Método de análise multirresíduo aperfeiçoa e agiliza a avaliação da qualidade do leite

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O método multirresíduo permite a análise simultânea de quatro classes de substâncias no leite: a aflatoxina M1 (carcinogênica para humanos), as quatro avermectinas e uma milbemicina (presentes em fármacos de uso veterinário), e dez agrotóxicos organofosforados (presentes em fármacos de uso veterinário e em rações e pastagens). Todos estes analitos (substâncias que estão sendo analisadas) são monitorados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento através do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC). O método foi desenvolvido por Marianna Ramos dos Anjos, analista da Embrapa Agroindústria de Alimentos, em mestrado no Programa de Pós-graduação em Ciência de Alimentos da UFRJ, sob a orientação do Prof. Dr. Francisco Radler de Aquino Neto e da Profa. Dra. Virgínia de Lima. “Foi uma oportunidade de trabalhar com uma nova ferramenta analítica, a cromatografia líquida de ultraeficiência acoplada à espectrometria de massas sequencial (CLUE-EMEM)”, diz, satisfeita.

O aperfeiçoamento e a inovação em métodos de análise de resíduos e contaminantes em leite propicia aos produtores e órgãos de fiscalização uma ferramenta para a avaliação da segurança deste alimento. “A possibilidade de conhecer os teores de resíduos e contaminantes no leite permite o desenvolvimento e orientação de ações voltadas ao manejo, armazenamento e controle, assim como aplicação de boas práticas agropecuárias numa cadeia produtiva”, diz Marianna. Com o método multirresíduo, o leite que antes precisava ser enviado a vários laboratórios, poderá ser analisado apenas em um, com custo menor e níveis de precisão dentro das normas internacionais.

A pesquisadora Izabela Castro, responsável pelo laboratório de Resíduos e Contaminantes da Embrapa Agroindústria de Alimentos, conselheira acadêmica de Marianna, lembra que “A Embrapa tem a missão de auxiliar o produtor para ele controlar melhor a qualidade de sua produção” e ressalta que são poucos os laboratórios que trabalham com classes químicas diferentes no mesmo método: “Este será incorporado à rotina do laboratório e vamos introduzir outros analitos presentes na composição de fármacos veterinários”.

Embrapa Agroindústria de Alimentos

Embrapa demonstra a viabilidade de plantio de morango orgânico em Sergipe

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Diante da importância da cultura do morango para Sergipe, a Embrapa -Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – está executando projeto de pesquisa e em decorrência realizou no dia 12 último o primeiro Dia de Campo com o objetivo de repassar tecnologia aos produtores e estudantes sobre o plantio de morango orgânico no estado.

A pesquisa está sendo realizada em parceria com a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro) no município de Itabaiana, principalmente no perímetro irrigado de Jacarecica como também em propriedades de produtores experimentadores do povoado Alto do Vento, no município de Areia Branca.

Sergipe importa de 100 a 120 toneladas anuais de morango do sul do país no que justifica o empenho dos pesquisadores no desenvolvimento do cultivo do produto. “Com tecnologia, mudas apropriadas e o clima mais frio de Itabaiana e Areia Branca, faz da região um polo promissor para o plantio de morango orgânico”, relata a pesquisadora Maria Urbana Corrêa Nunes, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, sediada em Aracaju.

Os experimentos têm demonstrado a viabilidade técnica, econômica, social e ecológica da produção de morango orgânico nessas regiões, pois o mercado de Sergipe sinaliza para o crescimento da demanda do produto havendo necessidade de aumentar a área de plantio e a produtividade.

A conscientização sobre os riscos decorrentes do uso de agrotóxicos tem levado o consumidor a procurar morango orgânico. O morangueiro cultivado no sistema convencional pode receber até 45 pulverizações com agrotóxicos. Por esse motivo, essa fruta encontra-se na lista negra dos alimentos campeões de resíduos químicos.

Atualmente os agricultores mostram interesse por sistemas alternativos de produção que aumentem a rentabilidade, além de preservar a capacidade produtiva do solo a longo prazo.

“Plantando com tecnologia é possível produzir morango orgânico em Sergipe gerando mais emprego e renda no estado, tanto para agricultura quanto para a indústria”, afirma a pesquisadora Maria Urbana que transmitiu aos produtores e estudantes, presentes no Dia de Campo, conhecimento sobre as dez cultivares de morango testadas, o trabalho sobre coberturas alternativas do solo, inclusive com a fibra natural, e as técnicas de manejo da cultura.

Dentre as cultivares avaliadas, quatro estão se mostrando promissoras para cultivo no estado de Sergipe. Ela ressaltou ainda a importância e a necessidade de produzir mudas de morango no estado de Sergipe ao invés de usar mudas importadas.

A pesquisadora da Emdagro Luzia Nilda Tabosa Andrade também difundiu conhecimentos teóricos e práticos abordando as doenças e pragas do morangueiro nas condições locais e as técnicas de controle natural. Já o técnico em Agropecuária Waltenis Braga Silva, também da Emdagro, abordou o preparo de solo, fontes de nutrientes e adubação do morangueiro em sistema orgânico de produção, fechando o ciclo do conhecimento necessário para o plantio bem sucedido do morango orgânico.

Embrapa Tabuleiros Costeiros

Livro sobre o mundo rural brasileiro será lançado em Curitiba

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Uma ampla radiografia do rural brasileiro hoje, com múltiplos enfoques, informações e análises rigorosas, escritas por alguns dos maiores especialistas do Brasil. Trata-se do livro O mundo rural no Brasil do século 21, cujo lançamento acontece dia 5 de setembro, às 9 horas, no Auditório da Ocepar, em Curitiba, durante o Seminário Agronegócio Brasileiro Desafios da Inovação, Política Agrícola e Assistência Técnica. O evento contará com a participação de alguns autores e organizadores do livro e palestrantes especialmente convidados.

A obra – A obra tem 1.182 páginas, dividida em 37 capítulos com a autoria de 51 cientistas sociais ligados a mais de 20 instituições públicas e privadas. O livro é editado por Eliseu Alves e Zander Navarro (ambos da Embrapa) e Antônio Márcio Buainain e José Maria da Silveira (ambos da Unicamp). Em essência, os autores procuraram enfrentar o relativo desconhecimento, o romantismo e a idealização da agricultura, do rural brasileiro e do agronegócio, com informações e análises rigorosas sustentadas em informações primárias, como dados de censo e pesquisas de campo.

Origem – O pesquisador Zander Navarro conta que a origem do livro é um artigo publicado em maio de 2013 com o título Sete teses sobre o mundo rural brasileiro. Escrito pelos quatro organizadores do livro, esse artigo gerou um grande debate nas ciências sociais brasileiras ao apresentar transformações atuais da atividade agropecuária e seu impacto sobre as regiões rurais brasileiras. Os autores do artigo enfatizaram o surgimento de um novo padrão agrário e agrícola. O interesse gerou o desafio de consolidar informações e analisar os inúmeros ângulos analíticos do mundo rural atual e as interpretações possíveis.

Motivações – O mundo rural no Brasil do século 21 nasceram, especialmente, de duas motivações. Primeiramente, o contínuo acúmulo de evidências empíricas relativamente inesperadas, as quais foram se multiplicando ao longo dos anos no período recente. Registre-se, por exemplo, o crescimento ininterrupto da produção agropecuária e a quebra de recordes, ano após ano: entre 1975 e atualmente a produção pulou de 45 milhões para 200 milhões de toneladas de grãos. Mas a lista de fatos ilustrativos e reveladores é quase infindável e demonstra a pujança tecnológica e produtiva, mas também econômico-financeira, de um espaço da sociedade e sua principal atividade, antes entendidos isoladamente e percebidos como atrasados: a agropecuária e o mundo rural. Em oposição à depreciação social antes existente, ambos são atualmente notados e analisados como sendo intrinsecamente modernos e articulados aos demais setores econômicos e à vida urbana, assim aproximando o campo da cidade, em todos os sentidos, incluindo as facetas sociais e culturais.

Venda – O livro será vendido apenas na livraria da Embrapa Informação Tecnológica (Brasília, DF). Os interessados podem entrar em contato pelo endereço livraria@embrapa.br.

Informações e inscrições – Mais informações e inscrições limitadas pelo endereço: economico@faep.com.br .

Cavalgada das Cavalgadas marca nova era do Campolina

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Tanto quanto um andamento nobre e confortável, os campolinistas prezam pela beleza racial. É uma característica importante, que diferencia o Cavalo Campolina das demais raças e torna sua presença imponente, seja num concurso de marcha, cavalgada ou atividade de lazer. Um marco atual em sua história de quase um século e meio é o desejo dos criadores em moldar nela um cavalo completo. E para comemorar este momento sublime, a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCCampolina) promove de 4 a 6 de setembro, a Cavalgada das Cavalgadas, onde são esperados mais de 200 participantes. O ponto de partida será a cidade de Tiradentes (MG), com destino à Entre Rios de Minas, onde nasceu a raça, cujo trajeto sempre passará pela Estrada Real e suas paisagens exuberantes.

Essa congregação dos criadores coincide com a semana do feriado do Dia da Independência, 7 de setembro. Em celebração a essa data tão importante, no dia 03 de setembro, às 19 horas, parte da comitiva se reunirá na Praça Largo do Sol (Tiradentes/MG), para relembrar um dos primeiros movimentos sociais contra a dominação portuguesa na época do Brasil Colônia, a Inconfidência Mineira. Após a execução do Hino Nacional, em frente ao monumento do mártir da conjuração, Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), todos vão passar em frente ao casarão do inconfidente Carlos Correia de Toledo e Melo (Padre Toledo), local das primeiras reuniões contra a até então Capitania das Minas Gerais.

Na ocasião, o prefeito de Tiradentes, Ralph de Araújo Justino, será laureado com uma placa que simboliza o apreço dos criadores pela riqueza cultural e histórica do município. Gastão de Oliveira Ribeiro Resende Filho, da Fazenda Palestina, falecido recentemente, será o grande homenageado desta cavalgada. Seus esforços na preservação da raça serão imortalizados neste encontro da Família Campolina com um gesto singelo, mas de valor sentimental imensurável.

Todos vestirão uma camiseta com seu nome quando estiverem próximos da cidade mineira. Em seguida, visitarão a Palestina, em Entre Rios de Minas (MG), sendo recepcionados pela família do criador. Depois, seguem para a região central do município para a celebração de uma grande missa campal. Após as bênçãos, o grupo passa pelo Hospital Cassiano Campolina, construído com parte da fortuna da Cassiano Antônio da Silva Campolina, patriarca da raça. Este legado deixado para a modernidade assiste, ainda hoje, a saúde da população de Entre Rios e região, mesmo recebendo pouco apoio financeiro.

Por fim, acompanharão haverá a oficial da famosa escultura do Cavalo Campolina, patrocinada pela ABCCCampolina e criadores apaixonados pela raça. Essa obra imponente, esculpida pelo artista Plástico Zê Vasconcelos, repousa no trevo de acesso ao município e já é admirada por milhares de pessoas.

Pensando em uma solenidade grandiosa, ABCCCampolina optou por realizar uma inauguração oficial, com a presença da diretoria, dos representantes dos núcleos da raça espalhados pelo Brasil, criadores, usuários e outros admiradores do Cavalo Campolina. E para que tudo saia como previsto, a organização ganhou reforço extra do Núcleo Oeste Mineiro dos Criadores do Cavalo Campolina, sediado em Divinópolis (MG), a comitiva Os Tropeiros, que tem grade experiência em cavalgadas, e do criador Nelson Grassi, do Haras Dona Flor, em Pará de Minas (SP).

Grassi, que promove e participa de muitas cavalgadas em sua região , entende que são nelas que a funcionalidade do Cavalo Campolina se confirma. Com apenas dois cavalos já viajei até Aparecida do Norte, em São Paulo. É como dizia o criador Márcio de Andrade: O Campolina é um cavalo forjado para transpor montanhas nas longas cavalgadas, relembra Grassi, ressaltando que a raça vive um momento de transição de mercado e que essa exposição da marcha Campolina se faz mais necessária do que nunca.

O grupo passará perto de trechos da Estrada Real que foram decisivos à constituição do Cavalo Campolina, como a Linha Férrea de Queluz, em Queluzito (MG), palco da lendária cavalhada organizada por Cassiano Campolina em homenagem ao Imperador Dom Pedro II, que resultou no início da seleção do Cavalo Campolina. Segundo a lenda, desconsolado pela derrota, ele se dirigiu ao monarca prometendo-lhe uma possível revanche. Pensando nisso e também nas demandas existentes na época, passou a selecionar seu plantel por porte, andamento e agilidade.

Cronograma A inscrição para a Cavalgada das Cavalgadas custará R$ 250,00. Podem participar cavalos e mulas de qualquer raça, mas apenas aqueles montados num Campolina ou mula Pêca registradas (hibrido do jumento Pêga em égua Campolina) concorrerão a prêmios que serão sorteados. Um caminhão e três motos darão todo suporte necessário, além de um veterinário e um ferrageador. O pacote inclui ainda feno para os animais, lanches e muita moda de viola ao longo do percurso.

Cavalos poderão ser alugados com o criador Adriano Trindade, que se encarregará de entregá-los e retirá-los ao fim da cavalgada. Uma festa fechada, regada de muita música e uma churrascada à moda gaúcha, encerram a cavalgada.

Paradas – Um dia antes do início da cavalgada, 3 de setembro, todos se reunirão em uma grande confraternização na Pousada Maria Babosa, em Tiradentes, recepcionados pelo anfitrião Wellerson Cabral, diretor do Núcleo dos Criadores do Cavalo Campolina de Tiradentes. A cavalgada começa oficialmente no dia 4 de setembro, bem cedinho (às 7 horas), pela distância que será percorrida até o Rancho Dourado, em Lagoa Dourada (MG).

Essa propriedade pertence ao criador de jumento Pêga, Vicente de Resende, bisneto do Coronel Eduardo José Resende, conhecido por fundar essa raça. Ele está preparando uma grande recepção para a comitiva. Na ocasião, apresentará alguns exemplares de sua seleção, inclusive, muares PÊCA (hibrido do jumento Pêga em égua Campolina), que, segundo ele, são muito valorizadas.

No dia 5 de setembro, o descanso será no Haras Capadócia, de Luciano Henriques de Castro, na zona rural de Entre Rios de Minas. É um criatório de pequeno porte, baseado em algumas matrizes que trazem em suas linhas genética de Desacato, Angelim e Iluminado de Alfenas, que se diferenciam pela beleza do Cavalo Campolina. Na reprodução, faz uso de cobrições vitalícias de Astral do GDF, garanhão que imprime um andamento espetacular.

PROGRAMAÇÃO

3 de setembro Confraternização na Pousada Maria Barbosa, em Tiradentes (MG), e solenidade na praça Largo do Sol, às 19 horas.

4 de setembro Início da cavalgada, às 7 horas, e parada no Rancho Dourado, de Vicente de Resende, em Lagoa Dourada (MG).

5 de setembro Pernoite no Haras Capadócia, de Luciano Henriques de Castro, em Entre Rios de Minas (MG).

6 de setembro Homenagem ao saudoso criador Gastão de Oliveira Ribeiro Resende Filho, Missa Campal em Entre Rios de Minas, passagem pelo Hospital Cassiano Campolina, inauguração da Escultura do Cavalo Campolina e festa de encerramento.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Sistema de Gestão Fundiária ganha prêmio de inovação na gestão pública

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) foi selecionado como a melhor ferramenta digital de Gestão Interna no 17° Prêmio do Congresso de Informática e Inovação na Gestão Pública (Conip). A premiação ocorreu nesta quinta-feira (14), na sede da Fecomercio, em São Paulo (SP). Desenvolvido pelo programa Terra Legal do MDA, o Sigef é utilizado na gestão das terras federais na Amazônia Legal e pelo Instituto Nacional de Colonização de Reforma Agrária (Incra) para a certificação das terras rurais do País

Na avaliação do servidor do MDA e um dos criadores do sistema, Thiago Marra, o prêmio reconhece a excelência do Sigef na modernização das gestões de terras na Amazônia Legal e em todo o País. Esse prêmio é o reconhecimento de um trabalho de mais de dois anos na construção do Sigef. Significa que estamos no caminho certo. Foi um trabalho coletivo, onde vários colegas apoiaram e ajudaram a pensar em como modernizar a gestão de terras no Brasil, destacou Marra ao realçar que o Sigef foi escolhido entre mais de cem iniciativas participantes.

O Prêmio Conip, identifica, reconhece e divulga iniciativas de modernização da administração de todas as esferas governamentais. Esta é a segunda vez que o Sigef é incluído em uma premiação desse gênero no Brasil. Em maio deste ano, o sistema recebeu o Prêmio e-Gov na categoria Administração.

Sigef

A ferramenta entrou em funcionamento em 25 de novembro de 2013, com o objetivo de agilizar a certificação de terras, que é o documento que comprova a regularidade fundiária dos imóveis rurais. A partir desse sistema, a análise humana sobre os processos está eliminada. Com isso, desde que não haja sobreposição de áreas ou inconsistências, o documento é emitido automaticamente. Em oito meses de atividade, já foram certificadas 37,6 mil propriedades rurais, totalizando mais de 33,9 milhões de hectares.

Senar/SC Famílias do meio rural na região sul são profissionalizadas com 53 cursos gratuitos

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), promove neste mês de agosto 51 treinamentos gratuitos na região sul do Estado que beneficiarão 816 famílias de produtores e trabalhadores rurais.

De acordo com o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, a entidade estimula a aprendizagem de maneira harmônica, mudando a visão do homem sobre si mesmo e sobre o mundo em que ele vive.

Na região do Sindicato Rural de Araranguá serão oferecidos os treinamentos de jardineiro em Maracajá, de conservas de hortaliças e temperos em Balneário Gaivota e de confecção de peças do vestuário social e rédeas em Araranguá.

Em Gravatal será ministrado o curso de artesanato com pintura e de reformas e pequenas costuras e em Armazém de produção de própolis. No município de Grão Pará será realizada a qualificação de conservas de hortaliças e temperos.

Na região do Sindicato Rural de Florianópolis serão oferecidas as qualificações de confecção de peças do vestuário social, de beneficiamento e transformação de peixes e frutos do mar e cultivo de plantas medicinais em Governador Celso Ramos; de boas práticas de manipulação de alimentos para agroindústrias, de conservas de hortaliças e temperos e aproveitamento integral de alimentos em Biguaçu; de produção caseira de pães e biscoitos em Palhoça e de boas práticas de manipulação de alimentos para agroindústrias e operação e manutenção de tratores e implementos agrícolas em Florianópolis.

No município de Laguna serão realizados os cursos de reformas e pequenas costuras e beneficiamento e transformação de peixes e frutos do mar; de reformas e pequenas costuras em Imbituba, de artesanato de bordado em Garopaba e de formas associativas do meio rural em Imaruí.

Em Santa Rosa do Sul está previsto o curso de embutidos e defumados de carne de frango e em São João do Sul de aplicação de agrotóxicos. No município de Jaguaruna ocorrem os treinamentos de formas associativas no meio rural, de artesanato com pintura e bordado com patchcolagem. Em Meleiro será realizado o curso de aplicação de agrotóxicos e, em Forquilhinha e Treviso, de confeitaria.

No município de Lauro Muller serão realizadas as qualificações de conservas de hortaliças e temperos, de implantação e manejo de pastagens e bordado com patchcolagem. Em Anitápolis ocorre o curso de manejo de colméia e, em Angelina, de operação e manutenção no corte de árvores e beneficiamento e transformação de peixes e frutos do mar.

Na região do Sindicato Rural de São José serão oferecidas as qualificações de beneficiamento da fibra de bananeira, de beneficiamento e transformação de peixes e frutos do mar em Águas Mornas; de confecção de peças do vestuário social em Antônio Carlos, de artesanato de crochê e tricô em Santo Amaro da Imperatriz; de beneficiamento e transformação de peixes e frutos do mar em Anitápolis; de boas práticas de manipulação de alimentos para agroindústrias e beneficiamento da fibra de bananeira em São Bonifácio e de aproveitamento integral de alimentos e bordado com patchcolagem em São José.

Em São Martinho será realizado o curso de cortes, assados e empanados de frango, em Timbé do Sul de conservas de frutas e artesanato com pintura e em Turvo de licores e sucos e confeitaria.

Os demais treinamentos podem ser encontrados no site do Senar/SC (www. senar.com.br) que traz as especificidades, carga horária, local e data de realização. Para participar, o produtor deve procurar o Sindicato Rural do município.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Nota técnica sobre uso das terras pantaneiras é lançada pela Embrapa Pantanal

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A Embrapa Pantanal apresentou, no último dia 14, uma nota técnica com uma proposta de alternativa para a substituição de paisagens nativas por pastagens cultivadas nas terras pantaneiras. Essa nota foi elaborada a pedido do Instituto do Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul IMASUL para subsidiar a legislação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no Pantanal sul-mato-grossense, tomando como base as exigências feitas pelo Artigo 10 do novo Código Florestal.

As análises da nota técnica consideraram dados sobre a economia e a ecologia da região para definir as porcentagens de supressão vegetal permitidas para o cultivo de pastagens nos diferentes tipos de paisagem do bioma. Segundo dados da nota, estes foram os limites definidos para a substituição de paisagens nativas no Pantanal, de forma a conservar a sustentabilidade ecológica da região:

35% dos cerrados

36% das florestas

45% dos campos não inundáveis

45% dos campos inundáveis*

* quando estes apresentarem alta cobertura do solo por espécies de capins pouco palatáveis, como, por exemplo, o capim vermelho.

Ainda de acordo com a nota técnica, o Pantanal possui, atualmente, menos de 15% de área desmatada. Considerando as porcentagens propostas na nota para a supressão vegetal na planície, a quantidade de área cuja vegetação poderia ser substituída por pastagens dobraria no mínimo em relação à quantidade substituída até hoje. Segundo a chefe-geral da Embrapa Pantanal, Emiko Resende, porcentagens de supressão superiores àquelas definidas pela nota técnica podem comprometer a sustentabilidade ecológica do bioma e, portanto, contrariar as exigências do Artigo 10 do Código Florestal.

A chefe-geral cita ainda a diversificação das atividades econômicas como alternativa para a manutenção da pecuária pantaneira. Produzir as madeiras das cercas na própria propriedade, por exemplo que é o que a Embrapa já está buscando através do Projeto Biomas no Pantanal, financiado pela Confederação Nacional de Agricultura (CNA) no Brasil é uma forma de reduzir, em parte, os custos operacionais do sistema, afirma Emiko.

O turismo ecológico é uma das alternativas de diversificação citadas pela chefe-geral, assim como a monetarização dos serviços de preservação ambiental. É possível fazer com que a sociedade pague pelas ações de conservação, agregando valores à biodiversidade pantaneira e mantendo a vegetação nativa que é um patrimônio fantástico.

Para Emiko Resende, as normas definidas pela nota técnica devem promover tanto a preservação quanto o desenvolvimento do bioma. Nós estamos preocupados em conciliar o uso com a conservação pra promover a sustentabilidade da região. Queremos que esse ecossistema ímpar no mundo continue existindo para as próximas gerações, finaliza a chefe-geral.

Embrapa Pantanal

SKF participa da Fenasucro com novidades para o setor agrícola

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A SKF vai a Sertãozinho, no dinâmico interior paulista, para apresentar a sua ampla variedade de soluções para a agroindústria da cana-de-açúcar. A SKF vem atuando no segmento de agronegócio com foco em produtos, serviços e soluções customizadas. Fornecemos rolamentos, mancais, vedações, rodas dentadas, correntes de transmissões e sistemas de lubrificação centralizada. Apresentaremos soluções que aumentam a produtividade e tornam as operações mais eficientes. A SKF ajuda fabricantes e usuários do setor a se tornarem mais competitivos, explica Fábio Schmidt, consultor de vendas da SKF e um dos representantes da empresa na Fenasucro.

Os recentes números do setor somente elevam a importância do evento para seus participantes. Segundo informações da consultoria Datagro, a safra atual deve atingir 616,5 milhões de toneladas, sendo quase 36 milhões de toneladas de açúcar e mais de 25 bilhões de litros de etanol. O volume será um pouco inferior ao de 2013, por conta de fatores como condições climáticas adversas e políticas de favorecimento ao consumo de gasolina. Ainda assim, os números demonstram uma importância inegável para a economia nacional, o que torna a cadeia produtiva sucroalcooleira um segmento ávido por tecnologias de ponta.

Destaque

Para atender à demanda dessa importante cadeia produtiva, a SKF exibirá, entre outras, soluções de rolamentos e vedações para aplicação em equipamentos agrícolas como colheitadeiras, discos aradores, semeadores e tratores.

Um dos destaques será a tecnologia SKF TKSA 11, que utiliza dispositivos móveis e visualização dinâmica através de gráficos, por meio de aplicativo gratuito para smartphones e tablets, para um alinhamento de eixo preciso, confiável e economicamente viável. A SKF TKSA 11 é o primeiro instrumento de mercado que usa sensores de proximidade indutivos e que guia o usuário de modo intuitivo ao longo de todo o processo de alinhamento de eixo. Os relatórios de alinhamento automáticos gerados dão uma visão geral dos resultados e podem ser facilmente compartilhados. O alinhamento de eixo é recomendado em praticamente todos os setores, inclusive para equipamentos e ferramentas agrícolas, pois possibilita que o tempo de funcionamento da máquina seja significativamente mais alto e que os custos de manutenção sejam reduzidos.

Sobre a Feira

Referência em tecnologia para usinas e agricultores, a Fenasucro é focada em produtos e serviços e cobre os quatro grandes setores dentro do segmento sucroalcooleiro: agrícola, fornecedores industriais, processos industriais, transporte e logística. Um evento que oferece aos visitantes uma visão de toda a cadeia da agroindústria da cana-de-açúcar.

Serviço

Evento: 22.ª Feira Internacional da Indústria Sucroalcooleira – Fenasucro

Data: de 26 a 29 de agosto

Local: Centro de Eventos Zanini

Endereço: Sertãozinho – SP

Horário: das 13h às 20h

Mais informações: www.fenasucro.com.br

Segmento Industrial

A área industrial da SKF atua em duas frentes: venda de produtos e execução de serviços em manutenção industrial. Os produtos da empresa, como rolamentos, correias, polias, acoplamentos e correntes, ajudam a melhorar a transmissão de potência das indústrias e a reduzir os custos das operações com paradas não programadas em máquinas e equipamentos. Por meio da execução de serviços, a companhia faz manutenção preditiva e proativa em sistemas rotativos e ajuda grandes conglomerados a obter mais eficiência na gestão de ativos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Cresce a produção de antígenos para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O Laboratório de Antígenos Veterinários do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) já produziu neste ano 100 mil doses a mais de antígenos para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina. O crescimento da produção é resultado do aumento da demanda por secretarias estaduais de Agricultura de todo o país, que ampliaram a fiscalização no combate às doenças.

As duas doenças são zoonoses, o que significa que elas podem ser transmitidas ao ser humano. Além de impactar na saúde pública, a brucelose e a tuberculose causam prejuízos econômicos à agropecuária brasileira, principalmente em relação à produção de carne e leite.

Ao longo de 2013, o laboratório do Tecpar produziu 8,4 milhões de doses de antígenos, atendendo ao Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (Pncebt), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Nos sete primeiros meses do ano passado, a unidade produziu 3,95 milhões de doses, 100 mil doses a menos do que foi fornecido no mesmo período deste ano (4,05 milhões) esse acréscimo representa uma alta de 2,5% na produção. A tendência é que até o final do ano de 2014 o aumento seja ainda maior.

De acordo com o médico veterinário Rubens Chaguri de Oliveira, gerente do laboratório, a produção aumentou devido à criação de novas legislações estaduais, que formalizaram programas de combate às doenças. O Paraná foi o primeiro estado a ter uma lei que torna mais rigorosa a fiscalização contra a brucelose e tuberculose bovina. Vários estados, porém, estão adotando um rigor maior no controle das doenças, o que aumenta a procura pelos antígenos do Tecpar, explica Oliveira.

ANTÍGENOS

O LAV produz kits para diagnóstico de tuberculose, compostos por frascos de 50 doses de Tuberculina PPD bovina e outras 50 doses de Tuberculina PPD aviária, além de kits para diagnóstico de brucelose, que contêm 200 doses de antígeno acidificado tamponado, 62 doses para prova lenta em tubo e outras 200 doses para prova do anel do leite (ring test).

Pelos acordos de comercialização, o Tecpar entrega em consignação os kits de diagnóstico às secretarias estaduais, que vendem aos veterinários habilitados no Pncebt para diagnosticar as doenças.

DOENÇAS

De acordo com o Ministério da Agricultura, a brucelose, causada pela bactéria Brucella abortus, afeta bovinos, suínos, equídeos, caprinos e ovinos, e não tem cura. A única maneira de evitá-la e impedir a contaminação dos seres humanos é por meio da vacinação de bezerras.

A doença é transmitida, segundo o ministério, de um animal contaminado para o homem, quando há contato com restos de placenta, há a ingestão de leite cru ou mal fervido, ou no caso de a pessoa se alimentar com seus derivados, como queijo, manteiga e nata, feitos com leite cru.

Já a tuberculose, causada pela bactéria Mycobacterium bovis, pode ser transmitida para bovinos, bubalinos, cães, gatos e também ao homem, segundo o ministério. Uma das principais características da doença é o surgimento de caroços que podem ser localizadas em qualquer órgão do animal.

A doença é transmitida de um animal contaminado para o homem quando ocorre o consumo de leite cru ou mal fervido, de derivados feitos com leite cru, a ingestão de carne e seus derivados mal cozidos e a convivência com os animais doentes.

Declarações do ITR 2014 já podem ser entregues

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Teve início hoje,18/8, e vai até 30/9, o prazo para entrega da declaração anual do Imposto Territorial Rural (ITR). O programa para preenchimento está disponível no site da Receita Federal. A declaração é obrigatória para todos os proprietários rurais com áreas acima de 30 hectares. São esperadas 5,2 milhões de declarações.

Os produtores que não fizerem a declaração ficarão impedidos de obter certidão negativa de débitos, documento necessário para o financiamento agrícola e o registro de compra e venda da propriedade. A entrega fora do prazo corresponderá à multa de 1% ao mês sobre o imposto devido que varia de 0,03% a 20% sobre o valor da terra nua – não podendo este valor ser inferior a R$ 50.

Fonte: Assessoria de Comunicação – Faemg

Sumário de Touros Nelore Avanço na Pecuária Tropical

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Cleber Oliveira Soares, Chefe-geral da Embrapa Gado de Corte

Um dos grandes desafios da pesquisa e do desenvolvimento agropecuário é a celeridade em gerar e ofertar tecnologias, produtos, processos, serviços e conhecimentos aplicados às cadeias produtivas. Diretamente associada está a premente necessidade de constante atualização dos sistemas de produção, pelo uso de novos recursos tecnológicos gerados pela pesquisa.

No cenário da produção de proteína de origem animal, o Brasil pecuário se consolidou graças ao clássico tripé: Alimentação Saúde Genética Animal, e, claro, às tecnologias associadas a ele.

Os Sumários de Raças são ferramentas fundamentais para a evolução genética e produtiva dos rebanhos. Esses deram, e continuam dando, suporte para o Brasil tornar-se e manter-se como um dos mais estratégicos celeiros de genética bovina avançada. Destaca-se, aqui, a raça Nelore, sustentáculo para produção de carne brasileira.

Nesse contexto, a Embrapa Gado de Corte disponibiliza à cadeia produtiva da carne, em geral, e em especial aos criadores e selecionadores da raça Nelore, a quarta edição do Sumário de Touros da Raça Nelore do Programa Embrapa de Melhoramento de Gado de Corte – Geneplus. O sumário é fruto de um árduo, criterioso e preciso trabalho que vem sendo desenvolvido desde 1966. Trabalho de altíssima qualidade, com participação de uma diversidade de atores-chaves: do produtor rural e do profissional técnico ao cientista em genética de instituições parceiras.

O primeiro estágio se dá a partir de um plano de trabalho, sob orientação do qual, os criadores participantes do Programa Geneplus-Embrapa coletam os preciosos dados de campo: genealogia e desempenho produtivo e reprodutivo dos animais. Em seguida, sobre estes, uma competente, experiente e dedicada equipe técnica constituída por pesquisadores e analistas se encarrega de aplicar as mais modernas técnicas e ferramentas de avaliação genética e gerenciamento de bases de dados. Desta forma, os dados de campo passam a produzir informações tecnológicas preciosas para a realização, de fato, do melhoramento genético, não apenas dos rebanhos dos criadores participantes do Programa, como de toda a raça Nelore, pela oportunidade do uso de biotécnicas reprodutivas de elevado impacto disponíveis atualmente.

A base de dados que suporta esta tecnologia inclui os dados de progênies nascidas no período de 1996 a 2014 que, depois de submetidos às devidas análises de consistência, totalizaram 1.681.162 animais com registros válidos, relacionados às diversas características. Estamos falando de uma população de 2.107.241 bovinos da raça Nelore.

Esse estratégico ferramental oferta dados e informações cruciais ao produtor rural. Para grande número de características foram estimadas as Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs) diretas e maternas. Além disso, quatro diferentes Índices de Qualidade Genética são apresentados junto às tabelas classificatórias de touros, entre outros importantes resultados.

O Sumário Nelore celebra e torna efetiva a contribuição da Embrapa e do Programa Geneplus-Embrapa na busca de soluções tecnológicas avançadas e adequadas ao atual cenário do melhoramento genético da raça Nelore. Faz jus à importância estratégica dessa raça para a pecuária de corte brasileira e do mundo tropical.

Se o Brasil é o expoente em genética Nelore é porque vale a pena investir em ciência e tecnologia.

O que diria nos dias de hoje o monge austríaco Gregor Johann Mendel?

FMC expande portfólio de Citros com a Linha Fertís

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Com o objetivo de disponibilizar novas soluções tecnológicas para o produtor, a FMC traz a linha Fertís FMC agora para citricultura. São produtos especiais de fácil aplicação, com objetivo de aumentar enraizamento, engalhamento e pegamento de frutos, como resultado trazem maior produtividade e conveniência para o dia a dia do produtor.

Para Citros os produtos em destaque são o Crop+, K-Humate e a Linha Cytonutri, que podem ser utilizados tanto em pomares em formação como em pomares em produção.

O Gerente de Cultura Linha Fertis da FMC, Gustavo Canato, explica sobre os benefícios dessa linha para a cultura. Melhorar a formação da copa, aumentando pegamento dos frutos, tem efeito direto em produtividade e qualidade dos pomares. Incrementar a resistência a estresses climáticos e potencializar a assimilação dos nutrientes pelas plantas, diminui o tempo para colheita dos frutos e contribui para a maior rentabilidade do produtor, destaca Canato que complementa dizendo que a linha Fertis FMC terá em breve novos produtos com foco na qualidade, coloração de frutos e características desejáveis no pós-colheita.

A linha Fertís FMC apresenta como principal diferencial o fato de ter aplicações com baixas dosagens de produto com rápida absorção pelas plantas. Os produtos da Linha Fertis FMC tem objetivo de promover a melhor absorção e assimilação de nutrientes, atuando no metabolismo das planta. Com diferenciais no processo industrial de obtenção, através da seleção de fontes altamente eficientes, aliados a um processo exclusivo de fabricação, faz com que os produtos tenham alta eficácia e resultados superiores no uso pelo produtor, explica Canato.

Portfólio para Citros

A Linha Fertís FMC (Crop +, K-Humate, Cytonutri) comprovando que o manejo nutricional e da fisiologia das plantas é essencial para expressar o potencial genético dos pomares. Conheça um pouco mais dos produtos:

O Crop+ acelera a formação das plantas, incrementa o pegamento dos frutos, aumenta resistência a estresses e contribui para produtividade.

O K-Humate, aumenta a CTC do solo, melhora a absorção de fósforo do solo pela planta e incrementa a absorção de nutrientes.

Linha Cytonutri são produtos especiais que contém nutrientes quelatizados organicamente, promovendo uma rápida absorção e assimilação pelas folhas, com o benefício de ser altamente compatíveis com defensivos utilizados pelos produtores nas aplicações.

Informações sobre o portfólio da FMC no www.fmcagricola.com.br.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Engenharia Agronômica ou Agronomia? Engenharia Agronômica!

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Por José Otavio Menten

Engenheiros agrônomos são formados em cursos de Engenharia Agronômica, assim como engenheiros florestais em cursos de Engenharia Florestal, engenheiros agrícolas em cursos de Engenharia Agrícola, engenheiros de pesca em cursos de Engenharia de Pesca. Agronomia é o conjunto de ciências e princípios que regem a prática da agricultura. Agricultura é a arte e a ciência de produzir animais e vegetais úteis ao homem, respeitando o ambiente (recursos naturais) e as pessoas. Agronomia também pode ser entendida como sinônimo de ciências agrárias. Com este significado, Agronomia envolve as Engenharias Agronômica, Florestal, Agrícola e de Pesca/de Aquicultura. É com este entendimento que o sistema CONFEA/CREAs emprega o termo: Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. Na Agronomia estão contempladas todas as engenharias das agrárias. As suas Câmaras Especializadas de Agronomia incluem todas as engenharias citadas. As ciências agrárias ainda incluem medicina veterinária, zootecnia e ciência dos alimentos.

Assim, embora possa existir uma escola de Agronomia, onde pode ser oferecido um ou mais dos cursos de engenharia citados, não existe um curso de Agronomia. Este curso seria para formar agrônomos. A partir de 1933, através do Decreto Federal 23.196/33, foi regulamentada a profissão do engenheiro agrônomo ou agrônomo, na época considerada sinônimo. Entretanto, desde 1946, através do Decreto Lei 9.585/46, fica oficializado que os estabelecimentos de ensino superior concedem o título de engenheiro agrônomo aos seus diplomados. O sistema CONFEA/CREAs, instituição que concede os títulos profissionais, contempla apenas o título engenheiro agrônomo, e não Agrônomo. Entretanto, o MEC (Ministério da Educação), em sua Resolução CNE n. 1 , de 2006, define as Diretrizes Curriculares do Curso de Engenharia Agronômica ou Agronomia. Embora no Artigo 5 desta Resolução cite apenas Engenharia Agronômica, no seu conteúdo promove o conceito dos termos serem sinônimos. Isto leva um situação que necessita ser esclarecida, já que as instituições de ensino tem o direito de definir o título acadêmico de seus formados. Esta situação induz a posicionamentos como o do Guia do Estudante, publicação muito conhecida, que mantém o nome Agronomia para os Cursos de Engenharia Agronômica.

Desta forma, existiam cadastrados no MEC (Senso da Educação Superior, DEED/INEP/MEC), em 2012, 29 Cursos de Engenharia Agronômica, oferecendo 2.143 vagas em Instituições públicas (federais e estaduais) e privadas, e 233 Cursos de Agronomia, oferecendo 18.389 vagas, em instituições públicas (federais, estaduais e municipais) e privadas. Qual a diferença entre os cursos de Engenharia Agronômica e Agronomia? O primeiro forma engenheiros agrônomos e o segundo agrônomos? Existe diferença na carga horária e na matriz curricular dos cursos? As atribuições profissionais de engenheiros agrônomos e agrônomos são distintas? Como as respostas são negativas, não existe razão de se manter o termo equivocado para o curso de agronomia, assim como não se deve mais usar o termo agrônomo para o profissional formado por estas escolas.

O que temos no Brasil são cursos de Engenharia Agronômica que formam engenheiros agrônomos. A Lei Federal 5.194/66 regula a profissão de engenheiro agrônomo. Não emprega o termo agrônomo. Da mesma forma, a Resolução 218/73, do CONFEA, que trata das diferentes modalidades profissionais, cita apenas engenheiro agrônomo.

A sugestão é que o MEC promova nova redação da Resolução 1/2006, deixando claro que o curso é Engenharia Agronômica. E que este entendimento seja amplamente divulgado para que as instituições de ensino corrijam o nome do curso que oferecem, utilizando o termo correto: Engenharia Agronômica. Isto vai facilitar o entendimento da sociedade, em especial dos jovens, ao decidirem o curso que vão escolher. Ainda hoje existe muita dúvida sobre este assunto. Agronomia deve ser utilizado com o significado de ciência ou como sinônimo de ciências agrárias. Engenheiros agrônomos são formados nos cursos de Engenharia Agronômica e não Agronomia. E não existem agrônomos. Existem engenheiros agrônomos!

Por José Otavio Menten, presidente do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS), vice-presidente da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), Eng. Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia, Pós-Doutorados em Manejo de Pragas e Biotecnologia, Professor Associado da USP/ESALQ.

Bayer Bovinos realiza treinamento para melhorias na produção leiteira em Não-Me-Toque no RS

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A Bayer Unidade Bovinos e a Cotrijal preocupam-se constantemente com o atualização técnica das suas equipes. Recentemente a Bayer realizou em Não-Me-Toque, RS, o treinamento sobre cuidados com a produção leiteira para a equipe técnico-comercial da Cotrijal. O encontro reuniu 58 colaboradores e discutiu assuntos relevantes como: o aumento na produtividade leiteira relacionado aos cuidados sanitários no rebanho.

A principal preocupação dos responsáveis pela divisão comercial da Cotrijal, Jair e Ana Cristina é preparar cada vez melhor sua equipe para os crescentes desafios no mercado.

Assim, de forma interativa e dinâmica, os médicos veterinários da Bayer, Humberto Calefi e Matheus Tassori lideraram o treinamento. Iniciativas como esta nos faz acreditar cada vez mais que o Brasil estará preparado para assumir com eficiência sua posição de liderança no cenário do agronegócio, comentou Humberto Calefi da Bayer.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Bayer Saúde Animal Unidade Bovinos

Aurora lança o queijo minas padrão inteiro e meia lua

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O Queijo Minas Padrão é brasileiro por excelência e a sua fabricação vem desde os tempos coloniais. Muito conhecido como Minas Curado, ele apresenta uma massa macia, suave e de cor ligeiramente amarelada. Maturado, firme e macio com maior tempo de validade em relação ao frescal. É muito consumido no café da manhã , também em lanches e acompanhado com goiabada.

O Queijo Minas Padrão possui nutrientes do leite (cálcio e proteínas) e textura macia e fácil de fatiar.

A Aurora inicia a produção dessa delícia na unidade de Vargeão (SC) na segunda quinzena de julho para promover o lançamento na região sul do Brasil em agosto. Para maior praticidade do consumidor, será oferecido em dois formatos: inteiro (peso de 700 gramas) e em meia lua (350 gramas) adequados para diferentes canais.

Pela sua natureza láctea, deve ser conservado refrigerado e tem validade de 150 dias. Depois de aberto, o consumo deve ocorrer em até 10 dias.

Em protetora embalagem Cryovac, será distribuído em caixa de embarque com 12 peças em ambas as versões.

No formato Inteiro terá 8,4 kg de peso (cada peças com mais ou menos 700g) e, na versão meia lua, 4,2 kg de peso (cada peça com mais ou menos 350g).

Grande presença no café da manhã dos brasileiros e em lanches pode ser consumido a qualquer hora dia. O público-alvo abrange adultos e crianças de idades variadas. Consumido em todas as classes sociais.

O produto será comercializado no autosserviço, varejo, padaria, atacado e casa de laticínio. A comunicação publicitária inclui divulgação em site e material para as equipes de vendas. Sua inclusão no mix da Aurora agregará valor ao varejista e imagem de marca.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Aquisição de novos talentos coloca o Brasil em destaque nos planos da Merial Saúde Animal

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A Merial, líder mundial em saúde animal, alinhada com seus novos desafios globais sinaliza desde o início do ano que aposta no Brasil como uma importante plataforma de exportações de produtos veterinários.

O ano de 2014 começou com a chegada do novo diretor presidente, Jorge Espanha ao comando da companhia. Espanha, que já havia passado por 10 anos a frente da operações de saúde animal da Pfizer no país, em pouco mais de três meses na Merial, anunciou um dos mais importantes investimentos dos últimos tempos da empresa, mais de R$120 milhões na construção de uma nova fábrica para a produção de vacinas contra a febre aftosa no país.

Em seu próximo passo no fortalecimento da Merial, Jorge Espanha acaba de anunciar a contratação de quatro novos talentos em áreas em áreas consideradas essenciais para assegurar o desenvolvimento estratégico das atividades, e garantir elevado padrão de atendimento em sua atuação no mercado brasileiro.

Nesse primeiro momento os núcleos ligados às atividades nas áreas regulatória, suporte e desenvolvimento de novos negócios, e comunicação corporativa serão as unidades que receberão os novos gestores.

Nossos objetivos para os próximos anos são claros: reforçar nossa liderança em mercados expressivos como antiparasitários, vacinas e servir cada vez melhor aos nossos clientes diretos e produtores. Continuaremos com investimentos fortes em PD&I e parcerias estratégicas, aponta Espanha.

Patrícia Schwarz é a nova gestora de assuntos regulatórios

Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com extensa experiência na área, Patrícia teve longa passagem pela Boehringer Ingelheim do Brasil, e em seu novo desafio na Merial terá atuação alinhada com a LAPAC, braço da multinacional para negócios na América Latina e Pacífico. Entre seus principais objetivos o foco será a manutenção e ampliação das sólidas relações com o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e entidades relacionadas.

Miguel Fracasso assume a área de gestão aos negócios

Com o objetivo de garantir foco na excelência comercial e desenvolver canais sinérgicos entre planejamento e demanda, Miguel Fracasso é o novo gestor de suporte aos negócios da Merial. Miguel tem formação em engenharia de controles e automação pelo Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), com MBA em Gerenciamento Estratégico pela FIA (USP), e atuação anterior nas empresas VISA Vale e como coordenador de suporte à força de vendas na Roche Farmacêutica.

Cláudia Barros é a nova gerente de marketing corporativo

Após mais de dez anos de experiência nas áreas de comunicação e marketing da Accor, Cláudia Barros terá como principais objetivos a integração de todas as plataformas de comunicação internas e externas da companhia garantindo um fluxo alinhado com as novas diretrizes da empresa. Cláudia tem formação pela Universidade Paulista (UNIP), MBA em Gerenciamento Estratégico pela FIA, Pós Gradução em Administração pela FAAP e especializações em Branding, na ESPM.

Fabiana Vasconcelos assume a gestão de desenvolvimento de novos negócios

Fabiana Vasconcelos, profissional com sólida experiência na indústria farmacêutica, é a nova Gestora de Novos Negócios da Merial. Fabiana terá desafios tanto para apoiar o crescimento da empresa em novas frentes e oportunidades, quanto na administração dos ciclos de vidas do portfólio atual de produtos. Tendo atuado anteriormente na Medley e EMS, Fabiana tem formação em Farmácia pela PUCCAMP, MBA pela FGV, além de especialização em Comunicação e Marketing com os Mercados pela ESPM.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Cooperja inicia Programa Mulheres Cooperativistas

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O Programa Mulheres Cooperativistas, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), teve início na última semana, na Cooperja de Jacinto Machado. O primeiro encontro, de sensibilização, foi conduzido pelo pedagogo, especialista em Juventude Contemporânea e em Cooperativismo com ênfase na Organização do Quadro Social, Ney de Almeida Guimarães, e contou com a presença da coordenadora de Promoção Social do Sescoop/SC, Patricia Gonçalves de Souza.

A formação tem por objetivo promover a sustentabilidade da cooperativa e do cooperativismo por meio da educação cooperativista e do aprimoramento dos conhecimentos necessários à melhor participação e organização das mulheres no quadro social das cooperativas.

Guimarães salienta que, por meio dessa iniciativa, as participantes conhecem o cooperativismo, as cooperativas nas quais estão incluídas e têm a oportunidade de formar o núcleo feminino. A mulher por vocação é educadora. Ela tem maior envolvimento e, ao perceber a essência do cooperativismo, começa a disseminar a prática. Quando elas compreendem o que é o programa, acolhem e o grau de fidelidade é muito grande”, comenta.

A coordenadora social da Cooperja, Elisabete Biz dos Santos, enfatiza que o Programa Mulheres Cooperativistas veio de encontro ao trabalho que a cooperativa havia iniciado por meio da formação de Núcleos femininos. A formação nos oferece subsídios para trabalhar melhor os grupos de mulheres, objetivando a capacitação para desenvolver atividades na cooperativa e na comunidade, ressalta.

A Cooperja conta com participação de 39 mulheres dos Núcleos Femininos de Tenente e de Pinheirinho do Meio. A formação possibilita uma transformação positiva, desenvolvendo mais lideranças femininas. Com isso, as mulheres crescem e a Cooperja e a comunidade se beneficiam, conclui Elisabete.

A formação tem duração de 96 horas e está estruturada em quatro etapas: preparação, lançamento, formação modular e implantação de núcleos femininos. A etapa de formação é composta por seis módulos de 16 horas cada e finalizada com encerramento de entrega dos certificados. A duração média é de quatro meses, com periodicidade de duas aulas mensais, ministradas quinzenalmente de acordo com cronograma a ser definido juntamente com a cooperativa parceira do programa.

QUILOMBO E PALMITOS

O segundo módulo do Programa foi desenvolvido, na última semana, em Quilombo com a participação de esposas de líderes associados da Cooperalfa, e em Palmitos, onde participam associadas e esposas de associados da Cooper A1. O segundo módulo é ministrado pela instrutora Gianne Gemeli Wiltgen e aborda o Desenvolvimento Interpessoal e Relacionamento Familiar. Essa etapa oferece às participantes conhecimento acerca de si mesmas, investigando e mostrando a influência dos modelos familiares no modo de lidar com as pessoas e nas famílias que constituíram. Além disso, discute as principais dificuldades vividas pelas famílias e as possíveis saídas para viver melhor.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Corregedoria dispensa produtores de registro de reserva legal em cartórios

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Desde o dia 4 de agosto, produtores rurais do Estado não precisam mais pagar para fazer a averbação de reserva legal de imóveis em cartórios. A Circular nº 165, expedida pela Corregedoria do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, determina apenas a apresentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que pode ser preenchido gratuitamente por meio do site http://www.car.gov.br/.

Em 4 de junho deste ano, o governador do Estado, Raimundo Colombo, assinou o Decreto nº 2.219, justamente desobrigando os produtores a fazerem o registro da reserva legal. No entanto, os cartórios continuavam cobrando dos agricultores a averbação. Para o gerente de cooperativismo da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Paulo von Dokonal, a decisão da Corregedoria beneficia principalmente os pequenos agricultores.

A averbação custava caro e era obrigatória para que os produtores pudessem pegar financiamentos. Com o novo Código Florestal, a averbação foi substituída pelo CAR, mas os cartórios continuaram cobrando. Era preciso uma decisão da Corregedoria, lembra. Dokonal orienta que os produtores rurais que ainda não fizeram o CAR, preencham o cadastro e não façam a averbação: Se o produtor quiser vender a propriedade, por exemplo, e vai ao cartório sem o CAR, ele terá que pagar de qualquer maneira. Além disso, a averbação é irreversível. O CAR possibilita fazer pequenas retificações depois de preenchido, sem custo.

Para conferir à Circular na íntegra acesse http://www.oab-sc.org.br/upload/CIRCULAR16504-08-14CGTJSC.pdf

Fonte: Assessoria de Imprensa

Piá apresenta primeiro leite fresco Zero Lactose do Brasil na Expoagas 2014

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Com mais de quatro décadas de expertise na fabricação de produtos, destacando leites, iogurtes e doces de frutas, a Cooperativa Piá apresenta na Expoagas 2014 três lançamentos que visam ampliar seu mix e oferecer mais opções para os consumidores.

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Entre as novidades está o primeiro leite fresco Zero Lactose do Brasil, que integrará a nova linha Frische Milch, composta, ainda, pelas versões Integral e Desnatado. Este lançamento surge depois de muitos estudos, pesquisas e investimentos em equipamentos de última geração realizados pela indústria, destaca o presidente da Cooperativa, Gilberto Kny.

Mais conhecido como leite de saquinho, o leite fresco comum tem validade de cinco dias. O leite fresco da Piá passará por um tratamento especial em um equipamento importado da Alemanha, que elimina 98% das bactérias e permite que a bebida tenha validade de até 12 dias dentro de uma embalagem cartonada. Teremos produtores certificados somente para fornecer a matéria prima exclusivamente para esta linha, explica o executivo.

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A Cooperativa também amplia sua já existente linha de leites UHT, com as versões Zero Lactose e o Rico em Cálcio e vitaminas A e D. Esta é a primeira vez que se produz leite fresco e UHT sem lactose no Rio Grande do Sul. Atualmente, os que são comercializados aqui vem de Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás, informa Kny.

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Outra novidade apresentada na Expoagas pela marca é o iogurte grego Yos Light. Nessa nova composição, o produto chega ao mercado no sabor Tradicional Adoçado, nos exóticos Romã com Cranberry e Physalis, além de Laranja, Cenoura e Mel.

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Já a linha regular do Yos ganha os sabores Banana Caramelada, Apfelstrudel e Nuts Mix. Nosso objetivo é evoluir sempre, investindo em qualidade e apresentando novos produtos que estejam alinhados com aquilo que o nosso consumidor procura e deseja, finalizou Kny.

Mais informações:

Fundada em 29 de outubro de 1967, a Cooperativa Piá nasceu movida pelo espírito de união de seus integrantes. Desenvolver a economia através do cooperativismo, proporcionando qualidade de vida aos seus associados e as suas, aproximadamente, 3,8 mil famílias, e fabricar produtos com excelência são os seus principais objetivos.

Atualmente, possui 1,4 mil funcionários e 20 mil associados, sendo 2,5 mil produtores de leite e mais de mil produtores de frutas, que fornecem matéria-prima de forma quase diária. Gera, cerca de, 10 mil empregos indiretos.

Com equipamentos modernos, processa 550 mil litros de leite por dia e produz quatro mil toneladas de polpas de frutas. Além da indústria de laticínios e da indústria de processamento de frutas, conta ainda com duas fábricas de rações e uma rede de supermercados e agropecuárias com 18 lojas. Na ponta final, são quatro milhões de consumidores em quatro estados brasileiros que compram os mais de 265 produtos da empresa de Nova Petrópolis, em 15 mil pontos de vendas.

Em 2013, o crescimento da Piá teve seu auge, quando alcançou R$ 600,6 milhões de receita bruta de vendas e R$ 531,3 milhões de receita líquida. As perspectivas para 2014 são bastante otimistas. Com base nos lançamentos de produtos, mudanças de embalagens e no investimento constante na marca, a Cooperativa espera ter uma receita bruta de R$ 648,1 milhões, o que representaria um crescimento de 7,9% em relação ao ano passado.

A Piá anunciou no ano passado investimentos de R$ 46 milhões na ampliação e modernização da indústria de laticínios, que ficarão prontas até o final de 2014. Com elas, a Cooperativa vai adquirir uma capacidade nominal de produção de 80 mil toneladas / ano em iogurtes e bebidas lácteas, ou seja, 175% a mais do que é hoje. Parte desse aporte também foi aplicado em dois grandes projetos: a nova indústria de processamento de frutas, que já começou a funcionar e ampliou a capacidade na linha de produção de polpa de frutas, que era de 2,5 toneladas / hora, para 10 toneladas hora, e o novo Centro de Distribuição (CD) localizado em Ivoti, que vai agilizar o abastecimento do Vale do Sinos e Grande Porto Alegre e movimentar 2,5 mil toneladas de produtos, entre leite, iogurtes, achocolatados e queijos.

Fonte: Assessoria de Imprensa

FMC orienta produtores sobre nematoides na soja em Luis Eduardo Magalhães (BA)

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Segundo diferentes pesquisadores, os nematoides têm potencial para causar até 70% de danos no cultivo da soja. Diante desse cenário, ao lado do produtor rural contribuindo com o manejo de importantes pragas e produtividade no campo, a FMC Agricultural Solutions lança na Bahia novo manejo para controle de nematoides para soja com o nematicida/inseticida Rugby 200 CS aplicado com o sistema PulverEasy. O evento será amanhã, quarta-feira (20), às 19h30, no Hotel Saint Louis, Rua Jk Qd.05 Lt.03/04 976, Jardim Paraíso. O Encontro contará com o nematologista Jaime Maia dos Santos, que abordará todos os tópicos sobre nematoides. Informações técnicas sobre a eficiência do produto Rugby 200 CS também serão realizadas.

Lançamento Rugby

O Rugby 200 CS aplicado no sulco de plantio promove a proteção do sistema radicular da soja, essa solução inova o portfólio de produtos para a cultura complementando a já conhecida solução tecnológica para tratamento de sementes que traz um excelente controle de insetos sugadores e mastigadores, o inseticida Rocks.

O gerente de Produtos para Tratamento de Sementes e Solo da FMC, Michel Nessrallah, ressalta sobre a importância da nova tecnologia para a soja. Essa nova proposta de manejo que a FMC traz para o produtor rural é uma solução combinada, entre o produto Rugby 200 CS, altamente eficaz e o sistema de aplicação, o PulverEasy, um aplicador especialmente desenvolvido para trazer precisão e uso em larga escala no campo. Esse sistema permite que o produtor obtenha um controle dos nematoides no campo muito superior aos métodos disponíveis até o momento. Foram conduzidas 40 áreas de soja tratadas com o Rugby e no sistema PulverEasy, e o incremento médio de produtividade foi de 6 sacas a mais por hectare em relação a áreas não tratadasdestaca o gerente.

Nessrallah explica outros benefícios do produto. A nova tecnologia permite uma aplicação eficaz no campo, com um rápido início do controle dos nematoides, flexível, pode ser aplicado nas mais variadas situações e manejos, conta com residual prolongado protegendo a raiz da planta por um tempo muito superior aos tratamentos de sementes utilizados atualmente, destaca. Informações sobre o portfólio completo nowww.fmcagricola.com.br.

Outras cidades

Outros Estados também recebem o mesmo evento, como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Tocantins e Rio Grande do Sul, entre julho e agosto deste ano.

Nematoides.com.br

Desde 2009, a FMC criou e disponibilizou o site www.nematoides.com.br que virou referência para pesquisas e informações sobre nematoides no mercado com banco de informações sobre as principais culturas atacadas pelos nematoides com consultoria On Line com grandes especialistas da Nematologia brasileira.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Monsanto abre inscrições para o Programa de Estágio Corporativo 2015

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A Monsanto do Brasil abre esta semana o processo seletivo para o Programa de Estágio Corporativo 2015. As inscrições vão de 19 de agosto a 24 de setembro. No total, serão oferecidas aproximadamente 90 vagas para 13 localidades: São Paulo/SP, Campinas/SP, Santa Cruz das Palmeiras/SP, São José dos Campos/SP, Ipuã/SP, Itaí/SP, Uberlândia/MG, Paracatu/MG, Santa Helena de Goiás/GO, Goiânia/GO, Campo Verde/MT, Camaçari/BA e Petrolina/PE.

O programa de estágio corporativo 2015 contempla as áreas de Biotecnologia e Melhoramento Genético, Assuntos Regulatórios, Engenharias (Produção, Processos, Projetos, Manutenção), Supply Chain (PCP, Melhoria Contínua, Planejamento, Processos, Logística, Compras, Comércio Exterior, Contas a Pagar), Qualidade, SSMA (Saúde, Segurança e Meio Ambiente), Tecnologia da Informação, Desenvolvimento Tecnológico, Vendas e Marketing, Comunicação, Recursos Humanos, Finanças e Áreas Administrativas. No ato da inscrição os candidatos poderão definir as suas preferências em relação às áreas de atuação.

Após o término do estágio, existe a possibilidade de contratação na área de formação ou em outras áreas, de acordo com o desempenho do candidato. Em média, 50% dos estagiários contratados são efetivados na empresa.

Aline Cintra, gerente de Aquisição de Talentos da Monsanto do Brasil, ressalta que a companhia, pioneira em biotecnologia e uma das empresas que mais converte parte do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento, busca jovens comprometidos, com pontos de vista, ideias e experiências diferentes e que valorizem os relacionamentos entre as pessoas. A Monsanto é referência em agronegócio em todo o mundo e cultivamos um ótimo ambiente de trabalho, sendo reconhecidos há 15 anos consecutivos pelos principais rankings de gestão de capital humano como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

Os selecionados começam a estagiar na Monsanto em janeiro de 2015. As inscrições podem ser feitas pelo site www.across.com.br/monsanto.

Fonte: Assessoria de Imprensa

John Deere é eleita, pelo quarto ano consecutivo, uma das melhores empresas para trabalhar

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Pelo quarto ano consecutivo, a John Deere foi eleita como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil. No ranking de 2014, a empresa está listada na 17ª posição na categoria Grande Porte um salto de 11 colocações em relação a 2013. Esta é a sétima vez que a companhia vence um dos principais prêmios do mundo em melhores práticas corporativas.

Thomas Peuntner, Diretor de Recursos Humanos para a América Latina, representante da empresa no prêmio, entregue nesta segunda-feira (18) no Espaço das Américas em São Paulo, ressalta a importância da empresa manter-se bem colocada no ranking.

A John Deere tem no Brasil um foco estratégico de crescimento, tanto que já temos mais de 4 mil funcionários em diversas regiões. Todos seguem, como filosofia de trabalho, os quatro principais valores incorporados pelo nosso fundador: integridade, qualidade, comprometimento e inovação. Por isso, podemos dizer que o engajamento e a identificação destes colaboradores com esses valores são algumas das razões para que a John Deere seja considerada uma das melhores empresas para se trabalhar, destaca Peuntner.

O prêmio Great Place to Work é realizado no Brasil pelo Instituto GPTW, em parceria com a revista Época. Este ano a participação bateu recorde: 1.276 empresas concorreram para serem eleitas as melhores organizações corporativas do Brasil. No mundo, a análise de ambientes corporativos compreende 6.200 empresas, representando mais de 12 milhões de colaboradores.

Para a montagem do ranking são levados em conta dois índices que se complementam: um respondido pelos funcionários (Trust Index) e outro pela empresa (Culture Audit). A primeira explica o que é um excelente lugar para trabalhar na visão dos funcionários, enquanto o segundo permite compreender o que é um excelente lugar para trabalhar na visão da liderança.

É nosso desafio diário promover uma gestão eficiente e o constante desenvolvimento de talentos. Para a empresa, não basta oferecer salários competitivos, é preciso proporcionar um ambiente no qual os funcionários possam crescer, sentir orgulho do que fazem e serem valorizados por isso. O engajamento dos funcionários é o maior benefício de um ótimo ambiente de trabalho, ressalta Thomas Peuntner.

Essa é a sétima vez que a John Deere vence o prêmio, e a quarta vez consecutiva. A companhia debutou no ranking em 2000, vencendo também em 2001. Depois voltou a vencer em 2008 e segue presença constante desde 2011.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Criadores de suínos comemoram aumento de 40% no preço da carne

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

O preço baixo do milho está ajudando os criadores de porcos.

No Rio Grande do Sul, Ivo Feranti, de Erechim, região norte do Estado, produz cerca de 450 animais por mês e está satisfeito com o preço.

O custo de produção baixou e o preço do suíno subiu, então ficou melhor para o produtor hoje, para trabalhar, para poder investir na atividade também”, diz.

De acordo com a Associação de Criadores do Rio Grande do Sul (ACSURS), o preço médio do quilo do suíno vivo é de R$ 3,94 (pesquisa de 11/8), maior cotação do ano. Em relação a agosto do ano passado, o preço está 40% mais alto.

O milho e a soja são os principais ingredientes da ração dos animais. O preço da saca de milho caiu 15% em relação ao ano passado e a tonelada do farelo de soja está 22% mais barata só este ano.

“O melhor reflexo desse custo, da queda no custo de alimentação, ele vai se dar no animal que o produtor vai comercializar em novembro, dezembro, porque esses animais que estão saindo hoje para comercialização são animais que ainda comeram a alimentação com custo mais alto. A tendência é de nós continuarmos tendo preços estáveis e essa queda do custo de produção, o que vai deixar uma margem bastante satisfatória para o produtor, diz Valdecir Folador, presidente da Associação dos Criadores de Suínos/RS.

Outro fator que ajuda o setor são as exportações. O preço do porco lá fora está 18% mais alto do que nesta mesma época do ano passado.

Fonte: G1

Embalagens de plástico verde reduzem desperdício e dão mais segurança

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Desenvolver embalagens ecologicamente viáveis e que aumentem a vida de prateleira dos alimentos, reduzindo perdas e deterioração das frutas e hortaliças. Esse desafio motivou pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos, no Rio de Janeiro (RJ), em colaboração com o Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Ufrrj), a desenvolverem um filme ativo de polpa de acerola, com características antioxidantes e antimicrobianas. É uma alternativa para a agroindústria brasileira, que ainda utiliza muitas embalagens plásticas sem funcionalidade e com impacto negativo para o meio ambiente.

Mais que uma barreira física, atualmente as embalagens podem atuar como fator ativo na segurança dos alimentos, na conservação e na manutenção da qualidade. Embalagens ativas têm sido utilizadas como uma das tecnologias mais promissoras para preservar alimentos perecíveis como pães, biscoitos, queijos, carnes, frutas entre outros. O filme de amido de mandioca adicionado de polpa de acerola e óleo essencial de cravo, passível de ser comestível, aponta para esse cenário. O bioplástico de polpa de acerola possui características antioxidantes, devido ao alto teor de vitamina C e betacaroteno, e microbianas, graças à ação fungicida do óleo essencial de cravo. O material representa uma inovação para a agroindústria e contribui para a redução do desperdício de alimentos. O produto foi desenvolvido pela pesquisadora Mônica Guimarães Farias, doutoranda em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, sob a supervisão do pesquisador Carlos Piler, da Embrapa Agroindústria de Alimentos. “Percebo que há uma visão maior para a sustentabilidade nos negócios e um interesse da indústria na utilização de plásticos com características ativas e biodegradáveis”, analisa Mônica.

Redução do desperdício
No âmbito mundial, cerca de um terço dos alimentos produzidos anualmente para o consumo humano é desperdiçado. Isso equivale a cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) confirmam que estes alimentos seriam suficientes para alimentar cerca de dois bilhões de pessoas ao redor do mundo. Na América Latina e Caribe se perdem e se desperdiçam mais alimentos do que os necessários para satisfazer as necessidades das 47 milhões de pessoas que ainda sofrem de fome na região.

As perdas e desperdícios de alimentos ocorrem ao longo de toda a cadeia alimentar: 28% se dão no âmbito do consumidor; 28% da produção; 17% no mercado e distribuição; 22% durante o manuseio e armazenamento e os 6% restantes na etapa de processamento. No Brasil, os estudos do pesquisador Antonio Gomes, da Embrapa Agroindústria de Alimentos, revelam que o problema do desperdício se concentra principalmente no transporte, manuseio, embalagens e a forma de comercialização de alimentos in natura, que não são adequados.

Nessa interface com os consumidores, as embalagens ativas e inteligentes devem contribuir efetivamente para a redução de perdas quantitativas e qualitativas durante a armazenagem, o transporte e a distribuição. A utilização do filme ativo aumenta a vida útil de frutas e vegetais, reduzindo perdas. As embalagens ativas protegem o alimento e têm a capacidade de inibir o crescimento de microrganismos, garantindo a qualidade e as propriedades sensoriais dos alimentos.

Para a produção do filme de acerola, é utilizado um agente fungicida natural, o óleo essencial de cravo, que se mostrou eficaz na inibição do crescimento do Penicillium sp., agente causal dos bolores de coloração azul ou verde em frutos cítricos, como laranja, limão e tangerina. Esse fungo causa o apodrecimento mais rápido das frutas acarretando prejuízos aos produtores e comerciantes, além de induzir reações alérgicas em pacientes sensíveis, o que representa uma ameaça à saúde do consumidor.

Embalagens biodegradáveis
As embalagens representam um terço do lixo doméstico e cerca de 80% delas são descartadas após serem usadas apenas uma vez. As embalagens plásticas convencionais contribuem para o esgotamento de aterros e lixões, morte dos animais, poluição das paisagens, entre outros impactos ambientais. O polipropileno, plástico derivado do petróleo, é uma das matérias-primas mais comuns de embalagens de alimentos e bebidas, contribuindo para esse cenário. No Brasil, aproximadamente um quinto do lixo é composto por embalagens, ou seja, cerca de 30 mil toneladas desse tipo de lixo vão diariamente para os depósitos de lixo.

O problema ambiental motiva a substituição dos plásticos convencionais derivados do petróleo por plásticos biodegradáveis ou comestíveis. Os biodegradáveis degradam-se completamente no meio ambiente em pouco tempo. Os microrganismos, quando em contato com esse material, secretam enzimas que quebram suas moléculas em partículas cada vez menores. Enquanto um plástico convencional demora de quatro a cinco séculos para se decompor, o biodegradável se decompõe em poucos anos.

O recente relatório publicado pela consultoria TechSci Research revela que o mercado europeu para plásticos biodegradáveis tem previsão de crescimento de 12% no período de 2014 a 2019. “O crescimento do mercado está sendo sustentado por vários fatores, como o aumento da consciência ambiental entre os consumidores, a aplicação de leis favoráveis ao meio ambiente e a crescente pesquisa e desenvolvimento do setor de plásticos biodegradáveis tanto no setor público, quanto no privado”, afirma Karan Chechi, diretor de Pesquisa da TechSci Research.

A utilização de plásticos biodegradáveis tem aumentado significativamente em indústrias para o usuário final, tais como embalagens, produtos descartáveis de plástico e têxteis. Percebendo os benefícios oferecidos por plásticos biodegradáveis, vários estudos estão em andamento para melhorar a viabilidade comercial dessas aplicações no Brasil e em outros países. O custo do plástico biodegradável ainda é em média três vezes maior que o convencional. A maioria das empresas que investe nesses produtos tem como interesses principais estar à frente no desenvolvimento tecnológico e contribuir para a preservação do meio ambiente, utilizando-o como um diferencial de marketing.

Os plásticos são produzidos através de um processo químico chamado polimerização, que proporciona a união química de moléculas básicas, os monômeros, para formar polímeros, normalmente produzidos a partir do petróleo. O pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos Carlos Piler trabalha na área há nove anos e já desenvolveu outros tipos de polímeros derivados de matéria orgânica e outras fontes alternativas de amidos utilizando também partículas nanométricas (30 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo) em sua composição.

Os polímeros biodegradáveis apresentam reduzido impacto ambiental, já que podem ser consumidos junto com os alimentos ou serem mais rapidamente e facilmente degradados pela ação de microrganismos no solo e convertidos em adubo orgânico em compostagem. Seus projetos estão vinculados à Rede AgroNano que engloba os maiores especialistas do País em nanotecnologia para o agronegócio. “Nossa meta agora é ampliar a produção desses bioplásticos para uma escala industrial com o uso da técnica de extrusão termoplástica, e continuar trabalhando na melhoria da resistência mecânica e no controle da permeabilidade a gases, de forma a validar as possíveis aplicações”, conta o pesquisador.

Embrapa Agroindústria de Alimentos

Parceria Brasil-Portugal avança em estudos sobre novas fontes de proteína para a alimentação humana

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Na última quarta-feira, 13 de agosto, a Embrapa Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro, RJ) recebeu a visita da professora Manuela Pintado, da Universidade Católica do Porto, que proferiu a palestra “Novas fontes proteicas: potenciais e desafios”. A pesquisadora, que trabalha com peptídeos bioativos, destacou a crescente demanda mundial por proteínas e apresentou os principais resultados do seu projeto ligado à valorização de resíduos proteicos da agroindústria, como levedo de cerveja e soro de leite.

Manuela já integra projetos em andamento na Unidade como BiValBi Biotechnologies to Valorise the regional food Biodiversity in Latin America, um projeto financiado pela União Europeia e que tem por objetivo o desenvolvimento de processos para recuperação e valorização de resíduos de do processamento de matérias primas vegetais, com as pesquisadoras Lourdes Cabral e Renata Tonon. A intenção agora é ampliar o escopo das ações e elaborar um novo projeto ligado ao aproveitamento dos soros de leite bovino e de cabra, como fonte de proteína, incluindo as pesquisadoras Caroline Mellinger e Ana Iraidy. O projeto deve ser desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimento da Universidade Federal da Paraíba, aonde a processora portuguesa vai se integrar em breve como pesquisadora visitante pelo Programa Ciência sem Fronteiras, com a participação da Embrapa Agroindústria de Alimentos e Embrapa Agroindústria Tropical.

Embrapa Agroindústria de Alimentos

Modelos matemáticos apontam estratégias para preservação da efetividade de plantas transgênicas inseticidas

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Genes da bactéria do solo Bacillus thuringiensis (Bt), responsáveis pela expressão de toxinas inseticidas, têm sido incorporados em espécies de plantas cultivadas, entre elas o milho e o algodão e a soja. São as chamadas plantas transgênicas inseticidas ou plantas Bt, que produzem endotoxinas com ação letal sobre algumas espécies de insetos.

Segundo a Consultoria Céleres (http://celeres.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/12/IB13021.pdf), na safra de 2013/14, foram cultivados no Brasil 15,4 milhões de ha de milho e 1,07 milhões de ha de algodão, dos quais 78% e 36%, respectivamente correspondiam a cultivos transgênicos expressando proteínas Bt.

Dada a expansão de área plantada com essas culturas inseticidas, um dos principais riscos ambientais associados é a evolução de resistência em pragas alvo. Insetos evoluem em resposta à seleção natural imposta por qualquer método de controle, limitando sua eficiência e viabilidade em longo prazo. Numa população de insetos, a evolução da resistência a toxinas Bt expressas em plantas transgênicas é um processo governado por um grande número de fatores que interagem entre si e são relacionados a características do material genético da planta transgênica, características da biologia, ecologia e genética da praga alvo, ao manejo da cultura e ao ambiente da região de cultivo.

A pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Aline Maia desenvolveu em sua tese de doutorado, sob a orientação do Professor Durval Dourado Neto, da Esalq/USP, métodos para quantificar risco de resistência de insetos a plantas transgênicas usado um modelo matemático e métodos para análise de incertezas. Essas ferramentas fornecem projeções com base no conhecimento científico disponível para auxiliar na escolha de estratégias de manejo eficientes para retardar a evolução de resistência nas populações de insetos alvo.

A principal estratégia de manejo de resistência recomendada nos países que adotam a tecnologia de culturas Bt é a alta dose/refúgio estruturado. “Como o próprio nome indica, se refere ao uso de um híbrido ou variedade que expresse a toxina em alta concentração em todos os tecidos da planta combinado com a adoção de refúgios estruturados”.

Refúgios são áreas ocupadas por plantas hospedeiras da praga alvo, preferencialmente do mesmo híbrido ou variedade da cultura transgênica, mas que não expressem a toxina. Espera-se que o refúgio mantenha populações das pragas-alvo constituídas por insetos susceptíveis às toxinas Bt. “Esses insetos, explica Aline, ao se acasalarem com as populações da área da cultura transgênica, contribuem para diluir os alelos de resistência e desta forma retardam o processo de evolução”.

Já em 1998, esse tema foi amplamente discutido nos EUA, por ocasião de painel científico Scientific Advisory Panel Meeting promovido pela Federal Insectide, Fungicide and Rodenticide Act (Fifra) onde se alertava para a necessidade de um manejo das culturas Bt com o objetivo de retardar o processo de evolução da resistência (Subpanel Bacillus thuringiensis (Bt) Plant-Pesticides and Resistance Management, relatório disponível em http://www.epa.gov/scipoly/sap/meetings/1998/february/finalfeb.pdf).

“Utilizando ferramentas de análise de incertezas, desenvolvemos uma versão probabilística de um modelo desenvolvido na Universidade do Estado de Mississipi por Mike Caprio, em linguagem Visual Basic, para avaliação quantitativa de risco de resistência. Nessa versão é possível estimar o risco de resistência ao longo das gerações da praga-alvo, que pode ser expresso pela probabilidade de a porcentagem de indivíduos resistentes exceder um valor crítico determinado com base no nível de dano econômica da praga-alvo em questão”.

Esse modelo pode ser usado para simular a evolução de resistência em diferentes cenários caracterizados por diferentes tamanhos de refúgio e eficiência dos métodos de controle adotados no refúgio, auxiliando dessa forma na escolha das melhores estratégias.

Para mais informações sobre o modelo, consultar a versão eletrônica da tese da pesquisadora, disponível na biblioteca digital da USP, em http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-19012004-100211/pt-br.php.

Embrapa Meio Ambiente

Preço pago pelo quilo do suíno vivo sobe R$ 0,27 no Rio Grande do Sul

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul, feita hoje (18), apontou alta de R$ 0,27 no preço pago pelo quilo do suíno vivo ao produtor independente no Estado gaúcho, em relação a última semana, ficando em R$ 4,21.

O valor da saca de 60 quilos do milho ficou em R$ 24,37 (anterior R$ 24,12) e o farelo de soja ficou em R$ 1.046,66 para pagamento à vista (anterior R$ 1.041,25) e em R$ 1.050,00 com 30 dias de prazo (anterior R$ 1.047,50).

Agroindústrias e cooperativas

O preço médio do suíno agroindustrial (integrado) ficou em R$ 3,08. As agroindústrias e cooperativas apresentaram as seguintes cotações: Cotrel R$ 3,20; Cosuel/Dália Alimentos R$ 3,00; Cotrijuí R$ 2,95; Cooperativa Languiru R$ 3,00; Cooperativa Majestade R$ 3,10; Ouro do Sul R$ 3,20; Alibem R$ 3,10; BRF R$ 3,10; JBS R$ 3,10; e Pamplona R$ 3,10.

A Pesquisa Semanal é realizada pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), com apoio exclusivo da MSD Saúde Animal, empresa Parceira da Suinocultura Gaúcha. Todas as pesquisas podem ser conferidas no site da ACSURS, o www.acsurs.com.br – guia Mercado – Mercado Gaúcho.

Cases das maiores produtividades de soja do Centro-Oeste serão apresentados na Embrapa Agrossilvipastoril

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

Nesta sexta feira, dia 22, a partir das 8h, no auditório da Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop (MT), será realizado o Fórum Regional de Máxima Produ­tividade de Soja. Promovido pelo Comitê Es­tratégico Soja Brasil (CESB) em parceria com a Embrapa, o evento está na segunda edição na região e trará os resultados do Desafio Na­cional de Máxima Produtividade de Soja, safra 2013/2014.

O objetivo do fórum é promover a troca de experiências e atualização das novas tec­nologias disponíveis, apresentar as práticas diferenciadas e as novas soluções que melho­ram o desempenho da soja.

A programação prevê, entre outras ativi­dades, a homenagem aos campeões munici­pais de Mato Grosso e apresentação do case do campeão da região Centro Oeste.

Esperamos que os produtores se interes­sem em verificar que é possível colher mais com menos gasto. Vamos mostrar como os vencedores conseguiram alcançar essa gran­de produtividade, explica o Diretor Executivo do CESB, Alexandre Abbud.

O Fórum é destinado a sojicultores, consul­tores técnicos, pesquisadores e estudantes. As inscrições antecipadas podem ser feitas até quinta-feira, dia 21, no Sin­dicato Rural de Sinop, pelo telefone 3531-2425 ou pelo e-mail srsinop@terra.com.br.

Desafio Nacional

O Desafio Nacional de Máxima Produ­tividade é realizado há seis anos. Na safra 2013/2014 foram 1.060 produtores inscritos em 16 estados e 339 municípios brasileiros. Em Mato Grosso foram 127 participantes.

A produtividade dos participantes tem crescido conforme as edições. A maior produ­ção nacional do ano passado foi 110 sacos/ha esse ano a maior foi de 117 sacos/ha, exempli­fica Alexandre Abbud.

Safra 2014/2015

Durante o Fórum Regional de Máxima Produ­tividade de Soja também será apresentado o Desafio Nacional para a safra 2014/2015. As inscrições já estão abertas e a expectativa dos organizadores é de que os participantes alcancem 120 sacas/ha, superando o recorde do concurso.

O prazo das inscrições é até o dia 15 de janeiro de 2015 e devem ser feitas pelo site www.cesbrasil.org.br.

Cesb

Cesb é uma entidade sem fins lucrativos, qualificado como uma Organização da Socie­dade Civil de Interesse Público (Oscip).

Formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, busca desenvolver estratégias para mobilizar a cadeia produtiva e incrementar a produtividade da soja no país, com sustentabilidade.

Alta e Progen realizam no próximo dia 23 de agosto desfile de reprodutores em Dom Pedrito Rio Grande do Sul

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

No próximo dia 23 de agosto, a Alta e a Progen realizam o desfile de reprodutores na sede da Progen, situada a Rodovia RS 630 km 4, Alto Grande Dom Pedrito Rio Grande do Sul.

Serão apresentados 30 touros das raças Angus, Red Angus, Hereford, Braford, Brangus e Red Brangus com destaque para as novas contratações: Capivari, Caty Guarani, Copero, Índio, Mago, Millenium, Nacional, Russo, Soluto e Umbu.

O evento inicia com a palestra do Phd em Melhoramento Animal, Horácio Raul Guitou, às 9h30, sobre Seleção de Reprodutores: Presente e Futuro, além de interpretar e comentar sobre o uso correto das DEPs como ferramenta de seleção. Para as 10h30 está programado o desfile de Reprodutores da Alta e Progen, finalizando com belo churrasco no mesmo local do evento. Para participar basta comparecer no local – gratuito.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Misturadoras de ração que prometem diminuir desperdício são destaques da Casale na Expointer

agosto 19th, 2014 by admin No comments »

A 37ª edição 2014 da Expointer – Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários acontece entre os dias 30 de agosto a 07 de setembro, na cidade Esteio, Rio Grande do Sul. Durante o evento a Casale com 50 anos de tradição – destaca equipamentos para auxiliar criadores a reduzirem os custos com a mistura e distribuição de ração, são eles: Vertimix, Totalmix e Rotormix.

A Casale é uma das empresas mais modernas na fabricação de equipamentos de alta tecnologia para atender a demanda do setor de pecuária intensiva de carne e de leite. Em sua trajetória, já conquistou prêmios importantes no setor, sendo heptacampeã no troféu Agroleite, e pentacampeã do Troféu Touro de Ouro da Revista AG, ambos na categoria Misturadoras de Ração Total.

Os mercados de leite e carne estão em alta no país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de leite no Brasil deve aumentar 5% em 2014. A produção de carne bovina, por sua vez, deve subir 4% chegando a 10,65 milhões de toneladas (equivalente carcaça), de acordo com estimativa da Agroconsult.

A alta demanda da pecuária brasileira, aliada ao elevado custo de produção (cerca de 70% é destinado à nutrição), faz com que os produtores busquem alternativas para evitar desperdícios, reduzir as despesas e aumentar o controle. Abaixo, a Casale apresenta algumas de suas soluções:

http://www.casale.com.br/images/produtos/vertimix/vertimix140_340.jpg

Vertimix

Pensado nisso, a Casale desenvolveu o Vertimix que produz com eficiência uma mistura homogênea da ração, sem compactar o alimento. Por dispor de uma rosca vertical com duas entradas Two-in, sua distribuição se torna mais uniforme, resultando na alimentação adequada para produção de carne e de leite. Simplificando, a função do sistema Two-in é picar e misturar qualquer tipo de volumoso de forma rápida e eficiente, por mais dura e resistente que seja a forragem. Dispõe de uma balança eletrônica programável, a qual garante que a ração composta está de acordo com sua formulação e que será distribuída a quantidade certa em cada lote. A partir do modelo Vertimix Piccola 70, o equipamento dispõe de uma esteira de descarga em PVC ou metálica de série, além de ser revestida internamente com aço inoxidável.

Totalmix

Para quem busca uma misturadora de ração de alta tecnologia, a Casale oferece a linha Totalmix. A Totalmix possui três roscas, sendo duas superiores. Seu sistema de transmissão é composto por redutor planetário e sua rosca inferior é segmentada e dotada de facas repicadoras. Realiza mistura de forma homogênea de quaisquer ingredientes para ração total, inclusive caroços de algodão e diferentes tipos de volumosos, até mesmo fardos de feno. O tempo médio de mistura é de cinco minutos, garantindo uma perfeita ração total, o que proporciona maior produção de leite ou carne.

Uma das vantagens da Totalmix é o modelo Autocarregável que possui facilidade de condução. Um único operador carrega e dosa silagens e outros componentes da ração total, mistura e a distribui nos cochos, economizando tempo e dinheiro. Sua fresa traseira opera como desensilador, remove produtos ensilados com corte preciso e mantendo a parte frontal do silo compactada. Reduz a infiltração de ar e de água, o que minimiza oxidação inadequada do insumo e, consequentemente, o desperdício de alimentos.

Rotormix Mini

Outra linha da Casale que estará em exposição no estande da Casale é a Rotormix, que possui diversas capacidades de cargas nas versões: Rotormix Mini, Rotormix Express e Rotormix Profi – com o novo rotor Rotoflex-Eco. Todos os modelos com fundo interno revestido em aço inoxidável de alta resistência à abrasão.

O Rotormix Mini é equipado com moderno dispositivo desensilador hidráulico, impedindo o travamento do rotor durante uma descida, caso realizem uma operação não adequada que resulte em esforço excessivo. Possui balança eletrônica programável e sistema de descarga por meio de esteira transportadora em PVC, abastecendo cochos de até 60 cm de altura. O equipamento pode ser tracionado por um trator de apenas 25 CV e não necessita do terceiro ponto.

Esta tecnologia que antes era utilizada pelos grandes confinamentos também pode ser destinada à pecuária familiar. Seu sistema é tão avançado que realiza uma mistura homogênea em apenas dois minutos. Sua câmara de mistura conta com o exclusivo rotor escalonado, revestimento em aço inoxidável especial nas partes sujeitas a maior desgaste, garantindo maior vida útil ao equipamento.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Embrapa oferece opções de milho convencional com produtividade e resistência a doenças

agosto 18th, 2014 by admin No comments »

Apesar do grande número de opções de sementes existentes hoje no mercado de milho, uma cultivar convencional ainda tem grande aceitação em nichos de mercado para consumidores preocupados com sua alimentação e com o ambiente. Além disso, nichos de mercado para alimentos a base de milho para bebês e produtos orgânicos optam por cultivos convencionais para suprimento da sua cadeia de produção. A Embrapa é a empresa que mais opções de milho convencional oferece no mercado de sementes. Suas cultivares são de ótima qualidade, reunindo alta produtividade e resistência a doenças. Essas cultivares podem ser encontradas em todo o Brasil, por meio dos parceiros da Embrapa Produtos e Mercado na comercialização de sementes.

Além de cultivares direcionadas para a produção de grãos, a Embrapa oferece cultivares para produção de silagem e de milho verde. As cultivares também são adaptadas a todas as regiões do país e a qualquer sistema de produção, sendo provavelmente o insumo moderno de uso mais generalizado na cultura do milho.

As diversas cultivares oferecidas pela Embrapa possibilitam ao agricultor escolher a melhor semente para seu cultivo, seja ela para uma grande produção – destinada à indústria de alimentos – seja para o uso como área de refúgio da produção transgênica ou para a pequena produção. Com isso, as cultivares convencionais da Embrapa possuem características de produtividade e resistência que ajudam o produtor a garantir o sucesso no seu negócio.

Cultivares de milho da Embrapa

Conheçam algumas das cultivares convencionais de milho oferecidas pela Embrapa no mercado. Entre na Página de Negócios de Cultivares, acessando WWW.embrapa.br/cultivares, e conhecendo os milhos BRS Caimbé, BRS Gorotuba, BRS Missões, BRS Planalto, BRS 2022, BRS 2223, BRS 3040, BRS 4103 e o milho pra silagem 1060.

E lembre sempre, BRS é a marca da cultivar da Embrapa!

Para saber onde encontrar os parceiros da Embrapa na comercialização de suas cultivares, entre na página: WWW.embrapa.br/cultivares

A interferência do homem na mastite de gado leiteiro

agosto 18th, 2014 by admin No comments »

Causada por bactérias encontradas no ambiente onde vivem gado de leite, a mastite ou mamite, é uma infecção que atinge a glândula mamária do animal. A contaminação por esta doença pode ocorrer tanto por conta da falta de boas práticas no ambiente, quanto por meio do contato com leite contaminado de outros animais no momento da ordenha.

Dados da EMBRAPA Gado de Leite apontam que, no rebanho brasileiro, a prevalência da doença seja de 20% a 38%, o que representaria uma perda de 12% a 15% da produção. Segundo o professor do Departamento de Zootecnia (LZT) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ), Paulo Fernando Machado, a doença pode causar alterações visuais no leite, na glândula mamaria e no próprio animal. A composição química do leite é alterada, o que reflete em suas características organolépticas e consequentemente em seus derivados, explica.

O docente afirma ainda que a mastite afeta também o tempo de prateleira do produto e de seus derivados e aponta que, para que o Brasil tenha condições de exportar seu leite, é necessária a redução da mastite. O papel dos pecuaristas e de seus funcionários é essencial nesta questão, comenta.

Para compreender qual é a interferência do principal agente dentro deste processo o homem – o colombiano Juan Camilo Esguerra desenvolveu, em sua dissertação de mestrado, realizada no Programa de Pós-graduação em Ciência Animal e Pastagens da ESALQ, com orientação do professor Machado, um trabalho voltado para este tema. A influência do homem na mastite de gado leiteiro avaliou por meio de questionários, 68 rebanhos comerciais do sudeste brasileiro, concentrados nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Segundo Esguerra, os rebanhos foram divididos em dois grupos. Um grupo com 34 rebanhos, que incluíam apenas propriedades onde era possível identificar no gado leiteiro baixas Contagens de Células Somáticas (CCS) menos que 200 mil células por ml de leite, e um grupo com os 34 rebanhos restantes, onde o gado produzia leite com alto índice de CCS mais do que 700 mil células por ml de leite, o que diagnostica a mastite. Foram avaliadas as características gerais dos rebanhos, como por exemplo, número de animais em lactação, produção diária do rebanho, raça, entre outros fatores. Porém, o foco da pesquisa foi o ser humano inserido nestes ambientes. Neste caso, avaliamos o pecuarista e o empregado, mais especificamente, o ordenhador, explica o pesquisador.

Esguerra aponta que a principal fonte de informações para a formulação do questionário, que foi desenvolvido com base na literatura acadêmica, foi o trabalho de Jolanda Jansen, de 2010. Ela se aproximou do problema da mastite na Holanda, e principalmente do fator humano.

Segundo o discente, o questionário compreendia 180 questões. Por meio da aplicação dos questionários, pudemos avaliar o dono da propriedade e o empregado abordando assuntos como, atitude, autoconfiança, nível de pressão social, habilidades e conhecimentos técnicos, dificuldades gerenciais e o comportamento do produtor frente à mastite. Da mesma forma, foi avaliada a situação dos equipamentos disponíveis para o ordenhador, seu nível de competência, motivação, satisfação de suas necessidades e sua postura ante a mastite.

O homem como fator de maior influência

Em termos gerais, a pesquisa identificou que as fazendas com alta prevalência da doença não se diferem das propriedades com baixa prevalência. Porém, quando observamos o fator humano, identificamos que os produtores de rebanhos com baixa CCS apresentam uma atitude mais favorável para o controle da doença do que os produtores de rebanhos com altas contagens. Isto evidencia o melhor comportamento frente à doença que estes produtores adotam. Um exemplo de ação positiva seria o descarte de animais doentes com maior frequência, diferente do que foi identificado nos rebanhos de alta prevalência.

No caso do ordenhador, Esguerra aponta que os resultados foram semelhantes. Os empregados nas propriedades de baixa CCS também demonstraram ações que remetem à postura de seus empregadores, favoráveis ao controle da doença. Estes ordenhadores aplicam corretamente o desinfetante pós-ordenha e com maior frequência do que os ordenhadores de rebanhos com alta CCS, entre outras ações. Mas o pesquisador ressalta que este comportamento depende das ferramentas e equipamentos adequados e de uma atitude positiva do ordenhador frente ao trabalho. Portanto, se o produtor apresenta a atitude correta, o funcionário da fazenda vai apresentar comportamentos favoráveis para o controle da mastite, afirma. Se além de não descartar vacas doentes ele não faz a manutenção adequada do equipamento de ordenha o risco da infecção na glândula mamária do animal aumentará.

Esguerra resume a conclusão do trabalho em relação à interferência do homem e as relações administrativas de uma fazenda pecuarista. Se o meu chefe não se preocupa com a produção de leite, por que eu me preocuparia?, e aponta que não importa quantas máquinas existam na fazenda, se o produtor ou o ordenhador não apresentam a atitude e comportamento corretos tanto em relação aos animais quanto aos equipamentos, as situações de risco da mastite estarão sempre presentes, comenta o discente.

Prevenção

Segundo o professor Paulo Fernando Machado, não há como erradicar a doença, mas é possível controlá-la. Para isso, dispomos de metodologia capaz de atingir este resultado. O MASP-Mastite Método de Análise e Solução de Problemas de Mastite, desenvolvido na Clínica do Leite da ESALQ, é composto por procedimentos operacionais, ferramentas e capacitações de técnicos para identificar a doença, bem como suas principais causas nos confinamentos de gado leiteiro, comenta o professor.

Por outro lado, o pesquisador colombiano indica que, posteriormente, possa ser desenvolvido um questionário que sirva como ferramenta para o diagnóstico da mastite nos rebanhos. Porém, este primeiro material tinha o propósito de explorar a situação destas variáveis e constituir a base para futuros trabalhos que permitirão sua depuração, conclui.

Fonte: USP ESALQ

Tecnologias permitem uso racional da água na cafeicultura

agosto 18th, 2014 by admin No comments »

Consórcio Pesquisa Café desenvolve soluções tecnológicas para a sustentabilidade da cafeicultura no uso de água

A água, além de vital para os seres vivos e para o meio ambiente, possui também grande importância econômica e social. O crescimento populacional e a consequente urbanização e seus reflexos – obras civis, estradas e indústrias construídas a partir de materiais como asfalto e concreto, entre outros, levam à impermeabilização do solo, reduzem a área de captação da água da chuva. Com isso, a chuva, que infiltraria no solo, seria armazenada e, ao longo do tempo, manteria o nível dos cursos dágua responsáveis pelo abastecimento das cidades, do campo, das indústrias e usinas hidrelétricas, não tem sido aproveitada adequadamente. Uma das consequências dessa alteração no ciclo hidrológico é a ­distribuição irregular das chuvas que, no meio agrícola, pode causar déficit hídrico no solo e comprometer a produção de alimentos.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas – ONU, 70% de toda a água disponível no mu­ndo é consumida na agricultura, sendo o recurso natural indispensável para a manutenção das lavouras. Entretanto, no Brasil, a despeito do grande volume de produção de alimentos, a atividade agrícola faz uso de pouco mais de 10% da área cultivada com irrigação.

Para o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Café, Antônio Guerra, é preciso saber interpretar esses números com cautela. Não é correto dizer que 70% da água está sendo consumida pela agricultura. A irrigação demanda quantidades significativas de água, porém, quase toda ela é devolvida ao meio ambiente por meio da evaporação da água da superfície e principalmente da transpiração das plantas. O Brasil possui grandes quantidades de água concentradas tanto nos rios quanto em lençóis freáticos. O País precisa de políticas públicas voltadas à reservação da água para aumentar a disponibilidade desse recurso para o setor agrícola e manter as vazões dos cursos dágua ao longo do ano, completa.

Para o pesquisador da Embrapa Café Anísio José Diniz, o uso excessivo e desordenado da água na agricultura pode culminar também com impactos nocivos ao meio am­­biente. Para reverter esse quadro, é preciso que os agricultores recebam a devida orientação quanto à utilização racional da água para cada tipo de cultura. No caso específico da cafeicultura, que ocupa em torno de 2,3 milhões hectares, o uso racional da água também se faz imprescindível.

Em busca de soluções tecnológicas para o uso da água na cafeicultura, instituições integrantes do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, desenvolveram pelo menos duas tecnologias que, além de racionalizar o uso da água, permitem otimizar a produtividade e a qualidade do produto. Possibilitam, ainda, reduzir custos de produção, contribuindo para o aumento da renda dos cafeicultores e a manutenção da sustentabilidade da cultura de café no País. Conheça essas tecnologias:

Estresse hídrico controlado

A tecnologia contribui para a produção de café cereja descascado na região do Cerrado, onde a distribuição irregular de chuvas impõe a necessidade de irrigação para viabilizar o cultivo de café. O estresse hídrico controlado, que dispensa investimento inicial, revolucionou a prática tradicional da irrigação frequente e continuada, garantindo economia de água, aumento da produtividade (em torno de 15%), mais qualidade e menor custo para o produtor.

A técnica consiste em suspender a irrigação na estação seca do ano durante um período de 72 dias (sendo o período ideal entre 24 de junho e 4 de setembro) para sincronizar, uniformizar o desenvolvimento dos botões florais e, consequentemente, dos frutos, o que garante café de melhor qualidade. Esse processo tecnológico permite a obtenção de 85% a 95% de frutos cerejas no momento da colheita, maximizando a produção de cafés especiais, de maior valor agregado no mercado.

Em decorrência dessa uniformização, o número de passadas de colheitadeiras diminui, reduzindo a operação de máquinas (em torno de 40%). Além disso, a tecnologia garante a redução de grãos mal formados (em torno de 20%) e dos custos de produção com água e energia (em média de 35%). “Os cafeeiros submetidos ao estresse controlado não só crescem mais como também se apresentam em melhores condições para a safra seguinte. É o chamado crescimento compensatório, um estímulo ao crescimento após o reinício das irrigações”, explica Guerra. O manejo adequado das aplicações da água de irrigação associado ao estresse hídrico controlado representa a melhor opção para evitar perdas de nutrientes por lixiviação e fornece condições propícias de umidade do solo, para que as raízes possam respirar adequadamente e atender à demanda hídrica e nutricional da planta.

Sistema para Limpeza de Águas Residuárias SLAR

O SLAR é uma tecnologia de remoção de resíduos sólidos para recirculação da água do processamento de café por via úmida, desenvolvido pelo Consórcio Pesquisa Café (Embrapa Café, Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural Incaper e pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais Epamig) e está disponível para os cafeicultores de todos os portes.

No processamento do café, o uso do SLAR permite a redução do consumo de água em até 76% mediante a reutilização desse recurso natural. Ao término da jornada de processamento, a água ainda pode ser utilizada na fertiirrigação. Além disso, os resíduos sólidos remanescentes do processamento podem ser utilizados na produção de compostos orgânicos. Estudos demonstram que o uso dessa água residuária é benéfico para as plantas de café e, também, para outras culturas, pois permite reduzir a dosagem necessária de aplicação de fertilizantes não só na lavoura de café como em outras culturas.

Entenda a tecnologia – O SLAR é constituído por três caixas de decantação/flotação interligadas e duas peneiras filtros (estáticas). As caixas retêm os resíduos mais densos que a água por decantação (acumulam-se no fundo do recipiente) e os menos densos por flotação. A água, mais limpa, passa para a segunda caixa onde o processo é repetido e continuado até a terceira caixa. Durante a fase final desse processo, a água é direcionada às peneiras onde ocorre a retenção de resíduos remanescentes com potencial para obstruir o “esguicho” do descascador. Após passar pelas peneiras, a água é bombeada para uma caixa de água residuária e é reutilizada no descascamento dos frutos. Em outras palavras, o SLAR remove os resíduos sólidos da água provenientes do processamento de frutos, viabilizando a reutilização da água e a diminuição do consumo. Ao término da jornada de processamento, a água será aproveitada para a fertiirrigação ou descartada em lagoas/valas de infiltração.

Avanços do Consórcio Pesquisa Café – Em 1997, quando da criação do Consórcio, conforme dados oficiais do Informe Estatístico do Dcaf/MAPA, a produção de café era de 18,9 milhões de sacas de 60kg e produtividade de 8,0 sacas/hectare. Em 2014, de acordo com a Conab, com praticamente a mesma área cultivada – 2,3 milhões de hectares – o País deverá produzir 44,5 milhões de sacas, o que representará incremento de aproximadamente 236% no período de 1997 a 2014, com produtividade de 23,1 sacas/ha. Grande parte desse avanço ocorreu graças à inovação gerada pela pesquisa científica cafeeira financiada pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, entre outras fontes federais e estaduais.

Para transferir esses conhecimentos aos produtores de café em várias regiões produtoras, a Embrapa Café, Universidade Federal de Viçosa – UFV, Epamig, Incaper e instituições consorciadas lançam várias publicações técnicas e percorrem as principais regiões produtoras de café do Brasil promovendo capacitações e cursos de pós-colheita de café.

Tecnologia acessível Para saber mais informações sobre o SLAR e a utilização da água residuária em algumas culturas, acesse as publicações lançadas pela Embrapa Café:

Reúso da Água na Produção de Café Cereja Descascado

Produção de Café Cereja Descascado Equipamentos e Custo de Processamento

Efeitos da Água Residuária do Café em Plantas e no Substrato de Cultivo de Aveia, Milho e Alface

Crescimento de plantas de milho em vasos após a aplicação de água residuária do processamento do café

Estimativa de dose de água residuária do café para fertirrigação com base na saturação de K na CTC do solo, com o objetivo avaliar os efeitos da aplicação de diferentes doses de água residuária do café

Para saber mais sobre a Embrapa Café e o Consórcio Pesquisa, acesse:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/

http://www.embrapa.br/cafe

Embrapa Café

10o Simpósio de Avicultura da ACAV apresenta inovações tecnológicas mundiais da avicultura

agosto 18th, 2014 by admin No comments »

A Comissão Organizadora da décima edição do Simpósio Técnico da ACAV (Associação Catarinense de Avicultura), programado para o período de 16 a 18 de setembro, no Hotel Sibara em Balneário Camboriú, esteve reunida na última semana, na sede da Edege em Chapecó, para discutir os últimos detalhes do evento. A reunião foi conduzida pelo coordenador geral do evento e vice-presidente da ACAV, Bento Zanoni, por Carla Andréa Schwertner, da ACAV/SINDICARNE e pelo diretor executivo da ACAV, Ricardo Gouvêa.

O simpósio contará com a participação de 500 gestores, técnicos e especialistas do setor. Além do conteúdo e programação especial, grandes empresas do mercado participarão como patrocinadoras oficiais. A programação iniciará com solenidade de abertura, que terá a presença de autoridades e lideranças da avicultura nacional, coquetel de confraternização, e prossegue com palestras e eventos técnicos conduzidos pelos mais renomados especialistas da avicultura mundial.

Zanoni ressalta a importância do evento ao lembrar que o setor avícola brasileiro é um dos mais avançados do planeta e isso se deve, em grande parte, à capacidade de transformação das novas tecnologias. O simpósio da ACAV notabilizou-se como referência nacional em difusão tecnológica, integração setorial, proposição e formulação de políticas segmentadas. Neste evento, estão em foco os principais temas da atualidade avícola do Brasil e do mundo por meio de palestras que evidenciam o potencial avícola brasileiro, ressalta Zanoni.

PROGRAMAÇÃO

A programação do primeiro dia (16 de setembro) inicia com o Simpósio Zoetis de Vacinação In Ovo e Imunização no período das 08h40 às 17 horas. A secretaria funcionará das 13 às 17 horas para inscrições e entrega de material. Às 19 horas iniciará a solenidade de abertura oficial do 10º Simpósio Técnico da ACAV, com pronunciamento de autoridades e palestra com o professor Carlos Dourado. Após o ato será servido coquetel com patrocínio da MSD Saúde Animal.

No segundo dia (17 de setembro) a secretaria atenderá das 8 às 8h30 para inscrições e entrega de material. Às 8h30 Edgar O. Oviedo palestrará sobre Fatores que interferem no desenvolvimento embrionário e impactam no metabolismo do frango. O intervalo está previsto para 9h30 às 10 horas.

Das 10 às 11 horas, Winfridus Bakker abordará o tema Automação em Granja de Matrizes com foco em performance de matrizes pesadas (patrocínio da Cobb). Segue-se preleção de Joseph Purswell sobre Ambiência em Granja de Matrizes Realidade brasileira com patrocínio da Aviagen. O almoço será servido às 12h30 horas.

Às 14 horas Paulo Lourenço falará sobre Manejo da Biosseguridade com Foco em Controle de Salmonelas e Micoplasmas (patrocínio da Bayer). Às 15 horas haverá intervalo para café e às 16 horas Guilhermo Zavala falará sobre Síndromes Virais com Interferência na Qualidade de Pintos de um dia (patrocínio da MSD Saúde Animal).

Os participantes do Simpósio de Avicultura terão opções de palestras simultâneas das 17 às 18 horas com eventos da Aviagen (sala Ártico) e da MSD Saúde Animal (sala Cáspio) e, das 18 às 19 horas, com evento da Coob, na sala Ártico. A tradicional confraternização do Jantar do Galo iniciará às 20h30 no salão Mediterrâneo.

No terceiro e último dia do Simpósio (18 de setembro) as atividades serão retomadas às 9 da manhã com palestra de Juan Carlos Lopez sobre Gestão e Manejo do Incubatório (patrocínio Hybrid). O intervalo está previsto para as 10 horas e às 10h30 iniciará o painel nutricional com 30 minutos de palestra e mais 30 minutos de mesa redonda, reunindo os nutricionistas da Cobb (Vitor Hugo Brandalise), da Aviagen (Marcelo Silva) e da Hubbard (Jacky Michard). O encerramento do Simpósio está previsto para as 12h30.

COMISSÃO ORGANIZADORA

A Comissão Organizadora é constituída por Bento Zanoni, Carla Andrea Schwertner, Cláudio Luiz Schell, Fábio Bittencourt, Ivonei Socha, Marcos Lopes, Marcos Téo, Aline Kuntze, Vilmar Pedott, Fernando Farias, Josenio Cerbaro, Cristiano Pereira e Paulo Fávero. Também participam o Presidente da ACAV e o Diretor Executivo Ricardo de Gouvêa.

INSCRIÇÕES
As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de setembro e, além do cadastro para pessoa física, empresas podem inscrever grupos. Informações pelo site www.acavsc.org.br/simposio ou pelo telefone (48) 3222 8734 com Carla.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Bayer realizará palestras sobre atualização da coccidiose e doenças entéricas na COOASGO, MS

agosto 18th, 2014 by admin No comments »

A Unidade Suínos e Aves da Bayer, em parceria com a Cooperativa Agropecuária de São Gabriel do Oeste (COOASGO), no MS, realizará no dia 19 de agosto palestras técnicas sobre a Coccidiose Suína e doenças entéricas neonatais. O evento visa levar informações atualizadas aos suinocultores, técnicos e veterinários da região.

O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Dr. Roberto Guedes ministrará a palestra Importância do controle das diarreias neonatais e a coordenadora técnica da Bayer, Dra. Eliana Dantas, abordará o Impacto econômico da Coccidiose na produção suína.

A Bayer destaca no encontro a importância da manutenção da integridade intestinal dos leitões na maternidade, e como obter alto desempenho zootécnico dos suínos durante todo o ciclo de produção.

Para o consultor técnico e comercial da Bayer, Delton Pereira, o evento é importante para a Bayer como forma de marcar presença no mercado e estreitar o relacionamento com os clientes, além de conscientizar sobre os impactos econômicos dessas enfermidades. Atuamos como empresa voltada para garantir excelentes resultados aos nossos clientes com o objetivo de obter longevidade na nossa parceria técnica e comercial, ressalta.

A Bayer é líder absoluta no segmento de prevenção e tratamento da Coccidiose Suína. Hoje no Brasil, a cada dez leitões tratados contra a Coccidiose, sete recebem Baycox da Bayer. Mundialmente, a cada segundo, seis leitões são medicados com Baycox. Isso é uma marca fantástica, resultado de qualidade e confiança, complementa Luiz Felipe Lecznieski, gerente de Marketing da Bayer Suínos e Aves.

O evento estará bem localizado, com grande concentração de produtores de leitão, em um mercado forte e com clientes estratégicos.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Bayer Saúde Animal

FMC apresenta soluções tecnológicas no Tecnoleite Complem 2014

agosto 18th, 2014 by admin No comments »

A FMC Agricultural Solutions participa da 4ª edição do Tecnoleite Complem 2014 e apresenta aos participantes produtos para o manejo de soja e milho que contribuem para a produtividade nas lavouras. O evento, promovido pela Cooperativa Mista dos Produtores de Leite de Morrinhos (Complem), será realizado de 19 a 22 de agosto, em Morrinhos (GO).

O coordenador de cultura grãos da FMC, Lichardsom Malacrida, explica o que será apresentado no stand da FMC. Além do portfólio para soja e milho, vamos orientar tecnicamente os produtores sobre o manejo FMC. Principais produtores da região participarão da feira e essa troca de experiências é fundamental para a evolução da companhia e do agronegócio, ressalta Malacrida.

Malacrida destaca que a companhia dará foco nos inseticidas Rocks (tratamento de semente com dois modos de ação), Talisman (inseticida foliar para controle de percevejos) e o fungicida Locker (Formulação especifica FMC para melhor controle de ferrugem, mancha alvo, oídio, antracnose e doença de final de ciclo). Ressalta também o lançamento do nematicida Rugby 200CS para a Soja.

O objetivo do evento é apresentar as novas tecnologias que contribuem para otimizar os resultados no campo. Informações sobre a programação completa do evento podem ser obtidas no http://www.tecnoleitecomplem.com.br/programacao/.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Tecnologia invade os campos agrícolas

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

O mercado de software está invadindo o campo de maneira ágil e repentina. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES) revelam que, cada vez mais, a tecnologia se consolida no setor de agronegócios como alternativa para enfrentar os desafios e as incertezas do ramo, como variação climática e controle de pragas e insetos, além de aumento da produtividade das lavouras. Um exemplo disso é a inovadora plataforma lançada pela empresa brasileira Olearys, que já foi instalada em diversas lavouras e vem demonstrando excelentes resultados, com a redução de até 60% na aplicação de defensivos agrícolas e contribuição para minimizar a poluição da água doce, já que reduz 52% das operações de pulverizações nas lavouras.

Nas regiões de Nova Mutum, no Mato Grosso, e nas localidades de Goiás e São João da Aliança, em Goiás, por exemplo, em pouco mais de dois meses, a empresa implementou a plataforma e já conseguiu resultados positivos no controle preventivo da ferrugem da soja. Foram instaladas oito estações meteorológicas para o monitoramento da região. Outro caso que o banco de dados da plataforma Hemisphere consegue prevenir é o da ferrugem do eucalipto doença que ocasiona a desfolha precoce das plantas em até 40% -, um dos principais responsáveis por perdas econômicas no cultivo do mesmo, que representa 74,8% dos 6.515.844 hectares de florestas plantadas no Brasil. Além da soja e do eucalipto, a plataforma pode ser adaptada para culturas de tomate, batata, uva, trigo, maçã, folhosas, feijão, entre outras.

Em 2012, houve um crescimento de 47,3% na receita de software no setor e esse número sobe para 72,5% quando se analisa o período de 2010 até 2012. Atualmente, a tecnologia na agricultura é a principal responsável pelo aumento de cerca de 70% da produtividade agrícola do país, representando mais de 23% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e gerando 37% dos empregos no país.

A principal inovação desta tecnologia consiste na integração da estação meteorológica com um sistema de informática que coleta os dados ambientais no micro das lavouras, transformando-as em coeficientes de risco que indicam se o clima está ou não favorável para a ocorrência da doença. O acesso ao conhecimento científico se dá pela internet através de uma senha que é transferida para o usuário. Tais sistemas são a evolução da fitopatologia, contribuindo para a efetivação de práticas científicas que promovem o desenvolvimento sustentável da propriedade agrícola. A plataforma dispõe de diversos aplicativos e funcionalidades para o produtor agrícola, que obtém o conhecimento científico pela internet, em tempo real e é avisado sobre as variações climáticas via SMS, com até 15 dias de antecedência.

Por meio do monitoramento climático, a plataforma Hemisphere transforma dados em conhecimento, ou seja, informações que fazem a diferença para o agricultor, trazendo benefícios como redução do uso do agrotóxico, economia de água e energia e aumento da produtividade. Na prática do campo, é capaz de processar um vasto banco de dados ambientais e gerar conteúdos personalizados para os agricultores monitorarem o microclima das lavouras determinando, assim, a possível ocorrência das doenças e pragas que influenciam nos impactos econômicos, sociais e ambientais de cada região. Como o cenário da agricultura brasileira é fortemente influenciado pelas mudanças climáticas globais, centenas de profissionais trabalham para que nossa agricultura esteja preparada para enfrentá-las e consiga se antecipar à chegada das epidemias para evitar o grande desperdício. E a plataforma age com esse propósito, explica o gerente de operações da Olearys, Tiarê Balbi.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Workshop sobre nichos de mercado agropecuário abre inscrições

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

A partir desta terça-feira (12/08) estão abertas as inscrições para o I Workshop de Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial, que será realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) nos dias 23 e 24 de setembro em Campinas/SP, no Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O evento é destinado a produtores rurais, agricultores familiares, empresários, estudantes e industriais do setor agropecuário interessados em debater a valorização de produtos diferenciados. As inscrições devem ser feitas pelo hotsite do evento https://www.embrapa.br/workshopnichos2014/ .

A programação prevê apresentações de casos de sucesso e palestras sobre políticas de fomento e cenários atuais e futuros nos âmbitos nacional e internacional. O objetivo, segundo os organizadores do evento idealizado pela Embrapa Produtos e Mercado (Brasília/DF), é levar ao setor produtivo a oportunidade de, ao lado de representantes da pesquisa agropecuária e instituições públicas de fomento, debater temas relacionados à valorização de mercados específicos, que ao serem explorados podem conferir vantagem competitiva ao empreendedor e, paralelamente, significar avanços na agregação de valores ligados ao desenvolvimento sustentável e respeito à diversidade sociocultural.

O evento O workshop visa à interação entre os setores, por isso a estratégia prevê alternar palestras e apresentação de estudos de caso de produtos com atributos diferenciados nos segmentos de alimentos funcionais, plantas medicinais, produtos à base de caprinos e ovinos, mercado de frutas, flores e hortaliças e, ainda, orgânicos e a indústria têxtil, por meio do algodão naturalmente colorido.

Alternativas de políticas públicas de financiamento para nichos de mercado agrícola também vão estar em discussão durante o evento, que contará com a participação de representantes dos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) e, ainda, do setor de Agronegócios e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil.

A programação prevê a realização de mesas redondas e debates ao final de cada período. A abertura do evento contará com a presença de membro da diretoria executiva da Embrapa, do gerente geral da Embrapa Produtos e Mercado Frederico Durães. O DTT será representado pela coordenadora de Informação e Prospecção, Soraya Carvalho Barrios de Araújo.

O Workshop é uma realização da Embrapa Produtos e Mercado (Brasília/DF) e conta com o apoio do Departamento de Transferência de Tecnologia (DTT) da Embrapa, que é vinculada ao Mapa, e da Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp. A iniciativa tem patrocínio de Agrocinco, Arysta, Banco do Brasil e Pepsico. Entre os parceiros estão: as instituições Abras, ABSI, Mapa, MDA e Pró-reitoria de Pesquisa da Unicamp e as empresas Caprilat, Cava Cordeiro, CentroFlora, Ceagesp, Grupo Horta, Guaiuba Agropecuária, Ícone, Jasmine Alimentos, Natural Cotton Color, Ouro Fino, Produtos Yamaguishi e Scot Consultoria.

SERVIÇO

Evento: I Workshop de Nichos de Mercado para o Setor Agroindustrial

Data: 23 e 24 de setembro de 2014

Horário: das 8h30 às 12h30 e das 14h às 18h

Local: Campinas/SP Centro de Convenções da Unicamp

Endereço: Cidade Universitária Rua Elis Regina, 131 Cidade Universitária CEP: 13083-970

Público Alvo: Produtores rurais, agricultores familiares, empresários e industriais do setor agrícola, distribuidores comerciais, representantes do setor de produção de sementes e mudas, pesquisadores, técnicos, estudantes, formadores de opinião da imprensa e do setor público.

Inscrições: Programação completa e inscrições a partir do dia 12 de agosto de 2014 no site do evento https://www.embrapa.br/workshopnichos2014/. Haverá emissão de certificados. Valores da inscrição: até 15/08 R$ 80,00; até 05/09 R$100,00 e até 23/09 R$150,00. Estudante paga meia.

Embrapa Produtos e Mercado

Stoller do Brasil participa do IV Congresso ANDAV

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

A empresa continua apoiando a associação e o fortalecimento do sistema de distribuição
Pelo terceiro ano consecutivo, a Stoller, multinacional especialista em fisiologia e nutrição vegetal, participa do Congresso ANDAV. O maior evento do setor será realizado entre os dias 18 e 20 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O diretor executivo da Stoller, Rodrigo Ferreira de Oliveira, em conjunto com outros profissionais, irá participar do Painel de Debates sobre o Cenário Atual e seus Impactos para os Distribuidores. A partir das 17h15, os convidados poderão participar expondo suas diferentes opiniões de como superar os obstáculos do cenário nacional e da macroeconomia, para assim, fortalecer os distribuidores de insumos agropecuários. O evento terá ainda um pavilhão de exposição de produtos e serviços e conta com um estande da Stoller no local.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Desenvolvimento do agronegócio brasileiro é discutido em SP

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

O mercado brasileiro de insumos agrícolas, saúde e nutrição animal movimenta 60% do negócio de proteção de cultivos, apresenta um faturamento superior a R$ 21 bilhões e emprega mais de 10.000 funcionários diretos, além dos indiretos. Este setor, de grande transferência tecnológica, se reunirá entre os dias 18 e 20 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo/SP, para buscar as mais recentes informações e ferramentas de gestão de negócios e de pessoas, fusões e aquisições, soluções logísticas, assim como para promover networking e efetivar negócios. O IV Congresso ANDAV Fórum e Exposição é uma realização da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários ANDAV e da Clarion Events.

Serviço
IV Congresso ANDAV Fórum e Exposição
Data: 18 a 20 de agosto de 2014
Horário de exposição: Dias 18 e 19, das 10h às 20h, e dia 20, das 10h às 18h

Horário do congresso: Dia 18, das 14h às 19h / Dia 19, das 7h30 às 19h, e dia 20 das 7h30 às 13h
Local: Transamerica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 Santo Amaro São Paulo
Mais informações: http://www.congressoandav.com.br/index.php.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Porto de Paranaguá lidera exportações de farelo de soja e milho no Brasil

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

O Porto de Paranaguá fechou o mês de julho como o porto que mais exportou milho e farelo de soja no Brasil. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e listam as exportações brasileiras de grãos no período.

Até julho, Paranaguá exportou 3,2 milhões de toneladas de farelo de soja. O Porto de Santos, que aparece em segundo lugar no ranking, exportou pouco mais de 2 milhões de toneladas do produto.

O mesmo foi verificado com o milho. Apesar de as exportações do produto ainda estarem bem abaixo do que foi movimentado no mesmo período de 2013, até julho deste ano o Porto de Paranaguá exportou 1,4 milhão de toneladas do produto. Santos exportou 1,3 milhão de toneladas.

Já nas exportações de soja, Paranaguá ainda figura como o segundo maior porto exportador do Brasil: foram 6,7 milhão de toneladas no período, o que representou um aumento de 36,7% no comparativo com 2013.

Ao todo, o Brasil exportou, até julho, 51,6 milhões de toneladas de grãos. Pelo Porto de Paranaguá passaram 11,5 milhões de toneladas deste total, segundo os dados do Ministério. Comparando com o mesmo período de 2013, a participação de Paranaguá nas exportações brasileiras de grãos cresceu 9,5%.

Melhorias Na avaliação da administração do Porto de Paranaguá, o aumento nas exportações de grãos está diretamente ligado às melhorias logísticas implementadas no Porto. A readequação do sistema Carga Online que ordena o recebimento de caminhões permitiu acabar com as filas no acesso ao Porto. Com os ajustes no Carga Online não temos filas de caminhão. Isso deu segurança ao exportador que sabe que pode mandar sua carga para Paranaguá porque tem dia e hora certa para descarregar, explica o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Na outra ponta, a Administração dos Portos também readequou o line up do Corredor de Exportação. As nomeações são efetivadas apenas com a presença de carga total em Paranaguá e a informação detalhada de onde a carga virá (quais terminais). Também foi estabelecida uma preferência de atracação em um dos berços do Corredor de Exportação para os operadores de grãos que apresentam melhores índices de produtividade.

Fonte: ASSCOM APPA

Embrapa Suínos e Aves aprova projeto de desenvolvimento da avicultura na Etiópia

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

A Embrapa Suínos e Aves, unidade descentralizada da empresa de pesquisa agropecuária vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, vai levar a pesquisa brasileira em avicultura para a África com o projeto “Melhoria da produção de aves na Etiópia, através de estudos de sistemas de produção, caracterização de raças nativas e implementação de boas práticas de produção”, aprovado no edital internacional Africa-Brazil Agricultural Innovation Marketplace.

Entre as ações do projeto, está a caracterização do sistema de criação de aves na Etiópia, com a elaboração de um manual de boas práticas adaptado à realidade do país africano. “Vamos colaborar na melhoria da produção avícola etíope, que hoje é primitiva, sem uso de tecnologias visando a segurança alimentar daquela população”, diz o pesquisador Luizinho Caron, líder do projeto em conjunto com a equipe de Transferência de Tecnologia da Unidade da Embrapa em Concórdia (SC), que ainda tem a parceria do Instituto Etíope de Pesquisa Agrícola (EIAR), representado pelo pesquisador Zemelak Goraga. O projeto prevê o acompanhamento de 360 famílias de produtores etíopes, trabalho a ser feito pelo EIAR. A Embrapa, que analisará os dados, também visitará propriedades selecionadas.

Localizada na região chamada de “Chifre da África”, no nordeste do continente, a República Democrática Federal da Etiópia produziu 60 mil toneladas de frango segundo o relatório 2012 da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), enquanto o Brasil produziu no mesmo período 11,532 milhões de toneladas. O país também apresenta baixo consumo per capita de carne de frango (0,60 kg/habitante/ano) e de ovos (0,40 kg/habitante/ano) em relação ao Brasil (44 kg de carne/habitante/ano e 8,80 kg de ovos/habitante/ano). A Etiópia é o 14º país mais populoso (cerca de 96,6 milhões de habitantes) e ocupa o 173º lugar no IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU (o Brasil está na 79ª posição).

A Plataforma África-Brasil Instalada pela Embrapa e pelo Fórum para Pesquisa Agropecuária na África (Fara) em maio de 2010, a Plataforma África-Brasil de Inovação Agropecuária (www.africa-brazil.org) incentiva instituições africanas de pesquisa e desenvolvimento, sejam elas públicas ou privadas, a criar projetos direcionados ao desenvolvimento da agricultura naquele continente.

Os projetos seguem a ideia básica de contribuir para o combate à pobreza, com foco na melhoria da produtividade agrícola e do manejo dos recursos naturais. A plataforma é coordenada pela Secretaria de Relações Internacionais da Embrapa e faz parte dos esforços da Empresa para internacionalização de suas atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Além da Embrapa e do Fórum para Pesquisa Agropecuária na África, a plataforma tem a parceria da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido (DFID), Fundação Bill & Melinda Gates, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Ifad), Banco Mundial, e organizações de pesquisa e desenvolvimento africanas.

Embrapa Suínos e Aves

Caio Megale debate cenário macroeconômico e perspectivas para o agronegócio, em Goiânia, no dia 16.09

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

O agronegócio é um dos setores mais modernos e promissores, com demanda mundial que tende a se manter aquecida. Se o agronegócio vai bem, todo o País tende a se beneficiar. Esta é a opinião de Caio Megale, colunista do Valor Econômico e membro de equipe econômica do Itaú Unibanco, que participará do painel Cenário macroeconômico para o Brasil nos próximos anos, durante a Interconf 2014, no dia 16.06, das 9h às 10h.

Megale debaterá questões mais amplas, como a situação econômica atual, desafios para o próximo ano, perspectivas de crescimento do País, até temas específicos ligadas ao agronegócio e o seu papel para a economia brasileira.

Como aponta Caio Megale, o agronegócio é um dos pilares de crescimento do País. Se o setor vive um momento positivo, há um benefício geral, pois impulsiona setores, regiões e outras atividades, além de gerar mais consumo e impulsionar melhorias na infraestrutura, destaca. Ele aponta um cenário positivo para o setor rural: trata-se de um segmento moderno, que investe em tecnologias. O País tem gargalos, mas as oportunidades estão aí e cabe aos empresários saber aproveitá-las.

Interconf 2014 O maior evento da pecuária intensiva da América Latina (15 a 18 de setembro de 2014, em Goiânia) debaterá oportunidades e desafios do setor pecuário e estratégias aplicadas para o crescimento da produção de carne bovina no Brasil, com temas relacionados à política e ao mapeamento do consumo de carne no Brasil, incluindo palestra de abertura do jornalista da Rede Globo e Globonews, Alexandre Garcia.

A Interconf também terá minicursos técnicos voltados aos peões, capatazes e gestores de fazendas e discutirá: cenário econômico e perspectivas de consumo no Brasil; diferentes sistemas de produção e como o produtor pode aumentar sua produtividade/rentabilidade; desafios para ampliação do mercado internacional e como vender; e aspectos positivos da carne brasileira.

As inscrições para a Interconf 2014 já estão abertas e podem ser feitas diretamente pelo site do evento (www.interconf.org.br) ou na ASSOCON, pelo telefone (62) 3432-0395.

Serviço:

Conferência Internacional de Confinadores – Interconf 2014

Data: 15 a 18 de setembro de 2014

Local: Centro de Eventos do Oliveiras´s Place em Goiânia (GO)

Horário: 8 às 18 horas

www.interconf.org.br

Fonte: Fonte: Assessoria de Imprensa

III Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos prorroga prazos para inscrições com desconto e envio de resumos

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

O prazo para desconto nas inscrições do III Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos (III CBRG) foi prorrogado para o dia 18 de agosto de 2014. A data para envio de resumos também foi adiada para o dia 29 de agosto de 2014. Ambos podem ser feitos no site do evento (www.cbrg.net.br). O III CBRG, promovido pela Sociedade Brasileira de Recursos Genéticos (SBRG) no período de 18 a 21 de novembro de 2014, em Santos, SP, vai reunir pesquisadores, estudantes e outros profissionais que atuam em áreas relacionadas a recursos genéticos de plantas, animais e microrganismos do Brasil e do exterior.

Os trabalhos inscritos concorrerão a dois prêmios: Melhores Teses ou Dissertações em Recursos Genéticos, que selecionará as três melhores teses de doutorado ou dissertações de mestrado defendidas e aprovadas nos últimos cinco anos sobre recursos genéticos e Melhor Trabalho em Recursos Genéticos, que vai premiar os três melhores trabalhos na área da conservação in situ/on farm de recursos genéticos, com base na sua contribuição efetiva para o avanço da pesquisa. Ambos envolvem trabalhos com plantas, animais e microrganismos e premiarão o primeiro lugar de cada categoria com um valor de R$ 1.000, 00 (mil reais) e os segundos e terceiros lugares com diplomas.

Durante o III CBRG, haverá ainda uma homenagem da Sociedade Brasileira de Recursos Genéticos a profissionais que se destacaram na carreira e contribuíram com a conservação, caracterização, avaliação e uso de recursos genéticos. Os homenageados serão definidos pela comunidade científica, que pode indicar nomes por um link específico no site do evento. Informações sobre os dois prêmios e a homenagem estão disponíveis no endereço: http://www.cbrg.net.br/premios.html

III CBRG vai reunir palestrantes do Brasil e do exterior em uma programação interativa e dinâmica

Segundo o presidente da SBRG e pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Marcos Gimenes, a programação do Congresso foi elaborada para compreender todas as atividades relacionadas a recursos genéticos, incluindo: coleta, conservação, caracterização, avaliação, documentação e uso em plantas, animais e microrganismos.

Além disso, foi planejada para ser interativa e dinâmica, Por isso, vai contar com três eventos transversais (mesas redondas e palestras) às três áreas e 38 específicos (palestras, painéis, mesas redondas, workshops) a cada uma delas, sendo 12 da área de microrganismos, 12 da área animal e 14 da área vegetal. Também serão realizados seis minicursos, sendo um relacionado a microrganismos, dois a animais e três a vegetais.

Para garantir uma programação de alto nível técnico científico, o III CBRG vai contar com a participação de 142 palestrantes, sendo 115 brasileiros (47 do estado de São Paulo e 68 de outros estados) e 27 estrangeiros. Os brasileiros representam universidades, empresas e institutos de pesquisa agropecuária atuantes na conservação e uso de recursos genéticos no País, como por exemplo: Universidade Estadual Paulista (Unesp); Escola Superior Luiz de Queiroz (ESALQ); Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);Universidade Federal de São Carlos; Universidade de São Paulo (USP); Universidade Federal de Viçosa; Instituto Agronômico de Campinas (IAC); Instituto Agronômico do Paraná; Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

Os palestrantes internacionais pertencem a instituições com ampla experiência em diferentes aspectos relacionados à conservação e uso de recursos genéticos, como: Bioversity International; Smithsonian Conservation Biology Institute (EUA) e o Banco de Sementes do Milênio do Royal Botanic Garden (Reino Unido), entre outras.

Congresso vai divulgar a importância dos recursos genéticos para a sociedade brasileira

O Congresso é realizado a cada dois anos com o objetivo de promover a troca de conhecimentos e experiências nas áreas de recursos genéticos vegetais, animais e de microrganismos. Mas, para Gimenes, é também um foro privilegiado para divulgar a importância dos recursos genéticos para a sociedade brasileira.

Recurso genético é a parte da biodiversidade que apresenta valor real ou potencial para a humanidade. O Brasil é privilegiado em relação a esses recursos, já que a sua biodiversidade compreende 20% de todas as espécies de plantas, animais e microrganismos do planeta, o que representa o maior patrimônio biológico do mundo. Conhecer, conservar e usar corretamente os recursos genéticos é fundamental para garantir a segurança alimentar das gerações atuais e futuras.

O I Congresso foi realizado em Salvador, BA, em 2010, e reuniu mais de 800 pessoas. O II aconteceu em 2012, em Belém, PA, e contou com a apresentação de mais de 600 trabalhos científicos.

Para o terceiro, que acontece este ano, os organizadores esperam uma participação ainda mais efetiva e interativa. Para isso, foi disponibilizado um espaço online para que as pessoas participassem diretamente da elaboração da programação científica do evento, explica o presidente da SBRG.

Os recursos genéticos constituem a base da alimentação humana, mas é preciso que a sociedade brasileira entenda melhor o significado dessas pesquisas para que possa se tornar uma aliada na sua conservação e uso sustentável no país. Por isso, a popularização deste tema é um dos principais objetivos do evento, como afirma Gimenes: é importante que as discussões sobre recursos genéticos extravasem os muros das universidades e das instituições científicas e passem a fazer parte do dia-a-dia dos cidadãos.

Além do site do III Congresso Brasileiro de Recursos Genéticos (www.cbrg.net.br), mais informações sobre o evento estão disponíveis na página da SBRG (www.recursosgeneticos.org) e no Facebook www.facebook.com/recursosgeneticos.

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia

É época de confinamento – Especialista dá dicas de como conseguir bons resultados

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

Confinar bois é uma estratégia do pecuarista que tem dado certo quando o planejamento é bem feito. Calcula-se que cerca de 10% dos animais abatidos hoje no Brasil vem de confinamentos, um número em torno de 3,6 milhões de cabeças. O índice é considerado baixo, mas que tem crescido ano a ano. Um dos fatores da expansão dos confinamentos é por conta do aumento da produção de grãos, alimento este incluído nas rações permitindo maiores ganhos de peso com rapidez.

A técnica de confinar bois deve ser usada de forma estratégica como, por exemplo, de aproveitar melhor os recursos disponíveis na propriedade integrando lavoura com pecuária, quando for o caso. É também uma forma de manejo para aliviar os pastos na seca; aumentar o giro da fazenda – já que se reduz a idade de abate dos animais; de colocar no mercado uma carne de melhor qualidade e aumentar a produção do produto por área. Outra vantagem do confinamento é a possibilidade de o produtor conseguir preços melhores de venda dos bois.

A decisão de confinar ou não deve ser do produtor que deve pedir ajuda a especialistas do ramo para analisar todos os pontos que envolvem a atividade. O pesquisador da Embrapa Gado de Corte Sérgio Raposo de Medeiros preparou algumas dicas para aqueles que estão se preparando para confinar e que esperam bons resultados.

O primeiro passo é a seleção de animais. Sérgio Raposo alerta de que o confinamento é uma estratégia de alto investimento e que é importante que os animais escolhidos tenham as melhores condições como potencial de ganho. Um segundo critério de corte é o peso dos animais ao início do confinamento. O lote deve ser dividido nos animais da faixa dos não precisa e os da faixa dos não adianta. Os do grupo não precisa são os cabeceiras que teriam peso suficiente para irem ao abate apenas com o ganho esperado na pastagem. Os do grupo não adianta seriam aqueles cujo ganho projetado no confinamento não seria suficiente para fazê-los atingirem o peso de abate.

A segunda dica do especialista diz respeito à formação dos lotes. Segundo ele, a palavra chave é homogeneidade. Animais do mesmo sexo, com pesos próximos, de tamanhos equivalentes e com grau de terminação semelhante formam o lote ideal, aponta Sérgio. Ele acrescenta que uma das vantagens do lote homogêneo é que a competição por recursos (acesso ao cocho, por exemplo) é mais equilibrada e em segundo lugar é que os animais tendem a estar prontos em datas próximas.

Outro cuidado é quanto aos tratamentos sanitários na entrada do confinamento. É interessante vermifugar os animais, mesmo que se faça o controle estratégico, pois seria uma garantia de não ter a perda do animal contaminado com vermes, alerta.

A quarta dica do pesquisador é quanto à adaptação à dieta. Os animais não devem mudar o regime de forma brusca, pois mais na frente eles podem apresentar problemas como acidose e timpanismo e se prejudicarem tanto em ganho de peso como eficiência. A adaptação acontece de 10 a 15 dias. Já o manejo da alimentação, Sérgio explica que o controle de alimentos deve ser por lote, número de refeições, quantidade por refeição e espaçamento entre dietas. Quanto ao número de refeições, na hipótese de que todos os animais tenham acesso simultâneo ao cocho, não há grandes benefícios em se fazer em mais do que três vezes, diz. Nesta situação Sérgio sugere 30% no início do dia, 20% no meio do dia e 50% no trato final do dia, uma vez que é o maior período de tempo que os animais ficam sem receber alimento. No caso de não haver espaço para os animais de o lote consumir ao mesmo tempo, Sérgio sugere dividir cada um dos tratos descritos acima em dois, de forma que no primeiro os animais dominantes tomem a frente, mas que no segundo trato haja chance dos submissos terem a sua vez. Dessa forma, os tratos ímpares seriam mais bem aproveitados pelos dominantes e os pares pelos submissos.

Água no confinamento deve ser limpa e suficiente para três dias

Toda atenção deve ser dada à água que os animais vão beber. Os bebedouros devem estar limpos para garantir a qualidade da água e a quantidade deve ser calculada para no mínimo três dias e deve-se levar em conta que um animal consome por dia, cerca de 100 litros de água. O acesso aos animais deve ser facilitado.

Outro item importante do confinamento é saber manejar as sobras de alimentos nos cochos. O pesquisador Sérgio diz que a melhor forma de lidar com isso é calibrar a quantidade de alimento por lote de maneira a minimizá-las. Sérgio ensina fazer um sistema de notas para os cochos e associar a cada uma delas uma ação. Por exemplo: para um cocho limpo ou lambido = – 2; cocho com pouquíssima sobra = -1; cocho com pouca sobra = 0; cocho com sobra visível = +1 e cocho com muita sobra = + 2.

A ação a ser tomada no caso do cocho com a nota – 2 significa que faltou comida, então se coloca dois quilos a mais por animal do lote e para um do lado com a nota + 2, significa que a oferta de alimento está excessiva, deve-se, então, reduzir dois quilos por cabeça no lote todo. Esses valores representariam uns 10-15% da oferta do confinamento e podem ser ajustados caso a caso, salienta o pesquisador.

A pesagem intermediária apesar de não ser obrigatória é recomendada pelo especialista para avaliar como o confinamento está se desenvolvendo permitindo ao produtor identificar problemas e corrigi-los e também, permitir identificar animais que podem sair antes e o grau de terminação de cada lote. Esse grau de terminação pode ser baseado apenas nos quilogramas faltantes para atingir o peso de abate ou, no caso de se usar a ultrassonografia, considerar a terminação propriamente dita em termos de deposição de gordura. Ter a informação do grau de acabamento com a espessura de gordura subcutânea ajuda na decisão de tirar os animais menos eficientes antecipadamente, o que é interessante.

A hora certa de vender os animais

Normalmente o produtor é tentado a manter o animal pronto à espera de melhores preços. Sérgio diz que frequentemente, isso não vale à pena, pois é grande a chance do ganho diário desse animal ser baixo e ao se converter em valor de carcaça, este seja menor do que aquele que se gasta por dia. Em outras palavras, manter esse animal significa prejuízo diário. Pior ainda se, além de manter o animal no confinamento, altera-se a dieta com energia para apenas manter o peso. O que ocorre nesta situação é que o animal se ressente da passagem de um nível superior para o inferior e isso faz com que ele perca peso, em vez de manter. Por esses dois aspectos, é que o pesquisador Sérgio orienta os produtores a vender o quanto antes os animais terminados.

A venda antecipada pode ser considerada pelo confinador uma possibilidade de vender os animais no mercado futuro ou adiantado ao frigorífico. Uma das vantagens disso seria garantir o suficiente para fechar as contas do confinamento e deixar os bois que sobrarem com uma maior margem para esperar por uma venda mais vantajosa. Importante reforçar aqui o escrito no item anterior que não vale à pena especular com animais muito terminados, ou seja, seria restrito aos animais com menor grau de terminação.

Embrapa Gado de Corte

Inscrições abertas para as próximas turmas do Curso de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rural (CAR)

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

Foi reaberto o período para pré-inscrição no Curso de Capacitação para o Cadastro Ambiental Rural (CapCAR), modalidade a distância, oferecido pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e Ibama. As pré-inscrições para as próximas turmas poderão ser realizadas no hotsite http://hotsite.mma.gov.br/capcar, no período de 12 a 31 de agosto.

O curso é gratuito e tem como objetivo formar facilitadores para a inscrição de imóveis rurais no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), dando continuidade às ações de fomento e apoio à implementação da Lei nº 12.651/2012 (Novo Código Florestal).

O Sicar foi desenvolvido na UFLA, pelo Laboratório de Estudos e Projetos em Manejo Florestal (Lemaf), a convite do Ministério do Meio Ambiente. Trata-se de um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do País.

Treinamento

O curso a distância CapCar foi elaborado pelo Departamento de Ciências Florestais (DCF/UFLA) e pelo Centro de Educação a Distância da UFLA (Cead/UFLA), sob a coordenação dos professores Luis Antônio Coimbra Borges (coordenador de conteúdo) e Ronei Ximenes Martins (coordenador de EAD).

Ao todo, serão 31 mil vagas, distribuídas em quatro turmas. No primeiro período de pré-inscrição, realizado de 3 a 20 julho, foram registradas 20 mil inscritos. O início da segunda turma está previsto para 15 de setembro.

A primeira oferta do curso (Piloto 1000 vagas) terá início no dia 12 de agosto de 2014, e será dedicada prioritariamente aos profissionais de órgãos públicos de meio ambiente e extensão rural.

ATENÇÃO: Candidatos que já fizeram a pré-inscrição para a 1ª Turma poderão ser selecionados para as turmas seguintes. Portanto, solicita-se que esses candidatos não façam pré-inscrições novamente.

Os candidatos selecionados serão comunicados por e-mail, com antecedência mínima de 15 dias do início do curso, para envio da documentação de efetivação da matrícula.

Requisitos

Para a pré-inscrição, o candidato deverá ter completado o ensino médio; ter mais que 18 anos; ter conhecimentos básicos em informática, incluindo uso das ferramentas de navegação na Internet, edição de textos e ferramentas como o Google Earth; comprometimento e disciplina quanto à execução de tarefas e organização do tempo e dispor de 78 horas a serem dedicadas aos estudos e atividades on-line. Consulte o site para verificar os pré-requisitos tecnológicos e de conexão.

Programação

O curso está preparado para que o cursista tenha autonomia no aprendizado dos conteúdos a serem estudados, contando com textos explicativos, vídeo-aulas, exercícios de fixação e diversos tutoriais autoexplicativos para que o estudante se sinta seguro na execução das atividades. O curso tem duração de 78 horas, com dedicação média de 12 horas semanais.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social UFLA

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta como alternativa para pecuária na Amazônia

agosto 13th, 2014 by admin No comments »

Por:
*Ana Karina Dias Salman;
**Alexandre Martins Abdão dos Passos;
***Henrique Nery Cipriani;
****Helaine Sousa

A pecuária bovina é um dos setores que mais têm contribuído para o crescimento econômico do Brasil nos últimos anos. O Brasil tornou-se em 2003 o maior exportador de carne bovina do mundo e grande parte desse crescimento é decorrente da expansão da pecuária na Amazônia. Nesse cenário, o estado de Rondônia se encontra dentre os cinco maiores exportadores de carne do país, além de ser o maior produtor de leite da região Norte. Essa virtuosa importância econômica, contrasta com problemas ambientais, já que o crescimento da pecuária na Amazônia é associado ao desmatamento e, por essa razão, chama atenção dos mercados internacionais que usam isso para criação de barreiras econômico-ambientais contra a exportação da carne produzida na região.

Além do estigma dos impactos ambientais negativos, a pecuária enfrenta o real problema da degradação das pastagens que gera prejuízos econômicos e sociais bilionários para o país, pois a propriedade agrícola torna-se improdutiva e incapaz de sustentar as famílias que dela dependem. Dessa forma, são necessários estudos que identifiquem as limitações do componente pecuário nas propriedades de modo a fornecer soluções tecnológicas apropriadas e subsídios às políticas públicas para o setor. Do mesmo modo, é importante desenvolver uma base científica que suporte o uso mais amplo dos sistemas integrados de produção como alternativa ao sistema tradicional de pecuária baseado no monocultivo de pastagem.

Uma das alternativas é a reforma, recuperação ou renovação de pastagens por meio da integração lavoura-pecuária-floresta (iLP) que pode proporcionar uma série de benefícios para os empreendimentos rurais. Temos como exemplo de benefícios: a diversificação na produção da propriedade; redução no custo de formação das pastagens pela recuperação do solo e renda com as culturas anuais; diminuição do risco de perda de renda do produtor, pois sua produtividade aumenta e não fica dependente de somente um produto; maior conservação do solo e, consequentemente, redução de perdas com erosão e menor impacto ambiental; melhor aproveitamento da propriedade rural.

A inclusão do componente arbóreo aos componentes lavoura e pastagem representa avanço inovador da iLP, com evolução para o conceito de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), que é uma estratégia de produção sustentável que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotação. Pode-se utilizar a iLPF para implantar um sistema agrícola sustentável, com base nos princípios da rotação de culturas e do consórcio entre culturas de grãos, forrageiras e espécies arbóreas, para produzir, na mesma área, grãos, carne ou leite e produtos madeireiros e não madeireiros ao longo de todo ano.

A iLPF é atualmente uma política pública prioritária do governo federal do Brasil (Programa ABC), tida como estratégia governamental, visando à recuperação de áreas degradadas e à sustentabilidade ambiental.

Existem inúmeras variações de sistemas iLPF, porém, a recuperação da pastagem por meio da iLPF normalmente envolve dois estágios:

1) substituição da pastagem por um ou dois ciclos de culturas anuais para recuperação da fertilidade do solo e,

2) a manutenção da nova pastagem em consórcio com árvores (sistema silvipastoril).

Após alguns anos, nova rotação de culturas anuais-pastagem pode ser feita para revitalizar o pasto, buscando a retomada da produtividade da pastagem com consequente resposta em termos de produtividade animal.

Em muitas propriedades rurais amazônicas, a iLPF vem sendo adotada com uso de diversas espécies forrageiras e arbóreas. As principais limitações tecnológicas observadas nesse sistema são: falta de persistência da pastagem sob as árvores; danos às árvores provocados pelos animais; a reduzida velocidade de crescimento das espécies arbóreas; elevado investimento econômico inicial; falta de infraestrutura e mão de obra especializada; complexidade do sistema e desconhecimento dos seus benefícios.

Visando fornecer informações técnicas para técnicos e produtores interessados em explorar os benefícios de espécies arbóreas nativas em sistemas pecuários, a Embrapa Acre em parceria com a Embrapa Rondônia lançou em 2012 o Guia arbopasto: manual de identificação e seleção de espécies arbóreas para sistemas silvipastoris. Neste livro são descritas 51 opções de espécies arbóreas nativas da Amazônia Ocidental. Estas espécies são classificadas e ranqueadas com base na sua aptidão para produção de madeira e fornecimento de serviços múltiplos em sistemas silvipastoris. Sendo portanto, uma ferramenta indispensável para produtores rurais que planejem utilizar espécies nativas em sua pastagem, escolham as espécies arbóreas mais adequadas para esta finalidade.

Além disso, experiências com sistemas de iLPF realizadas pela Embrapa e por parceiros nos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima têm demonstrado a viabilidade técnica e econômica da tecnologia na recuperação e manutenção de pastagens. Um dos principais resultados obtidos pela Embrapa na região refere-se à amortização dos custos destinados à recuperação de pastos degradados pelo uso de lavouras (sistema iLP).

Estes resultados e outros foram apresentados no Workshop Integração Lavoura-Pecuária-Floresta realizado em 2010 pela Embrapa Rondônia. Neste evento também foram apresentados os arranjos de sistemas de iLPF que têm sido trabalhados e pesquisados na Amazônia. Dentre outros, integram, principalmente, os seguintes componentes: agrícola, com milho, soja, arroz e feijão-caupi; forragem, com Urochloa ruziziensis e Urochloa brizantha cv Xaraés e florestal, com mogno-africano (Khaya ivorensis), teca (Tectona grandis), eucalipto (Eucalyptus spp.) e paricá (Schizolobium parahyba var. amazonicum).

A Embrapa investe em pesquisas na busca de modelos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta para a região amazônica, pois acredita que a tecnologia representa uma evolução do modo como se produz no campo; construindo novos modelos de uso da terra, conjugando a sustentabilidade do agronegócio com a preservação ambiental.

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*Ana Karina Dias Salman: Doutora em zootecnia e pesquisadora da Embrapa Rondônia; e-mail: ana.salman@embrapa.br

**Alexandre Martins Abdão dos Passos: Engenheiro agrônomo,doutor em Fitotecnia e pesquisador da Embrapa Rondônia; e-mail: alexandre.abdao@embrapa.br

***Henrique Nery Cipriani: Engenheiro florestal, Mestre em Solos e Nutrição de Plantas e pesquisador da Embrapa Rondônia; e-mail: henrique.cipriani@embrapa.br

****Helaine de Sousa: Engenheira Florestal, especialista em Gestão Ambiental

Embrapa Rondônia (CPAFRO)

Sistema de Análise de Risco de Pragas é lançado pelo Mapa

agosto 12th, 2014 by admin No comments »

Começa a funcionar nesta terça-feira (12) o Sistema de Análise de Risco de Pragas (SIARP), que permitirá a automatização dos processos de Análise de Risco de Pragas (ARP) e a integração de pesquisadores, fiscais e colaboradores no levantamento de fichas de pragas, bem como na criação de banco de dados para uma análise mais precisa e subsídios adequados para tomada de decisão no estabelecimento dos requisitos fitossanitários.

Atualmente o Departamento de Sanidade Vegetal (DSV) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento recebe dezenas de pedidos por semestre referentes à Análise de Risco de Pragas. E a estruturação não permitia tratá-los de maneira célere e eficiente, nem tampouco priorizar de maneira adequada os processos mais importantes, afirmou o diretor do DSV, Luís Eduardo Rangel.

De acordo com o diretor, o software integrará inicialmente os centros colaboradores, as entidades de pesquisa e aqueles fiscais federais agropecuários que foram capacitados na elaboração de ARPs. A expectativa é de que tenhamos um ganho de eficiência nas avaliações dos processos de análise de risco com um aumento da equipe dedicada ao tema de maneira remota, otimizando os recursos e estrutura do Mapa para esta atividade, comentou Rangel.
ARP

A Análise de Risco de Pragas é a atividade prevista na legislação e na convenção internacional de proteção dos vegetais, que visa avaliar previamente todos os riscos inerentes ao trânsito de vegetais e suas partes entre os países durante o comércio internacional, para evitar a entrada de pragas quarentenárias de risco para a agricultura nacional.

Pesquisadores debatem tecnologia de embriões em Natal (RN)

agosto 12th, 2014 by admin No comments »

Pesquisadores da Embrapa especializados em reprodução e genética animal compartilham conhecimentos esta semana durante a 28ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões. O evento acontece de 14 a 17 de agosto em Natal (RN) e terá palestrantes do Brasil, EUA, Itália, Canadá e Dinamarca.

Na manhã de quinta-feira (14), o pesquisador Hymerson Azevedo (foto), curador do banco de recursos genéticos de ovinos Santa Inês da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), coordena o workshop sobre Reprodução em Pequenos Ruminantes, que tem ainda a participação de Carlos Hoff de Souza e Eduardo Melo, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF).

A pesquisadora Margot Dode, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que atualmente preside a Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões (SBTE), comanda a abertura oficial do evento na noite de quinta, com palestras do pesquisador da University of Saskatchewan (Canadá) e presidente da Iternational Embryo Transfer Society (IETS), Gregg Adams, e Carlos Rodrigues, da Gertec Embriões.

Apresentam trabalhos ao longo do evento os pesquisadores Clara Slade Oliveira, da Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora, MG), com resumo selecionado, e Maurício Franco, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em mesa redonda.

Também da Unidade da Embrapa responsável pelas pesquisas em recursos genéticos, o pesquisador Luciano Paulino da Silva realiza, no sábado (16), palestra na plenária sobre Implicações práticas potenciais da nanotecnologia nas biotécnicas de reprodução animal.

A 28ª Reunião Anual da SBTE acontece no hotel Sehrs, na Via Costeira. Este ano o evento principal foi elaborado considerando tanto os interesses e necessidades dos técnicos de campo e empresários do setor, quanto dos acadêmicos e cientistas. Além das tradicionais plenárias, seguindo o modelo criado na gestão anterior, foram montados seis módulos temáticos, divididos em “SBTE Ciência” e “SBTE Tecnologia”.

Mais informações sobre o evento em http://www.sbte.org.br/reuniao2014/.

Embrapa Tabuleiros Costeiros

Escavadeira E215B e retroescavadeira B90B da New Holland Construction são destaques na Expointer

agosto 12th, 2014 by admin No comments »

A New Holland Construction, marca de equipamentos de construção da CNH Industrial, marca presença na Expointer 2014 (Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários) com a escavadeira E215B e com a retroescavadeira B90B. A empresa, que vem aumentando cada vez mais a sua participação em projetos ligados ao agronegócio, exibirá ainda outras soluções para um dos segmentos que mais demanda produtividade no Brasil.

Segundo o diretor Comercial e de Marketing da New Holland Construction para a América Latina, Nicola DArpino, o desafio do setor de máquinas de construção é colaborar de forma cada vez mais efetiva com o mercado agrícola. A solução é investir em alta tecnologia. De nossa parte, buscamos evoluir para oferecer produtos e serviços que gerem maior competitividade e desempenho aos produtores e empresários do segmento. A escavadeira que estamos levando para a feira é um exemplo. O alto rendimento da New Holland E215B se deve, em grande parte, ao seu sistema hidráulico avançado, que proporciona movimentos precisos e ciclos mais rápidos. O sistema eletrônico que comanda todas as funções hidráulicas da escavadeira proporciona um controle total e preciso dos movimentos e regula a vazão hidráulica de acordo com o tipo de atividade, explica.

Na Expointer, também estará exposta uma retroescavadeira B90B cabine fechada. O produto é a estrela de uma campanha especial para aquisição de retroescavadeiras por meio do Consórcio New Holland, que garante a entrega de 100 unidades até o fim do ano.

Além do acesso às máquinas, durante toda a feira os visitantes poderão esclarecer as suas dúvidas diretamente com especialistas da fábrica e da área comercial da concessionária Shark Máquinas, representante da New Holland Construction na região, e terem acesso a condições especiais de compra. As máquinas versáteis da construção estarão expostas no estande da New Holland Agriculture.

Algumas aplicações para a E215B: ideais na execução de curva de nível, abertura de tanque para piscicultura e obras de drenagem em estradas e grandes lavouras. Alta performance e precisão.

Essas são as características da linha de escavadeiras hidráulicas da New Holland. Seu sistema hidráulico bem dimensionado proporciona ciclos mais rápidos, precisão nos movimentos, elevada capacidade operacional, economia de combustível e, sobretudo, maior produtividade.

Algumas aplicações para as retroescavadeiras: ​​bastante versáteis no setor de construção e infraestrutura, as retroescavadeiras New Holland Construction também podem ser usadas em diversas atividades ligadas ao agronegócio, como nas culturas de soja, milho, arroz, trigo, cana-de-açúcar e na pecuária. Entre as diversas atuações, a máquina pode ser usada, por exemplo, no desassoreamento, limpeza, curva de nível, adubação, cultivo e irrigação.​

Fonte: Assessoria de Imprensa