1º Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense

março 19th, 2015 by admin No comments »

Revisitar as raízes gastronômicas do Brasil e valorizar o passado marcado pela perseverança e coragem dos tropeiros. Esse é o objetivo da primeira edição do Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense, que será realizado nos dias 25 e 26 de abril, na histórica cidade da Lapa (PR), localizada na região metropolitana de Curitiba, que teve todas as suas características moldadas pelo tropeirismo, um dos capítulos mais ricos e fascinantes da história do Brasil.

Entre os séculos XVII e XIX, os tropeiros se tornaram responsáveis pelo comércio e transporte de animais e mercadorias por todo território que passavam. Os locais onde eles paravam acabaram virando freguesias, vilas e cidades, com fortes heranças culturais que foram espalhadas, principalmente, no trajeto que ia do Rio Grande do Sul até São Paulo, tendo a cidade da Lapa, no Paraná, como uma das principais paradas, explica o historiador e organizador do festival, Márcio Assad.

Durante o Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense, o público terá a oportunidade de acompanhar diversas ações que irão difundir e valorizar a história tropeira no Paraná. Um dos destaques do evento ficará por conta da chegada da Tropa, que abrirá oficialmente o festival. Na sequência, terão início as apresentações culturais, com shows ao vivo de grupos de seresta e músicos locais; café literário com exposição de artes e lançamento de livros; hipismo rural; corrida de mulas; e diversas atividades campeiras.

Para os apaixonados por gastronomia, a programação gastronômica será o ponto alto do festival. Nos dois dias do evento será possível conferir uma feira especial com produtos locais, e saborear preparos exclusivos que serão servidos em ilhas temáticas. O Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense vai servir, entre outros, o tradicional café com mistura lapeano; o almoço típico tropeiro, que terá como destaque a quirerinha e o feijão tropeiro; a coxinha de farofa, um dos grandes símbolos da cidade da Lapa; e o tropeironoff, releitura do strogonoff que leva elementos da culinária tropeira, entre eles o charque e o pinhão.

A programação do Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense está imperdível, com atividades e sabores para a família toda. Será um final de semana completo, perfeito para quem busca cultura, diversão e contato direto com a natureza. Em dois dias vamos reviver a história tropeira, valorizando essa corrente que contribuiu diretamente para o progresso do Brasil e que deixou fortes traços em nossa sociedade, comemora Assad.

Nascido na cidade da Lapa, o empresário e ex-ministro da saúde Luiz Carlos Borges da Silveira, um dos grandes apoiadores do Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense e defensor da cultura tropeira, acredita que o evento vai contribuir para o fortalecimento de uma cultura que precisa ser valorizada. A Lapa, assim como diversas outras cidades brasileiras, nasceu com o tropeirismo. Toda a sua história está ligada aos tropeiros. O meu avô foi tropeiro e eu, por exemplo, cresci escutando e me encantando com todas as informações que eu recebia sobre esse movimento tão importante. Nos últimos anos, estamos buscando formas para valorizar o tropeirismo, fazendo com que as pessoas mergulhem nesse universo encantador. Tenho certeza que o festival marcará uma nova fase da história do tropeirismo no Paraná, completa Borges da Silveira.

O Festival Tropeiro da Gastronomia Paranaense será realizado no Hotel Tropeiro da Lapa (Rodovia do Xisto – Km 60), das 10h às 19h. A entrada é gratuita (só serão cobrados os valores das refeições). O evento tem o apoio do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, do sistema Fecomércio e da Abrasel PR. Mais informações no site www.tropeirodalapa.com.br, pelo telefone (41) 3622 0055 ou pelo e-mail turismonalapa@gmail.com.

Fonte: Assessoria de Imprensa

ABCZ divulga programação preliminar da ExpoZebu 2015

março 19th, 2015 by admin No comments »

A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) divulgou a programação preliminar da 81ª edição da ExpoZebu, que acontece de 03 a 10 de maio, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).

Como destaques para 2015, entre leilões, eventos técnicos, culturais, palestras e julgamentos de animais, a principal exposição de gado zebuíno do Brasil terá o lançamento do Centro de Referência da Pecuária Brasileira Zebu (CRPB Zebu), além da terceira edição da ExpoZebu Dinâmica.

Iniciativa pioneira, o Centro de Referência da Pecuária Brasileira – Zebu irá reunir informações zootécnicas, históricas e científicas sobre o tema, facilitando a consulta pública. Além de aperfeiçoar o acesso aos dados, ao arquivar virtualmente todo esse conteúdo, o Centro será uma importante e moderna ferramenta para a disponibilização de dados zootécnicos, preservando a história e o futuro da zebuinocultura brasileira.

Com textos, números e fotos, o Centro contará com um Canal de TV via internet com programação 24 horas, com a disponibilização de cursos na área técnica e transmissão ao vivo de seminários, congressos, exposições e os mais variados conteúdos relacionados à pecuária nacional, entre eles, programas de culinária, cultura regional e música, e a Vitrine do Zebu, programa de entrevistas que abordará a importância do consumo de carne e leite.

Já a ExpoZebu Dinâmica – a ser realizada de 06 a 08 de maio na Estância Orestes Prata Tibery Júnior, também em Uberaba – consolida o sucesso de suas edições anteriores com a expectativa de dobrar seu público participante em 2015, segundo a diretora da feira, Leda Garcia. Para este ano, será expandido o número de empresas e entidades expositoras, contemplando novidades nas áreas de novos cultivares, maquinários, equipamentos, soluções integradas (como a Integração Lavoura- Pecuária-Floresta), consórcios, serviços e tecnologias de adubação e sementes, afirma Leda.

Segundo Luiz Claudio Paranhos, presidente da ABCZ, a produtividade na pecuária foi o tema que guiou a formatação da programação desta edição da ExpoZebu. Mesmo com todo o avanço conquistado pelos programas de melhoramento genético, especialmente o PMGZ, a avaliação visual continua sendo um instrumento primordial. Este procedimento foi sendo aprimorado ao longo dos tempos e a ExpoZebu foi fundamental nesse processo. Mais recentemente, com a realização da ExpoZebu Dinâmica, a ABCZ conseguiu agregar à exposição a apresentação de outras tecnologias de produção que beneficiam diretamente a produtividade da pecuária, como é o caso da metodologia de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, ressalta Paranhos.

A 81ª ExpoZebu conta com o patrocínio do Banco do Brasil, Coca-Cola, DSM Tortuga, Dow AgroSciences e Marfrig e o apoio da Vale, Governo de Minas, SENAR, CEMIG, APEX Brasil, FAZU e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A 3ª ExpoZebu Dinâmica conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Coca-Cola, Dow AgroSciences, LS Tractor e Sebrae.

Confira a programação preliminar da ExpoZebu:

SEGUNDA-FEIRA 20/04

Entrada dos animais procedentes de mais de 700 quilômetros

TERÇA-FEIRA 28/04

Recepção, identificação e mensuração dos animais

QUARTA-FEIRA 29/04

Recepção, identificação e mensuração dos animais

QUINTA-FEIRA – 30/04

Recepção, identificação e mensuração dos animais

20h Leilão Liquidação Matrizes Santa Paula (Gir Leiteiro) Local: Virtual

SEXTA-FEIRA 01/05

Recepção, identificação e mensuração dos animais

8h às 18h Abertura do Shopping Agropecuária Diamantino (Nelore) Local: Estância Buriti II, BR 050, km 128, sentido Uberaba/ Uberlândia (até 10 de maio)

8h às 18h Abertura do 1º Shopping Melhor que a encomenda (Gir) Local: Leilopec (até 10 de maio).

20h Leilão Perboni e Convidados (Nelore) Local: Virtual Leiloeira: Programa/Remate

20h Leilão Joias Raras (Gir) Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Programa/Remate

SÁBADO 02/05

Pesagem dos animais

9h Reunião do Conselho Consultivo da ABCZ Local: Sala de Reunião da Diretoria

10h às 18h Abertura do Shopping Modelo de Nelore Elite Local: Chácara Taj Mahal, BR 262 – KM 797. (Até 09 de maio).

13h Leilão União de Forças (Hospital do Câncer de Uberaba e de Barretos) Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Programa

19h Lançamento do Centro de Referência da Pecuária Brasileira Zebu (CRPB-Zebu) Local: Palanque Oficial do Parque Fernando Costa

20h Leilão Excelência (Gir Leiteiro) Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos Leiloeira: Programa/Remate

20h Leilão Nelore Beka Nova Importação (Nelore) Local: Tatersal Rubico Carvalho – Leiloeira: Programa/Remate

DOMINGO 03/05

8h Abertura da 32ª Mostra do Museu do Zebu – A Produtividade do Zebu: das Origens à Era Virtual Local: Museu do Zebu Local: Museu do Zebu

10h Abertura oficial da 81ª ExpoZebu e Entrega do Mérito ABCZ Local: Palanque Oficial

13h Leilão Puro de Origem (Gir Leiteiro) Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos – Leiloeira: Programa/Remate

14h Início do Concurso Leiteiro Primeira Ordenha

14h Início do julgamento das raças Tabapuã, Gir Leiteiro e Pré-Classificação Nelore Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

20h 4º Leilão Essência do Tabapuã Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Central Leilões

20h 20º Leilão Embriões Nova Era/VRJO e Convidados (Nelore) Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos – Leiloeira: Programa/Remate

20h 5º Leilão Seleção de Ouro do Gir Leiteiro Local: Leilopec Leiloeiras: Programa/Leilopec

22h Concurso Leiteiro Segunda Ordenha

SEGUNDA-FEIRA 04/05

6h Concurso Leiteiro Terceira Ordenha

7h30 Julgamento das raças Nelore, Tabapuã, Guzerá e Guzerá Leiteiro Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

9h – Divulgação do Teste de Progênie ABCGIl/Embrapa e da Prova de Pré-seleção de touros Local: Salão Nobre

11h Inauguração da Galeria dos Campeões das ExpoZebus João Schroder Júnior Local: Sede da ABCZ

13h Leilão Ipê Ouro 35 anos (Nelore) – Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos – Leiloeira: Programa

13h Leilão Genética Campeã Fazenda Mutum e Convidados (Gir Leiteiro) Local: Leilopec Leiloeiras: Leilopec/Programa

14h Concurso Leiteiro Quarta Ordenha

14h Julgamento das raças Gir Leiteiro e Pré-Classificação Nelore Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

14h Assembleia do CBMG (Centro Brasileiro de Melhoramento Genético do Guzerá) Local: Sala da Diretoria da ABCZ

14h Reunião de Diretoria da Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil Local: Sede da ACGB

17h Assembleia Geral Ordinária da Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil Local: Hotel Golden Park

17h30 Apresentação de Touros para o Teste de Progênie do Guzerá Leiteiro Local: Salão Nobre

19h Leilão Elo de Raça (Nelore) Local: Fazenda Mata Velha – Leiloeira: Programa/Remate

20h Leilão Revelações do Tabapuã Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Central Leilões

20h Leilão Expressão do Leite (Gir Leiteiro) Local: Virtual Leiloeira: Programa

20h – Leilão TOP da Raça Pêga e Equinos Marchadores Local: Leilopec Leiloeira: Leilopec

22h Concurso Leiteiro Quinta Ordenha

TERÇA-FEIRA 05/05

6h Concurso Leiteiro Sexta Ordenha

7h30 Julgamento das raças Nelore, Tabapuã, Guzerá e Guzerá Leiteiro Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

8h Capacitação do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ) Local: Auditório do Museu do Zebu

8h às 18h 3º Seminário de Zootecnia do CRMV MG (Conselho Regional de Medicina Veterinária) Empreendedorismo e Desenvolvimento Profissional no Agronegócio Pecuário Desafios e Oportunidades Local: Salão Nobre

09h Assembleia Geral da ABCGIL (Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro) Local: Hotel Golden Park

10h Reunião da FICEBU (Federação Internacional dos Criadores de Zebu) Local: Sala de Reuniões da Diretoria da ABCZ

13h 26º Leilão Naviraí (Nelore) Local: Chácara Naviraí

14h Concurso Leiteiro Sétima Ordenha

14h Julgamento das raças Gir Leiteiro e Pré-Classificação Nelore Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

20h VIII Leilão Rainhas do Guzerá – Carne e Leite Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos Leiloeira: Programa

20h Leilão Noite do Nelore Nacional Local: Chácara Nelore Nacional Leiloeira: Programa/Remate

20h 42º Leilão Peso Pesado do Tabapuã Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Central Leilões

20h Leilão ProgreGIR Local: Tatersal Leilopec Leiloeira: Leilopec

22h Concurso Leiteiro Oitava Ordenha

QUARTA-FEIRA 06/05

6h Concurso Leiteiro Nona Ordenha

7h30 Julgamento das raças Brahman, Nelore, Sindi, Guzerá e Guzerá Leiteiro Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

8h Abertura da ExpoZebu Dinâmica Local: Estância Orestes Prata Tibery Júnior (MG 427 km 02)

8h às 18h – 3º Seminário de Zootecnia do CRMV MG (Conselho Regional de Medicina Veterinária) Empreendedorismo e Desenvolvimento Profissional no Agronegócio Pecuário Desafios e Oportunidades Local: Salão Nobre

13h 5º Leilão Essência da Raça Sindi Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Programa Leilões

14h Concurso Leiteiro Décima Ordenha (Encerramento)

14h Julgamento das raças Gir Dupla Aptidão, Gir Leiteiro, Guzerá e Pré-Classificação Nelore Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

18h30 Lançamento do Livro O Guzerá de todos nós Autor: José Otávio Lemos Local: Sede da Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil

20h 31º Leilão Noite dos Campeões (Nelore) Local: Fazenda São Geraldo Leiloeira: Remate Leilões

20h 24º Leilão Tradição Gir Leiteiro Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos Leiloeiras: Programa / Leilopec

QUINTA-FEIRA 07/05

7h30 Julgamento das raças Brahman, Nelore, Gir Leiteiro, Sindi e Nelore Mocho Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

8h às 18h – ExpoZebu Dinâmica Local: Estância Orestes Prata Tibery Júnior (MG 427 km 02)

9h Audiência Pública da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais Local: Salão Nobre

10h 58º Leilão de Gir Leiteiro da EPAMIG Local: Epamig Leiloeira: Djalma Tiveron

11h Homenagem aos 40 anos do Colégio de Jurados Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

13h 13º Leilão Nelore MAAB Local: Tatersal Faz. Índia Leiloeira: Programa/ Remate

13h – Reunião Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável Local: Salão Nobre

14h Julgamento das raças Gir Dupla Aptidão, Gir Leiteiro, Indubrasil e Pré-Classificação Nelore Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

17h – Homenagem da ASBIA (Associação Brasileira de Inseminação Artificial) ao patrono da Inseminação Artificial no Brasil, Dr. Luiz Carlos da Veiga Soares. Local: Sede da ASBIA (Parque Fernando Costa).

19h30 – Posse festiva do novo presidente da ABCSINDI Local: Estande da ABCSINDI

20h 2º Leilão Melhor que a Encomenda Fazendas do Basa (Gir Leiteiro) Local: Leilopec Leiloeira: Leilopec

20h Leilão Raça Forte (Nelore) Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Programa/Remate

SEXTA-FEIRA 08/05

7h30 Julgamento das raças Brahman, Nelore, Gir Leiteiro, Sindi e Nelore Mocho Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

8h às 18h – ExpoZebu Dinâmica Local: Estância Orestes Prata Tibery Júnior (MG 427 km 02)

8h às 12h Curso de Noções de Morfologia e Melhoramento Genético, direcionado para Leiloeiros Rurais Local: Salão Nobre

14h Julgamento das raças Indubrasil, Pré-Classificação Nelore, Gir Leiteiro e Gir Dupla Aptidão Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

19h30 – Entrega da Comenda Indubrasil Local: Estande da Associação Brasileira dos Criadores de Indubrasil.

20h Leilão Caminho das Índias (Gir) Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Programa / Remate

20h 1º Leilão Sindi Terras de Kubera Local: Fazenda Kubera Leiloeira: Programa/ Remate

20h Leilão Pérolas do Nelore Local: Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos Leiloeira: Programa/Remate

SÁBADO 09/05

07h30 às 11h30 Julgamento das raças zebuínas Nelore, Brahman, Nelore Mocho, Indubrasil e Gir Dupla Aptidão Local: Pista Torres Homem Rodrigues da Cunha

9h às 12h00 – Lançamento da CARB (Câmara de Mediação de Arbitragem da Soc. Rural Brasileira) e lançamento do livro Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural à luz da Jurisprudência do CARF Volume II Local: Salão Nobre

11h30 Festa de encerramento e entrega dos grandes campeonatos da ExpoZebu 2015

13h Leilão Ouro Bahia (Nelore) Local: Tatersal Rubico Carvalho Leiloeira: Programa

13h – Reunião da Rural Jovem (Sociedade Rural Brasileira) – Local: Salão Nobre

14h 1º Leilão Genética do Pilar e Convidados (Gir Leiteiro e Girolando) Local: Leilopec

DOMINGO 10/05

0h às 10h – Saída dos animais

SEGUNDA-FEIRA 11/05

A partir das 0h – Saída dos animais

*Programação sujeita a alterações/ inclusões.

Fonte: Assessoria de Comunicação

CCAS participa de palestra no fórum do CREA

março 19th, 2015 by admin No comments »

O Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) participará hoje, dia 19 de março, do VII Seminário da Comissão de Relações Públicas (CRP), integrante da estrutura de suporte do CREA/SP (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de São Paulo), com a palestra É Show?, às 10h, na Sede Angélica, São Paulo/SP. O evento será uma reunião Conjunta dos Fóruns das Instituições de Ensino e Entidades de Classe.

O membro do CCAS, José Luiz Tejon Megido, mestre em Arte e Cultura, Doutor em Pedagogia da Superação pela UDE Universidad de la Empresa, no Uruguai -, jornalista e publicitário, autor, palestrante e presidente da TCA Internacional, em parceria com o Studio Panzarani Roma/Itália e autor e co-autor de 32 livros, incluindo os Best sellers O Voo do Cisne e A Grande Virada, ministrará a palestra durante o fórum.

Serviço

VII Seminário de da Comissão de Relações Públicas (CRP)

Local: Espaço técnico-cultural do CREA/SP

Endereço: Av. Angélica, 2.364, Consolação/SP.

Data: 19/03/2015 (Quinta-feira)

Horário: 10h às 11h30

Fonte: Assessoria de Comunicação

Bayer realiza palestras para veterinários sobre doenças transmitidas por vetores em Sorocaba e capital de São Paulo

março 18th, 2015 by admin No comments »

Como parte de seu compromisso contínuo com a comunidade científica, a Saúde Animal da Bayer HealthCare promoverá palestras sobre doenças transmitidas para cães e gatos por vetores como pulgas (dipilidiose), carrapatos (babesiose e erliquiose) e mosquitos-palha (leishmaniose) em duas cidades brasileiras: São Paulo, capital 25/03 e Sorocaba (SP) 31/03. Direcionado para médicos veterinários, o evento possui inscrição gratuita (com vagas limitadas) e contará com a apresentação do Professor Dr. Marcio Moreira, Responsável pelo Laboratório de Patologia Clínica e Banco de Sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi e membro do Brasileish Grupo de Estudos sobre Leishmaniose Animal.

Durante os eventos, os participantes serão convidados a debater o passo a passo para o diagnóstico, as condutas atuais de tratamento e a prevenção das doenças transmitidas aos pets. Os veterinários presentes também terão a oportunidade de conhecer Seresto®, lançamento da Saúde Animal que apresenta uma nova tecnologia para o controle de pulgas, carrapatos e leishmaniose em cães e gatos.

Serviço

Palestras sobre doenças transmitidas por vetores

Programação:

São Paulo (SP) 25/03, às 20h (South s Place Churrascaria – Avenida Roque Petroni Júnior, 677 – Brooklin Novo)

Sorocaba (SP) 31/03, às 20h, (Chácara Santa Victória – Avenida São Paulo, 3445 – Vila São Domingos)

Inscrições gratuitas, com vagas limitadas, por meio do TeleBayer (0800 7015546) ou e-mail bayervetbrasil@bayer.com

Fonte: Assessoria de Comunicação

IEA analisa o plano agrícola e pecuário 2015/16

março 18th, 2015 by admin No comments »

No Brasil, a política agrícola é formulada pelos Ministérios da Agricultura (Mapa) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), baseando-se em ações de apoio à gestão, financiamento e seguro da produção, formação de estoques e garantia de preços mínimos, que ocorrem, basicamente, por meio dos instrumentos de política agrícola, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) reúne, a cada safra, o principal conjunto de ações voltadas para atender a política agrícola nacional, que tem como eixos principais o crédito, o seguro e a garantia de preços.

O volume de crédito disponibilizado aos agricultores vem crescendo a cada ano safra e, juntamente com o crédito privado e o autofinanciamento, tem atendido ao setor satisfatoriamente, visto o resultado observado na produção de grãos e no complexo carnes. No entanto, a oferta ascendente de recursos deve ser mantida para continuar ampliando o número de beneficiários nas condições previstas pelo PAP, afirmam Terezinha Joyce Franca, Rejane Ramos, José Roberto da Silva e Samira Aoun, pesquisadores do IEA.

Em 2014, do total de recursos aplicados, segundo o Banco Central, os médios produtores receberam R$ 19 bilhões (11,5%) e a agricultura familiar R$ 25 bilhões (15%), ou seja, 26,5% do valor concedido. São Paulo recebeu R$ 21,1 bilhões, 12,7% do total nacional, mantendo sua participação nos últimos anos, dos quais 11,5% foram aplicados por meio do Pronamp e 5% do Pronaf.

Nesse sentido, a manutenção das medidas que privilegiaram a modalidade Pronamp, como o aumento da oferta de recursos e a elevação do limite de financiamento para custeio (R$660 mil) e investimento (R$385 mil) é fundamental para São Paulo dada a participação do médio produtor rural na agricultura paulista.

Com relação à taxa de juros, espera-se que sejam mantidas aquelas fixadas no PAP 2014/15 – entre 4% e 8%, compatíveis com a atividade em grande parte dos empreendimentos, principalmente diante de uma conjuntura de alta da inflação e elevação dos juros (Selic – 12,15% a.a. – fev. 2015). Grande parte dos financiamentos ocorre a taxas de juros controlados. Estes, por sua vez, dependem em grande parte dos depósitos à vista (exigibilidades) e podem sofrer impacto negativo desse cenário macroeconômico.

A crescente produção agropecuária exige como contrapartida infra-estrutura de armazenagem e bom fluxo de escoamento, sendo necessária a manutenção de estímulo e incentivos para investimento nessas áreas, bem como para o Moderfrota, visando à renovação da frota de máquinas agrícolas.

Dos programas do governo federal destinados aos produtores rurais, suas associações e cooperativas, o Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC) prevê linha de financiamento que contempla a recuperação de reserva legal e de áreas de preservação permanente, além de disponibilizar recursos para boas práticas agrícolas, como plantio direto e sistemas de produção integrados, entre outras. Nessa conjuntura, é bem-vindo o apoio a projetos de implantação de viveiros de mudas florestais para atender a baixo custo às exigências ambientais.

O principal instrumento de mitigação de risco na agricultura em todo o mundo é o seguro rural. O setor do agronegócio respondeu, segundo o Cepea/Esalq, por 22,58% do PIB nacional em 2013 e desempenha, portanto, papel fundamental para o país. O agronegócio está muito exposto às incertezas climáticas, principalmente aos eventos extremos, cada vez mais frequentes. O Brasil precisa, portanto, reforçar sua política agrícola voltada para o seguro da renda agrícola. O governo federal alocou, para o ano de 2014, R$ 700 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural, mas apenas R$ 400 milhões ficaram à disposição dos produtores.

A incerteza quanto à efetiva e oportuna liberação de recursos para a subvenção ao prêmio por parte do governo federal todo ano traz uma grande insegurança para o produtor e para as seguradoras, pois ambos vêm cumprindo sua parte: o produtor pagando a parcela que lhe cabe no prêmio e as seguradoras na oferta do seguro e no pagamento de indenização nos casos de sinistro.

Outro ponto fundamental é não permitir o seguro casado com o financiamento; o seguro deve ser da produção e não do financiamento. Essa sistemática pode dificultar a livre escolha da seguradora pelo produtor, criando um conflito entre o agente financiador e o produtor rural, além de enfraquecer o mercado privado segurador.

A importância do planejamento em médio prazo é reconhecida por todos os setores envolvidos na agropecuária e vem sendo prometido pelo governo há pelo menos cinco safras. O ideal seria que houvesse um programa de metas com plano plurianual, dando maior segurança e estabilidade aos produtores e instituições, ressaltam os pesquisadores.

Para ler o artigo completo: http://www.iea.sp.gov.br/out/LerTexto.php?codTexto=13619

Fonte: SAA/SP

Abertas as inscrições para curso de cultivo e processamento de mandioca

março 18th, 2015 by admin No comments »

Estão abertas, e vão até o dia 3 de abril, as inscrições para o Curso de Cultivo e Processamento de Mandioca realizado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que vai acontecer na semana de 6 a 10 de abril, na sede da Unidade, em Cruz das Almas (BA). O público-alvo inclui técnicos e profissionais de nível superior de instituições públicas e privadas de extensão rural (veja como se inscrever no quadro no fim do texto).

Com carga horária total de 40 horas, o curso está sob a coordenação dos pesquisadores Carlos Estevão Cardoso, Joselito Motta e Saulo Oliveira. A intenção é difundir tecnologias sobre a cultura da mandioca, com segmentos teóricos e práticos na visão da cadeia produtiva, abrangendo as áreas de socioeconomia, fitossanidade, melhoramento genético e processamento, com enfoque na agregação de valor do produto. E o objetivo final é municiar os agentes de transferência de conhecimento tecnológico para o repasse aos mandiocultores.

Programação
A programação envolve sistemas de produção (tradicionais, Produção Integrada, plantio direto e sistemas industriais), melhoramento genético, manejo e conservação do solo, identificação de doenças, manejo integrado fitossanitário, uso da manipueira na alimentação animal, além de demonstração de equipamentos para fabricação de farinha e beijus coloridos e apresentação do projeto Reniva (“Rede de multiplicação de materiais propagativos de mandioca com qualidade genética e fitossanitária”).

Estão previstas também visitas técnicas a fazenda de produtor no município de Sapeaçu, à Cooperativa de Produtores de Amido de Mandioca do Estado da Bahia (Coopamido), em Laje, e à Cooperativa dos Produtores Rurais de Presidente Tancredo Neves (Coopatan), além do mercado municipal de Cruz das Almas. O corpo de instrutores é formado por analistas e pesquisadores da Embrapa, profissionais da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (Ebda) e das cooperativas visitadas.

Inscrições
As inscrições podem ser realizadas até o dia 3 de abril, e o valor da taxa são R$ 200. O pagamento deve ser feito por meio do formulário eletrônico disponível no link: https://www.eventos.funarbe.org.br/detalhes/curso-de-cultivo-e-processamento-de-mandioca. Para efetuar a inscrição, os interessados devem enviar para cnpmf.inscricao@embrapa.br o comprovante de pagamento e os seguintes dados: nome; CPF; RG; empresa; cargo/função; endereço; cidade; UF; CEP; telefone e e-mail.

Para mais informações acesse:
https://www.embrapa.br/documents/1355135/0/Curso+processamento+e+cultivo+mandioca/43a595dd-6115-442c-95ef-633d7cec01c0 ou ligue para (75) 3312-8077 (Marineusa Araújo, Setor de Gestão de Transferência de Tecnologia).

Embrapa Mandioca e Fruticultura

Artigo: Hortifruti é o segmento que mais emprega por hectare no estado de São Paulo

março 18th, 2015 by admin No comments »

O agronegócio é uma das atividades econômicas mais representativas em todo o país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP, o setor é responsável por quase um quarto do PIB brasileiro. Os números continuam expressivos quando migramos para o estado de São Paulo que, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), representa 14% do PIB Estadual e 20% do PIB do agronegócio do Brasil.

O plantio de hortaliças é um dos braços do agronegócio paulista. O estado de São Paulo abriga umas das principais regiões produtoras e fornecedoras desses alimentos para outras cidades, dentro e fora do estado, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina, entre outros. O plantio e distribuição de hortifrútis oriundos do estado de São Paulo oferece produtos de qualidade e preços competitivos. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em março do ano passado, a agricultura gerou mais 1.350 novos postos de trabalho no estado. Os produtores de hortaliças é o ramo de atividade que mais emprega por hectare no estado de São Paulo, enquanto geram empregos de três a seis pessoas por ha, na cana-de-açúcar é de 0,5 a 1,0 por ha. Na Associação dos Produtores e Distribuidores de Hortifrútis do Estado de São Paulo (Aphortesp) geramos mais de dois mil empregos diretos e quatro mil indiretos.

Atualmente, mais de 10 milhões de folhosas são produzidas mensalmente pelos associados da Aphortesp, sendo que 40% somente alface entre crespa, lisa e americana. A produção anual de alface no Estado de São Paulo também surpreende. De acordo com o Instituto de Economia Agrícola, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, em 2010 foram produzidos quase seis milhões de pés de alface e em 2013 chegou a mais de 14 milhões, com aumento crescente a cada ano.

Mesmo representando grande parcela na economia paulista o segmento sofre muitas dificuldades, desde climáticas até econômicas, como a ausência de incentivos para investimento em tecnologia no campo. Desde o final do segundo semestre de 2014, principalmente na questão da crise hídrica, a Associação vem se posicionando quanto aos entraves do setor, mas estamos otimistas no que tange aos números do setor para os próximos meses. Estamos preparados para o período de alta venda de hortaliças, que é no verão. No mês de novembro de 2014, por exemplo, foram vendidos mais de 143 mil unidades de hortaliças por um dos associados. Temos a expectativa que em 2015 aumente o consumo, tanto no verão como no inverno. A associação não medirá esforços para disseminar a importância desse segmento para o governo para atingirmos a nossa meta, e principalmente queremos disseminar boas práticas agrícolas nas lavouras garantindo que o produto chegue com qualidade para os consumidores.

Fonte: Assessoria de Comunicação

A Helicoverpa armigera continua se alimentando….e muito bem

março 18th, 2015 by admin No comments »

Responsável por perdas bilionárias da safra brasileira do ano passado e aumento do custo de produção, desde 2012 e identificada em 2013, a praga Helicoverpa armigera vem prejudicando fazendas em todo o Brasil. Os motivos para a falta do controle são diversos desde a difícil identificação da lagarta até seu alto grau de variedade de espécies e partes de plantas que come e seu potencial de se alimentar mais rápido que outras pragas existentes no País. Segundo pesquisadores, há relatos de mais de cem espécies de plantas que podem ser hospedadas e atacadas pela Helicoverpa armigera, além do milho, soja e algodão. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a estimativa dos custos com defensivos cresceram 30% por conta dessa praga. Mas e a solução? Diante desse cenário, sempre ao lado do produtor e contribuindo com a sua produtividade e rentabilidade nas lavouras, o engenheiro agrônomo e gerente de inseticidas da FMC, Adriano Roland, dá dicas de como se prevenir, mas adianta que adotar medidas práticas para restabelecer minimamente o equilíbrio biológico é o caminho para amenizar a problemática :

Monitorar a lavoura é essencial. A adoção de monitoramentos frequentes nas lavouras, antes, durante após o desenvolvimento das culturas é uma estratégia eficaz para a prevenção dos danos causados por estas lagartas. Produtores têm usado armadilhas com feromônio sexual com resultados na fase adulta da Helicoverpa. A FMC disponibiliza ao mercado o feromônio Plato para Helicoverpa armigera, que atrai a mariposa da lagarta Helicoverpa armigera (forma adulta) para uma armadilha, facilitando a identificação e o dia a dia do produtor que tem dificuldade em determinar se essa lagarta está presente em sua lavoura e correm o risco de adotar medidas de controle não eficientes.

Identificar a largarta é fundamental. Segundo especialistas, é uma espécie que apresenta grande mobilidade e alta capacidade de sobrevivência sob condições adversas, podendo completar várias gerações por ano, finalizando seu ciclo de ovo a adulto entre quatro a seis semanas no período de verão. O adulto apresenta nas asas anteriores uma série de pontos nas margens e uma mancha em forma de vírgula na sua parte inferior. As asas posteriores são mais claras apresentando uma borda marrom escura na extremidade apical, havendo dimorfismo sexual entre machos e fêmeas. Uma fêmea pode colocar de 1000 a 1500 ovos sempre de forma isolada sobre os talos, frutos e folhas
​,​
de preferência no período noturno. Para a postura, preferem a página superior das folhas e as superfícies pubescentes, sendo que o período de postura pode durar de 8 a 10 dias. A lagarta possui coloração variável, do verde e amarelo claro a um tom mais escuro. São detalhes característicos, a sua cápsula cefálica de cor pardo claro a um tom mais escuro, umas finas linhas brancas laterais e a presença de pelos. Quando perturbada apresenta um comportamento peculiar encurvando a capsula cefálica até o primeiro par de falsas pernas, permanecendo deste modo pos um bom tempo. Apresentam uma tendência a agressividade, são carnívoras e propensas ao canibalismo. Na dúvida, procure engenheiro agrônomo que possa ajudá-lo.

Os agricultores têm empregado também ferramentas de controle químico e biológico, como os bioinseticidas à base de vírus e de bacilos, bem como os produtos químicos disponíveis no mercado, para controlar essa praga. Recomenda-se que nas aplicações de inseticidas é importante rotacionar os modos de ação dos produtos para reduzir a pressão de seleção dos ingredientes ativos. Já com relação ao uso do controle biológico, o vazio sanitário nas lavouras foram considerado melhores do que anteriores. Intensificar a assistência agronômica em todas as lavouras. Consulte um especialista.

Manejo FMC

A FMC investiu nessa guerra ao combate a Helicoverpa armigera desde o começo e hoje o produtor pode contar com um manejo mais equilibrado e eficaz no campo. Diante desse problema que ainda causa danos principalmente nas lavouras de soja, a companhia disponibiliza ao produtor mais um aliado e lança o inseticida biológico Helicovex que combinado com os químicos contribui para o controle da proliferação dessa praga.

Conhecido como NPV (vírus da Poliedrose Nuclear), o Baculovirus é eficiente no controle da Helicoverpa armigera com eficiência e seletividade. Mais concentrado, ele age por ingestão, reagindo com o PH alcalino do sistema digestivo da praga, que quando infectado, é levado à morte. Após a colonização das células da lagarta, ocorre o rompimento do tegumento que libera o líquido contendo vírus pelas folhas, contaminando as outras lagartas que se alimentem delas. Ele é indicado para a primeira aplicação na fase de ovos e depois repetir em um intervalo de oito dias.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Sul tem bicampeão regional no Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso

março 18th, 2015 by admin No comments »

O melhor café da região Sul do Brasil continua nas mãos de Orlando von der Osten, cafeicultor de Curitiba, cuja fazenda fica em Cornélio Procópio, também no Paraná. Ele conquistou o bicampeonato consecutivo da categoria regional no 24º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, em cerimônia realizada hoje de noite, na capital paulista.

O campeão brasileiro foi o paulista Norival Favaro, seguido pelo mineiro Antonio Bittencourt Ramos. Carlos André Dognani (SP), Ronalt Marques de Araújo (MG) e Diogo José Myaki (MG) fecharam a lista dos cinco melhores do país. Além da categoria nacional, foram concedidos prêmios na regional para os melhores do Sul, Centro-Oeste, Matas de Minas, Cerrado Mineiro, Sul de Minas, Chapada de Minas e São Paulo (veja os nomes em tabelas mais adiante). Somando-se as gratificações a cafeicultores (40 finalistas nacionais, além de vencedores regionais) e classificadores, a illycaffè distribuiu mais de R$ 200 mil aos premiados.

A escolha dos melhores cafés foi feita por uma comissão julgadora, com especialistas nacionais e internacionais, por meio de testes com equipamento de luz ultravioleta e pela classificação do grão quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, teor de umidade, torração e quanto à qualidade da bebida, com degustação para espresso.

O público presente no evento ainda conheceu o Fornecedor do Ano, a Ecoagrícola Café, de Marcelo e Roberto Flanzer. A eleição foi feita pelo júri do Clube illy do Café programa de fidelidade da illycaffè que reúne os principais fornecedores da empresa com base nos critérios de fidelidade do produtor, pontualidade de entrega, apresentação do produto, cumprimento da quantidade e qualidade vendidas, correspondência do lote com a amostra original e participação no Programa de Sustentabilidade e no Prêmio. O prêmio é uma viagem cultural à Itália, com direito a acompanhante, para visita à EXPO 2015 em Milão e à sede da illycaffè, em Trieste, entre outros atrativos.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Esalflores terá Escola de Formação de Floristas

março 18th, 2015 by admin No comments »

CURITIBA, 18/03/2015 A Esalflores, maior floricultura e Garden Center do Sul do Brasil, e a Escola de Formação de Floristas Leo Mendes e Tania Santos, uma das mais tradicionais do Brasil, trazem para Curitiba o exclusivo curso de formação de floristas. As atividades, que terão início no dia 30 de março, terão quatro módulos, que ensinarão desde o manuseio e conservação de matérias primas, até a criação de buquês, ramalhetes e arranjos, com aulas teóricas e práticas.

O curso é voltado para pessoas que queiram conhecer, aprimorar e desenvolver conhecimentos sobre arte floral. Durante o curso, os participantes vão desenvolver conhecimentos sobre as principais técnicas de arte floral, aprimorando habilidades na confecção de arranjos florais e buquês, explica Bruno José Esperança, diretor geral da Esalflores. Em aulas práticas e teóricas, os alunos terão a oportunidade de aprender todas as técnicas necessárias para o manuseio das matérias primas e confecção de arranjos.

O primeiro módulo será realizado entre os dias 30 de março e 01 de abril, das 8h30 às 17h. As aulas serão realizadas na Esalflores (Rua 24 de maio, 1839, Rebouças). As inscrições custam a partir de R$ 530,00 por módulo (para quem cursar todos os módulos), e podem ser feitas pelo telefone (41) 3091-0403 ou pelo e-mail esalflores@esalflores.com.br. Os módulos sequentes serão realizados em três novas etapas: de 27 a 29 de abril (2º módulo), de 25 a 27 de maio (3º módulo) e de 29 de junho a 01 de julho (4º módulo). Mais informações no site www.esalflores.com.br ou no Facebook (https://www.facebook.com/Esalflores).

Fonte: Assessoria de Comunicação

Pesquisa descreve processo que levou à concentração do setor de máquinas agrícolas

março 18th, 2015 by admin No comments »

Os países emergentes exercem papel cada vez mais importante como produtores e demandantes de tratores e colheitadeiras, embora os Estados Unidos e a Europa sejam ainda os principais mercados para esta indústria. Essa característica do setor de máquinas agrícolas foi iniciada com o advento da Revolução Industrial, a partir da formação um grande oligopólio, primeiramente em nível nacional e, posteriormente, internacional, afirma Rodrigo Peixoto da Silva, economista e autor de um estudo sobre a evolução das estruturas de mercado da indústria de máquinas agrícolas em âmbito mundial, com ênfase para o caso brasileiro.

A pesquisa, realizada no Programa de Pós-graduação em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ) destaca os países e o contexto da origem do setor, bem como as características de sua expansão internacional. As estratégias de fusão e aquisição, adotadas como forma predominante de entrada em novos mercados, são enfatizadas, assim como o seu papel sobre o aumento do poder de mercado na indústria brasileira de tratores agrícolas, conta o autor do estudo, que teve orientação de Carlos Eduardo de Freitas Vian, professor do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES).

Etapas O trabalho foi dividido em três capítulos. O primeiro traz o embasamento teórico sobre as estruturas de mercado em oligopólio e suas formas de concorrência, além de um levantamento histórico da indústria de forma a relacioná-los, destacando suas principais características e marcos de sua evolução. O segundo capítulo traz um panorama geral da indústria e do mercado de máquinas agrícolas mundial na última década, definindo os principais agentes, suas características e vantagens que proporcionaram o desenvolvimento desta indústria, além de uma caracterização dos padrões de comércio internacional predominantes. Por fim, o último capítulo tem seu foco no caso brasileiro e analisa os impactos da concentração de mercado sobre o desempenho da indústria em termos de poder de mercado. Para tanto, estimamos os parâmetros de uma função demandada por tratores agrícolas (elasticidade preço da demanda) e de um indicador de poder de mercado (índice de Lerner).

Caso brasileiro De acordo com a pesquisa, o segmento de tratores agrícolas brasileiro caracteriza-se por uma estrutura de poucas e grandes empresas que, em grande parte, atuam em nível global. A presença de economias de escala, nível elevado de investimentos, extensas redes de distribuição e assistência técnica, além de fidelização dos clientes às marcas são pré-requisitos para a atuação no mercado e funcionam como barreiras à entrada de novos concorrentes, assim como as tarifas de importação. Trata-se de um oligopólio concentrado, com elevado poder de mercado, seja no segmento de tratores de pequeno porte, seja nas faixas de maior potência, aponta o economista.

Para o pesquisador, são necessárias políticas que adequem as condições de oferta aos diferentes perfis de demanda existentes no país. Tais medidas incluem a elaboração e/ou aperfeiçoamento de programas de crédito como o Moderfrota e Pró-Trator e o estímulo ao desenvolvimento tecnológico voltado às necessidades da agricultura brasileira, por meio de maior interação entre fabricantes, universidades e centros de pesquisa.

No que diz respeito à concentração de mercado, o economista reforça que as políticas devem voltar-se para o fortalecimento das empresas de capital nacional nos segmentos de tratores em que elas possuem pequena participação, de forma que possam competir também neste mercado. Tal medida proporcionaria maior concorrência no segmento que é atualmente dominado pelas empresas multinacionais e funcionaria como um limitante do poder de mercado, beneficiando os produtores rurais e estimulando a mecanização agrícola, finaliza.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Artigo: Pequenas culturas retirando o agricultor da ilegalidade

março 18th, 2015 by admin No comments »

Por Luiz Carlos Bhering Nasser, Membro do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS), Agrônomo; Pós-Doutor em Biologia Ambiental e Professor Coordenador do Curso de Pós-Graduação de Análise Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do UniCEUB.

Cerca de 1.200 anos antes de Cristo sal e cinza foram usados nos campos para tornar inaptas para a agricultura campos produtivos conquistados por exércitos. A descrição, encontrada na Bíblia, é talvez o primeiro relato do uso de produtos químicos como herbicida não seletivo. Duzentos anos depois o poeta Homero registou a queima de enxofre nos lares dos gregos visando proteger a população contra a ação nociva de insetos. Os chineses, 900 anos depois de Cristo foram os pioneiros a usar empiricamente o produto químico arsênio para proteger espécies de plantas nos jardins, contra o ataque de insetos.

Relatos dos séculos XV e XVI constatam o uso empírico de, além de arsênio, mercúrio e chumbo no combate de pragas em plantações na Ásia e Europa. Somente no final do século XIX, com o uso do sal de cobre e cal para evitar roubos em plantações de uva na França, o botânico Pierre Millardet comprovou cientificamente a eficiência desses químicos como agrotóxico eficiente no combate à praga – fungo míldio das videiras. A indústria daí em diante passou a investir grandes quantidades de recursos financeiros, pesquisou, desenvolveu e registrou centenas de princípios ativos químicos para uso em lavouras com base em espécies de plantas de importância econômica – para grandes culturas tais como: trigo, arroz, milho, algodão e soja.

Governos em todo o mundo começaram a exigir registros desses agrotóxicos tardiamente, entre 1910 e 1940, com ênfase para as grandes culturas. Apenas nas décadas de 1950 a 1980, com o avanço das pesquisas em todas áreas agrícolas e a necessidade de inclusão de novas áreas de produção de alimentos básicos no mundo, que a necessidade de uso de agrotóxicos se intensificou, com aumento de 700% em alguns causos.

Atualmente no Brasil as pequenas culturas, também chamadas de “minor crops” ou CSFI (Cultivos com Suporte Fitossanitário Insuficiente) são importantíssimas para a manutenção da saúde humana, como por exemplo as culturas de legumes, frutas e hortaliças.

Porém, essas lavouras carecem de agrotóxicos específicos registrados para controle de pragas e doenças, nos padrões atuais requeridos por órgãos do governo e em parte, devido aos altos custos em realizar essas pesquisas específicas para o registro desses produtos. Sendo assim, quando ocorre o ataque de pragas nessas lavouras e agrotóxicos não registrados são usados pelos produtores os agricultores assumem o papel de vilões do agronegócio.

Um exemplo típico é: o produtor tem metas de produtividade, só que não tem o agrotóxico registrado para combater a praga ou doença que ataca a lavoura de morango. Porém, esse mesmo produto está registrado para praga similar na lavoura de soja. Para o agricultor não perder a lavoura de morango ele compra o produto legalmente, mas ao usar na plantação de morango, se torna ilegal, porque a empresa não registrou o produto para morango. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) poderá depois detectar o produto no morango e classificar o produto como não seguro por estar com o agrotóxico não registrado, gerando certa confusão. Isto porque em até 70% das amostragens realizadas em “minor crops”, os limites de resíduos não estão acima do permitido.

Para dirimir essa confusão, um esforço iniciado pelos produtores brasileiros de maçã, no final da década de 90 foi coroado de êxito com o III Encontro Nacional sobre Registro de Agrotóxicos para CSFI, evento esse que aconteceu em 28/01/2015 na sede da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), em Brasília/DF. Estiveram presentes representantes das cadeias de agronegócio, associações e entidades do governo dos poderes executivo/judiciário, indústrias, produtores rurais e pesquisadores.

O objetivo principal desse evento foi unir todas essas entidades, modelos de simplificação de registros existentes para “minor crops” nos Estados Unidos da América, Canadá, Inglaterra e com resultados de pesquisas realizadas para praga alvo do Brasil, ao invés de registro para cada espécie de planta, usar grupos de plantas, aprimorar e simplificar o sistema de registro desses agrotóxicos- retirando assim o agricultor da ilegalidade involuntária.

Fonte: Assessoria de Comunicação

IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, promovido pelo Consórcio Pesquisa Café, será realizado em Curitiba de 22 a 24 de junho de 2015

março 18th, 2015 by admin No comments »

Pesquisadores que possuem o café como objeto de estudo devem se programar: a comissão organizadora do IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizado pelo Consórcio Pesquisa Café sob a coordenação da Embrapa Café, divulga o prazo para recebimento dos resumos dos trabalhos científicos: de 10 a 31 de março. Os resumos devem ser encaminhados por meio da página do IX Simpósio (http://www.simposiocafe.sapc.embrapa.br) e serão analisados e selecionados pela comissão científica de 1º a 12 de abril. A divulgação do resultado final será feita até o dia 24 de abril. Espera-se a apresentação de cerca de 400 trabalhos técnico-científicos. O evento será realizado em Curitiba-PR, de 22 a 24 de junho.

Tema e parceiros – Os Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil é uma realização bienal do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, e faz parte da agenda nacional de desenvolvimento científico e tecnológico desde 2000, quando foi realizada a primeira edição do evento. A edição de 2015 tem como tema “Consórcio Pesquisa Café: oportunidades e novos desafios” e conta com o Instituto Agronômico do Paraná IAPAR como anfitrião e apoio do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater-PR.

Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Embrapa Café

MAPA, ABCZ e Fazenda Chaparral realizam Dia de Campo do PMGZ

março 18th, 2015 by admin No comments »

O Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ), da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento realizam um Dia de Campo no próximo dia 20 de março, em Campo Grande (MS). O evento será sediado e terá como modelo a ser apresentado a Fazenda Chaparral, referência no melhoramento genético da raça Nelore.

A programação reserva uma interessante manhã de palestras e apresentações práticas sobre o que há de mais inovador na pecuária zebuína, com nomes importantes das áreas técnica e de pastagens, como Luiz Antonio Josahkian, Superintendente Técnico da ABCZ, Adriano Garcia, Técnico da ABCZ, Roberto Risolia, Líder de Sustentabilidade e Desenvolvedor de Negócios em Pastagens da Dow Agroscience, e Gustavo Roveda Stucchi, Gerente da Fazenda Chaparral.

Mostraremos aos produtores locais como funciona o processo produtivo em uma fazenda estruturada, demonstrando bem o trabalho do PMGZ na fazenda, com apresentação das diversas etapas na prática, explica o gerente da ABCZ em Mato Grosso do Sul, Adriano Garcia.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo e-mail fazenda@elzahran.com.br, ou telefones (67) 9984-0802 e (67) 3681-1066. Confira abaixo a programação:

8h Recepção e Café da Manhã

8.30hs Abertura

Adriano Garcia Tecnico ABCZ

8.40hs Apresentação da Fazenda Chaparral

Gustavo Roveda Stucchi Gerente da Fazenda /Medico Veterinario

9.15hs Pastagens Dow Agrosciences

Augusto Catanante Representante da Dow Agroscience no MS

10.50hs – Melhoramento Genetico ABCZ

Luiz Antonio Josahkian Superintendente Tecnico ABCZ

11.20hs Visita as Estações

Apresentação técnica dos animais

Apresentação do Sistema de ILPF (Implantação Lavoura Pecuária Floresta)

Luiz Antonio Josahkian ABCZ

Gustavo Roveda Stucchi Gerente da Fazenda /Medico Veterinario

13hs Almoço

*Palestra Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento- a confirmar.

Fonte: Assessoria de Comunicação

16º Simpósio Nacional do Agronegócio Café 2015 reúne lideranças da cafeicultura da Bahia e do Brasil

março 18th, 2015 by admin No comments »

Em 2015, o Simpósio Nacional do Agronegócio Café (Agrocafé) – tradicionalmente o evento que abre o calendário oficial da cafeicultura no Brasil será, pela primeira vez, realizado no período de 11 a 13 de maio, no Bahia Othon Palace, em Salvador BA. O evento é uma realização da Associação dos Produtores de Café da Bahia Assocafé, Centro do Comércio de Café da Bahia, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural SENAR e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia FAEB.

O futuro do café e as exigências do mercado por técnicas de produção modernas e sustentáveis também serão temas do Simpósio, além de questões técnicas e de mercado. O tema central do evento é: O Agronegócio Café De Olho no Futuro. A palestra de abertura será sobre O futuro do agronegócio café no Brasil.

Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Embrapa Café

EaD Senar Portal de educação à distância oferece cursos voltados ao empreendedorismo rural

março 18th, 2015 by admin No comments »

Para contribuir com a melhoria da gestão da propriedade rural, cooperar para a geração de renda e melhorar a qualidade de vida das famílias rurais, com a meta de fortalecer o agronegócio brasileiro, o Programa Empreendedorismo e Gestão de Negócios por meio do portal de educação à distância do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) oferece gratuitamente três cursos.

As três oportunidades de capacitação para aprender como o empreendedorismo contribui para a propriedade ir mais longe são: Com licença vou à Luta, voltado para mulheres empreendedoras rurais que tem por objetivo contribuir com instrumentos teóricos e práticos que estimulem o empreendedorismo, a liderança e a gestão eficiente de seus negócios; Trabalhador Empreendedor que visa identificar as características, competências e habilidades empreendedoras do meio rural a fim de otimizar seus negócios; e Negócio Certo Rural que contribui para a melhoria da gestão da propriedade rural por meio da capacitação, tendo como foco principal o empreendedorismo, para fortalecer o agronegócio brasileiro.

Os interessados devem acessar o portal, escolher o curso e fazer a matrícula. De acordo com o superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, a entidade busca oportunizar conhecimento e atualização em relação às exigências do mercado consumidor, além de gerar perspectiva de maior qualidade de vida, consciência crítica e participação na vida da comunidade.

PROGRAMAS

O Com Licença vou à Luta capacita mulheres, produtoras rurais, com idade igual ou superior a 16 anos para a gestão de seus negócios agropecuários com maior eficiência com foco em empreendedorismo e liderança.

Para facilitar a aprendizagem e garantir um estudo agradável, os conteúdos estão organizados em seis módulos, com atividades, ilustrações e dinâmicas em uma linguagem de fácil compreensão. Os conteúdos dos módulos são empreendedorismo, diagnóstico da propriedade, gestão financeira, elaboração do planejamento de negócio, legislação e liderança.

O programa Trabalhador Empreendedor está organizado em três módulos: visão do todo, proatividade e habilidades para trabalhar em equipe; comprometimento, comunicação e autocontrole; e situações de risco e possíveis consequências. Os participantes aprendem sobre visão empreendedora, espírito empreendedor, proatividade e reatividade, diagnóstico do nível de desenvolvimento da proatividade, trabalho em equipe, habilidades de trabalhar em equipe, diagnóstico da habilidade de trabalhar em equipe, comprometimento, comunicação e autocontrole, situações de risco na administração de negócios e criando sucesso. O acesso ao curso é pela internet em um ambiente de aprendizagem de fácil navegação, comunicação e interação entre todos os participantes do curso.

O programa Negócio Certo Rural está organizado em seis etapas, na qual os participantes aprendem sobre o diagnóstico da propriedade, potencialidades e deficiências, principais atividades produtivas da região, identificação de novas ideias de negócio, busca de informações para avaliar as ideias, capital necessário para viabilizar o negócio, verificação de uma nova ideia de negócio, planejamento e melhoria das atividades atuais, estudo de mercado, estratégias de comercialização dos produtos e melhores formas de reduzir riscos e atuar junto de outros produtores com interesses semelhantes.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Coonai investe R$ 2 milhões em central de leite em Patrocínio Paulista

março 18th, 2015 by admin No comments »

A Cooperativa Nacional Agroindustrial (Coonai), localizada em Brodowski, na região nordeste de São Paulo, está investindo R$ 2 milhões na construção de uma nova central de industrialização de leite pasteurizado.

Os recursos (empréstimo a fundo perdido) vieram do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável do Banco Mundial (Bird). A operação financeira contou com o apoio da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento.

O objetivo principal da nova central, que será instalada em Patrocínio Paulista (região nordeste do Estado), é a redução de 10% no custo de transporte e 10% nos custos industriais.

A unidade industrial entrará em atividade até setembro as obras de terraplanagem já começaram. Segundo o vice-presidente da cooperativa, Marcelo Barbosa Avelar, serão beneficiados 200 produtores de leite. A nova central deverá substituir a de Brodowski.

Com captação de 50 mil litros/dia, o leite da Coonai está presente em 85 municípios paulistas. A cooperativa atende também o programa Viva Leite, do governo paulista, prefeituras (programa de merenda escolar) e órgãos públicos, como penitenciárias e hospitais.

No ano passado, o leite pasteurizado representou 77% do faturamento da cooperativa R$ 30 milhões. Além do leite, a cooperativa produz café, ração e insumos agrícolas.

Até 2001, a Coonai industrializava o leite tipo longa vida (leite esterilizado). Mas com a forte concorrência de mercado, que a obrigava a captar leite até em outros estados, os cooperados decidiram apostar em um novo nicho de mercado: o leite pasteurizado. Decidimos voltar às origens da cooperativa, valorizando o trabalho do cooperado e do produtor da região. Ele é o nosso fornecedor exclusivo, explica Marcelo Avelar.

Para sustentar essa mudança, dirigentes da cooperativa e associados participaram de cursos de qualificação técnica promovidos pelo Sescoop/SP (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo).

Em convênio com o Ministério da Agricultura e Abastecimento, o Sescoop/SP promoveu nos últimos dois anos palestras e cursos nas áreas de saúde, segurança do trabalho, plantio, melhoria do agronegócio, marketing, gestão e mercado. Tanto a central de leite como os cursos de qualificação têm o objetivo de fortalecer a cooperativa e o cooperado. Nesse sentido, o Sescoop/SP nos deu suporte técnico para melhorarmos vários processos, reforça o vice-presidente.

Com a nova central, a cooperativa lançará uma embalagem plástica (tipo B e C), substituindo o saco plástico conhecido popularmente como barriga mole. A garrafa plástica agrega valor ao nosso produto e melhora a renda do produtor. Esse tipo de embalagem facilita também a vida do consumidor, explica o vice-presidente.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Paranaense SPRO it solutions apresentará soluções para o agronegócio no SAP Forum 2015

março 18th, 2015 by admin No comments »

Com o tema Simplifique tudo. Faça mais
acontece em São Paulo o 19º SAP Forum Brasil,
um dos maiores eventos de negócios da
América Latina. O evento será realizado nos dias
17 e 18 de março, no Transamerica Expo Center.
A programação inclui mais de 300 sessões e
apresentações para diferentes setores de
mercado, como agronegócio, bens de consumo,
manufatura, serviços financeiros, setor público e
varejo.

Nesta edição, a paranaense SPRO it solutions,
especialista no setor de agronegócio,
apresentará soluções direcionadas para o
agronegócio. A palestra “AGRI-MOBILE Visita
Agronômica e Gestão Produtor Rural” será
proferida por Allan Pizaia, arquiteto de soluções
da SPRO it solutions. A solução tem como
finalidade intensificar o relacionamento das
empresas do agronegócio com o produtor rural.
Foi desenvolvida na plataforma SAP Mobile, via
Co-Innovation LAB, e contempla desde o
controle de propriedades, planejamento de safra
e colheita, controle de visita técnica, venda de
insumos, até relatórios gerenciais e
operacionais. Além disso, é integrada com o
módulo ACM (Agricultural Contract
Management), relata Pizaia.

Outro tema de destaque será a solução de
Gestão do Produtor Rural, que permite ao
produtor o controle gerencial de sua propriedade
rural, monitorando custos diretos e indiretos de
safra, gerando histórico do clima e definindo
junto com o técnico agrícola estratégias para
aumentar a produtividade. Segundo Almir
Meinerz, diretor executivo e de operações da
SPRO it solutions, a solução foi desenvolvida
para integrar-se com o SAP ECC e também com
um Big Data que passará a gerar informações
estatísticas para o ecossistema do agronegócio.
Gestão estratégica da informação para um
diferencial competitivo, destaca.

Gestão de Pátio e Monitor de Recebimento

A SPRO it solutions também desenvolveu uma
outra solução complementar ao ACM. Trata-se
do Gestão de Pátio, que tem como finalidade
realizar a pesagem e a classificação de cereais,
bem como o controle de entrada e saída de
caminhões, tudo de forma automatizada e
integrada com o ACM. O grande diferencial é
que funciona em modo offline, evitando, por
exemplo, filas de caminhões parados e,
consequentemente, prejuízo para a empresa. Se
o agricultor mandar 10 caminhões, ele
conseguirá descarregar, pesar sem ter
dependência com a SAP. Já no SAP, o Monitor
de Recebimento registra de forma automática o
recebimento físico, fiscal, contábil e financeiro,
explica Fabricio Souza, arquiteto e especialista
ACM da SPRO it solutions.

Gestão de Contratos Agrícolas

Outra solução que será apresentada pela SPRO
it solutions no SAP Forum Brasil será o Cockpit
de Acerto de Contratos. Desenvolvida via COIL
(Co-Innovation LAB), a solução complementa o
ACM para o acerto dos contratos dos
produtores, considerando no acerto financeiro os
adiantamentos, duplicatas, retenções, bem como
a geração de nota complementar quando
necessário. O cockpit também permite uma
gestão completa de toda movimentação do
contrato.

Atualmente, a SPRO it solutions está entre as
poucas parceiras a comercializar e implementar
o ACM da SAP, com oportunidades inclusive
fora do Brasil. Nossos diferenciais são o
expertise do setor, experiência comprovada na
solução ACM e soluções complementares para
atender como um todo a cadeia do agronegócio,
finaliza Meinerz.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Negócio Certo Rural alia assistência técnica e planejamento da produção

março 18th, 2015 by admin No comments »

Com o objetivo de levar ferramentas de gestão personalizada a pequenos produtores rurais, o programa NCR Negócio Certo Rural completa cinco anos de funcionamento em 2015 e já modificou a vida de 1,4 mil pessoas em várias regiões de Mato Grosso do Sul. Durante a capacitação, os técnicos do Senar/MS Serviço Nacional de Aprendizagem Rural oferecem assistência técnica e orientações de como aprimorar as atividades, alavancar os negócios e reduzir custos com a produção.

A meta da instituição é aumentar de 711 para 1.100 atendimentos este ano. Nesta quinta-feira (19) novas turmas iniciarão o treinamento nos seguintes municípios: Iguatemi, Rio Verde, Terenos, Ponta Porã, Maracaju, Dourados, Sidrolândia, Anaurilândia, Chapadão do Sul e Corumbá. A demanda foi encaminhada pelos sindicatos rurais possibilitando a formação de 18 turmas. Deste total, 12 cursos acontecerão em assentamentos rurais.

Segundo a coordenadora educacional do SENAR/MS, Maria do Rosário de Almeida, o programa atende uma lacuna que existe no setor rural, principalmente nas pequenas propriedades, que é a inserção de um sistema de planejamento de custos e receitas. O alcance do NCR é abrangente, pois, no primeiro momento explica a importância de se anotar todos gastos e ganhos que o produtor possui e no final da capacitação oferece assistência técnica e dicas para multiplicar os ganhos, como, por exemplo, investindo em outras culturas ou criações, detalhou.

Mudança de hábitos Uma das produtoras atendida na turma de 2014 foi Rosinei Ventura, da Comunidade São Luiz, no município de Itaquirai, região sul do Estado. Junto com a família trabalha no setor de avicultura e se mostrou satisfeita com o aprendizado e a assistência técnica recebida. Antes de conseguir um lote, eu e meu esposo trabalhávamos como empregados rurais e não sabíamos como administrar a produção corretamente, tanto que tive algumas tentativas frustradas em outros negócios. Com o NCR aprendemos a anotar tudo o que se refere a nossa produção e também a produzir um plano de negócios. Estamos confiantes que daqui pra frente nosso lucro irá aumentar, concluiu.

Dona Tercília da Silva, moradora na mesma comunidade, se dedica a atividade horticultura e contou que após a primeira aula, a primeira ação tomada foi a de comprar um caderno para praticar as técnicas aprendidas. Eu não fazia ideia de como ter um controle da minha produção e quando comecei a praticar tudo ficou mais claro. O melhor foram as orientações para desenvolver outras atividades na propriedade como criação e pomar, relatou.

Fonte: Senar/MS

Novidades Eu Que Vacino 2015 serão destaque da Merial no Congresso de Ovos APA

março 18th, 2015 by admin No comments »

A Merial, líder mundial em produtos para a saúde animal, e líder na avicultura comercial, será patrocinadora do XIII Congresso de Comercialização de Ovos APA, que acontece entre os dias 17 e 19 de março, em Ribeirão Preto (SP).

Um dos principais destaques da Merial no Congresso será a campanha Eu Que Vacino 2015, que desde o maio de 2014 passou a abranger o público de postura comercial, foco do evento, através do novo formato que permite a interação dos participantes através de plataforma on line, que este ano trás uma versão para Smartphones e Tablets.

Tendo em vista a dimensão do evento, que hoje atinge produtores de todos os Estados brasileiros, além de países do Mercosul, a presença da empresa busca estreitar ainda mais o canal de relacionamento com seus clientes neste que é considerado o principal evento técnico do setor de postura comercial.

Nosso objetivo em levar a EQV ao Congresso é nos aproximar cada vez mais do nosso público, levando conteúdo e informação de uma forma didática e divertida, além de renovar a forma como interagimos na avicultura, ressalta Eva Hunka representante da Merial na comissão organizadora do evento e responsável pela campanha Eu Que Vacino.

Além de divulgar a EQV 2015 a Merial também estará presente na identidade visual do evento, patrocinando as mochilas fornecidas ao longo do Congresso. Queremos deixar evidente nosso compromisso com a avicultura e nossa parceria com o Congresso em todos os aspectos, reforça Eva Hunka

Fonte: Assessoria de Imprensa

Guabi patrocinou o V Pólo Challenge de Ribeirão Preto e apresentou o Horsecrek – suplemento para equinos inédito no Brasil

março 18th, 2015 by admin No comments »

São Paulo, março de 2015 – No último dia 14 de março, a Guabi patrocinou um dos mais importantes eventos de equinos da região de Ribeirão Preto, o V Pólo Challenge, um dos quatro eventos do Circuito de Esportes de Ribeirão Preto, que também abrange campeonatos de Golf, Tênis e Hipismo. O V Polo Challenge, realizado na Sociedade Hípica de Ribeirão Preto, foi constituído de quatro grandes desafios de Polo, envolvendo jogos de jovens, másters e campeões mundiais pela seleção brasileira. Ofereceu grande estrutura à beira do campo, onde convidados e participantes puderam usufruir de um belo coquetel e conhecer os stands das empresas patrocinadoras, entre elas a Guabi Nutrição e Saúde Animal. Na ocasião, a Guabi demonstrou seu produto inédito no Brasil: Horsecrek – um suplemento de alta qualidade, ideal para ser utilizado como uma recompensa nutritiva após passeios, competições e para cavalos em treinamento. Seu objetivo é valorizar os momentos especiais entre o criador e o cavalo e reduzir o stress do dia a dia.

A composição do Horsecrek foi formulada minuciosamente para oferecer mais qualidade de vida ao animal. Um dos elementos é o Triptofano um aminoácido essencial, utilizado pelo cérebro, com vitaminas, magnésio e cromo para produzir a serotonina, que proporciona bem estar ao cavalo, justificando a propriedade anti-stress.

Especificações do Horsecrek

Dicas: O produto pode ser fornecido durante atividades recreativas ou como forma de prêmio durante o treinamento. Utilize para dividir momentos especiais com o cavalo.

Horário: Qualquer hora

Quantidade: como suplemento, fornecer 10 unidades por animal/ dia.

Indicação: para qualquer raça de cavalos

Idades: todas

Marca: Guabi

Composição: Milho integral moído, farelo de soja, farelo de trigo, farelo de arroz desengordurado, casca de soja, melaço de cana líquido, óleo de soja degomado, fosfato bicálcico, calcário calcítrico, l-triptofano, vitamina B1, óxido de magnésio, cromo orgânico, aroma de caramelo, aluminosilicato de cálcio e sódio, propilgalato, ácido propionico, B.H.T. (hidróxido de tolueno butilado), BHA (Butil Hidroxianisol).

Tamanho: 450g

Fonte: Assessoria de Comunicação

Transferir tecnologia é falar o que o produtor deseja e precisa escutar

março 18th, 2015 by admin No comments »

Mosca-da-bicheira, do berne, dos chifres e dos estábulos. Pragas para a pecuária nacional que podem causar prejuízos econômicos para os produtores, principalmente, em condições inadequadas de manejo e próprias para a proliferação. Em 2011, nos dados do IBGE, esses parasitas ficaram somente atrás do carrapato-do-boi, Rhipicephalus (Boophilus) microplus, em números significativos de perda de rentabilidade para os bovinocultores de leite e corte do País. São mais de US$ 3,60 bilhões de dólares em impactos negativos no bem-estar animal e na produtividade e economia brasileira.

Nos últimos anos, com os incentivos federais para a expansão do setor sucroalcooleiro em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, a mosca-dos-estábulos (Stomoxys calcitrans), antes ectoparasita presente e de pouca relevância, passou a praga temida e perseguida pelos pecuaristas vizinhos às usinas de cana-de-açúcar. A situação piora quando se observa o Brasil em 1º produtor mundial de açúcar fortalecendo o setor energético e consolidando a vizinhança indigesta.

A mosca-dos-chifres (Haematobia irritans), por sua vez, com o passar dos anos, desenvolveu populações resistentes a alguns pesticidas, causando um déficit nos programas de controle sanitários. As duas espécies de mosca e o carrapato-do-boi foram assuntos de um dos últimos roteiros tecnológicos da Dinâmica Agropecuária Dinapec, em Campo Grande-MS, e atraiu grande número de produtores, estudantes e técnicos para a vitrine tecnológica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, dada a importância dos temas para o setor agropecuário.

Fazenda e usina A convivência do produtor com a nova vizinha o faz reconhecê-la sem lupa. A mosca-dos-estábulos é encontrada próxima a estábulos e confinamento e apesar de semelhante a doméstica diferencia-se por seu aparelho bucal e sua marca registrada é a picada forte que incomoda o animal, causando desinteresse pelo alimento, perda de peso e morte.

Tínhamos uma situação X, na qual o pecuarista convivia com uma pequena quantidade de moscas dentro de sua propriedade, que se alimentava de matéria vegetal em decomposição. Então, chegou a usina. A palha não pode ser mais queimada por lei. A vinhaça não tem onde ser jogada e ainda há a torta de filtro. A mosca que antes não tinha espaço, agora tem uma grande área para se reproduzir e alimentar e aí o cenário muda, explica Paulo Henrique Duarte Cançado, pesquisador da Embrapa.

De acordo com Cançado, a nova situação por hora não tem solução mágica, as pesquisas estão em andamento e, enquanto isso, pecuaristas e usineiros devem adotar medidas simples e rotineiras, além de bom senso. Temos um longo caminho a trilhar tanto de desenvolvimento de soluções quanto de treinamento e conscientização. É um trabalho em conjunto e a participação dos dois lados é importante. Nos municípios em conflitos com uma parte culpando a outra, a situação só piorou. Entretanto, naqueles onde caminharam juntos, cada um tentando fazer a sua parte, se ajudando, os problemas não foram 100% resolvidos, mas amenizaram.

Entre as medidas, cita o médico-veterinário, para a propriedade são: a higiene das instalações, a remoção e o destino adequado dos resíduos alimentares, dejetos e matéria orgânica, a drenagem da água da chuva e revolver o material de compostagem. Para a usina, há critérios – quantidade, loção e período – para se jogar corretamente a vinhaça, subproduto da cana-de-açúcar, sobre a palha, e um manejo adequado da torta de filtro, outro produto secundário e produzido em toneladas diárias, para acelerar seu processo de reciclagem.

Rápida e inquieta Acelerado é seu ciclo de vida. No verão, por exemplo, facilmente se tem duas gerações; e irritante seu comportamento, essa é a mosca-dos-chifres. Enquanto a mosca-do-bagaço se alimenta e não volta, a do chifres permanece 24 horas sobre o hospedeiro, picando entre 25 e 40 vezes ao dia (macho ou fêmea), por três a quatro minutos, fazendo-se lembrada, mesmo com metade do tamanho.

Segundo o entomologista Antonio Thadeu Medeiros de Barros, o controle pode ser biológico, por meio de competidores, como o besouro rola-bosta; de parasitoides, como a vespa; e de predadores, as formigas. Há também o controle cultural, com armadilha, no qual 50% da infestação é reduzida, porém não serve para gado de corte, pois a adoção é diária; e com a redução de massa fecal, que para grandes rebanhos é impraticável; e ainda há o integrado e o químico, mais fácil, simples e de alta eficácia, sublinha Thadeu.

Pulverização com bombas costais manuais é o método químico mais barato e onde mais se erra, porque não foi pensado para tratar 100-200 mil cabeças. Ao final, o técnico está benzendo o gado, não protegendo. A aplicação de volumes bem menores que o recomendado (4 a 5 litros/animal) reduz o período de eficácia do produto e compromete a eficiência do tratamento, alerta o pesquisador. Para ele, o aconselhável é o uso do brinco inseticida, que respeitando o prazo de validade (90 e 150 dias), as chances de erros são menores e a eficácia maior.

Os tratamentos, por sua vez, são táticos e estratégicos. Os táticos são de ação imediata, em função de uma alta infestação no rebanho. Podem ser realizados em qualquer época do ano, normalmente, no período chuvoso. O importante é ser realizado quando for efetivamente necessário, do contrário, causa mais prejuízo que benefício, adverte. Um critério para a tomada de decisão é o comportamento animal, como o aumento na freqüência de movimentos, entre eles, a cabeçada. Já os estratégicos, segue Thadeu, são estudos ecológicos sobre a dinâmica populacional da mosca, seus picos de infestação. É possível colocar o planejamento estratégico no calendário sanitário da propriedade. Mais que escolher o método, é usá-lo adequadamente.

Encerramento Dinapec Com o dobro de público estimado, a 10ª edição da Dinapec encerrou-se na última sexta-feira (13). Com uma herança familiar e vindo de Aquidauana-MS, o produtor Nilton de Carvalho Filho participou durante os três dias de Dinâmica, acompanhando até o final os roteiros de manejo de pastagem, melhoramento animal, sanidade, dentre outros. Advogado por formação foi um aprendizado intensivo, com novos conceitos a serem incorporados. Nos roteiros, notamos que fazemos algumas coisas erradas na propriedade e na volta ajustaremos.

Parceira de outras edições, a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer/MS) se organizou com os escritórios do interior e trouxe ao evento, aproximadamente, 360 pessoas, entre pequenos produtores e técnicos do Estado. O envolvimento maior da instituição, com mais de 30 funcionários colaborando, permitiu, para o pesquisador Vitor Corrêa de Oliveira, que os produtores levassem um aprendizado consistente, pois além de despertarem nas palestras, as oficinas práticas demostravam que era possível melhorar a atividade. Isso fortalece a confiança na extensão rural, afirma.

Esse estímulo não aconteceria sem o empenho da Unidade da Embrapa em Dourados. Todo o processo foi realizado conjuntamente: a definição do tema central a ser abordado, a partir de a prospecção prévia de demandas; a definição dos subtemas (atividades a campo) e as oficinas; a metodologia a ser utilizada e os profissionais, detalha o pesquisador da Embrapa, Milton Parron Padovan. Ao final, o especialista em agroecologia acredita que bovinocultores de leite conseguirão promover melhorias em seus sistemas de produção e, consequentemente, na qualidade de vida de suas famílias.

Para o presidente da Câmara Setorial de Ovinocaprinocultura de MS e coordenador do Núcleo Regional Centro-Oeste da Embrapa, Fernando Alvarenga Reis, os produtores interessados em iniciar a atividade, cerca de 70% visitantes no roteiro, também saíram munidos de novas informações e ânimo. Abordamos os temas das últimas versões – ovinos na integração lavoura-pecuária (Embrapa), confinamento de cordeiros (UFMS) e ovelha pantaneira (Anhanguera-Uniderp) – e trouxemos o PDOA, embarque coletivo de cordeiros, conduzido pela Asmaco, Sistema Famasul e Iagro. As questões ligadas à comercialização são pertinentes e o modelo disponível permite a formalização do negócio, mesmo para aqueles com poucos animais na criação.

Reis ainda frisa que os contatos estabelecidos e a troca de experiência foram fundamentais. Mesmo com o fácil acesso à tecnologia virtual, o contato faz falta. E a Dinapec, com o passar dos anos, tornou-se nisso, um evento mais prático e dinâmico, no qual o visitante interage com o palestrante, completa Websten Cesário da Silva, um dos coordenadores da Dinâmica. O analista de transferência de tecnologia (TT), enxerga que este é o momento da Empresa repensar seu formato clássico de TT, criando mais espaços para ouvir o produtor. A Dinâmica nesta edição buscou isso: escutar mais e falar menos. Para 2016, um grupo de trabalho formado pelas Unidades da Embrapa e parceiros, como Fundação MS, Senar/MS e Agraer, pensará a nova edição.

Embrapa Gado de Corte

DIA MUNDIAL DA ÁGUA Boas práticas são importantes para a conservação do solo e da água

março 18th, 2015 by admin No comments »

22 de março 2015 (Dia Mundial da Água) – A água tem sido um tema de destaque em âmbito nacional ora pela falta, ora pelo excesso. Enquanto em alguns locais a crise no abastecimento ainda está longe de terminar, em outros pontos o excesso de chuva também tem provocado prejuízos. Na zona urbana, o acúmulo de lixo atrapalha o escoamento e se torna o grande vilão em períodos de muita chuva, causando transtornos de saúde pública e de mobilidade urbana. Pequenas atitudes passam a ser vistas como estratégicas, como despejar o lixo em locais adequados, evitando o entupimento de tubulações.
No meio rural, o cenário é parecido. Além de depender da chuva para uma boa safra, o pequeno produtor também precisa estar atento a algumas práticas que podem ser diferenciais importantes em períodos de intempéries, evitando problemas como erosão e acúmulo de sedimentos em rios e fontes de água. Segundo a ANA (Agência Nacional da Água), o setor agrícola consome cerca de 72% da água captada no País. Este índice revela a importância da atuação do setor para a preservação dos rios e matas ciliares, como estratégia fundamental para garantir o processo natural de abastecimento de água para a sociedade como um todo.
No Rio Grande do Sul, um estudo sobre os fluxos de água, sedimentos geoquímicos e atividade biológica do solo são realizados no Arroio Lageado Ferreira, no município de Arvorezinha. O local vem sendo monitorado desde 2005, via Programa de Microbacias, desenvolvido pelo SindiTabaco com o apoio das Universidades Federais de Santa Maria (UFSM) e de Porto Alegre (UFRGS).
Recentemente, a Microbacia de Arvorezinha, na região do Vale do Taquari (RS), se tornou parte de um estudo global. Conduzida por engenheiros agrônomos e geógrafos da Alemanha, Bélgica, Brasil e Espanha, a pesquisa “Avaliação do impacto humano nas mudanças do solo e suas consequências no funcionamento do solo” têm como objetivo principal a análise do impacto das atividades agrícolas sobre o solo e os recursos hídricos. O levantamento é feito em diferentes condições geológicas e climáticas no mundo, possibilitando o intercâmbio de informações entre os pesquisadores dos países participantes.
Segundo o coordenador da pesquisa pelo lado brasileiro e professor da UFSM, Jean Minella, está comprovado que as boas práticas de manejo e conservação do solo apresentam eficiência na redução dos problemas agrícolas e ambientais, como erosão, empobrecimento do solo e contaminação da água. “Com o monitoramento consegue-se estimular sistemas conservacionistas, como cultivo mínimo e plantio direto, proteger as nascentes dos rios e preservar as matas ciliares, além de melhorar a qualidade biológica”, explica.

PRÁTICAS CONSERVACIONISTAS
Cultivo mínimo: a técnica consiste em revolver o solo o mínimo possível, preservando parte da sua superfície com resíduos da cultura anterior ou dos cultivos de cobertura, e com o objetivo de diminuir os riscos de erosão.

Plantio direto: o plantio direto na palha é a técnica de cultivo mais eficiente na redução da erosão. Consiste no plantio com o mínimo de revolvimento do solo, preservando os resíduos (palhada) da biomassa oriunda da cobertura implantada ou da cultura anterior sobre a sua superfície. Além do aspecto conservacionista, esta técnica propicia redução no uso de combustíveis fósseis, redução na mão de obra de preparação e aumento da rentabilidade do produtor através da redução de custos e aumento da produtividade. É uma técnica largamente utilizada no Brasil e também na cultura do tabaco.

Preservação de mata ciliar: a mata ciliar – localizada no entorno de nascentes e junto às margens dos córregos e rios – é protegida pela legislação e proporciona inúmeros benefícios ao meio ambiente e ao homem. Ela serve de refúgio e fonte de alimento para a fauna silvestre, auxilia na infiltração das águas das chuvas no solo, controla a erosão e contribui na manutenção dos mananciais de água.

Plantio em nível: prática de cultivo que também contribui para reduzir a erosão do solo. O plantio em nível funciona como barreira ao escoamento da água da chuva, reduzindo a sua velocidade e seu potencial erosivo.

Presença de cordões vegetados e terraços: assim, como no plantio em nível, os cordões vegetados e terraços atuam como obstáculos, retardando a velocidade da água e proporcionando mais tempo para que possa infiltrar-se no solo.

SAIBA MAIS – Uma microbacia hidrográfica se caracteriza como uma área geográfica delimitada por divisores de água, drenada por um rio ou córrego, para onde escorrem as águas das chuvas. Considerando-se apenas o aspecto geográfico, a microbacia tem a mesma definição que caracteriza uma bacia hidrográfica. O diferencial básico é que uma microbacia tem pequena área de drenagem e é a melhor unidade para o desenvolvimento de programas de desenvolvimento sustentável, tendo como beneficiários diretos as comunidades locais. A metodologia de trabalho em microbacias hidrográficas, em aprimoramento no Brasil nos últimos 20 anos, busca a autogestão comunitária dos recursos naturais por meio da adoção de práticas de manejo integrado e sustentável. Estas ações favorecem o envolvimento e a participação das comunidades que habitam e exploram as propriedades rurais situadas na sua área de abrangência.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Guabi investe na exportação e participa da VIV Asia 2015

março 18th, 2015 by admin No comments »

A Guabi participou de um dos eventos mais importantes e tradicionais destinado à produção de alimentos para animais, a VIV Asia 2015, organizada pela VNU Exhibitions Europe. A feira foi realizada entre os dias 11 e 13 de março, em Bangkok, na Tailândia e reuniu em torno de 700 expositores de diversos países como Rússia, China e Índia.

A participação da Guabi na VIV Asia é uma das partes importantes do direcionamento para exportações, o qual compõe o planejamento estratégico da empresa, apesar de já manter relações comerciais ativas com mais de 20 países. A Guabi pretende aumentar ainda mais estes números, participando de outros eventos como o Equitana realizado na Alemanha e a World Aquaculture 2015, na Coreia do Sul.

Pretendemos consolidar nossas vendas atuais e ampliar nossa participação na América Central, África e Ásia. Buscamos países que reúnem algumas características como: grandes produtores de pescados, ou seja, importantes consumidores de ração; importadores de alimentos para animais ou matérias-primas, que tenham relações internacionais com o Brasil e com condições competitivas de logística, ressalta o novo gerente de Comércio Exterior da Guabi, Diogo Villaça.

Para a VIV Asia 2015, a Guabi apostou em sua família de produtos para aquacultura, que atendem às necessidades de peixes e camarões, como a linhas Poti e Pirá, além da recém-lançada solução QS Guabi. A linha de produtos Poti é composta de rações próprias para a alimentação de camarões, em todas as fases de crescimento e cultivados em sistemas intensivos. É rica em vitaminas, proteínas e sais minerais e pode ser encontrada em versão extrusada, forma física esta que a Guabi foi pioneira no mercado brasileiro.

Já a linha Pirá Ideal – nas versões tilápias e redondos é formulada sob o conceito de proteína ideal, pois imitam a proteína do corpo do peixe que está sendo alimentado. As rações possuem alta digestibilidade, além de serem formuladas para não haver falta ou excesso de nutrientes estes são ingeridos na quantidade exata para cada espécie. Desta forma, a quantidade de excretas será menor, reduzindo os impactos ambientais da aquicultura e tornando-a uma atividade sustentável.

A Pirá Alevino, Mirim e Potimar Juvenil foram formuladas para peixes em fase inicial e variam de 1 mm a 1,7mm de diâmetro. Com ingredientes altamente digestíveis e altos níveis de enriquecimento nutricional, a linha promove crescimento rápido e uniforme dos alevinos.

A linha QS Guabi QuorumSensing – visa a nutrição funcional de peixes e camarões em fase inicial. Os produtos QS Guabi interferem na comunicação entre as bactérias para inibir a multiplicação das nocivas e favorecer o estabelecimento das benéficas, minimizando a ocorrência e o impacto de doenças, ao mesmo tempo em que fornecem todos os nutrientes necessários para o melhor desenvolvimento em cada fase. Os resultados são os maiores índices de sobrevivência e crescimento, que garantem mais lucratividade para os criadores e geram alimentos ainda mais saudáveis para o ser humano.

Todas as rações da linha de aquacultura são muito importantes para a empresa e para as nossas exportações. Temos excelentes produtos reconhecidos internacionalmente e com potencial produtivo. Eles nos permitem alçar vôos cada vez maiores, não apenas pela possível absorção de maiores volumes, como também, pela evolução nos métodos produtivos, que resultam em rações (como as extrusadas) com amplo shelf life e potencial de atingir mercados em todos os continentes do planeta, finaliza Villaça.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Tecnologia a favor da água

março 18th, 2015 by admin No comments »

*Por Antonio Luis Francisco (PJ)

Água e Desenvolvimento Sustentável. Este é o assunto central que pauta as discussões do setor de recursos hídricos em todo o mundo no Dia Mundial da Água, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebrado em 22 de março. A data traz à tona as graves consequências das ações do homem sobre o meio ambiente e nos leva a buscar alternativas que evitem o desperdício.

A ocorrência da crise hídrica pela qual passam diversos Estados brasileiros demonstra a todos o que muitos já sabem, mas que nem sempre são ouvidos quando dizem: a água é um bem finito, mesmo num País que detém 12% de toda a água doce do mundo.

A necessidade de maior eficiência no uso dos recursos hídricos não é novidade. As carências e os custos de acesso e tratamento de água e esgoto exigem reavaliações e estão diretamente relacionados também à produtividade industrial.

Precisamos de água para viver, para plantar, para comer, para limpar e produzir. Em casa, no campo, no trabalho, na indústria, não há sobrevivência, saúde, bem-estar ou desenvolvimento sem água. Percebemos o valor de um bem quando deixamos de tê-lo. Por isso, temos de reaprender a utilizar a água, o que não significa deixarmos de viver bem. Somente mudarmos a forma de consumir esse recurso.

Evitamos o desperdício, reduzimos o tempo de banho, reaproveitamos a água da lavagem de roupas, medidas que passaram a fazem parte da nova realidade das famílias brasileiras. A partir de agora precisaremos unir conscientização, vontade, responsabilidade e criatividade na busca por soluções que facilitem o dia a dia, com menos volume de água.

Temos a tecnologia ao nosso favor. O mercado dispõe de diversas soluções que contribuem para a menor utilização dos recursos hídricos, em diversas categorias de produtos, como equipamentos para serviços de limpeza, que são mais eficientes em termos de consumo de água e energia, com menor esforço físico.

Ainda que os reservatórios de água registrem níveis abaixo do esperado, a limpeza dos ambientes ainda precisará ser feita para manter a salubridade. A sujeira acumulada tende a se incrustar, o que a torna mais difícil de ser eliminada. Para estes e outros casos, as lavadoras de alta pressão representam uma solução eficiente, viável e capazes de promover o uso racional da água.

Ao contrário do que possa parecer, as máquinas consomem até 80% menos água do que a vazão de uma torneira comum, o que as tornam mais eficientes do que mangueiras, baldes e vassouras. Outro benefício é que a lavadora pode suprir a falta de pressão da água que sai das torneiras derivada da redução de pressão no abastecimento de água pela concessionária fato cada vez mais comum – ou verificada em regiões mais elevadas, com o benefício de serem indicadas para residências, indústrias, comerciais e áreas públicas e rurais.

Portanto, de forma planejada para evitar o desperdício, é possível deixar tudo limpo, economizando água e a hora é agora. Ou mudamos ou o País e o mundo não conseguirá se manter. Pereceremos. Só depende da assertividade das pessoas, nas pequenas atitudes e nas grandes decisões.

* Antonio Luis Francisco (PJ) é Diretor Geral da JactoClean, referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Aphortesp reforça importância da água para a agricultura durante a APAS 2015

março 18th, 2015 by admin No comments »

A Aphortesp (Associação dos Produtores e Distribuidores de Hortifrútis do Estado de São Paulo) participa da 31ª Edição da APAS 2015, a maior feira de supermercados do mundo, entre os dias 4 e 7 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. Durante o evento, os associados Grupo Matsusako e Grupo Hasegawa irão representar a entidade e estarão com estandes no pavilhão branco, setor FLV (Frutas, Verduras e Legumes).

O tema deste ano da APAS é Produtividade a serviço do consumidor, que caminha junto com um dos objetivos da Aphortesp que é manter a entrega de alimentos para os supermercadistas em meio à falta de água A crise hídrica teve impacto na produtividade de folhosas no estado de São Paulo. Nossos associados tiveram uma média de 30% em quebra de produção e 33% em redução de área plantada devido à falta de água, explica Ricardo Lopes, presidente da Aphortesp. Atualmente a Associação é responsável por mais de 10 milhões de folhosas/mês, sendo que 40% são de alface, entre crespa, lisa e americana.

A água é essencial para garantir a produção de alimentos e por isso, os associados da Aphortesp estão cientes que o uso consciente da água é fundamental para a perenidade dos negócios. Já adotamos boas práticas para o uso da água na produção das lavouras, como por exemplo, a capacitação dos produtores para manejo de irrigação; melhoria contínua nos sistemas de tubulação e bicos irrigadores ou em alguns casos a substituição de sistema de aspersão para sistema de gotejamento ou micro aspersão que reduzem em média 30% o consumo da água. Além disso, já foram implementadas outras melhorias no manejo como não irrigar em picos de calor para diminuir a evaporação e adoção da adubação verde, finaliza o presidente.

Lopes ressalta a importância da participação da associação na Feira. Trocar experiências, conhecimentos e desafios do setor com os principais players do mercado é imprescindível para desenvolver melhorias em toda a cadeia produtiva, destaca o presidente.

Mais informações sobre a APAS podem ser obtidas direto no site da feira: http://feiraapas.com.br/.

Fonte: Assessoria de Comunicação

XI Olimpíada Brasileira de Biologia prorroga inscrições de escolas até o dia 31 de março de 2015

março 18th, 2015 by admin No comments »

Devido a grande demanda do sistema de inscrições, a coordenação da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) resolveu prorrogar o prazo de inscrição de escolas até o dia 31 de março de 2015.

Para realizar a inscrição da escola é fácil: basta acessar o site oficial da OBB, clicar no link das inscrições e através do código MEC da escola, iniciar a inscrição preenchendo a ficha existente no sistema. Nesse momento, o professor responsável deve ser cadastrado, juntamente com seu email e telefone de contato. Um email de confirmação de inscrição da escola será enviado pelo sistema para o email cadastrado.

Os alunos só deverão ser inscritos APÓS a aplicação da prova da 1ª fase, juntamente com sua data de nascimento e número de acertos. TODOS os alunos que fizerem a prova deverão ser inscritos, independente do número de acertos. Podem participar da Olimpíada estudantes que tenham, até o dia 1º de julho de 2015, no máximo 19 anos e que estejam com o ensino médio em andamento ou completo, desde que nunca tenham feito matrícula em instituição de ensino superior.

As provas estarão disponíveis para download no site da OBB e os professores cadastrados serão responsáveis por fazer o download, imprimir e aplicar as provas, assim como realizar a correção das mesmas e inserir os resultados no sistema, através do login e senha criados no ato da inscrição da escola.

Veja o regulamento completo da OBB no site www.anbiojovem.org.br.

Mobilize a sua escola e venha fazer parte dessa equipe!

INSCRIÇÕES DE ESCOLAS PRORROGADAS ATÉ O DIA 31 DE MARÇO DE 2015

Fonte: Associação Nacional de Biossegurança ANBio

Segunda rodada de plantios do Projeto Biomas é finalizada no Pantanal

março 18th, 2015 by admin No comments »

Neste mês de março, o Projeto Biomas no Pantanal concluiu os últimos plantios previstos para o início de 2015. Com o apoio da equipe local e a presença de dez pesquisadores de outras regiões de Mato Grosso do Sul e do país, o bioma tem hoje 14.000 mudas e 5.000 sementes de árvores nativas plantadas em sete experimentos localizados na fazenda Santo Expedito, no Pantanal da Nhecolândia, Mato Grosso do Sul. Cada plantio mede aspectos diferentes, buscando encontrar formas de estimular a inserção da árvore nas propriedades pantaneiras, além de testar diferentes métodos de recuperação de pastagens. Segundo a coordenadora regional do projeto Catia Urbanetz, que também é pesquisadora da Embrapa Pantanal, as equipes investigam fatores como as espécies mais indicadas para os diferentes tipos de demanda, como plantá-las e sob que condições, por exemplo.

“Há uma demanda generalizada de madeira para uso nas próprias fazendas, já que o material se desgasta em função da variação entre os extremos de seca e cheia da região. Um dos maiores custos para as fazendas no Pantanal é a cerca. E essas cercas têm que ser refeitas se não integralmente, pelo menos parte delas a cada dez anos. Então, a demanda por madeira dentro da propriedade é muito grande”, diz Catia. Por isso, de acordo com o coordenador nacional do projeto, Gustavo Curcio, é importante aliar a necessidade do produtor ao esforço para supri-la. “O projeto tende a fazer uma capacitação no sentido de trazer esse conhecimento aos produtores rurais, de que as árvores podem ser plantadas (…) respeitando suas funcionalidades ecológicas, fazendo um manejo de arbóreas, as mais diversas porque há uma série de arbóreas que podem ser utilizadas mas atendendo a demandas específicas da propriedade rural pantaneira”.

Particularidades regionais

Como forma de aliar as características do Pantanal aos experimentos do projeto, a equipe adapta as ações da pesquisa às condições do bioma. As linhas de plantio, por exemplo, desviam de árvores que já existiam no local, respeitam as zonas em que cada espécie ocorre e a hidromorfia dos solos. “Espécies de áreas alagadas, a gente está plantando onde elas ocorrem. Espécies de área mais seca, a gente planta mais no alto das áreas não alagáveis, nas cordilheiras”, exemplifica Catia. Segundo Gustavo, o conhecimento local dos pesquisadores da Embrapa Pantanal, de universidades da região e de pantaneiros tradicionais são alguns dos pontos de partida para o trabalho do projeto, que deverá respeitar tanto as particularidades ambientais da região quanto aspectos sociais e econômicos locais. “O Projeto Biomas tem a intenção de trazer a árvore fazendo essa interação com a produção da propriedade rural”.

Ainda de acordo com Gustavo, uma das práticas realizadas nas últimas iniciativas do projeto no Pantanal foi o plantio sequenciado, em que cada membro da equipe fica responsável por uma etapa do plantio, realizando diferentes ações em sincronia fazendo desde o coveamento do solo, passando pela adição de fertilizantes e adubos, por exemplo, para chegar até a finalização do processo com o plantio da muda no solo em menos tempo. A ordem das ações é definida para facilitar e otimizar o trabalho. “Nossos plantios aqui são muito distintos do que nós temos no resto do Brasil”, diz o coordenador. “É uma monstruosidade de diversidade. A gente precisa colocar isso em sistemas alinhados que atendam às demandas do produtor e até, em um caráter de excepcionalidade, começar a entrar no mercado”.

Próximos passos

A pesquisadora Catia prevê mais ações além dos plantios para 2015 no Pantanal. “Para este ano, além do término do plantio, a gente pretende ministrar os cursos de produção de mudas e coleta de sementes dessas espécies nativas e, no final do ano, terminar outros quatro experimentos de plantio. E, para o ano que vem, devemos iniciar os cursos junto ao Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) de legislação e das nossas técnicas de plantio para o Pantanal, além de fazer as cartilhas que a gente vai passar para os produtores sobre essas técnicas”. Para Catia, os métodos e procedimentos que serão repassados através do Projeto Biomas deverão auxiliar tanto as atividades produtivas do Pantanal quanto o ambiente em que elas estão inseridas. “A demanda dos produtores é grande, eles precisam dessas informações. Então, eu acho que a gente vai ter muita técnica boa para passar. O projeto é muito promissor, aqui”, finaliza.

Embrapa Pantanal/ Corumbá – MS

Suplementar bovinos de corte nas águas é como empurrar o carro ladeira abaixo

março 18th, 2015 by admin No comments »

Por Pedro Veiga, Gerente Global de Tecnologia – Bovinos de Corte, da Cargill Alimentos-Nutron

Muitos pecuaristas imaginam, erroneamente, que no período de chuvas (normalmente de outubro a março) o animal não precisa receber suplementação adequada. Pelo contrário: como o pasto de melhor qualidade oferece condições para que o animal ganhe mais peso, suas exigências de minerais e vitaminas são aumentadas. Portanto, uma correta suplementação mineral-vitamínica é o mínimo que se deve fazer nessa época. Além, é claro, de garantir disponibilidade de pasto.

A arte e a ciência de manejo do pastejo evoluíram muito ultimamente e, hoje, já se discute não só qual deve ser a quantidade total de massa de forragem disponível, mas também quanto dessa massa é potencialmente digestível e de que forma está disponível ao animal, uma vez que a estrutura do pasto e não somente sua quantidade/qualidade interfere no hábito de pastejo do bovino e, consequentemente, na sua capacidade de colheita do capim que será, em última instância, traduzida em ganho de peso.

Seja por questões mercadológicas (compra e venda de animais de acordo com oportunidades de mercado), de clima (precipitação, temperatura etc), disponibilidade e qualidade de mão de obra, infraestrutura disponível (divisões de pasto, aguadas, cochos etc), método de pastejo (contínuo ou rotacionado) etc, o manejo do pastejo está, na maioria das situações, um pouco aquém do ideal. Mas isso não significa que não se possa otimizar a produtividade, por animal e por área, maximizando o retorno econômico.

Em sistemas mais intensivos de produção, que se caracterizam por maior uso de insumos, com práticas de correção e adubação de pastagens implementadas de forma regular, associadas a manejo correto dos pastos, em que o ajuste da taxa de lotação é controlado com maior rigor de forma a se manter uma pressão de pastejo ótima, a forragem produzida e disponível ao animal certamente apresentará características nutricionais distintas de um pasto mantido e manejado sob um controle do manejador não tão intenso.

Dessa forma, o delineamento do plano nutricional a ser implementado (suplementação energética ou protéica, por exemplo) deve levar em consideração as características do sistema de produção, principalmente no que se refere à forma como a pastagem é manejada e o capim oferecido ao animal, como também de outros fatores primordiais, como meta de desempenho almejada, objetivos do sistema produtivo, categoria animal, capacidade de investimento, disponibilidade de infraestrutura e de mão de obra etc.

Pastos adubados e submetidos ao manejo preconizado nas alturas ideais de entrada e resíduo pós-pastejo permitem elevadas taxas de ganho de peso, sendo energia, muito provavelmente, o nutriente mais limitante para se maximizar o ganho de peso. Nessa circunstância, a suplementação energética é a mais indicada, sendo o nível de oferta de suplemento a ser fornecido dependente da taxa de ganho almejada, bem como da taxa de lotação, visto que por meio da suplementação e da exploração do efeito substitutivo do pasto por concentrado torna-se possível manipular a taxa de lotação de uma área de pastagem.

Em condições médias, ou seja, que representam a grande maioria dos sistemas de produção de bovinos de corte no país, a pastagem tropical, mesmo durante o período das águas, pode não apresentar conteúdo de proteína suficiente para maximizar o ganho de peso. Assim, o uso de um proteinado durante o período das águas ajuda a eliminar a flutuação do teor de proteína bruta do pasto, mantendo o desempenho dos animais mais constante.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Produção de energia com resíduos da agropecuária

março 18th, 2015 by admin No comments »

O Brasil possui condições vantajosas para produzir energia, mas a recomendação é de que não sejamos dependentes de fontes não renováveis como o petróleo, o gás natural, o urânio ou do carvão mineral. Necessitamos buscar fontes renováveis de energia. No Brasil, a biomassa é a principal fonte de energia renovável. Ela gera calor, energia elétrica e pode ser transformada em biocombustível sólido como briquetes, resultante da compactação de resíduos vegetais, por exemplo. Como somos um dos maiores produtores agrícolas e florestais do mundo, a quantidade gerada de biomassa residual pode e deve ser melhor aproveitada, especialmente na forma de briquetes e péletes.

Os briquetes podem ser produzidos a partir de qualquer resíduo vegetal, explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia, José Dilcio Rocha, que participa da Dinapec 2015. Em sua apresentação feita para um público formado por professores, universitários, estudantes, produtores e empresários ele explica em detalhes como os briquetes são feitos, suas vantagens, utilização e investimento para produção.

Dentre os materiais utilizados para produzir os briquetes o pesquisador cita a serragem e restos de serraria, casca de arroz, sabugo e palha de milho, palha e bagaço de cana-de-açucar, casca de algodão, casca de café, soqueira de algodão, feno ou excesso de biomassa de gramíneas forrageiras, cascas de frutas, cascas e caroços de palmáceas, folhas e troncos das podas de árvores nas cidades. Os briquetes possuem diâmetro superior a 50 mm e substituem a lenha em muitas aplicações, inclusive em residências (lareiras e churrasqueiras), hotéis (geração de vapor) em indústrias (uso em caldeiras) e estabelecimentos comerciais como olarias, cerâmicas, padarias, pizzarias, lacticínios, fábricas de alimentos, indústrias químicas, têxteis e de cimento. Do ponto de vista econômico, o pesquisador alerta para a realização de um plano de negócio, já do ponto de vista ambiental ele afirma que a tendência é se tornar um bom ou excelente investimento.

No Brasil são produzidos cerca de 1,2 milhão de toneladas de briquetes por ano. Destes, 930 mil toneladas são de madeira e 272 mil toneladas de resíduos agrícolas. A taxa de crescimento da demanda de briquete é de 4,4% ao ano, o que demonstra a importância potencial no mercado de energia renovável, atesta o pesquisador. Ele afirma também que nosso país possui condições vantajosas para produzir com sucesso briquetes como também péletes, outro substituto da lenha em muitas aplicações. A prática é excelente opção para vários setores produtivos agregarem valor aos resíduos que hoje são subaproveitados.

Fábrica de briquetes demonstra linha de produção para visitantes

A oficina sobre briquetes incluiu a visita a uma empresa de Campo Grande, MS, que produz briquetes, a Eco Esfera Indústria e Comércio de Artefatos de Madeiras. No local os visitantes tiveram a oportunidade de acompanhar a linha de produção, ver o funcionamento das máquinas, etapas da fabricação e tirar dúvidas com o proprietário Glauco Silva, um adepto da preservação do ambiente. O briquete tem alto poder calorífico e produz pouca fumaça, diz Glauco. É um produto 100% reciclado e é feito de madeira com baixo teor de umidade. Produzimos o industrial feito em forma de bolachas e o em forma de tarugos de 5 a 10 centímetros de diâmetro e 40 centímetros de comprimento, para utilização em fornos de padarias e pizzarias e também para uso doméstico. É um combustível ecologicamente correto, substituindo a lenha. Segundo ele, o poder de calor do briquete é de 5000 Kcal/kg e o da lenha 750 kcal/kg e 1tonelada de brinquete corresponde a três árvores altas preservadas ou 7 metros cúbicos de madeira.

Participantes da oficina de briquetes na Dinapec ficaram satisfeitos com as apresentações e a programação do evento. Divulgar esta tecnologia de aproveitamento de resíduos é importante, disse Brenda Farias, estudante de zootecnia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que igualmente com outras 12 universitárias ficaram surpresas com a visita à fábrica Eco Esfera. Foi muito bom assistir a palestra e ver de perto o processo de fabricação dos briquetes, disse Brenda, que não sabia da existência em Campo Grande de uma fabrica de lenha ecológica. Fábio Alexandre, gerente da Agropecuária AGRO HB, também saiu da Dinapec com boa impressão. Fiz a inscrição nesta oficina porque tenho interesse em fazer este tipo de aproveitamento na fazenda. Já o engenheiro mecânico e professor da Universidade Federal da Grande Dourados, Antonio Carlos de Souza, lamentou não ter divulgado mais o evento entre os colegas. Ele aproveitou para levar uma publicação técnica da Embrapa sobre produção de briquetes e uma amostra do produto para apresentar aos seus alunos do curso de engenharia de energia.

O pesquisador da Embrapa Agroenergia, José Dilcio, que ministrou a oficina de briquetes pela primeira vez na Dinapec gostou da receptividade do público. Disse que a Dinapec é aconchegante e uma feira tecnológica interessante e que a Embrapa tem tudo para dar um salto ainda maior neste tipo de ação.

Embrapa Gado de Corte

Estão abertas as inscrições para o 1o Fórum econômico do grande oeste

março 18th, 2015 by admin No comments »

Estão abertas as inscrições para 1º Fórum Econômico Grande Oeste Catarinense programado para o dia 26 de março, com início às 18 horas e término às 22 horas, no auditório do Lang Palace Hotel, em Chapecó, que terá a presença do ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega.

Para fazer a inscrição, os interessados devem entrar em contato com Soeli (49) 3321-7460, soeli.fachi@fiesc.com.br) ou Carla (49) 3319-2620, carla.cazella@unoesc.edu.br) ou acessar o link http://www3.fiescnet.com.br/inscricaoforumgrandeoeste.

As vagas são limitadas, o ingresso é gratuito mediante inscrição e o público-alvo é formado por empresários, profissionais liberais, dirigentes de entidades empresariais e gestores públicos.

A iniciativa do Fórum Econômico do Grande Oeste é das entidades abrigadas no Fórum de Competitividade e Desenvolvimento da Região Oeste de Santa Catarina. A coordenação é da Federação das Indústrias de SC (FIESC) e Universidade do Oeste de SC (UNOESC), com apoio do Sebrae, BRDE e ACIC.

O 1º Fórum Econômico Grande Oeste integrará as instituições públicas, privadas e da sociedade civil e será reeditado anualmente, informa o presidente Ricardo de Marco. O 1º Fórum Econômico justificava-se pela necessidade de articulação, orientação e capacitação regional para fortalecimento e geração de valor para os negócios já existentes e aos novos projetos integrando os diversos setores da sociedade.

Necessitamos criar espaços de discussão entre os setores produtivos, a sociedade civil e o poder público para auxiliar na viabilização de ações que visam à competitividade e desenvolvimento regional. Vamos propor e avaliar planos, programas, projetos e ações para promover a integração da comunidade regional na discussão de suas competências e necessidades, de forma a proporcionar condições para o seu desenvolvimento e competitividade, relata o dirigente.

PROGRAMA

O evento será caracterizado por uma programação intensa e objetiva. O Fórum Econômico será instalado às 18 horas com manifestações do vice-presidente regional da FIESC Waldemar Schmitz e do vice-reitor da UNOESC e presidente do Fórum de Desenvolvimento Ricardo Antonio De Marco.

Em seguida, três preleções focalizarão a economia barriga-verde. O presidente do Sistema FIESC Glauco José Corte palestrará sobre o panorama de Santa Catarina e as perspectivas para o oeste. O diretor da Federação Carlos Henrique Fonseca explicitará o Programa de Desenvolvimento Industrial Catarinense (PDIC 2022) e o assessor da diretoria de Desenvolvimento Institucional e Industrial Sidnei Manoel Rodrigues apresentará as rotas estratégicas dos setores agroalimentar e moveleiro.

A programação será encerrada com a palestra magna sobre conjuntura e perspectivas econômicas com o economista e ex-ministro da Fazenda Mailson da Nóbrega.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta é tema de Dia de Campo em Ipameri (GO)

março 18th, 2015 by admin No comments »

Nesta quinta-feira (19), a Fazenda Santa Brígida, em Ipameri (GO) vai sediar mais um Dia de Campo sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). O evento de divulgação da tecnologia, que tem a participação da Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), é promovido pela Rede de Fomento ILPF, formada pela Embrapa e as empresas John Deere, Cocamar, Dow AgroSciences, Parker e Syngenta, e tem o apoio da Emater-GO, da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e da Prefeitura de Ipameri. Cerca de 500 pessoas são aguardadas.

Pesquisadores da Embrapa Cerrados serão palestrantes em duas das quatro estações programadas. Lourival Vilela vai falar sobre consórcio de milho com forrageiras na estação onde serão demonstrados diferentes consórcios de milho com gramíneas e leguminosas forrageiras. Ciclo, arquitetura e época da sobressemeadura de forrageiras na cultura da soja são os temas a serem apresentados por Sebastião Pedro e João Kluthcouski, que vão mostrar como a sobressemeadura da braquiária sobre a soja antes da colheita permite o melhor estabelecimento da pastagem e o aproveitamento da água da chuva.

Roberto de Freitas, professor da UEG (Campus Ipameri), vai falar sobre condicionantes para a ILPF, mostrando os efeitos sinérgicos nos aspectos técnicos e econômicos que melhoram a sustentabilidade e promovem a diversificação de receitas dos sistemas de produção. Já os consultores da Fazenda Santa Brígida, William Marchió e Vanderlei Oliveira, vão abordar o desempenho animal e florestal no sistema ILPF, destacando os benefícios das interações dos componentes lavoura, animal/pasto e árvores para a sustentabilidade dos sistemas de produção agrícolas.

As inscrições são gratuitas e serão realizadas a partir das 8h no local do evento. As visitas às estações serão realizadas de 8h30 às 13h.

Sobre a ILPF

A integração de lavoura com pastagens ou de árvores com pastagens e/ou com lavouras é conceituada como o sistema que integra esses componentes em rotação, consórcio ou sucessão na mesma área. Promove a intensificação do uso da terra em áreas agrícolas e o aumento da eficiência dos sistemas de produção, bem como reduz a necessidade de desmatamento, além de mitigar a emissão de gases de efeito estufa. Pode ser adaptada para qualquer tamanho de propriedade, nível socioeconômico do produtor, infraestrutura de mecanização da propriedade e condições de solo e clima.

O interesse na adoção da ILPF está apoiado nos benefícios proporcionados pelo sinergismo entre os diferentes componentes do sistema. São inúmeros os benefícios potenciais, entre eles a melhoria das propriedades químicas, físicas e biológicas do solo; a redução de plantas daninhas e de doenças com origem no solo; a produção de forragem de qualidade para alimentação animal no período de entressafra e de palhada para cobertura de solo.

Devido aos benefícios potenciais, a ILPF foi incluída entre as tecnologias do Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Além disso, foi sancionada Lei 12.805/13, que institui a Política Nacional de ILPF, com o objetivo de fomentar novos modelos de uso da terra, aliando a sustentabilidade do agronegócio à preservação ambiental.

Embrapa Cerrados

PAA: Aquisição de 80 toneladas de semente beneficia cerca de 8 mil famílias

março 15th, 2015 by admin No comments »

Cerca de 8 mil famílias no Piauí serão beneficiadas com sementes de milho pelo governo federal. A ação é resultado da compra de 80 toneladas do produto de agricultores familiares de Santa Catarina. Esta foi a primeira operação da modalidade de Aquisição de Sementes do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio da superintendência regional no Piauí.
Para a compra, solicitada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), foram destinados R$ 496 mil. As sementes serão entregues pelos agricultores catarinenses no município de Picos, no Piauí, de hoje (13) até a próxima quarta-feira (18). As prefeituras das cidades contempladas serão responsáveis pelo transporte dessas sementes de Picos para locais determinados pelo MDS para doação aos agricultores.
A aquisição irá beneficiar os agricultores familiares da Associação dos Pequenos Agricultores do Estado do Piauí (APAESPI) e da Associação de Moradores e Pequenos produtores do Estado do Piauí (AMPPEP). A maioria das famílias contempladas reside em municípios que compõem os Territórios da Cidadania Vale dos Guaribas e Vale do Canindé. Cada família receberá 10 kg de sementes.

Quarto pepro de borracha será realizado na próxima quinta-feira (19)

março 15th, 2015 by admin No comments »

Na próxima quinta-feira (19), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará mais um leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), pela venda de quase 3,5 mil t de borracha natural com DRC (borracha seca) de 53%. O produto é da safra 2014/2015. Podem participar da operação produtores rurais, diretamente ou por intermédio de suas cooperativas. O participante deverá, obrigatoriamente, comprovar a venda e o escoamento da borracha exclusivamente para usina de beneficiamento.
Os valores dos prêmios serão divulgados dois dias antes da realização do leilão. A subvenção será ofertada para as seguintes regiões: Bahia (120 toneladas); São Paulo (1,65 mil t); Mato Grosso (540 t); Espírito Santo (100 t); Minas Gerais (165 t); Goiás (850 t). Paraná (20 t), Maranhão (20 t) e Tocantins (20 t).
Na data de realização do leilão, os participantes deverão estar adimplentes junto ao Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e em situação regular no Sistema de Cadastro Unificado de Fornecedores (Sicaf). Também é necessário que estejam cadastrados na Conab, por meio do preenchimento do Demonstrativo da Lavoura Cultivada.
Este é o quarto leilão de borracha que a Companhia realiza este ano. O mais recente ocorreu no dia 26 de fevereiro, quando foi negociado um total de R$ 1,4 milhão em prêmios para a venda e o escoamento de mais de 2,9 mil toneladas do produto.

Professor da ESALQ esclarece características do eucalipto transgênico

março 15th, 2015 by admin No comments »

No dia 5 de março, cerca de mil mulheres militantes do MST ocuparam um centro de pesquisa da empresa Futuragene, em Itapetininga (SP), destruindo um importante banco genético. Um trabalho de nove anos e todo o investimento acabou sendo perdido, em protesto contra o cultivo de eucaliptos transgênicos no Brasil. Ao mesmo tempo, em Brasília, aproximadamente 200 pessoas invadiram a reunião da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), da qual Hilton Thadeu Zarate Couto, professor do Departamento de Ciências Florestais, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ) é membro.

No encontro, discutia-se a liberação do eucalipto transgênico desenvolvido pela Futuragene, processo do qual Hilton Thadeu é relator. A CTNBio é uma comissão composta de 27 membros, pesquisadores de várias instituições do Brasil, representantes da sociedade civil e ministérios. As reuniões têm como objetivo avaliar os processos de produção de material transgênico e, após a liberação, a Comissão estabelece normas de acompanhamento, explica Couto.

Segundo o docente, a questão do eucalipto transgênico, que tem sido criticada, principalmente por organizações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e merece alguns esclarecimentos. A empresa terá que fornecer informações do que está acontecendo com esse material e onde ele está sendo plantado, até a liberação total. O material e o ambiente de plantio serão também monitorados por cerca de cinco anos e, durante esse período, a sugestão da CTNBio é que não se plante mais do que 2 ou 3% da área de efetivo plantio da empresa para termos a certeza de que ele não trará nenhum problema ao ambiente, complementa.

Em relação à falta de água, que é apontada como consequência da plantação deste eucalipto, o professor da ESALQ afirma que, ao contrário do que as pessoas dizem, ele não some com a água. Em seu ciclo, ele faz com que a água vá para a atmosfera e, com as chuvas, para os rios, abastecendo os mananciais. A crise hídrica não é, com certeza, resultado do plantio de eucalipto.

Outro ponto refutado pelo professor Hilton Thadeu é o argumento do fluxo gênico. As organizações contrárias afirmam, de forma incorreta, que o pólen do eucalipto transgênico pode percorrer longas distâncias e contaminar outros eucaliptos. No entanto, estudos comprovaram que, a partir de 600 m de distância, não existe mais possibilidade de transmissão. Além disso, ocorre que hoje, no Brasil, 99% dos plantios não são por semente. Não se colhe a semente para plantar eucalipto. Plantamos clones, ou seja, materiais que não são oriundos de sementes, mas sim de propagação vegetativa. Então não justificaria esse argumento de que vamos usar a semente do eucalipto que pode estar contaminada com o pólen transgênico, reforça. Se quisermos que não haja contaminação, basta não plantar o transgênico a menos de 600 m dos eucaliptos não transgênicos.

Thadeu contou que há também a opinião de que a proteína contida no eucalipto transgênico pode causar efeitos maléficos ao organismo humano e explicou a situação. Existem duas proteínas na produção do transgênico, a Cel1, que tem por função alongar a parede celular, aumentando o crescimento das plantas, mas que realiza sua função e desaparece, e a NPT II, que caracteriza a planta como transgênica, permanece na planta e é muito conhecida por aparecer no algodão, no milho e na soja, por exemplo. Há um estudo (FUCHS et al, de 1993) que avaliou essa proteína e mostra que ela é rapidamente degradada quando entra no trato digestivo de mamíferos, como os humanos. E a agência de proteção ambiental e o ministério de agricultura dos EUA consideram a NPTII segura para consumo humano. Além disso, é encontrada em quantidades muito pequenas, explicou.

A presença da proteína NPTII é apontada pelos grupos que combatem o eucalipto transgênico como contaminante do mel, fazendo com que o Brasil perca competitividade na exportação e produção do produto. De acordo com o profissional, a quantidade de material transgênico no mel depende da quantidade de pólen que ele tem, porque é o único elemento que pode conter material transgênico, trazido com o néctar pelas abelhas. Mas a exigência da exportação é que o mel seja filtrado para retirar as impurezas, como pernas de abelha, resíduos de própolis e uma série de contaminantes. Ao filtrar, o pólen e o material transgênico são retirados ou se deixa uma quantidade muito pequena, como por exemplo, de 3,9 nanogramas por grama de mel. Em relação ao mel orgânico, que também poderia ser afetado, Thadeu afirmou que existe um instituto denominado Instituto Biodinâmico, localizado em Botucatu (SP), que permite até 5% de material não-orgânico no mel orgânico. Mas, ainda assim, o NPTII se degrada no trato intestinal, não causando danos ao organismo humano.

Além disso, o Conselho de Manejo Florestal (FSC), que certifica plantações florestais no mundo todo, ainda não aprovou a certificação de material transgênico no Brasil, e esse é um dos motivos que faz com que os manifestantes refutem a liberação do plantio e comercialização do eucalipto transgênico. A maioria dos membros desse órgão é de pessoas oriundas de países que tem uma economia dependente da produção florestal e que competem com o Brasil, que tem como produtividade média 40m3/ha/ano nas plantações de eucaliptos. Além disso, o órgão é financiado por doações as quais não são declaradas as fontes. Pode ser que receba de organismos que protegem suas produções florestais, dessas regiões que dependem muito disso e que tem produtividade inferior à nossa. Agora, sem nenhuma justificativa, são contra o plantio de material transgênico. Acredito que seja porque é um outro patamar para o desenvolvimento florestal brasileiro, que tem agora o primeiro eucalipto transgênico do mundo.

Segundo o professor, a certificação é importante, pois abre mercados internacionais e dá mais reconhecimento ao produto exportado, mas não é uma preocupação latente no momento. O selo de certificação é exigido apenas por alguns nichos específicos de mercado, como a Alemanha. Mas a empresa não vai produzir 100% de transgênico já, e sim 2 ou 3%. É um processo lento e ainda não há produção, só plantios experimentais.

A CTNBio dará continuidade a suas ações, com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia. Se acontecer, a liberação plantios comerciais do eucalipto transgênico será apenas para a empresa, que produziu o primeiro transgênico de eucalipto e está desenvolvendo-a desde 2006. Se outra empresa desenvolver novos transgênicos, outro processo será aberto.

Assessoria de Comunicação (Acom)- USP ESALQ

Sucesso de atividade leiteira vai além de ajustes nos preços do mercado

março 15th, 2015 by admin No comments »

As regiões brasileiras com Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia, Caatinga, Pantanal e áreas de transição diferenciam-se por diversos fatores como tipo de vegetação, fisionomia e características morfoclimáticas, em comum, a presença da pecuária leiteira em suas propriedades rurais. Conforme dados do IBGE (2013), somente 60 municípios no País não produzem leite e o Anualpec de 2011 colocou o Brasil em segundo lugar em aumento absoluto na produção, entre 2006 e 2010, com 1,3 milhão de toneladas, crescendo 5% ao ano, em uma década. Entretanto, a produção média é baixa, ao redor de 1.400 litros/vaca/ano, posicionando o País em 18o no ranking, atrás de vizinhos como a Bolívia.

Conhecimento é a palavra-chave para reverter os números e cenários. Não somente gerá-lo, sobretudo, transferi-lo a quem de fato interessa e o coloca em uso, os bovinocultores de leite. Esse é o objetivo dos especialistas no assunto reunidos esta semana durante a Dinâmica Agropecuária (Dinapec) em Campo Grande-MS, na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Produção intensiva a pasto, manejo de bezerras, qualidade do leite, produção de feno com secador solar e vetscore foram temas apresentados e discutidos com os produtores de várias regiões do Brasil Central.

“Produtor de leite ou produtor de carne bovina é um indivíduo que faz agricultura de capim, como capim não tem tanto mercado, ele agrega valor passando pela boca do animal, colhendo leite ou fazendo carne. É um agricultor de capim”, enfatiza Leovegildo Lopes de Matos, pesquisador na área há 40 anos. “Como comprar uma vaca, pagando 4 mil reais e afirmar que é um investimento? Se o lucro for dez centavos, o animal produzirá 40 mil litros de leite para pagar? O produtor tem que investir sim, mas o leite tem que pagar a aplicação e há tecnologia disponível para isso”, continua o agrônomo da Embrapa. “É vital o aumento de ganho. A produção convencional é de 1.000 litros/ha/ano, com reais possibilidades de atingir de 20 a 30 mil litros/ha/ano. Não falta conhecimento, falta difundi-lo e lembrar sempre que o produtor tem sua bagagem e tem sede de informação, só falta a mesma chegar até ele”, completa o técnico agropecuário da Empresa, Danilo Moreira.

Intensivão – O uso intensivo de pastagens utiliza a técnica do pastejo rotacionado, permitindo o melhor aproveitamento do pasto, favorecendo a recuperação da forrageira adotada e evitando a degradação da pastagem. Ponto positivo para um País com 170 milhões de hectares de áreas de pastagens, nos quais 70% com algum nível de degradação. Esse pastejo aumenta a taxa de lotação (UA/ha) e a produtividade animal, com maior eficiência da região e redução de custos, viabilizando a produção para as pequenas propriedades, comprovando que “mesmo em pequenas áreas é possível gerar uma boa produção leiteira”, salienta Danilo e os resultados de pesquisa da Embrapa a campo comprovam que com essa metodologia a lotação pode chegar a 15 UA/ha/ano.

Ele elenca os fatores relevantes para a adoção: “planejamento, gerenciamento profissional, mão-de-obra qualificada, manejo adequado, assim como, instalações, conforto, sanidade e alimentação em quantidade e qualidade” e reforça que se deve trabalhar com animais com aptidão leiteira, pois “não adianta fornecer alimentação de boa qualidade para vaca ruim, nem alimentação ruim para vaca de boa qualidade. Nos dois casos, o resultado será desastroso. Para investir, o mais barato que existe é a pastagem”.

A técnica consiste em dividir o pasto em áreas de ocupação, quando os animais estão nos piquetes; e de descanso, com o tempo necessário para o crescimento da planta, que varia para cada espécie empregada. O tamanho do piquete difere conforme o número e tipos de animais vaca, novilha e bezerra, e produção e consumo de forragem. Para ser bem-sucedida, recomenda-se a análise e correção do solo, a adubação das pastagens, a escolha da forrageira correta e o uso de cerca para a divisão dos piquetes. O rotacionado aproveita o pasto, tornando-o uniforme.

Manejo de bezerras Como pensar na bezerra que vai nascer? Produzirá mais que o animal que ordenho hoje? Preocupações que o bovinocultor deve ter ao planejar a criação de bezerras. Escolhas relativamente simples, porém mal tomadas comprometem a atividade. A primeira delas é a matriz e para isso um lembrete valioso: “a galinha poedeira moderna só não é menor que o ovo”. A vaca leiteira do futuro tem que seguir o mesmo padrão. Ela é pequena, gasta menos energia e produz. Além disso, responderá como desejado se for bem alimentada, caso contrário, não.

“O futuro é uma vaca que trará não mais leite, mas lucro. A vaca não dá leite, ela o produz em um processo de transformação. A reposição começa a ser planejada antes mesmo do nascimento, quando o produtor define quais animais serão ordenhados de forma mais eficiente futuramente. A preocupação antecipada também define que tipo de touro ou sêmen a ser usado em três anos e meio e qual a raça ou grupamento genético comporão o rebanho futuro”, frisa Leovegildo.

Após a escolha e o nascimento, os cuidados com a bezerra merecem a atenção, a começar pela ingestão do colostro, fase mais importante do processo. Os bezerros são totalmente dependentes do colostro e o seu consumo os ajuda a adquirir imunidade e está relacionado diretamente ao desenvolvimento das futuras matrizes. Além do fornecimento de leite (balde ou teta), três a quatro litros/dia, a bezerra pode consumir uma ração inicial no cocho, como farelo de soja e milho quebrado, para desenvolver o rúmen e, assim, desmamar mais cedo.

O manejo inadequado, finaliza o especialista, traz “menor número de bezerras desmamadas e menor eficiência de seleção de novilhas de reposição, menor número de animais excedentes para a venda, maior taxa de mortalidade e aumento dos custos com medicação e animais com mais problemas de saúde, e menores taxas de progresso genético do rebanho.”

Higiene O uso do pasto rotacionado e o manejo de bezerras correto não são as únicas garantias de aumento na produção. A devida higienização é também preponderante. Falhas nessa etapa acarretam a contaminação cruzada, com a ausência do uso da caneca de fundo preto para identificação de mastite; a elevação da contagem bacteriana total, obtida com faltas na higiene de equipamentos e utensílios; a contaminação do leite com antibióticos, dentre outras.

Para isso, a Embrapa disponibilizou o Kit Embrapa de Ordenha Manual, uma tecnologia social que melhora as condições de vida e trabalho dos produtores de base familiar. Composta de balde semiaberto, caneca de fundo escuro, balde de plástico (8 L) para armazenamento de água clorada, mangueira de borracha, adaptador para caixa dágua de ½ (20 mm), adaptador de pressão (preto) de ½, registro esfera de ½ (20 mm), esquicho de jardim de ½, veda-rosca/teflon, filtro para coar o leite, seringa de 20 ml, copinho graduado para medir o detergente em pó, detergente alcalino em pó, cloro comercial, papel-toalha, escova ou bucha natural, banquinho de madeira e par de luvas de borracha, o custo do kit não chega a R$ 150 reais.

E segundo o técnico Leandro Ribeiro, “a contaminação do leite durante a ordenha e suas condições de armazenamento até chegar ao laticínio são os principais fatores de perda de qualidade do produto. É uma tecnologia barata e que faz toda a diferença, capaz de reduzir a contagem bacteriana de 800 mil para 130 mil, registrada em estudos da Embrapa”.

Seca Algumas regiões do País sofrem anos consecutivos com baixos índices de precipitações. Seres humanos sofrem, plantas e animais acompanham. Todos os animais exigem cinco categorias de nutrientes água, minerais, vitaminas, proteínas e energia. A água é oferecida 24 horas por dia; os minerais, um sal de boa qualidade no cocho cumpre a missão; e a vitamina é fornecida somente para bovinos confinados e sem exposição ao sol.

Já a proteína e a energia preocupam, mas são passíveis de ajustes. Na seca, a suplementação protéico-energética representa custo e as alternativas disponíveis, como grãos, silos, irrigação de pastagem, capineira, ração, feno e cana-de-açúcar possuem suas peculiaridades. A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) desenvolveu e validou a produção de feno com o uso de secador solar para os pequenos produtores nesse período crítico e os pesquisadores da Embrapa adaptaram a metodologia para o Brasil Central.

O zootecnista Frederico Olivieri Lisita explica que, principalmente, onde a seca maltrata a pastagem, a proposta é adotar forrageiras protéicas e regionais, na forma de feno, como bocaiúva, algodão-de-seda, parte aérea da mandioca; as capineiras de capim-elefante; e as leguminosas, como o feijão-guandu e a leucena. O pesquisador detalha que “a planta passa por uma picadeira para forragens e é distribuída em toda a área do secador em camadas de no máximo 10 cm de altura para acelerar o processo de secagem e mantê-lo uniforme. Na região do Pantanal, por exemplo, o material estará pronto em um a três dias. O ponto ideal é quando o material não virou palha e não está úmido para fermentação. É o armazenamento da forragem excedente na estação das águas para um período de carência”. O secador é de fácil manejo, baixo valor e pode-se fenar a qualquer época do ano e estágio da planta.

Jairo dos Reis, José Bezerra de Souza e Adélia Lino Duarte são pequenos produtores do município de Dois Irmãos do Buriti, distante cerca de 150 km de Campo Grande, a capital de MS, e vieram à Dinapec para obter tais informações. “Sabemos que não temos o poder de aumentar o preço de compra, hoje, em 0,65 centavos de reais o litro”, revela Jairo e “menos ainda temos um valor preciso do quanto gastamos para produzir um litro”, completa Bezerra, “mas em nossas pequenas áreas já conseguimos enxergar que não podemos ter pouca produção. Há tecnologias que nos ajudarão a produzir mais e como é bom conhecê-las”, emenda dos Reis.

Para 2015, a Dinapec foi construída corporativamente com a colaboração da Embrapa Agropecuária Oeste, Pantanal, Soja, Produtos e Mercado, Florestas, Pecuária Sudeste, Acre, Rondônia, Milho e Sorgo, Caprinos e Ovinos, Gado de Leite, Gado de Corte, Agroindústria de Alimentos, Agroenergia, Cerrados, Departamento de Transferência de Tecnologia e Secretaria de Comunicação. Esta 10a edição tem o patrocínio da Unipasto, Senar/MS e Nutrekit e o apoio da Fundação MS, Sindicato Rural de Campo Grande, Secretaria de Estado de Produção e Agricultura Familiar/Agraer/MS, Geneplus, Coimma, Tramasul, Sistema Brasileiro do Agronegócio e AgrobrasilTV.

Serviço:

Dinâmica Agropecuária – Dinapec

Data: 11 a 13 de março de 2015.

Local: Embrapa Gado de Corte, Campo Grande-MS (avenida Rádio Maia, 830, zona rural)

Informações: (67) 3368-2141 e www.embrapa.br/gado-de-corte.

Produção de silagem e consórcio de culturas são opções econômicas para o agricultor

março 15th, 2015 by admin No comments »

Apresentação de técnicas de produção e silagem de milho, sorgo e capim em sistemas Integrados Lavoura-Pecuária (ILP) reuniu mais de 100 pessoas entre técnicos, produtores, estudantes e fornecedores do setor agropecuário na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas-MG. O evento, promovido pela Embrapa e seus parceiros, abordou o tema Silagem em Integração Lavoura-Pecuária em um Seminário e um Dia de Campo realizados no dia 11 de março.

Na abertura do seminário, realizado no período da manhã, o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Milho e Sorgo, Jason de Oliveira Duarte, representou o chefe-geral da Unidade, Antônio Álvaro Corsetti Purcino. Jason Duarte ressaltou que o objetivo da Embrapa é oferecer opções tecnológicas em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). A nossa ideia é sempre ofertar soluções tecnológicas para que o agricultor possa ter oportunidades de escolha e diversificar a sua produção. O Programa ABC existe há mais de 5 anos e visa o desenvolvimento desses dois sistemas de produção, além de outros, que podem ser aplicados pelos produtores da região de Sete Lagoas, seja em pequenas, médias ou grandes propriedades, afirmou Duarte.

Temos uma expectativa muito positiva nesse trabalho porque nós temos uma quantidade de parceiros muito grande, tanto as instituições públicas como a Epamig, a Emater e a Universidade Federal de São João del-Rei, como uma série de empresas, cooperativas e sindicatos que estão participando desse esforço para que a nossa região tenha eficiência na produção de silagem e na produção de leite, disse Duarte.

Em seguida, o seminário foi iniciado com a palestra Oportunidade de Produção de Silagem em ILP, proferida pelo pesquisador da Embrapa Miguel Marques Gontijo Neto. Ele falou sobre as vantagens de usar a lavoura do milho, do sorgo e do milheto em consórcio com o plantio do capim para a recuperação de pastagens degradadas e também para a produção de forragem. O agricultor que trabalha com pecuária precisa ter alimento disponível o ano inteiro para o rebanho, principalmente no período da seca. E a ILP pode ser uma alternativa bem interessante para aumentar a oferta de forragem e de silagem, afirmou o pesquisador.

O plantio da forragem em propriedade degradada melhora a qualidade e a fertilidade do solo e aumenta a capacidade de suporte das pastagens, disse Miguel Gontijo. Ele destacou também as alternativas para a produção de silagem na ILP: plantio de milho ou sorgo mais capim em áreas específicas para a produção de silagem e em áreas de recuperação ou renovação de pastagens; plantio de milheto mais capim em áreas de recuperação ou renovação de pastagens e em safrinha após o plantio do milho para silagem; e plantio de capins em áreas manejadas para produção de silagem e em sobras de áreas sob pastejo.

Oportunidades de produção de silagem de sorgo, milho e capim

Após a apresentação sobre as oportunidades de produção de silagem, o pesquisador da Embrapa Ramon Costa Alvarenga coordenou uma mesa redonda sobre o tema Aspectos importantes para a produção de silagem de sorgo, milho e capim.

O pesquisador José Avelino dos Santos Rodrigues falou sobre a produção de sorgo forrageiro para silagem, destacando que a silagem precisa ter boa qualidade. Ele ressaltou que as variedades de sorgo forrageiro são alternativas de produção de silagem para a entressafra. “O cultivo do sorgo possibilita ao agricultor aumentar a produtividade da forragem com alta qualidade nutritiva e custo baixo de produção, disse o pesquisador. Ele acrescentou que o agricultor precisa estar atento ao preparar o solo e regular a densidade do plantio. Para isso, é preciso seguir o manejo racional da cultura: escolher a cultivar adequada e fazer o manejo cultural e a ensilagem de maneira correta e no momento certo”, afirmou José Avelino.

O tema silagem de milho foi apresentado pelo engenheiro agrônomo da Riber KWS, Dimas Antônio Del Bosco Cardoso. Os principais problemas que a gente vê no campo se referem ao manejo da lavoura, ponto de colheita e arraçoamento. O agricultor precisa estar atento para aproveitar o potencial da silagem e fazer uma dieta equilibrada para o rebanho, disse. Para o agrônomo, um bom híbrido para silagem precisa ter as seguintes características: alta produtividade de grãos, excelente bromatologia, sanidade foliar e tolerância ao acamamento. Além disso, Dimas explicou que o agricultor precisa observar o ciclo de maturação da cultura: Os grãos devem ser profundos e o sabugo, mais fino, para facilitar o processamento desse grão na máquina e a digestão do animal. A silagem há muito tempo deixou de ser apenas uma opção de alimentação para o período da seca. A silagem, hoje, tem uma função muito mais nobre: baixar custo de produção e melhorar o desempenho do animal, frisou Cardoso.

O zootecnista da Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora-MG) Mirton José Frota Morenz apresentou as vantagens da silagem de capim-elefante, braquiária e panicum em sistemas integrados Lavoura-Pecuária. A silagem de capim é uma alternativa interessante, pois apresenta boa produtividade e menor custo, afirmou Morenz.

De acordo com Mirton Morenz, as vantagens do consórcio milho-braquiária são a melhoria das propriedades físicas e químicas do solo, menor população de plantas daninhas e redução no uso de insumos para a produção de biomassa de braquiária de valor nutritivo. O uso da silagem de capim implica maior uso de alimentos concentrados, o que pode ser compensado pelo baixo custo de produção da silagem explicou o zootecnista. Ele acrescentou que além de ser utilizada na alimentação das vacas em lactação, a silagem de capim pode ser empregada na alimentação de outros animais menos exigentes.

Agricultores atentos às novas tecnologias

O produtor agropecuário de Abaeté-MG, José Pereira Lima, participou pela segunda vez de um evento na Embrapa. Ele veio acompanhado de mais 14 integrantes da Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaeté. Em sua fazenda, de aproximadamente 233 hectares, ele planta cana e capim para silagem e cria 160 vacas de leite. A produção de leite por dia é de 1.000 litros. Gosto de me manter atualizado, por isso participo dos treinamentos promovidos pela Embrapa. Tudo que estou vendo aqui vou aplicar na minha propriedade, pois gosto de ver tudo sempre organizado e funcionando bem. A cada dia aprendemos mais e é preciso acompanhar a tecnologia, relatou o agricultor.

Mais três eventos estão previstos para 2015: Produção de grãos em ILP, no final do mês de abril; Recria de bezerros a pasto e terminação em confinamento, em agosto; e em novembro, Implantação das lavouras e das pastagens no sistema ILP.

A iniciativa integra o projeto Rede de Fomento de Sistemas de Transferência de Tecnologias sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) para o aumento de produtividade dos sistemas de produção agropecuários e a redução da pressão pelo desmatamento nos biomas naturais, executados pelos setores de transferência de tecnologia e de pesquisa da Embrapa Milho e Sorgo. O evento foi realizado com apoio da Emater-MG, Epamig e Universidade Federal de Minas Gerais, em parceria com a Rede de Fomento ILPF (Cocamar, John Deere, Parker, Syngenta) e parceiros locais (Agronelli, Banco do Brasil, BioGene, Coopersete, CCPR-Itambé, Matsuda, Riber-KBS, SICOOB, Sindicato Rural de Sete Lagoas).

Dia de Campo revela custos de produção das tecnologias

Abaixo, conheça as tecnologias e saiba os principais resultados apresentados em cada uma das estações do dia de campo, realizado na Estação Experimental da Embrapa Milho e Sorgo.

Estação 1 Dinâmica de máquinas

O representante da Treviso, Edmilson Wagner Costa Júnior, apresentou as linhas de potência dos tratores para corte e trato das culturas, principalmente para o milho e o sorgo e para pastagens. Ele ressaltou a importância de manter os equipamentos bem cuidados. Usar peças originais e suplementos lubrificantes de boa qualidade é essencial para o bom desempenho e rendimento da máquina, além de aumentar a vida útil do equipamento, informou.

Estação 2 Estabilidade de produção agropecuária frente aos riscos climáticos regionais

O pesquisador Daniel Pereira Guimarães alertou que tecnologias que promovam a conservação da umidade no solo devem ser adotadas pelos agricultores para tentar driblar os efeitos causados pelos eventos climáticos extremos, como as altas temperaturas e o menor índice de chuvas. Com o regime pluviométrico bastante alterado nos últimos anos, os veranicos estão cada vez mais extensos e severos e a concentração de chuvas está ficando limitada a curtos períodos. Essas chuvas fortes, intensas, não recarregam os lençóis freáticos. Há dois anos não registramos chuvas perenes, com duração de diversos dias, disse. Com isso, Daniel Guimarães reforça a necessidade de implantação de tecnologias como os sistemas de plantio direto e integração lavoura-pecuária.

Estação 3 Condução da lavoura de sorgo para silagem e custos de produção

Implantada em uma gleba de seis hectares na última safra, foram utilizados dois híbridos de sorgo forrageiro da Embrapa, o BRS 655 e o BRS 658. O manejo pré-semeadura foi feito com aplicações de gesso e potássio, após análise de solo, e a área foi dessecada. O plantio foi feito no dia 23 de novembro de 2014, com espaçamento de 70 cm entrelinhas e com uma população de 145 mil plantas por hectare. Foi feito consórcio do sorgo com capim Mombaça (sementes misturadas ao fertilizante). O custo total por hectare ficou em R$ 2.796,32, sendo considerados todos os gastos nas operações de pré-plantio, plantio, condução da lavoura e a fase de ensilagem. Os maiores responsáveis por esse custo foram os insumos utilizados, que representaram 57,3%, explica o pesquisador Rubens Augusto de Miranda.

Dicas sobre o processo de ensilagem foram apresentadas pelo pesquisador José Avelino Santos Rodrigues: o ideal é encher o silo e fechá-lo no mesmo dia; o processo de ensilagem não combina com chuva e o agricultor deve optar por silos menores ao invés de fazer um muito grande. Isso evita perda da silagem.

Estação 4 Condução da lavoura de milho para silagem e custos de produção

Também implantada em seis hectares, a lavoura de milho foi formada com cinco cultivares: o híbrido triplo convencional da Embrapa BRS 3040, dois materiais da Riber os híbridos triplos transgênicos RB 9308 (Yieldgard) e o RB 9077 (Bt) e duas cultivares da empresa Biogene: os híbridos simples precoces transgênicos BG 7046H e o BG 7037H. Na fase de pré-plantio, foram investidos R$ 227,45. O plantio, realizado no dia 20 de novembro, exigiu R$ 1.108,58 para o milho convencional, representando 37,6% de todo o investimento. Para a semeadura do milho transgênico, foram gastos R$ 1.322,33 ou 41,8% do custo total. Para a fase de condução da lavoura, gastou-se R$ 637,64. Por fim, no processo de ensilagem, foram gastos R$ 975,50, gerando um custo total de R$ 2.949,16 para o milho convencional tratado e de R$ 3.162,91 para o transgênico.

Novamente, como na lavoura de sorgo, os insumos utilizados representaram o maior nível de investimento: R$ 1.733,21 ou 58,8% do custo total da lavoura para o milho convencional e R$ 1.946,96 ou 61,6% para a produção transgênica. Segundo o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo Emerson Borghi, da área de Fitotecnia, os dados de produtividade das cultivares serão divulgados posteriormente no Portal da Empresa.

Embrapa Milho e Sorgo

Produção de energia com resíduos da agropecuária

março 15th, 2015 by admin No comments »

O Brasil possui condições vantajosas para produzir energia, mas a recomendação é de que não sejamos dependentes de fontes não renováveis como o petróleo, o gás natural, o urânio ou do carvão mineral. Necessitamos buscar fontes renováveis de energia. No Brasil, a biomassa é a principal fonte de energia renovável. Ela gera calor, energia elétrica e pode ser transformada em biocombustível sólido como briquetes, resultante da compactação de resíduos vegetais, por exemplo. Como somos um dos maiores produtores agrícolas e florestais do mundo, a quantidade gerada de biomassa residual pode e deve ser melhor aproveitada, especialmente na forma de briquetes e péletes.

Os briquetes podem ser produzidos a partir de qualquer resíduo vegetal, explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia, José Dilcio Rocha, que participa da Dinapec 2015. Em sua apresentação feita para um público formado por professores, universitários, estudantes, produtores e empresários ele explica em detalhes como os briquetes são feitos, suas vantagens, utilização e investimento para produção.

Dentre os materiais utilizados para produzir os briquetes o pesquisador cita a serragem e restos de serraria, casca de arroz, sabugo e palha de milho, palha e bagaço de cana-de-açucar, casca de algodão, casca de café, soqueira de algodão, feno ou excesso de biomassa de gramíneas forrageiras, cascas de frutas, cascas e caroços de palmáceas, folhas e troncos das podas de árvores nas cidades. Os briquetes possuem diâmetro superior a 50 mm e substituem a lenha em muitas aplicações, inclusive em residências (lareiras e churrasqueiras), hotéis (geração de vapor) em indústrias (uso em caldeiras) e estabelecimentos comerciais como olarias, cerâmicas, padarias, pizzarias, lacticínios, fábricas de alimentos, indústrias químicas, têxteis e de cimento. Do ponto de vista econômico, o pesquisador alerta para a realização de um plano de negócio, já do ponto de vista ambiental ele afirma que a tendência é se tornar um bom ou excelente investimento.

No Brasil são produzidos cerca de 1,2 milhão de toneladas de briquetes por ano. Destes, 930 mil toneladas são de madeira e 272 mil toneladas de resíduos agrícolas. A taxa de crescimento da demanda de briquete é de 4,4% ao ano, o que demonstra a importância potencial no mercado de energia renovável, atesta o pesquisador. Ele afirma também que nosso país possui condições vantajosas para produzir com sucesso briquetes como também péletes, outro substituto da lenha em muitas aplicações. A prática é excelente opção para vários setores produtivos agregarem valor aos resíduos que hoje são subaproveitados.

Fábrica de briquetes demonstra linha de produção para visitantes

A oficina sobre briquetes incluiu a visita a uma empresa de Campo Grande, MS, que produz briquetes, a Eco Esfera Indústria e Comércio de Artefatos de Madeiras. No local os visitantes tiveram a oportunidade de acompanhar a linha de produção, ver o funcionamento das máquinas, etapas da fabricação e tirar dúvidas com o proprietário Glauco Silva, um adepto da preservação do ambiente. O briquete tem alto poder calorífico e produz pouca fumaça, diz Glauco. É um produto 100% reciclado e é feito de madeira com baixo teor de umidade. Produzimos o industrial feito em forma de bolachas e o em forma de tarugos de 5 a 10 centímetros de diâmetro e 40 centímetros de comprimento, para utilização em fornos de padarias e pizzarias e também para uso doméstico. É um combustível ecologicamente correto, substituindo a lenha. Segundo ele, o poder de calor do briquete é de 5000 Kcal/kg e o da lenha 750 kcal/kg e 1tonelada de brinquete corresponde a três árvores altas preservadas ou 7 metros cúbicos de madeira.

Participantes da oficina de briquetes na Dinapec ficaram satisfeitos com as apresentações e a programação do evento. Divulgar esta tecnologia de aproveitamento de resíduos é importante, disse Brenda Farias, estudante de zootecnia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, que igualmente com outras 12 universitárias ficaram surpresas com a visita à fábrica Eco Esfera. Foi muito bom assistir a palestra e ver de perto o processo de fabricação dos briquetes, disse Brenda, que não sabia da existência em Campo Grande de uma fabrica de lenha ecológica. Fábio Alexandre, gerente da Agropecuária AGRO HB, também saiu da Dinapec com boa impressão. Fiz a inscrição nesta oficina porque tenho interesse em fazer este tipo de aproveitamento na fazenda. Já o engenheiro mecânico e professor da Universidade Federal da Grande Dourados, Antonio Carlos de Souza, lamentou não ter divulgado mais o evento entre os colegas. Ele aproveitou para levar uma publicação técnica da Embrapa sobre produção de briquetes e uma amostra do produto para apresentar aos seus alunos do curso de engenharia de energia.

O pesquisador da Embrapa Agroenergia, José Dilcio, que ministrou a oficina de briquetes pela primeira vez na Dinapec gostou da receptividade do público. Disse que a Dinapec é aconchegante e uma feira tecnológica interessante e que a Embrapa tem tudo para dar um salto ainda maior neste tipo de ação.

Embrapa Gado de Corte

Acordo com a Anfavea facilita a venda de tratores para agricultura familiar

outubro 21st, 2014 by admin No comments »

Um acordo de cooperação de vendas de máquinas com a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) para o Programa Mais Alimentos foi assinado nesta sexta-feira (17), em São Paulo, pelo ministro do Desenvolvimento Agrário Laudemir Müller. Por meio do programa, agricultores podem adquirir máquinas e veículos com preços especiais e condições de financiamento exclusivas.

Criado em 2008, o programa facilita o acesso de agricultores familiares a equipamentos e implementos agrícolas que modernizam suas propriedades e favorecem o aumento da produção. O Mais Alimentos oferece prazo de pagamento dez anos, com até três anos de carência e juros de 1% a 2%. A peça fundamental que organiza e explica o sucesso do programa é a capacidade que tivemos de desenvolver uma parceria entre os agricultores, o governo federal e a Anfavea. Esse trabalho ampliou a efetividade do programa de grande importância para a indústria e para a produção de alimentos, disse o ministro.

Segundo a Anfavea, o objetivo do acordo é estimular o desenvolvimento da agricultura familiar e promover a modernização e produtividade da atividade rural. É extremamente importante ter um programa voltado para a agricultura familiar no Brasil. Precisamos estimular o crescimento desse segmento com mecanismos que garantam o aumento da produtividade rural com equipamentos modernos e altamente eficientes, disse Luiz Moan, presidente da Anfavea.

De acordo com o ministério, na safra passada, os fabricantes de tratores venderam 19 mil unidades para a agricultura familiar. E a expectativa é de que na safra 2014/2015 esse número chegue a 20 mil, prevê o órgão.

Atualmente, segundo o ministério, o programa tem 525 empresas cadastradas participando do programa. Em seis anos de existência, 80 mil tratores foram comercializados e financiados 47 mil veículos de transporte de carga.

Inscrições para encontro de gestores de Bancos de Alimentos podem ser feitas até dia 22

outubro 21st, 2014 by admin No comments »

Gestores de banco de alimentos públicos ou privados podem se inscrever até quarta-feira (22) no I Encontro Nacional de Gestores de Bancos de Alimentos. Promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o evento será promovido nos dias 23 e 24 deste mês, em Brasília.

Um dos objetivos do encontro é estruturar a Rede Brasileira de Banco de Alimentos, que opere de forma colaborativa e associativa. De acordo com a coordenadora geral substituta de Equipamentos Públicos do MDS, Cintia Castro de Paula, o evento também vai abordar a inserção do programa no contexto do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).

Para participar, os interessados devem enviar a ficha de inscrição preenchida para o e-mail cgep@mds.gov.br, com o assunto “Inscrição para o Encontro Nacional de Gestores de Bancos de Alimentos – 2014″. São 150 vagas.

Serviço
Encontro Nacional de Gestores de Bancos de Alimentos
Quando: quinta-feira (23), das 8h30 às 17h, e sexta-feira (24), das 9h às 16h30
Onde: St. Paul Plaza Hotel – Setor Hoteleiro Sul quadra 2 bloco H Brasília (DF)

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)

FAZU (Faculdades Associadas de Uberaba) quer se tornar referência internacional em produção agropecuária para os trópicos

outubro 21st, 2014 by admin No comments »

Prestes a completar quatro décadas de atuação, a FAZU (Faculdades Associadas de Uberaba) instituição de ensino fundada pela ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) com o objetivo de formar profissionais para atuar no Agronegócio entrará, a partir de 2015, em uma nova fase de atuação.

O Plano Estratégico da faculdade está sendo revisto por uma renomada equipe de profissionais, e será o instrumento que norteará as ações da instituição nos próximos anos, de forma a consolidá-la como referência internacional na área de Produção Agropecuária para os Trópicos, além de fazer com que atue mais fortemente na formação de jovens trabalhadores para a moderna agropecuária dos trópicos.

O Plano Estratégico está sendo desenvolvido por uma equipe encabeçada pelos consultores da ESALQ/USP, professores Fernando C. Peres e Sergio de Zen.

A primeira fase do planejamento teve início com a realização de um diagnóstico sobre o atual momento da instituição. A segunda fase será realizada em dezembro, pelo Conselho Deliberativo da FAZU (formado por membros da Diretoria da ABCZ; especialistas nas áreas de produção vegetal e produção animal, economia e gestão do agronegócio e tecnologia de produtos animal e vegetal; coordenadores dos cursos de Agronomia e Zootecnia; membros do Conselho Administrativo da faculdade).

A ideia é fazer com que a FAZU esteja à frente de seu tempo no Brasil, desenhando estratégias e implementando-as visando reorientar seu ensino para a formação empreendedora do Agronegócio.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Treinamento abordará dietas para bovinos de corte

outubro 21st, 2014 by admin No comments »

Produtores, consultores e profissionais de empresas da área de nutrição animal terão a oportunidade de participar, nos próximos dias 29 e 30 de outubro, do Treinamento RLM Corte. A iniciativa é do Departamento de Zootecnia (LZT) da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz (USP/ESALQ) e o objetivo é apresentar novas metodologias do Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal para formulação e otimização de dietas para bovinos de corte utilizando o RLM 3.2.

A atividade oferece treinamento teórico-prático a partir de análise de alimentos, exigências nutricionais e formulação de dietas e suplentes. Alguns dos temas que serão discutidos são as funcionalidades do RLM Corte 3.2, valor nutricional e análise de alimentos, exigências de bovinos de corte, consumo alimentar e dietas para confinamento e semi-confinamento.

O treinamento ocorrerá no auditório do Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal do LZT, entre 8h e 18h. As inscrições podem ser realizadas pelo site da Fealq (http://fealq.org.br). Outras informações pelo telefone (19) 3417-6604 ou e-mail cdt@fealq.org.br.

RLM

O RLM (Ração de Lucro Máximo) é um programa de computador que foi desenvolvido pelo Laboratório de Nutrição e Crescimento Animal do LZT, sob a coordenação do professor Dante Pazzanese Lanna. É utilizado na formulação de ração para bovinos confinados e de suplementos para animais criados a pasto. Segundo o pós-doutorando do LZT, Tiago Zanett Albertini, mais de 50% dos nutricionistas do Brasil utilizam esse sistema. Os usuários finais são técnicos, fábricas de rações e produtores, afirmou.

Fonte: Assessoria de Comunicação USP ESALQ

Zootecnia de precisão é tema da sala paralela da Farmcontrol na PorkExpo 2014

outubro 21st, 2014 by admin No comments »

Pensando na melhor maneira de apresentar um produto que pode ajudar a impulsionar ainda mais a suinocultura brasileira, cada vez mais crescente, a FarmControl estará presente no próximo dia 28 de outubro na PorkExpo 2014, das 18h às 20h, para falar um pouco mais sobre a solução de monitoramento e controle em tempo real de granjas que já possui casos referência de sucesso no mercado europeu.

Sob o tema Zootecnia de Precisão, a sala paralela da FarmControl no evento contará com a presença do Engenheiro Brito Barros, diretor Geral da FarmControl Brasil, do Engenheiro Nuno Correia, presidente da Agrupalto, uma das maiores cooperativas da Península Ibérica e também do conceituado Dr. Sales Luis, responsável da área de produção e bem-estar animal da Agrupalto.

A Agrupalto, que adotou a solução FarmControl, obteve colocação no TOP 5 Ibérico da Base de Dados de Matrizes. A cooperativa irá reforçar quais foram as necessidades sentidas pelos suinocultores pertencentes à cooperativa e as ideias de necessidade de modernidade na gestão das granjas que levassem, por consequência, ao aumento da produção e a diminuição do custo de produção.

Será destacada também a forma simples com a qual a solução é instalada nas granjas e, principalmente, a sua facilidade de utilização e exploração.

Fonte: Assessoria de Imprensa

FAEMG participa de Seminário do Soja Plus

outubro 21st, 2014 by admin No comments »

Apenas dois meses após o lançamento do Programa Soja Plus em Minas Gerais, o estado que ocupa sexta posição no ranking nacional de produção do grão participa de evento que debaterá resultados, desafios e perspectivas do programa de desenvolvimento da sojicultora brasileira.

O Seminário Soja Plus 2014: Gestão da Propriedade Faz a Diferença será realizado dia 4 de novembro, Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. O SISTEMA FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais) será representado no evento pelo superintendente do INAES (Instituto Antonio Ernesto de Salvo), Pierre Vilela, que fará breve apresentação sobre essas primeiras semanas do programa no estado.

Saiba mais sobre o evento e como participar:

http://www.sojaplus.org.br/site/index.php?id=NA==&area=4&secao=Agenda&ano=2014&mes=11&evento=124

SOJA PLUS EM MINAS

Implantado em Minas Gerais em agosto, o Soja Plus irá capacitar 400 produtores mineiros até o final do ano. Inicialmente, serão beneficiados produtores rurais de Araxá, Paracatu, Patos de Minas, Patrocínio, Rio Paranaíba, São Gotardo, Uberaba, Uberlândia e Unaí, municípios que concentram 90% da sojicultura de Minas Gerais.

O programa é uma parceria da ABIOVE (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) e SISTEMA FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), com apoio da UFV (Universidade Federal de Viçosa). Com foco na gestão econômica, social e ambiental da propriedade, visa aumentar a qualidade e produtividade, com preservação dos recursos naturais e bem-estar de trabalhadores, produtores rurais e comunidades.

Fonte: FAEMG participa de Seminário do Soja Plus

Brasileiros vão implementar programa de milho no Sudão

setembro 29th, 2014 by admin No comments »

A empresa Brazilian Agroindustrial Company (BAC), dos empresários brasileiros Paulo Hegg e Gilson Pinesso, deve ajudar o Sudão a implantar o seu programa de milho e caminhar para a autossuficiência no abastecimento das criações de frango com o produto. A BAC cultiva atualmente 11 mil hectares no país árabe com algodão, milho, sorgo e feijão e atua no Sudão como parte da Sudanese Brazilian Agriculturarl Partnership (Sbmapa), que também é integrada pelo Ministério da Agricultura do Sudão e pela Asbnaco, empresa do grupo Aaaid.

A ideia de criar um projeto maior na área de milho foi do novo ministro da Agricultura do Sudão, Ibrahim Hamid, que conheceu o plantio da BAC e ficou encantando com a plantação do grão. Os sudaneses não têm o costume de consumir milho, mas o país importa a commodity para abastecer suas criações de frango. Hamid propôs o plantio de 45 mil hectares irrigados.

De acordo com informações de Hegg, o objetivo do ministro era que o plantio começasse em novembro, mas não haverá tempo hábil para providenciar toda a logística, como máquinas, fertilizantes e mão de obra. A BAC, então, deve plantar um total de 20 mil hectares nas terras em que já atua, em junho de 2015, e mais 25 mil hectares em novembro de 2015.

Hoje, toda a área em que a BAC cultiva não tem irrigação, a plantação depende da chuva. Por isso, o plantio do milho, por exemplo, é feito na metade do ano. Mas Hegg conta que a empresa está fazendo um plano de negócios para buscar financiamento e implantar nas suas lavouras o sistema de irrigação. Com isso, ela poderá fazer duas colheitas por ano.

O Sudão abate atualmente cerca de cem mil frangos ao dia. A última colheita de milho da BAC já teve como destino uma das grandes companhias do segmento, segundo Hegg. A partir da ideia do programa de milho, foram chamadas todas as indústrias da área e proposta a compra do produto local em vez da importação, o que foi apoiado. Elas viraram parceiras do projeto. A terra onde ocorrerá o cultivo ainda será definida. A BAC fará o plantio e o lucro será dividido.

Instituto de pesquisa
A BAC também está trabalhando para implementar um instituto de pesquisa agrícola no Sudão e desenvolver sementes adaptadas às terras do país árabe. A ideia foi apresentada pela empresa ao ministro da Agricultura, que a aceitou e deve buscar financiamento de fundos árabes para colocar o projeto em pé. Hegg já está em contato com empresas brasileiras de pesquisa, como a Embrapa, Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e a Agro Norte, para serem parceiras. Ele também não descarta recorrer ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) para crédito, se for necessário.

Fonte: Anba

Artigo: O planeta cabe na urna

setembro 29th, 2014 by admin No comments »

Por Coriolano Xavier, membro do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS); Professor do Núcleo de Estudos do Agronegócio da ESPM.

Na sociedade da hiperinformação multiconectada e agindo cada vez mais por valores o produtor rural parece ter conquistado, definitivamente, um espaço de valor na percepção do público urbano, por desempenhar uma função essencial na sociedade. Mais ainda: ele próprio, o produtor, aumentou seu nível de confiança e hoje se vê como um provedor de alimentos.

Está na pesquisa Farm Perspectiv Study*, que ouviu 1.300 pessoas no Brasil e cujos resultados foram divulgados em agosto último: 88,6% dos consumidores têm consciência que o produtor é um fornecedor de alimentos e 93% dos produtores assim se percebem também. Ou seja, a consciência do papel do produtor na segurança alimentar cresceu na cidade e no campo.

O levantamento também revela que a preocupação dos consumidores com a sustentabilidade atingiu a marca de 82%. Mostra, ainda, que 67% dos agricultores afirmam usar métodos sustentáveis de produção e só 37% dos consumidores concordam com isso. Outra dissonância: 75% dos consumidores concordam em pagar mais por alimentos produzidos de forma ambientalmente amigável, mas apenas 36% dos agricultores acreditam nisso.

Como se vê, há uma nova realidade do mercado de alimentos, emergente, que cria oportunidades e abre espaço para o marketing do produtor e do agronegócio, para agregar valor percebido em seus produtos e atividades ou pelo menos reduzir eventuais abismos de percepção entre cidade e campo, como os mostrados acima.

Desde que a revolução verde chegou a nossos campos e a produção animal modernizou-se, um hectare de terra multiplicou sua capacidade geradora de proteína animal — de 2 para 2,8 kg de carne suína, ou de 1 para 5,6 kg de frango, por exemplo. Isso é sustentabilidade em três dimensões: ambiental, econômica e social.

Mas no mundo contemporâneo, das percepções mutantes, é preciso contar ao público nossas conquistas e progressos. E, olhando a pesquisa Farm Perspective Study, talvez esteja faltando uma maior energia em marketing do agronegócio, para contar essas e outras histórias para a cidade. Falta, por exemplo, desenvolver uma narrativa do campo sobre a sua sustentabilidade.

Quer ver um exemplo? A sustentabilidade depende cada vez mais da incorporação de tecnologia; vale dizer, de sistemas de produção apoiados em uso intensivo de tecnologia. Mais ciência e menos regras ainda que essas sejam também necessárias e importantes, para induzir o progresso da consciência sustentável.

Essa é uma mensagem que precisa ser levada, por exemplo, aos candidatos a governo federal e estadual da próxima eleição, principalmente aqueles mais identificados com as causas do meio ambiente. Dizer, propor e levar estudos mostrando que a sustentabilidade do campo vai se resolver de fato, na tecnologia.

Essa é uma iniciativa só nossa, só das lideranças do agro, não tenha dúvidas. Pois o planeta cabe em uma urna eleitoral e dá voto, principalmente entre os eleitores mais jovens.

(*) Farm Perspective Study, pesquisa realizada pela BASF em 2014, ouvindo 300 agricultores e 1.000 consumidores, no Brasil.

Obs.: Foto do autor anexo.

Sobre o CCAS

O Conselho Científico para Agricultura Sustentável- CCAS é uma organização da Sociedade Civil, criada em 15 de abril de 2011, com domicilio, sede e foro no município de São Paulo-SP, com o objetivo precípuo de discutir temas relacionados à sustentabilidade da agricultura e se posicionar, de maneira clara, sobre o assunto.

O CCAS é uma entidade privada, de natureza associativa, sem fins econômicos, pautando suas ações na imparcialidade, ética e transparência, sempre valorizando o conhecimento científico.

Os associados do CCAS são profissionais de diferentes formações e áreas de atuação, tanto na área pública quanto privada, que comungam o objetivo comum de pugnar pela sustentabilidade da agricultura brasileira. São profissionais que se destacam por suas atividades técnico-científicas e que se dispõem a apresentar fatos concretos, lastreados em verdades científicas, para comprovar a sustentabilidade das atividades agrícolas.

A agricultura, apesar da sua importância fundamental para o país e para cada cidadão, tem sua reputação e imagem em construção, alternando percepções positivas e negativas, não condizentes com a realidade. É preciso que professores, pesquisadores e especialistas no tema apresentem e discutam suas teses, estudos e opiniões, para melhor informação da sociedade. É importante que todo o conhecimento acumulado nas Universidades e Instituições de Pesquisa seja colocado à disposição da população, para que a realidade da agricultura, em especial seu caráter de sustentabilidade, transpareça.

Acompanhe o CCAS no Facebook: http://www.facebook.com/agriculturasustentavel

Criado grupo técnico para discutir manejo de resistência e área de refúgio

setembro 29th, 2014 by admin No comments »

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) instituiu, por meio de uma publicação no Diário Oficial da União (DOU), na última quinta-feira (25), o Grupo Técnico-Científico sobre Manejo de Resistência (Gtmr), que será composto por representantes do Mapa, da área científica e do setor produtivo. Um dos principais objetivos do grupo é assessorar o órgão federal na avaliação das recomendações de manejo de resistência de insetos-praga a proteínas isoladas de Bacillus Thuringiensis (BT), inclusive no que se refere à prática de plantio de áreas de refúgio.

O Gtmr será coordenado pelo Departamento de Sanidade Vegetal (DSV) da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), com participação de especialistas da área de entomologia que irão pesquisar e avaliar manejo de resistência sobre insetos-praga presentes em plantas geneticamente modificadas, cultivadas comercialmente.

Serão designados para a equipe quatro representantes da área acadêmica ou científica que serão convidados pela SDA, e outros quatro profissionais recomendados pelo segmento empresarial de biotecnologia. As associações Aprosoja, Abramilho e Abrapa vão indicar, cada uma, um representante, assim como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Na última semana, o ministro Neri Geller afirmou que o grupo deve iniciar os seus trabalhos o quanto antes para que o agricultor disponha de orientações técnicas claras sobre o tema, já para a próxima safra: Vamos alinhar esta temática dentro do setor, porque queremos defender quem está no campo, disse Geller.

Ações
A portaria descreve uma série de atividades que será realizada pelo grupo. Entre as funções que ele vai desempenhar, destacam-se: o acompanhamento do desempenho das tecnologias de resistência de insetos-praga em plantas, quanto à eficiência no controle de pragas-alvo indicadas, e a avaliação dos resultados de monitoramento de resistência conduzidos pelas empresas detentoras de tecnologias que combatem os insetos-praga.

Os especialistas serão responsáveis, também, por promover o levantamento e intercâmbio de informações relacionadas ao manejo de resistência em cultivos comerciais que utilizam plantas com tecnologia empregadas para resistir aos insetos.

Baixa demanda e queda internacional pressionam valor da soja no Brasil.

setembro 29th, 2014 by admin No comments »

Os preços da soja estão em queda no mercado brasileiro, conforme dados do Cepea. As baixas estão atreladas à demanda enfraquecida e às quedas no cenário internacional.

O Indicador da soja Paranaguá Esalq/BM&FBovespa, que é baseado em negócios realizados, caiu 0,4% entre 19 e 26 de setembro, a R$ 61,81/sc de 60 kg na sexta-feira, 26.

Ao ser convertido para dólar (moeda prevista nos contratos futuros da BM&FBovespa), o Indicador foi de US$ 25,6/sc de 60 kg, queda de 1,9%.

Na média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador Cepea/Esalq, a baixa foi de 0,46% em sete dias, indo para R$ 58,51/sc de 60 kg no dia 26.

Segundo pesquisadores do Cepea, diante da expectativa de safra volumosa na próxima temporada, compradores estão retraídos e esperam preços ainda menores.

Quanto aos trabalhos de campo, as recentes chuvas em praticamente todo o Brasil favoreceram o avanço do plantio da oleaginosa.

Bunge inicia inscrições para programa de Trainee 2015

setembro 29th, 2014 by admin No comments »

A Bunge Brasil, uma das principais empresas de agronegócio e alimentos do país, abre inscrições para seu Programa de Jovens Talentos Trainee 2015. Os interessados podem se inscrever até 21 de outubro pelo site: www.bunge.com.br/jovenstalentos.

No total são 16 vagas distribuídas em diversos Estados, onde a empresa tem unidades. Além de salário compatível com o mercado, a Bunge oferece benefícios como assistência médica e odontológica, refeição, transporte e participação nos lucros.

Para se inscrever, é necessário o estudante estar cursando o último semestre da graduação, ou até dois anos de formação nos cursos de Engenharia (Agronômica, Agrícola, Mecânica, Civil, Elétrica, Química, de Produção ou de Alimentos), Administração de Empresas e Ciências Contábeis. Também é necessário ter mobilidade para residir em qualquer lugar do Brasil e conhecimento do idioma inglês (para algumas vagas, a fluência é fundamental).

Com duração de 12 meses, o programa é composto por ações de desenvolvimento voltadas aos aspectos técnico e comportamental, que contam, entre outras atividades, com encontros periódicos de integração entre os trainees para troca de experiências. A Bunge valoriza o jovem talento e, por meio do programa promove seu desenvolvimento alinhado aos valores e estratégia da empresa., afirma Marisa Thurler, diretora de Desenvolvimento e Gestão de Talentos da Bunge Brasil. Cada trainee será acompanhado nas ações do dia a dia pelo gestor e também contará com um mentor, que o auxiliará a traçar e direcionar sua carreira durante todo o programa.

Criado em 2011, o Programa de Jovens Talentos – Trainee da Bunge é um dos mais concorridos no setor de atuação da empresa e seu índice de retenção é de 70%.

Processo seletivo
O processo seletivo é composto por cinco etapas com atividades que simulam situações reais do dia a dia de trabalho. A primeira é a inscrição, seguida da fase online, quando serão avaliados nível de inglês, raciocínio lógico aplicado à resolução de problemas comuns na rotina de uma empresa e aderência às competências Bunge. Os selecionados seguirão para a etapa presencial onde participarão de um laboratório de competências. O processo seletivo permite conhecermos os candidatos e avaliá-los em relação às competências e ao jeito de ser da Bunge, finaliza Marisa. O processo seletivo é encerrado com a participação em painel e entrevista individual com os líderes das áreas. Os trainees selecionados ingressarão no programa em fevereiro de 2015.

Fonte: Bunge

Cocamar estimula produtoras a operarem colheitadeira

setembro 29th, 2014 by admin No comments »

Com 13% do seu quadro de associados representado por produtoras, a Cocamar mantém há anos uma programação voltada especialmente a este público. Mais de 600 mulheres, por exemplo, participam das atividades de 25 núcleos que se reúnem periodicamente para debater assuntos relacionados à cooperativa.

Agora, elas estão sendo estimuladas a aprender a manejar máquinas agrícolas. Nesta terça (30) e quarta-feira (1º), 16 cooperadas participam em Maringá de um curso organizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), sobre operação e manutenção de colheitadeira.

FAMÍLIA

De acordo com a cooperativa, o conforto e a facilidade oferecidos pelos equipamentos mais modernos vêm fazendo com que um número cada vez maior de cooperadas e também de esposas e filhas de produtores associados -, se sintam atraídas por esse trabalho que é comum em países como os Estados Unidos, onde as tarefas são divididas entre a família.

Não é raro observar mulheres manejando máquinas em propriedades rurais na região de Maringá, mas, segundo especialistas, a escassez de mão de obra no campo e a disponibilidade delas em participarem mais das atividades, devem impulsionar um aumento nos próximos anos.

Na terça-feira, elas vão para a sala de aula aprender os ensinamentos teóricos e, na quarta, completam o curso com as orientações práticas, deslocando-se até a Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) no município de Floresta. Em ambos os dias o programa será das 8 às 17 horas.

A previsão da cooperativa é que outros cursos como esse sejam organizados nos próximos meses, atendendo diversas regiões.

Fonte: Cocamar