação genética entre as cultivares quanto à tolerância aos danos por geada, principalmente na floração. No Rio Grande do Sul, o maior risco de perda por geadas é quando estas ocorrem no mês de setembro quando, normalmente, a maior parte do trigo já atingiu o espigamento, conclui João Leonardo Pires. Ele lembra que a avaliação dos danos deve ser realizada entre sete e dez dias após o evento, e não apenas no final da safra para evitar a soma de outros fatores, como doenças, que podem atrapalhar a real dimensão dos danos.

Giberela

A partir do espigamento o trigo fica suscetível também à giberela, doença causada por fungo que ataca a espiga, comprometendo o rendimento e a qualidade dos grãos, além do risco de contaminação por micotoxinas. Para minimizar os danos, a pesquisadora da Embrapa Trigo, Maria Imaculada Pontes Moreira Lima recomenda acompanhar diariamente as previsões climáticas: A ocorrência de giberela depende de precipitações pluviais elevadas, ou seja, dias consecutivos de chuva. A temperatura entre 20 e 24 ºC, típica de primavera, é uma porta aberta para a doença, alerta a pesquisadora, lembrando que o controle com o uso de fungicidas não tem eficiência por completo, resolvendo em 50 a 70% no combate ao fungo, quando as aplicações são preventivas. Se chover logo após a aplicação, a chuva lava o defensivo e deixa o trigo desprotegido novamente, diz Imaculada.

Germinação pré-colheita

O final do ciclo do trigo também é afetado pelo risco de chuva no período da colheita que pode resultar na germinação dos grãos ainda na espiga. Este fenômeno é mais frequente nas regiões mais quentes, onde as temperaturas elevadas diminuem a dormência dos grãos. Além de diminuir o rendimento, a germinação afeta diretamente o PH do trigo, reduzindo a qualidade tecnológica e o valor comercial dos grãos.

Recomendações

Para o pesquisador Eduardo Caierão, o produtor deve escolher cultivares mais tolerantes à germinação pré-colheita e às doenças relacionadas ao clima, além de escalonar a semeadura, observando sempre o zoneamento agrícola que estabelece as épocas de semeadura com menor risco para cada município. Mas a recomendação só é válida na implantação da lavoura, a partir de agora o produtor precisa monitorar o desenvolvimento da lavoura, o risco de doenças e acompanhar as previsões climáticas até a colheita. Em caso de previsão de excesso de chuva próximo à colheita, a antecipação da operação, levando em consideração os aspectos fisiológicos da planta, é uma das estratégias para evitar a germinação pré-colheita. Por vezes, vale a pena colher o trigo com maior umidade ao invés da lavoura ficar sujeita a mais chuvas na maturação. Entretanto, é preciso considerar as questões práticas da colheita, como a debulha mecânica, e os custos da secagem dos grãos. O produtor deve avaliar em faixas de lavoura se o trigo já pode realmente ser colhido e considerar a relação custo/benefício da antecipação, alerta Eduardo Caierão. Ainda, mediante ocorrência de germinação pré-colheita, a recomendação é separar os grãos germinados dos não germinados para evitar a desqualificação de todo o lote colhido.

Para giberela, o programa Sisalert (disponível no site http://sisalert.com.br) permite avaliar o risco da doença a partir do registro da data de espigamento, cruzando dados com as previsões climáticas para os próximos 15 dias. Uma ferramenta a mais para monitoramento da lavoura neste período de risco.

Fonte: Embrapa Trigo

Cases de sucesso em irrigação por gotejamento são apresentados em visita técnica à África do Su

setembro 20th, 2013 by admin No comments »

A impressão do consultor do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Nelson Elio Zanotti, sobre a visita técnica promovida pela Netafim à África do Sul não poderia ter sido melhor: A experiência foi excelente, já que a Netafim teve a inteligência de unir lazer e conhecimento técnico, mostrando outras culturas e aproveitando ao máximo a forma de transmitir conhecimento, afirmou.

O objetivo da Netafim foi apresentar uma nova perspectiva para produtores rurais e empresas de agronegócio, como o expressivo aumento de produtividade com economia de recursos. A agroindústria canavieira sul-africana é reconhecida mundialmente por sua eficácia, inovação, utilização de tecnologia de ponta e por adotar práticas sustentáveis no plantio, cultivo e colheita.

Nós tivemos exemplos que podem elucidar o que devemos fazer no Brasil para termos sucesso, principalmente quando falamos de cana-de-açúcar. O aproveitamento foi acima do esperado, analisou o diretor do Grupo de Irrigação e Fertirrigação de Cana-de-Açúcar, Omar Mazzola.

Para o gerente de marketing da Netafim, Fernando Castro, a organização feita em parceria com a equipe Netafim África do Sul garantiu o sucesso da viagem. Realmente ficou acima das expectativas. Nosso grupo era bem heterogêneo, desde produtores, consultores, técnicos, usineiros e atuantes no setor, ou seja, toda a cadeia produtiva da cana estava presente, o que contribuiu muito nas visitas, disse.

Castro afirmou ainda que a Netafim é uma empresa com presença global e possui casos de sucesso em várias culturas pelo mundo todo. A oportunidade de dividir esse conhecimento, mostrar os resultados in loco e poder analisar as melhores práticas nas regiões afora serve para comprovar a liderança da Netafim em projetos de irrigação de alta tecnologia ao mesmo tempo em que reforça a importância de nossa parceria com clientes, consultores e nossa rede de distribuição, finalizou.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Operação Leite Compen$ado investiga fraude em leite transportado no Rio Grande do Sul

maio 8th, 2013 by admin No comments »

A representação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Rio Grande do Sul (SFA-RS) e o Ministério Público do Estado (MP-RS) desencadearam nesta quarta-feira (08/05) a Operação Leite Compen$ado, que resultou no cumprimento de nove mandados de prisão e oito de busca e apreensão nas cidades de Ibirubá, Guaporé, Horizontina.

Análise de amostras realizadas em janeiro de 2013 pelo laboratório oficial do MAPA (LANAGRO Pedro Leopoldo MG) detectaram a presença de formaldeído em seis lotes de leite UHT da marca ITALAC, pertencente à GOIASMINAS INDÚSTRIA DE LACTICÍNIOS LTDA, de Passo Fundo; em um lote de leite da empresa LACTICÍNIOS BOM GOSTO (marca Líder), de Tapejara; e um lote na VONPAR ALIMENTOS (marca Mumu), em Viamão.

As investigações, realizadas pelas Promotorias de Justiça Especializada Criminal e de Defesa do Consumidor em conjunto com MAPA, dão conta que cinco empresas de transporte de leite adulteraram o leite cru entregue para a indústria.

Uma das formas de adulteração identificadas é a da adição de uma substância semelhante à ureia e que possui formol em sua composição, na proporção de 1 kg deste produto para 90 litros de água e mil litros de leite.

A adulteração consiste no crime hediondo de corrupção de produtos alimentícios, previsto no artigo 272 do Código Penal. Também atua na Operação a Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Combate aos Crimes Contra a Ordem Tributária.

A fraude tinha como objetivo aumentar o volume com água e tentar manter os padrões do leite, neste caso a proteína, através da adição da uréia.Conforme o Ministério Público estadual, os transportadores lucravam 10% a mais do que os 7% já pagos sobre o preço do leite cru, em média R$ 0,95 por litro.

As indústrias produtoras do leite UHT adulterado foram submetidas ao Regime Especial de Fiscalização (REF) e ficaram impedidas de comercializar os produtos até que fosse aprovado um plano de medidas corretivas e que três amostras consecutivas apresentassem resultados laboratoriais dentro dos padrões. Realizou-se o recall de todos os lotes de leite que apresentaram problemas.

Histórico

Conforme Nota Técnica (NT) da SFA/RS, inicialmente não foi possível detectar a origem da adulteração do leite, mas a investigação concluiu que a fraude ocorria fora das indústrias, que são registradas e inspecionadas de forma freqüente pela Superintendência.

Suspeitou-se, então, que a adulteração estivesse ocorrendo por ação de empresas ou indivíduos não fiscalizados diretamente pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). Dessa forma, refletiu-se também sobre a periculosidade na abordagem de tais pessoas, onde caberia a ação de agentes especializados na área criminal. Por isso, foi necessária a ação conjunta com o Ministério Público e a Receita Estadual.

Ainda segundo a NT, muitos transportadores atuam de forma independente, negociando o volume e o preço do leite entre os produtores e as indústrias e sendo remunerados pelo volume não pelo quilometro rodado. É uma cadeia complexa, onde há varias oportunidades de lucro de forma ilícita, tanto que a fraude em leite é combatida mundialmente.

Frente aos indícios encontrados, diz a Nota, três cidades localizadas em pontos chaves do estado e que possuem empresas com histórico de autuações por recebimento de leite cru alterado, foram escolhidas para sediar as ações: Guaporé (Empresa LTV), Selbach (Empresa Marasca) e Crissiumal (Empresa Líder).

Estes estabelecimentos serão interditados pelo SIF SFA-RS/MAPA, durante o transcorrer da Operação Leite Compen$ado, e amostras do leite presente nos caminhões e nos silos serão coletadas. Estas serão analisadas no LANAGRO-RS e os testes para formaldeído e uréia devem ser concluídos em torno de três dias.

Todo o leite cru será encaminhado à industria para ser transformado em leite em pó, visando facilitar sua conservação. O produto será retido até que se obtenham os resultados laboratoriais com os quais será definido o destino do mesmo.

Participarão desta Operação 24 técnicos da SFA-RS e 11 do LANAGRO-RS no apoio laboratorial.

Segundo a NT, de 2012 até hoje o Serviço de Inspeção (SIPOA/DDA/SFA-RS) aplicou o REF e outros procedimentos com a matéria prima em 14 empresas. Foram autuadas 61, coletou-se 3.200 amostras de leite, sendo que 5 % apresentaram parâmetros físico químicos em desconformidade com a legislação.

Entretanto é importante ressaltar, que apesar do número de resultados de análises fora dos padrões regulamentares, não significa dizer que todos eles indicavam suspeita de fraudes, finaliza a nota.

LOTES RETIRADOS DO MERCADO PELA PRESENÇA DE FORMALDEÍDO

BOM GOSTO TAPEJARA/RS SIF 4182
Leite UHT integral
Marca Líder
Lote: TAP 1 MB

GOIASMINAS PASSO FUNDO/RS SIF 1369
Leite UHT integral
Marca Italac
Lote: L 05 KM3

Leite UHT semidesnatado
Marca Italac
Lote: L 12 KM1

Leite UHT integral
Marca Italac
Lote: L 13 KM3

Leite UHT integral
Marca Italac
Lote: L 18 KM3

Leite UHT integral
Marca Italac
Lote: L 22 KM4

Leite UHT integral
Marca Italac
Lote: L 23 KM1

VONPAR VIAMÃO/RS SIF 1792
Leite UHT integral
Marca Mumu
Lote: 3 ARC

Confira a nota técnica na íntegra http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Comunicacao_Interna/notatecnica.pdf

É hoje, RuralMAX 2013, o maior evento de Telecomunicações Rurais da América Latina

maio 8th, 2013 by admin No comments »

As novas tecnologias da informação e comunicação avançam rapidamente para o campo, tornando-se acessíveis até aos pequenos e médios produtores rurais.

O RuralMAX 2013 avaliará todo esse desenvolvimento e as possibilidades reais no Brasil de hoje, a partir do depoimento de representantes do governo, investidores, fornecedores de tecnologia, associações de classe e produtores rurais.

São oportunidades de negócios nas Telecomunicações Rurais, atendendo a um segmento de mercado que responde por 23% do PIB do país, que reúne 32 milhões de pessoas, mas que ainda representa apenas 4% dos acessos à Internet no Brasil.

RuralMAX 2013: 8 de Maio de 2013 – Hotel Paulista Plaza – São Paulo – SP / http://www.ruralmax2013.com.br/

Fonte: RuralMAX 2013

Morgan Sementes apresenta portfólio de híbridos de milho com tecnologia POWERCORE na Agrobrasília

maio 8th, 2013 by admin No comments »

Os agricultores que visitarem o estande da Morgan Sementes e Biotecnologia, na Agrobrasília, que acontece de 14 a 18/5, no Distrito Federal, terão a oportunidade de conhecer o portfólio de híbridos da marca já com a tecnologia POWERCORE incorporada. Primeiro evento em milho com cinco genes estaqueados aprovado no Brasil, o recurso biotecnológico protege contra as principais pragas e facilita o manejo das plantas daninhas na cultura.

Os visitantes do estande poderão observar em parcelas demonstrativas o desempenho das cultivares de milho 30A37, 30A16, 30A95 e 20A55, em estágio de maturação fisiológica, já expressando as características proporcionadas pela nova tecnologia. Indicada para lavouras de alto e médio investimento, a linha de cultivares em Brasília inclui também os híbridos 20A78, indicado para produção de grãos e silagem, e 30A68, opção de alta produtividade na safra de verão.

A estratégia da Morgan na Agrobrasília é apresentar opções de híbridos que ampliam o poder de escolha do produtor, com diferentes ciclos e características, aliando produtividade e sanidade e oferecendo estabilidade produtiva aos agricultores do cerrado. Um dos destaques de produtividade do portfólio para a região é o hibrido 30A37, que tem obtido altíssimo teto produtivo com sanidade e superprecocidade tanto nos plantios de verão quanto na safrinha.

A equipe da Morgan estará disponível no estande para detalhar as características das cultivares comparando POWERCORE com as demais tecnologias Bt disponíveis no mercado, bem como apresentando as principais técnicas de manejo.

Para isso, foram feitas infestações artificiais com pragas de solo como lagarta-rosca (Agrotisipsilon) e lagarta-elasmo (Elasmopalpuslignosellus), nas parcelas experimentais, mostrando a capacidade de controle destas pragas em lavouras ainda em estágios iniciais de desenvolvimento. A ação da nova tecnologia também será demonstrada por meio de ensaios realizados em folhas retiradas tanto de plantas com POWERCORE quanto em folhas convencionais, que são colocadas em contato direto com as lagartas.

Os visitantes poderão conferir também a eficiência e o manejo completo de herbicidas em lavouras com tecnologia POWERCORE bem como as vantagens do Tratamento Industrial de Sementes com inseticidas e com solução integrada contra nematóides, pragas e doenças, em lavouras ainda em estágios iniciais de desenvolvimento (V2 e V3).

Tecnologia – Resultado de aproximadamente oito anos de desenvolvimento, a nova tecnologia proporciona aumento na produtividade das lavouras de milho, de acordo com o nível tecnológico da lavoura e das condições climáticas. Um dos diferenciais do POWERCORE são as três proteínas BT distintas inseridas, que reduzem a possibilidade da praga-alvo desenvolver resistência, afirma a gerente de marketing da Morgan, Diogênes Panchoni. Engenheira agrônoma, ela destaca que, ao proporcionar tolerância a dois diferentes herbicidas, o novo produto também flexibiliza o manejo, permitindo ao produtor otimizar maquinário e mão de obra na pulverização.

POWERCORE possui múltiplos modos de ação que aliam o controle de algumas das principais pragas do milho como a Lagarta-do-cartucho (Spodopterafrugiperda), Broca-do-colmo (Diatraeasaccharalis), Lagarta-da-espiga (Helicoverpazea), Lagarta-elasmo (Elasmopalpuslignosellus) e Lagarta-rosca (Agrotisipsilon) e também apresenta tolerância aos herbicidas glufosinato e glifosato.

Área de refúgio

O refúgio, plantio de milho convencional em uma lavoura de milho Bt, é essencial e recomendável para que, junto com outras ferramentas, não haja desenvolvimento de resistência por parte das pragas-alvo. Por contar com três genes estaqueados para controle de pragas, a área de refúgio recomendada para lavouras com POWERCORE passa a ser de 5% ao invés dos 10% de outras tecnologias. O resultado é o aumento de produtividade nas lavouras que ajudará a fazer do Brasil o celeiro na produção de alimentos para o mundo.

Sobre a Morgan Lançada em maio de 2012, a Morgan Sementes e Biotecnologia é uma marca comercial da Dow AgroSciences Sementes e Biotecnologia. Com sede em Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, importante polo agrícola brasileiro, oferece soluções genéticas e biológicas inovadoras para o mercado de sementes híbridas de milho para lavouras de alto e médio investimento.

Fonte: Outras Palavras Comunicação Empresarial

Projeto de irrigação de autoria do Estado do RS é aprovado por unanimidade pelo Legislativo

maio 8th, 2013 by admin No comments »

O projeto de autoria do Governo do Estado, que institui o Programa Estadual de Expansão da Agropecuária Irrigada – Mais Água, Mais Renda, foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa, por 49 votos, ontem (07). O Programa, que é coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) agora deixa de ser uma ação de Governo e se transforma em Lei Estadual, passando a ser uma política de Estado.

O Mais Água, Mais Renda é um programa de desenvolvimento econômico com o objetivo de aumentar as áreas irrigadas e prevenir os efeitos das estiagens no RS. O Programa prevê reembolso da primeira e da última parcela de valores financiados pelos produtores irrigantes, licença ambiental e outorga da água.

O Projeto ainda cria o Comitê Gestor do Programa, que será coordenado pela Secretaria da Agricultura e integrado por nove órgãos do Estado: Secretarias do Meio Ambiente; Fazenda; Obras Públicas, Irrigação e Desenvolvimento Urbano; Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo e de Desenvolvimento e Programação do Investimento. Além da Fundação de Proteção ao Ambiente Natural Henrique Roessler (Fepam); da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga).

O projeto foi aprovado com emenda do líder do Governo no Legislativo, Valdeci Oliveira, que ampliou a representatividade inicial prevista para o Comitê Gestor do Programa, bem como aperfeiçoou os mecanismos de participação e controle social.

Também serão convidados a participar do Comitê Gestor um representante dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado, um representante da Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural/Associação Rio-grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ascar-Emater/RS), e dois representantes de entidades de agricultores, um das cooperativas agropecuárias e um das indústrias de máquinas e equipamentos de irrigação.

Manejo de cultivo de baixo custo será abordado em clínicas tecnológicas nesta quarta na Agrotins

maio 8th, 2013 by admin No comments »

Nesta quarta-feira (08), os agricultores interessados em reduzir os custos na produção agrícola poderão aumentar seu conhecimento durante a Agrotins – Feira de Tecnologia Agropecuária de 2013. As palestras nos auditórios 1 e 2 do Sebrae Serviços de Apoio as Micro e Pequenas Empresas- repassará informações sobre diversos assuntos. A Feira está acontecendo no Centro Agrotecnológico de Palmas, das 9h às 18h, e a entrada é gratuita.

Na sala I, às 9h será ministrada a palestra Manejo de Plantas Daninhas em Sistema de Cultivo Familiar e de Baixo Investimento. Para a palestrante e coordenadora do curso de engenharia agronômica da Unitins Agro, Eliane Regina Archangelo, nesta palestra os produtores poderão conhecer as alternativas de plantio, dicas para eliminar as plantas daninhas e aumentar a produção com baixo investimento. A intenção é proporcionar ao pequeno produto pouco gasto e aumentar a sua produtividade no campo, disse a coordenadora.

Segundo a coordenadora das clínicas tecnológicas do Sebrae, Sirlene Martins, a intenção é mostrar aos agricultores as alternativas de produção familiar. As aulas teóricas e práticas são muito importantes para que os produtores possam obter os conhecimentos necessários para produzir em suas propriedades, argumentou.

Programação Manhã – Sala 1

9h Manejo de plantas daninhas em sistemas de cultivo familiar e de baixo investimentos.

10h Arranjo produtivo para cultura da seringueira para agricultura familiar no Estado do Tocantins

11h Agrobiodiversidade e direitos do agricultor

14h Como plantar pensando na renda

15h- Irrigação como ferramenta de lucratividade na pecuária

16h Práticas agropecuárias para os pequenos negócios

Programação Sala 2

9h Produção de abacaxi

10h Produção de galinha caipira

11h- Manejo avançado de apiários

14h – Produção de hortaliças

15h- Avicultura industrial

16h Produção de melancia para agricultura familiar

Fonte: Seagro-TO

Exporriso: feira tem leilão de elite e produção da raça nelore

maio 8th, 2013 by admin No comments »

Os organizadores da Exposição Agrícola, Comercial e Industrial de Sorriso (Exporriso), que será realizada de 8 a 13 de maio, no Centro de Tradições Gaúchas Recordando Pagos, está ultimando os preparativos para a abertura oficial nesta quarta-feira. Os animais já começaram a chegar e todas as 364 argolas serão ocupadas. A Exporriso também conta em sua programação a realização de dois grandes leilões de gado da raça nelore e a expectativa é de superar os números do ano passado. Numa região totalmente diferenciada, onde predomina a agricultura, colocar animais a campo, touros provados e com melhoramento genético, é um grande desafio, mas por outro lado queremos difundir as raças, tanto da Curió quanto da Galeão e a DGF, comentou o pecuarista Mauro Savi, um dos parceiros dos leilões.

No próximo dia 12, domingo, às 13h, será realizado o 1º Leilão Virtual Sorriso Top Produção, transmitido pelo Canal Rural. Serão ofertadas 2 mil cabeças de gado comercial, além de 100 reprodutores e 80 matrizes P.O. Estamos esperando a presença de produtores de diversas regiões de Mato Grosso e outros estados, pois estamos apostando em qualidade, ressaltou Savi.

Dia 13, às 20 horas, é a vez do 5º Leilão Sorriso Top Elite, considerado em 2012 o melhor leilão realizado no. O evento será realizado na data em que o município comemora 27 anos de emancipação política e administrativa. A previsão é que os negócios ultrapassem os R$ 2,5 milhões, R$ 700 mil a mais que no leilão de 2012.

RANKING – Durante a Exporriso será realizada a segunda etapa do ranking estadual da raça nelore de Mato Grosso. Os animais inscritos na Exporriso começaram a chegar no dia 6. No dia 09 tem pesagem e diagnóstico de gestação e no dia 10 começam os julgamentos dos animais de pista.

ESALQ: lançamento de cartilha sobre produção de cachaça de qualidade

maio 8th, 2013 by admin No comments »

A aguardente, ou cachaça, como é mais conhecida, faz parte da história do povo brasileiro. É uma bebida típica e genuinamente nacional que, dependendo do seu modo de produção, apresenta variações de pureza, sabor e aroma. A cachaça produzida pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ) tem sido reconhecida graças aos vários estudos realizados na área. Assim, para fornecer conhecimento sobre equipamentos, técnicas e as etapas do processo de produção de cachaça de qualidade será lançada a cartilha Produção de cachaça de qualidade.

Com linguagem simples e de fácil assimilação, a publicação revela ao leitor aspectos históricos e econômicos do produto, a caracterização da aguardente de cana e seus padrões de identidade e qualidade, produção da cachaça, qualidade e produtividade da matéria-prima, preparo do caldo, fermento, destilação, envelhecimento e engarrafamento.

A cartilha é de autoria de Leandro Marelli de Souza, doutor em Produção Vegetal, André Ricardo Alcarde, docente do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), Fábio Vaz de Lima, aluno de graduação em Engenharia Agronômica, e Aline Marques Bortoletto, doutoranda do programa em Ciências e Tecnologia de Alimentos. De acordo com os autores, a publicação será um instrumento de formação especializada para a elaboração de cachaça de alambique por apresentar requisitos necessários para a produção de uma bebida segura e adequada para o consumo, em conformidade com a legislação vigente.

A publicação faz parte do Programa Aprender com Cultura e Extensão Universitária, com apoio do Fundo de Fomento às Iniciativas de Cultura e Extensão da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo (USP), da Comissão (CCEx) e do Serviço (SVCEx) de Cultura e Extensão Universitária da ESALQ.

O lançamento acontecerá durante o evento Palestra e prática: Produção de cachaça de qualidade, dia 18 de maio, às 08h00, no Anfiteatro Professor Urgel de Almeida Lima, do LAN.

As vagas são limitadas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (19) 3429-4178.

A realização é da Casa do Produtor Rural da ESALQ, CCEx e SVCEx.

Fonte: USP ESALQ

CNA critica uso novo preço mínimo do café arábica

maio 8th, 2013 by admin No comments »

A Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) criticou o novo preço mínimo do café arábica, que aumentou de R$ 261,69 para R$ 307 para a saca de 60 quilos. O anúncio da elevação foi feito ontem (7) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que recebeu comunicado do Conselho Monetário Nacional (CMN).

De acordo com nota divulgada pela entidade, o valor “está abaixo dos custos de produção, o que desmoraliza os cálculos da Companhia Nacional de Abastecimento [Conab]“. A Conab, vinculada ao governo, calculou o preço médio da saca em R$ 336,13, o que levou os cafeicultores a reivindicarem preço mínimo de R$ 340.

Ainda segundo a nota divulgada pela CNA, a presidenta da entidade, senadora Kátia Abreu (PSD-TO), defende intervenção imediata do governo para recuperação do preço do grão, utilizando recursos como o lançamento de opções de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), instrumento de garantia do preço mínimo ao produtor sem aquisição da colheita, mediante o pagamento de diferença entre os preços mínimo, ou de referência, e o de mercado.

Mais cedo, o deputado Silas Brasileiro (PMDB-MG), presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), entidade que representa os produtores do grão, havia dito que o novo preço de R$ 307 não é o suficiente para remunerar os produtores de algumas regiões brasileiras. Brasileiro disse à Agência Brasil esperar que o governo adote medidas como a liberação de crédito para custeio, colheita e estocagem e o lançamento de opções de Pepro.

Além da elevação do preço mínimo do café arábica, os produtores reivindicavam alta para R$ 180 da saca de café robusta, atualmente em R$ 156,57. Segundo o Ministério da Agricultura, no entanto, isso não se mostrou necessário porque o valor atual cobre os custos de produção.

Mosca Branca: o novo desafio a ser enfrentado pelos produtores de soja

maio 8th, 2013 by admin No comments »

No Brasil, esta praga já está causando prejuízos acima de 30% nas regiões sojicultoras. Esta situação pode piorar e as perdas de produtividade podem chegar a 100%. Esta catástrofe pode ser semelhante aos danos provocados pela ferrugem asiática na safra 2003/2004, afetando o produtor e todos os setores envolvidos, inclusive as exportações brasileiras de soja

A soja é a cultura mais plantada no Brasil, com previsão de plantio para próxima safra de área de 28,70 milhões de há, segundo a CONAB. A soja é considerada a commodity agrícola de maior importância no país. A cada safra, a colheita da soja tem um aumento significativo em toneladas, superando os resultados já obtidos. A temporada 2012/2013 representará um recorde de aproximadamente 82 milhões de toneladas do grão. O estado do Rio Grande do Sul, considerado o terceiro maior produtor da leguminosa, há otimismo devido à produção de 13 milhões de toneladas. A produtividade do Paraná também deve superar as expectativas, estão previstos 15,8 milhões de toneladas do produto. Apesar dos resultados serem positivos, os agricultores dessas regiões enfrenta uma das principais pragas que afeta esta cultura: a Mosca Branca, Bemisia tabaci (Gennadius) biótipo B é uma praga de difícil controle.

A Mosca Branca foi considerada praga secundária para a cultura da soja no Brasil durante muitos anos e, por este motivo, não despertava tanto interesse de controle por parte dos produtores rurais. Devido à alta infestação em algumas das regiões produtoras durante as últimas safras, os produtores têm a necessidade de adotar medidas de controle desta praga.

O aumento populacional desse inseto nas plantações está relacionado à presença de culturas hospedeiras durante todo o ano no campo. Além da soja, feijão, tomate, batata, algodão, abóbora, culturas de importância comercial e até várias espécies de plantas daninhas como a guanxuma, o leiteiro, corda de viola, entre outras, são hospedeiras desta praga no Brasil. São mais de 700 espécies de plantas hospedeiras já catalogadas. As condições climáticas favoráveis e o desconhecimento, por parte dos produtores, do potencial de danos desta praga, aliado a capacidade de locomoção nas correntes de ar e alta capacidade de multiplicação do inseto, favorece o avanço da praga para as regiões sojicultoras do país, contaminando novas lavouras e causando altos prejuízos.

A praga causa danos diretos com a sucção da seiva da planta, principalmente pelas ninfas da mosca branca. Indiretamente, esta atividade da praga leva ao desenvolvimento de fungos (fumagina) que impossibilita as plantas de realizar fotossíntese e, portanto, produzir.

Conhecer a praga e seu ciclo de vida é fundamental para o sucesso no controle. Muitos agricultores por falta de conhecimento sobre o desenvolvimento do inseto se preocupam apenas em combatê-lo na fase adulta. É preciso controlar, principalmente ovos, ninfas e pupas, interrompendo assim, com eficiência, o seu ciclo.

Ao estudar o comportamento da Mosca Branca e a evolução do problema, observa-se que o inseto apresenta metamorfose incompleta, passando pelos estágios de ovo, ninfa e adulto. Nas plantações de soja, os ovos podem ser encontrados na face inferior das folhas, localizados próximo às nervuras. O prazo para que se tornem ninfas é de seis (6) a doze (12) dias. As ninfas e os adultos também permanecem na face inferior das folhas, causando prejuízos nas plantas.

O manejo integrado de pragas deve ser implementado para se ter sucesso no controle, pois medidas isoladas podem não proporcionar controle satisfatório. Ações como eliminação de restos culturais após a colheita podem evitar a multiplicação da praga eliminando potenciais hospedeiros. A utilização de herbicidas que propiciem ao agricultor benefícios integrados como a destruição de restos culturais e outras plantas hospedeiras potenciais de forma rápida e efeito pre-emergente, mantendo a área livre do desenvolvimento de hospedeiros deve ser priorizada.

As regiões onde o problema está crônico e as perdas podem levar a inviabilização da agricultura local, a adoção de práticas de manejo coletivos devem ser considerados por todos produtores. Se o manejo for feito em uma propriedade rural e as áreas vizinhas continuarem sem controle, estas servirão de fonte e a reinfestação será muito rápida. Isso tudo deve ser integrado num sistema de rotação de culturas eficiente, utilizando-se de culturas não hospedeiras no processo.

Outra ação de controle importante começa com o plantio da soja. A utilização de inseticidas eficientes para a praga no tratamento de semente permite que a planta inicie seu desenvolvimento livre do ataque da mosca branca. Produtos pertencentes ao grupo químico dos neonicotinóides se destacam neste segmento.

É importante ressaltar que de nada adianta o controle do adulto, se o produtor não adotar medidas de controle dos ovos e ninfas, sendo esta última, a fase de maior dano da praga na cultura, pois permanece o tempo todo se alimentando. A utilização de produtos que atinjam o alvo biológico deve compor o portfólio de ferramentas para o manejo desta praga. Os produtos devem ser eficientes em todas as fases do ciclo de vida da praga. Além disso, devem possuir a capacidade Translaminar, para atingir o alvo mesmo na parte inferior das folhas.

Dentre as empresas que investem no desenvolvimento de ferramentas que auxiliem o produtor no manejo desta importante praga, a IHARA se destaca, com uma linha de produtos eficiente no manejo de todas as fases do ciclo de vida da mosca branca. Novas ferramentas estão por vir, sempre com o objetivo de contribuir para o progresso e competitividade da agricultura brasileira pois, afinal, Agricultura é a nossa vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa da IHARA

Cooperagreco participa de evento em SP em busca de novos negócios

maio 8th, 2013 by admin No comments »

A Cooperativa dos Agricultores Ecológicos das Encostas da Serra Geral (Cooperagreco) participa do espaço do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) na Apas 2013 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados, em São Paulo, até quinta-feira (9). Pela primeira vez, a cooperativa apresenta seus produtos no maior evento supermercadista do mundo, em busca de negócios com redes de todo o País.

A linha de produtos não perecíveis abrange: açúcar mascavo; banana passa; geleias de laranja com pimenta, de morango, de uva, de amora, de tangerina; mel eucalipto e silvestre; beterraba, brócolis chinês, cenoura e mini milho em conserva; molho e polpa de tomate; entre outros. Tudo orgânico e produzido pelas 200 famílias de agricultores familiares associadas à Cooperativa, criada em 1996, em Santa Rosa de Lima (SC).

Temos uma linha dedicada ao grande varejo, então há muita expectativa na Feira porque a ideia é conseguir novos clientes. Também estamos lançando no evento o novo rótulo dos produtos da linha de mercearia, chamada Agreco, destaca o diretor financeiro da Cooperagreco, Adilson Lunardi.

Na cooperativa, há também a produção de uma linha de frangos, macarrão, legumes congelados e hortaliças higienizadas. No total, são produzidas 30 toneladas de produtos por mês vendidos para supermercados e pequenos varejos de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, principalmente para as capitais e o litoral. Deste total, 50% da produção são comercializadas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) executados pelo MDA.

Senar/SC oferece mais de 450 cursos gratuitos neste mês de maio

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Desenvolver ações de formação profissional rural (FPR) e atividades de promoção social (PS), contribuindo para profissionalização, integração na sociedade, melhoria da qualidade de vida e pleno exercício da cidadania. Com esta missão, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), disponibiliza neste mês de maio 454 cursos gratuitos em todo o território catarinense. A meta é beneficiar 7.264 produtores rurais do Estado.

As ações na linha de FPR envolvem atividades de apoio agrossilvipastoril, pecuária, agroindústria, agricultura, atividades relativas à prestação de serviços, silvicultura e aquicultura. Na linha de PS, as atividades possuem caráter educativo e preventivo como educação, artesanato, cultura, esporte e lazer, alimentação e nutrição, saúde e organização comunitária.

De acordo com o superintendente do Senar/SC, Gilmar Zanluchi, os treinamentos propõem novas alternativas de renda às famílias rurais. São maneiras de aperfeiçoar o conhecimento dos produtores sobre as atividades que já desenvolvem ou de oferecer novas possibilidades de produção agropecuária para ampliar os ganhos das propriedades e garantir melhor qualidade de vida para quem vive no campo, realça.

TREINAMENTOS

Entre as capacitações oferecidas no norte do Estado estão as de aplicação de agrotóxicos em Bela Vista do Toldo, de beneficiamento e conservação de pescado em Guaramirim, de turismo rural identificação e seleção de oportunidades de negócios em Jaraguá do Sul, de operação e manutenção de roçadeira em áreas de fruteiras perenes em Irineópolis e bordado ponto vagonite em Joinville.

No Vale do Itajaí o treinamento de piscicultura reunirá os produtores de Agrolândia, de embutidos e defumados de carne de frango em Braço do Trombudo, de pintura em tecido em Aurora, de objetos decorativos em palha de milho em Balneário Piçarras, de arte culinária em Pouso Redondo e de formas associativas no meio rural em Rio do Sul.

Na região sul ocorrem os cursos de bordado com patchcolagem em Passo de Torres, de licores e sucos em Araranguá, de bordado em chinelos em Braço do Norte, de conservas de frutas em Palhoça e de pintura em emborrachado em Águas Mornas.

Na serra catarinense estão previstas as capacitações de confecção de bermuda, saia e calça em Alfredo Wagner, confecção de tapetes em Cerro Negro, reformas e pequenas costuras e Bocaina do Sul, artesanato em couro em Bom Retiro, rédeas em Ponte Alta e conservação do solo em São José do Cerrito.

A região do meio oeste contará com os cursos de doces de leite e iogurte em Abdon Batista, de queijos e industrialização de soro em Água Doce, de confecção de vestido, camisa e casado em Vargem, bordado ponto cruz em Joaçaba e programa 5S em Videira. No oeste, entre os treinamentos estão os de confeitaria em Abelardo Luz, de conservas de frutas em Guatambu, de qualidade do leite em Concórdia, de tricô em Irani, de instalação e manutenção de redes elétricas em Itá e de tratamento de madeira em Arvoredo.

Entre os cursos que serão desenvolvidos no extremo oeste estão o de jardineiro em Galvão, de criação de bezerras e novilhas em Jupiá, de conservas de hortaliças e temperos em Paraíso e de jardineiro em Bandeirante.

Os demais treinamentos podem ser encontrados no site do Senar/SC (www.senar.com.br), que traz as especificidades, carga horária, local e data de realização. Para participar, o produtor deve procurar o Sindicato Rural do município. Outras informações podem ser obtidas também pelo telefone (48) 3333-0322.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Cooperativa baiana leva doces e geleias de umbu para Feira de negócios em SP

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Visitantes da Apas 2013 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados vão conhecer os doces, geleias e compotas de umbu, fruto típico do Nordeste, produzidos pela Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curacá, de Uauá (BA). Desde 2003, os 242 agricultores familiares associados da Coopercuc agregam valor ao umbu, bem como ao maracujá da Caatinga, a goiaba, a manga e, mais recentemente, ao abacaxi.

O presidente da Coopercuc, Adilson Ribeiro dos Santos, tem grande expectativa com a primeira participação na Feira Apas 2013. A gente imagina que cada vez que participamos de um evento como esse, é mais uma oportunidade de entrar no mercado. Esperamos sair da Feira com algum negócio fechado, confessa Adilson.

A Apas é a maior feira mundial do setor supermercadista para negócios, sem comercialização direta. O evento deve receber 70 mil visitantes, entre empresários do setor e executivos do varejo.

Produtos e mercados

A Coopercuc planeja, neste ano, produzir cerca de 220 toneladas de doces diversos como: banana com maracujá, em corte de umbu, cremoso de umbu, geleia de umbu, compota de umbu, geleia de maracujá nativo, goiaba orgânico, compota de manga orgânico e cremoso de umbu orgânico, além do suco de umbu e polpas de fruta.

O presidente da cooperativa conta que 70% da produção são comercializadas pelos programas de Alimentação Escolar (Pnae) e de Aquisição de Alimentos (PAA). A Coopercuc também vende para mercados da Bahia, São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Queremos atingir mercados nos outros estados e estamos negociando a exportação dos nossos produtos para França, adianta Adilson.

Espaço MDA

Pelo segundo ano consecutivo, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) tem, na Feira, um espaço para empreendimentos da agricultura familiar nove ao todo, representando mais de dez mil famílias de agricultores de sete estados: Acre, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo.

Programa de crédito viabiliza diversificação de culturas e ampliação dos lucros

maio 7th, 2013 by admin No comments »

O agricultor familiar Rafael Potter, gaúcho do distrito de Vila Cristina, em Caxias do Sul (RS), dedicou mais da metade dos seus 41 anos de vida à agricultura. Desde que nasceu, mora na mesma casa feita de tijolos com a família, em um lugar afastado, onde tem mais de 10 hectares dedicados à plantação de uva niagara, pêssego, goiaba, laranja, nectarina e bergamota. Antes, o forte era a uva. Mas, tenho diversificado a produção, porque ela não estava dando muito retorno. Começamos a plantar outras frutas que têm um custo menor, explica o agricultor, que cursou até a 4ª série para se dedicar ao plantio.

É comum os caminhões irem buscar as mercadorias em sua propriedade, mas com a renda da produção e crédito da linha Mais Alimentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Rafael conseguiu financiar um trator e um caminhão. Os equipamentos ajudam na lavoura e no transporte das frutas.

Para o agricultor, o trator tem enorme importância em toda a produção. É pau para toda obra. Ele me ajuda na adubação, no plantio e até na limpeza, destaca. Já o caminhão recebeu o incremento de um frigorífico na caçamba, para que a mercadoria chegue fresca e com boa qualidade aos locais de entrega. A produção melhorou, aumentou bastante depois que financiei o caminhão pelo Pronaf. A cabine do caminhão é para pequenas viagens, para dentro do estado mesmo. Mas pretendo aumentá-la um dia, revela.

Venda certa

Além do Pronaf, Rafael participa dos programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (Pnae), fornecendo frutas in natura para 50 escolas estaduais de Caxias do Sul (RS). A agricultor familiar é o vice-presidente da Cooperativa de Agricultores e Agroindústrias Familiares de Caxias do Sul, que abrange mais de 80 produtores que plantam verduras e legumes, além de frutas, para auxiliar na merenda dessas escolas.

A sua meta é ter a própria indústria de sucos, para aproveitar ainda mais as frutas que planta em sua propriedade. Casado, pai de três filhos duas meninas e um menino -, o agricultor garante que pretende investir nisso futuramente. É muito caro, não tenho condições agora. Mas, quem sabe faço isso quando os guris crescerem…, planeja Rafael.

DSM América Latina anuncia Diretor de Integração Tortuga e DSM

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Gabriel Ghirardi, Diretor Senior de RH da DSM América Latina, foi designado como o Diretor de Integração Tortuga e DSM. Nessa função, será responsável por todo o processo de integração entre as duas empresas reportando-se ao Presidente da DSM Latin America.

Gabriel possui mestrado em Nutrição Animal pela Michigan State University e tem vasta experiência em gestão de operações e vendas. Tendo mais de 25 anos de experiência no negócio da DSM, Gabriel exerceu várias funções na organização antes de assumir durante os últimos 11 anos a Diretoria de Recursos Humanos na America Latina.

Fonte: DSM Comunicação Corporativa

Boehringer Ingelheim entra no mercado de Pequenos animais no Brasil

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A partir do mês de maio, a Boehringer Ingelheim começa a atuar no mercado de small animals do Brasil por meio da comercialização das vacinas Duramune® Max (5 CVK/4L), também conhecida como V10, dirigida a cães, e Duramune® Gato (Fel-o-vax PCT+Calicivax). Duramune®, marca amplamente reconhecida, atualmente é distribuída no País pela Pfizer/Zoetis. Esta aquisição reforça a estratégia global da Boehringer Ingelheim, que em 2009 já havia adquirido a Fábrica e o Centro de pesquisa da Fort Dodge nos EUA.

Com 127 anos de atuação no mundo e 57 no Brasil, a companhia inicia sua participação neste mercado que movimenta mais de R$ 10 bilhões todos os anos no País por meio das vacinas, que serão seguidas pelo completo portfólio de produtos da Boehringer Ingelheim, especialista mundial em controle de doenças crônicas em pequenos animais.

A área de pequenos animais da Boehringer já é uma realidade em alguns países e faz parte de um plano de consolidação da companhia no mercado de Saúde Animal do Brasil, no qual já somos líderes com as vacinas para suínos. Nosso primeiro passo será conferir ainda mais qualidade à vacina Duramune®, que já foi líder de mercado há alguns anos, comenta Camila Pontes, diretora da área de saúde animal da Boehringer Ingelheim do Brasil.

No momento a empresa aguarda a aprovação dos orgãos oficiais para prosseguir com as atividades no mercado, o que deve acontecer nos próximos meses.

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais empresas farmacêuticas e a maior farmacêutica de capital fechado do mundo. Há 127 anos, a empresa familiar mantém o compromisso com pesquisa, desenvolvimento, fabricação e comercialização de novos produtos de alto valor terapêutico para a medicina humana e animal. Em 2012, a companhia registrou vendas líquidas de cerca de 14,7 bilhões de euros e investiu 22% deste valor em P&D.

A responsabilidade social é um componente importante da cultura empresarial da Boehringer, o que inclui tanto o compromisso global com projetos sociais como a preocupação com os seus mais de 46 mil funcionários em 140 afiliadas em todo o mundo. Respeito, oportunidades iguais e equilíbrio entre as obrigações de carreira e a vida familiar são a base da gestão da empresa, sendo que a proteção e sustentabilidade ambiental representam sempre o principal foco em qualquer empreendimento da companhia.

No Brasil, a Boehringer Ingelheim possui um escritório em São Paulo e uma fábrica em Itapecerica da Serra, responsável pela produção de medicamentos que abastecem o mercado nacional e internacional.

Fonte: Boehringer Ingelheim

FAO e especialistas brasileiros irão compartilhar experiências na produção de algodão com o Peru

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Peru receberá esta semana uma missão formada por técnicos brasileiros e do Escritório Regional da FAO que terá como finalidade compartilhar suas experiências no melhoramento da cadeia produtiva de algodão para proporcionar melhores condições de vida para os agricultores. Este intercâmbio é parte do fortalecimento da Cooperação Sul-Sul que vem impulsionando o Governo do Brasil com os países membros ou associados do MERCOSUL. Peru é um dos países associados.

O objetivo é promover o desenvolvimento da pequena agricultura (ou agricultura familiar) no setor algodoeiro, aumentar a produtividade, melhorar a renda, contribuir para a redução da pobreza e a erradicação da fome. Segundo dados do Ministério da Agricultura do Peru, estima-se que o setor algodoeiro havia empregado mais de 68 mil agricultores familiares em todo o país em 2011.

A missão está formada por técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), representantes da Agencia Brasileira de Cooperação Técnica do Ministério das Relações Exteriores do Brasil (ABC/MRE), técnicos do Escritório Regional da FAO para a América Latina e Caribe e técnicos da FAO no Peru.

Hoje, 6 de maio, a missão inicia reuniões de intercâmbio com representantes do Ministério da Agricultura (MINAG), Ministério do Meio Ambiente (MINAM), Ministério de Comércio Exterior e Turismo (MINCETUR), Instituto Nacional de Inovação Agrária (INIA), Universidade Agrária de La Molina (UNALM), Sociedade Nacional de Indústrias (Comitê Têxtil), associação de agricultores e artesãos que congregam agricultores de algodão.

Serão também realizadas visitas as regiões de Lambayaque, Ica e San Martin para trocar experiências com produtores de algodão em sistemas de produção, processamento e transformação da fibra. O fortalecimento do setor algodoeiro no Peru é executado pelo Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO.

O Peru possui uma ampla cultura de produção e aproveitamento da fibra de algodão, um dos principais insumos da produção têxtil peruana. De acordo com dados do MINCETUR, a cadeia agro-têxtil emprega de forma direta 350 mil pessoas em todo o país, o que representa 1,6% do PIB global do país segundo cifras do Ministério da Produção.

Fonte: FAO

Pesquisas com pragas de grãos armazenados são premiadas em eventos científicos consecutivos

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Trabalhos científicos desenvolvidos por grupo de alunos no setor de pesquisa em insetos-praga de grãos armazenados, do Laboratório de Resistência de Plantas a Insetos e Plantas Inseticidas, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ), conquistaram prêmios em congressos e simpósios no estado de São Paulo e outros. As pesquisas realizadas pelo grupo são focadas na seleção, isolamento e caracterização química de compostos secundários (aleloquímicos) produzidos por espécies da diversificada flora brasileira, bem como na avaliação do seu potencial de uso no manejo integrado de insetos-praga de grãos armazenados (MIP grãos).

Esses compostos naturais são estudados tendo em vista a elaboração de novos bioinseticidas, como também na detecção de moléculas-modelo passíveis de utilização, futuramente, na síntese de inseticidas ambientalmente mais adequados e dotados de novos modos/mecanismos de ação, uma evidente carência dos sistemas de manejo de insetos-praga na armazenagem de grãos.

A mais recente conquista do grupo se deu no último mês de abril, quando no VI Congresso Brasileiro de Defensivos Agrícolas naturais, ocorrido em João Pessoa (PB), o estudo Pimenta pseudocaryophyllus (Myrtaceae) essential oil: insecticidal activity, chemical composition and interaction of their major compounds foi escolhido o melhor trabalho da sessão Entomologia.

Anteriormente, em setembro de 2012, o estudo Chemical composition and fumigant insecticidal activity of essential oil of Pimenta pseudocaryophyllus (Myrtaceae) leaves against Mexican bean weevil foi premiado como melhor trabalho da sessão Plantas Inseticidas, durante o XXIV Congresso Brasileiro de Entomologia, que aconteceu em Curitiba (PR).

Logo após, o estudo Lethal and sublethal effects of ethanolic extracts from Annona reticulata (Annonaceae) against Zabrotes subfasciatus (Boheman) (Coleoptera: Bruchidae) recebeu menção honrosa no XX Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP, realizado em Pirassununga (SP), em outubro de 2012.

Todos os estudos premiados foram realizados por meio da parceria com o Laboratório de Produtos Naturais do Departamento de Química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), como parte das atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Controle Biorracional de Insetos Pragas. Na ESALQ, o grupo é constituído pelo mestrando Thiago Felipe Ansante e pelo bolsista de iniciação científica Gabriel Luis Padoan Gonçalves, sob coordenação do doutorando Leandro do Prado Ribeiro e sob orientação do professor José Djair Vendramim, do Departamento de Entomologia e Acarologia (LEA).

Fonte: USP ESALQ

Mosca Branca: o novo desafio a ser enfrentado pelos produtores de soja

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A soja é a cultura mais plantada no Brasil, com previsão de plantio para próxima safra de área de 28,70 milhões de há, segundo a CONAB. A soja é considerada a commodity agrícola de maior importância no país. A cada safra, a colheita da soja tem um aumento significativo em toneladas, superando os resultados já obtidos. A temporada 2012/2013 representará um recorde de aproximadamente 82 milhões de toneladas do grão. O estado do Rio Grande do Sul, considerado o terceiro maior produtor da leguminosa, há otimismo devido à produção de 13 milhões de toneladas. A produtividade do Paraná também deve superar as expectativas, estão previstos 15,8 milhões de toneladas do produto. Apesar dos resultados serem positivos, os agricultores dessas regiões enfrenta uma das principais pragas que afeta esta cultura: a Mosca Branca, Bemisia tabaci (Gennadius) biótipo B é uma praga de difícil controle.

A Mosca Branca foi considerada praga secundária para a cultura da soja no Brasil durante muitos anos e, por este motivo, não despertava tanto interesse de controle por parte dos produtores rurais. Devido à alta infestação em algumas das regiões produtoras durante as últimas safras, os produtores têm a necessidade de adotar medidas de controle desta praga.

O aumento populacional desse inseto nas plantações está relacionado à presença de culturas hospedeiras durante todo o ano no campo. Além da soja, feijão, tomate, batata, algodão, abóbora, culturas de importância comercial e até várias espécies de plantas daninhas como a guanxuma, o leiteiro, corda de viola, entre outras, são hospedeiras desta praga no Brasil. São mais de 700 espécies de plantas hospedeiras já catalogadas. As condições climáticas favoráveis e o desconhecimento, por parte dos produtores, do potencial de danos desta praga, aliado a capacidade de locomoção nas correntes de ar e alta capacidade de multiplicação do inseto, favorece o avanço da praga para as regiões sojicultoras do país, contaminando novas lavouras e causando altos prejuízos.

A praga causa danos diretos com a sucção da seiva da planta, principalmente pelas ninfas da mosca branca. Indiretamente, esta atividade da praga leva ao desenvolvimento de fungos (fumagina) que impossibilita as plantas de realizar fotossíntese e, portanto, produzir.

Conhecer a praga e seu ciclo de vida é fundamental para o sucesso no controle. Muitos agricultores por falta de conhecimento sobre o desenvolvimento do inseto se preocupam apenas em combatê-lo na fase adulta. É preciso controlar, principalmente ovos, ninfas e pupas, interrompendo assim, com eficiência, o seu ciclo.

Ao estudar o comportamento da Mosca Branca e a evolução do problema, observa-se que o inseto apresenta metamorfose incompleta, passando pelos estágios de ovo, ninfa e adulto. Nas plantações de soja, os ovos podem ser encontrados na face inferior das folhas, localizados próximo às nervuras. O prazo para que se tornem ninfas é de seis (6) a doze (12) dias. As ninfas e os adultos também permanecem na face inferior das folhas, causando prejuízos nas plantas.

O manejo integrado de pragas deve ser implementado para se ter sucesso no controle, pois medidas isoladas podem não proporcionar controle satisfatório. Ações como eliminação de restos culturais após a colheita podem evitar a multiplicação da praga eliminando potenciais hospedeiros. A utilização de herbicidas que propiciem ao agricultor benefícios integrados como a destruição de restos culturais e outras plantas hospedeiras potenciais de forma rápida e efeito pre-emergente, mantendo a área livre do desenvolvimento de hospedeiros deve ser priorizada.

As regiões onde o problema está crônico e as perdas podem levar a inviabilização da agricultura local, a adoção de práticas de manejo coletivos devem ser considerados por todos produtores. Se o manejo for feito em uma propriedade rural e as áreas vizinhas continuarem sem controle, estas servirão de fonte e a reinfestação será muito rápida. Isso tudo deve ser integrado num sistema de rotação de culturas eficiente, utilizando-se de culturas não hospedeiras no processo.

Outra ação de controle importante começa com o plantio da soja. A utilização de inseticidas eficientes para a praga no tratamento de semente permite que a planta inicie seu desenvolvimento livre do ataque da mosca branca. Produtos pertencentes ao grupo químico dos neonicotinóides se destacam neste segmento.

É importante ressaltar que de nada adianta o controle do adulto, se o produtor não adotar medidas de controle dos ovos e ninfas, sendo esta última, a fase de maior dano da praga na cultura, pois permanece o tempo todo se alimentando. A utilização de produtos que atinjam o alvo biológico deve compor o portfólio de ferramentas para o manejo desta praga. Os produtos devem ser eficientes em todas as fases do ciclo de vida da praga. Além disso, devem possuir a capacidade Translaminar, para atingir o alvo mesmo na parte inferior das folhas.

Dentre as empresas que investem no desenvolvimento de ferramentas que auxiliem o produtor no manejo desta importante praga, a IHARA se destaca, com uma linha de produtos eficiente no manejo de todas as fases do ciclo de vida da mosca branca. Novas ferramentas estão por vir, sempre com o objetivo de contribuir para o progresso e competitividade da agricultura brasileira pois, afinal, Agricultura é a nossa vida.

Fonte: Assessoria de Imprensa da IHARA

Bezerra Brasília é o novo clone da Embrapa

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Manhosa, dócil e perfeitamente saudável. Essa é a bezerra Brasília da Cerrados, nascida no dia 23 de abril nas dependências do Centro de Transferência de Tecnologias de Raças Zebuínas com Aptidão Leiteira (CTZL) da Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), localizado no Gama (DF). Apesar do comportamento normal para qualquer bovino da raça Guzerá Leiteiro dessa idade, Brasília não é uma bezerra qualquer. Ela é um animal clonado pela técnica de transferência nuclear mas não um clone convencional, a partir de células embrionárias ou de pele. Trata-se da primeira experiência bem-sucedida de clonagem de bovino a partir de células de tecido adiposo (gorduras) de um animal nascido.

Batizada com o nome da capital federal por ter nascido na semana do aniversário de 53 anos da cidade, a bezerra é fruto de um estudo iniciado há quatro anos pelo pesquisador Carlos Frederico Martins, com participação da professora Sônia Nair Báo, professora de Biologia Animal da Universidade de Brasília (UnB), de Ivo Pivato, professor da Faculdade de Medicina Veterinária da UnB, das bolsistas Carolina Gonzales da Silva e Elisa Ribeiro da Cunha, alunas respectivamente de doutorado e mestrado da UnB, e da equipe do CTZL. Atualmente, os professores Fábio Ximenes e José Renato Borges, do Hospital Veterinário da Unb, também estão participando do trabalho, realizando o acompanhamento neonatal da bezerra Brasília.

Há relatos na literatura de tentativas de clonagem a partir de células-tronco induzidas de células adiposas, mas o animal nasceu morto. No nosso caso, é a primeira vez que nasce um animal saudável utilizando-se esse tipo celular como fonte de células-tronco, explica o pesquisador. E Brasília é tão saudável nasceu de parto natural com 35 kg, e já pesava 42 kg aos 10 dias de vida que mama, caminha e brinca sem qualquer dificuldade ou ajuda dos técnicos.

O nascimento sem complicações chamou a atenção da equipe do Centro. Nascer de parto natural é raro para animais clonados. Normalmente, o parto é induzido porque o clone não sinaliza para a mãe de aluguel quando vai nascer, diz Martins, acrescentando que o peso de Brasília ao nascer foi satisfatório. Um dos clones produzidos pelo uso de outro tipo celular (células amnióticas) morreu logo após o nascimento por complicações respiratórias. Era muito grande, pesava 58 kg, compara.

O pesquisador da Embrapa Cerrados e os colegas chegaram a desconfiar que a gestação tranquila resultaria em um animal não clonado. Mas quando Marina, a vaca receptora do embrião, deu à luz, o sucesso ficou evidente. Ela é idêntica à vaca doadora quando bezerra, tem as mesmas manchas, os mesmos traços, garante Martins. De fato, Brasília não guarda qualquer semelhança com Marina, uma vaca da raça Girolando. Por outro lado, é impossível distingui-la da imagem de Acácia, a mãe biológica, quando bezerra.

A comprovação definitiva de que se tratava mesmo de um clone veio uma semana depois, com o resultado do exame de DNA apontando rigorosamente o mesmo material genético de Acácia.

Pesquisa
Tudo começou com a coleta e o isolamento de células de Acácia, a vaca doadora, quando ela ainda era um feto. Nesse estágio, foram coletadas células do cordão umbilical e do líquido amniótico. Ao nascer, células adiposas concentradas na cauda do animal foram retiradas. Apesar de especializadas, ou seja, com funções determinadas, esses três tipos de células são como a medula óssea: elas têm alto poder de multiplicação e podem se tornar células-tronco aquelas capazes de formar qualquer tecido e originar um novo ser vivo.

Em laboratório, é feita a transferência nuclear: ovócitos (óvulos não fecundados) extraídos de vacas receptoras e maturados in vitro têm os núcleos retirados (enucleação). Em seguida, uma micropipeta insere nos ovócitos o conteúdo (núcleo e citoplasma) das células coletadas. Cada ovócito recebe uma célula (adiposa, do cordão umbilical ou do líquido amniótico).

Por meio do processo chamado eletrofusão, que são pequenas descargas elétricas, os dois materiais celulares se fundem, gerando a célula embrionária. Cultivada in vitro, em meio rico em cálcio, essa célula tem o núcleo ativado e entra em divisão. Após sete dias em cultura, o citoplasma induz a multiplicação das células, dando origem ao embrião, que é implantado no útero dos animais receptores, que servirão como verdadeiras barrigas de aluguel.

O trabalho da pesquisa foi árduo e desafiador. Isso porque a formação e a transferência do embrião para as vacas receptoras nem sempre têm êxito. Em outros casos, as mães de aluguel tiveram problemas placentários e na gestação, levando ao aborto. As três prenhezes em vacas que receberam embriões originados de células de cordão umbilical dos 15 embriões originados desse tipo celular transferidos a mães de aluguel (ou seja, 20% de eficiência) – não resultaram em nascimentos, e os abortos se deram entre os quatro e os cinco meses de gestação. Oito embriões foram obtidos a partir de células do fluido amniótico, mas apenas uma gestação (12,5% de eficiência) chegou ao fim justamente a do clone de 58 kg que morreu no parto.

O sucesso veio com as células de tecido adiposo. Dos quatro embriões implantados, houve apenas uma prenhez (25% de eficiência), mas que foi bem sucedida a da jovem vaca Marina, hoje com dois anos e três meses, que por 290 dias carregou Brasília no ventre. A gestação do clone foi monitorada com sessões mensais de ultrassonografia, que se tornaram diárias na fase final.

A equipe do CTZL agora vai monitorar a bezerra Brasília quanto à fisiologia, ao desenvolvimento do aparelho reprodutor, ao comportamento reprodutivo e à produção de leite, entre outros aspectos.

Vantagens
O pesquisador Carlos Frederico Martins explica que a clonagem é uma ferramenta de melhoramento genético utilizada para a multiplicação de animais de elevada qualidade, de animais falecidos ou ainda daqueles que já estão fora da idade reprodutiva.

No caso do uso de células do tecido adiposo como fonte de células-tronco, além da elevada capacidade de produção de embriões, como também observado nas células do fluido amniótico e do cordão umbilical, há ainda a possibilidade de retirada de material de um animal já nascido macho ou fêmea.

O nascimento da bezerra Brasília motiva o prosseguimento do estudo. Vamos continuar pesquisando esses tipos de células. Queremos futuramente clonar animais transgênicos para a produção de proteínas de interesse humano, como a insulina ou fatores de coagulação humana, que possam ser liberadas a partir do leite bovino, afirma.

Experiência consagrada
A experiência da Embrapa com a clonagem de bovinos tem mais de uma década. A Empresa é responsável pelo primeiro bovino clonado na América Latina, representando um marco para a ciência. A bezerra Vitória da Embrapa, da raça Simental, nasceu em março de 2001. Ela foi clonada pela técnica de transferência nuclear a partir de células embrionárias e sempre mostrou bom desempenho em relação a crescimento e desenvolvimento de acordo com os padrões de sua raça.

Em 2004, o nascimento do primeiro filhote comprovou que Vitória era um clone perfeito do ponto de vista científico e de produção, considerando o potencial reprodutivo e a habilidade materna. Em 2006, deu à luz mais uma cria. Faleceu em 2011, já em idade avançada. Além dos dois filhos, Vitória deixou dois netos, todos nascidos de forma natural.

O domínio da tecnologia alcançado com o nascimento de Vitória levou a outros clones bovinos bem sucedidos. Em 2003, nasceu Lenda da Embrapa, da raça holandesa. Em 2005, foi a vez de Porã, da raça Junqueira, em estado crítico de extinção no Brasil, com menos de 100 animais em todo o País. Assim como Vitória, esses clones deram crias, o que comprova bom potencial reprodutivo e habilidade materna.

Embrapa Cerrados

Mutirão de documentação beneficia assentadas do Distrito Federal

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Mais de cinquenta famílias de mulheres rurais do Distrito Federal foram beneficiadas pelo mutirão do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR), que esteve nesta terça-feira (7), no Projeto de Assentamento Márcia Cordeiro Leite, localizado em área rural próxima à Planaltina. O PNDTR, ação promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) garante cidadania e acesso às políticas públicas do Governo Federal às mulheres, por meio da emissão gratuita de documentos civis e trabalhistas, além de acesso aos direitos previdenciários.

No mutirão, as mulheres tiveram a oportunidade de regularizar sua situação junto ao INSS, bem como fazer o Cadastro de Pessoa Física (CPF), a carteira de trabalho e a inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), que garante a participação nos programas sociais da União. As equipes do Programa, na ocasião, também fizeram o mapeamento das produtoras rurais da região para emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), que permite a comercialização dos produtos por meio de compras públicas.

PNDTR promove cidadania

Estelita Claudina de Souza, que há mais de dez anos mora no assentamento, ficou contente com a possibilidade de fazer a DAP e comercializar os alimentos que produz. Atualmente, sua família planta milho, feijão e abóbora, além de criar porcos e galinhas. A produção ainda é pequena, mas ao saber da possibilidade de vender para os programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (Pnae). Ela se diz motivada a se unir as vizinhas e aumentar a plantação. Esse mutirão é muito bom. A gente aprende muita coisa. Mostra que o governo se lembra do povo que vive longe aqui no mato, ponderou.

Para Geralda de Souza Campos do Nascimento o PNDTR também trouxe boas notícias. Na ação, a trabalhadora descobriu que para poder se aposentar precisa apenas comprovar o tempo de serviço. Assentada há cinco anos, ela atualmente cuida sozinha da família, desde que o marido precisou fazer uma cirurgia cardíaca no ano passado. Geralda cria porcos, galinhas e patos. Achava que seria muito difícil me aposentar, mas fiquei sabendo que será mais simples do que pensava. Vai me ajudar muito, afirmou.

A ação faz parte de uma onda de mutirões promovida em todo país durante os meses de março, abril e maio, com o objetivo de atingir a marca histórica de um milhão de mulheres rurais documentadas.

Grupo Marfrig estimula a produção de carne de alta qualidade na 2ª etapa do Circuito Feicorte

maio 7th, 2013 by admin No comments »

O Grupo Marfrig terá presença efetiva em debates e na disseminação de conhecimento sobre pecuária sustentável em mais uma etapa do Circuito Feicorte, evento que percorre cidades brasileiras para levar informação e tecnologia aos pecuaristas, que acontecerá em Palmas (TO), entre os dias 6 e 7 de maio.

Nos debates propostos em dois dias de workshop o representante da Marfrig, Maurício Manduca, Trader de Commodities Inteligência de Mercado, debaterá, no dia 7, das 9h às 9h40, sobre produção de carne de qualidade sob a visão da indústria.

Como patrocinadora máster, a Marfrig também terá um estande para disseminação dos conceitos do Marfrig Club, programa criado com o objetivo de profissionalizar as relações entre o Grupo Marfrig e seus fornecedores de gado, garantindo um processo sustentável, responsável e qualificado de produção, do início ao fim da cadeia produtiva.

Fonte: Texto Comunicação

Arysta LifeScience reforça lançamentos de sua completa linha de pastagens e serviços exclusivos na 2ª etapa do Circuito Feicorte, em Palmas (TO)

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Nesta etapa do Circuito, a Arysta LifeScience, multinacional que oferece soluções e produtos de nutrição e defesa vegetal, apresentará aos pecuaristas o portfólio completo de pastagens, que inclui herbicidas Artys, Triclon, Browser, e a linha de Nutrição Vegetal, um lançamento da empresa que visa aumentar a produtividade das pastagens por meio do maior desenvolvimento radicular e maior produção de matéria seca. Também terão destaque todos os serviços oferecidos por meio dos distribuidores, como subsídio à aplicação aérea, empréstimo de equipamentos tratorizados para aplicação, além de assistência técnica especializada para realizar o mapeamento das propriedades.

Outro destaque, também um produto recém-lançado, é o cupinicida Regent® 20 GR – extremamente eficaz no controle dos cupins de montículo que infestam as pastagens. Seu princípio ativo é o fipronil, molécula que possui amplo espectro de controle e baixa toxicidade. Além disso, é fácil de ser aplicado, por sua formulação granulada e baixa dose, cinco gramas por montículo.

Ao eliminar o cupinzeiro, é possível obter um melhor uso da área, já que os cupins ocupam uma área da pastagem onde poderia haver capim. Além disso, uma propriedade que possui alta infestação de cupinzeiro se torna depreciada, por isso a importância de seu controle, comenta Ricardo Frugis, gerente de pastagem da Arysta LifeScience.

Todas as novidades serão apresentadas no estande da Arysta LifeScience, por meio de palestras e vídeos mostrando os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pela empresa em pastagens, e também por meio de profissionais capacitados que estarão presentes para esclarecer todas as dúvidas dos pecuaristas e indicação de distribuidores que atendem a região.

Circuito Feicorte Acontecerá no Centro de Exposições Parque do Povo e terá como tema central “Eficiência na produção e na comercialização da carne”. Importantes nomes da pecuária nacional estarão presentes para debater questões relacionadas ao mercado mundial da carne, exportações, influência do clima na pecuária, tecnologia de melhoramento de desempenho, nutrição, pastagens, qualidade da carne, visão da indústria frigorífica, genética, bem-estar animal e ética. A Arysta LifeScience participa do Circuito Feicorte desde o início da iniciativa itinerante da maior feira indoor da pecuária nacional. Nesta segunda oportunidade de contato direto com produtores de importantes praças produtoras, propõe aprofundar o debate sobre a importância direta do manejo das pastagens para aumentar os ganhos de produção.

Fonte: Texto Comunicação

Embrapa promove II Curso de Ecologia Química Aplicada na Agricultura

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 47 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa, promove no período de 01 a 05 de julho de 2013, o II Curso de Ecologia Química Aplicada na Agricultura. O objetivo é capacitar estudantes de pós-graduação das áreas de agronomia, química, biologia, entre outras relacionadas, além de técnicos agrícolas, extensionistas, pesquisadores, profissionais de empresas de insumos agrícolas, professores de universidades e tecnólogos em técnicas e metodologias de pesquisa para isolamento e identificação de semioquímicos, tais como feromônios, na avaliação comportamental de insetos e na aplicação no manejo de pragas agrícolas.

A Embrapa está oferecendo 40 vagas e, para melhor aproveitamento do curso, é necessário ter conhecimentos de química no mínimo, o curso de química geral – e biologia. A inscrição pode ser feita pela internet no endereço: http://www.cenargen.embrapa.br/cursos/2013 até o dia 1º de junho próximo.

Aulas serão ministradas por professores de universidades brasileiras e internacionais

A coordenação técnica do Curso está a cargo dos pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia – Miguel Borges, Maria Carolina Blassioli Moraes e Raúl Laumann. Além deles, participarão também como instrutores professores de universidades federais brasileiras – Lavras (UFLA), Rio Grande do Sul (UFRGS) e Brasília (UnB), Martin Pareja, Josué Sant ́Ana e Carlos Kleber, respectivamente e a professora da Universidade Federal da Argentina, Romina Barrozo.

O conteúdo programático será ministrado a partir de aulas teóricas, abrangendo os seguintes tópicos: Introdução a métodos químicos usados em Ecologia Química; bioensaios e outras técnicas de análise de atividade biológica de semioquímicos; estatística aplicada à Ecologia Química e aplicação da Ecologia Química no manejo de pragas.

Feromônios: aliados no controle biológico de pragas agrícolas

A ecologia química se baseia no estudo de sinais químicos emitidos por insetos e plantas para se comunicarem. Alguns destes sinais químicos, como os feromônios, são liberados pelos insetos e transportados na atmosfera, sendo, por vezes essenciais na comunicação e interação entre os indivíduos da mesma espécie, com os próprios predadores ou inimigos naturais e as plantas.

Os feromônios emitidos e captados no meio ambiente por indivíduos da mesma espécie apresentam grande influência no comportamento destes animais na captura de alimentos e no processo reprodutivo, como dispositivo de atração sexual.

Os cientistas da Embrapa reproduzem, em laboratório, as condições observadas na natureza para compreender melhor o mecanismo comportamental dos insetos visando, assim, o desenvolvimento de novas metodologias a serem utilizadas no controle e manejo de insetos-praga.

O trabalho de pesquisa desenvolvido na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em parceria com outra unidades da Embrapa – Amazônia Ocidental, Arroz e Feijão e Clima Temperado – envolve o estudo de diferentes tipos de insetos-praga, dentre os quais podem ser citados: percevejos da soja e arroz, mariposas do milho, coleópteros de algodão e a broca do fruto do cupuaçu.

Segundo o pesquisador Miguel Borges, coordenador do curso, o controle biológico de pragas é um método racional e sadio. Essa tecnologia tem como premissa básica o investimento no uso de dispositivos naturais para o controle de insetos-praga de culturas agrícolas e, conseqüentemente, reduzir ao máximo o uso de defensivos químicos nas lavouras.

O resultado desta pesquisa tem como proposta disponibilizar para a agricultura familiar e o agronegócio uma tecnologia limpa e impactante tanto do ponto de vista sócioambiental como do econômico.

Neste contexto, os produtos de uso agrícola, derivados de feromônios têm se apresentado como fortes aliados da sustentabilidade na agricultura e têm um mercado crescente frente à economia mundial, com 30% do mercado de biopesticidas no mundo, atrás apenas dos inseticidas bacterianos e botânicos.

No Brasil, as tecnologias baseadas no uso de feromônios já resultaram em mais de 15 produtos registrados e outros em fase de registro. A aplicação dessas tecnologias está em expansão para o controle de insetos-praga de diversas culturas agrícolas, como o dendê, a maçã, a goiaba, a uva, a cana-de-açúcar dentre várias outras, no Brasil e no exterior.

Inscrições até o dia 1º de junho de 2013 no site: http://www.cenargen.embrapa.br/cursos/2013

Mais informações pelo e-mail: cenargen.cursos@embrapa.br

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Fórum das Federações defende incentivos fiscais para assegurar competitividade do Espírito Santo

maio 7th, 2013 by admin No comments »

O Fórum das Entidades e Federações do Espírito Santo FEF promoveu, na segunda-feira (06), no Itamaraty Hall, em Vitória, um debate sobre a competitividade econômica do Espírito Santo, com o objetivo de mobilizar o Estado a traçar mecanismos de incentivo à produção e atração de novos investimentos. O evento reuniu cerca de 450 pessoas, entre empresários, lideranças políticas e representantes da sociedade civil organizada.

Queremos buscar meios que possam promover o desenvolvimento de nosso Estado através de incentivos fiscais, os quais se transformam em postos de trabalho e riquezas em caráter sistêmico, beneficiando a economia e toda a sociedade, destaca Julio da Silva Rocha Junior, presidente da Faes.

Incentivos

Formado pela Faes (Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo), Fecomércio (Federação do Comércio de Bens e Serviços), Findes (Federação das Indústrias), Fetransportes (Federação dos Transportes) e ES em Ação, o FEF colocou em discussão a proposta de reforma tributária, que prevê o fim dos incentivos fiscais.

Durante o encontro, o Governador do Estado, Renato Casagrande, lembrou das perdas sofridas pelo Espírito Santo com o fim do Fundap, as mudanças na arrecadação de royalties e o projeto de unificação das alíquotas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 4%.

A palavra de ordem é trabalhar o convencimento para alcançar o resultado. Para isso, precisamos que todos os capixabas estejam unidos, mostrando a unidade dos setores produtivos de nosso Estado em questões importantes para todos, defende Casagrande.

O evento contou com a participação do assessor da Adial – Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável, Paulo Osório Silveira Bueno, que reforçou a necessidade de incentivos fiscais para evitar uma evasão de empresas do país. O fim dos incentivos fiscais representa perda da possibilidade de os Estados desenvolverem políticas regionais. Precisamos de uma grande mobilização para evitar que empresas saiam do Espírito Santo e de outros Estados, e até do país, disse Paulo Osório.

Manifesto

Em virtude desse cenário, o Governador Renato Casagrande assinou um manifesto, apoiado também por outros Governadores, que defende os incentivos fiscais para que os Estados possam ter instrumentos de desenvolvimento. O documento será encaminhado ao Congresso Nacional.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Grandes sojicultores do País participam do Clube da Soja da FMC

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Segundo a Agroconsult os produtores brasileiros devem obter boa rentabilidade no plantio da soja na safra 2013/2014. A consultoria já arrisca projeções para a próxima safra e prevê o crescimento de 1 milhão de hectares, para 28,9 milhões de hectares no plantio de soja que começa em setembro deste ano. Mas e as dificuldades do escoamento da safra nos portos brasileiros? Qual é perspectiva da cultura para 10 anos? E o impacto da Helicoverpa nesta produtividade? Para abordar todo esse panorama, a FMC Agricultural Products realiza o a 3ª edição do Clube da Soja que será realizado de 8 a 11 de maio, no Sofitel Jequitimar, no Guarujá (SP).

Os principais sojicultores do País estarão presentes no evento, também especialistas e entidades do setor e outras personalidades abordarão todos os aspectos que envolvem a cadeia produtiva da cultura. Para o Painel Logística, haverá a presença do deputado federal, Arnaldo Jardim, Bruno Serapião, CEO da Hidrovias do Brasil e o professor e especialista em finanças públicas, Raul Velloso e como mediadora a jornalista, Sonia Bridi; no Painel Valor da União, com Glauber Silveira, da Aprosoja Brasil e falando do setor, o coordenador de Estudos do Agronegócio da FGV e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues e no Painel Helicoverpa, Cósam de Carvalho Coutinho, Diretor do Departamento de Sanidade Vegetal, (MAPA), entre outros.

Informar os produtores e atendê-los com suas demandas do dia-a-dia nas lavouras fazem parte do compromisso da FMC. Nesse encontro, um intercâmbio de experiências mostra o quanto é necessário investirmos cada vez mais em soluções tecnológicas para aumentar a produtividade e rentabilidade no agronegócio brasileiro, destaca o presidente da FMC Corporation América Latina, Antônio Carlos Zem.

Sobre a FMC

A FMC Corporation é uma companhia química americana que atua globalmente há mais de um século com soluções inovadoras, aplicações e produtos de qualidade nos diversos setores como agrícola, industrial, ambiental e de consumo. A empresa emprega cerca de cinco mil e setecentas pessoas e está presente em 34 países. Em 2012, a FMC teve seu faturamento anual de aproximadamente US$ 3,7 bilhões e opera seus negócios em três segmentos: produtos agrícolas, químicos especiais e produtos químicos industriais.

No Brasil, a FMC Agricultural Products, uma das principais empresas do segmento de defensivos agrícolas do País, está sediada em Campinas (SP). Com uma extensa linha de produtos para controle de pragas, plantas daninhas e doenças em culturas como algodão, arroz, batata, café, cana-de-açúcar, citros, milho, soja, tabaco, tomate, entre outras, a FMC vem reforçando sua posição no mercado de produtos voltados ao cultivo de grãos, HF, Café e Citrus.

Com faturamento anual de US$ 741 milhões em 2012, a FMC Agricultural Products é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em se inovar e se superar. Até 2014, a empresa lançará mais de 40 novos produtos, cujos registros já estão em andamento. A expansão do portfólio faz parte dos investimentos da empresa em tecnologia em prol de melhor rentabilidade na produção agrícola. Dentro de quatro anos, a empresa visa dobrar seu faturamento anual.

A empresa se destaca por ser ágil, dinâmica, focada em antecipar as necessidades dos clientes, no resultado dos negócios, e na sustentabilidade social e ambiental das comunidades onde está presente. FMC. Uma empresa que se propõe sempre a Fazer Mais pelo Campo e acredita que o seu sucesso está no sucesso de todos os elos da cadeia: clientes, colaboradores e fornecedores.

Fonte: Alfapress Comunicações

Estudo combina semeadura direta e adubação verde para restauração de área degradada

maio 7th, 2013 by admin No comments »

O processo de restauração florestal de áreas degradadas enfrenta obstáculos referentes à sustentabilidade temporal das áreas restauradas, do uso adequado de espécies nativas regionais e principalmente de custos elevados desses projetos de restauração. No Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ), o projeto Restauração Ecológica de Florestas Ciliares, de Florestas de Produção e de Fragmentos Florestais Degradados (em APP e RL), com Elevada Diversidade, com Base na Ecologia de Restauração de Ecossistemas de Referência, tem como objetivo desenvolver e testar metodologias para superar essas dificuldades.

Financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o projeto tem coordenação de Ricardo Ribeiro Rodrigues, coordenador do LERF, junto com mais 30 pesquisadores, e entre os estudos inseridos nesta proposta encontra-se um que empregou semeadura direta de espécies arbustivas e de adubação verde como estratégia de sombreamento para restauração de áreas degradadas. Desenvolvido no programa de Pós-graduação em Recursos Florestais pela Engenheira Florestal colombiana Diana Carolina Vásquez Castro, o estudo avaliou possibilidades de redução de custos da restauração, que são elevados quando o método adotado é o de plantio total de mudas. Este projeto procurou testar o uso da técnica de semeadura direta indicada como uma técnica complementar ao plantio de mudas visando à diminuição dos custos de implantação e manutenção de projetos.

O estudo foi feito em duas áreas de Preservação Permanente (APPs), localizadas na Usina São Manoel, em São Manoel (SP) e na Usina São João, no município de Araras (SP). A proposta foi criar um ambiente sombreado com espécies de recobrimento no curto prazo e com duração longa, para inibir o crescimento de espécies competidoras, principalmente gramíneas africanas e potencializar o desenvolvimento de espécies de diversidade, que são introduzidas no interior desse ambiente sombreado pela recobridoras.

Segundo Diana, de início fora feita a semeadura direta das espécies de adubação verde, como o fedegoso e o feijão guandu, visando o rápido recobrimento inicial das APPs degradadas. Além disso, como estratégia de minimizar a presença de plantas daninhas na entrelinha, um dos tratamentos foi testar o uso da semeadura direta de uma espécie de adubação verde e de longevidade longa, que é a leucena. Essa espécie apesar de grande contribuição para a restauração dos processos de recuperação do solo é uma espécie fortemente invasora e por isso seu desenvolvimento foi controlado para que ela não chegasse a florescer até seu total sombreamento, que resultava na sua eliminação, explica a autora.

De acordo com a pesquisa, foram obtidos no campo, dados de diâmetro, altura, cobertura de copa, cobertura de gramínea, mortalidade, área basal e densidade final. Os resultados mostraram que não houve diferença estatística entre o plantio de restauração convencional e o uso de semeadura direta para recobrimento. No entanto, foi verificado que, com o uso de semeadura direta, os custos de operações de plantio semi-mecanizado e de replantio são reduzidos pela metade. O método consorciado semeadura direta em covas de espécies de recobrimento e de adubação verde com o plantio de mudas de espécies de diversidade mostrou-se uma alternativa economicamente mais vantajosa, na medida que não aumentou o número necessário de manutenções, reduziu o número de mudas de indivíduos de espécies de diversidade, além de baixar os custos das operações de plantio e replantio.

Fonte: USP ESALQ

Plantio direto acordou o Brasil para a sustentabilidade

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação comemorou os 40 anos de plantio direto no Brasil com cerimônia no Parque de Exposições Governador Ney Braga, em Londrina (PR), em 30/04. A Fundação Agrisus, única entidade privada que destina recursos próprios em apoio a projetos voltados à melhoria e conservação do solo, com vistas à sustentabilidade das atividades rurais, recebeu um troféu comemorativo por seu trabalho ao longo de 12 anos de atividade.

A entidade esteve representada pelo seu presidente, Antônio Roque Dechen, e seu secretário executivo, Ondino Cleante Bataglia, acompanhados pela pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Sonia Carmela F. Dechen. “A adoção do sistema do plantio no Paraná, há 40 anos, acordou o Brasil para a sustentabilidade do solo e da água”, afirma o presidente.

Na ocasião, o pioneiro da implantação e divulgação do sistema no Brasil, Herbert Arnold Bartz, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Londrina (UEL), pelas mãos da reitora Nádina Moreno. O aniversário marca a colheita da primeira safra de soja cultivada na palha por Bartz na Fazenda Rhenania, localizada em Rolândia (PR). Hoje, cerca de 90% da área cultivada com grãos no Paraná utiliza o plantio direto. No país, a estimativa é de mais de 30 milhões de hectares de terra agricultável protegida pelo sistema.

Para Dechen, “a homenagem ao pioneiro Bartz representa o reconhecimento pelo meio acadêmico, não só de sua iniciativa pioneira, como de seu trabalho de verdadeiro apóstolo do Plantio Direto, ao divulgá-lo por todo o país.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Fundação Agrisus

MSD Saúde Animal promove educação sanitária no Tocantins

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A MSD Saúde Animal, em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária (ADAPEC), promove a palestra Uso da Vacina RB-51® no Controle da Brucelose Bovina, no próximo dia 09 de maio, em Palmas (TO), no Auditório da Unitins Agro, durante a Agrotins, às 15h.

No Tocantins, o órgão oficial de defesa agropecuária iniciou ações efetivas para ampliar o uso da RB-51 no controle da brucelose bovina. Essas ações incluem a educação sanitária de veterinários dos serviços oficiais e autônomos, pecuaristas e funcionários das fazendas, em parceria com a MSD Saúde Animal.

Segundo o Médico Veterinário e Gerente da Linha Reprodutiva da MSD Saúde Animal, Denis Alves Antonio, essa palestra faz parte de um cronograma para o retorno efetivo da vacina RB-51® como ferramenta do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT). Precisamos mostrar aos produtores rurais que a RB-51® veio para somar no combate a brucelose, afirma Denis.

Ele complementa que a pecuária brasileira acelera a modernização tecnológica para aperfeiçoar o controle sanitário e ampliar seu acesso aos mercados, sendo assim, o uso obrigatório da RB-51 em bezerras acima de 8 meses não vacinadas entre 3 e 8 meses de idade com a amostra B-19 é um passo importante para o controle da brucelose no estado do Tocantins. A vacina RB-51 também pode ser usada para novilhas e vacas adultas, como revacinação, aumentando a proteção do rebanho e garantindo eficiência reprodutiva e maior retorno ao produtor rural, finaliza.

Brucelose

Causadora de abortos, nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta e infertilidade, a brucelose produz grandes perdas econômicas devidas à redução da eficiência reprodutiva. Na saúde pública, destaca-se como uma zoonose – doença transmitida de animais para seres humanos – que acomete principalmente pessoas que trabalham com bovinos, como vaqueiros e veterinários.

Palestra

Uso da Vacina RB-51® no Controle da Brucelose Bovina

Paletrante: Denis Alves Antonio

Data: 09 de maio

Horário: 15h

Local: no Auditório da Unitins Agro, durante a Agrotins, Palmas.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Shell e Massey Ferguson sorteiam pelo segundo ano um trator MF 4275

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A Massey Ferguson e a Shell acabam de lançar pelo segundo ano a promoção Manutenção Premiada, que sorteará um trator MF 4275 para os clientes das marcas. A ação acontece exclusivamente nas concessionárias da rede Massey Ferguson.

Em 2012 registramos cerca de 20 mil cupons, este ano esperamos dobrar o número de participantes, informa Amauri Santos, gerente de peças da Massey Ferguson. A cada compra de 40 litros de qualquer lubrificante Shell para motores agrícolas (2 bombonas de 20 litros cada uma) ou em compras no valor de R$ 400 de peças genuínas Massey Ferguson nas concessionárias da marca, o cliente recebe um cupom contendo um código alfanumérico que deve ser inscrito no link da promoção, por SMS, através do número 49221.

Há 51 anos a Massey Ferguson é líder no mercado brasileiro de tratores agrícolas. Durante sua trajetória seus modelos tornaram-se referência em produtividade, e versatilidade. O modelo de 75 cv de potência MF4275, prêmio da ação, revolucionou a história da marca mantendo-se entre as máquinas mais comercializadas em território nacional principalmente por pequenos e médios produtores.

A Massey Ferguson pelo respeito conquistado em mais de meio século no país precisa ter a seu lado parceiros que mantenham a qualidade e longevidade de seus produtos. Temos mais de 20 anos de parceria com a Shell e em dois anos desta promoção, é possível avaliarmos o quanto as duas marcas estão consolidadas no Brasil, afirmou Amauri.

A promoção reforça o comprometimento da Shell em oferecer produtos avançados tecnologicamente e adequados às necessidades de nossos clientes. A parceria com a Massey Ferguson ressalta a importância do uso do lubrificante adequado para o agricultor, de acordo com a recomendação da montadora de seu equipamento, diz Fernanda Andrade, gerente de marketing da Shell Brasil Petróleo.

O sorteio final será realizado no dia 6 de julho de 2013. Para conferir o regulamento e resultado da promoção o participante deve acessar o site www.massey.com.br/promocaopecas.

Sobre a Shell

A área de Lubrificantes da Shell Brasil Petróleo possui hoje cerca de 14% de participação nas vendas de lubrificantes do mercado brasileiro, segundo dados do Sindicom. Entre as linhas de lubrificantes de destaque no mercado brasileiro estão Shell Helix, Shell Rimula e Shell Advance.

A Shell vem evoluindo cada vez mais na qualidade do desenvolvimento tecnológico e inovador de seus produtos. A empresa conta hoje com mais de 2.500 profissionais no mundo dedicados a estudar e desenvolver produtos de alta tecnologia, capazes de atender os desafios dos mais avançados equipamentos da indústria e do mercado.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Pesquisa gerou iogurte enriquecido com fibras de maracujá

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A qualidade dos produtos alimentícios e a sua influência sobre a nutrição e a saúde humana são assuntos intensamente abordados pelos meios científicos. Essa preocupação se deve ao grande número de produtos alimentícios existentes e a uma tendência atual de se ingerir produtos naturais. Para agregar valor ao subproduto do processamento de maracujá a partir do desenvolvimento de um iogurte adicionado de diferentes concentrações de farinha elaborada a partir dos subprodutos da fruta, foi desenvolvida pesquisa na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ).

O estudo relata que as cascas e as sementes do maracujá são os principais resíduos agroindustriais provenientes do processo de esmagamento da fruta para obtenção do suco. A casca é rica em fibras, vitaminas e minerais. Já as sementes apresentam grande quantidade de óleo com alto teor de ácidos graxos insaturados. A casca do maracujá corresponde a mais da metade da composição mássica da fruta e não pode mais ser considerada como resíduo industrial uma vez que estudos relatam características funcionais e tecnológicas interessantes para o desenvolvimento de novos produtos, é o que afirma Nataly Maria Viva de Toledo, bacharel em Ciências dos Alimentos e mestranda em Ciências.

Paralelamente, a pesquisa expõe que o iogurte é um produto amplamente recomendado devido suas características sensoriais, probióticas e nutricionais uma vez que além de ser elaborado com leite contendo alto teor de sólidos, cultura lática e açúcar, pode ainda ser enriquecido com leite em pó, proteínas, vitaminas e minerais. Os produtos lácteos são importantes fontes de cálcio, proteínas e outros nutrientes em uma dieta balanceada. Atualmente, as indústrias e pesquisadores têm apresentado crescente interesse no desenvolvimento de produtos lácteos com teores reduzidos de gordura, com pouco ou sem açúcar, ou enriquecidos com fibras, afirma a autora da pesquisa.

Dessa forma, diante da necessidade de estudos visando ao aproveitamento dos resíduos do processamento do maracujá para o desenvolvimento de alimentos que possam ser incorporados à alimentação humana, o estudo realizado na ESALQ com bolsa financiada pela Fundação de amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), teve como objetivo desenvolver um iogurte enriquecido com fibras que foram incorporadas ao produto por meio da adição de uma farinha de maracujá elaborada a partir das cascas e sementes da fruta.

O projeto, cujas análises laboratoriais foram realizadas nos Laboratórios de Nutrição Humana e de Higiene e Laticínios do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da ESALQ, visou ao aproveitamento do fruto do maracujá (polpa, cascas e sementes) como forma de aumentar o valor nutricional do iogurte, além de gerar uma alternativa para agregar valor aos subprodutos resultantes do processamento industrial do maracujá evitando o desperdício desses materiais.

De acordo com a cientista dos alimentos, o iogurte elaborado nesse estudo apresentou características nutricionais superiores ao iogurte comercializado, destacando-se pelo seu elevado teor de fibra alimentar. As fibras presentes nos subprodutos do maracujá possuem muitos benefícios à saúde e devem ser consumidas diariamente. Autores relatam seu efeito sob a redução do colesterol no sangue, controle de glicemia e do peso e prevenção de problemas gastrointestinais.

Aceitabilidade do produto

Escolhidos aleatoriamente, 60 provadores não treinados de ambos os sexos foram submetidos ao teste que utilizou uma escala hedônica de nove pontos que varia de 1 (desgostei muitíssimo) a 9 (gostei muitíssimo). Entre as amostras de iogurte com adição de farinha de maracujá, pode-se afirmar que a amostra com 2% de farinha foi a que obteve grande aceitação com nota igual a 7,5. De acordo com os provadores, o iogurte com adição de 2% de farinha possui um teor de fibras agradáveis e bom dulçor e é menos doce que a amostra de iogurte sem adição de farinha. Além disso, muitos provadores comentaram que apesar de preferirem o sabor da amostra sem farinha, comprariam o produto com adição de 2% de farinha por associarem a presença de fibras a um alimento mais saudável. Do total de provadores, cerca de 60% afirmou que compraria o produto se este estivesse disponível no mercado.

A pesquisa foi desenvolvida pelo programa de pós-graduação (PPG) em Química na Agricultura e no Ambiente, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (USP/CENA), sob orientação da professora Solange Guidolin Canniatti Brazaca, do LAN, com colaboração do professor Ernani Porto, do mesmo departamento.

Fonte: USP ESALQ

5º Encontro de Citricultura na Região Sudoeste do Estado de São Paulo

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Em 2013 o tradicional Encontro de Citricultura no Sudoeste Paulista do Estado de SP ocorrerá no dia 22 de maio próximo, no Polo Regional do Sudoeste Paulista, localizado em Capão Bonito/SP, importante região produtora do Estado.

Neste ano o evento abordará temas relacionados ao mercado de frutas cítricas de mesa, incluindo manejo e variedades cítricas, além do controle de podridão floral dos Citros. Convidamos todo o setor a comparecer em mais esse evento do Centro de Citricultura/IAC, realizado conjuntamente com o Polo Regional Regional do Sudoeste Paulista.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Tecnologia da Embrapa no AM torna viável o cultivo de seringueira na Amazônia

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Tecnologia desenvolvida pela Embrapa Amazônia Ocidental, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), permite viabilizar o cultivo de seringueira na Amazônia, a partir de uma combinação de enxertias de seringueira altamente produtivas em látex com clones de seringueira com a copa resistente ao mal das folhas. O resultado são as chamadas árvores tricompostas, que têm o potencial de contribuir para tornar competitiva a produtividade de cultivos de borracha natural tanto na Amazônia como em outras áreas do Brasil onde ocorre o fungo causador do mal das folhas.

São chamadas de árvores tricompostas, porque são formadas a partir da composição de três plantas: o plantio inicial é feito a partir de sementes de uma seringueira comum, que depois recebe a enxertia de outra planta de seringueira selecionada pelas suas características de boa produção e qualidade de látex, que irá formar o tronco ou painel; quando a planta atinge o tamanho adequado recebe a enxertia de um clone de seringueira que possui copa resistente ao fungo causador do mal das folhas. A árvore resultante da combinação dessas enxertias consegue sobreviver e manter produção nas áreas onde há a presença do fungo Microcyclus ulei, que até então é o principal limitador para o cultivo racional de seringueiras na região amazônica.

As informações sobre essa tecnologia foram apresentadas pelo pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Everton Cordeiro , e fazem parte de resultados de pesquisas da Embrapa Amazônia Ocidental. As informações foram discutidas com representantes de instituições do setor agropecuário no Amazonas durante o seminário Cultivo e Produção Racional da Borracha no Estado do Amazonas, na segunda-feira, 6 de maio de 2013, na Embrapa Amazônia Ocidental em Manaus.

O objetivo do evento, realizado em parceria pela Embrapa Amazônia Ocidental e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (FAEA), foi apresentar esses resultados a representantes de instituições fomentadoras da cadeia da borracha natural no Amazonas, a fim de elaborar uma proposta, em parceria com os diversos setores interessados em alavancar a produção de borracha natural no estado. A base dessa proposta, inicialmente, é implantar unidades demonstrativas com o plantio racional das seringueiras utilizando a tecnologia das árvores tricompostas, para validação da tecnologia em diferentes regiões do estado do Amazonas. A Embrapa Amazônia Ocidental está buscando parcerias para a produção de mudas e implantação dessas unidades demonstrativas. O plantio das seringueiras é recomendado para aproveitamento de áreas já desmatadas e também pode ser consorciado com outros cultivos agrícolas de ciclo curto.

Cultivo de seringueira é oportunidade para geração de renda

Durante a abertura do evento, o chefe geral da Embrapa Amazônia Ocidental, Luiz Marcelo Brum Rossi , definiu o momento importante para estabelecer propostas e encaminhamentos à produção de borracha no Amazonas. Que este seja o início de uma nova jornada relacionada à cultura da seringueira e à produção de borracha no Estado. Este é o momento de avançarmos nesta cultura. A produção racional está sendo feita em outros países e outros estados, como Mato Grosso, e isso gera uma renda fantástica aos produtores, disse.

Para o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas, Muni Lourenço , a tecnologia gerada pela Embrapa abre uma perspectiva positiva em relação à produção de borracha no Amazonas, especialmente no que diz respeito à geração de renda e de empregos, além de abastecer indústrias que necessitam deste insumo. Neste momento empreendimentos industriais estão importando de outros estados e de outros países um produto que nós poderíamos estar produzindo no Amazonas. Nós estamos engajados no sentido de difundir isso para produtores de todos os portes, pequeno, médio e grande, sobre a oportunidade de negócio com a produção de borracha através do cultivo da seringueira com esta tecnologia, disse.

O pesquisador Everton Cordeiro ressaltou que o cenário mundial é promissor para a produção de borracha natural, que é matéria prima integrante de mais de 40 mil produtos. Quando se requer segurança, confiança e qualidade, só a borracha natural confere estas características para o material que se quer produzir. Com o crescimento da indústria no mundo, se requer cada vez mais produtos oriundos de borracha natural. Então a gente não vislumbra a curto, médio e a longo prazo nenhuma alternativa tão interessante quanto a borracha natural para atender a demanda da indústria no mundo, afirmou.

Plantios mais próximos das comunidades

O bispo do Alto Solimões, Alcimar Magalhães , presente ao evento, deu um depoimento em relação aos resultados apresentados: Eu sei a importância que estas árvores representam para a mudança de hábitos e fixação do homem na região. O seringueiro que ainda vai para a mata percorre uma longa distância, ainda tem um resultado muito incerto e está exposto a muitos perigos, razão pela qual ele não quer que o filho dele se dedique a esta atividade. Eu fui seringueiro quando criança e assisti o drama dos seringueiros, em que uns perderam a vida e outros perderam a saúde. Então, juntando os sonhos a ideia dos pesquisadores de criar seringais mais próximos às comunidades e dar emprego e renda para nossos seringueiros e às novas gerações nós nos dedicamos a isso e hoje vejo muito mais próxima a realização deste sonho.

Dom Alcimar cedeu uma área, no município de Tabatinga (AM) para um experimento de cultivo de seringueiras realizado pela Embrapa , durante os últimos doze anos. O que me motivou a isso é a ideia de contribuir para uma mudança real nas condições de vida dos seringueiros

No seminário, o pesquisador da Embrapa, Ronaldo Morais, destacou ainda a contribuição da seringueira como alternativa eficiente para fixação de carbono e o pesquisador José Olenilson Pinheiro apresentou os custos de produção para o cultivo de seringueira com essa tecnologia.

A tecnologia para o cultivo racional da seringueira é resultado de mais de 30 anos de pesquisa da Embrapa e tiveram início com o pesquisador Vicente Moraes (já falecido). A seringueira é uma planta perene, que demora 7 anos para começar a produzir, por isso o longo tempo de pesquisa com a experimentação das diversas combinações de clones.

Fungo dizimou plantios na Amazônia

As experiências anteriores de plantios de seringueira na Amazônia foram dizimadas pelo fungo, que tem ocorrência natural favorecida pelas condições climáticas da floresta úmida na Amazônia. Na floresta, as árvores de seringueira nativas são distantes umas das outras e conseguem conviver com o fungo. Nos plantios, onde as árvores ficam mais próximas, a doença causa a morte da planta. Desde a década de 20 do século passado, o fungo passou a ser o agente limitador do cultivo racional de seringueiras e o principal responsável para que a atividade não continuasse seu desenvolvimento na região. Em áreas fora da Amazônia úmida, consideradas áreas de escape do fungo, o cultivo racional de seringueiras consegue ser realizado.

Embrapa Amazônia Ocidental

Mercado de biológicos para aves em pauta em encontro de distribuidores da Merial

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Como atuar no mercado de biológicos para aves, que em diversos aspectos difere do mercado da avicultura comercial em geral? Esta e outras questões ilustraram o encontro técnico da unidade de negócios para avicultura da Merial Saúde Animal, que reuniu na última semana, em Ubatuba (SP), técnicos e distribuidores da empresa com um objetivo em comum: alinhar estratégias e ações para 2013.

“O mercado de biológicos aviários vem se comportando de uma maneira bem diferente do mercado total, isto é um fato que deve ser considerado dentro do planejamento estratégico” destacou Eva Hunka, coordenadora de Business Intelligence da Merial.

O encontro também teve espaço para assuntos técnicos, abordando temas sobre a sanidade de poedeiras e frangos de corte. De acordo com Edson Ploncoski, gerente de produtos e serviços da unidade de negócios, “uma empresa como a Merial, extremamente comprometida com os resultados de seus clientes, deve manter a sua equipe sempre atualizada sobre temas importantes ligados à saúde avícola”, comentou.

Focado na integração das equipes, o evento foi finalizado com uma aula de gastronomia com o Chef Antonio Pereira, na qual os participantes puderam preparar o jantar de encerramento, que teve um menu especial com frutos do mar.

Luiz Fernando Cantarelli, diretor da unidade de negócios para avicultura da Merial, considerou este um momento importante, de constante troca de experiências e integração. “Este será um ano de grandes desafios e juntos podemos fazer mais. Em 2013, daremos total apoio a nossos distribuidores, porém precisaremos do comprometimento de todos para atingir os resultados”, ressaltou.

Fonte: Texto Comunicação

Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba ampliam liderança em aplicações do Programa ABC

maio 7th, 2013 by admin No comments »

No período de julho de 2012 a março de 2013, os produtores rurais do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba obtiveram, apenas no Banco do Brasil, o crédito de R$ 152,2 milhões para a realização de boas práticas incluídas no Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), esse valor corresponde a 39% do crédito total de R$ 390,6 milhões negociado com a instituição para ações do programa em todo o Estado nos nove primeiros meses da safra atual.

O valor contratado pelos produtores do Triângulo/Alto Paranaíba nesta safra (até março) teve um crescimento de 53,1% em relação às aplicações registradas nos doze meses da safra 2011/2012, explica o assessor técnico da Superintendência de Política e Economia Agrícola da Seapa, Alceste Fernando Lima.

Nas aplicações realizadas na safra atual pelos produtores de todo o Estado, tiveram destaque também as seguintes regiões: Noroeste (R$ 74 milhões), Norte (R$ 41,8 milhões), Sul/Sudoeste (25,3 milhões), e Central Mineira (R$ 22,3 milhões). Lima observa que a conscientização dos produtores para a necessidade de reduzir as emissões de carbono pode ser avaliada por meio dos dados sobre o crescimento das aplicações nas regiões em geral. Em todos os casos houve crescimento do número de contratos bem como dos valores aplicados, enfatiza o assessor e cita como exemplo o Vale do Mucuri, que apresentou um salto de R$ 2,5 milhões para R$ 8,6 milhões.

Na avaliação das aplicações por produto considerando o valor total repassado para o Estado , a maior soma, R$ 92,7 milhões, foi para pastagem. Em seguida vêm aplicações de R$ 84,6 milhões em eucalipto/pínus/florestamento e reflorestamento. Correção do solo e cana-de-açúcar tiveram aplicações de R$ 49,9 milhões e R$ 23,6 milhões, respectivamente. Já as aplicações em bovinos (carne), café e bovinos (leite) foram de R$ 17,6 milhões, R$ 14,7 milhões e R$ 9,8 milhões.

Agenda de compromissos
O Programa ABC está integrado à agenda de compromissos assumidos pelos países que participaram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), para a redução das emissões de gases de efeito estufa gerados pelas atividades agrícolas e pecuárias. A meta é evitar a emissão de 165 milhões de toneladas equivalentes de CO2 nos próximos dez anos, por meio de práticas agrícolas sustentáveis.

Em Minas, uma das metas do programa estabelecida pela Resolução Seapa nº 1.233, de 9 janeiro de 2013, é possibilitar até 2020 a adoção, no Estado, do sistema Integração, Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF) em 260 mil hectares. Está prevista também a recuperação de 2,1 milhões de hectares de pastagens degradadas, que serão incorporadas aos 18,1 milhões de hectares atuais do Estado.

Programa ABC aplicações em Minas 2012/2013
Crédito total: R$ 390,6 milhões

Triângulo/Alto Paranaíba: R$ 152,2 milhões

Outros destaques
Noroeste: R$ 74 milhões

Norte: R$ 41,8 milhões

Sul/Sudoeste: R$ 25,3 milhões

Central: R$ 22,3 milhões

Segmentos atendidos
Pastagem: R$ 92,7 milhões

Eucalipto/pinus/florestas: R$ 84,6 milhões

Correção do solo: R$ 49,9 milhões

Cana-de-açúcar: R$ 23,6 milhões

Kepler Weber apresenta nova geração de silos: equipamentos com foco na armazenagem de qualidade, menores perdas e melhor preservação do grão

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Atualmente, o Brasil está entre os maiores produtores mundiais. Ano a ano, o País tem alcançado grandes safras, mas, em contrapartida, tem enfrentado problemas de capacidade estática de armazenagem e em outros pontos pós-colheita, que acabam acarretando uma perda considerável de grãos. Estima-se que o desperdício gire em torno de 10% da safra, o que financeiramente representa prejuízos acima de R$ 15 bilhões/ano.

Analisando toda a cadeia produtiva dos grãos, os principais pontos de perdas estão no processo de colheita, por mau uso ou regulagem das máquinas, no transporte, na exportação, em função da defasagem de infraestrutura e, como campeã do desperdício, na armazenagem, na qual, cerca de, 5% da produção nacional é descartada. Além da quantidade, no processo de armazenagem ainda há pontos de perda de qualidade ocasionados pela ineficiência na recepção e nos processos de secagem e armazenamento.

Considerando todos estes aspectos, a Kepler Weber, através do seu Centro Tecnológico Kepler CETEK, está focada no desenvolvimento de novos produtos e inovações para a armazenagem e movimentação de grãos.

Especificamente no armazenamento, no qual os silos metálicos são os dispositivos mais utilizados, a empresa apresenta Nova Geração de Silos Kepler Weber. A nova linha tem a proposta de atender a necessidade de armazenar quantidades cada vez maiores e, ao mesmo tempo, garantir a segurança operacional e a qualidade do produto estocado.

Além das novidades na concepção estrutural, a Nova Linha traz diferenciais um portfólio mais completo, incluindo silos de alta capacidade (de até 25 mil toneladas); a preocupação com a qualidade do grão e a preservação de seus atributos nutricionais; o atendimentos às normas vigentes com dispositivos que garantam uma operação segura e, por último, a adequação as normativas de dimensionamento, projeto e segurança dentro dos principais padrões mundiais.

Na concepção da Nova Geração de Silos e, especificamente no desenvolvimento dos silos de grande capacidade, a empresa considerou uma série de itens e melhorias importantes, com foco nas tendências e no futuro que se apresenta para a armazenagem.

O desenvolvimento de silos com maiores capacidades exigiu uma análise precisa de toda a rigidez estrutural do produto, visando suportar os esforços físicos solicitados e garantindo um equipamento seguro e durável. A utilização de um maior número de montantes por chapa, por exemplo, será aplicada.

A tendência de mercado são silos metálicos com maior número de chapas laterais ampliando a altura e, consequentemente, o volume estático. A suscetibilidade às condições climáticas, como a ação de ventos, é maior e, portanto, os anéis de ventos devem fazer parte da estrutura lateral dos silos, garantindo rigidez e reduzindo o risco de queda, explica o presidente da Kepler Weber, Anastácio Fernandes Filho.

A ampliação das capacidades de armazenagem em silos metálicos também exige dispositivos diferenciados para a segurança operacional: escadas caracol, acessos (portas) que permitam fácil entrada e saída de pessoas, descarga lateral, rosca varredora com trator de movimentação, vedações eficientes e cobertura de zinco (450 g/m²) para evitar desgaste precoce de chapas.

Além dos ganhos de capacidade, a Nova Geração de Silos apresenta a proposta de uma armazenagem com melhores condições de conservação, através de ganhos de eficiência na convenção natural do ar e respiração dos grãos dentro do dispositivo; maior proteção contra infiltrações e potencialização dos processos de fumigação contra o ataque de pragas, fungos, roedores, etc. e a manutenção das condições ideais de temperatura e de umidade da massa de grãos, promovendo aeração adequada e evitando condensação no telhado.

A Nova Linha dá seguimento à proposta para Unidades de Armazenagem que a empresa vem apresentando ao mercado desde o lançamento da Linha de Secadores Khronos, no ano de 2012. Outro diferencial importante é que a nova proposta atende as normativas de dimensionamento, projeto e segurança dentro dos principais padrões mundiais. Estamos produzindo equipamentos com inovação em tecnologia, automação e que, sobretudo, além de garantir uma operação segura, preocupada com o meio ambiente e com a preservação do produto, proporcionam os melhores resultados ao cliente, finaliza Fernandes Filho.

Fonte: Assessoria de imprensa

Proteína animal com sustentabilidade

maio 7th, 2013 by admin No comments »

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), aponta que a pecuária mundial responde por 26% de todas as terras aráveis para pastagens, 35% das terras aráveis para produção de rações, 58% de toda a biomassa produzida pelo homem, 8% da água doce, 13% de toda a energia na dieta humana, 25% da proteína e 1,5% do PIB mundial. Segundo a WWF, a pecuária bovina ocupa 60% das terras utilizadas para produção de alimentos e 1,3% de todas as calorias utilizadas na alimentação humana.

Com todo esse potencial de produção e as perspectivas de aumento no consumo de proteína animal, o gerenciamento sustentável é indispensável em todo o processo da cadeia produtiva. Nesta entrevista, o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de SC (SINDICARNE), Clever Pirola Ávila, apresenta um panorama da pecuária no Brasil no mundo e destaca as ações necessárias para o gerenciamento sustentável.

Quais são as perspectivas de exportação mundial de proteína animal para os próximos anos?

Clever Pirola Ávila- De modo geral, as de carne alcançarão 30 milhões de toneladas em 2020, um aumento de 16% sobre o período base. O crescimento esperado no consumo 2011/2020 é de aproximadamente 60 milhões de toneladas, com destaque para a Ásia com 56%, seguida pela América Latina com 18%, América do Norte 8%, Europa e África com 7% e os demais com 4%.
Na sua opinião, o que é necessário para redução de custos para a indústria e para a sustentabilidade no contexto social?
Ávila- Precisamos fazer mais e melhor. É preciso que tecnologia (buscando inovação e pioneirismo) e terra sejam aliadas no crescimento da produção de alimentos. Além disso, o governo, a sociedade civil e as organizações internacionais devem repensar conceitos pré-concebidos e a preservação de florestas deve ser algo importante e valioso.
Com as perspectivas de crescimento na produção de proteína animal, que ações são prioritárias para o gerenciamento sustentável?

Ávila- Existe uma infinidade de ações fundamentais para o gerenciamento sustentável da proteína animal. Destacamos entre as principais iniciativas a adoção de medidas como a redução de uso de embalagens; reutilização de resíduos sólidos; compostagem dos animais mortos; produção de biodiesel a partir de gordura animal, miúdos não comestíveis e carcaças condenadas; granjas abertas visando reduzir o uso de eletricidade, coleta seletiva para reciclagem; compensação através de plantio de árvores nativas em áreas degradadas própria dos produtores integrados, fazendeiros e fornecedores; participação efetiva como membro do Grupo de Trabalho da Pecuária e do Grupo de Trabalho do Couro; compromisso público sobre Produção Pecuária no Bioma Amazônico junto ao Greenpeace; pacto para a sustentabilidade com Walmart; e compromisso público para a erradicação do trabalho escravo com o Instituto Ethos, entre outros.
Quais são as demais práticas que visam a preservação ambiental?

Ávila- O sistema de biodigestores para o tratamento de efluentes e resíduos sólidos orgânicos, que reduz emissões equivalentes de CO2 por ano e ainda produz energia é uma medida importante. O tratamento, purificação e reuso de efluentes líquidos resulta em água reutilizada no processo industrial e na eficiência de remoção dos agentes de poluição. Outras iniciativas importantes estão relacionadas ao monitoramento georreferenciado dos produtores, visando o controle do desmatamento e invasão de terras indígenas. O controle para evitar trabalho escravo análogo e desmatamentos são importantes. O cadastro para licenciamento ambiental; processos de bem-estar animal validados pelo Governo Federal e Word Society for de Protection of Animals; entre outras.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Inteligência e cognição em plantas

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Estão abertas as inscrições para a palestra Inteligência e cognição em plantas. O evento ocorrerá no próximo dia 10 de maio, às 15h, no Anfiteatro do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ).

A realização é do Laboratório de Fisiologia das Árvores (LAFISA) e o palestrante será Gustavo Maia de Souza, pesquisador da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste). Durante a atividade, o palestrante pretende propor um modelo conceitual e prático de cognição em plantas. Em síntese, o pesquisador captará as reações dos vegetais a partir de sinais sonoros emitidos por sensores estrategicamente colocados na planta. Com linguagem simples, o conteúdo apresentado mostrará que as plantas são entidades sensíveis e responsivas ao meio.

Informações e inscrições pelo e-mail alvendem@usp.br ou telefone 19 2105.8654.

Fonte: USP ESALQ

Conab compra 55 mil t de milho em terceiro leilão com entrega em portos

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Em leilão de compra de milho para atendimento aos produtores e criadores rurais da região Nordeste, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) adquiriu 66,27% das 83 mil toneladas de milho em grãos a granel, com entrega nos portos. As 55 mil toneladas negociadas deverão ser entregues pelos fornecedores nos armazéns portuários do Ceará (30 mil t) e de Pernambuco (25 mil t).

Segundo as regras definidas no edital, o período para entrega do produto será de acordo com o armazém portuário, devendo ser obedecidos os prazos, com início no dia 6/06 e entrega final até 24/06 nos dois estados. Esses novos prazos foram prolongados e divulgados pela Conab na última sexta-feira (3). A ação foi um incentivo à negociação, juntamente com a Portaria nº 59, publicada pelo governo federal no mesmo dia, que dá prioridade de embarque e desembarque do grão nos portos de destino do Nordeste.

O volume de milho não negociado, de 28 mil toneladas, seria destinado aos portos da Paraíba (16 mil t) e do Rio Grande do Norte (12 mil t). O Conselho Interministerial de Estoques Públicos deverá deliberar sobre a realização de novo leilão para compra do lote remanescente.

Milho será doado aos governos estaduais

Por meio da Medida Provisória nº 610, de 2 de abril de 2013, a Conab fica autorizada a doar esse volume de milho adquirido aos governos estaduais, para que o grão seja vendido a pequenos criadores de aves, suínos, bovinos, caprinos e ovinos. Esses produtores devem estar localizados em municípios da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) em situação de emergência ou em estado de calamidade pública. A medida prevê ainda que a venda do grão seja feita pelo governo do estado onde se localiza o município atendido e o produto seja entregue no porto de destino designado pelo governo estadual que recebeu a doação.

As operações seguem de acordo com a Portaria Interministerial n° 115, alterada pela Portaria Interministerial n° 221, de 21/4/13, que prevê a compra de 300 mil toneladas de milho para reabastecer estoques do Programa de Venda em Balcão. (Mônica Simões/ Conab)

Faesc quer ampliar seguro rural

maio 7th, 2013 by admin No comments »

Ampliação, modernização e simplificação: estas são as reivindicações da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) para o sistema de seguro rural vigente no Brasil.

O presidente José Zeferino Pedrozo expõe que as mudanças sugeridas começam pela ampliação do limite de cobertura. Neste aspecto, defende a propostas da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária, senadora Kátia Abreu, para o Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014, que será anunciado pelo Governo Federal no início de junho: a destinação de R$ 860 milhões para o seguro rural, o dobro do montante disponibilizado em 2012, o que elevaria a cobertura de área plantada em mais 10 milhões de hectares, contemplando 20% da área cultivada no Brasil.

Atualmente, apenas 5% da safra brasileira está segurada e a meta é ter 50% até 2015. Nos Estados Unidos, a cobertura é de 86%. Além da ampliação do seguro, a Faesc e a Confederação defendem que o produtor receba a subvenção diretamente, com o objetivo de baixar os custos de contratação, estimular a concorrência entre as seguradoras e expandir o número de empresas que atuam no segmento do seguro rural. Hoje, as seguradoras recebem a subvenção e repassam os custos ao produtor rural. A meta é chegar a R$ 2 bilhões em recursos, nos próximos anos.

Para o funcionamento efetivo do seguro, a Federação sugeriu uma série de ações. A mais urgente é a implementação efetiva do Fundo de Catástrofe que tornará o segmento de seguro rural atrativo para novas seguradoras e resseguradoras, trazendo uma série de benefícios em cascata, como massificação do seguro rural, pulverização dos riscos, redução do valor do prêmio, maior estabilidade na renda dos produtores e acesso facilitado ao crédito rural.

Pedrozo destaca que o seguro rural é um grande instrumento de redução dos prejuízos provocados por situações adversas à produção e indutor de alta tecnologia. Pode ser parte da solução para se evitar futuras prorrogações de dívidas dos produtores. É preferível que os produtores tenham um seguro rural com prêmio acessível e coberturas dos seus financiamentos e renda, do que o Tesouro despender vultosos recursos para equalizar a taxa de juros de prorrogações de dívidas.

As catástrofes climáticas têm forte poder multiplicador de perdas. Nos municípios do interior, a agropecuária é fundamental para movimentar a economia e o comércio. Por isso, é preciso criar incentivos para que as seguradoras elaborarem um seguro de renda e de crédito do produtor, que seria complementar ao seguro de produção e também contaria com subsídios, realça.
O presidente da Faesc defende a ampliação do volume dos recursos para a subvenção ao seguro rural como forma de evitar perda de rentabilidade e minimizar os prejuízos dos produtores rurais em caso de problemas climáticos e pragas.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional