11º Congresso Nacional de Pesquisa do Feijão começa na próxima terça, em Londrina

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Debates sobre sistemas de produção, ameaças de doenças e pragas, custos de produção, preço mínimo, mecanização, armazenagem e tecnologias disponíveis para a produção e sustentabilidade da cultura estão no foco do 11º Congresso Nacional de Pesquisa do Feijão (Conafe), que acontece de 22 a 24 deste mês, no Centro de Eventos e Exposições de Londrina (PR).

Toda a cadeia produtiva da cultura estará contemplada em conferências, palestras e painéis que reunirão especialistas de renome nacional e internacional. Estão sendo esperados 600 participantes. A promoção é do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).

Os desafios da cultura do feijão são diversificados e exigem empenho de pesquisadores e de políticas governamentais. Agricultores do Paraná, maior produtor brasileiro, por exemplo, nesta safra reivindicam medidas para reduzir a superoferta do produto, que provoca queda nos preços recebidos. Doenças como mofo branco, mosaico dourado e pragas como Helicoverpa armígera também representam riscos à cultura. Esses temas serão tratados no decorrer do evento, ao lado de outras importantes questões, objetos de pesquisa em várias instituições do Brasil e Exterior.

Sustentabilidade estará no centro das discussões, que começam no dia 22, às 9h30, com a palestra A sustentabilidade dos sistemas agrícolas: uma perspectiva internacional, a ser proferida por Wilson Hugo. Diretor de Produção e Proteção de Plantas e de Políticas de Sustentabilidade para a África da FAO (órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), Hugo vai traçar um panorama sobre como a questão é tratada pelos diversos países, a partir de dados coletados nos próprios países.

O representante da FAO também vai mostrar dados sobre evolução da produção agrícola, área por habitante, emissão de gases, uso de produtos fitossanitários e evolução da produção mundial de grãos.

O painel destinado a discussões sobre Manejo de doenças nos sistemas produtivos irá reunir especialistas no dia 23, a partir das 8h30. O pesquisador Luis Del Rio, da North Dakota State University, vai falar sobre o mofo branco, importante doença que ameaça lavouras de feijão e soja. Ele vai abordar a epidemiologia, fatores ambientais que afetam o desenvolvimento de doenças, gestão da doença por meio de agentes de controle biológico e químico, além de modelos de previsão.

O pesquisador Trazilbo José de Paula Júnior, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), falará sobre Podridões radiculares e Valdir Atsushi Yuki, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), encerra o painel com o tema Mosca branca e mosaico dourado.

Especialistas também vão fornecer subsídios para a importante discussão sobre o Agronegócio do feijão. Temas recorrentes no setor como preço mínimo, custo de produção, safra e oferta do produto estarão no foco do painel programado para o dia 23, a partir das 10h45. Flávio Breseghello e Alcido Elenor Wander, da Embrapa Arroz e Feijão falam sobre o Panorama mundial do feijão. Marcelo Eduardo Luders, da Correpar Corretora de Mercadorias, aborda o Cenário nacional e novas oportunidades de mercado.

OUTROS TEMAS

O 11º Conafe terá programação extensa. No primeiro dia, após a palestra inaugural, a partir das 10h45, haverá a conferência O solo como componente dos sistemas produtivos, a ser proferida por Ciro Rosolem, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). O tema Cenário atual e perspectivas em FBN (Fixação Biológica de Nitrogênio) em feijão será abordado na sequência por Tsai Siu Mui, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-USP).

À tarde, a partir das 14 horas, está programado o painel Inovações tecnológicas para o aumento da rentabilidade da cultura do feijão. O assunto será abordado em três palestras: O feijão na integração lavoura-pecuária, com o pesquisador Sérgio José Alves (Iapar), Ferti-irrigação da cultura do feijão com Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), e Agricultura de precisão e produção sustentável, com Daniel Marçal de Queiroz, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Às 16h15, haverá a palestra Eficiência no uso de tecnologias para a mecanização da cultura do feijão, com Afonso Peche Filho, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que será seguida de debate. O dia termina com a sessão de pôsteres.

No dia 23, após os painéis sobre Manejo de doenças e Agronegócio do feijão, as discussões prosseguem com Desafios à sustentabilidade da cultura do feijão. O tema será abordado a partir das 14 horas, pelo pesquisador Geraldo Papa, da Unesp, que fala sobre Manejo e controle da helicoverpa armigera no feijão. Agostinho Didonet, da Embrapa Arroz e Feijão, fala sobre Agroecologia na cadeia produtiva do feijão. A terceira palestra do painel é Produção Integrada sustentável: ferramenta para agregação de valor, que será proferida por Adilson Reinaldo Kososky, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O dia termina com a palestra Herbicidas na cultura do feijão: Manejo da resistência de plantas daninhas e da fitotoxicidade na cultura, com Pedro Jacob Cristofoletti, da Esalq, seguida de debate. Haverá ainda a sessão pôsteres.

No dia 24, quinta-feira, a partir das 8h30, haverá o painel Panorama e perspectivas para a produção de sementes de feijão no Brasil, abordado em três palestras. A primeira, a cargo de José Roberto de Menezes, da Terra Alta Agropecuária, é Principais limitações na produção e comercialização. José da Cruz Machado, da Universidade Federal de Lavras (Ufla), falará sobre a Importância da qualidade sanitária. O tema Inovações tecnológicas para a produção de sementes de feijão será tratado por Alisson Fernando Chiorato, do IAC.

Melhoramento genético e biotecnologia é o tema do painel programado para as 10h45. Boodo Raatz, do Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat), falará sobre Seleção genômica em espécies alimentícias: Situação atual e Perspectivas. James Kelly, da Michigan State University, tratará de Estratégias de melhoramento frente às demandas atuais e futuras.

O período da tarde será destinado a duas palestras, com início às 14 horas. Nerineia Dalfollo, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), falará sobre O feijão como alimento funcional. Antonio Luiz Fancelli, da Esalq, vai abordar o tema Identificando e superando limites para a produtividade do feijão.

O Conafe também vai sediar a 27ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia produtiva do Feijão, que será realizada no dia 22, a partir das 14 horas.

CONGRESSO

O Conafe é realizado no Brasil a cada três anos. O primeiro evento para a discussão de temas relacionados à pesquisa do feijão aconteceu em Campinas (SP), em agosto de 1971, e foi denominado 1º Simpósio Brasileiro de Feijão. Em 1982, Goiânia (GO) sediou a 1ª Reunião Nacional de Pesquisa de Feijão (Renafe). Londrina recebeu a quarta edição, em 1993. A partir da sétima edição, em 2002, em Viçosa (MG), o evento passou a ser chamado de Congresso Nacional de Pesquisa de Feijão.

O evento tem apoio do Londrina Convention & Visitors Bureau, Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro), Basf, Miac Máquinas Agrícolas, Selegrãos, Bayer, Syngenta e Laboratório Farroupilha.

Mais informações podem ser obtidas no endereço www.conafe2014.com.br.

SERVIÇO

Serviço: 11º Congresso Nacional de Pesquisa de Feijão.
Data: 22 a 24.
Local: Centro de Eventos e Exposições de Londrina (rodovia Mabio Gonçalves Palhano, 3333).

Farmabase realiza ciclo de palestras pelo país

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Nos últimos dois meses, a Farmabase Saúde Animal realizou um ciclo de palestras pelo país, passando pelas cidades Pará de Minas (MG), Rio Verde (GO), Brasília (DF), São Gabriel do Oeste (MS), Braço do Norte (SC), Águas de Chapecó (SC) e Domingos Martins (ES). Mais de 700 pessoas participaram dos eventos, sendo elas produtores, veterinários, técnicos e funcionários de granjas.

O objetivo do evento foi informar os produtores sobre a Coccidiose, uma enfermidade entérica ocasionada pelo Isospora suis em leitões. As palestras foram proferidas pelos especialistas Alexandre César e Geraldo Aberton e os coordenadores técnicos Gladison Carioni e Giovani Stingelin, onde abordaram os principais impactos econômicos da doença, ciclo de vida do agente etiológico, epidemiologia da doença, diagnóstico diferencial e formas de controle desta enfermidade. O tema abordado foi de extrema importância para apresentar o Farmacox®, o mais novo lançamento da empresa contra a doença, à base de Toltrazuril 5%. O produto é a opção que faltava no controle da Coccidiose, com a eficácia que a produção espera. Possui a formulação mais moderna do mercado com excelente homogeneidade e tamanho de partículas refletindo numa melhor absorção, além da ótima palatabilidade afirma Gladison Carioni, Coordenador Técnico de Suinocultura da Farmabase.

De acordo com Dr. Alexandre César, Médico Veterinário e Diretor de Produção OPP Brasil, os eventos foram importantes para que os produtores da região conhecessem o Farmacox®. O feed back foi muito positivo. O produto teve uma aprovação muito grande e os produtores saíram de lá satisfeitos. Gladison Carioni também comemora: Estamos muito satisfeitos com a aceitação do Farmacox® pelo mercado. Percebemos que há grande confiança dos clientes em relação à marca Farmabase, que hoje é sinônimo de qualidade.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Representante da FAO no Brasil palestra no Rural Show

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Atualmente, mais de 842 milhões de pessoas sofrem de fome crônica no mundo, muitas outras morrem ou sofrem os efeitos nocivos de uma nutrição inadequada. E a população mundial hoje, com 3,9 bilhões de pessoas não para de crescer. Analisando fatores como estes, surge a dúvida: haverá comida para todos nas próximas décadas?

Pensando nisso, a edição 2014 do Rural Show trará na próxima sexta-feira, dia 18, o representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura FAO no Brasil, Alan Bojanic, para ministrar a palestra “O papel da agricultura familiar na segurança alimentar”.

Entre os temas que Bojanic abordará em sua apresentação estão as perspectivas latino americanas sobre a importância da agricultura familiar na segurança alimentar.

De acordo com o representante da FAO no Brasil, a agricultura familiar é uma forma de vida e não só um negócio. É uma maneira de enxergar o mundo, valorizando a preservação de práticas culturais e, principalmente, as práticas de solidariedade, sendo esta última um eixo fundamental na agricultura familiar que, através do cooperativismo, promove um resgate do associativismo com empreendedorismo e uma organização formal que fazem com que seus integrantes alcancem resultados que não seriam conquistados isoladamente.

Para Bojanic, a agricultura familiar merece maior destaque do que possui hoje, mas ressalta também que nos últimos 20 anos o setor tem sido foco de políticas bem sucedidas, transferência de rendas e de programas de desenvolvimento importantes, como o Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar Pronaf e o Programa de Aquisição de Alimentos PAA. Tudo isso tem fortalecido a agricultura familiar, mas sempre tem espaço para o aprimoramento de novas políticas, explica ele, que elogia: O Brasil tem se tornado um modelo para a América Latina nesse sentido.

No Ano Internacional da Agricultura Familiar, ele destaca que ela terá maior visibilidade não só para os tomadores de decisão, mas também para os cidadãos em geral. Está mais do que na hora do consumidor urbano saber que a maior parte da comida que está no prato dele no dia a dia vem das propriedades rurais familiares.

Segundo Bojanic, o Rural Show é fundamental para destacar essa importância, além de mostrar experiências que deram certo e reunir, informar e qualificar aqueles que são responsáveis pela agricultura familiar. É uma excelente oportunidade para apresentar ao país a importância da agricultura familiar e das ações que estão sendo realizadas com o associativismo. A agricultura familiar contribui não só produzindo alimentos para a população, mas também reduzindo a pobreza, elevando a qualidade de vida do produtor rural e de sua família e fomentando a economia do país.

O Rural Show é organizado pela Cooperativa Piá, em parceria com Emater / RS ASCAR e a Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis. O evento inicia na próxima quinta-feira, dia 17, e vai até o dia 20 de julho.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Congresso da Abag debaterá propostas do agronegócio a ser encaminhadas aos candidatos à Presidência

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Durante o 13º Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), no próximo dia 4 de agosto, será debatido um documento, denominado Agronegócio Brasileiro 2014-2022 Proposta de Plano de Ação aos Presidenciáveis. Elaborada por um grupo de técnicos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e coordenada pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, a proposta está baseada em cinco princípios: sustentabilidade da produção, competitividade, produção orientada para os mercados, segurança jurídica e governança institucional.

Alguns dos princípios contidos na proposta detalham necessidades ligadas à maior oferta de crédito e financiamento para investimento e capital de giro; desenvolvimento de mecanismos de seguro contra quebra de produção e queda acentuada de preços; uma atuação mais agressiva na celebração de acordos comerciais; desoneração tributária e ampliação da malha de infraestrutura de transporte e logística.

O estudo da FGV preconiza também maior segurança jurídica, capaz de garantir o direito de propriedade privada e, em decorrência, criar um ambiente favorável a investimentos e incentivar o empreendedorismo. Traduzido em ações, isso significa simplificar e aplicar a legislação agrária, ambiental e trabalhista, com base em critérios técnicos, condizentes com as características do agronegócio. Todas essas questões serão debatidas no painel denominado Agronegócios e os Presidenciáveis, contendo o posicionamento virtual, em vídeo, dos três principais candidatos à Presidência melhor cotados nas pesquisas eleitorais. O moderador desse painel será o jornalista William Waack, assim como a coordenação feita pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV-GVAgro, contando ainda com as presenças de representantes dos três candidatos melhor posicionados nas pesquisas eleitorais.

O congresso será aberto com uma palestra do economista Samuel Pessoa, pesquisador da FGV, que tratará do tema central do evento: Agronegócio Brasileiro: Valorização e Protagonismo. Na sequência, haverá o painel 1 sobre Agronegócio e as Novas Mídias, que será apresentado pelo jornalista Rodrigo Mesquita e debatido pela professora Elizabeth Saad Corrêa, da Escola de Comunicação e Artes, da USP; e pelo engenheiro Demi Getschko, professor da PUC-SP. O painel será coordenado pelo jornalista Heródoto Barbeiro.

Encerrando os trabalhos na parte da manhã, serão entregues os prêmios Norman Borlaug e Ney Bittencourt de Araújo. O primeiro será concedido este ano ao presidente do Conselho da Agroceres, Urbano Campos Ribeiral; e o segundo para João Paulo Koslovski, presidente do Sistema Ocepar Organização das Cooperativas do Paraná.

Na parte da tarde, o diretor do Núcleo de Agronegócio da ESPM Escola Superior de Propaganda e Marketing, José Luiz Tejon apresentará a pesquisa de opinião Agronegócio e a Sociedade. Nesse painel atuarão como debatedores, os cientistas políticos Bolívar Lamounier, sócio-diretor da Augurium Consultoria e Christian Lohbauer, diretor de Assuntos Corporativos da Bayer. O painel será coordenado pelo presidente da Abag, Luiz Carlos Corrêa Carvalho e contará com a moderação do jornalista William Waack.

Promovido desde 2002, o Congresso da Abag, na edição do ano passado, contou com a presença de aproximadamente 700 participantes na plateia, além de 90 jornalistas de todo o País. Cerca de 8 mil pessoas assistiram aos painéis e participaram dos debates por meio da transmissão ao vivo feita via web.

Serviço

13º Congresso Brasileiro do Agronegócio

Data 04 de agosto de 2014

Local Sheraton São Paulo WTC Hotel

Av. das Nações Unidas, 12.559

Fonte: Assessoria de Imprensa

Grande Júri do Prêmio Fundação Bunge se reúne para deliberar sobre contemplados de 2014

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Em 25 de julho, sexta-feira, às 10h, durante a reunião do Grande Júri no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, serão anunciados os contemplados com o Prêmio Fundação Bunge, um dos mais tradicionais e respeitados prêmios voltados para a ciência, letras e artes no Brasil. O Grande Júri é composto por reitores de universidades e presidentes de entidades científicas e culturais.

Na ocasião, serão anunciados quatro profissionais que se destacaram nas áreas de Ciências Agrárias e Artes. Serão contemplados trabalhos relacionados aos temas Produtividade Agrícola Sustentável e Artes Circenses, respectivamente. Os contemplados na categoria Juventude (até 35 anos) recebem R$ 50 mil em premiação, e na categoria Vida e Obra, R$ 135 mil, além de diploma e medalha.

Para o Grande Júri, que será presidido por José Renato Nalini, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, estão confirmadas as presenças de Marcelo Mattos Araujo, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo; Jacques Marcovitch, Presidente da Fundação Bunge; Marco Antonio Zago, Reitor da Universidade de São Paulo USP; José Tadeu Jorge, Reitor da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP; Francisco Maturro, vice presidente da Associação Brasileira do Agronegócio ABAG; Maurício Antônio Lopes, Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EMBRAPA; entre outros.

Desde sua criação, em 1955, o Prêmio Fundação Bunge, já contemplou 175 pessoas, fomentando a inovação e a disseminação de conhecimento. O primeiro premiado foi Ângelo Moreira da Costa Lima, médico dedicado à entomologia (ciência que estudo os insetos) e que trouxe grandes contribuições à saúde e agricultura brasileira, além de ser um dos fundadores da Academia Brasileira de Ciências.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Pmgz Leite disponibiliza consulta de avaliações genéticas na MegaleitePmgz Leite disponibiliza consulta de avaliações genéticas na Megaleite

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Com 300 animais inscritos para a Megaleite 2014, a raça Gir Leiteiro deu início na manhã desta quarta-feira (16) aos julgamentos. A competição vai até sábado. Já o julgamento da raça Guzerá será na sexta-feira, na parte da tarde, e no sábado, pela manhã. O Guzerá tem 70 animais inscritos, Sindi e Indubrasil tem 10 animais participando. Ontem, todas as raças participaram do desfile de animais durante a abertura oficial da feira. O diretor da ABCZ José de Castro representou a ABCZ na solenidade.

O Concurso Leiteiro das raças zebuínas Gir Leiteiro, Guzerá, Sindi e Indubrasil terá três ordenhas hoje e será encerrado amanhã. Os zebuínos ainda terão vários leilões durante a feira.

A Megaleite 2014 vai até o dia 20 de julho, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).

Pmgz Leite
A equipe do PMGZ Leite está com um ponto de atendimento na Megaleite 2014, localizado no Palanque Oficial, próximo à pista de julgamento. Os interessados em consultar as avaliações genéticas de seus animais podem procurar o Pmgz Leite até sexta-feira na Megaleite 2014.

Fonte: Assessoria de Imprensa ABCZ

Massey Ferguson leva espetáculo gratuito à população do Mato Grosso do Sul

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Está chegando ao Mato Grosso do Sul um ônibus com um bando de forasteiros. Não se sabe de onde vem, nem para onde vai. Que lembranças cada integrante traz consigo? Esses e outros segredos serão revelados em um curioso faroeste brasileiro, encenado por uma trupe de jovens atores do projeto “Viagem ao Improviso, que está rodando o interior do Brasil, com o apoio da Massey Ferguson. O espetáculo será apresentado neste sábado (19), gratuitamente, às 16h, no Parque Ecológico, em Maracaju. No dia seguinte (20/07), às 16h30, a montagem estará na Praça Central Dr. Boaventura, em Rio Brilhante.

A ideia da Massey Ferguson é promover a descentralização da arte, ampliando o acesso à cultura, fora do circuito das grandes cidades e na zona rural, em dez municípios de quatro estados. A estimativa é que até o final do projeto, cerca 25 mil espectadores sejam beneficiados. Através da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), o espetáculo teatral Forasteiros, conta a história de um pequeno bando que chega de ônibus em uma cidade desconhecida. Cada personagem traz consigo lembranças de sua cidade natal, a considerar Campbell, um homem totalmente sem memórias.

Os forasteiros servem-se de elementos dados pelo público para compor essas recordações e, consequentemente, as de todo o bando, definindo elos existentes entre o grupo e a comunidade. A história tem quatro cenas, com temas sugeridos pela plateia, cada uma com um jogo interativo diferente. A montagem conta com uma belíssima trilha sonora instrumental ao vivo executada em banjo e violão, com referências da música folk americana e da viola caipira brasileira.

Além do teatro, de classificação livre, o projeto também contará com um jogo de sustentabilidade, voltado ao público infantil. A partir de um tabuleiro, estudantes de escolas públicas serão estimulados a conhecer e pratica ações sustentáveis no meio rural.

A Massey Ferguson leva a mais alta tecnologia ao campo, com um portfólio completo de equipamentos agrícolas, atuando como parceira estratégica dos produtores. Queremos continuar ao seu lado, mesmo quando as máquinas são desligadas e o trabalho encerrado. Por isso, apoiamos o projeto Viagem ao Improviso, que leva cultura e entretenimento para comunidades fora do circuito artístico das grandes cidades, explica Alfredo Jobke, diretor de marketing da AGCO para a América do Sul.

Trator FE 35, de 1957, integra o projeto em Campo Verde (MT)

A apresentação realizada em Campo Verde (MT), no dia 7 de junho, contou com exposição de um trator Massey Ferguson, FE 35, comprado diretamente da Inglaterra, em 1957, por Aloyzius Neumann. Segundo o filho do proprietário, Arnold José Neumann, a máquina integrava um grupo de cinco modelos importados para atuarem na colônia alemã São José das Laranjeiras, distrito do município de Maracaí (SP). Em perfeito funcionamento até hoje, o trator pode ser conhecido na concessionária Guimarães Agrícola, onde fica exposto. A Massey Ferguson continua sendo uma grande parceira da nossa família até hoje, conclui o neto do proprietário, Hubert Neumann.

Próximas apresentações:

25/07 – São Desidério-BA
26/07 – Formosa do Rio Preto-BA

Ficha técnica

Argumento, Roteiro e Direção: Rhena de Faria.

Assistência de Direção: Rodrigo Arijon

Elenco (em esquema de revezamento): Caique Dumont, Leandro Costa, Mariana Zink, Pedro Truszko, Rodrigo Arijon e Tamara Borges.

Músicos: Ricardo Carneiro e Zé Mazzei

Músico Stand-In: Ricardo Vignini

Workshop Corpo-Cidade: André Capuano

Figurinos: Elisa Rossin

Adereços: Karina Celis e Michele Caruso

Designer: Aiman Rodolfo Braga

Planejamento Digital: Proj3ct

Assessoria de Imprensa: Ofício das Letras

Fotos: Paulo Barbuto

Vídeo: Patricia Penha

Técnico de Som: Pedro Ivo Toledo

Concepção do Jogo da Sustentabilidade: SB Jogos

Monitoria: Day Suqui, Caique Dumont, Pedro Truszko, Tamara Borges, Leandro Costa, Rodrigo Pessin

Motorista: Paulo Lucas

Elaboração do projeto: R2B Produções Culturais

Produção Executiva: Gustavo Sanna

Direção de Produção: Ludmilla Picosque

Coordenação Geral: Rodrigo Pessin

Realização: Carranca Produções Artísticas

Duração: 50 minutos

Fonte: Assessoria de Imprensa

CEPEA: Preços do algodão, do milho e da soja em queda deixam produtores do Cerrado em alerta

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Cepea, 16 Neste início de segundo semestre, período que antecede o plantio da safra principal, as três grandes culturas do Cerrado brasileiro, soja, milho e algodão, se caracterizam por quedas de preços. Levantamentos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, apontam que o ânimo do produtor desta grande região, em linhas gerais, é moderado para a próxima safra e ainda haveria tempo para algum ajuste nas decisões de plantio.

A colheita de algodão avança em muitas regiões do Cerrado, e os valores da pluma estão próximos do preço mínimo oficial. Quanto ao milho, as negociações já estão abaixo do mínimo em muitas regiões de Mato Grosso e também em algumas de Mato Grosso do Sul. As cotações da soja, por sua vez, têm recuado mesmo em período de entressafra, pressionadas pelas fortes baixas em Chicago.

Confira texto completo no arquivo anexo e em http://cepea.esalq.usp.br/imprensa/

Mais informações em http://cepea.esalq.usp.br/algodao

Inscrições abertas para o Curso de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rural (CAR) a distância e gratuito

julho 16th, 2014 by admin No comments »

Estão abertas até o dia 20 de julho o período de pré-inscrição para o Curso de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rural (CapCAR), modalidade a distância, oferecido pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e Ibama. O curso é gratuito e tem como objetivo formar facilitadores para a inscrição de imóveis rurais no Cadastro Ambiental Rural (CAR), dando continuidade às ações de fomento e apoio à implementação da Lei nº 12.651/2012 (Novo Código Florestal).

O Sistema Nacional para o Cadastro Ambiental Rural (Sicar) foi desenvolvido pelo Laboratório de Estudos e Projetos em Manejo Florestal (Lemaf/UFLA), a convite do Ministério do Meio Ambiente. Trata-se de um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente A! PP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do País.

Treinamento
O curso a distância CapCar está sendo elaborado pelo Departamento de Ciências Florestais (DCF/UFLA) e pelo Centro de Educação a Distância da UFLA (Cead/UFLA), sob a coordenação dos professores Luis Antônio Coimbra Borges (coordenador de conteúdo) e Ronei Ximenes Martins (coordenador de EAD).

A pré-inscrição deverá ser feita até as 23h59 horas do dia 20/7/2014, no hotsite http://hotsite.mma.gov.br/capcar. São 31 mil vagas, distribuídas em quatro turmas. A primeira oferta do curso (Piloto 1000 vagas) terá início no dia 12 de agosto de 2014, e será dedicada prioritariamente aos profissionais de órgãos públicos de meio ambiente e extensão rural. Todos os candidatos selecionados s! erão comunicados por e-mail, com antecedência mínima de 15 dias, para envio da documentação de efetivação da matrícula.

Para a inscrição, o candidato deverá ter completado o ensino médio; ter mais que 18 anos; ter conhecimentos básicos em informática, incluindo uso das ferramentas de navegação na Internet, edição de textos e ferramentas como o Google Earth; comprometimento e disciplina quanto à execução de tarefas e organização do tempo e dispor de 72 horas a serem dedicadas aos estudos e atividades on-line.

Programação

O curso está preparado para que o cursista tenha autonomia no aprendizado dos conteúdos a serem estudados, contando com textos explicativos, vídeo-aulas, exercícios de fixação e diversos tutoriais autoexplicativos para que o estudante se sinta seguro na execução das atividades. O curso tem duração de 78 horas, com dedicação média de 12 horas semanais.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Pesquisas e aplicações da genética na agropecuária

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Os estudos na área de genética estão em crescimento no Brasil e abordam aspectos que vão além da clonagem humana. No programa Diálogos, que vai ao ar terça-feira dia 15/07, a professora Janete Desidério, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp em Jaboticabal, destaca as pesquisas e a aplicabilidade da genética agropecuária no controle das pragas e na proteção dos animais, por exemplo.

Além de Janete Desidério, o professor Manoel Victor Lemos do Departamento de Biologia Aplicada à Agropecuária da Unesp explica as pesquisas realizadas com micro-organismos na área de genética.
Quem tiver interesse nessa área também pode participar do X Curso de Inverno de Genética, que será realizado a partir de 21 de julho em Jaboticabal.

Mais informações estão disponíveis nos sites: http://www.funep.org.br e http://www.fcav.unesp.br

O programa “Diálogos” vai ao ar às terças-feiras, às 20:30, no site da TV Unesp: http://www.tv.unesp.br

Os programas ficam disponíveis no endereço: http://www.tv.unesp.br/dialogos/programas

Para mais informações, entre em contato pelo facebook www.facebook.com/tvunesp ou pelo Twitter @TVUnesp.

Fonte: Assessoria de Comunicação e Imprensa

Revista destaca questão agrária na Europa e América do Sul

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Publicação do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA), a Revista NERA chega ao seu 24º número trazendo trabalhos que abordam diferentes aspectos da questão agrária na América do Sul e na Europa. As discussões apresentadas apontam para um contexto de intensa conflitualidade em que distintas propostas de desenvolvimento para o campo são colocadas em questão. O NERA é vinculado ao Departamento de Geografia da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Unesp, Câmpus de Presidente Prudente.

No artigo, intitulado A nova questão agrária em Andalucía: processos de recampesinização em tempos de impérios agroalimentares, Rosemeire Aparecida de Almeida, David Gallar Hernández e Ángel Calle Collado partem da crise do sistema financeiro ocorrida em 2008 para mostrar como no atual contexto o capital busca racionalizar o processo de acumulação, o que faz com que seja corroborada a importância da terra na configuração da questão agrária. O caso de Andalucía, na Espanha, é apresentado como uma referência para se pensar temas como a aproximação entre a luta pela terra e o debate acerca da insatisfação com o sistema agroalimentar global. Nesse caso, a aliança cidade-campo é tida como capaz de acelerar a democratização da terra e a transição agroecológica no horizonte de alternativas à crise neoliberal.

César Cutinella, no texto La cuestión agraria uruguaya en los manuales escolares de Geografía: una aproximación a su evolución histórica demonstra que no Uruguai, um dos efeitos da questão agrária é a histórica disputa pelas terras agricultáveis entre a agricultura de base familiar e a capitalista. Analisando alguns livros didáticos de Geografia, o autor explica como as diferentes etapas do processo de constituição da economia agrario-exportadora do Uruguai são abordadas de uma maneira em que os conflitos entre as classes sociais não são considerados.

A formação e a organização política na territorialização contra-hegemônica: a experiência da Via Campesina Sudamérica, de autoria de Ândrea Francine Batista, aborda a resistência de camponeses, afrodescendentes e indígenas contra a hegemonia do desenvolvimento do capital no campo por maio do agrohidronegócio, mineração, e os grandes projetos de infraestrutura. A autora estuda a atuação da Via Campesina na América do Sul, considerando-a exemplo de uma proposta contra-hegemônica.

A discussão sobre o modelo de desenvolvimento para o campo é o tema central do artigo La agricultura familiar en el desarrollo rural: continuidades y rupturas del paradigma neoliberal en Argentina y Colômbia, de Cristian Emanuel Jara, Ramiro Rodriguéz Sperat e Luis Felipe Rincón Manrique. Os autores tomam o campo na Argentina e na Colômbia como referência para demonstrar como o modelo de desenvolvimento neoliberal tem sido predominante na América do Sul.

Os demais artigos são: Modernização nas comunidades negras rurais do sapê do Norte: discursos e práticas de (des)envolvimento e meio ambiente, de Isabela Leão Ponce Pasini, Ana Louise de Carvalho Fiúza e Douglas Mansur da Silva; Formação de coletores de sementes nativas na Mata Atlântica, de Rafael Navas Silva, Ivone da Silva e Cibele Chalita Martins; Controvérsias sobre a reforma agrária no Brasil (1934-1964), de Luiz Antonio Cabello Norder; Colonización y nuevas formas de acceso a la tierra de productores familiares. Enseñanzas de la Colonia Maestro Soler en Uruguay, de Miguel Vassallo e Ethel Ferreira Chavéz Marco Coscione e Viviana García Pizon; Relatório de Campo: conhecendo a questão agrária por seus atores, de Artur Zimerman.

Acesse a Revista NERA no endereço:

http://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/issue/view/221

Fonte: Assessoria de Comunicação e Imprensa do Ippri/Unesp

Criador de gado busca por tecnologias avançadas para reduzir seus custos de produção

julho 15th, 2014 by admin No comments »

No Brasil são adotados alguns sistemas de criação de gado: confinamento, semiconfinamento e a pasto. Mas o grande gargalo de todo produtor é o custo para manter o animal. Em torno de 70% de todo valor gasto é destinado à alimentação. Há diversas tecnologias no agronegócio para facilitar o manejo, reduzir os custos e, principalmente, fazer com que o negócio seja rentável.

No setor, criadores tem comentado com frequência sobre a pecuária de precisão que pretende, por meio de mecanismos inteligentes, otimizar a produção e reduzir custos através de mecanismos. Dentre as tecnologias, a Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – disponibilizou um chip que armazena as características do gado, além de rastrear todas as atividades realizadas pelo animal. Este sistema é conhecido como biotelemetria que, com implantes eletrônicos acionados à distância, emitem um sinal eletromagnético com sua numeração. Esse sinal é recebido por um sistema de computação que confere rapidamente a presença do animal naquele rebanho.

Esta tecnologia engloba o conceito da instrumentação biomédica, que permite a transmissão de informações fisiológicas a partir de uma localização, geralmente inacessível, para um local remoto de monitoramento, sempre por meio de técnicas de microinstrumentação. As etiquetas eletrônicas são ativadas a distância por transmissores-receptores que usam um princípio de pulso-eco. Esse método é usado para a identificação de bovinos, e sua transmissão só ocorre em resposta a um estímulo prévio, ou seja, a identificação por radiofrequência (RFID) o mesmo utilizado nos pedágios sem parar.

A Embrapa também tem desenvolvidos softwares de alta tecnologia para auxiliar na agricultura de precisão. O mais recente foi o Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs conhecidos como drones). Eles são capazes de auxiliar o produtor durante todo o processo de plantio, cultivo e colheita, além de analisar a fertilidade do solo.

Diante deste cenário, que a cada dia necessita de novas tecnologias, a Casale criou o Feeder SC equipamento de alta tecnologia exclusivo no Brasil e no Mundo desenvolvido para a suplementação alimentar (ração ou proteinado) de gado a pasto ou em sistema de semiconfinamento. Os objetivos principais desta novidade é facilitar o manejo do criador, levando a ração até ao cocho ou piquete, evitar desperdício de alimentos e, consequentemente, economia para o pecuarista. A máquina pode transportar até três toneladas de carga.

Feeder SC – O equipamento dispõe de diversos diferenciais como: sistema de pesagem com GPS incluso e um software desenvolvido para monitorar o abastecimento e o consumo em todos os locais de distribuição, mais conhecido como pecuária de precisão. Esta tecnologia tem a capacidade de armazenar todos os dados durante o período de trabalho, sendo uma excelente ferramenta para o gerenciamento da atividade com precisão, explica o diretor presidente da Casale, Celso Casale.

A Casale tem 50 anos de tradição e é uma das empresas mais modernas na fabricação de equipamentos de alta tecnologia para atender a demanda do setor de pecuária intensiva de carne e de leite.

Fonte: Assessoria de Imprensa

FMC apoia a citricultura e cria campanha Orgulhosamente Citricultor

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Apoiando o produtor em todos os momentos, a FMC Agricultural Solutions criou a campanha Orgulhosamente Citricultor de estímulo e incentivo ao segmento direcionada aos citricultores. Produtores mais tradicionais do Brasil serão homenageados durante o evento promovido pelo Centro de Citricultura, Citros de Mesa: da produção à comercialização, no próximo dia 18 de julho, em Cordeirópolis (SP). O encontro conta com a parceria do IAC e da Associação Brasileira dos Citros de Mesa.

Trata-se de uma campanha focada no citricultor que tem vividos ciclos inconstantes na citricultura e nós da FMC queremos estar juntos nessa empreitada trazendo conveniência e apoio ao segmento. Além de disponibilizar soluções tecnológicas que controlam doenças e aumentam a produtividade no campo com conveniência, a companhia promove ainda parcerias com instituições de pesquisas e trabalhos técnicos para fomentar essa cultura no País e também apoia eventos neste mercado, destaca o supervisor comercial Citros da FMC, Weber Marti.

Lançamentos de produtos para Citrus

No evento apresentaremos nosso amplo portfólio para cultura. Para o manejo de pragas, o inseticida Talstar (eficiência em pragas-chaves e no manejo de ácaros dos citros) e a novidade é a Linha Fertís FMC (Soil +, Crop +, k Humate, Cal 3 e Cyto Red) comprova que o manejo nutricional e da fisiologia vegetal é essencial para expressar o potencial genético dos pomares citrícolas, e o Inseticida biológico Dipel, que controla eficazmente todas as lagartas que atacam os citros.

Para o manejo de plantas daninhas, os herbicidas Aurora (controla e maneja plantas daninhas resistentes) e Boral (promove com residual longo período de controle) e o adjuvante, super espalhante Silwet-L77, excelente produto em tecnologia de aplicação possibilitando redução de calda e melhorando a qualidade da pulverização.

Informações sobre a programação completa do evento Citros de Mesa: da produção à comercialização, podem ser obtidas pelo site: http://www.centrodecitricultura.br/index.php?pag=eventos_centro&idpagina=427. As vagas são limitadas.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Embrapa recomenda mais 4 cultivares de algodão

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A Embrapa está recomendando para o plantio da safra 2014-2015, em todo o País, as cultivares de algodão herbáceo BRS 368RF, BRS 369RF, BRS 370RF e BRS 371RF, todas transgênicas. Elas foram desenvolvidas pela Embrapa Algodão, com sede em Campina Grande, na Paraíba, em parceria com a Embrapa Meio-Norte, em Teresina, no Piauí.

As sementes dessas quatro cultivares já estão disponíveis ao mercado através dos parceiros Ceolin Agropecuária Ltda, no município de Posse, em Goiás (62) 3425-1170, ceolin@possenet.com.br -, Sementes Produtiva, em Formosa, também no Goiás (61) 3631-2992, produtiva@sementes.produtiva.com.br e Algodoeira Benjamim Zandonadi, em Campo Verde, Mato Grosso (66) 3419-1065, bjzandonadi@hotmail.com.

O pesquisador José Lopes Ribeiro, que participou das avaliações das cultivares, diz que elas oferecem uma maior flexibilidade no controle das plantas daninhas, permitindo, assim, a aplicação do herbicida glifosato nos diferentes estágios de desenvolvimento do algodoeiro sem gerar danos às plantas.

As cultivares, segundo ele, têm potencial para produtividades médias acima de 4,5 toneladas por hectare de algodão em caroço, com percentual de pluma variando de 39 por cento a 40,5 por cento. As cultivares BRS 368RF e a BRS 369RF apresentam, ainda de acordo com o pesquisador, ciclo normal cerca de 150 dias na região Meio-Norte- e baixo porte de planta. A BRS 370RF tem porte e ciclo médios. Já a BRS 371RF, possui ciclo longo e porte alto.

O plantio de algodão herbáceo no Brasil continua crescendo. No Mato Grosso, o maior produtor do País e respondendo por mais de 50 por cento da produção brasileira, a área plantada este ano, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento Conab, é de 540 mil hectares. A Bahia, na segunda colocação, em 2014 está plantando mais de 325 mil hectares.

Os estados de Goiás e Mato Grosso do Sul estão também avançando no plantio de algodão, de acordo ainda com a Conab. Goiás este ano está plantando nada menos do que 55,3 mil hectares. O Mato Grosso do Sul tem um bom desempenho. Em 2014, o estado plantou 42,7 mil hectares. O Piauí ainda caminha lentamente na produção de algodão, e este ano plantou pouco mais de 11 mil hectares.

Nova queda nos preços internacionais de açúcar

julho 15th, 2014 by admin No comments »

O mercado de açúcar em NY teve uma semana de queda acentuada. “Quais mudanças ocorreram nos fundamentos do açúcar este mês para explicar tamanha queda?”, se questiona o gestor de riscos Arnaldo Luiz Corrêa, da Archer Consulting. Para ele, cada ponto percentual de mudança no mix para etanol, reduz a disponibilidade de açúcar em 800 mil toneladas. “Estamos vivendo dois mercados desiguais, o baixista de curto prazo e o altista de médio longo prazo”, avalia.

Até o mês de maio/2014, a exportação de açúcar pelo Brasil no acumulado de doze meses, atingiu 25.806.009 toneladas com uma queda de 20,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O valor das exportações chegou a mais de US$ 10,5 bilhões com o preço médio atingindo US$ 408,96 por tonelada. As exportações de etanol, no mesmo período, alcançaram 2,64 bilhões de litros, com receita total de pouco menos de US$ 1,7 bilhão.

Nos últimos 10 anos, as exportações mensais de açúcar para os meses de julho, agosto, setembro e outubro, acumuladamente, representaram 41% de todo o volume exportado no respectivo ano-safra. “Nesse período, já tivemos volumes pífios, como em abril de 2012, início da safra 2012/2013, em que exportamos apenas 548 mil toneladas, mas encerramos a safra com quase 27 milhões de toneladas exportadas, contrapondo-se, na mesma safra, à exportação do mês de outubro que chegou a 14,68% de todo o volume daquele ano. E as piores performances se concentram mesmo em março, abril e maio. Por oito vezes na história, as exportações mensais de açúcar ultrapassaram três milhões de toneladas: de agosto a novembro de 2010, julho e agosto de 2011, outubro de 2012 e agosto de 2013″, lembra Arnaldo.

De acordo com o gestor de riscos, tentar fazer uma previsão de quanto será o volume de exportação de açúcar pelo Brasil neste ano safra, é uma aventura. “Em 2010, NY negociava a 13 centavos de dólar por libra-peso no início do mês de maio e demanda raquítica. Encontro semelhança entre 2010 e hoje. Na época, parecia que estávamos todos olhando para uma direção (queda do mercado), quando uma série de circunstâncias (chuva no interior, chuva no porto, volta desesperada da demanda, entre outras) elevou os preços em velocidade assustadora”, pondera.

O setor sucroalcooleiro ainda pode sofrer mais um obstáculo na sua caminhada para recuperação e que afetaria diretamente o mix. Segundo Arnaldo, mesmo que o crescimento do consumo em doze meses despenque dos atuais 8% para 2,5% (o menor no acumulado móvel de doze meses desde a crise de 2008), ainda assim o Brasil precisaria crescer pelo menos 15 a 20 milhões de toneladas de cana. “Uma desvalorização acentuada do real poderia fazer com que NY caísse mais. Chuvas que interrompem a moagem. Fatores climáticos. Pesquisa eleitoral. Se Dilma cair na preferência dos eleitores, isso sinalizaria uma recuperação da Petrobras e provável alinhamento dos preços da gasolina com o mercado internacional, favorecendo o etanol e diminuindo a disponibilidade de açúcar”, enumera o diretor da Archer Consulting.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Nesta quarta-feira, em Lages Manejo integrado é foco do 2º Seminário de Pecuária da Serra Catarinense

julho 15th, 2014 by admin No comments »

As práticas para uma pecuária de corte mais produtiva serão apresentadas nesta quarta-feira (16) durante o 2º Seminário de Pecuária da Serra Catarinense: manejo integrado da propriedade para uma pecuária rentável, no Parque de Exposições Conta Dinheiro, em Lages.

O evento é uma promoção da Associação Rural de Lages, Sindicato Rural de Lages, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), Governo do Estado de Santa Catarina, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC (Epagri), Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC (Fapesc) e Embrapa Pecuária Sul.

Entre os temas que serão abordados no Seminário estão: aliança de mercado, Campo das Tropas, rede de propriedades de referência tecnológica, Pronaf e ABC juro zero, manejo e melhoramento de pastagens naturais, pastagens cultivadas, integração lavoura pecuária e manejo reprodutivo do rebanho.

O foco do evento será a discussão sobre o manejo integrado em busca de uma pecuária mais rentável, oferecendo palestras técnicas. Além disso, serão discutidos temas de relevância para a pecuária regional nos dias de hoje, para promover o desenvolvimento sustentável e maior renda aos pecuaristas dos Campos de Cima da Serra.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Lages, Marcio Cicero Neves Pamplona, nesta edição será ampliada a discussão envolvendo o manejo dos sistemas produtivos visando aproveitar oportunidades regionais e o momento econômico favorável da pecuária de corte. As propriedades que participam do projeto apresentaram resultados no aumento da rentabilidade em 100% na produção de terneiros, na produção superior de 460kg de peso vivo/hectare/ano e obtém preços de venda 12% superiores aos praticados no mercado, observa.

Neste contexto, o destaque do Seminário será a apresentação dos resultados parciais do projeto Rede de Propriedades Tecnológicas (Reprotec), realizado em algumas propriedades de ciclo completo de bovinos de corte, com sistemas intensivos de produção a pasto.

Informações na Epagri Estação Experimental de Lages, rua João José Godinho, s/n, Morro do Posto, Caixa Postal 181 Lages (SC). Ou pelos e-mails eel@eagro.sc.gov.br e grl@epagri.sc.gov.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

Massey Ferguson realiza test drive de seus maiores e mais tecnológicos tratores no Mato Grosso

julho 15th, 2014 by admin No comments »

A próxima edição do Planeta Massey Ferguson iniciativa que leva as principais tecnologias desenvolvidas pela marca ao interior do Brasil acontece nesta quarta-feira (16/07), em Barra do Garça (MT). Em um espaço especialmente montado na Fazenda Agrocentro (BR-158, Km 778), os produtores terão a oportunidade de fazer test drive dos maiores e mais tecnológicos tratores da marca: a Série MF 8600, dentre outros produtos. Ainda no Estado, as próximas edições acontecerão em Alta Floresta, Sinop e Lucas do Rio Verde.

O primeiro evento ocorrerá em uma região na qual predomina a pecuária de leite, com grandes criadores. Contudo, a produção de soja e milho ocupam 50 mil e 15 mil hectares, respectivamente, e vem crescendo muito, principalmente nestes últimos dois anos. Sentimos que o aumento da lavoura na região de Barra do Garça é um caminho inevitável pelos grandes benefícios que a mesma proporciona na renovação das pastagens fortalecendo o consórcio entre agricultura e pecuária, explica Edilso Junior Santi, gerente da Buritis Máquinas, concessionária da Massey Ferguson na região.

O grande destaque do Planeta Massey é o trator MF 8670, que estará disponível para test drive com duas plantadeiras MF 513 unidas por tandem. Com 320 cv de potência, a máquina é a única no país com transmissão continuamente variável (CVT, na sigla em inglês), o mesmo conceito que leva conforto e economia de combustível aos carros mais modernos vendidos no mercado. A transmissão garante maior precisão na aplicação e também gera economia de combustível, uma vez que consegue a manutenção da velocidade e rotação do motor em um nível ideal à aplicação. O trator conta com piloto automático de série e função de gerenciamento eletrônico da rotação DTM que melhora o desempenho durante o trabalho, gerando economia de combustível. Com esta máquina, há ainda a possibilidade do operador realizar mais de 30 funções com apenas um toque de botão. Os tratores da série MF 8600 possuem ainda diferenciais como vazão de controle remoto de 175 litros/min, suspensão ativa de eixo dianteiro e capacidade de levante hidráulico de 12 toneladas.

Outro produto presente é o pulverizador autopropelido MF 9030. O modelo conta com versões que possuem vão livre de 1,50 m e 1,65 m. O MF 9030, com seu chassi flexível, conquistou produtores de todo o País por ser capaz de trabalhar nas mais variadas condições de solo e topografia, mantendo o conforto operacional e a tração durante toda a aplicação.

Completa a oferta de produtos, em test drive no Planeta Massey Ferguson, o trator MF 7415 equipado com o piloto automático. O trator faz parte da série MF 7000 Dyna-6 e apresenta a perfeita integração entre modernidade, tecnologia e rentabilidade. O principal destaque fica por conta da transmissão inteligente Dyna-6, que permite programação prévia e troca automática de marchas para determinada faixa de rotação e velocidade, proporcionando alto desempenho aliado à economia de combustível. Esse sistema também não exige acionamento de embreagem para a troca de marchas, aumentando a eficiência operacional. As máquinas da série MF 7000 Dyna-6 proporcionam alto rendimento e produtividade durante a operação de preparo de solo e plantio aos produtores para as principais culturas da região: milho, feijão e soja.

Junto do trator, os clientes conhecerão no Planeta Massey Ferguson a plantadeira MF 515 que conta com nova linha pneumática para sementes e a opção de taxa variável. A linha pneumática de sementes oferece um trabalho eficaz mesmo em solos irregulares. As diferentes configurações que a linha apresenta permitem que o agricultor disponha sempre da maior precisão para qualquer tipo de solo. Já a taxa variável permite o controle da dosagem de sementes e fertilizantes durante o plantio explorando ao máximo a potencialidade do solo oferecendo redução de custos ao produtor. Por meio de um sistema hidráulico independente, os equipamentos podem ser acoplados a qualquer modelo de trator cabinado. Para controlar esta ação, o operador conta com o piloto automático Auto Guide 3000 que oferece até três níveis de precisão nas passadas e com o monitor C 3000 de 12,1 polegadas (touchscreen), calibrado com apenas o toque da tela para taxa fixa ou com trabalhos via mapas de adubação e plantio a taxa variável. Além de realizar os test drive, os produtores poderão conhecer de perto todas as linhas de tratores, colheitadeiras e implementos Massey Ferguson, referência em desempenho e eficiência no mercado brasileiro há mais de meio século.

Idealizado para reforçar a proximidade da fábrica com o produtor rural brasileiro, o Planeta Massey Ferguson deve levar sua estrutura para mais de 30 cidades nas cinco regiões do Brasil em 2014. Para o diretor comercial da Massey Ferguson Carlito Eckert, o evento é o momento ideal para apresentar aos empresários do campo e toda a gama de fornecedores e prestadores de serviço que fazem parte da cadeia produtiva o pacote de tecnologia embarcada nos produtos da marca. A busca por tratores maiores e mais robustos associado ao uso correto da tecnologia proporcionam ao agricultor uma redução de custos de produção, maior eficiência e rentabilidade no campo, comenta. Vale ressaltar que a Massey Ferguson oferece não só produtos com alta tecnologia agregada, mas soluções para todas as etapas do plantio, finaliza.

Serviço:

16/07, 8h – Fazenda Agrocentro BR-158, Km 778, Barra do Garça, Concessionária Buritis – (66) 3478-2624

30-31/07, 9h – Alta Leilões (MT-208, KM 140), Alta Floresta, Concessionária Jumasa -(66) 3556-6000

06-07/08, 9h – Fazenda Cometa (BR 163, Km 838, Sinop, Concessionária Agro-Oeste – (66) 3531-8171

13-14/08, 8h – Fundação Rio Verde (MT-449, Km 8), Lucas do Rio Verde, Concessionária Guimarães, (65) 3549-8400

Fonte: Assessoria de Imprensa

Arysta promove encontro técnico para discutir as melhores práticas da cultura de cana-de-açúcar em Araxá (MG)

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Orientar o produtor sobre a importância do manejo eficiente e sustentável da cana-de-açúcar, visando o melhor custo-benefício. Esta é a proposta dos encontros promovidos pela Arysta LifeScience, entre os meses de abril e julho, para debater junto aos produtores e usinas de diversas regiões do País os principais fatores que impactam a atividade. O encontro exclusivo Dinamic 10 Anos em Araxá acontece no dia 25 de julho.

Serão apresentados aos produtores os benefícios da linha de produtos Arysta para cana, reforçando suas técnicas de aplicação e o monitoramento do canavial durante e após a aplicação dos produtos.

Também serão apresentados os novos resultados do DINAMIC® – ingrediente ativo amicarbazone para o controle de plantas daninhas na cana-de-açúcar e consequente aumento de produtividade dos canaviais, com o depoimento de experiências bem sucedidas das próprias usinas. O DINAMIC®, que comemora em grande estilo 10 anos de mercado, é um produto consagrado e tornou-se uma ferramenta indispensável no controle de plantas daninhas, garantindo uma relação sustentável de custo-benefício, segurança de uso e excelentes resultados já alcançados, informa o gerente de produtos e mercado de cana da Arysta, José Renato Gambassi.

Gambassi ainda explica que o herbicida se destaca como padrão de controle por sua versatilidade no manejo em diversas condições, tanto na presença como na ausência de palha e no período seco e úmido do ano.

E o gerente adianta: para garantir seu compromisso em proporcionar ao produtor sempre as melhores tecnologias, a Arysta mantém a constante inovação de seu portfólio e, no segundo semestre deste ano, traz novidades para o mercado da cana. Os eventos realizados pela Arysta reforçam mais uma vez seu ideal em contribuir para a evolução do setor sucroenergético brasileiro, na qual o Brasil é referência na produção, completa Gambassi.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Irga publica edital de credenciamento de produtores de sementes

julho 15th, 2014 by admin No comments »

O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) divulga nesta terça-feira, 15 de julho, no Diário Oficial do Estado, o edital para seleção de produtores para o licenciamento do direito de multiplicar e comercializar, sem exclusividade, sementes de cultivares registradas e protegidas pelo Irga para a safra 2014/2015.

O licenciamento dá o direito de multiplicar e comercializar, sem exclusividade, sementes certificadas das categorias C1 e C2 das Cultivares IRGA 421, IRGA 423, IRGA 424, IRGA 425, IRGA 426, IRGA 427, IRGA 428, IRGA 429 e IRGA 424 RI de titularidade do Irga, protegidas perante o Serviço Nacional de Proteção de Cultivares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para a safra 2014/2015 e seleção de multiplicadores e distribuição de semente básica das cultivares de domínio público, BR-IRGA 409 e IRGA 417.

A autarquia receberá a documentação comprobatória de capacidade técnica, econômica e financeira de produtor e comerciante de sementes de arroz a partir do dia 18 de julho até às 17 horas do dia 18 de agosto de 2014. Os produtores e comerciantes devem estar estabelecidos no RS e a documentação deve ser entregue na divisão de pesquisa, situada na Av. Bonifácio Carvalho Bernardes n° 1494, em Cachoeirinha.

Doença da Folha Verde do Tabaco é tema de treinamentos em Santa Cruz do Sul

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Para reforçar a conscientização dos produtores de tabaco para o uso da vestimenta de colheita o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) conta com um importante aliado: as equipes de campo das empresas associadas. Com o objetivo de ampliar conhecimentos sobre a Doença da Folha Verde do Tabaco, o sindicato está promovendo o Seminário GTS e Colheita Segura do Tabaco, uma série de treinamentos que serão realizados entre julho e setembro com 1,3 mil profissionais das equipes de campo das empresas associadas.

Os eventos serão realizados nas principais regiões produtoras de tabaco no Sul do Brasil. Os três primeiros encontros, dos 12 eventos programados, serão realizados nos dias 15, 16 e 17 de julho, na sede da Associação Atlética Souza Cruz, em Santa Cruz do Sul. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, abriu o seminário desta terça-feira, 15 de julho. Sabemos que as empresas já tem feito a conscientização dos produtores para a colheita segura do tabaco. O objetivo do treinamento é ampliar o conhecimento a respeito da Doença da Folha Verde, trazendo aspectos clínicos e técnicos, e aprimorar os argumentos junto aos produtores para aumentar a conscientização sobre o tema, afirmou Schünke.

Conhecida pela sigla GTS (Green Tobacco Sickness), a Doença da Folha Verde do Tabaco é uma intoxicação aguda moderada causada pela absorção de nicotina pela pele em contato com a folha úmida do tabaco. Segundo o médico do Trabalho e doutorando em Genética Toxicológica com pesquisa sobre o tema, Dr. Jodel Alves, a falta de um sistema de registro das enfermidades médico e de conhecimento induz ao erro de diagnóstico. Os sintomas do GTS são semelhantes ao de intoxicação por agrotóxicos. É comum a confusão uma vez que não existe na classe médica e no serviço de saúde esclarecimento e treinamentos sobre esta enfermidade, o que seria de fundamental importância na região produtora de tabaco, afirma.

Entre os fatores de risco estão a colheita e o manuseio das folhas úmidas utilizando roupas ou luvas impróprias. Além disso, as lesões de pele aumentam a absorção, isso porque nossa pele é impermeável à agua, mas ferimentos abrem janelas para que as substâncias penetrem na pele, diminuindo sua integridade. O que a pesquisa demonstrou até o momento é que ainda existem produtores que colhem a planta úmida e sem a vestimenta correta, favorecendo a absorção da nicotina, explica.

NICOTINA A exposição à nicotina acontece no contato da pele com a resina da planta (goma) nas folhas de tabaco durante a colheita, no desponte, no recolhimento da lavoura e no carregamento das estufas e galpões de cura. Por isso, o não uso de luvas e da vestimenta apropriada, associado ao calor, aumentam as chances da intoxicação. Absorvida pela pele, a nicotina é transportada até os vasos sanguíneos. Sua absorção é maior com o aumento da área exposta e com a presença de lesões de pele.

SINTOMAS Os sintomas são passageiros e variam em intensidade e persistência, de acordo com cada indivíduo e o grau de exposição. São eles: náuseas, vômitos, tonturas, dor de cabeça, diarreia, perde de apetite, dor abdominais, visão embaçadas, lacrimejamento, abatimento, dificuldade para respirar, alteração na frequência cardíaca e pressão sanguínea.

COMO SE PROTEGER?
A intoxicação causada pela nicotina das folhas do tabaco e sua ocorrência pode ser prevenida com a utilização da vestimenta para Colheita do Tabaco. A vestimenta de colheita que os produtores recebem ao preço de compra pelas empresas começou a ser desenvolvida em 2009, quando o SindiTabaco contratou um consultoria1 especializada para pesquisa, desenvolvimento e descrição das especificações técnicas da vestimenta. Entre 2010 e 2011, uma segunda empresa2 foi contratada, desta vez para avaliar a eficácia da vestimenta, sua segurança operacional e o grau de proteção à Doença da Folha Verde do Tabaco.

Os resultados foram muito positivos. O estudo comprovou cientificamente que a vestimenta de colheita assegura uma diminuição da exposição dérmica de 98%, sendo considerada altamente eficiente no controle do problema. Mas ela só vai proteger se for realmente utilizada pelos produtores, afirmou Darci da Silva, engenheiro agrônomo e assessor técnico do SindiTabaco que participou de todas as etapas do estudo. A vestimenta aprovada é confeccionada em nylon (100% poliamida) emborrachado e resinado, impermeável à água. A cor verde clara oferece conforto térmico e o desconforto com relação ao calor é diminuído com aberturas para ventilação nas costas da blusa. A luva nitrílica acompanha o kit e recomenda-se ainda o uso de chapéu e botas.

1Professor Luiz Carlos Castanheira (UNICAMP Campinas/SP): engenheiro agrônomo e de segurança do trabalho, consultor autônomo em segurança do trabalho e higiene do trabalho rural.
2Planitox, de Campinas, dirigida pelo médico Dr. Flávio Zambrone.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Artigo: PIB Brasil: mais uma vez, o agro salvando a lavoura

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O PIB (soma de toda a renda gerada no País) do primeiro trimestre de 2014 foi assunto de muita discussão. Cresceu apenas 0,2% ante o trimestre anterior, trazendo preocupações, devido, principalmente, as quedas no consumo das famílias, da indústria e dos investimentos. As previsões de crescimento em 2014 estão sendo revistas para baixo, variando entre 0,8 % e 1,90%, com mediana de 1,30%. Trata-se de crescimento muito inferior ao desejado e abaixo do previsto para outros países, tanto desenvolvidos como emergentes.

Mais uma vez, o agro impediu que o crescimento do PIB brasileiro fosse ainda mais desastroso. No primeiro trimestre, a agro cresceu 3,6% em relação ao trimestre anterior, graças, dentre outras, as safras de soja, arroz, feijão e algodão. Outros setores positivos foram produção de eletricidade, gás e água (1,4%), intermediação financeira, previdência complementar (1,2%), atividades imobiliárias e aluguel (0,9%), transporte, armazenagem e correio (0,8%) e indústria extrativa mineral (0,5%). Os serviços, setor de maior peso na economia, cresceram apenas 0,4%. A construção civil apresentou queda de 2,3%, a taxa de investimento foi de -2,1%, a indústria de transformação -0,8%, e o consumo das famílias -0,1%. Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, o agro cresceu 4,8%, enquanto o PIB total foi de 2,5%.

O bom desempenho do agro não está sendo suficiente para evitar o pífio crescimento do PIB do Brasil. Considerando a variação no primeiro trimestre de 2014 em relação ao primeiro trimestre de 2013, o PIB brasileiro cresceu 1,9%, abaixo da China (7,4%), Peru (4,8%), Coreia do Sul (4,0%), Grã-Bretanha (3,1%), Japão (3,0%), Chile (2,6%), Estados Unidos (2,3%) e Alemanha (2,3%). O Brasil só superou o México (1,8%), África do Sul (1,6%), Portugal (1,2%), Rússia ( 0,9%), França (0,8%), Espanha (0,6%) e Itália (-0,5%).

As perspectivas não são animadoras para 2014. Certamente não será repetido o resultado de crescimento observado em 2013, de 2,5%, com o agro crescendo 7,3%. Mesmo com a estimativa do agro apresentar bom desempenho em 2014, não será suficiente para evitar que a economia brasileira cresça menos que seus principais competidores. O Brasil continuará a apresentar baixa eficiência e capacidade produtiva.

O agro deve continuar sendo o setor mais competitivo da economia brasileira, representando mais de 20% do PIB (cerca de 1 trilhão de reais) e com 41% das exportações e 25 a 30 milhões de pessoas trabalhando (cerca de 30% da população economicamente ativa). A produção de grãos deve atingir 191 milhões de toneladas em 2014, mantendo taxa de crescimento de 4% ao ano. A expectativa é de que, no próximo trimestre, o agro mantenha a tendência crescente devido ao término da colheita da safra de verão e inicio da colheita da segunda safra e de algodão.

Por José Otavio Menten, presidente do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS), vice-presidente da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), Eng. Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia, Pós-Doutorados em Manejo de Pragas e Biotecnologia, Professor Associado da USP/ESALQ.

Programa Aplique Bem terá semana intensa no Sul e Sudeste

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A próxima semana será de muitas atividades para o Programa Aplique Bem. Entre 14 e 17 de julho a iniciativa promovida pela Arysta em parceria com o IAC oferecerá treinamento gratuito sobre o correto uso de defensivos agrícolas e utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs) nos municípios do interior de São Paulo: Barretos (14), Ituverava (15),Itaberá (15) e Pitangueiras (16 e 17). Já no Paraná as vans itinerantes percorrerão as cidades de: Piraí do Sul (14), Palmeira (16) e Morrete (17).

Com cerca de 600 mil km percorridos e mais de 37,5 mil pessoas atendidas, a iniciativa que busca levar o correto manuseio na hora da aplicação de agroquímicos tem sido reconhecida pelos agricultores, que estão cada vez mais conscientes da importância da aplicação consciente buscando uma prática mais saudável e segura.

Devido ao grande sucesso da iniciativa durante esses sete anos, recentemente, a Arysta LifeScience anunciou a internacionalização do programa, que oferecerá treinamento gratuito em outros países. O programa já está em fase final de implantação na Costa do Marfim e Burkina Faso (África) e ainda previsão de implantação no México e no Vietnã.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Interconf apresentará os desafios para a consolidação e ampliação das exportações de carne bovina

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Os números mostram um cenário promissor para exportação da carne bovina brasileira. Dados da Secex MDIC apontam que em 2013 o Brasil arrecadou 14% a mais em receita e exportou em volume de carne 19% a mais que em 2012. Dados preliminares, do período de janeiro a abril de 2014, também apontam um aumento em relação a 2013, de 7% em relação a receita e de 12% no volume.

Mas para que esse cenário de crescimento possa se manter é fundamental que os pecuaristas entendam sua importância na cadeia produtiva. Essa função se dá na aplicação correta da tecnologia, no respeito às leis e normativas que regem a produção animal e na busca constante por informações e produtos que possam garantir a qualidade e segurança alimentar da carne que está sendo produzida nas propriedades rurais.

Nesse cenário portanto, é necessário discutir sobre os impactos dos resíduos na produção de carne bovina, risco sanitário, protocolos de segregação, transferência de tecnologia e tudo o que pode ser usado como barreiras técnicas, comerciais e sanitárias pelos importadores. O painel Quais garantias devem ser dadas pelo Brasil para o pleno acesso aos mercados internacionais? Como a cadeia pode agregar valor e aproveitar as oportunidades comerciais trata-se disso e mais: como segregar sua produção, Cota Hilton, sanidade e tipificação de carcaça. Esse é o assunto do dia 17, das 9h às 12h30.

Nossa proposta é discutir como o Brasil deve atuar para superar as barreiras existentes, destacar os processos que precisam melhorar e enumerar as oportunidades comerciais que podemos estar perdendo, por ineficiência ou desconhecimento, destaca o gerente executivo da Assocon, Bruno Andrade.

Interconf 2014 O maior evento da pecuária intensiva da América Latina (15 a 18 de setembro de 2014, em Goiânia) debaterá questões relacionadas às oportunidades e desafios do setor pecuário e as estratégias aplicadas para o crescimento da produção de carne bovina no Brasil, com temas relacionados à política e ao mapeamento do consumo de carne no Brasil, incluindo palestra de abertura do jornalista da Rede Globo e Globonews, Alexandre Garcia.

A Interconf também terá minicursos técnicos voltados aos peões, capatazes e gestores de fazendas e discutirá: cenário econômico e perspectivas de consumo no Brasil; diferentes sistemas de produção e como o produtor pode aumentar sua produtividade/rentabilidade; desafios para ampliação do mercado internacional e como vender; e aspectos positivos da carne brasileira.

As inscrições para a Interconf 2014 já estão abertas e podem ser feitas diretamente pelo site do evento (www.interconf.org.br) ou na ASSOCON, pelo telefone (62) 3432-0395.

Serviço:

Conferência Internacional de Confinadores – Interconf 2014

Data: 15 a 18 de setembro de 2014

Local: Centro de Eventos do Oliveiras´s Place em Goiânia (GO)

Horário: 8 às 18 horas

www.interconf.org.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

Fusão: AveSui América Latina e Tecno Food Brazil agora são a Feira da Industria de Produção e Processamento de Proteína Animal (FIPPPA)

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Principal ponto de encontro da cadeia de proteína animal de 2015 está agendado para os dias 28, 29 e 30 de Abril de 2015 no Expo Trade Convention Center em Curitiba (PR).
Diante de um mercado promissor e crescente no mundo, a cadeia de proteína animal brasileira e latino-americana clamava por um novo espaço, mais grandioso, que atendesse as necessidades de todos os elos que compõe este setor. De olho nesta movimentação respaldada em sua vasta experiência na organização de eventos setorizados, a Gessulli Agribusiness, organizadora da AveSui América Latina, e a G5 Promotrade, organizadora da Tecno Food Brazil, uniram esforços para criar um novo ponto de encontro para a cadeia de proteína animal. Um novo evento, completo e horizontal, que envolvesse desde a produção ao processamento, do campo à mesa. AveSui e Tecno Food Brazil se unem e agora são a Feira da Industria de Produção e Processamento de Proteína Animal – FIPPPA, que terá sua primeira edição em Curitiba, Paraná, nos dias 28, 29 e 30 de Abril de 2015 no ExpoTrade Convention Center. A Feira será realizada de forma bienal, atendendo assim uma antiga reivindicação de representantes dos mercados de aves, suínos e leite e que pediam um evento coeso, completo e bienal. Com apoio da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e da Câmara Setorial de Máquinas para a Indústria Alimentícia, Farmacêutica e de Refrigeração Industrial, e outras das principais entidades deste setor, a FIPPPA marca a união de esforços de duas empresas conceituadas na organização de feiras de grande porte para que visitantes e expositores possam multiplicar seus negócios. Este é um momento mais do que especial para todo o mercado brasileiro e latino-americano de produção e processamento de proteína animal. “Inovamos para criar um evento diferente de tudo o que foi visto até agora no mercado brasileiro. Com a nova estrutura da FIPPPA, teremos toda a cadeia reunida em um único evento, completo tanto para o expositor quanto para o visitante”, destaca a diretora da Gessulli Agribusiness, Andrea Gessulli.

Na FIPPPA, expositores e visitantes irão minimizar seus custos com infraestrutura, transporte, hospedagem e alimentação, pois toda a cadeia estará reunida em um só local. Será também uma oportunidade para todos os fornecedores da cadeia de produção de proteína animal estarem juntos promovendo o intercâmbio de ideias e a sinergia existente entre produtos e equipamentos, visando melhorias para todos os produtores.

Seminário Técnico Científico

Além do novo espaço para a promoção da feira de negócios, a FIPPPA dará continuidade ao excelente trabalho desenvolvido durante as edições da AveSui no Seminário Técnico Científico de Aves e Suínos, promovendo atualização técnica e a especialização através de seus workshops, palestras inéditas, cursos práticos e com a presença de renomados palestrantes do Brasil e do exterior. Estudantes e jovens profissionais que buscam melhorias práticas aplicáveis em seu dia-a-dia, seja na produção ou na indústria terão na FIPPPA também seu espaço. Tudo isso acompanhado de perto por seus organizadores e pela coordenação das principais universidades e entidades do setor. Soma a isso a 3ª edição do Prêmio Pesquisador e Jovem Profissional organizados pelo Instituto Oswaldo Gessulli que também será ampliado, assim como está ocorrendo com o próprio evento.

“Atuamos há mais de 25 anos em prol da avicultura e da suinocultura, de forma simultânea, na América Latina. Promovemos informações, organizamos eventos e fomentamos os setores. Temos atingido ano-a-ano todos os elos destas cadeias de forma abrangente, criando desta forma uma relação duradoura com todos os representantes da avicultura e da suinocultura, do pequeno produtor à agroindústria, do acadêmico ao renomado pesquisador. Este estreito relacionamento faz da Gessulli Agribusiness referência em negócios e inovações dentro do agronegócio brasileiro. Esta “bagagem” certamente fará toda a diferença com o surgimento da FIPPPA. Um marco que deve solidificar ainda mais a presença da empresa em sua constante luta ao lado da cadeia da proteína animal”, explica Andrea Gessulli.

Um novo evento está surgindo. Saiba mais em www.fipppa.com

Serviço

Feira da Industria de Produção e Processamento de Proteína Animal ( FIPPPA)

Data: 28 a 30 de Abril de 2015

Local: Expo Trade Convention Center – Curitiba ( PR)

Realização : Gessulli Agribusiness e G5 Promotrade

Tel: (11) 2118 3133

Site : www.fipppa.com

E-mail: avesui@gessulli.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa

Líder de mercado, ORTHENE® 750 BR está com nova formulação

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Líder no segmento de inseticidas à base de acefato, o ORTHENE® 750 BR, produto da Arysta LifeScience, agora está disponível em nova formulação com Tecnologia Maxi Performance, que garante a máxima performance do ingrediente ativo, preservando sua qualidade e reduzindo as alterações químicas que causam o odor característico. Além disso, mantém a mesma quantidade do produto em embalagem menor houve redução de até 25% em relação à versão anterior. O redimensionamento da embalagem permite ao produtor melhorar o rendimento logístico e de armazenamento do produto, informa Sérgio Chidi, coordenador de Produtos & Mercados da Arysta LifeScience.

Ele ainda destaca que ORTHENE® 750 BR é um inseticida sistêmico, que controla as principais pragas sugadoras e mastigadoras de diversas culturas, como do algodão, feijão, soja e tomate rasteiro, entre outras, além de possuir 100% de suas embalagens hidrossolúveis, ou seja, em contato com a água, elas dissolvem totalmente, evitando o contato direto com o produto e garantindo mais segurança ao aplicador. Para a Arysta, oferecer as melhores tecnologias ao produtor, proporcionando o manejo eficiente, é fazer parte da sua evolução e garantir que suas expectativas sejam atendidas, o que nos aproxima cada vez mais, declara Chidi.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Merial Saúde Animal participa da 55ª Feira do Ovo de Bastos, a Capital da Avicultura de Postura

julho 15th, 2014 by admin No comments »

O Brasil produz cerca de 2,7 bilhões de dúzias de ovos por ano, o que faz do país uma das maiores aviculturas de postura do mundo. E todas as atenções dessa atividade importante estarão voltadas, entre os dias 18 e 20 de julho de 2014, para Bastos (SP), quando será realizada a 55ª Festa do Ovo, mais tradicional evento do segmento no país. Um dos pontos altos da Festa é a 37ª Edição da Jornada Técnica, que este ano tem como temas ambiência, bem-estar e sanidade avícola.

Bastos, conhecida como a Capital do Ovo, coloca no mercado cerca de 190 ovos por segundo e está no centro da região que produz mais ovos no país. E a Festa do Ovo é, sem dúvida, o maior encontro da avicultura de postura do Brasil, ressalta Eva Hunka, Coordenadora de Marketing de Avicultura da Merial Saúde Animal.

A Merial participará mais uma vez da Festa do Ovo. Para Claudir Camargo, coordenador da Merial Avicultura responsável pela região, o evento é um momento de celebração da avicultura de postura e uma excelente oportunidade de reciclagem técnica dos profissionais ligados à produção de ovos no Brasil., afirma Camargo.

A Merial participa fortemente do segmento de postura comercial e nosso principal produto para o segmento, a vacina Yokei 5, traz em seu logotipo uma homenagem à comunidade japonesa, que ajudou a difundir a avicultura de postura comercial no Brasil, ressalta Eva Hunka.

Sobre a Merial – Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 6.200 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2013 foi próximo aos R$ 6,5 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi. Para mais informações, consulte www.merial.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Tem início quinta etapa de fiscalização de estoques públicos

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deram início à quinta etapa de fiscalização de estoques públicos. As vistorias ocorrem nos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Tocantins. Os trabalhos prosseguem até dia 26 de julho e envolvem 14 profissionais.

A expectativa da Companhia é fiscalizar 1,75 milhão toneladas de grãos entre milho, trigo, café, feijão e arroz, em 114 armazéns próprios e credenciados do país. Os produtos foram comprados por meio de Aquisição do Governo Federal AGF e Contrato de Opção, entre outras modalidades de compras públicas executadas pela Conab.

Os fiscais observam, entre outros quesitos, as condições de armazenagem, conservação e a quantidade de grãos armazenados. Até o final deste ano, outras quatro rodadas de fiscalizações estão programadas, além das operações especiais conforme demandas dos programas operados pela Companhia.

Nas quatro primeiras etapas de 2014, foram fiscalizadas 6,32 milhões de toneladas em 802 armazéns, sendo verificado um desvio de 33,14 mil toneladas de milho em armazéns no Mato Grosso e Goiás. A irregularidade foi informada ao Ministério Público e à Polícia Federal e a Conab trabalha com os órgãos estaduais e federais para rastrear o produto. A armazenadora que praticou o desfalque está impossibilitada de operar com a Companhia por dois anos e terá que restituir o estoque inicial em dinheiro ou em produto.

PorkExpo 2014: Prazo para entrega dos trabalhos científicos é prorrogado até dia 18 de agosto

julho 15th, 2014 by admin No comments »

O prazo para entrega dos trabalhos científicos que serão apresentados na PorkExpo 2014, é prorrogado até o dia 18 de agosto. Os participantes terão mais um mês para preparar trabalhos dentro dos temas de Sanidade, Produção e Bem Estar, Marketing da Carne Suína, Economia, Extensão Rural, Nutrição, Reprodução e Meio Ambiente. Os mesmos serão analisados previamente pelo Comitê Científico, constituído por profissionais da Embrapa Suínos e Aves e apresentados em forma de pôsteres no evento. Os melhores ainda serão publicados posteriormente na revista PorkWorld.

A PorkExpo 2014 acontece do dia 28 a 30 de outubro em Foz do Iguaçu (PR) e conta com a participação de grandes empresas como Bayer, DB Genética Suína, MSD, Ourofino, Alltech, Novagri, Novartis, SUIN, Sanphar, Nutreco, Weda, Choice Genetics e muitas outras.

Nesta edição, o evento conta com um Congresso Técnico com 23 palestrantes nacionais e internacionais, entre eles Dr. Miquel Collell, Dr. Glauber Machado, Dra. Irenilza Alencar Nãas, Dr. José Piva, Dr. John Deen, Dr. Gustavo Lima e muitos outros abordando os temas de Reprodução, Nutrição, Produção, Manejo e Sanidade; e o PorkSummit, com palestras e discussões proferidas pelos maiores players do mercado, como Osler Desouzart, Marcos Fava Neves, Francisco Turra (ABPA) e Rabobank, abordando temas como Economia, Mercado Global, Exportação e Produção de carne suína.

Durante a PorkExpo 2014, os participantes terão acesso a uma feira de negócios exclusiva para o segmento, Fórum Técnico, Festival de Carne Suína, Prêmio PorkWorld da Suinocultura 2014 e muitas outras novidades. Para quem perdeu o primeiro lote de inscrições, não precisa se preocupar. O segundo lote também está com valor promocional de R$ 550,00 até o dia 10 de outubro. No dia do evento, o valor vai para R$ 720,00. Faça sua inscrição pelo link www.porkexpo.com.br/inscricao.

Para saber as normas para entrega dos trabalhos científicos, acesse www.porkexpo.com.br.

Outras notícias da PorkExpo 2014 podem ser encontradas nas mídias parceiras do evento, como: O Suíno, Portal Agrolink, jornal e site O Presente Rural, CarneTec, EcoFinanças, Agronline, Revista Agromais, revista e site Mundo do Agronegócio, Revista das Cooperativas e revista e site PorkWorld; e no site das mais importantes entidades, como: ACSURS, ACCS, APCS, ABPA, ABCS, AGS, ASEMG, ASSUVAP, ASES, Acrismat, Coosuiponte, Sindirações e Embrapa, entre outras.

Serviço

PorkExpo 2014 e VII Congresso Internacional de Suinocultura
Dias 28, 29 e 30 de outubro de 2014
Local: Foz do Iguaçu (PR)
E-mail: info@porkexpo.com.br
Tel: (19) 3305-2295

Fonte: Assessoria de imprensa

No Dia do Homem, caminhoneiros recebem serviços gratuitos no Pátio do Porto de Paranaguá

julho 15th, 2014 by admin No comments »

O Porto de Paranaguá promove nesta terça-feira (15), no Centro Receptivo do Pátio de Triagem, mais uma ação integrada de promoção da saúde e bem-estar dos caminhoneiros. Das 9h às 17h, gratuitamente, os motoristas que aguardam para descarregar grãos vão receber corte de cabelo, exames e informação.

A ação é uma parceria com o Senac, 1ª Regional de Saúde, Pastoral Rodoviária, Prefeitura Municipal e Polícia Militar. Nesta data em que se comemora, no Brasil, o Dia do Homem -, o motivo do encontro é especial. Por isso, uma das palestras será com o médico Rubens Bendlin – chefe da Divisão de Atenção à Saúde do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde.

Segundo o especialista, a conversa desta terça-feira será para fazer um alerta. Desde 2008, no mundo inteiro, equipes multidisciplinares, de várias especialidades da medicina, vêm se dedicando ao estudo da saúde do homem. Em alguns desses estudos chegamos a dados como o de a cada três mortes, na faixa etária de 20 a 59 anos, duas são de homens; ou de que o homem vive sete anos e meio menos que as mulheres. Isso se reproduz totalmente no Paraná. Seja porque o homem não se cuida, só procura ajuda quando está mal ou porque chamamos de estereótipos de gênero: por machismo, por medo da exposição, por achar que nunca vai ficar doente. Com isso, o que estamos vendo são cada vez mais jovens com diabetes, hipertensão, tendo AVC ou infarto; ou ainda, morrendo no trânsito ou vítimas de agressão. Portanto, diante dessa realidade, queremos aproveitar a oportunidade para chamar os caminhoneiros à reflexão, disse o médico.

OUTRAS AÇÕES No Porto em Ação, o Senac Paranaguá vai participar desta edição com o corte de cabelo. Divididos em duas turmas, alunos dos cursos profissionalizantes da área, de todo o Litoral do Estado, prestarão o serviço. A Equipe da Educação Ambiental da Appa fará um bate-papo com o tema do gerenciamento dos resíduos dos caminhões, das estradas e do Pátio de Triagem e entregará um Kit com informações importantes sobre as operações portuárias; haverá ainda ginástica laboral, missa e culto.

Além dessas atividades, durante todo o período, a 1ª Regional de Saúde vai fornecer exames para DSTs e Aids; testes de glicemia e aferição de pressão.

CAMINHONEIROS Em média, o fluxo durante um dia, no Pátio de Triagem, é de 1,2 mil caminhões. Este ano, no primeiro semestre, deram entrada no local 222.120 caminhoneiros vindos, principalmente, do Paraná, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

São esses motoristas que, durante um dia, todo mês, participam do Porto em Ação.

Fonte: ASSCOM APPA

Boas práticas na coleta ajudam a melhorar a qualidade da castanha-do-brasil em Mato Grosso

julho 15th, 2014 by admin No comments »

Conhecida como capital Estadual da castanha-do-brasil, o município de Itaúba, no norte de Mato Grosso, tem a coleta da castanha como uma de suas principais atividades econômicas. De acordo com a Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Turismo cerca de 400 pessoas dependem da extração, beneficiamento ou comercialização do produto. Um quarto deste contingente é de coletores, que passam seis meses do ano na mata coletando os ouriços, que são os frutos da castanheira.

A atividade extrativista é realizada de forma artesanal, em extensas áreas particulares que são arrendadas por meio de contratos renovados a cada ano. Normalmente poucas pessoas cobrem uma grande área, o que faz com que os frutos fiquem mais tempo no chão antes de serem coletados. Isso acaba contribuindo para o apodrecimento e contaminação das castanhas. Além disso, as técnicas de manejo, secagem e transporte não eram as ideais.

Como forma de buscar a melhoria da qualidade da castanha-do-brasil produzida no município, há dois anos pesquisadores da Embrapa iniciaram um trabalho de difusão das boas práticas na coleta. A atividade era uma extensão do projeto Kamukaia, da Embrapa Acre.

Por meio da mobilização de um grupo de coletores que formaram uma associação, foram realizados encontros para sensibilização e capacitação dos profissionais. Entre os principais focos dos treinamentos estava a necessidade de maior cuidado na coleta, secagem e armazenamento das castanhas. Como o material didático utilizado foi criado para as condições do Acre, onde o extrativismo é realizado em áreas pequenas e dentro de reservas florestais, o conteúdo teve de ser adequado à realidade de Itaúba.

Após o curso, os coletores começaram aos poucos a adotar as mudanças. Entre as ações que passaram a fazer parte da rotina estão maior higiene das castanhas coletadas, secagem em estaleiros à sombra, menor tempo de armazenagem na mata, transporte em veículos limpos, entre outras. A maioria delas, ações que exigem mais uma mudança de atitude e comportamento do que investimento financeiro.

Sadinei Soares Braga, o seu Sadir, gerencia a atividade extrativista na fazenda Dalpai, onde o castanhal é dividido em dez lotes e arrendado para coletores do município. Arrendatário de um dos lotes, ele mesmo já nota diferença com a adoção de algumas destas boas práticas, como a secagem e a redução do tempo na mata.

“Deu diferença na qualidade da castanha, o que dá mais lucro para o castanheiro. Assim, a pessoa que compra uma vez volta para comprar de novo. Se vender um produto sem qualidade a pessoa compra só uma vez”, relata.

Melhoria na qualidade

Além do apodrecimento das amêndoas, a não adoção das boas práticas traz um grande problema que é contaminação por aflatoxinas. Estes compostos tóxicos são produzidos por fungos e podem causar graves danos à saúde, como o câncer, por exemplo. Por isso, países da União Europeia proíbem a importação da castanha-do-brasil contaminada, o que reduz o potencial de mercado do produto coletado em Itaúba.

“É o ponto mais crítico hoje. Porque muitos ainda fazem a coleta de uma forma muito artesanal. Eles coletam na mata e não trazem para a cidade no mesmo dia. Temos de melhorar este processo de coleta para melhorar a qualidade da castanha”, afirma o secretário municipal de agricultura, Thiago Tombini.

Pesquisas em andamento na Embrapa Agrossilvipastoril, entretanto, já demonstram que as castanhas coletadas respeitando-se as boas práticas estão livres das aflatoxinas, enquanto o produto de coletores que continuaram com o método convencional apresentava certo grau de contaminação. Uma amostra analisada, por exemplo, chegou a ter 649 microgramas por quilo de aflatoxina, sendo que a o limite máximo aceito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária é de 10 microgramas por quilo.

“Acho que houve um pouco de melhora, principalmente no aspecto de armazenamento e no cuidado com lavagem e secagem, mas ainda está longe do ideal”, analisa o pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril Hélio Tonini.

Presidente da associação de coletores criada em 2010, Mauro Soares Fagundes é um dos maiores entusiasta da adoção das boas práticas na coleta. Ele mesmo já vendeu castanha por preços mais altos devido à boa qualidade de suas castanhas. Entretanto, ele alerta sobre a necessidade de uma melhoria coletiva.

“Para chegarmos num patamar igual de preço, temos de igualar a qualidade do produto. Se não tivermos isso será difícil. Se eu vendo a R$ 3 o quilo e outro vende a R$ 2, R$2,50, os produtos de segunda acabam dificultando a comercialização dos de primeira qualidade”, explica.

Quem também está de olho na melhoria da qualidade da castanha-do-brasil coletada em Itaúba são as indústrias beneficiadoras. Uma delas se instalou recentemente no município vizinho de Terra Nova do Norte. Por meio de uma parceria com a cooperativa Cooperagrepa, a empresa tem a meta de comprar de 200 a 300 mil quilos de castanha na próxima safra. Entre os produtos beneficiados estão castanha in natura (quebrada, granulada e amêndoa), óleo e farinha. Incialmente, a produção irá para indústrias, padarias e restaurantes da região Sudeste. Mas a expectativa é de também exportar o produto.

“Sempre temos esta preocupação com a qualidade. Todo cliente nosso exige certificado de aflatoxina. E as boas práticas na coleta fazem toda a diferença. Tanto é que de dois lotes de castanha que recebemos, um foi acompanhado o tempo todo desde a coleta na mata e o outro não. Se você comparar as duas castanhas, é visível a diferença. Castanhas da mesma região, coletadas em uma mesma época, mas com níveis de qualidade bem diferentes”, relata Ricardo Pirozzi, da BR Nuts.

De acordo com Ricardo, somente com o apodrecimento da castanha mal armazenada, chega-se a ter uma perda de até 60% na hora do beneficiamento.

O trabalho de difusão das boas práticas na coleta de castanha-do-brasil é coordenado pela equipe de pesquisadores da Embrapa Agrossilvipastoril, com apoio da Embrapa Acre e conta com recursos da Embrapa, Fapemat e do CNPq.

Pesquisa avalia melhor forma de armazenagem

Enquanto um trabalho prioriza as boas práticas na coleta da castanha-do-brasil ainda na mata, outro projeto de pesquisa em andamento na Embrapa Agrossilvipastoril avalia a qualidade do produto no armazenamento.

Estão sendo avaliados materiais já beneficiados pela indústria, em formatos in natura com casca, amêndoas (descascadas), óleo e farinha.

“Estamos avaliando estes produtos para identificar se estão bem armazenados, se a quantidade de água é adequada, se o procedimento de secagem está sendo eficiente a fim de garantir a qualidade do produto”, explica a pesquisadora Sílvia Campos.

De acordo com a cientista, a expectativa é de que em um ano seja possível responder a perguntas como qual a melhor forma de armazenagem e se é melhor armazenar o óleo ou guardar o produto in natura para fazer a extração do óleo posteriormente.

Neste projeto, financiado pela Fapemat, são feitas análises de qualidade da castanha, análise microbiológica, contaminação por aflatoxinas, quantidade de lipídios, selênio, entre outros itens.

Estudo mapeia diversidade genética de castanheiras em Mato Grosso
Ao mesmo tempo em que trabalha visando a melhoria da qualidade da castanha-do-brasil, a Embrapa desenvolve em Mato Grosso uma pesquisa que busca conhecer melhor a estrutura populacional e a diversidade genética das castanheiras. O trabalho iniciado no fim de 2011 teve como objeto de estudo castanhais presentes nos municípios de Itaúba, Juína, Alta Floresta e Cotriguaçu, além de Xapuri, no Acre.

Neste período, pesquisadores fizeram análises morfológicas e físico-químicas das plantas, estudaram a diversidade e estruturação genética das populações, além do sistema de reprodução e dos padrões de dispersão de sementes e pólen. Dados referentes à estrutura do solo, clima e idade das árvores também foram coletados.

“Com estas informações teremos subsídios para trabalhos de conservação da espécie e até mesmo para trabalhos futuros de melhoramento genético de castanheira. Se for fazer um banco de germoplasma ou iniciar um programa de melhoramento, saberemos onde pegar genótipos divergentes, onde encontrar plantas contrastantes”, explica a pesquisadora da Embrapa Agrossilvipastoril Aisy Baldoni Tardin.

Os resultados iniciais mostram, por exemplo, que as árvores da região de Cotriguaçu, mais adentro da Floresta Amazônica, são na média maiores do que as de Itaúba, que está mais ao sul da floresta. As castanheiras de Itaúba, por sua vez, produzem sementes menores, mais espessas e com maior teor de lipídios.

A pesquisa mostra também que o castanhal de Juína apresenta maior diversidade genética intrapopulacional. Entretanto, um dado chama a atenção e comprova uma hipótese prévia da pesquisa. A diversidade genética das plantas nos quatro municípios mato-grossenses avaliados é baixa. De acordo com os pesquisadores, isto é um indício de que os castanhais foram plantados por comunidades indígenas que viviam na região centenas de anos atrás. Na fase final do projeto, será feito um estudo bibliográfico para entender melhor como se deu a formação destes castanhais pelos indígenas que habitavam a região.

Outros trabalhos com a castanheira estão sendo realizados em Itaúba, onde se encontra uma parcela permanente de estudo do projeto Kamukaia. Nessa parcela de nove hectares estão sendo avaliadas a produção de sementes e também a regeneração de castanheiras na floresta, buscando entender os efeitos do extrativismo.

Embrapa Agrossilvipastoril

Cesb promove Fórum Regional de Máxima Produtividade de Soja

julho 14th, 2014 by admin No comments »

O Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), em parceria com a Cotrijal e o Instituto Phytus, vai promover o Fórum Regional de Máxima Produtividade da Soja no dia 17 de julho, na cidade de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. No evento, que acontecerá no Parque Expodireto, serão apresentados os cases dos Campeões do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja Safra 2013/2014 e as técnicas utilizadas para alcançarem altos índices de produção.

A realização dos fóruns regionais é mais uma iniciativa do Comitê para incentivar os agricultores a conhecerem e adotarem novas tecnologias e práticas para o cultivo da soja e, assim, fomentar o aumento da produtividade do grão no Brasil, ressalta Martins.

A programação do Fórum inclui uma palestra sobre o histórico do Desafio e suas conquistas em produtividade ao longo dos anos e um debate sobre temas relacionados à produção de soja no Brasil, coordenado pelo membro do Cesb e professor da Universidade Federal de Santa Maria, Ricardo Balardin, que possibilitará aos participantes discutirem métodos e trocarem experiências bem-sucedidas. Além disso, o Comitê também homenageará os Campeões Municipais e Estaduais de Produtividade de Soja do Rio Grande do Sul.

Os interessados em participar do Fórum Regional de Máxima Produtividade da Soja devem confirmar presença pelo e-mail detec@cotrijal.com.br até o dia 15 de julho.

Atualmente, o Cesb é composto por 17 Membros e oito entidades patrocinadoras: Syngenta, Basf, Arysta, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem e UPL do Brasil.

SERVIÇO

Fórum Regional de Máxima Produtividade da Soja
Data: 17 de julho, quinta-feira.
Horário: 7h45 às 13h.
Local: Parque da Expodireto Cotrijal – RST 142, KM 24 Não-Me-Toque/RS.

Fonte: Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb)

Seminário da Uva Orgânica reúne centenas de produtores em São Jorge

julho 14th, 2014 by admin No comments »

A discussão de temas atuais, como a legislação do vinho colonial, o mercado dos vinhos e sucos orgânicos e a relação entre alimentação e saúde marcaram a programação do 7º Seminário Regional da Uva Orgânica, em São Jorge, na sexta-feira (11.07). O evento reuniu cerca de 400 pessoas, de diversas regiões do estado, no Clube Cultural, e contou também com a presença do diretor técnico da Emater/RS, Gervásio Paulus, do prefeito de São Jorge, Ilton Nunes Abraão, e do coordenador de Centro Ecológico de Ipê, Luiz Carlos Rupp.

Para o diretor técnico da Emater/RS, este é um evento que faz a diferença para os produtores, tanto pela qualidade das palestras e temas tratados, como pela oportunidade de conhecer experiências e práticas a campo, em uma área que tem tudo a ver com a agricultura familiar, que é o cultivo de uva baseado em um modelo sustentável.

Na Serra gaúcha, 234 famílias trabalham com o cultivo orgânico de uvas, totalizando uma área de 672 hectares. Destes, 458 hectares são certificados, 123 hectares estão em processo de conversão e 91 hectares em implantação. A produção fica entre 7 e 8 milhões de quilos, principalmente das variedades bordô e isabel, sendo que 99% é destinada para a produção de suco. A remuneração pelo produto orgânico chega a ser 60% superior ao preço de tabela. Conforme o jornalista Carlos Paviani, do Ibravin, a produção de uvas e o mercado de vinhos e sucos orgânicos vêm crescendo nos últimos anos e tende a continuar em expansão, atendendo à demanda por produtos mais saudáveis e nutritivos.

Para a agrônoma Maria José Guazelli, do Centro Ecológico de Ipê, que falou sobre saúde na alimentação, as novas tecnologias apontadas como a solução para a fome no mundo, afetam a qualidade dos alimentos e causam problemas de saúde, como a obesidade e a subnutrição, entre outros. Segundo ela, na ânsia pelo lucro e pelo controle da cadeia alimentícia por grandes empresas, novas tecnologias são desenvolvidas e liberadas para uso com pouco cuidado. Tecnologias como agrotóxicos, transgênicos, nanotecnologia, sementes terminator, biologia sintética e geongenharia, ameaçam não só a saúde das pessoas, mas a própria sobrevivência dos agricultores, pois causam a dependência de insumos externos, afetam o meio ambiente e podem acabar com o mercado de determinados produtos.

Outro tema tratado no Seminário foi o projeto de resgate e valorização dos vinhos coloniais, desenvolvido pela Emater/RS-Ascar de Bento Gonçalves, em parceira com outras entidades, com 82 famílias do município. Dentro do projeto, foram trabalhados desde a adubação e poda da videira até a avaliação dos vinhos produzidos e sua inserção em eventos gastronômicos. Esse trabalho revelou a necessidade de uma legislação que amparasse essa produção colonial, visando à inclusão produtiva dos produtores que estão à margem da lei.

Como já havia dois projetos de lei sobre o assunto, ambos acabaram gerando um novo projeto, que foi para o Senado e deu origem à Lei 12.959, de 19/03/2014. Essa lei se destina a produtores que produzem até 20 mil litros por ano, utilizam no mínimo 70% de matéria-prima própria, vendem exclusivamente em alguns canais de comercialização e estão vinculados a todas as regras do Pronaf.

Para o agrônomo da Embrapa Uva e Vinho, Alexandre Hoffmann, há vantagens, mas também a necessidade de corrigir alguns problemas, que continuam dificultando a legalização, como a questão da tributação. ?O problema é que o que vale para o grande produtor, também vale para o pequeno. Para legalizar, hoje o produtor tem que criar uma empresa (CNPJ), e o que se quer é que ele possa fazer o registro com CPF e vender o seu produto com talão do produtor, em espaços diferenciados?, diz.

Durante à tarde, houve o relato de experiência de produção de uva orgânica no município, feito pelo agricultor Pedro Ramos e pelo técnico da Emater/RS-Ascar Cláudio Luza; palestra sobre Microrganismos Benéficos à Parreira, com o agrônomo da Epagri/SC, Murilo Dalla Costa; e visita a um vinhal, na propriedade de Avelino Guadagnin, onde o agrônomo da Emater/RS-Ascar Enio Todeschini, e o técnico Cláudio Luza, explicaram sobre as plantas de cobertura do solo e poda de inverno.

O Seminário foi promovido pela Emater/RS-Ascar, Centro Ecológico de Ipê e Prefeitura de São Jorge, com apoio da Embrapa uva e Vinho, de Bento Gonçalves, e o patrocínio de diversas entidades.

Banana transgênica pode ajudar no combate à desnutrição

julho 14th, 2014 by admin No comments »

Uma banana geneticamente modificada (GM) tem potencial para reduzir drasticamente a mortalidade e a cegueira infantil. A planta transgênica foi desenvolvida por cientistas australianos para apresentar altos níveis de betacaroteno, precursor da Vitamina A. A carência desse nutriente é a principal causa de cegueira em crianças estima-se que entre 250 a 500 mil percam a visão todos os anos por causa da ausência desse nutriente no organismo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) também mostram que doenças decorrentes da falta desta vitamina são responsáveis pela morte de mais de dois milhões de pessoas anualmente.

Na África, a banana é um alimento importante, sendo comida crua e cozida. Em Uganda, por exemplo, cerca de 70% da população tem na fruta a base de sua alimentação. De acordo com o cientista James Dale, líder da pesquisa na Universidade de Tecnologia de Queensland em Brisbane (Austrália), a transformação genética da banana faz parte de uma nova onda de alimentos transgênicos cujo objetivo é combater a desnutrição em países em desenvolvimento.

O estudo, financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, foi bem sucedido em testes de campo. Agora, cerca de 10 kg da super banana estão sendo enviados para os Estados Unidos para o que seja avaliada a biossegurança do alimento para consumo humano. Se for comprovado que o betacaroteno da fruta transgênica se transforma em vitamina A no organismo, o produto será submetido ao sistema regulatório de países como Uganda para ser aprovado.

Fonte: CIB – Conselho de Informações sobre Biotecnologia

Comissão especial debate desoneração de insumos agrícol

julho 14th, 2014 by admin No comments »

A comissão especial que analisa proposta que desonera insumos agrícolas, fertilizantes e produtos agroquímicos e químicos destinados à produção de alimentos para consumo humano e pecuário (PEC 491/10) promove debate sobre a proposta nesta terça-feira (15).

Para o deputado Eurico Junior (PV-RJ), que propôs o debate, não tem cabimento beneficiar a indústria agroquímica se já sabemos dos muitos danos à saúde e ao meio ambiente que seus produtos geram. Na avaliação do parlamentar, uma obrigação do Estado incentivar a produção de alimentos que gerem renda para o agricultor, garantam a saúde de quem produz e de quem consome seus alimentos, não agrida ao meio ambiente.

Nossa proposta de audiência pública tem por objetivo mostrar que devemos desonerar produtos que oneram os alimentos, mas apontando para a modernidade: vamos beneficiar a agroecologia por adotar métodos que protegem a saúde e o meio ambiente, afirma.

Foram convidados:
- o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior;
- secretário da Receita Federal do Brasil, Carlos Alberto Freitas Barreto;
- coordenador de Agroecologia da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Coagre/Mapa), Rogério Pereira Dias;
- presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Ercílio Broch;
- professor da Universidade Federal de Mato Grosso, Wanderley Pignati; e
- professor Titular de Economia Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Reinaldo Gonçalves.

O debate será realizado às 16 horas, em local a definir.

Publicação aborda destoxificação e aproveitamento de tortas de pinhão-manso e mamona

julho 14th, 2014 by admin No comments »

A Embrapa Agroenergia acaba de lançar os “Anais do Simpósio Destoxificação e Aproveitamento das Tortas de Pinhão-manso e Mamona”. O documento, com 326 páginas, reúne 14 capítulos escritos pelos palestrantes das diversas instituições que participaram do evento, realizado em 2012.

Os óleos da mamona e do pinhão-manso possuem elevado potencial para produção de biocombustíveis. Entretanto, dúvidas surgem com relação ao aproveitamento das tortas geradas como resíduos no processo de extração desses óleos. Atualmente, elas podem ser utilizadas como adubo, mas, devido ao valor proteico, há potencial de inseri-las na alimentação de animais. O problema é que as “tortas” apresentam substâncias tóxicas que dificultam o uso para essa finalidade.

Visando a discutir alternativas de modo a criar mercados para esses coprodutos, a Embrapa Agroenergia e a Embrapa Algodão, com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA -, realizaram o “Simpósio de Destoxificação e Aproveitamento de Tortas de Pinhão-manso e Mamona (SiDAT)”, que originou os anais agora publicados.

Os autores atuam em instituições de pesquisa brasileiras, a exemplo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília, do Instituto Federal de Pernambuco, do Instituto de Tecnologia de Alimentos, da Universidade de Brasília, da Universidade Estadual do Norte Fluminense, da Universidade Federal de Viçosa, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Uiversidade Estadual da Paraíba. Diversos capítulos foram escritos por pesquisadores da Embrapa, como Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Agroenergia, Embrapa Algodão, Embrapa Caprinos e Ovinos e Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Também há capítulos, em Inglês, escritos pelos pesquisadores Anandan Samireddypalle, do National Institute of Animal Nutrition na Physuology Bangalore (Índia), Harinder Paul Singh Makkar, da Divisão de Saúde e Alimentação Animal da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU Itália) e RAkshit Kodekalra Devappa, da Universidade de Hohenheim (Alemanha).

A obra está disponível on-line aqui. Para solicitar um exemplar impresso, que será enviado gratuitamente, basta entrar em contato com a Embrapa Agroenergia, pelo e-mail sac.cnpae@embrapa.br.

Embrapa Agroenergia

Raças crioulas são novidade no Seminário de Agrobiodiversidade

julho 14th, 2014 by admin No comments »

O aumento da população e uma consequente urbanização e renda, levará ao aumento da demanda por alimentos com alterações dos hábitos alimentares da sociedade. Segundo dados da OCDE, nos próximos 10 anos a demanda por alimentos crescerá 20% e caberá ao Brasil atender 40% desse crescimento. Um forma de garantir alimentos e uma alimentação segura, é valorizar o conhecimento do agricultor, através da manutenção e preservação das sementes crioulas e do papel do guardião de sementes.

A Embrapa Clima Temperado, em Pelotas/RS, preocupa-se na recuperação do saber do agricultor e neste reconhecimento da atuação do guardião. Assim, vem ao longo de quatro anos realizando o Seminário de Agrobiodiversidade e Segurança Alimentar. Esta edição, acontece nas dependências da Unidade de pesquisas, durante os dias 15 e 16 de julho.

O projeto de sementes crioulas é um trabalho que envolve desde o resgate das variedades tradicionais, com procedências variadas, que podem ser oriundas da pesquisa, mas que ao longo de um tempo considerável (10 a 15 anos), incorporou características daquele ambiente aonde está inserida. O projeto de pesquisa envolve sementes (grãos), mas com o desenvolvimento das atividades, foram incluídas novos materiais como plantas alimentícias não-convencionais, mudas vegetativas, plantas medicinais e raças animais crioulas. “Inclusive, a programação vai apresentar o guardião de animais, como aves, suínos, abelhas e outros “, adianta o pesquisador Gilberto Bevilacqua. Para ele, todo o material de pesquisa é oriundo da experimentação feita pelo agricultor. “Há algum tempo, o que tinha valor era o material vindo da pesquisa, e o que o agricultor utilizava e fazia nas suas próprias experimentações não tinha importância”, ressalta. E a pesquisa, está trabalhando na recuperação dessas variedades tradicionais, na busca do controle de geração dessas sementes e na motivação dessa prática. “Dentro da programação desta edição será realizada um troca-troca de sementes entre os guardiões e agricultores participantes para estabelecimento de compartilhamento de saberes e ainda, discutido os avanços realizados a partir da carta aberta feita no seminário de 2013″, fala o pesquisador e coordenador do evento, Irajá Antunes.

Outro momento de impacto do Seminário será quando o público infantil falará sobre a capacitação dos guardiões mirins. Para acessar a programação, está disponível em http://www.cpact.embrapa.br/eventos/2014/julho/seminario-agrobiodiversidade/arquivos/folder-programacao.pdf. As inscrições podem ser feitas no ato do evento.

Serviço:

Evento: IV Seminário de Agrobiodiversidade e Segurança Alimentar

Data: 15 (das 8h às 18h30) e 16 de julho (8h30 às 17h)

Local: Auditório Ailton Raseira, Sede da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas

BR 392, km 78

Embrapa Clima Temperado

Arysta tem novo gerente de nutrição

julho 14th, 2014 by admin No comments »

O engenheiro agrônomo Fábio Bueno, com quase 20 anos de experiência no setores de nutrição vegetal e agroquímicos, é o novo gerente de produtos e mercados da área de nutrição da Arysta LifeScience. Formado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP), Fábio Bueno possui especialização em Estratégia e Gestão Empresarial pela Universidade de Campinas (Unicamp); Fertilidade e Nutrição Vegetal pela Universidade Federal de Lavras (UFLA); e MBA em Marketing pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV). Em sua última experiência profissional atuou como gerente de marketing e desenvolvimento na Tradecorp Brasil por doze anos.

À frente da gerência da área de nutrição da Arysta, Bueno tem como principal desafio sedimentar os conceitos e as ofertas ProNutiva (sinergia entre proteção e nutrição vegetal através da Bio-Ativação) em uma empresa do porte da Arysta e em seus clientes. Essas três áreas trabalham com dinâmicas diferentes de mercado, por isso integrá-las é um desafio. Há necessidade de uniformização dos discursos e desenvolvimento de soluções combinadas, e isso exige uma quebra de paradigmas e formulação de estratégias de atuação quase que pontuais. E reforça: O objetivo da oferta Pronutiva é promover o incremento de produtividade e qualidade dos cultivos, gerando maior lucratividade às cadeias produtoras de grãos, açúcar e energia, frutas e vegetais. Esse é um desafio que mantém a Arysta um passo à frente neste segmento, tendo em vista que essas frentes são muito mais eficientes se atuarem de forma conjunta, destaca.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Senar/SC qualifica mais de 700 bovinocultores de leite no Estado

julho 14th, 2014 by admin No comments »

Mais de 700 produtores de gado de leite participarão neste mês de julho dos 60 treinamentos em formação profissional rural do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc). As capacitações são realizadas em parceria com as agroindústrias que atuam na cadeia produtiva do leite e com os Sindicatos Rurais do Estado.

As qualificações dos produtores estão direcionadas para as seguintes atividades: 14 treinamentos de controle da qualidade do leite nas unidades produtoras com o envolvimento de 210 produtores; 6 cursos de inseminação artificial de bovinos beneficiando 72 participantes; 30 treinamentos de Produção de Leite de Qualidade Leite Legal com 300 produtores; 6 cursos de tecnologia de criação e manejo de gado de leite para 90 produtores rurais; 1 curso em casqueamento de bovinos de leite com 15 participantes e três treinamentos de transportadores de leite com o objetivo de cuidar da qualidade do produto da unidade produtora até a plataforma da indústria com 24 produtores.

O coordenador de pecuária do Senar/SC, Olices Osmar Santini, explica que a Instrução Normativa 62 (IN-62) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que estabelece os parâmetros mínimos de qualidade do leite para ser comercializado, teve seus valores alterados a partir deste mês. A Contagem de Células Somáticas (CCS) do leite coletado nas propriedades rurais, cujo número anteriormente permitido era de 600 mil por ml de leite passou a partir do dia 1º de julho para 500 mil por ml de leite. Além disso, a Contagem Bacteriana Total (CBT), que anteriormente era de 600 mil Unidades Formadoras de Colônia (UFC) por ml de leite foi também reduzida para 300 mil UFC por ml de leite. As agroindústrias e cooperativas que atuam na cadeia produtiva do leite estão em parceria com o Senar/SC intensificando a preparação dos produtores rurais para melhorar cada vez mais a qualidade do leite produzido e comercializado no Estado, observa.

Os produtores interessados em participar dos treinamentos devem procurar o Sindicato Rural do município. Outras informações estão disponíveis no endereço eletrônico do Senar/SC (www.senar.com.br) ou pelo telefone (48) 3331-9700.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Inovação é marca da cafeicultura no Estado da Bahia

julho 14th, 2014 by admin No comments »

Nas últimas três décadas, a Bahia tem contribuído para que o Brasil mantenha a posição de maior produtor e exportador, além de segundo maior consumidor de café em nível mundial. O Estado, nos últimos anos, não só agregou o café à sua produção agrícola, como também se tornou uma das grandes regiões produtoras de café arábica no Brasil além de também produzir café conilon. Essa conquista é resultado da articulação da pesquisa, ensino, extensão rural e do setor produtivo, fortalecida pelo Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café. Unidos, eles vêm obtendo resultados positivos nos índices de produção, produtividade e melhoria da qualidade.

Como reflexo desse esforço conjunto, a Bahia é o quarto maior produtor de café do Brasil, atrás de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. Em 2014, deverá atingir o volume de 1,9 milhão de sacas (Conab/2014). O Cerrado da Bahia, localizado no oeste do Estado, emprega tecnologia de ponta e vem obtendo altos índices de produtividade quando comparado às áreas irrigadas de outros Estados produtores. Nessa região, a produção do café apresenta uma área total cultivada de 14.910 hectares de café arábica, sendo a grande maioria irrigada pelo sistema de pivô central.

Segundo a Conab, as tecnologias empregadas na região Oeste, aliadas a um solo de relevo plano e às condições climáticas, permitem que a colheita seja 100% mecanizada. Em 2014, a região deverá produzir 456 mil sacas de café arábica o que representa uma produtividade de 38,5 sacas por hectare. A qualidade do café produzido no Cerrado da Bahia permite que o produto seja colocado com mais facilidade no mercado externo.

Papel da pesquisa e transferência de tecnologia O desenvolvimento da cafeicultura na Bahia se deve muito ao apoio da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola EBDA, instituição participante do Consórcio Pesquisa Café. A instituição vem facilitando o acesso de pequenos cafeicultores a tecnologias, além de promover concursos de qualidade, realizados em parceria com a Associação dos Produtores de Café da Bahia – Assocafé, Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense Coopmaq e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Uesb, instituição de destaque no desenvolvimento da cafeicultura baiana, em especial nas regiões do Cerrado, Planalto e Atlântica.

Para fomentar a atividade cafeeira no Estado, a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Reforma Agrária, Pesca e Aquicultura – Seagri, por meio da EBDA, implantou, nos últimos anos, aproximadamente 30 projetos de pesquisa na área de fertilidade do solo, fitossanidade de lavouras, densidade de plantios, competição de variedades e melhoria da qualidade, por meio de técnicas de processamento. Os projetos foram instalados nas regiões Oeste, Chapada Diamantina, Planalto de Vitória da Conquista, Serrana de Itiruçu e Brejões. “Também foi e está sendo incentivado o desenvolvimento e aplicação de tecnologias voltadas para melhorar a produtividade, como a arborização, e a qualidade do café produzido, por meio da instalação de terreiro de cimento e/ou suspenso e de pequenas máquinas de despolpamento e beneficiamento voltadas para atender a pequena produção”, disse Ramiro do Amaral, coordenador do Programa Café da EBDA.

Segundo a professora titular do Departamento de Fitotecnia e Zootecnia da Uesb, Sandra Elizabeth Souza, doutora em Proteção de Plantas pela Universidade Estadual Paulista Unesp, uma prática que tem sido bastante utilizada em toda a região do Planalto da Bahia é a secagem do café por meio de terreiros de cimento cobertos por estufas de plástico transparente, que recebem a luz do sol, absorvem o calor e, manejadas adequadamente, promovem a pré-secagem ou a secagem do café em aproximadamente 3 dias.

Há ainda o Programa do Café da Seagri, coordenado pela EBDA, que assiste anualmente cerca de sete mil produtores por meio de seminários, capacitações, palestras, dias de campo, treinamentos, excursões e visitas às unidades demonstrativas e orientação creditícia em parceria com agentes financeiros. O foco do trabalho é a transferência de tecnologia e assistência técnica.

Além disso, a EBDA acompanha a safra cafeeira, com o levantamento dos dados da produção em 360 propriedades no Estado. A empresa vem intensificando os trabalhos com os agricultores familiares, público-alvo, em parcerias com prefeituras. Os resultados podem ser percebidos nos índices de produtividade e na qualidade da produção do Estado.

Tecnologias adaptadas à região – Cafeicultores da Bahia, Goiás e Minas Gerais que produzem em região de Cerrado utilizam tecnologias de estresse hídrico controlado e adubação fosfatada com excelentes resultados na produção. As técnicas foram desenvolvidas pela Embrapa Cerrados, no âmbito do Consórcio Pesquisa Café. Estima-se que cerca de 36 mil hectares de café desses Estados sejam cultivados com essas tecnologias.

A tecnologia do estresse hídrico controlado, revoluciona a prática tradicional da irrigação frequente e continuada, garante aumento da produtividade (em torno de 15%), mais qualidade e menor custo, sendo alternativa para a sustentabilidade da cafeicultura no Cerrado. A técnica consiste em suspender a irrigação na estação seca do ano durante um período de 72 dias (sendo o período ideal entre 24 de junho e 4 de setembro), para sincronizar, uniformizar o desenvolvimento dos botões florais (florada) e, consequentemente, dos frutos (maturação) – o que garante um café de melhor qualidade. Esse processo tecnológico permite a obtenção de 85% a 95% de frutos cerejas no momento da colheita, maximizando a produção de cafés especiais, de maior valor de mercado. Para a adoção dessa prática, não há necessidade de investimento.

Em decorrência dessa uniformização, o número de passadas de colheitadeiras diminui, reduzindo a operação de máquinas (em torno de 40%). Além disso, garante a redução de grãos mal formados (em torno de 20%) e dos custos de produção com água e energia (em média de 35%). “Os cafeeiros submetidos ao estresse controlado não só cresceram mais como também se apresentaram em melhores condições para a safra seguinte. É o chamado crescimento compensatório, um estímulo ao crescimento após o reinício das irrigações”, disse o Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Café, Antônio Guerra, que é responsável por essas tecnologias. De acordo com o pesquisador, o manejo adequado das aplicações da água de irrigação associado ao estresse hídrico controlado representa a melhor opção para evitar perdas de nutrientes por lixiviação e fornecer condições propícias de umidade do solo, para que as raízes possam respirar adequadamente e atender à demanda nutricional da planta.

Adubação fosfatada em café – A partir do desenvolvimento da tecnologia do estresse hídrico controlado, as pesquisas sobre aplicações crescentes de fósforo no cafeeiro foram intensificadas. Existia uma demanda crescente por informações sobre a influência da adubação fosfatada no desenvolvimento, vigor, sanidade das plantas e pegamento da florada e ainda a ideia de que o nível de fósforo observado nas análises do solo de alguma forma não representava o que realmente estava disponível para os cafeeiros. “Os resultados demonstraram que o ajuste nutricional é necessário também nas lavouras de sequeiro”, completa Guerra.

O estudo questionou os critérios de recomendação de adubação fosfatada no cafeeiro que, por muitos anos, foi considerado uma planta que não respondia à aplicação de altas doses de fósforo. E comprovou que a adição do fósforo traz benefícios para a planta tanto em solos de média a alta fertilidade como também em solos de baixa fertilidade, como os do Cerrado, onde a planta responde com grande intensidade. Analisando lavouras em produção no Cerrado, chegou-se à conclusão de que a aplicação ou não de fósforo era o principal fator que diferenciava as áreas com repetição de safra das áreas de baixo pegamento de florada. “Cafeeiros que não receberam fósforo na adubação de manutenção apresentaram sintomas de deficiência desse nutriente e pouca ou nenhuma formação de gemas reprodutivas e pegamento de florada. Por outro lado, os que receberam doses razoáveis de fósforo mostraram bom desempenho no desenvolvimento de gemas reprodutivas e no pegamento de florada”, acrescenta Guerra. Em experimentos, cafeeiros responderam linearmente ao aumento da produtividade até a dose de 400kg de fósforo por hectare, o que permitiu aliar essas altas doses do nutriente ao estresse hídrico, obtendo excelentes resultados na produção e qualidade do café.

Café nas regiões da Bahia e seus destinos – A cafeicultura desenvolvida no Estado da Bahia apresenta atualmente um quadro tecnológico bastante diversificado, o que reflete diferentes condições ambientais, variadas formas de ocupação do seu espaço agrário e modalidades de organizações da atividade produtiva. O Estado, de acordo com a Conab, possui três regiões produtoras principais: Cerrado e Planalto (regiões que concentram café arábica) e Atlântica (especializada em conilon).

De acordo com a professora Sandra Elizabeth, os primeiros plantios de café arábica na Bahia datam dos primórdios do século XX, nos municípios do Vale do Jiquiriçá, Brejões e Santa Inês – que compõem o Planalto baiano e têm grande potencial para produção de cafés despolpados, suaves e aromáticos. A região caracteriza-se por uma cafeicultura de base familiar, poucos recursos hídricos e altitude entre 600m a 1380m. Já a região Oeste ou Cerrado é caracterizada por uma cafeicultura empresarial, totalmente irrigada e mecanizada, assemelhando-se aos cafés produzidos no Cerrado de Minas Gerais. Produz cafés naturais finos e despolpados, excelentes para serem usados em blends destinados ao expresso. O Extremo Sul e Sul do Estado produzem um dos melhores cafés conilon do mundo e caracterizam-se por uma cafeicultura empresarial organizada. O município de Itabela é o maior produtor de conilon da Bahia, seguido de Teixeira de Freitas, Itamaraju, Alcobaça, Eunápolis, Camacan e Arataca.

A professora explica ainda que, no extremo Sul e Sul da Bahia, o conilon produzido tem diferentes destinos. Em Itabela e outros municípios, existem empresas e a Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel Cooabriel, de São Gabriel da Palha ES, que atuam no comércio do conilon para os blends da indústria brasileira. Já no Planalto e Oeste, o arábica despolpado tem como destino os EUA, Europa, Japão e Ásia. Os cafés naturais seguem para alguns países do Leste Europeu, bem como para a indústria de torrefação do Nordeste e demais regiões do Brasil.

Café do Papa O café consumido no Vaticano é produzido na Chapada Diamantina – BA. Trata-se de um café 100% arábica, cereja descascado e orgânico, com pelo menos 85 pontos na escala da Sociedade Americana de Cafés Especiais – SCAA. A cada ano, são preparadas 30 sacas para o suprimento do Vaticano.

Segundo a professora Sandra Elizabeth, a qualidade desse café deve-se às tecnologias desenvolvidas no Brasil pelas instituições de pesquisa, ensino e extensão que atualmente fazem parte do Consórcio Pesquisa Café. Para ela, esse sucesso se deve, também, à escolha da variedade cultivada, às boas práticas de manejo adotadas em conformidade com as normas de cultivo orgânico e, principalmente, à iniciativa, vontade e busca incessante do conhecimento por parte dos gestores das fazendas Floresta e Aranquan, agraciados com um lindo cenário a 1100m de altitude.

Números Segundo a Conab, a área total de produção de café no Estado da Bahia é de cerca de 134 mil hectares. São 167 municípios produtores – dos quais em 80 têm grande importância no cenário cafeeiro do Estado que geram cerca de 250 mil empregos. A produção anual é de 1,9 milhão de sacas e a produtividade média de 14,77 sacas por hectare (Cerrado 38,50; Planalto 7,73; e Atlântica 31,83). A grande maioria das propriedades (86%) está vinculada a pequenos produtores e/ou agricultores. As demais são de médios e grandes proprietários, sendo que, desse número, somente 5% apresentam áreas superiores a 100 hectares, concentradas no Oeste, onde a atividade é empresarial.

Para saber mais sobre a Embrapa Café, o Consórcio Pesquisa Café e a EBDA acesse:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/
http://www.embrapa.br/cafe
http://www.ebda.ba.gov.br/

Embrapa Café

UFSCar está com inscrições abertas para alunos especiais no Programa de Pós-Graduação em Agricultura e Ambiente

julho 14th, 2014 by admin No comments »

De 14 a 16 de julho, estarão abertas as inscrições para alunos especiais no Programa de Pós-Graduação em Agricultura e Ambiente (PPGAA), ofertado no Campus Araras da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).
O Programa tem por objetivo principal melhorar a qualificação técnica, senso crítico e formação humanística de docentes e discentes envolvidos diretamente com o curso, e também preparar técnicos, produtores rurais e demais profissionais da área das Ciências Agrárias para atendimento às demandas e necessidades dos usuários.
Os procedimentos para a inscrição e os documentos necessários podem ser encontrados na Internet, em http://blog.cca.ufscar.br/ppgaa/processo-seletivo/. Os critérios de seleção dos candidatos e o número de vagas disponíveis para cada disciplina serão estabelecidos pelos docentes do Programa. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 25 de julho, e as aulas começam em 25 de agosto. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ppgaea@cca.ufscar.br ou telefone (19) 3543-2582.

Fonte: Assessoria de Imprensa UFSCar

Grupo GTFoods está habilitado a comercializar com o mercado europeu

julho 14th, 2014 by admin No comments »

O Grupo GTFoods recebeu pela primeira vez a habilitação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para comercializar com os países da Europa. Com isso, até 2015 o grupo projeta incrementar o faturamento das exportações em 20%. A conquista da habilitação para a planta matriz, em Maringá, reforça o alto padrão da empresa, uma vez conhecidas as rígidas exigências do mercado europeu.

A abertura do mercado não se limita apenas aos países da Europa. Existem outros países que tem como premissa para comercialização a habilitação da empresa com o mercado europeu, como, por exemplo, a África do Sul. Portanto, podemos a partir desse momento abrir mercados antes não explorados além da comunidade europeia, reforça o gerente de exportações do grupo, Edemir Trevizoli Junior.

Para obter a habilitação, a empresa realizou nos últimos seis anos uma série de mudanças na estrutura, como a ampliação da unidade, sempre buscando atender as normas de atendimento ao mercado europeu. Também foi necessário implementar uma série de novos procedimentos e programas de qualidade, além de treinamento das equipe.

Já foram realizados contatos com clientes da Alemanha, Holanda, Reino Unido e Portugal. Com os passar dos meses serão abertas negociações com Espanha, França, Romênia, Bulgária, entre os outros da comunidade.

Produtos

A produção já iniciou a operação para gerar as quotas destinadas a Europa. O produto que será inicialmente exportado é o peito sem osso e sem pele salgado, nas embalagens de 2Kg, 7,5Kg acondicionados em caixa Jumbo e 15Kg (honey comb). O primeiro container deve ser embarcado até meados de julho.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Congresso debaterá as culturas do milho e do sorgo

julho 14th, 2014 by admin No comments »

Com o tema Eficiência nas cadeias produtivas e o abastecimento global, acontece entre 3 e 7 de agosto, em Salvador-BA, o XXX CNMS (Congresso Nacional de Milho e Sorgo). Até o momento, estão confirmadas cerca de 450 inscrições de participantes e há aproximadamente 500 trabalhos aprovados para apresentação.

Um dos painéis de discussão tratará da eficiência econômica e da comercialização de grãos. Cesar Borges de Sousa, vice presidente da empresa Caramuru Alimentos, entende que um dos maiores players do mercado internacional de milho, o Brasil tem excelentes oportunidades para fazer do grão um produto que agregue, de fato, valor à produção agrícola, incrementando a renda do produtor rural e, paralelamente, contribuindo para fortalecer o nível de atividade da economia nacional. Também vai participar deste painel Rafael José Rorato, do Banco Mundial, que falará sobre logística de escoamento.

Outro assunto a ser abordado são os sistemas de produção de milho e sorgo safrinha na região Centro-Oeste. Quem vai falar sobre o tema é Gessi Ceccon, da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados-MS), que fez um trabalho juntamente com Claudinei Kappes, pesquisador da Fundação Mato Grosso, e com os professores Alessandro Guerra da Silva e Ricardo Francischini, da Universidade de Rio Verde. Entre as conclusões do trabalho, eles afirmam que a colheita antecipada da soja verão tem favorecido a semeadura antecipada do milho safrinha, que tem apresentado altas produtividades nos últimos anos.

Quanto ao sorgo safrinha, explicam, é semeado após a semeadura do milho safrinha e, por isso, há tendência de redução de área cultivada de sorgo em anos em que os preços futuros de milho são satisfatórios e quando ocorre a antecipação da colheita da soja, o que viabiliza maior área cultivada com milho safrinha.

Já Luciano Viana Cota, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), vai falar sobre manejo integrado de doenças em sorgo. Segundo ele, a antracnose é considerada a doença mais importante da cultura, devido à sua agressividade e ao potencial de perdas na produção em cultivares suscetíveis e sob condições quentes e úmidas O controle desta doença é obtido, principalmente, pela utilização de cultivares resistentes.

Programação A programação técnica do evento prevê 15 palestras, 16 painéis, três minicursos, cujos temas são Produção de milho e sorgo na agricultura familiar do Semiárido, Sistema intensivo de produção de milho e Manejo fitossanitário integrado em sistemas de produção de milho, e o I Simpósio sobre Lepidópteros Comuns a Milho, Soja e Algodão. A programação completa pode ser acessada no endereço http://www.esa-comunicacao.com.br/abms/cnms2014/index.php?option=com_content&view=article&id=56.

Serviço

Evento: XXX Congresso Nacional de Milho e Sorgo

Local: Salvador-BA

Data: 3 a 7 de agosto de 2014

Promoção: ABMS (Associação Brasileira de Milho e Sorgo)

Realização: EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola) e Embrapa Milho e Sorgo

Mais informações: www.esa-comunicacao.com.br/abms/cnms2014/

Embrapa Milho e Sorgo

Encerra no dia 11 de julho a primeira etapa de inscrições para o SBSS 2014

julho 10th, 2014 by admin No comments »

Contagem regressiva para o VII Simpósio Brasil Sul de Suinocultura e VI Pig Fair, que será realizado entre os dias 5 a 7 de agosto em Chapecó,SC. As inscrições com preço diferenciado encerram nesta sexta feira dia 11 de julho no site www.nucleovet.com.br. A PIG Fair e Lounge Pig Fair já estão 100% comercializado e o evento conta com mais de 50 empresas patrocinadoras e apoio das principais associações de produtores de suínos das regiões Sul e Sudeste.
O SBSS vai reunir mais de mil veterinários, zootecnistas e profissionais para debater os principais desafios do setor. Enfermidade que tem deixado a suinocultura mundial em alerta, o PEDv será tema do painel de abertura. A doença emergente não vem apenas provocando impacto na produtividade, mas também está modificando o comportamento do mercado.

Parceiros fortes
Associações de criadores de suínos as regiões Sul e Sudeste apoiam o evento, além de 50 empresas patrocinadoras entre elas: Impextraco, Desvet, ICC, Boehringer Ingelheim, Technofeed, Microvet, APC, Safeeds, Kemin, Agroceres Multimix, Hipra, Vansil, Fatec, Soma Agri, IDEXX, Farmabase, Adisseo,Lavizoo, Sanphar, Eurotec, Nutriad, Alliance – NFT, In Vivo, DB Genética Suína, MCassab, Sauvet, Vencofarma, Suiaves, Poli Nutri, Bayer, Grasp, Agrozootec, Vaccinar, Ouro Fino, Salus, CHR Hansen, DSM, Vetanco, Nutrifarma, Agroceres PIC – Genetiporc, Adisseo, Ilender, Big Dutchman, Biometa, YES, AliançaVet, Zoetis, MSD , Ceva, GSI e Zinpro, entre outras que estão em fechamento.
O Jornal O Presente Rural, Revista Feed&Food e site Suino.com também são mídias parceiras na cobertura e divulgação de lançamentos e empresas participantes no SBSS.

Painel reúne especialistas

O Painel sobre Diarreia Epidêmica Suína vai reunir especialistas em virologia e dinâmica da enfermidade nas palestras “Etiologia do PEDv” com o professor Amauri Alfieri, “PEDv – Origem, formas de disseminação regional e medidas de prevenção e controle” com o Dr. Daniel Linhares e “Risco Brasil, recados finais” com a conceituada especialista Dra. Janice Zanella.
Conforme o presidente do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, Rogério Balestrin, o evento é uma oportunidade para os profissionais brasileiros discutirem soluções comuns e reforçar a integração do setor. “Para crescer na produção de carne suína em volume com qualidade precisamos ter nossos profissionais sempre capacitados, atualizados e prontos para superar os desafios,” afirma Balestrin.
Nessa primeira etapa de vendas, o SBSS já bate o recorde de inscritos. Por isso, universidades, patrocinadores e parceiros devem ficar alerta aos prazos. Profissionais e estudante pagam R$ 290 e R$ 200, respectivamente, até o dia 11 de julho. Entre os dias 12 e 31 de julho o valor passa para R$ 320 e R$ 220. Durante o evento, o investimento será de R$ 370 e R$ 260.

Conhecimento para maximizar a produtividade

Temas relacionados à perda de competitividade da agroindústria brasileira, a restrição ao uso de antibióticos e sanidade animal também serão debatidos nos três dias.
Na quarta-feira, Celso Cappellaro, gerente de operações da Aurora, aborda a “Logística e seu impacto na suinocultura brasileira”, seguido pelo tema “Inseminação Artificial Intrauterina”, com o pesquisador e professor da UNOESC, Paulo Bennemann. “Fatores que influenciam a qualidade do sêmen de reprodutores suínos” será apresentado por Daiane Donin, da UFPR Palotina, “Estresse oxidativo em fêmeas suínas hiperprolíficas”, pelo PhD e especialista em nutrição animal, Alysson Saraiva, da UFV, e “Antibióticoterapia na suinocultura: você usa de forma correta?”, pelo especialista em sanidade animal Dr.Everson Zotti. O segundo dia encerra com a palestra sobre “Aditivos Alternativos e restrição à utilização de antibióticos na suinocultura”, com o médico veterinário Dr. Christophe Paulus.
No último dia do evento, o Dr. Geraldo Alberton, da UFPR, fala sobre o “Impacto das perdas econômicas por problemas locomotores nas matrizes” e o médico veterinário Vinícius Espeschit de Morais apresenta o “Custo da reposição de plantel, formas de minimizar as perdas”. O médico veterinário PhD em epidemiologia, Eduardo Fano, encerra a programação com “Cadeia de Infecção”, e o especialista em sanidade suína Marcelo Almeida com “Complexo Respiratório”.
Paralelo às palestras, será realizada a VI PIG FAIR, feira de produtos e serviços para a suinocultura com participação de empresas brasileiras e multinacionais que trazem soluções e tecnologias em equipamentos, diagnóstico, sanidade. Informações sobre pacotes par grupos através do email panty@pantyassessoria.com.br ou pelo telefone (48) 99804920 com Eliana Panty.

Mais informações no www.nucleovet.com.br

Fonte:Fonte: Assessoria de Comunicação

Café especial: estão abertas as inscrições para o Cup of Excellence – Pulp Naturals 2014

julho 10th, 2014 by admin No comments »

Os produtores brasileiros de café por via úmida (cereja descascado ou despolpado) têm até o dia 1º de setembro para inscreverem suas amostras no Cup of Excellence Pulp Naturals 2014. A 15ª edição do concurso será realizada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), em parceria com a Alliance for Coffee Excellence (ACE) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), conta com patrocínio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e terá como instituição anfitriã a Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Este ano, o Brasil que, em 1999, deu início à competição realizada atualmente em 10 países sediará a centésima edição do certame. Entre 8 e 12 de setembro, os lotes inscritos passarão pela pré-seleção, na sede da BSCA, em Varginha (MG). As amostras que se classificarem irão para a fase nacional, prevista para ocorrer, também na Associação, de 6 a 10 de outubro. A fase internacional será realizada na semana seguinte, entre os dias 13 e 17, na sede da UFV, em Viçosa (MG), onde também ocorrerá a cerimônia de premiação do evento. O leilão dos lotes vencedores acontecerá em 26 de novembro deste ano e o pagamento em 26 de janeiro de 2015.

Com o sucesso da iniciativa do concurso anterior, quando a análise das amostras foi dividida por regiões produtoras, o padrão será mantido no Cup of Excellence Pulp Naturals 2014. A pré-seleção terá os cafés avaliados separadamente pelas áreas oficiais do Brasil, processo que será repetido na fase nacional do certame, mas sem que os juízes tenham acesso à identificação da região dos produtos que estão provando.

Segundo Vanusia Nogueira, diretora executiva da BSCA, a iniciativa foi tomada para dar mais oportunidades às novas regiões que passaram a investir no cultivo dos cafés especiais no Brasil. O desejo da BSCA e de seus parceiros é, além de valorizar os cafés especiais brasileiros, valorizar também as suas origens produtoras e, consequentemente, os cafeicultores, explica. Na fase internacional, os cafés deixarão de ser separados por regiões.

APOIO Promovido pela BSCA em parceria com ACE e Apex-Brasil, o 15º Cup of Excellence Pulp Naturals 2014 é patrocinado pelo Sebrae, tem a UFV como instituição anfitriã e a Safe Trace Café como auditora de todo o processo. Conta, ainda, com o apoio institucional de Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Conselho Nacional do Café (CNC), CarmoCoffees, Centreinar e Centro de Excelência do Café das Matas de Minas.

SERVIÇO

15º Cup of Excellence Pulp Naturals 2014

Até 1º/09/2014: recebimento das amostras de cafés despolpados ou CD.

08 a 12/09/2014: pré-seleção dos lotes enviados, em Varginha (MG).

06 a 10/10/2014: fase nacional, em Varginha (MG).

13 a 17/10/2014: fase internacional e cerimônia de premiação (17), em Viçosa (MG).

26/11/2014: leilão dos lotes de cafés vencedores.

26/01/2015: pagamento dos cafés comercializados no leilão.

Fonte: Assessoria de comunicação

Patente vai acelerar pesquisas de controle biológico no Brasil

julho 10th, 2014 by admin No comments »

Uma patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em outubro de 2013 à Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária vai auxiliar os produtores de soja brasileiros no controle das piores pragas dessa cultura no País: os percevejos da soja. A patente, intitulada Composição de atração, armadilhamento e/ou extermínio do percevejo da soja Piezodorus guildinii (PI 9903509-0) tem como princípio ativo o composto metil 2,6,10 trimetiltridecanoato, responsável pela atração de várias espécies de percevejos do complexo da soja, incluindo o percevejo marrom da soja o Euschistus heros.

A patente é resultado de mais de 15 anos de pesquisas desenvolvidas pelas equipes da Embrapa e de instituições parceiras com foco na utilização de semioquímicos para controle biológico do complexo de percevejos que atuam como pragas nas lavouras de soja no Brasil. Semioquímicos são substâncias químicas utilizadas na comunicação entre os seres vivos na natureza. Quando ocorrem dentro da mesma espécie são chamadas de feromônios.

Os feromônios são utilizados pelos insetos para vários fins, como alimentação, demarcação de território, presença de predadores, reprodução, entre outros. Mas, independente do uso, o fato é que os percevejos utilizam esses sinais químicos para se comunicarem, o que despertou a atenção do pesquisador Miguel Borges e sua equipe na década de 90. Observando o comportamento dos insetos na natureza, Borges concluiu que poderia estudar a fundo os feromônios para monitorar e reduzir as populações de percevejos nas lavouras de soja no Brasil.

Começou, então, a criá-los em laboratório para reproduzir as condições existentes na natureza e extrair o feromônio. O percevejo marrom (Euschistus heros), o percevejo pequeno verde da soja (Piezodorus guildinii), e o percevejo verde (Nezara viridula) constituem o complexo de pragas de maior risco para a cultura da soja no Brasil, causando danos desde a fase de formação das vagens até o final do desenvolvimento das sementes.

Quando se alimentam, os percevejos atingem diretamente os grãos em formação e, por isso, representam um perigo na reta final do cultivo, quando se definem o rendimento e a qualidade da semente.

Os feromônios isolados em laboratório são colocados em armadilhas que, por sua vez, são distribuídas pelas lavouras em várias regiões produtoras de soja no Brasil com o objetivo de monitorar e controlar as populações dos percevejos-praga e, consequentemente, reduzir os danos às plantações.

Experimentos em campo com esse feromônio resultaram na captura de fêmeas de Euschistus heros, Piezodorus guildinii e Edessa meditabunda (conhecido popularmente como percevejo-asa-preta-da-soja). Apesar do feromônio não ser produzido por todas essas espécies, pode ocorrer atração cruzada, como explica o pesquisador Miguel Borges: uma espécie utiliza o feromônio da outra porque sabe que encontrará sítio de oviposição e alimentação.

Controle biológico de pragas da soja: prioridade no Brasil

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador mundial de soja, participando com 23,8% da produção mundial e 19 % do total exportado. A produção nacional é de cerca de 68 milhões de toneladas, envolvendo 16 estados e uma área superior a 23 milhões de hectares.

O mercado de inseticidas para a cultura da soja no País gira em torno de US$112,70 milhões. Atualmente, são utilizados mais de 4,5 milhões de litros de inseticidas químicos por safra para o controle de percevejos-praga, ao custo aproximado de R$ 20,00 por hectare.

Por isso, investir em tecnologias de controle biológico de pragas da soja é uma prioridade para o Brasil hoje, como explica Borges.

E não só de pragas da soja. Os estudos com feromônios já estão sendo estendidos a outras culturas agrícolas. Foram iniciadas pesquisas, em parceria com a Embrapa Amazônia Ocidental, para controle da broca do cupuaçu e também com a Embrapa Arroz e Feijão para monitoramento do percevejo do colmo do arroz (Tibraca limbativentris).

Patente vai agilizar transferência da tecnologia ao setor produtivo

Segundo o pesquisador, os semioquímicos ocupam hoje cerca de 30% do mercado de biopesticidas no mundo, perdendo apenas para os inseticidas bacterianos e os botânicos. No Brasil, o mercado de semioquímicos está em franca expansão, com mais de 15 produtos registrados e outros em fase de registro.

Existe grande interesse de empresas privadas na tecnologia de controle e monitoramento de pragas a partir da tecnologia a base de feromônio desenvolvida pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. A concessão desta patente vai facilitar e agilizar a sua transferência ao setor produtivo, já que representa uma segurança para o investidor e para a Empresa, como inventora, destaca Borges.

A patente é um ativo mensurável e, por isso, estimula a realização de investimentos em pesquisa. Os contratos de transferência de tecnologia que envolvem direito de propriedade e patente garantem às empresas envolvidas mais segurança na cooperação, ao mesmo tempo em que resultam em agregação de valor aos produtos ou serviços gerados.

A transferência das tecnologias desenvolvidas pela Embrapa ao setor produtivo é uma forma fazer com que cheguem mais rápido aos consumidores. O que no caso do controle biológico é ainda mais premente, pois representa saúde e nutrição na mesa da população. Ou seja, quem lucra é o País e a sociedade brasileira, pois a criação de inovações que resultam em produtos que beneficiam a sociedade brasileira ajudam a trazer o progresso para o Brasil. Além disso, a comercialização de patentes gera recursos para futuras pesquisas, finaliza o pesquisador.

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

Exportações do agronegócio atingiram US$ 9,61 bilhõesExportações do agronegócio atingiram US$ 9,61 bilhões

julho 9th, 2014 by admin No comments »

Em junho de 2014, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram a cifra de US$ 9,61 bilhões e as importações alcançaram US$ 1,21 bilhão. O principal setor exportador foi o complexo soja, com vendas externas de US$ 4,62 bilhões e 8,73 milhões de toneladas embarcadas. A soja em grão foi o produto de maior receita dentro do complexo, com o valor de US$ 3,57 bilhões exportados. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Já o segundo setor em vendas no mês de junho foi o de carnes, com US$ 1,42 bilhão e 489 mil toneladas embarcadas. A carne de frango foi destaque nas exportações, com US$ 617 milhões em receita no período. Já a carne bovina gerou US$ 582 milhões em receita e a carne suína e de peru atingiram US$ 167 milhões e US$ 22 milhões, respectivamente.

O complexo sucroalcooleiro, terceiro principal setor do agronegócio, exportou a quantia de US$ 867 milhões. O açúcar foi o principal item comercializado, com vendas de US$ 755 milhões. Os produtos florestais alcançaram US$ 792 milhões e 1,35 mil toneladas embarcadas. Papel e celulose lideraram as exportações do setor, com o montante de US$ 592 milhões. Madeiras apresentaram vendas externas de US$ 201 milhões.

Em relação às exportações para os blocos econômicos, em junho deste ano, o principal destino foi a Ásia, com participação de 42,6% sobre o total das vendas no período e um montante de US$ 4,09 bilhões. A União Europeia permaneceu na segunda colocação, com US$ 2,24 milhões.

Últimos doze meses

Nos últimos doze meses, as exportações do agronegócio atingiram a cifra de US$ 99,51 bilhões, com o complexo soja na liderança, atingindo a marca de US$ 33,85 bilhões no período. O setor de carnes alcançou US$ 16,82 bilhões, o complexo sucroalcooleiro exportou US$ 11,98 bilhões e o setor de produtos florestais atingiu US$ 9,84 bilhões.

Pós-graduação em Gestão e Produção de Cereais ocorrerá em MT

julho 9th, 2014 by admin No comments »

Em setembro inicia em Sorriso, MT, o curso de pós-graduação em Gestão e Produção de Cereais, realizado pelo Rehagro e Faculdades Associadas de Uberaba (Fazu), com parceria da FAMATO e apoio da Aprosoja-MT. O curso é uma especialização lato sensu com 19 encontros de dois dias por mês, às sextas e sábados.

Os profissionais graduados que se interessam por agricultura poderão participar deste curso, que abordará temas como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), georreferenciamento e análise de dados, manejo integrado de pragas e doenças na cultura do milho e da soja, mercado de commodities, entre outros (veja conteúdo programático completo aqui).

Com este curso, o participante deve ser capaz de implementar soluções lucrativas em diferentes sistemas de agricultura. Para isto, professores com forte embasamento teórico e grande vivência prática levarão para a sala de aula experiências positivas, que possibilitarão ao participante a aplicação imediata dos conceitos aprendidos.

Mais informações sobre o curso podem ser obtidas na página www.rehagro.com.br ou pelo telefone (31) 3343-3800.

Campanha de marketing da Bayer transforma doenças da soja em personagens

julho 9th, 2014 by admin No comments »

Com o slogan Deixe as doenças e as preocupações do lado de fora, a Bayer CropScience tem uma nova campanha de marketing para o fungicida FOX®, mostrando como sua ação ajuda no manejo do complexo de doenças que comprometem a produtividade das lavouras de soja, como a ferrugem asiática, antracnose, oídio e mancha-alvo.

Nesta nova fase, FOX® cria, de forma lúdica, um campo invisível que bloqueia a entrada nas lavouras de soja da Ferrugem e companhia. Entre os personagens da campanha está Ferrugem, representado pelo ator Luiz Alves Pereira Neto, que faz parte do conceito publicitário desenvolvido para o produto desde sua primeira fase.

As ações do projeto foram idealizadas com base em uma frente de inteligência de mercado que investigou as necessidades dos agricultores que utilizam FOX® em suas lavouras de soja. A ideia da nova campanha é enfatizar a seriedade das doenças como obstáculos que precisam ser superados nas lavouras e FOX® como uma importante ferramenta para ajudar a contornar estes problemas, com as mensagens colocadas de forma lúdica, fácil de serem entendidas e interpretadas em todo o Brasil, enfatiza Everson Zin, gerente de Marketing Estratégico FOX® da Bayer CropScience.

Criada e desenvolvida pela agência Arteria Comunicação, a estratégia de comunicação inclui anúncios nos meios impressos sobretudo publicações especializadas no agronegócio , internet, televisão aberta, outdoors, spots em rádios e materiais visuais nos pontos de venda e distribuidores. Além disso, os personagens estão circulando por algumas das principais feiras agrícolas e criando músicas que envolvem os visitantes que passam pelo estande da Bayer.

O foco é evidenciar o FOX® como a solução que está à disposição do produtor, o ajudando a produzir mais e melhor. Além disso, queremos aproveitar todas as oportunidades de interação que acontecerão daqui para frente para estarmos ainda mais próximos dos agricultores, mostrando os benefícios proporcionados pelo FOX® nas lavouras, finaliza Zin.

Em quatro anos fazendo parte da agricultura brasileira, FOX® já tratou mais de 70 de milhões de hectares no País, barrando as doenças e contribuindo, assim, para o máximo potencial produtivo das lavouras de soja.

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8.819 bilhões (2013), sendo uma das maiores empresas do mundo em ciências e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não agrícolas. Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 22,4 mil colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 118 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo.

Fonte: Bayer CropScience Brasil

Soja: curso mostra como a qualidade das sementes interfere na produtividade

julho 9th, 2014 by admin No comments »

A Embrapa realiza de 21 a 25 de julho o IX Curso de Vigor para Semente de Soja, no Núcleo de Sementes da Embrapa Soja, em Londrina (PR). O objetivo é fornecer conhecimentos sobre as metodologias aplicadas em testes de vigor de semente para profissionais das áreas de produção, análise, extensão, ensino e pesquisa em semente. De acordo com o pesquisador José de Barros França Neto, coordenador do curso, a utilização dos testes de vigor pelos laboratórios de semente possibilita um refinamento no sistema de controle de qualidade. “Isso resulta na produção de semente de qualidade mais elevada, propiciando a colocação no mercado de lotes de semente que apresentem qualidade superior, o que resultará em lavouras com plantas vigorosas e produtivas”, ressalta.

As aulas teóricas irão abordar a conceituação sobre o vigor em sementes e os princípios de alguns testes de vigor. Por outro lado, nas aulas práticas, serão demonstradas detalhadamente as metodologias dos principais testes de vigor: envelhecimento acelerado, frio, condutividade elétrica, comprimento de plântula, classificação do vigor de plântula, tetrazólio, deterioração controlada e germinação a baixa temperatura.

Atualmente cerca de 70% da produção brasileira de soja está concentrada em regiões tropicais, que apresentam condições estressantes para a produção de sementes de alta qualidade. Por isso, a importância de se utilizar sementes vigorosas para assegurar o estabelecimento de uma população adequada de plantas mesmo sob condições estressantes. “Com a utilização de técnicas especiais, as empresas de sementes têm conseguido disponibilizar no mercado sementes de elevada germinação e vigor”, explica França.

De acordo com o pesquisador, as plantas de alto desempenho apresentam uma taxa de crescimento maior, têm uma melhor estrutura de produção, com um sistema radicular mais profundo e produzem um maior número de vagens e de sementes, o que resulta em maiores produtividades. Pesquisas realizadas por França avaliaram três cultivares de soja semeadas no Paraná, cujas sementes tinham três níveis de vigor (alto, médio e baixo). “Na colheita, as plantas originadas de sementes de alto vigor foram 12,8% mais altas do que as de baixo vigor e a produtividade foi superior em 24,3%”, destaca o pesquisador.

Para França o uso de semente de elevada qualidade permite ainda o acesso aos avanços genéticos das cultivares de soja. “As sementes de alto vigor propiciam a germinação e a emergência de plântulas em campo de maneira rápida e uniforme, resultando na produção de plantas de alto desempenho, que têm um potencial produtivo mais elevado”, explica o pesquisador.

O curso contará com a participação de professores de renome sobre o assunto, destacando-se: Julio Marcos Filho e Silvio Moure Cicero, da USP/ESALQ, Roberval Daiton Vieira, da FCAV/UNESP-Jaboticabal, além dos pesquisadores da Embrapa Soja, Ademir Assis Henning, Francisco Carlos Krzyzanowski, Fernando Augusto Henning, Irineu Lorini e José de Barros França Neto.

Mais informações sobre o Curso de Vigor para Sementes de Soja podem ser obtidas no site: http://www.cnpso.embrapa.br/vigor/.

Embrapa Soja

Tecnologia em prol da água

julho 9th, 2014 by admin No comments »

*Marcos Balbi

Que a água é essencial, todos sabem, mas só valorizamos esse líquido poderoso quando sentimos na pele a falta que ele nos faz. A pouca incidência de chuvas nos últimos meses e o intenso calor em alguns municípios brasileiros têm piorado cada vez mais a situação dos reservatórios de água. E mesmo sendo dono do maior potencial hídrico do mundo, o Brasil corre grandes riscos de chegar ao próximo ano com problemas de abastecimento. Segundo levantamento realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA), o governo deverá investir R$ 22 bilhões para evitar a escassez no futuro.

A demanda de água no Brasil é direcionada, basicamente, para quatro finalidades: agricultura, produção de energia, usos industriais e consumo humano. Porém, a agricultura é a atividade que faz uso intensivo desse recurso natural, o que corresponde a 70%. De acordo com o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos – documento principal da ONU Água – as estimativas de consumo mundial de água para a agricultura são de 19% até 2050, o que poderia crescer ainda mais caso não ocorra uma melhoria no rendimento dos cultivos e a eficiência da produção agrícola. Além disso, a maior parte desse aumento de uso da água para irrigação ocorrerá em regiões já afetadas pela escassez de recursos hídricos. A gestão com responsabilidade da água para fins agrícolas contribuirá fortemente para a segurança desses recursos do planeta.

Diante desse cenário e no que diz respeito à melhoria da qualidade de vida mundial, além de, consequentemente, economia de água, algumas tecnologias estão sendo aplicadas na busca de soluções sustentáveis. Um bom exemplo é a área da agricultura, cuja finalidade da inserção de equipamentos tecnológicos é possibilitar que o agricultor realize irrigações no campo, reduzindo energia e, ao mesmo tempo, potencializando a produção sem perder qualidade na colheita.

A tecnologia empregada no campo é, sem dúvida, um caminho sem volta não só para economizar água, mas também para monitorar o clima, diminuir o uso de agrotóxicos e prevenir contra doenças e pragas, que a cada ano, a cada safra, trazem para os agricultores prejuízos incalculáveis.

Isso significa que as culturas que vão sofrer menos serão aquelas que utilizarem tecnologia avançada, rompendo com paradigmas de hábitos e costumes passados de geração em geração. A percepção do novo empresário rural terá que ser alinhada ao que há de melhor em termos de tecnologia que possa ser agregada ao dia a dia do campo.

Enfim, a real eminência da escassez de água será, sem trocadilhos, um divisor de águas não só para o setor agrícola, mas para toda a sociedade e cadeia de produção dos mais variados segmentos. E a tecnologia certamente se apresenta como uma das principais aliadas na busca de soluções efetivas.

*Engenheiro agrônomo, especialista em Gestão Estratégica em Serviço pela FGV e consultor na Olearys S/A